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brasil

Saúde

Expectativa de vida no Brasil sobre para 76,3 anos

Por Gabrielle Pacheco 02/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

A expectativa de vida ao nascer no Brasil subiu para 76,3 anos em 2018, segundo informou nesta quinta-feira (28) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE. O resultado é baseado em informações sobre a média de idade em que as pessoas morreram no ano anterior no país. Para os brasileiros que nasceram em 1940, por exemplo, a expectativa de vida era apenas de 45 anos e meio. Ou seja, quase 31 anos a menos do que agora. De acordo com o pesquisador do IBGE Márcio Minamiguchi, uma série de fatores contribuiu para que esse período aumentasse tanto de lá para cá.

“O Brasil é outro de 1940 em relação à atualidade. Era um país majoritariamente rural, com a população ainda, na maior parte, analfabeta, com pouco acesso tanto a medicamentos quanto ao acesso à saúde, de modo geral. O maior conhecimento a respeito de saúde e doença contribuiu bastante para que os níveis de mortalidade diminuíssem”, conta.

“O maior conhecimento a respeito de saúde e doença contribuiu bastante para que os níveis de mortalidade diminuíssem.”

O levantamento mostra, ainda, que, para ambos os sexos a maior expectativa de vida ao nascer foi observada em Santa Catarina: 79,7 anos. Outros estados com valores elevados, acima dos 78 anos, são o Espírito Santo, São Paulo, Distrito Federal e Rio Grande do Sul. No outro extremo está o Maranhão, com a expectativa um pouco acima de 71 anos, e o Piauí, em 71,4 anos. Ou seja, uma criança nascida no estado maranhense, conforme a taxa de mortalidade observada em 2018, viveria, em média, 8,6 anos a menos que uma criança nascida em Santa Catarina.

A pesquisa revela que as taxas no Brasil melhoraram gradativamente, mas ainda estão longe das registradas nos países mais desenvolvidos, mesmo nos estados do Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo, com índices abaixo de 10 por mil. Japão e Finlândia, por exemplo, tem taxas abaixo de 2 por mil.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
02/12/2019 0 Comentários 497 Visualizações
Cultura

MTur estuda implementar Centros de Interpretação no Brasil

Por Gabrielle Pacheco 01/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

Representantes do Ministério do Turismo estiveram em Portugal para conhecer de perto os Centros de Interpretação portugueses e estudar a viabilidade de implementação do modelo no Brasil. A missão oficial aconteceu entre os dias 17 e 25 de novembro em várias regiões do país europeu. Cada sítio reconhecido como Patrimônio Mundial em Portugal conta com um espaço de acolhimento e recepção de turistas e visitantes, que conta a história do local e traduz os valores ali preservados: os Centros de Interpretação. O Brasil pretende implantar esse modelo nas 15 cidades onde há bens reconhecidos pela Unesco.

A delegação brasileira contou com representantes do MTur, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e da Organização das Cidades Brasileiras Patrimônio Mundial (OCBPM). A missão passou pelo centro histórico do Porto, cidade costeira conhecida mundialmente pela produção de vinho; visitou os sítios de arte rupestre do Vale do Côa e Siega Verde, onde há gravuras do período paleolítico com cerca de 20 mil anos; conheceu a região vinhateira do Alto Douro, paisagem cultural rodeada de montanhas de mais de 26 mil hectares; percorreu a charmosa Guimarães, considerada a cidade-berço da nação portuguesa; e terminou a visita técnica na capital Lisboa.

A diretora do departamento de Ordenamento do Turismo do MTur, Silvana Nascimento, representou a Pasta na viagem ao país europeu e afirmou que o Brasil pode aprender muito com o modelo de gestão turística e patrimonial de Portugal. “Portugal é referência no campo da proteção e promoção do patrimônio cultural. Para aprimorar a gestão turística do Brasil é fundamental conhecer melhores práticas utilizadas por outros países. As visitas foram muito proveitosas e vão auxiliar na formulação dos planos de gestão dos bens culturais brasileiros reconhecidos como Patrimônios Mundiais pela Unesco”, explicou a diretora.

“Para aprimorar a gestão turística do Brasil é fundamental conhecer melhores práticas utilizadas por outros países.”

