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calçadista

Cultura

Empresas de Novo Hamburgo visitam o Museu Nacional do Calçado

Por Jonathan da Silva 12/12/2025
Por Jonathan da Silva

Equipes do Novo Hamburgo Hotel e da Tchocco Calçados visitaram o Museu Nacional do Calçado e a Fundação Ernesto Frederico Scheffel nesta semana, em iniciativa motivada pelo programa “Turismo em Rede”, da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Tecnologia de Novo Hamburgo. Os espaços preservam parte da história do setor calçadista na cidade.

A diretora do Novo Hamburgo Hotel, Margarete Picolli Morsch, e os diretores da Tchocco Calçados, Marcos Rodrigo Krolow Prestes, Antônio Romanini e Vanessa Plentz, além de colaboradores, participaram da visita. O grupo foi recebido pela diretora do Museu, Ida Helena Thön, pelo vice-diretor do Museu e secretário de Cultura de Novo Hamburgo, Angelo Reinheimer, e por Cristine Schneider da Rocha, representando a Associação Comercial e Industrial (ACI).

Motivação das empresas

A diretora do Novo Hamburgo Hotel, Margarete Picolli Morsch, explicou a motivação para a visita. “A inspiração desse passeio veio através do projeto que participo, Caminhos de Hamburgo Velho, com o foco de criar roteiros, experiências culturais e gastronômicas para os visitantes e comunidade hamburguense. Isso instiga o nosso turismo interno e externo a conhecer a cultura e a história da nossa cidade”, afirmou Margarete.

Em suas redes sociais, a Tchocco Calçados publicou uma nota sobre a visita. “Esses espaços preservam e celebram a trajetória do nosso setor calçadista, uma história que nos inspira, fortalece e nos lembra diariamente da importância do nosso trabalho. Foi um momento de aprendizado, integração e valorização da nossa caminhada”, destacou a empresa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/12/2025 0 Comentários 105 Visualizações
Business

Marca calçadista Kidy projeta crescimento de 18% em 2025

Por Jonathan da Silva 07/11/2025
Por Jonathan da Silva

A produtora de calçados infantis Kidy, com sede em Birigui-SP, prevê um crescimento de 18% no faturamento em 2025, alcançando mais de R$ 217 milhões. A projeção considera o aumento da produção, hoje em 16 mil pares diários, o avanço das exportações e os investimentos em produtos com tecnologia embarcada.

De acordo com o diretor da Kidy, Ricardo Gracia, o crescimento tem ocorrido tanto no mercado interno quanto no externo. “Aumentamos a nossa carteira de clientes no mercado interno e no mercado externo o crescimento se deu, principalmente, pela nossa expansão na América Central”, afirmou Gracia.

Atualmente, as exportações representam 15% do faturamento da empresa, percentual que deve chegar a 20% já no próximo ano. Entre os principais destinos estão Equador, Argentina, Bolívia e Paraguai.

Mercado dos Estados Unidos

Sobre o mercado norte-americano, Gracia afirmou que a empresa acompanha as negociações relacionadas à tarifa de 50% aplicada aos produtos brasileiros. “Acompanhamos as negociações com otimismo e de forma bastante estratégica. Qualquer movimento que leve ao fim ou à diminuição do tarifaço é visto como uma oportunidade de expansão. Trata-se de um mercado de interesse histórico para a Kidy”, ressaltou o executivo.

Investimentos em tecnologia e estrutura

A empresa vem ampliando seus investimentos em estrutura, tecnologia e marketing. No setor comercial, foi criada a Suri, plataforma voltada para o atendimento ao cliente e recompra, que oferece ferramentas como o Compre Fácil e o Post Fácil. A Suri opera 24 horas por dia, sete dias por semana, com atendimento automatizado via WhatsApp e acesso a informações em tempo real sobre pedidos, histórico de compras, estoques e campanhas.

