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Cultura

Sul do Brasil embarcou mais de 48 mil jovens em 2018

Por Gabrielle Pacheco 10/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

Quando se pensa em intercâmbio, para a maioria das pessoas, vêm a imagem do High School. Ou seja, jovens estudando por pelo menos um ano no exterior. Concomitantemente, surge o pensamento que para conseguir ficar este período em terras estrangeiras é preciso ter um capital alto.

Todavia, a pesquisa anual da Associação das Agências Brasileiras de Intercâmbio (Belta) realizada nas 5 regiões do país com pessoas que pretendem fazer um intercâmbio e que já tiveram essa experiência, mostra um cenário diferente.

“A pesquisa desmistifica essa ideia que os pais têm apenas o programa de High School para mandar os filhos. Na realidade, 34,9 % dos jovens que viajam se influenciam pelas experiências que os amigos tiveram no exterior, e muitos deles têm a vivência do curso de férias (inverno/verão) que é de curta duração. Ou seja, o estudante consegue ter uma experiência no exterior, mesmo que seja por um período menor. E isso traz mais autonomia. Inclusive para ele escolher se quer fazer um High School e/ou uma graduação lá fora”, explica Carla Mussoi, coordenadora regional da Belta no Rio Grande do Sul.

No Brasil, 365 mil pessoas fizeram intercâmbio em 2018. Só o Sul é responsável por 48.180 mil jovens que embarcaram.

Isso mostra que mesmo em um ano de crise política e econômica, as pessoas estão gastando mais com experiências. Em detrimento da década de 90, na qual os itens físicos disparam em primeiro lugar nas aquisições.

Destinos mais procurados pelo Sul

Quanto a destinos mais procurados, segundo a pesquisa da Belta, os estudantes do Sul optam primeiro pelo Canadá (liderando com 22,2% das intenções), seguido dos Estados Unidos (16,8%) e Irlanda (9,6%).

Já a pesquisa que envolve as intenções no Brasil todo: Canadá lidera com 24,4% de intenções, seguido dos Estados Unidos (19,5%) e em terceiro vem o Reino Unido (9,9%).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/06/2019 0 Comentários 474 Visualizações
Cultura

Estudantes que buscam intercâmbio optam por Nova Zelândia

Por Gabrielle Pacheco 15/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

Uma pesquisa realizada com 4.929 estudantes, de diversas faixas-etárias e de todas as regiões do Brasil, apontou quais são os principais critérios considerados para a escolha de um destino internacional quando o assunto é estudo no exterior.

A Nova Zelândia, que neste contexto vem ganhando notoriedade ano após ano e já se tornou um dos países que mais recebe estudantes brasileiros, é destaque no levantamento feito pela Associação Brasileira de Intercâmbio (Belta). O programa do país voltado ao estudante internacional contempla praticamente a totalidade dos desejos dos interessados mapeados pelo estudo.

De acordo com a pesquisa, dos 23 critérios que influenciam as decisões, 20 deles são diretamente contemplados pelos programas de estudo oferecidos na Nova Zelândia. “Ensino de qualidade, possibilidade de atividade remunerada e chances concretas de se estabelecer no país são alguns de nossos principais cuidados ao acolher os estudantes internacionais”, explica Ana Azevedo, executiva à frente da Education New Zealand (ENZ) no Brasil. A ENZ é parte do governo da Nova Zelândia, e faz parte de suas atribuições promover a educação internacional oferecida pelo país.

“Há raras exceções da lista da Belta que não são diretamente contempladas pelo governo, como o financiamento de passagens”, explica ela.

“Mesmo assim, há linhas de crédito oferecidas por instituições brasileiras, bem como algumas bolsas de estudo de universidades e do próprio governo da Nova Zelândia. Essas bolsas podem contemplar o financiamento total ou parcial de um curso”, completa.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
15/05/2019 0 Comentários 476 Visualizações

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