A proposta é desenvolver, em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), estratégias para a elaboração de projetos desses Centros de Interpretação. São Luís e Salvador deverão ser os dois primeiros sítios a desenvolver os projetos para os seus Centros de Interpretação. Serão os projetos-pilotos a serem desenvolvidos ainda em 2020. “Trazemos dessa missão um grande repertório de possibilidades que podem se adequar a cada caso específico dos sítios brasileiros, que em toda a sua diversidade. Os gestores estiveram em contato com experiências concretas e materiais do que significa, de fato, interpretar o Patrimônio Cultural”, conta Marcelo Brito, diretor de Cooperação e Fomento do Iphan.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
01/12/2019 0 Comentários 527 Visualizações
Variedades

Mais de 140 bilhões de aplicativos são baixados todos os anos

Por Gabrielle Pacheco 25/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

Os apps já correspondem a 80% de todo o tempo que usuários gastam nos smartphones. No Brasil, esse número chega a 85%. Só em 2019, já foram feitos 143 bilhões de downloads, o que representa US$ 120 bilhões em gastos nas lojas de apps ao redor do mundo. Entre os países que mais baixam aplicativos, o Brasil está na terceira posição, atrás apenas da Índia e dos EUA. Isso é o que mostra o Relatório de Tendências de Apps para Dispositivos Móveis de 2019 da Liftoff , empresa de marketing e retargeting de aplicativos para dispositivos móveis.

“O Brasil tem como característica o aumento nos downloads impulsionado por novos usuários, e à entrada de novos dispositivos no mercado, além de uma demanda reprimida por aplicativos de todos os tipos”, diz Antonio Affonseca, diretor de vendas da Liftoff no país. Isso faz com que os brasileiros estejam entre os menos leais aos aplicativos que baixam.

Novos apps adicionados às lojas

Os apps para Android dominam o mercado. Entre setembro de 2018 e agosto de 2019, foram inseridos por desenvolvedores 1.45 milhões de novos apps no Android contra 489 milhões no iOS. Os tipos de novos apps que dominaram a Play Store no período foram os de Jogos (222 milhões de novos aplicativos na plataforma), seguido de Entretenimento (160 milhões) e Música (154 milhões). No caso da App Store, as categorias Jogos, Negócios e Utilitários tiveram 59, 55 e 54 milhões de novos aplicativos adicionados à loja.

Mesmo parecendo que a categoria de Jogos está a todo vapor, nota-se também, pelo comparativo com anos anteriores, que o número de apps desenvolvidos e adicionados às lojas vem caindo vertiginosamente. Em 2017, o número era 43% maior do que em 2019. Ainda assim, a receita do mercado de apps de jogos subiu 4.7%, chegando a US$ 41.5 bilhões no período.

Jogos é a categoria com mais downloads

Com relação à quantidade de downloads, de setembro de 2018 a agosto de 2019, foram baixados 143 bilhões de apps, o que representa US$ 120 bilhões em gastos nas lojas de apps ao redor do mundo. Os aplicativos de Jogos foram os mais baixados, 41 mil downloads na Play Store e 15 mil na App Store.

Aplicativos de Entretenimento e de Comunicação (aplicativos de mensagens instantâneas) aparecem também no top 3 dos mais baixados da loja do Android, com 5.7 milhões e 4.7 milhões downloads, respectivamente. Enquanto na loja do iOS, foram os de Foto e Vídeo (3.3 milhões), seguidos pelos Utilitários (como despertador, lanterna e calculadora, por exemplo) e Entretenimento, ambos com 2.7 milhões. 143 bilhões de aplicativos são baixados todos os anos

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
25/11/2019 0 Comentários 667 Visualizações
Variedades

Brasil é o segundo país que mais usa redes sociais

Por Gabrielle Pacheco 16/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Brasil é o segundo colocado entre os países que mais usam as mídias sociais, perdendo apenas para Filipinas. A conclusão é de uma pesquisa recente da empresa GlobalWebIndex, que analisou os 45 maiores mercados do mundo.