Na área produtiva, a Kidy investiu em máquinas de costura automatizadas, uma nova injetora de EVA para calçados esportivos e equipamentos com radiação UV que aprimoram os processos de colagem. “São investimentos que reforçam o compromisso em aumentar a eficiência produtiva, reduzir o tempo de fabricação e garantir a máxima qualidade em cada par de calçados”, destacou Gracia.

Projeções para os próximos anos

A empresa também já projeta o desempenho de 2026, quando o faturamento deve crescer 15% em relação a 2025, com destaque para o avanço das exportações. “Estamos trabalhando com uma estratégia agressiva de expansão da marca em países da Europa, África e do Oriente Médio”, afirmou o diretor.

Participação em feiras e ações de mercado

Entre as estratégias de fortalecimento da marca está a presença em feiras nacionais e internacionais. A Kidy participará da BFShow, no Distrito Anhembi, em São Paulo, entre os dias 10 e 12 de novembro. O evento deve reunir cerca de 12 mil compradores, sendo 1,2 mil internacionais. “Com o resultado da última edição, do crescimento acima da média nacional e um bom feedback de nossos clientes, acreditamos que teremos um grande resultado para a BFShow de novembro, onde projetamos um crescimento entre 40% e 50% nos negócios efetivados, em comparação com a mostra de novembro de 2024”, projetou Gracia.

O que é a Kidy

Com fábricas em Birigui-SP e Três Lagoas-MS, a Kidy Calçados produz anualmente mais de 5 milhões de pares de calçados infantis e emprega cerca de 2 mil colaboradores. Além de atender ao mercado interno, a marca exporta para mais de 40 países.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/11/2025 0 Comentários 169 Visualizações
Variedades

Calçados Beira Rio é recertificada no nível Diamante do Origem Sustentável

Por Jonathan da Silva 04/11/2025
Por Jonathan da Silva

A Calçados Beira Rio foi recertificada no nível máximo do programa Origem Sustentável, com mais de 80% dos indicadores atingidos. A entrega da certificação ocorreu nesta segunda-feira (3), na sede da empresa, em Novo Hamburgo, e contou com a presença da diretoria do grupo e do presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira. A conquista reconhece o compromisso da companhia com práticas sustentáveis em toda a sua cadeia produtiva.

Com 569 pontos alcançados de um total de 684 possíveis, a Calçados Beira Rio figura novamente entre as empresas que atingiram o nível Diamante, o mais alto da certificação. De acordo com Haroldo Ferreira, a conquista da empresa tem efeito multiplicador. “A certificação da Calçados Beira Rio no nível máximo do Origem Sustentável tem uma grande relevância para toda a cadeia produtiva, no sentido de que exige o mesmo comprometimento da sua grande rede de fornecedores”, destacou o o presidente-executivo da Abicalçados.

Compromisso com sustentabilidade e governança

A empresa emprega mais de 29,5 mil pessoas, de forma direta e indireta, em 11 unidades produtivas localizadas no Rio Grande do Sul. Diariamente, a Beira Rio produz mais de 500 mil pares de calçados, comercializados em cerca de 30 mil pontos de venda no Brasil e exportados para mais de 100 países. O vice-presidente do grupo, Rodrigo Argenta, ressaltou o compromisso com a sustentabilidade de forma ampla, enfatizando que o trabalho vai além do aspecto ambiental, englobando também ações sociais e de governança.

Práticas e resultados ambientais

Entre as ações destacadas pela empresa está a reciclagem de resíduos industriais que retornam ao processo produtivo. Segundo dados do grupo, são produzidas anualmente mais de 17 milhões de palmilhas e 6 milhões de saltos ABS utilizando materiais reciclados.

