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Cidades

Gramado recebe Fogo Simbólico da Pátria na segunda-feira

Por Jonathan da Silva 15/08/2025
Por Jonathan da Silva

Gramado irá receber o Fogo Simbólico da Pátria na próxima segunda-feira, 18 de agosto, em uma cerimônia oficial marcada para as 17h no Centro Municipal de Cultura, junto ao Lago Joaquina Rita Bier. O ato faz parte da 88ª Corrida do Fogo Simbólico da Pátria, conduzida pela Liga da Defesa Nacional, e neste ano tem como tema o bicentenário de nascimento de Dom Pedro II, imperador do Brasil por quase cinco décadas.

Após a recepção, o Fogo Simbólico ficará sob a guarda da Secretaria da Cultura e Economia Criativa de Gramado até o tradicional Desfile Cívico. A Prefeitura do município está convidando a comunidade a participar do ato, que busca reforçar o espírito cívico e os valores nacionais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/08/2025 0 Comentários 204 Visualizações
Política

ACI envia carta ao presidente Lula solicitando maior socorro às empresas

Por Jonathan da Silva 15/08/2025
Por Jonathan da Silva

A Associação Comercial e Industrial de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI-NH/CB/EV/DI/IV) enviou uma correspondência ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quarta-feira (13), solicitando a adoção de medidas mais robustas e duradouras para reduzir os efeitos da tarifa de 50% imposta pelo governo estadunidense de Donald Trump sobre produtos brasileiros. A entidade pede que as ações se estendam também a empresas indiretamente afetadas, com o objetivo de preservar empregos e manter a competitividade da indústria nacional.

O documento, assinado pelo diretor da ACI, Fauston Saraiva, reconhece que o pacote de ações já divulgado pelo governo federal — incluindo linhas de crédito facilitadas, suspensão temporária da cobrança de tributos e aquisição pública de mercadorias perecíveis — é positivo para aliviar pressões imediatas sobre as empresas diretamente impactadas. “Elas demonstram sensibilidade do governo federal frente à urgência da situação, ajudando a evitar demissões em massa e o desperdício de bens essenciais no curto prazo. No entanto, essas ações são meramente transitórias e paliativas”, afirmou Saraiva.

Propostas da entidade

Para o diretor da ACI, o pacote atual resolve apenas problemas pontuais e não enfrenta as causas estruturais, deixando o setor vulnerável a novas barreiras comerciais. Entre as medidas consideradas essenciais, a entidade destaca a desoneração da folha de pagamento para reduzir custos trabalhistas e incentivar a manutenção e criação de empregos formais, especialmente nos setores intensivos em mão de obra. Também sugere isenções fiscais, como redução ou eliminação de impostos sobre insumos e exportações, para melhorar a competitividade frente a países com regimes tributários mais flexíveis.

Impacto no Vale do Sinos

A ACI defende que eventuais medidas devem abranger não só exportadores diretos, mas também empresas indiretamente prejudicadas, como fornecedores, transportadoras e prestadores de serviços. Segundo a entidade, a exclusão desses elos poderia gerar um efeito dominó negativo, especialmente no Vale do Sinos, onde mais de 50 mil empregos dependem do setor exportador, conforme dados da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs).

Risco para a produção nacional

No documento enviado ao presidente, a ACI alerta que, sem ações estruturais, a produção brasileira pode perder espaço no mercado internacional, provocando aumento do desemprego estrutural e enfraquecendo a soberania econômica do país.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
15/08/2025 0 Comentários 260 Visualizações
Variedades

Cônsul-geral dos EUA em Porto Alegre se reúne com comitiva da ACI

Por Jonathan da Silva 08/08/2025
Por Jonathan da Silva

Uma comitiva da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Dois Irmãos, Estância Velha e Ivoti (ACI) foi recebida nesta quinta-feira (7) pelo cônsul-geral dos Estados Unidos em Porto Alegre, Jason Green, em reunião na sede do consulado. O encontro teve como objetivo estabelecer um canal direto de diálogo entre o consulado e entidades empresariais brasileiras, com foco na construção de uma agenda técnica voltada à segurança jurídica e ao fortalecimento das relações comerciais e diplomáticas entre os dois países.

Durante a reunião, a entidade apresentou um estudo sobre os possíveis impactos econômicos da nova taxação imposta pelo governo dos Estados Unidos ao Brasil, especialmente para os municípios representados pela ACI. O diretor da ACI, Fauston Saraiva, afirmou que “o encontro foi positivo, pois gerou uma aproximação maior entre a ACI e o consulado americano”.