Para se ter uma ideia da relevância atual das mídias sociais no Brasil, os Estados Unidos, maior economia global e onde estão as sedes de algumas das maiores empresas da área – como Facebook e Google -, aparece em 25º na lista do GlobalWebIndex.

Os brasileiros chegaram à segunda colocação com uma média de 225 minutos navegando nas redes sociais por dia, em 2019 – são 3 horas e 45 minutos diariamente. Nos Estados Unidos, essa média é de 117 minutos – 2 horas e 3 minutos por dia. A GlobalWebIndex também revela que o tempo médio mundial nas redes sociais cresceu 60% em sete anos, indo de 90 minutos em 2012 para 143 minutos neste ano.

“Hoje, todas as operadoras oferecem WhatsApp, YouTube de graça, sem que o consumo seja descontado do plano de dados. Todo mundo tem acesso à internet”, ressalta o consultor.

“É fundamental, para qualquer empresa, investir em marketing digital”.

Mas é preciso saber onde se está pisando. Inagaki afirma que ter objetivos em mente é fundamental. “Não adianta ter um perfil oficial na rede social se eu não tiver plena noção dos objetivos que quero alcançar e, a partir disso, construir conteúdos que tenham relevância e façam sentido dentro daquela rede social que a empresa quer atuar”.

De acordo com Inagaki , dados recentes do Interactive Advertising Bureau (IAB) mostram que 130 milhões de pessoas têm alguma rede social no Brasil. Ainda segundo o IAB, R$ 18 bilhões de reais foram investidos em publicidade na internet no ano passado.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
16/10/2019 0 Comentários 581 Visualizações
Saúde

Brasil registra 4.507 casos confirmados de sarampo

Por Gabrielle Pacheco 27/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

 

O Brasil registrou 4.507 casos confirmados de sarampo em 19 estados, nos últimos 90 dias. Isso é o que revela o novo boletim epidemiológico do Ministério da Saúde. Agora, o Ceará e a Paraíba passam a fazer parte da lista de estados com transmissão ativa da doença.

Apesar disso, mais de 97% dos casos foram registros em 168 municípios de São Paulo. Para combater a doença, o Ministério da Saúde aumentou o número de doses compradas da vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, para 2019 e 2020, passando de 30 milhões para mais de 65 milhões de doses.

Isso representa a maior distribuição de tríplice viral feita pelo Brasil nos últimos dez anos. O secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson Kléber, explica como funciona a estratégia de distribuição dessas vacinas.

“Nós temos uma vacinação chamada ‘vacina de rotina’ que agora estão sendo mantidas. Desde o início a gente tem mantido as doses de rotina. A ‘extra rotina’ nós enviamos doses adicionais justamente para a campanha. Então para cada Estado, de acordo com o número de suscetíveis ou de pessoas que baseado nos estudos necessitam de vacinação, nós temos mandado doses adicionais”.

Durante a divulgação do boletim de sarampo, o Ministério da Saúde divulgou, também, a edição especial do Boletim Epidemiológico SVS 16 anos, que revela à população brasileira como a vigilância em Saúde está presente no dia a dia das pessoas, além de mostrar dados de doenças como dengue e sarampo. Esse material pode ser acessado pelo site.

 

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
27/09/2019 0 Comentários 490 Visualizações
Business

Brasil segue na liderança do mercado mundial de tabaco

Por Gabrielle Pacheco 25/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

O setor de tabaco brasileiro deve fechar 2019 mantendo sua liderança no mercado mundial. Segundo pesquisa encomendada pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) junto à PricewaterhouseCoopers (PwC), a tendência é de um acréscimo de 6% a 10% em dólares e de 10% a 15% no volume de tabaco embarcado em 2019.

Conforme dados do Ministério da Economia, no ano passado foram embarcadas 461 mil toneladas de tabaco (gerando US$ 1,99 bilhão), sendo 457 mil toneladas da região Sul, com receita de US$ 1,95 bilhão. De janeiro a agosto deste ano, o Brasil embarcou 345 mil toneladas de tabaco, o que representou US$ 1,35 bilhão em receita para o País segundo dados do Ministério da Economia.

