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Business

Exportações brasileiras de ovos crescem 295,8% em maio

Por Jonathan da Silva 10/06/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de ovos, incluindo produtos in natura e processados, totalizaram 5.358 toneladas em maio de 2025, o que representa um aumento de 295,8% em relação ao mesmo período de 2024, quando foram embarcadas 1.354 toneladas, conforme dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Em valor, os embarques de maio somaram US$ 13,756 milhões, crescimento de 356,2% frente aos US$ 3,015 milhões registrados no mesmo mês do ano passado.

No acumulado de janeiro a maio, o volume exportado chegou a 18.357 toneladas, 165,6% acima das 6.912 toneladas exportadas no mesmo período de 2024. A receita das exportações nos cinco primeiros meses do ano somou US$ 42,100 milhões, alta de 195,8% em comparação aos US$ 14,235 milhões do ano anterior.

Estados Unidos lideram compras

Os Estados Unidos foram o principal destino das exportações brasileiras de ovos entre janeiro e maio de 2025, com 9.735 toneladas, crescimento de 996% em relação ao mesmo período do ano passado.

Outros destinos em destaque foram o Chile, com 2.354 toneladas (+10,8%); os Emirados Árabes Unidos, com 1.422 toneladas (-13,8%); o Japão, com 1.422 toneladas (+160,9%); o México, com 1.050 toneladas (sem base comparativa com 2024).

Na comparação apenas do mês de maio de 2025 com o mesmo mês de 2024, os embarques para os Estados Unidos cresceram 1.384%, totalizando 4.166 toneladas. O Chile recebeu 534 toneladas (-22,3%), o México 232 toneladas, o Japão 205 toneladas (+132,7%) e Angola 102 toneladas, todos com variações significativas.

Setor mantém ritmo mesmo com desafios sanitários

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, “o setor de ovos tem acumulado forte alta em exportações, em meio à uma reconfiguração do fluxo de embarques que agora passa a ter Estados Unidos, Japão e México, entre os principais destinos dos produtos. Mesmo com as suspensões decorrentes do foco pontual de Influenza Aviária, as vendas seguiram em ritmo elevado, demonstrando a confiança dos mercados na biosseguridade brasileira”.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
10/06/2025 0 Comentários 216 Visualizações
Variedades

Stihl lança relatório global com destaque para aplicativo que monitora reflorestamento

Por Jonathan da Silva 10/06/2025
Por Jonathan da Silva

No Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado na quinta-feira passada (5), o Grupo Stihl lançou seu Relatório de Sustentabilidade 2024, com foco em iniciativas ambientais e sociais em suas operações globais. O principal destaque do documento é o desenvolvimento do aplicativo Treeo Impact Storyboard, criado em parceria com a startup Treeo, que permite quantificar e visualizar, de forma transparente e verificável, o volume de CO₂ armazenado em projetos de reflorestamento da empresa. O sistema oferece dados em tempo real e individualizados, árvore por árvore.

A ferramenta digital traz não apenas informações técnicas sobre o sequestro de carbono, mas também relatos visuais e documentais dos envolvidos nos projetos, incluindo fotos, vídeos e retratos. Mais de 912 mil árvores, espalhadas por cerca de 3.100 hectares, estão atualmente registradas na plataforma, totalizando 8.904 toneladas de carbono sequestradas desde a última medição realizada no início de 2025.

Com o Treeo Storyboard, estamos criando uma transparência sem precedentes sobre o armazenamento real de CO₂ de nossos projetos de reflorestamento. Esse é um passo importante para tornar visível o impacto de nossas medidas. O ponto crucial de muitos projetos de reflorestamento é que as empresas financiam o plantio, mas depois de alguns anos, ninguém sabe se a floresta ainda existe. Com o aplicativo, criamos a rastreabilidade durante toda a vida útil das árvores”, comenta o diretor de Sustentabilidade do Grupo Stihl, Dr. Friedemann Stock.

O aplicativo se baseia em um sistema utilizado por pequenos proprietários rurais participantes do projeto, que medem anualmente suas árvores. Utilizando mapa de referência, fotografias, GPS e validação por imagens de satélite, drones e inspeções locais, os dados são armazenados em um banco digital acessível ao público. O acesso à plataforma pode ser feito pelo link dashboard.treeo.one/stihl.