O que é o programa Origem Sustentável

Criado em 2013 pela Abicalçados em parceria com a Assintecal, o Origem Sustentável é o único programa de certificação no mundo voltado exclusivamente para práticas sustentáveis na indústria calçadista. Ele avalia empresas com base em 104 indicadores divididos em cinco dimensões: econômica, ambiental, social, cultural e de gestão da sustentabilidade. A categoria Diamante é concedida a organizações que atingem mais de 80% dos indicadores. As auditorias são conduzidas por entidades independentes, como Senai, ABNT, SGS, Intertek e Bureau Veritas. Atualmente, mais de 110 empresas da cadeia do calçado são certificadas ou estão em processo de certificação.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/11/2025 0 Comentários 184 Visualizações
Variedades

Museu Nacional do Calçado levará mostra histórica à feira Zero+, em Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 24/10/2025
Por Jonathan da Silva

O Museu Nacional do Calçado (MNC) e a Universidade Feevale participarão da feira Zero+, que ocorrerá de 17 a 19 de novembro na Fenac, em Novo Hamburgo. O evento reunirá profissionais dos setores de calçados e acessórios para fomentar negócios e networking. Em um espaço de 100 metros quadrados, o MNC apresentará a exposição “Legado e memórias. Ontem, hoje, amanhã”, que retrata a trajetória dos imigrantes responsáveis por transformar o antigo Hamburger Berg na atual Capital Nacional do Calçado.

A mostra reunirá calçados históricos, modelos de exportação e peças produzidas nos anos 1960 por empresas do Vale do Sinos. “Trazendo na bagagem sua história, conhecimento e a coragem para construir um novo lar, o imigrante transformou o Hamburger Berg em uma Novo Hamburgo que hoje é a Capital Nacional do Calçado”, afirma a diretora do Museu Nacional do Calçado, Ida Helena Thön. “Das formas de madeira, do pé-de-moleque e do couro, as criações levaram o produto aqui fabricado para o mundo, e é com o calçado que percorremos nosso caminho”, complementa Ida Helena.

Entre os destaques, estarão vestidos inspirados em clássicos do cinema, como “My Fair Lady”, “E o Vento Levou”, “A Dama das Camélias” e “A Rainha da Escócia”. As peças foram desenvolvidas por estudantes do curso de Moda da Feevale, que reinterpretaram figurinos icônicos das produções cinematográficas.

Memória industrial

O público também poderá conferir objetos representativos da história da indústria calçadista, como um pé-de-moleque — ferramenta usada na montagem de sapatos — e a chave da fábrica de Pedro Adams Filho, um dos pioneiros do setor coureiro-calçadista do Rio Grande do Sul. Além disso, estarão expostos fôlderes da primeira edição da Fenac e um calçado de Ruy Chaves, premiado naquele evento.

A Zero+ ocorre de 17 a 19 de novembro na Fenac, em Novo Hamburgo, reunindo empresas, profissionais e instituições ligadas à cadeia produtiva do calçado e da moda.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/10/2025 0 Comentários 167 Visualizações
Variedades

Feira calçadista Zero+ será lançada na Assembleia Legislativa

Por Jonathan da Silva 30/09/2025
Por Jonathan da Silva

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALRS) será palco, no dia 8 de outubro, às 11h, do Ato de Lançamento da Zero+, feira de calçados e acessórios que ocorrerá de 17 a 19 de novembro, nos pavilhões da Fenac, em Novo Hamburgo. O evento é promovido pela Frente Parlamentar em Defesa do Setor Coureiro Calçadista, presidida pelo deputado Joel Wilhelm (PP) e com vice-presidência do deputado Issur Koch (PP), em parceria com 11 sindicatos da indústria calçadista, a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI-NH/CB/EV-DI) e a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs).

De acordo com os organizadores, a Zero+ busca marcar a necessidade da promoção profissional do calçado no Rio Grande do Sul, estado reconhecido como berço da produção nacional do setor. Atualmente, o segmento conta com cerca de 1,8 mil empresas, responsáveis por mais de 81 mil empregos diretos, o que representa aproximadamente 12% do total de postos na indústria de transformação gaúcha. O setor é ainda o maior empregador em pelo menos 130 municípios do estado.

A diretora da Merkator Feiras e Eventos, promotora da Zero+, Roberta Pletsch, destacou a mobilização em torno da iniciativa. “Onde esta indústria nasceu e cresceu, conquistando o país e diversos países ao redor do mundo trazendo significativas divisas para o Brasil”, afirmou Roberta.