Os números representam um aumento de 30,4% em volume e de 16,5% em dólares na comparação com o mesmo período em 2018. Segundo Iro Schünke, presidente do SindiTabaco, o mercado de tabaco brasileiro tem se mantido estável nos últimos anos e o aumento se deve à postergação de embarques para a China que aconteceriam no final de 2018 para o início de 2019.

“No ano passado tivemos uma queda nas exportações devido a questões logísticas e à decisão do cliente de postergar embarques para o primeiro semestre de 2019. Como reflexo, é esperado um aumento nos embarques do ano corrente. Atualmente, o Brasil detém de 25% a 30% dos negócios mundiais de tabaco e o levantamento aponta que deveremos manter a liderança das exportações mundiais de tabaco”, avalia Iro Schünke, presidente do SindiTabaco.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
25/09/2019 0 Comentários 511 Visualizações
Variedades

Brasil é um dos países que mais confia em jornais e revistas

Por Gabrielle Pacheco 17/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Brasil é o quarto país que mais confia no conteúdo produzido por jornais e revistas, aponta a pesquisa global “Trust in the Media”, da Ipsos. Seis em cada dez brasileiros (65%) confiam em veículos impressos. Globalmente, o índice é de 47%. Por outro lado, 8% dos brasileiros não confiam e 23% não têm muita confiança. A Sérvia é a nação que menos confia, com 11%.

O estudo mostra que outros meios de comunicação também possuem boa aceitação entre a população brasileira: 65% afirmam que confiam na televisão e no rádio e 58% em sites de notícias e plataformas online. No mundo, os índices são de 49% e 45%, respectivamente.

O Brasil também está entre os países que mais acreditam que os jornais e revistas são relevantes. Enquanto a média global é de 54%, a brasileira está em 70% (empatada com Malásia), atrás apenas de Índia (82%) e África do Sul (74%). A relevância dos outros meios no país também está em alta: televisão e rádio (69%) e sites de notícias e plataformas online (70%).

Globalmente, metade dos entrevistados (50%) acreditam que jornais e revistas agem com boas intenções. No Brasil, o percentual é de 63% (o mesmo para os veículos online). Os brasileiros acreditam ainda mais na boa intenção da televisão e do rádio (65%).

“O Brasil tende a ser uma população que valoriza e confia na mídia mais do que grande parte dos países do mundo. O brasileiro acredita na mídia e no valor que ela tem para informar e instruir”, afirma Diego Pagura, diretor na Ipsos Brasil.

Fake news

O Brasil está entre os países que também mais acredita que o conteúdo falso prevaleça em jornais e revistas (59%). A Sérvia é o que mais acredita, com 82%. O índice global é de 52%.

Entre os entrevistados brasileiros, a percepção de que as fake news prevalecem na internet é ainda maior, com 68% – média acima do que a global (62%). Para a televisão, os índices são de 61% e 52%, respectivamente.

As informações obtidas entre os amigos também geram desconfiança, já que 61% dos brasileiros acreditam que eles podem trazer conteúdo falso. A média global é de 37%. A possibilidade de conteúdo falso é ainda maior entre conhecidos apenas pela internet, com 67% no Brasil e 54% no mundo.

A pesquisa online foi realizada com 19,5 mil entrevistados em 27 países, incluindo o Brasil, entre 25 de janeiro e 8 de fevereiro de 2019. A margem de erro para o Brasil é de 3,1 p.p.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/07/2019 0 Comentários 631 Visualizações
Business

Algodão brasileiro bate recorde no mercado internacional

Por Gabrielle Pacheco 11/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

Características como uma boa safra na temporada 2017/2018, qualidade, competitividade e maior participação em alguns dos principais mercados consumidores, possibilitaram ao Brasil bater uma nova marca na exportação de algodão em pluma, segundo a Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea).

Entre julho de 2018 e abril de 2019, o País embarcou 1,04 milhão de toneladas da commodity, ultrapassando o último recorde, verificado entre julho de 2011 e junho de 2012, de 1,03 milhão de toneladas exportadas, segundo dados oficiais do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

Desde então, o volume oscilava entre 500 mil e 900 mil toneladas do produto exportado anualmente. Somente no mês de abril deste ano, foram exportadas 72,2 mil toneladas de algodão. Com mais de 35% de participação, a China lidera o ranking dos principais destinos das exportações de algodão brasileiro durante a temporada de embarques da safra 2018.