Unidade brasileira investe em recursos hídricos e reciclagem

A unidade da Stihl no Brasil, localizada em São Leopoldo, também teve suas ações destacadas no relatório. Entre elas, está a nova estação de tratamento de água, inaugurada em 2024, com capacidade para 50 mil metros cúbicos por ano. A instalação permitiu a redução de 50% no volume de efluentes gerados pela fábrica. A água tratada é reutilizada em processos industriais como lavagem, resfriamento e usinagem.

Outro projeto de relevância conduzido pela unidade brasileira é o “Meu Pé de Árvore”, que envolve colaboradores, parceiros e clientes no plantio de árvores no Bioma Amazônico. Mais de 5 mil árvores já foram plantadas, inclusive em reservas indígenas.

A Stihl Brasil também mantém, há mais de uma década, parcerias com cooperativas de reciclagem locais. Atualmente, mais de 120 famílias são beneficiadas economicamente por essa iniciativa, que gera 85% da renda das cooperativas a partir de resíduos oriundos da fábrica. A ação fortalece a economia circular e promove a inclusão social na região de São Leopoldo.

Relatório completo disponível online

O Relatório de Sustentabilidade 2024 da Stihl está disponível em versão interativa, em inglês, no site oficial da empresa. O documento apresenta metas, resultados, desafios e compromissos futuros nas áreas ambiental, social e de governança (ESG).

Foto: Stihl/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/06/2025 0 Comentários 294 Visualizações
Business

Exportações de carne suína do Brasil crescem 13,7% em maio

Por Jonathan da Silva 09/06/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne suína — incluindo produtos in natura e processados — somaram 118,7 mil toneladas em maio de 2025, o que representa um crescimento de 13,7% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram embarcadas 104,4 mil toneladas. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (9) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Em valores, as exportações de maio geraram US$ 291,1 milhões, resultado 29,3% superior ao do mesmo período de 2024, que foi de US$ 225,2 milhões. No acumulado do ano, entre janeiro e maio, os embarques totalizaram 584,8 mil toneladas, um crescimento de 15,4% em comparação com as 506,6 mil toneladas exportadas no mesmo intervalo do ano passado.

A receita no acumulado dos cinco primeiros meses de 2025 foi de US$ 1,381 bilhão, um aumento de 29,8% sobre os US$ 1,064 bilhão obtidos no mesmo período de 2024.

Filipinas lidera importações

As Filipinas foram o principal destino da carne suína brasileira em maio, com 28,2 mil toneladas importadas — 115% a mais do que no mesmo mês do ano anterior. Em seguida aparecem a China, com 11,9 mil toneladas (-43%); o Chile, com 10,9 mil toneladas (+21%); Singapura, com 8,3 mil toneladas (+7,1%); e o Japão, com 8,2 mil toneladas (+60%).

As Filipinas avançaram em sua posição como principal destino da carne suína do Brasil, e novos mercados ganharam protagonismo no ranking dos principais importadores do nosso produto. Houve significativo aumento da capilaridade das exportações do setor no mercado internacional e a expectativa é que esse fluxo siga elevado ao longo desse ano”, destacou o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Santa Catarina encabeça exportações

O estado de Santa Catarina permaneceu como o principal exportador nacional, com 59,6 mil toneladas embarcadas em maio — 8,7% a mais que no mesmo mês de 2024. Em seguida estão o Rio Grande do Sul, com 27,3 mil toneladas (+15,8%); o Paraná, com 19,2 mil toneladas (+28,9%); Mato Grosso, com 3 mil toneladas (-10,2%); e Minas Gerais, com 2,9 mil toneladas (+25,1%).

Foto: BearFotos/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
09/06/2025 0 Comentários 267 Visualizações
Variedades

Braskem faz primeira venda de polietileno circular na América do Sul

Por Jonathan da Silva 05/06/2025
Por Jonathan da Silva

A Braskem realizou, pela primeira vez na América do Sul, a venda de polietileno (PE) circular, produzido a partir de reciclagem química. A comercialização foi feita para o Grupo Copobras, que utilizará o material na fabricação de embalagens flexíveis para o segmento de pet food.