Ao longo do encontro, também foi apresentada a iniciativa “The South Base”, projeto apoiado pela ACI que busca ampliar a presença de fábricas gaúchas de calçados no mercado norte-americano por meio da produção de itens na categoria private label. Segundo Saraiva, o cônsul-geral demonstrou interesse nas propostas e fez questionamentos pontuais sobre os temas tratados.

Demais presenças

Além do cônsul-geral Jason Green, participaram da reunião a assessora para Assuntos Políticos e Econômicos, Aline Dalla Vecchia; a conselheira para Assuntos Políticos e Econômicos, Katie Hughes; a diretora da Seção de Imprensa, Educação e Cultura, Cynthia Hackman Faby; e a assessora de imprensa, Kerley Tolpolar. Pela ACI, estiveram presentes o presidente Robinson Klein, o diretor Fauston Saraiva e a vice-presidente de Internacionalização, Sheila Bonne.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/08/2025 0 Comentários 317 Visualizações
Política

Tarifaço dos EUA ameaça milhares de empregos na indústria calçadista brasileira

Por Jonathan da Silva 07/08/2025
Por Jonathan da Silva

A tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros deve afetar diretamente quase 80% das empresas exportadoras de calçados do Brasil conforme levantamento da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). O setor, que tem nos EUA seu principal mercado externo, estima perder cerca de 20 mil postos de trabalho indiretos e 8 mil diretos nos próximos meses, caso a medida não seja revertida.

De acordo com o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, a tarifa extra já provoca efeitos imediatos no setor. “Entre os impactos já relatados há atrasos ou paralisação em negociações, queda do faturamento em decorrência da medida e cancelamento de pedidos, parte, inclusive, já produzidos ou em produção”, afirma Ferreira.

Segundo o dirigente, o impacto direto nas exportações torna urgente a adoção de medidas emergenciais para preservar empregos e empresas da cadeia calçadista nacional.

Perdas acumuladas

A estimativa da Abicalçados aponta para uma queda de 9% nas exportações nos próximos 12 meses, como resultado direto da sobretaxa nos embarques com destino aos Estados Unidos. O país é historicamente o principal comprador do calçado brasileiro e responde por mais de 20% do valor total exportado pelo setor.

Interrupção na recuperação

Apesar do cenário atual, o setor vinha mostrando sinais de recuperação. No primeiro semestre de 2025, foram exportados 5,8 milhões de pares de calçados aos Estados Unidos, um crescimento de 13,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. Segundo a Abicalçados, a imposição da tarifa compromete esse ciclo e deverá gerar efeitos econômicos e sociais significativos para o Brasil.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/08/2025 0 Comentários 286 Visualizações
Cultura

Profissionais do audiovisual brasileiro cobram regulação do streaming no país

Por Jonathan da Silva 07/08/2025
Por Jonathan da Silva

Mais de 750 profissionais do audiovisual brasileiro assinaram uma carta aberta, divulgada nesta semana, endereçada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), à ministra das Relações Institucionais Gleisi Hoffmann, ao presidente da Câmara dos Deputados Hugo Motta (Republicanos), à ministra da Cultura Margareth Menezes e à secretária do Audiovisual Joelma Gonzaga. O documento pede prioridade na tramitação do Projeto de Lei 2331/22, que propõe a regulação dos serviços de streaming no país. Os signatários afirmam que a medida “não pode mais ser adiada” e argumentam que a ausência de regras ameaça a soberania cultural brasileira.

O texto solicita que o Executivo declare apoio formal e estratégico ao projeto, mantenha a deputada federal Jandira Feghali (PCdoB) na relatoria da proposta no plenário da Câmara e reforce o papel do Ministério da Cultura na defesa da indústria audiovisual. A carta também pede mobilização urgente para a votação do substitutivo de consenso ao PL 2331/22, que estabelece uma contribuição mínima de 6% da receita bruta das plataformas para o fomento da produção nacional — índice inferior ao recomendado pelo Conselho Superior do Cinema, de 12%.

Apoio amplo do setor

A carta reúne nomes como os diretores Fernando Meirelles, Walter Salles, Laís Bodanzky, Kleber Mendonça Filho e José Padilha; os produtores Luiz Carlos Barreto e Fabiano Gullane; as atrizes Fernanda Torres e Grace Passô; o ator Wagner Moura; cineastas indígenas como Mozarniel Iramari Yanomami; realizadores da periferia, como Lincoln Pérciles; e autores como Paulo Lins. Assinam também documentaristas, animadores, roteiristas e técnicos de todos os estados brasileiros, com atuação no circuito comercial e em festivais como Cannes, Berlim e o Oscar.