Sindicatos e entidades parceiras

A feira conta com apoio de 11 sindicatos do setor: Sindicato da Indústria de Calçados de Campo Bom; Sindicato das Indústrias de Calçados de Dois Irmãos; Sindicato das Indústrias de Calçados de Estância Velha; Sindicato das Indústrias de Calçados e Artefatos de Farroupilha; Sindicato da Indústria de Calçados, Vestuário e Componentes para Calçados de Igrejinha; Sindicato das Indústrias de Calçados de Novo Hamburgo; Sindicato das Indústrias de Calçados de Parobé; Sindicato das Indústrias do Vestuário, do Calçado e de Artefatos de Couro de São Leopoldo; Sindicato da Indústria de Calçados de Sapiranga; Sindicato da Indústria de Calçados e Componentes para Calçados de Três Coroas; e Sindicato da Indústria de Calçados do Estado do Rio Grande do Sul (Sicergs).

Também participam como parceiras a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI) e a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs).

Foto: João Ricardo/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/09/2025 0 Comentários 231 Visualizações
Variedades

Novo Hamburgo volta a sediar feira calçadista após 20 anos

Por Jonathan da Silva 23/09/2025
Por Jonathan da Silva

Depois de duas décadas sem receber um evento profissional do setor, Novo Hamburgo voltará a ter uma feira calçadista de grande porte. A “Zero+”, lançadora da moda outono/inverno, será realizada nos dias 17, 18 e 19 de novembro, nos pavilhões da Fenac, reunindo marcas locais e nacionais. A iniciativa é promovida pela Merkator Feiras e Eventos, em parceria com sindicatos e entidades do setor, e busca fortalecer a Capital Nacional do Calçado.

Já garantiram presença no evento marcas como Beira Rio, Moleca, Molekinha, Molekinho, Actvitta, Modare Ultraconforto, Novo Pé, Giulia Domna, Colcci, Lilica e Tigor, Momaii, Cristofoli, Ekogoma, WolfStore e Tchocco.

Segundo a diretora da Merkator Feiras e Eventos, Roberta Pletsch, o movimento representa um marco para o setor. “Estamos vendo com muita alegria as presenças de marcas importantes e saliento também o retorno de algumas que estavam fora dos nossos últimos eventos. Acreditamos que vamos construir juntos uma feira que vai marcar a trajetória da promoção comercial do nosso setor”, afirmou Roberta.

Momento histórico para a cidade

O presidente do Sindicato Patronal da Indústria do Calçado de Novo Hamburgo, Paulo Ricardo da Silva, destacou a relevância da retomada. “Após 20 anos, Novo Hamburgo volta a receber uma feira calçadista de grande porte, reunindo clientes de todo o Brasil. Estamos comemorando este momento histórico, que evidencia o crescimento da cidade e o avanço das fábricas locais, reafirmando a força do polo calçadista”, destacou Silva.

O dirigente também ressaltou que o retorno da feira valoriza o setor produtivo. “Este é um marco que valoriza o crescimento da cidade e o fortalecimento das fábricas, que se mostram cada vez mais preparadas para competir em nível nacional e internacional”, acrescentou Silva.

Parceria entre sindicatos e entidades

A realização da Zero+ conta com o apoio de 11 sindicatos e duas entidades. Estão entre os parceiros o Sindicato da Indústria de Calçados de Campo Bom, o Sindicato das Indústrias de Calçados de Dois Irmãos, o Sindicato das Indústrias de Calçados de Estância Velha, o Sindicato das Indústrias de Calçados e Artefatos de Farroupilha, o Sindicato da Indústria de Calçados, Vestuário e Componentes para Calçados de Igrejinha, o Sindicato das Indústrias de Calçados de Novo Hamburgo, o Sindicato das Indústrias de Calçados de Parobé, o Sindicato das Indústrias do Vestuário, do Calçado e de Artefatos de Couro de São Leopoldo, o Sindicato da Indústria de Calçados de Sapiranga, o Sindicato da Indústria de Calçados Componentes para Calçados de Três Coroas e o Sindicato da Indústria de Calçados do Estado do Rio Grande do Sul (Sicergs). Também apoiam a iniciativa a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha e Dois Irmãos (ACI NH/CB/EV/DI) e a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/09/2025 0 Comentários 542 Visualizações
Business