O PE circular faz parte do portfólio Wenew, da Braskem, voltado para soluções de economia circular. A resina foi produzida com matéria-prima fornecida pela empresa finlandesa Neste, parceira da Braskem desde 2024 no fornecimento de insumos circulares e bio-circulares para produção de resinas e produtos químicos. “É o nosso primeiro case de reciclagem química na América do Sul. Tivemos a matéria-prima oriunda da parceria com a Neste, a nossa atuação na produção da resina circular e a venda para a Copobras. Esse é um grande marco da companhia na direção do desenvolvimento sustentável e da concretização da economia circular”, destaca o gerente de desenvolvimento de negócios da Braskem na América do Sul, Pier Pesce.

Produto certificado e regulamentado

De acordo com a Braskem, o processo de reciclagem química produz monômeros de alta pureza, idênticos aos de origem fóssil, o que permite que sejam utilizados em embalagens que entram em contato direto com alimentos. O uso desse material está em conformidade com a regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), sem necessidade de autorizações específicas.

O PE circular fornecido para o Grupo Copobras tem certificação ISCC Plus, que assegura a rastreabilidade e a circularidade da cadeia produtiva.

Copobras adota o polietileno circular

A gerente de Engenharia de Produto do Grupo Copobras, Morgana Bon, afirma que o processo de desenvolvimento do PE circular da Braskem é de altíssima qualidade. “Temos muito orgulho de termos sido os primeiros a utilizar tal resina. Soluções como essas devem se tornar cada vez mais presentes no mercado para que consigamos garantir padrões sustentáveis para o setor como um todo. E esse é um caminho fundamental para atendermos as demandas dos consumidores e brand owners por mais sustentabilidade nos produtos”, ressalta Morgana.

Meta de 1 milhão de toneladas até 2030

Desde 2021, a Braskem investe no desenvolvimento de tecnologias para reciclagem química e na aquisição de matérias-primas circulares, produzidas via pirólise. A empresa tem como meta comercializar 1 milhão de toneladas de produtos com conteúdo reciclado até 2030.

Segundo a companhia, o portfólio Wenew oferece redução de até 48% nas emissões de carbono em comparação às resinas convencionais de origem fóssil. O PE circular vendido ao Grupo Copobras é mais uma etapa dentro dessa estratégia.

Foto: Jefferson Bernardes/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/06/2025 0 Comentários 322 Visualizações
Variedades

Com 52 indicações geográficas, Connection se consolida como maior evento da área no país

Por Jonathan da Silva 05/06/2025
Por Jonathan da Silva

O evento Connection Terroirs do Brasil reuniu 52 indicações geográficas (IGs) de diferentes regiões do país entre os dias 28 e 31 de maio, em Gramado, na serra gaúcha. O encontro, organizado pela Rossi & Zorzanello com correalização do Sebrae, se consolidou desta forma como o maior evento dedicado às IGs no Brasil, promovendo debates, conexões comerciais e exposição de produtos certificados com selo de origem.

O número de IGs participantes teve um crescimento de 92,5% nos últimos dois anos, segundo os organizadores. A feira também movimentou mais de R$ 40,5 mil em vendas na Alameda Terroirs — espaço aberto ao público para exposição, degustação e comercialização dos produtos. Para o público corporativo (B2B), a expectativa é de que os negócios ultrapassem R$ 110 mil, conforme estimativas do Sebrae.

Mercado em crescimento

A CEO da Rossi & Zorzanello, Marta Rossi, destacou que o evento acompanha a expansão do setor no país. “Estamos vivendo a valorização do nosso território, e é em cima dele que a gente cresce”, afirmou a empresária.

Para o também CEO da empresa, Eduardo Zorzanello, além dos resultados financeiros, o impacto vai além dos números. “Não são apenas os números que demonstram a grandeza do Connection. É, principalmente, o legado e a possibilidade de contar novas histórias”, pontuou Zorzanello.