Defesa da cultura nacional

Segundo o texto, “o audiovisual de um país registra a identidade em movimento de sua cultura. Conta quem nós somos, de onde viemos, e nos ajuda a pensar para onde queremos ir”. Para os signatários, a permanência da deputada Jandira Feghali como relatora é essencial para garantir coerência legislativa e continuidade ao processo. “Não podemos aceitar que o nosso mercado audiovisual seja usado como moeda de troca, como em momentos anteriores de nossa história”, diz a carta.

O documento afirma que, sem regulação, o Brasil corre o risco de se tornar apenas um mercado consumidor, sem consolidar uma indústria audiovisual capaz de gerar emprego, renda e projeção internacional. “Trata-se de garantir que a voz do Brasil continue a ser contada por brasileiros”, concluem os signatários.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
07/08/2025 0 Comentários 294 Visualizações
Variedades

ABPA leva exposição sobre a avicultura e suinocultura brasileiras para evento no Japão

Por Jonathan da Silva 07/08/2025
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) levará, de 11 a 13 de agosto, uma exposição sobre a avicultura e a suinocultura do Brasil ao Pavilhão Brasileiro da Expo Osaka 2025, no Japão. A iniciativa, realizada em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), tem como objetivo apresentar a cadeia produtiva brasileira por meio de fotos, vídeos e publicações institucionais.

Entre os materiais exibidos estarão os livros “Da Nossa Mesa para a Sua Mesa”, “A Força da Terra” e o “Livro Halal”, que abordam aspectos sociais, econômicos e culturais das proteínas brasileiras. A curadoria é da própria ABPA, que também busca evidenciar a sustentabilidade e a qualidade dos alimentos produzidos no país.

Iniciativa integra programação oficial do pavilhão brasileiro

A ação integra a programação oficial do espaço brasileiro na Expo Osaka, coordenado pela ApexBrasil e promovido em conjunto com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e o Governo Federal.

Presidente da ABPA estará presente no evento

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, participará da programação no Japão, acompanhado da coordenadora de promoção comercial da entidade, Nayara Dalmolin. Santin destaca que o mercado japonês é um dos mais tradicionais parceiros da proteína animal do Brasil. “Queremos reforçar a história das relações do povo japonês com a produção brasileira, seja como consumidores mas também como produtores, lembrando que grande parte da cadeia agroindustrial é formada por imigrantes japoneses, do campo à agroindústria”, comentou o dirigente.

Ingressos para a Expo estão disponíveis online

A entrada na Expo Osaka 2025 é restrita a visitantes com ingressos adquiridos pelos canais oficiais do evento, em expo2025.or.jp/en.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
07/08/2025 0 Comentários 234 Visualizações
Variedades

Presidente do Conselho Consultivo da ABPA analisa sanções dos EUA e exportações do RS

Por Jonathan da Silva 07/08/2025
Por Jonathan da Silva

O presidente do Conselho Consultivo da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra, participou nesta quarta-feira (6) do evento “Tá na Mesa”, promovido pela Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul), em Porto Alegre, para debater os impactos das sanções dos Estados Unidos sobre as exportações gaúchas, especialmente no setor de proteína animal.

Durante o encontro, Turra, que também é ex-ministro da Agricultura, destacou que o setor de proteína animal está em constante busca por novos mercados e que essa diversificação é essencial diante de cenários de instabilidade. “Diante das repercussões pelo aumento das tarifas dos Estados Unidos, temos dois principais movimentos: o relacionamento com os importadores norte-americanos como aliados no diálogo, que estão atuando conosco neste momento, e a busca por novos mercados que minimizem as consequências quando há baixa em algum outro país”, afirmou o conselheiro.

Exportações atuais pouco afetadas

Dados apresentados no painel apontam que o Brasil atualmente não exporta carne de frango para os Estados Unidos, o que afasta impactos diretos nesse segmento. Já na suinocultura, cerca de 14 mil toneladas foram enviadas ao país em 2025. No caso dos ovos, 1% das 59 bilhões de unidades comercializadas com países parceiros é destinado aos EUA. Apesar do percentual pequeno, Turra afirmou que a exportação do produto aos americanos tem crescido, e que haverá impacto com o ajuste das tarifas, mas reforçou que a ABPA busca novos mercados para mitigar possíveis perdas.