Apesar do tarifaço, feiras nos EUA devem render R$ 30 milhões para calçadistas brasileiras

Por Jonathan da Silva 25/08/2025
Por Jonathan da Silva

A participação de 32 marcas brasileiras de calçados em duas feiras nos Estados Unidos deve gerar mais de R$ 30 milhões em negócios, entre contratos fechados e negociações em andamento. A iniciativa foi realizada neste mês de agosto por meio do programa Brazilian Footwear, mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), mesmo após a entrada em vigor da sobretaxa de 50% sobre os produtos brasileiros importados pelos norte-americanos.

Segundo a profissional da área de Negócios da Abicalçados, Carla Giordani, os resultados surpreenderam diante do aumento das tarifas. “Existe um movimento bastante positivo entre os compradores dos Estados Unidos, que se dizem dispostos a negociar o pagamento das tarifas extras para manter o fornecimento de calçados brasileiros”, afirmou Carla.

Atlanta Shoe Market

O primeiro evento foi a Atlanta Shoe Market, entre 9 e 11 de agosto, que contou com 22 marcas brasileiras. No local, foram comercializados 19,2 mil pares, somando R$ 3,34 milhões. Incluindo os negócios alinhavados durante a feira, o resultado chegou a 148,64 mil pares e R$ 16,47 milhões.O encontro gerou 197 contatos com representantes de mercados como Estados Unidos, Canadá, Costa Rica, China, França, Austrália, México, Trinidad e Tobago, Panamá, Porto Rico e Jamaica.

Participaram, com apoio do Brazilian Footwear, as marcas Arezzo, Awana Group, Bibi, Bottero, Cartago, Cocco Miami, GVD International, House of ZALO, Ipanema, Itapuã, Klin, Melissa e Mini Melissa, New Face, Pegada, Piccadilly, Pyramidis, Rider, Schutz, Usaflex, Vicenza e Zaxy.

O diretor da GVD, Wagner Kirsch, relatou que a empresa tinha “expectativas reduzidas” em função do tarifaço, mas o evento superou a previsão inicial. “A feira se mostrou positiva. Durante os três dias, fechamos negócios e desenvolvemos novos contatos importantes, apesar de um mercado nervoso”, avaliou Kirsch.

Magic Las Vegas

Entre os dias 18 e 20 de agosto, as marcas brasileiras participaram também da Magic Las Vegas. Com 12 empresas apoiadas pelo programa, foram comercializados no local 20,3 mil pares por R$ 3,4 milhões. Com as negociações encaminhadas, o total chegou a 141,25 mil pares e R$ 13,5 milhões. O evento gerou 244 contatos com compradores de países como Estados Unidos, Canadá, México, Guatemala, Honduras, Porto Rico, Panamá, Equador e Colômbia.

Estiveram presentes as marcas Actvitta, Beira Rio, BR Sport, Carrano, Cocco Miami, Dress To, Klin, Modare Ultraconforto, Moleca, Molekinha, Molekinho e Vizzano.

A gestora de Exportações da Klin, Camila Chamoun, destacou a importância das feiras para compreender o mercado local. “Na feira, recebemos não somente compradores dos Estados Unidos, mas de outros países, além de associações que representam o varejo local. Trocamos informações importantes sobre o mercado, canais de vendas e negociações”, expressou Camila. Para ela, as perspectivas são positivas, e os compradores acreditam que a alta tarifária pode ser temporária.