O Brasil possui atualmente 134 indicações geográficas reconhecidas e outras 43 aguardam análise no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), segundo a coordenadora do Núcleo de Inovação Territorial do Sebrae, Maira Fontenele Santana. “O Brasil tem potencial para ter mais IGs do que toda a Europa. Mas ainda estamos na ‘adolescência’ do processo. Temos muito a amadurecer”, comentou Maria.

Palestras e painéis com especialistas internacionais

Além da feira de produtos, a programação contou com palestras e painéis técnicos nas manhãs dos dias 29 e 30 de maio, com participação de especialistas do Brasil, Itália e Costa Rica.

O diretor de Competitividade e Sustentabilidade Turística do Instituto Costarricense de Turismo, Gustavo Alvarado, apresentou o modelo adotado em seu país. “Na Costa Rica, temos uma pequena área, mas com muita natureza. Definimos quem era o turista que gostaríamos de receber e chegamos ao perfil do aventureiro e alternativo”, explicou Alvarado, que também destacou que a estratégia foi baseada em três pilares: inovação, sustentabilidade e inclusão.

O turismo de experiência foi tema de painel com a representante do polo Sebrae de Turismo de Experiência, Renata Vescovi, que falou sobre a busca crescente por vivências ligadas à natureza. “Após a pandemia, cada vez mais pessoas estão interessadas em se conectar mais com natureza, com outras pessoas, outras culturas, e a partir dessa experiência, se transformar”, destacou Renata.

O evento também contou com apresentações de Guilherme Paulus, fundador da CVC, que falou sobre ofertas turísticas relacionadas ao terroir no Castelo Saint Andrews, e de Mariana Potter Vieira, da Vinícola Guatambu, que apresentou as experiências no pampa gaúcho, em Dom Pedrito.

No painel sobre gastronomia e identidade, participaram o fundador do Destemperados, Diogo Carvalho, e a chef Roberta Sudbrack. O ciclo técnico foi encerrado com a palestra do comunicador Dado Schneider, que abordou o tema “O poder do cooperativismo”.

Foto: Rafael Cavalli/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/06/2025 0 Comentários 268 Visualizações
Business

Com diretor da Taurus, Metal Connect debateu produtividade e desafios da indústria

Por Jonathan da Silva 02/06/2025
Por Jonathan da Silva

O diretor industrial da Taurus Armas, Jayme Peixoto, apresentou reflexões sobre produtividade, competitividade e os desafios da indústria nacional durante a segunda edição do Metal Connect, realizada na quinta-feira (29), na sede do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico e Eletrônico de São Leopoldo (Sindimetal RS). O encontro reuniu cerca de 65 pessoas, entre empresários e representantes de empresas associadas.

O evento, que teve como abertura o presidente do Sindimetal RS, empresário Sergio Galera, foi promovido em alusão ao Dia da Indústria, celebrado em 25 de maio. Galera destacou a importância do encontro para fortalecer conexões e discutir temas relevantes para o setor. “Um evento criado no Sindimetal RS, justamente para ampliar essa conexão, trazendo igualmente assuntos que são importantes para as empresas, como a Nova Indústria Brasil. Precisamos estar bem-preparados para enfrentar os desafios com clareza e determinação”, afirmou o dirigente.

Desafios e oportunidades da Nova Indústria Brasil

Jayme Peixoto apresentou pontos centrais do programa Nova Indústria Brasil (NIB), destacando que o documento reúne uma série de oportunidades que devem ser analisadas pelo setor produtivo. “A Nova Indústria Brasil possui um documento extenso, com muitas oportunidades, que merece ser estudado. Na realidade o assunto é um gatilho para falarmos sobre outras questões, que impactam o dia a dia da indústria”, pontuou o diretor da Taurus.

De acordo com Peixoto, a NIB é uma política industrial do governo com metas até 2026, mas que tem proposta de continuidade no longo prazo. “A Nova Indústria Brasil é uma política industrial do governo, com uma visão mais ampla, que não está restrita ao governo atual. A ideia é que seja de longo prazo, mas com algumas metas até 2026. Não é tão simples, mas existem oportunidades, como seis missões voltadas para resolver problemas de infraestrutura de diferentes formas”, explicou o diretor.