A Anea já previa que o País iria obter um ótimo desempenho e confia na possibilidade de alcançar o patamar de segundo maior exportador mundial de algodão, ainda neste ano. Com a performance da commodity, Henrique Snitcovski, presidente da Anea, reforça que o País está cada vez mais próximo desta meta.

“Para completar o ciclo da safra de 2018, ainda faltam os meses de maio e junho”, afirma.

Um dos principais atributos do setor produtor de algodão brasileiro, de acordo com Snitcovski, é que trata-se de um segmento unido, trabalhando para superar desafios, desenvolver e aperfeiçoar a presença da fibra nacional em diversos mercados, com qualidade, regularidade e competitividade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/05/2019 0 Comentários 512 Visualizações
Variedades

Brasileiros estão entre os que mais acreditam que o homem que fica em casa para cuidar dos filhos é “menos homem”

Por Gabrielle Pacheco 29/04/2019
Por Gabrielle Pacheco

Um estudo exclusivo da Ipsos, realizado em parceria com o Instituto Global para a Liderança Feminina do King’s College London, mostra a percepção da população de 27 países, incluindo o Brasil, sobre igualdade entre homens e mulheres no que se refere à responsabilidade de cuidar das crianças e do lar.

Globalmente, a maioria dos entrevistados (75%) discorda que “um homem que fica em casa para cuidar de sus filhos é ‘menos homem’”, com exceção da Coréia do Sul (19%).

Entre os demais países, a discordância sobre a afirmação varia bastante sendo que na Sérvia (92%), Holanda (90%) e Colômbia (87%) observam-se os maiores percentuais de discordância sobre a afirmação.

Mesmo sendo maioria, depois dos coreanos, os menores percentuais são verificados na Índia (55%), África do Sul (66%) e Brasil (66%).

Falando de Brasil e do outro lado da moeda, aproximadamente um quarto dos brasileiros (26%) acredita que “um homem que fica em casa para cuidar dos filhos é ‘menos homem’”, uma opinião não diferente entre homens e mulheres, mas que tem maiores percentuais entre pessoas que exercem cargos de decisão, liderança ou executivos seniors (35%) e chefes de família (30%).

“Apesar de a minoria dos brasileiros referir que um homem é “menos homem” por estar em casa e cuidar dos filhos, não dá para fechar os olhos e achar que isso reflete que estamos em uma época distinta do passado não distante, onde o papel do homem está atrelado ao mantenedor do lar”, afirma Rafael Lindemeyer, diretor de clientes na Ipsos.

Com relação ao dever das empresas e empregadores a oferecerem flexibilidade para equilibrar o cuidado com as crianças e a vida profissional, 73% do total dos pesquisados são a favor dessa iniciativa.

Novamente os sérvios tomam a dianteira, com 90% dos entrevistados que concordam com a afirmação, seguidos pelos chilenos (83%) e colombianos (81%).

Mais uma vez, para o Brasil, é importante olhar por dois espectros: 59% dos brasileiros concordam que a empresa/empregador deve flexibilizar e auxiliar no equilíbrio entre vida profissional do homem e o cuidar dos filhos, porém 31% dos brasileiros discordam que isso é importante, com índices maiores entre donos de negócio próprio (42%) e os mais jovens (36%).

“Os números de discordância sobre a necessidade de flexibilização das empresas sobre o auxílio aos homens para cuidar dos filhos são convergentes com o número de pessoas que acredita que um homem é menos “homem” quando está em casa cuidado do lar e dos filhos. A pesquisa mostra que esse equilíbrio parece não ser tão necessário de acordo com o estágio de vida, pois muitos ainda não sentiram na pele a necessidade de dividir o cuidado do filho ou porque isso interfere em uma dinâmica do negócio”, diz Lindemeyer.

O levantamento também identificou que a área a qual as pessoas mais acreditam que não está sendo feito o suficiente para alcançar direitos iguais entre homens e mulheres é o cuidado das crianças e do lar, conforme quase metade dos respondentes (48%).