Mercado norte-americano

O mercado dos Estados Unidos consome mais de 2,6 bilhões de pares de calçados por ano, quase todos importados. Atualmente, quase 30% da receita das exportações brasileiras do setor tem como destino o país. Nos sete primeiros meses deste ano, os Estados Unidos foram o principal mercado internacional do calçado brasileiro, com o embarque de 6,9 milhões de pares, somando US$ 134,9 milhões — aumentos de 15,3% em volume e de 7% em valor em relação ao mesmo período de 2023.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/08/2025 0 Comentários 213 Visualizações
Variedades

Feira calçadista Zero+ passará a ser realizada em Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 12/08/2025
Por Jonathan da Silva

A feira calçadista “Zero+”, promovida pela Merkator Feiras e Eventos, passará a ser realizada em Novo Hamburgo a partir de 2025. A primeira edição em solo hamburguense acontecerá nos dias 17, 18 e 19 de novembro, nos pavilhões da Fenac. O evento, que apresenta a moda outono/inverno em calçados e acessórios para o Brasil e países da América Latina, foi realizado pela primeira vez em 2011, em Gramado, e, desde 2012, era sediado no Centro de Eventos do Serra Park, na cidade serrana.

Segundo a diretora da Merkator, Roberta Pletsch, a mudança faz parte de uma readequação dos eventos da promotora. “Esta nova mudança se deve a uma readequação dos nossos eventos para os quais estamos trabalhando desde o último ano, com reposicionamento das nossas marcas, especialmente as voltadas para o calçado e o incremento de outros produtos”, afirmou Roberta.

De acordo com a organizadora, a decisão também foi motivada por um movimento do setor identificado após a última edição do SICC – Salão de Inovação do Couro e do Calçado, realizada em maio. Sindicatos da indústria sugeriram mudanças, incluindo o local do evento, destacando a importância de valorizar a produção calçadista de Novo Hamburgo, reconhecida como Capital Nacional do Calçado e polo de fornecedores, maquinário e empresas de design demandadas por marcas nacionais e internacionais.

União de entidades

A transferência conta com o apoio de 11 sindicatos industriais dos Vales do Sinos, Paranhana e serra gaúcha. “São nos municípios desta área geográfica onde estão localizadas as empresas responsáveis pela maior parcela da produção brasileira de calçados. Nada mais legítimo do que termos um encontro nacional com os profissionais que compõem este cluster, trazendo para cá o varejo que é o elo comercial desta cadeia. É a união deste ciclo que garante o sucesso da indústria e gera um número significativo de empregos e riqueza que engrossa o PIB nacional”, destacou Roberta Pletsch.

Mobilização

O movimento, articulado nos últimos 70 dias por líderes sindicais parceiros da Merkator há quase duas décadas, resultou no aumento de sete para 11 sindicatos apoiadores. Participam o Sindicato da Indústria de Calçados Componentes para Calçados de Três Coroas; Sindicato da Indústria de Calçados do Estado do Rio Grande do Sul; Sindicato das Indústrias de Calçados de Novo Hamburgo; Sindicato da Indústria de Calçados, Vestuário e Componentes para Calçados de Igrejinha; Sindicato da Indústria de Calçados de Campo Bom; Sindicato das Indústrias de Calçados de Farroupilha; Sindicato das Indústrias de Calçados de Estância Velha; Sindicato das Indústrias do Vestuário, do Calçado e de Artefatos de Couro de São Leopoldo; Sindicato das Indústrias de Calçados de Parobé; Sindicato das Indústrias de Calçados de Dois Irmãos; e Sindicato das Indústrias de Calçados de Sapiranga. Também apoiam a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo e a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs).

Serviço

  • O quê: Feira calçadista Zero+, com lançamentos de moda outono/inverno em calçados e acessórios para o Brasil e países da América Latina
  • Quando: 17, 18 e 19 de novembro de 2025
  • Onde: Pavilhões da Fenac (R. Araxá, 505 – Ideal, Novo Hamburgo)
Foto: Dinarci Borges/Divulgação | Fonte: Assessoria
12/08/2025 0 Comentários 267 Visualizações
Política

Tarifaço dos EUA ameaça milhares de empregos na indústria calçadista brasileira

Por Jonathan da Silva 07/08/2025
Por Jonathan da Silva

A tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros deve afetar diretamente quase 80% das empresas exportadoras de calçados do Brasil conforme levantamento da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). O setor, que tem nos EUA seu principal mercado externo, estima perder cerca de 20 mil postos de trabalho indiretos e 8 mil diretos nos próximos meses, caso a medida não seja revertida.