Tecnologia, qualificação e crédito

Peixoto destacou a transformação digital como um dos principais vetores para o aumento da produtividade nas indústrias. “Isso impacta no aumento de ganho e de produtividade, com redução de investimentos, pensando como avanço tecnológico”, afirmou o palestrante.

O diretor da Taurus também abordou a necessidade de mão de obra mais qualificada para atender às novas demandas tecnológicas. “A questão é que precisamos de mão de obra mais qualificada, para atender estas tecnologias. Dar acesso ao crédito é importante e o governo precisa possibilitar que as empresas possam competir internamente e fora do país”, comentou Peixoto.

Sobre os desafios econômicos, o representante da Taurus destacou as dificuldades em acessar crédito. “A taxa média no Brasil é alta. O empresário não tem acesso sempre ao dinheiro facilitado, que está muito caro, mas esse programa traz oportunidades, que podem beneficiar as indústrias, além de ampliar parcerias”, avaliou Peixoto.

Competitividade internacional

Jayme Peixoto alertou os participantes sobre a importância da agilidade nas decisões e da colaboração entre as empresas. “Agir no tempo certo, tomar decisões acertadas, tudo isso é muito importante, mas considero colaborar uma questão chave. A maior competição não é aqui, é fora, com indústrias de outras cidades, estados e até de outros países”, afirmou o diretor da Taurus.

Durante o encerramento, Peixoto ressaltou a importância de eventos como o Metal Connect. “A ideia de conectar as empresas precisa ser efetiva, pois é fundamental e certamente ajudará as empresas a crescerem. Por isso, aproveitem sempre estas oportunidades oferecidas pela entidade, que está atenta às diferentes questões, que impactam o mundo da indústria”, concluiu o palestrante.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/06/2025 0 Comentários 356 Visualizações
Cultura

Exposição “Brasileiros em Israel” será aberta na Assembleia Legislativa na segunda

Por Jonathan da Silva 30/05/2025
Por Jonathan da Silva

A exposição “Brasileiros em Israel” será inaugurada na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALRS), em Porto Alegre, na próxima segunda-feira, 2 de junho, às 11h, com uma cerimônia oficial de abertura. A mostra, realizada pelo Museu Judaico de São Paulo, estará aberta à visitação até o dia 6 de junho e reúne registros textuais e imagéticos que retratam a presença e as experiências de brasileiros em Israel, desde antes da criação do Estado israelense, em 1948, até os dias atuais.

A realização é da Frente Parlamentar Brasil-Israel da Assembleia Legislativa do RS, da Federação Israelita do RS (Firs), do Instituto Cultural Judaico Marc Chagall e do Museu Judaico de São Paulo. A cerimônia de abertura contará com a presença de autoridades e lideranças da comunidade judaica.

Personalidades e memória histórica

A exposição reúne figuras históricas e contemporâneas que ajudaram a construir os laços entre Brasil e Israel. Estão entre os retratados nomes como Dom Pedro II, Oswaldo Aranha, Oscar Niemeyer, Cândido Portinari, Erico Veríssimo, Moacyr Scliar, Roberto Carlos, Gilberto Gil, além dos pioneiros brasileiros do kibutz Bror Chail.

A presidente da Federação Israelita do Rio Grande do Sul, Daniela Russowsky Raad, destaca a relevância simbólica e cultural da exposição. “Esta exposição é uma celebração da história compartilhada entre Brasil e Israel, revelando laços que atravessam gerações. É também um convite à reflexão sobre identidade, pertencimento e diálogo entre culturas. Recebê-la na Assembleia Legislativa é um gesto simbólico de valorização dessa trajetória e de respeito à diversidade”, afirma Daniela.

Conexões culturais e educativas

A mostra busca promover uma compreensão mais ampla sobre a relação entre os dois países, destacando momentos e personalidades que marcaram a história diplomática, cultural e social. A iniciativa também reforça o papel da Firs no incentivo ao diálogo inter-religioso, na preservação da memória e no combate ao antissemitismo por meio de ações culturais e educativas.