Papel da diplomacia

O evento também reuniu outros debatedores de diferentes setores, como a coordenadora de inteligência de mercado da Abicalçados, Priscila Link; o presidente do BRDE, Ranolfo Vieira Júnior; o presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing; e o diretor executivo da Amcham-Brasil, Marcelo Rodrigues. Ao encerrar sua participação, Turra ressaltou a importância da diplomacia. “Nesse primeiro momento há pânico pelo impacto, mas acredito que teremos um cenário de muitas mudanças. É preciso ter postura e sensibilidade. Os países não têm amigos, eles têm interesses; e é por isso que devemos ter diplomacia e diálogo sempre”, concluiu o presidente do conselho consultivo da ABPA.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/08/2025 0 Comentários 220 Visualizações
Variedades

Ricardo Amorim projeta oportunidades no mercado imobiliário diante de sanções dos EUA

Por Jonathan da Silva 06/08/2025
Por Jonathan da Silva

O economista Ricardo Amorim afirmou que o mercado imobiliário brasileiro pode se beneficiar das sanções econômicas impostas ao Brasil pelo governo dos Estados Unidos em palestra realizada no ABF Summit nesta terça-feira (5), no Instituto Ling, em Porto Alegre. O evento foi promovido pela construtora e incorporadora ABF Developments e reuniu convidados do setor da construção civil e do mercado financeiro.

Segundo Amorim, as tarifas impostas pelo presidente estadunidense Donald Trump devem ter impacto negativo sobre o crescimento da economia brasileira, com redução da produção nacional. No entanto, o economista explicou que, com a diminuição das exportações, parte dos produtos destinados ao mercado externo será vendida internamente, o que pode aumentar a oferta e contribuir para a queda dos preços e, por consequência, da inflação.

Nesse cenário, Amorim prevê uma tendência de queda nos juros antes do fim de 2025, com recuo ainda mais acentuado em 2026. “Quem mais se beneficia com isso são produtos que, para serem comprados, precisam de crédito, produtos que têm valor unitário alto, como imóveis, veículos, máquinas e equipamentos”, afirmou o palestrante.

Longevidade impulsiona novos formatos

Amorim também apontou a mudança demográfica como outro fator favorável ao setor imobiliário. O economista destacou que o envelhecimento da população cria demanda por imóveis adaptados ao novo perfil dos moradores, como os voltados ao público sênior. A observação está alinhada à atuação da ABF Developments, que tem investido no segmento por meio da linha Magno, focada em residenciais para pessoas com mais de 60 anos. “Esse é um ramo movido pela mudança na forma de viver e trabalhar, como foi com a pandemia e o home office. Quando muda o tipo de imóvel em razão do estilo de vida, da demografia ou até de questões econômicas, cria-se a necessidade de novos imóveis”, explicou Amorim.

Projetos e posicionamento da ABF Developments

Durante o evento, o CEO da ABF Developments, Eduardo Fonseca, apresentou os projetos em andamento da empresa na capital gaúcha. O empresário destacou o compromisso dos empreendimentos com a valorização dos bairros em que estão inseridos. “Valorizamos o fator social de devolver para a sociedade os benefícios do que fazemos. Criamos ambientes que enriquecem a experiência urbana e elevam a qualidade de vida para deixar um legado positivo para as próximas gerações”, ressaltou Fonseca.

Quem é Ricardo Amorim

Ricardo Amorim é economista, estrategista econômico e fundador da Ricam Consultoria. Atuou no mercado financeiro internacional por mais de 25 anos, com passagens por bancos de investimento em Nova York, Paris e São Paulo. Foi apresentador do programa Manhattan Connection por 18 anos e é autor do livro Depois da Tempestade. É reconhecido por sua atuação como palestrante e comunicador de temas econômicos.

O que é a ABF Developments

A ABF Developments é uma construtora e incorporadora com 15 anos de atuação no mercado. A empresa desenvolve empreendimentos com foco na inovação e na integração urbana, com projetos que valorizam o entorno e buscam gerar impacto positivo para as comunidades onde se estabelecem.

Foto: Felipe Miller/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/08/2025 0 Comentários 317 Visualizações
Variedades

Empresas brasileiras participam da Wofex 2025 nas Filipinas

Por Jonathan da Silva 06/08/2025
Por Jonathan da Silva

Treze agroindústrias brasileiras do setor de proteína animal estarão presentes na World Food Expo – Wofex 2025, que acontece de 6 a 9 de agosto, no World Trade Center Metro Manila, nas Filipinas. A participação é liderada pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), com um estande coletivo de 90 m² para promoção e realização de negócios no mercado filipino.

As empresas participantes são Alibem, Aurora, Bello, BMG, Coasul, Dália, Ecofrigo, Frigoestrela, Rainha da Paz, Rudolph, Jaguafrangos, Avenorte e Somave. A ação contará com encontros de negócios com importadores e autoridades locais, além da promoção das marcas setoriais coordenadas pela ABPA.