Sérvia (73%), Espanha (63%) e Peru (60%) são os que mais acreditam que não está sendo suficiente o que está sendo feito para alcançar o direito de igualdade, já os italianos (15%), canadenses (37% e suecos (37%) estão entre os menores percentuais, seguidos pelos brasileiros (39%).

Quando perguntados se acreditavam que a discriminação contra mulheres que cuidam exclusivamente das crianças e do lar poderia terminar em 20 anos, os pesquisados ficaram divididos. Duas em cada cinco (39%) pessoas se mostraram confiantes nessa mudança. Aproximadamente a mesma proporção (42%) respondeu que não acredita.

Entre os países que acreditam que a discriminação terá terminado em vinte anos estão: Índia (59%), Malásia (55%) e Brasil (52%). Os menos confiantes são Hungria (24%), Rússia (23%) e Japão (14%). Entre os brasileiros os mais confiantes são os homens (55%), mais jovens (56%) quem ocupa cargo de decisão e liderança.

“A pesquisa propõe a reflexão sobre os direitos de homens e mulheres, para que o homem exerça um papel mais ativo no lar e com os filhos, permitindo que as mulheres atinjam os seus direitos. O caminho a percorrer ainda é longo, mas está na hora de os homens lutarem pelo direito das mulheres. É ótimo entender que ter direitos e deveres no lar e na partilha da paternidade e maternidade é um benefício para todos”, completa Lindemeyer.

O estudo foi realizado em 27 países, com 18.800 entrevistados, sendo 1.000 brasileiros, entre os dias 21 de dezembro de 2018 e 4 de janeiro de 2019. A margem de erro é de 3,1 p.p.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
29/04/2019 0 Comentários 625 Visualizações
Variedades

Região Sul registra o maior aumento no preço da gasolina no País, revela o Índice da Ticket Log

Por Gabrielle Pacheco 26/04/2019
Por Gabrielle Pacheco

Depois de meses de baixa, o preço dos combustíveis ficou mais caro nos postos da Região Sul, revela o levantamento de março do Índice de Preços da Ticket Log (IPTL).

A gasolina apresentou alta de 3,7%, no comparativo com o mês anterior, e foi comercializada a R$ 4,41. É a maior variação para o combustível no País, mas a região ainda concentra o menor preço médio do litro.

A alta também foi acompanhada pelo etanol, com aumento de 7,8% e o litro vendido a R$ 3,564. “O aumento dos preços na região reflete a alta percebida para o combustível em todo o País, que foi de 2,6%. Com o etanol não foi diferente, e os postos do Sul apresentaram o segundo maior aumento e o dobro da variação média nacional, que foi de 4%”, comenta o Diretor-Geral de Frota e Soluções de Mobilidade da Edenred Brasil, Jean-Urbain Hubau (Jurb).

No recorte regional, Santa Catarina lidera o ranking da gasolina mais barata da região, com o litro vendido a R$ 4,099. A variação para o combustível na região chega a quase 10%, quando o litro é comparado ao preço médio mais caro encontrado nos postos do Rio Grande do Sul, que foi de R$ 4,499.

Os motoristas gaúchos ainda pagaram os maiores preços do etanol (R$ 4,11) e do GNV (R$ 3,448). No Paraná, mesmo com a alta de 7%, foi registrado o menor valor para o etanol, comercializado a R$ 3,09.

No contexto nacional, março foi o primeiro mês a registrar aumento nos preços para todos os tipos de combustível. A gasolina, com o litro vendido em média a R$ 4,443, e o etanol, a R$ 3,559, apresentaram alta de 2,6% e 4%, respectivamente. O preço médio do gás veicular natural (GNV) aumentou em 1,6%, comercializado a R$ 3,307. Com o diesel e o diesel S-10, não foi diferente: aumento de 1,9% e 2%, respectivamente, nos postos de todo o País.

Na análise do primeiro trimestre, o preço médio da gasolina (R$ 4,385) ultrapassou o patamar de 2018, com alta de 2,2%. Já o litro do etanol apresentou variação abaixo de 1%, com média de R$ 3,476, ante os R$ 3,45 dos primeiros meses do ano passado

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/04/2019 0 Comentários 511 Visualizações
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