Serviço

  • O quê: Exposição “Brasileiros em Israel”
  • Quando: Período de visitação de 2 a 6 de junho, das 8h30min às 18h
  • Onde: Saguão da Assembleia Legislativa do RS — Praça Marechal Deodoro, 101, Porto Alegre
  • Quando: Entrada gratuita
  • Cerimônia de abertura: Segunda-feira, 2 de junho, às 11h
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/05/2025 0 Comentários 315 Visualizações
Variedades

Com investimento do Grupo DRSUL, chinesa GAC inaugura primeira concessionária no RS

Por Jonathan da Silva 27/05/2025
Por Jonathan da Silva

A primeira concessionária da montadora chinesa GAC no Rio Grande do Sul será inaugurada no próximo dia 4 de junho, às 19h, pelo Grupo DRSUL. A loja, localizada na Rua Edu Chaves, 363, em Porto Alegre, é a 37ª concessionária do grupo, que é o braço automotivo do Grupo Ferrosul. A iniciativa faz parte do plano de expansão da GAC no Brasil.

A GAC, uma das maiores montadoras da China, é reconhecida internacionalmente pela produção de veículos para a Toyota e a Honda no mercado chinês. No Brasil, a empresa projeta investimentos de aproximadamente 1 bilhão de dólares, com foco na consolidação como uma das principais fabricantes do país. O portfólio inclui veículos 100% elétricos, híbridos e a combustão, com foco em tecnologia e sustentabilidade.

Modelos e expectativa de vendas

Durante o evento de lançamento, serão apresentados os modelos Aion Y, Aion V, Aion ES, GS4 e o Hyptec HT, este último um SUV 100% elétrico. O veículo se destaca por possuir porta traseira com abertura tipo asas de gaivota, altura de abertura de 213 centímetros e oito radares que permitem a percepção de objetos ao redor.

O diretor do Grupo DRSUL, Rafael Santarem, afirma que a expectativa é comercializar, em média, 100 unidades por mês em 2025. “Temos a meta ambiciosa de crescimento da ordem de 50% para o próximo ano. Investimos em uma loja plena que conta com uma estrutura completa, com 1.500 metros quadrados, oferecendo serviços de vendas, pós-venda e estoque de peças”, destaca Santarem.

Porto Alegre como ponto estratégico

Porto Alegre foi escolhida para receber a primeira unidade da GAC no Sul do país por ser o principal mercado automotivo do Rio Grande do Sul. A cidade também é base de diversas operações do Grupo DRSUL e ponto de partida para a expansão planejada da marca na região.

Quiosque no Shopping Iguatemi complementa operação

Ainda antes da própria concessionária, o Grupo DRSUL inaugurará no dia 2 de junho um quiosque da GAC no Shopping Iguatemi, no segundo piso, na área Q21, Guarda Corpo Mário Quintana. No espaço, os clientes poderão conhecer os veículos da marca e realizar a compra diretamente no local.

Quem é o Grupo DRSUL

O Grupo DRSUL surgiu a partir da expansão da Ferrosul Comércio e Representações, fundada em 1968 no setor de aço. Com a diversificação dos negócios, foram criadas a Diferro Reciclagem de Metais, em 1972, e a Diferro Aços Especiais, em 1984. A entrada no setor automotivo ocorreu em 1999, com a inauguração da DRSUL Renault, em Caxias do Sul.

Atualmente, o grupo conta com 37 concessionárias, representando marcas como Renault, Nissan, Fiat, Chevrolet, Peugeot, Citroën, Bajaj, GAC, Kia, Triumph (a partir de setembro de 2025) e MG (em outubro de 2025). A empresa gera cerca de 700 empregos diretos no estado e está presente em 17 cidades do Rio Grande do Sul, incluindo Porto Alegre, São Leopoldo, Novo Hamburgo, Taquara, Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Lajeado, Canela, Gramado, Santa Cruz do Sul, Ijuí, Cachoeira do Sul, Torres, Osório, Vacaria e Lagoa Vermelha. Para o segundo semestre de 2025, o grupo prevê expansão para Santa Catarina com a abertura de sete novas lojas.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/05/2025 0 Comentários 622 Visualizações
Saúde