Fortalecimento das relações comerciais

Segundo o presidente da ABPA, Ricardo Santin, a presença na feira fortalece as relações comerciais com o país asiático. “A forte ação na Wofex é reflexo dos novos patamares estabelecidos nas relações entre os exportadores brasileiros e o mercado consumidor filipino, que assumiu a liderança em carne suína e segue expandindo a demanda por carne de frango do Brasil. Temos fortes laços e queremos avançar, incluindo ações que estabeleçam novos patamares nas tratativas sanitárias entre os nossos países”, afirmou Santin.

Início do Road Show 2025

A Wofex 2025 também marcará o início do Road Show 2025, iniciativa internacional da ABPA e da ApexBrasil voltada a promover o alinhamento às diretrizes sanitárias da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA/WOAH) e reforçar o papel do Brasil como parceiro global para a segurança alimentar. A etapa nas Filipinas terá um seminário técnico-institucional com autoridades locais e representantes do setor privado, abordando temas sanitários e comerciais.

O que é a Wofex

A Wofex é considerada a principal vitrine do setor de alimentos e bebidas nas Filipinas, reunindo compradores de diferentes países do Sudeste Asiático. Mais detalhes estão disponíveis no site oficial do evento, em wofex.com.

Foto: Stockking/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
06/08/2025 0 Comentários 251 Visualizações
Projetos especiais

Ciclo de Conscientização completa 15 anos com 38 mil produtores do sul impactados

Por Jonathan da Silva 05/08/2025
Por Jonathan da Silva

O Ciclo de Conscientização sobre saúde, segurança do produtor e proteção da criança e do adolescente, promovido pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e empresas associadas, com apoio da Afubra, encerrou sua 15ª edição na semana passada, alcançando um total de 38 mil pessoas impactadas desde sua criação, em 2009. A iniciativa já passou por mais de 70 municípios produtores de tabaco do sul do Brasil.

Em 2025, os seminários foram realizados em seis cidades dos estados do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, reunindo 2.150 participantes, incluindo produtores de tabaco, agentes de saúde, educadores, conselheiros tutelares e lideranças locais. A programação começou nos dias 22 e 23 de julho, em Gramado Xavier e Vale do Sol, em solo gaúcho, e seguiu para Ipiranga e Imbituva, cidades do Paraná, e Irineópolis e Mafra, em Santa Catarina.

A metodologia do evento manteve o formato das últimas edições, com apresentações teatrais da Companhia de Teatro Espaço Camarim, que transforma conteúdo técnico em informações acessíveis para o público.

Sistema Integrado de Produção de Tabaco

O presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, destacou o papel das iniciativas integradas na conscientização. “A assistência técnica gratuita, uma das garantias do Sistema Integrado de Produção de Tabaco (SIPT), é uma grande aliada na conscientização. Ela é complementada com a distribuição de materiais impressos, veiculação de campanhas de mídia e a realização de seminários como estes que realizamos anualmente. É um longo trabalho, que tem surtido efeito”, afirmou.

Valmor Thesing, presidente do SindiTabaco

Saúde e segurança no campo

A programação também abordou práticas para o manejo seguro de agrotóxicos e orientações para evitar riscos durante a colheita do tabaco, incluindo o uso de luvas impermeáveis, a preferência por horários menos quentes do dia e cuidados com folhas molhadas por chuva ou orvalho. Entre as recomendações, também estão a sinalização de áreas recém-tratadas, o armazenamento seguro de produtos químicos e a tríplice lavagem das embalagens durante o preparo da calda, utilizando equipamentos de proteção individual (EPIs).

Pesquisa realizada em 2023 pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, por meio do Centro de Estudos e Pesquisas em Administração (Cepa/UFRGS), apontou que 95% dos produtores já fizeram cursos sobre manuseio seguro de agrotóxicos e 98% afirmam ter conhecimento sobre técnicas de colheita segura.

Combate ao trabalho infantil

Outro tema tratado nos seminários foi a erradicação do trabalho infantil no setor. Desde a regulamentação do decreto 6481/2008, que inclui o tabaco na lista de atividades proibidas para menores de 18 anos, as empresas associadas ao SindiTabaco solicitam, a cada safra, comprovantes de matrícula e frequência escolar dos filhos dos produtores durante a assinatura dos contratos de comercialização.

O que é o Ciclo de Conscientização

O Ciclo de Conscientização é realizado anualmente desde 2009, com o objetivo de disseminar informações sobre práticas seguras e promover a proteção de crianças e adolescentes nas propriedades produtoras de tabaco. Até hoje, a ação alcançou diretamente 38 mil produtores no sul do país.

Foto: Junio Nunes/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/08/2025 0 Comentários 245 Visualizações
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