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Business

Agrotech leva algoritmos a pequenas propriedades para expandir produtividade

Por Gabrielle Pacheco 17/11/2020
Por Gabrielle Pacheco

Uma startup está levando tecnologia de ponta para promover a inclusão digital a produtores do Norte do Estado e na região de Caxias do Sul, com foco na produção de grãos, forrageiras e pastagens. Numa primeira etapa, a ConnectFarm tem a meta de atingir pelo menos cinco mil agricultores familiares no Rio Grande do Sul, como parte do Projeto 5K. Combinando inovação e fatores de produção, a agrotech consegue gerar um incremento de produtividade de cerca de 15%. A meta é replicar o modelo pelo país afora.

A adesão à iniciativa começou com pequenos produtores de municípios como Ronda Alta, Caxias do Sul e Crissiumal. Um deles é Fernando Maqoski, morador de Ronda Alta, que produz soja e milho e tem uma pequena criação de gado de corte. “Estamos começando o trabalho com a análise do solo, para ver o que precisa melhorar. Esperamos ter resultados melhores nas safras que virão, nos próximos anos”, expressa, destacando que o acesso às tecnologias irá aprimorar o manejo do solo, entre outros avanços. Na propriedade, Maqoski trabalha com o filho, o sobrinho e um cunhado.

O Projeto 5K consolida em uma única ferramenta, com custo acessível, as informações necessárias de vários aplicativos. A solução ajuda os agricultores familiares na tomada de decisões mais complexas — gerando, assim, incremento da produtividade. Para aderir, o produtor deve ter a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP).

“A iniciativa trará um grande impacto social e ambiental. Vamos levar aos pequenos produtores recomendações mais assertivas, que permitam ganhos de produtividade, a exemplo do que ocorre nas propriedades de maior porte”, explica o CEO da ConnectFarm, Rodrigo Dias. “Hoje, o homem do campo é bombardeado com muitas informações, mas nem sempre elas são acessíveis ou simplificadas. O que o agricultor familiar gosta é de estar na lavoura, de cuidar da sua terra. E nós reunimos em um local todas as informações que ele precisa”, complementa.

Destaque nacional no agro

Com menos de dois anos e atuação em território nacional, a gaúcha ConnectFarm, com sedes em Cachoeira do Sul e Porto Alegre, busca ampliar a produtividade, otimizar recursos e maximizar a rentabilidade. Possui atualmente mais de 120 produtores em sua carteira de clientes, totalizando cerca de 30 mil hectares sob análise.

Um dos projetos da agrotech é o Índice de Gestão Ambiental (IGA), baseado em um algoritmo que insere atributos do solo, das plantas e do ambiente. O sistema melhora a inteligência à medida que aumenta sua base de dados, permitindo uma recomendação mais assertiva para cada ambiente da propriedade.

Este ano, a ConnectFarm venceu o Desafio Nacional de Máxima Produtividade do Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb), na categoria “Irrigado”. Em uma propriedade em Boa Vista das Missões, alcançou uma produtividade de 111,9 sacas de soja por hectare — enquanto a média de produção de soja no Brasil é de 54,5.

Segundo o CEO da startup, o big data será cada vez mais empregado pelas propriedades para ampliarem sua produtividade de forma sustentável. “Os dados transformam a compreensão dos processos produtivos, mudando expressivamente as propriedades”, destaca Rodrigo Dias.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/11/2020 0 Comentários 668 Visualizações
Variedades

Inteligência de dados aumenta produtividade e torna a agricultura mais sustentável

Por Gabrielle Pacheco 29/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Algoritmos. Big data. Inteligência artificial. Termos que ganharam popularidade nos últimos anos, principalmente por conta do Facebook, e que têm sido decisivos nos mais diversos campos da economia. Essas tecnologias também se mostram muito eficientes na agricultura, onde sua aplicação aumenta a produtividade e a sustentabilidade do campo.

No dia a dia das lavouras, as ferramentas de dados auxiliam na análise do clima, nas estratégias de plantio das culturas e na medição do desempenho de cada talhão da fazenda. Avanços que serão ainda mais decisivos na próxima década, quando o aumento populacional do planeta demandará muito da agricultura.

“Os dados se tornaram o novo universo do agro. Eles transformam a compreensão dos processos produtivos, mudando expressivamente as consultorias e fazendas”, afirma o engenheiro agrônomo Rodrigo Dias, CEO da ConnectFarm, empresa especializada em inteligência de dados para o agronegócio.

Dias aponta que, em 2030, seremos 8,3 bilhões de pessoas — um crescimento que exigirá uma maior produção de alimentos. “Além disso, será necessário 50% mais disponibilidade de energia e 30% mais água, o que obrigará uma produção mais sustentável”, afirma o empresário, que abordará o tema em palestra no V Seminário Phytus, que ocorre entre os dias 30 de junho e 2 de julho, com transmissão pela internet.

No evento, o engenheiro apresentará as soluções desenvolvidas pela ConnectFarm, que integra tecnologia com os fatores de produção, buscando ampliar a produtividade, otimizar recursos e maximizar a rentabilidade. “Criamos um algoritmo capaz de analisar big data e entregar cerca de 15% mais em produtividade”, destaca Rodrigo.

Um dos projetos da empresa é o Índice de Gestão Ambiental, baseado em um algoritmo que interpola atributos do solo, das plantas e do ambiente. O sistema melhora a inteligência à medida que aumenta sua base de dados, permitindo uma recomendação mais assertiva para cada ambiente da fazenda.

As inscrições para o seminário são gratuitas e podem ser feitas no site.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/06/2020 0 Comentários 599 Visualizações

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