Novvo recebe aporte de R$ 3,2 milhões e projeta 4,5 milhões de doses vendidas em 2025

Por Jonathan da Silva 22/05/2025
Por Jonathan da Silva

A startup brasileira Novvo Bem Estar, que desenvolveu uma biotecnologia para prevenir ressaca e atenuar os efeitos do álcool no organismo, recebeu um aporte de R$ 3,2 milhões em uma rodada de investimentos liderada pela BR Angels. A empresa, que já superou a marca de milhões de cápsulas vendidas em 2024, projeta alcançar 4,5 milhões de doses vendidas até o final de 2025.

O crescimento é impulsionado pela expansão da presença no varejo físico e nas vendas online. Apenas no Rio Grande do Sul, as vendas digitais triplicaram no primeiro trimestre de 2025, em comparação ao mesmo período de 2024. Nos pontos físicos, a Novvo passou a estar presente em 900 lojas da rede de farmácias São João e quadruplicou sua presença na Panvel.

No total, a startup está presente em mais de 8 mil pontos de venda em todo o Brasil, incluindo redes como Drogaria São Paulo, Pacheco, Araújo, Farma Conde, Permanente, Indiana e Discover (farmácia conceito da Drogaria Iguatemi), além de canais digitais como Mercado Livre, Amazon, Zé Delivery, iFood, Rappi e seu próprio e-commerce.

Pesquisa, inovação e novos produtos

O investimento recebido também será utilizado para o desenvolvimento de novos produtos e no avanço de pesquisas, como uma parceria com a Universidade de São Paulo (USP), que busca aprimorar a eficácia da biotecnologia. Entre as novidades em desenvolvimento está uma versão do produto com nanopartículas, além da atual fórmula em cápsulas e da opção líquida em formato de pré-drink.

A Novvo, fundada em 2022 pelos sócios Felipe Rebelatto e Rodrigo Hidaka, obteve registro de patente em 2023, garantindo a proteção da sua fórmula exclusiva, desenvolvida em parceria com laboratórios dos Estados Unidos e especialistas em biomateriais, toxicologia e genética.

Estamos entrando em uma nova fase com a Novvo Bem Estar, expandindo nossos pontos de atuação, aumentando as vendas e intensificando nossas pesquisas. 2025 será um ano estratégico para impulsionar nosso crescimento e consolidar a presença da Novvo na rotina das pessoas”, afirmou o CEO e fundador da Novvo, Felipe Rebelatto.

Funcionamento do produto

A fórmula patenteada da Novvo atua absorvendo e neutralizando até 98% do acetaldeído, substância gerada na metabolização do álcool e considerada a principal responsável pelos sintomas de mal-estar após o consumo, como dor de cabeça, cansaço, enjoo e dificuldade de concentração.

O produto é composto por ingredientes de fontes naturais e veganas, que também estimulam a produção de glutationa, um antioxidante natural que auxilia na recuperação do organismo. Para obter o efeito, o consumidor deve ingerir três cápsulas do Novvo Pré Drink antes de consumir bebidas alcoólicas.

Segundo a empresa, resultados clínicos apontam melhora de 74% no bem-estar no dia seguinte, com redução de sintomas como dor de cabeça, dor no estômago, náusea, tontura, sede, cansaço e dificuldade de concentração.

Defendemos o consumo de bebidas alcoólicas de forma consciente e com o menor impacto possível no bem-estar das pessoas, onde mesmo as pequenas celebrações não impactem na rotina profissional, de autocuidado e com familiares e amigos, na rotina intensa que temos no dia a dia. Quem toma o Novvo Pré Drink não busca beber mais, e sim colocar mais bem-estar na sua rotina”, afirmou o cofundador Rodrigo Hidaka.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/05/2025 0 Comentários 426 Visualizações
Variedades

Reforma tributária pode elevar em 19,5% o PIB da construção civil em 15 anos

Por Jonathan da Silva 21/05/2025
Por Jonathan da Silva

A reforma tributária aprovada no final de 2024 deve gerar um aumento de 19,5% no Produto Interno Bruto (PIB) da indústria da construção civil ao longo dos próximos 15 anos, segundo projeção da Universidade Federal de Minas Gerais apresentada nesta segunda-feira (19) em seminário realizado pelo Sistema Fiergs, em Porto Alegre. Para a indústria como um todo, o incremento estimado é de 16,6%, resultado principalmente da redução no custo dos investimentos.