De acordo com o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, a tarifa extra já provoca efeitos imediatos no setor. “Entre os impactos já relatados há atrasos ou paralisação em negociações, queda do faturamento em decorrência da medida e cancelamento de pedidos, parte, inclusive, já produzidos ou em produção”, afirma Ferreira.

Segundo o dirigente, o impacto direto nas exportações torna urgente a adoção de medidas emergenciais para preservar empregos e empresas da cadeia calçadista nacional.

Perdas acumuladas

A estimativa da Abicalçados aponta para uma queda de 9% nas exportações nos próximos 12 meses, como resultado direto da sobretaxa nos embarques com destino aos Estados Unidos. O país é historicamente o principal comprador do calçado brasileiro e responde por mais de 20% do valor total exportado pelo setor.

Interrupção na recuperação

Apesar do cenário atual, o setor vinha mostrando sinais de recuperação. No primeiro semestre de 2025, foram exportados 5,8 milhões de pares de calçados aos Estados Unidos, um crescimento de 13,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. Segundo a Abicalçados, a imposição da tarifa compromete esse ciclo e deverá gerar efeitos econômicos e sociais significativos para o Brasil.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/08/2025 0 Comentários 282 Visualizações
Business

The South Base apresenta plano para fortalecer exportação de calçados em 2025 e 2026

Por Jonathan da Silva 10/06/2025
Por Jonathan da Silva

O Conselho Estratégico da The South Base anunciou nesta segunda-feira (9) as ações previstas para 2025 e 2026, incluindo a renovação da parceria com a Associação dos Distribuidores e Varejistas de Calçados da América (FDRA), a criação de um Arranjo Produtivo Local (APL) e missões comerciais entre o Vale do Sinos e os Estados Unidos. O plano foi apresentado em reunião na sede da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha e Dois Irmãos (ACI NH/CB/EV/DI), em Novo Hamburgo, com participação de empresas e entidades do setor calçadista.

A The South Base também está aguardando confirmação para palestrar no Summit FDRA, evento marcado para o dia 17 de julho em Nova Iorque, nos Estados Unidos. Caso aprovada, a participação permitirá que o Brasil apresente sua produção de calçados a importadores norte-americanos. Além disso, em julho, conteúdos sobre o movimento serão divulgados nas redes sociais da FDRA, e em outubro está previsto um showroom em Nova Iorque com empresas do Vale do Sinos. Os recursos para essas ações estão sendo viabilizados por sindicatos de Novo Hamburgo, Sapiranga e Estância Velha.

Formalização do APL do Vale do Sinos

O Arranjo Produtivo Local (APL) do Vale do Sinos e Vale do Paranhana, que reúne empresas de calçados em um modelo de cooperação, já possui organograma e planejamento estratégico definidos. A formalização junto ao governo do estado está em fase final. “A formalização permitirá a busca por recursos junto ao próprio governo do estado e a outras fontes de forma contínua”, afirmou o presidente do Conselho Estratégico da The South Base, Marlos Schmidt.

Ações já realizadas e capacitações em andamento

O diretor da ACI, Fauston Saraiva, destacou as iniciativas já concluídas, como a participação no Summit FDRA 2024, a presença de quatro empresas na FFANY Market Week em junho e a produção de vídeos promocionais para o mercado norte-americano. Investimentos somam cerca de R$ 600 mil. Paralelamente, 16 empresas de Igrejinha recebem capacitação técnica para exportação, com 750 horas de treinamento ministradas pelo IBTeC. Novos workshops estão programados para julho em Igrejinha e Novo Hamburgo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/06/2025 0 Comentários 274 Visualizações
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