De acordo com o superintendente de Economia da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Mario Sergio Carraro Telles, a reforma corrige distorções na produção industrial ao eliminar a cumulatividade e ao permitir melhor alocação de recursos. “É uma mudança de conceito para a indústria”, afirmou Telles, explicando que o novo sistema viabiliza maior eficiência produtiva e organizacional.

A principal mudança da reforma é a unificação de tributos como ICMS, PIS e Cofins em um único Imposto sobre Valor Agregado (IVA). A transição começará em fase de teste em 2026 e será concluída em 2033. “Essa mudança ocorre gradativamente até que, em 2033, tenhamos a reforma plenamente em vigor. Os efeitos sobre a construção civil também vão ser gradativos, à medida que toda essa transição for acontecendo”, salientou Telles.

O economista da CNI destacou que, atualmente, fornecedores da construção pagam ICMS e o setor é tributado pelo ISS, o que impede o aproveitamento de créditos entre os dois. Com a unificação, esse crédito poderá ser utilizado pela construção civil, o que, segundo ele, “permite que a construção possa se industrializar, ser mais produtiva, oferecer preços menores e construir com mais qualidade”.

Impacto sobre planejamento e estrutura das empresas

O coordenador do Conselho da Indústria da Construção (Consic) do Sistema Fiergs e vice-presidente da entidade, Claudio Teitelbaum, afirmou que a reforma representa uma transformação no sistema brasileiro e terá impactos diretos na operação e nos investimentos das empresas. “As mudanças legislativas aprovadas impactam diretamente a forma como as empresas operam, planejam e investem, especialmente em setores intensivos de mão de obra, com estruturas complexas e margens pressionadas, como é o caso da construção civil, que tem um papel essencial na economia. Geramos milhões de empregos e movimentamos uma vasta cadeia produtiva”, pontuou Teitelbaum.

A diretora de Relações Institucionais do Sistema Fiergs, Ana Paula Werlang, afirmou que a transformação no sistema tributário trará efeitos significativos para o ambiente de negócios. “Estamos atravessando uma transformação profunda do sistema tributário brasileiro e sabendo que essas mudanças terão efeito significativo sobre o ambiente de negócio, especialmente o setor complexo e intensivo em mão de obra, como é o caso da construção civil”, ressaltou Ana Paula, destacando o momento de reconstrução do Rio Grande do Sul.

Eventos como esse, materializam a nossa missão de representar com propósito mais de 52 mil indústrias gaúchas, atuando incansavelmente pela competitividade do setor e pelo desenvolvimento e reconstrução sustentável do Rio Grande do Sul”, salientou Ana Paula Werlang.

Setor deve se adaptar com antecedência

O advogado e vice-presidente da Área Jurídica da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Fernando Guedes, alertou para a necessidade de preparação imediata do setor. “Precisam ser feitas adaptações de pessoal, sistemas, processos, de cálculo e precificação; e isso tudo tem de ser visto agora, porque no setor da produção, o produto é de maturação longa. Planejamos hoje para começar a construir daqui um, dois anos, vender daqui a três ou cinco anos. Nesse período há impactos que têm que ser definidos e avaliados desde já pelas empresas”, ponderou Guedes. Segundo o advogado, cerca de 220 mil empresas e aproximadamente 3 milhões de trabalhadores da construção civil serão afetados pelas novas regras no Brasil.

Realização do evento

O seminário Impactos da Reforma Tributária na Indústria da Construção foi promovido pelo Sistema Fiergs por meio do Consic e do Conselho Técnico de Assuntos Tributários, Legais e Cíveis (Contec), em parceria com a CBIC e apoio da CNI. O evento foi encerrado com uma mesa de debates que contou com a participação do coordenador do Contec, Rafael Sacchi.

Foto: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/05/2025 0 Comentários 272 Visualizações
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