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Business

Fiergs diz que aumento da taxa Selic ocorre pela preocupação com a inflação

Por Milena Costa 05/08/2021
Por Milena Costa

A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), nessa quarta-feira (4), de reajustar a taxa Selic em um ponto percentual, passando para 5,25% ao ano, se explica em parte pelo cenário mais preocupante em relação à inflação, avalia a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs).

Esperamos que o aumento mais forte dos juros ajude a reduzir essa pressão sobre os preços(…)”

“Nas últimas semanas tivemos um aumento das expectativas de inflação, principalmente dos preços dos serviços em um cenário com preços industriais, de alimentos e energia elétrica já bastante pressionados, e isso ameaça a retomada mais vigorosa da economia no próximo semestre. Esperamos que o aumento mais forte dos juros ajude a reduzir essa pressão sobre os preços, especialmente pelo menor repasse dos impactos no câmbio para os custos da indústria, evitando uma perda ainda maior em um momento tão desafiador para a nossa economia”, diz o presidente da Fiergs, Gilberto Porcello Petry.

Presidente da Fiergs, Gilberto Porcello Petry.

O presidente da Fiergs ressalta também ser importante que a discussão em torno do orçamento federal para 2022 assegure o cumprimento do Teto dos Gastos, sem ressalvas, pois o risco fiscal pode desencadear uma alta mais do que a esperada para os juros.

Foto: Marcos Nagelstein/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/08/2021 0 Comentários 670 Visualizações
Cidades

Novo Hamburgo tem crescimento no número de empresas e empregos

Por Milena Costa 08/07/2021
Por Milena Costa

Novo Hamburgo volta a dar mostras do ambiente favorável e sólido para empreender e gerar empregos estabelecidos na cidade nos últimos anos. Apesar da pandemia de covid-19, que afetou toda a sociedade, a retomada da economia volta a apresentar resultados consistentes. Prova disso são os números de 2021, com a instalação de novas empresas e a geração de novos postos de trabalho de forma acelerada.

De janeiro a maio deste ano, por exemplo, foram constituídos 2.891 novos empreendimentos em solo hamburguense, sendo 554 do porte de Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP). Além disso, foram formalizados 2.337 Microempreendedores Individuais (MEIs).

“A nossa estratégia de incentivar o desenvolvimento econômico com ações a curto, médio e longo prazo e a diversificação da matriz econômico do município nos últimos anos, fez com que Novo Hamburgo sentisse menos os efeitos da pandemia”

“A nossa estratégia de incentivar o desenvolvimento econômico com ações a curto, médio e longo prazo e a diversificação da matriz econômico do município nos últimos anos, fez com que Novo Hamburgo sentisse menos os efeitos da pandemia em relação a outras cidades e retomasse o ciclo de crescimento mais rapidamente”, explica a secretária de Desenvolvimento Econômico, Paraskevi Bessa-Rodrigues.

Novo Hamburgo possui 54.690 Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJs) ativos.

Novas empresas, mais empregos

Novo Hamburgo também vem se mantendo entre os municípios que mais geram emprego formal (com carteira assinada) no Rio Grande do Sul. No mês de maio, foram criadas 331 vagas de trabalho, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia.
Foi o melhor saldo positivo em toda a região e o segundo melhor na Grande Porto Alegre, atrás apenas da Capital. O desempenho hamburguense na geração de emprego em maio foi o quinto melhor em todo o Estado.

Com este resultado, Novo Hamburgo acumula 3.657 novos postos de trabalho criados somente nos cinco primeiros meses deste ano. Novamente, é o melhor resultado em toda a região e o segundo melhor na Grande Porto Alegre, atrás apenas da Capital.

Quando comparado com os primeiros cinco meses de 2020, os resultados mostram ainda mais claramente o forte trabalho da Administração Municipal no estímulo à geração de emprego e renda, tanto no desenvolvimento do programa Pacto pelo Futuro, lançado no final do primeiro semestre do ano passado, quanto na desburocratização e simplificação de processos. Os cinco primeiros meses de 2020 acumularam saldo negativo de – 5891 postos de trabalho, contra os 3.657 empregos gerados em 2012.
Com isso, o estoque de postos de trabalho de Novo Hamburgo, que fechou o ano de 2020 em 65.510 empregos, já saltou para 69.167, beirando os 70 mil.

Para conferir os dados acesse o site da prefeitura. (clique aqui)

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/07/2021 0 Comentários 784 Visualizações
Cidades

Campo Bom tem aumento de 184% na geração de empregos

Por Milena Costa 02/07/2021
Por Milena Costa

Mais uma vez com saldo positivo registrado no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), Campo Bom segue firme na manutenção do emprego. Com as medidas de retomada da economia, o Município já aumentou em 184% o índice de geração de empregos nos primeiros cinco meses do ano.

“Mostra que nosso esforço tem sido efetivo e inspira a sermos incessantes para ver nosso município no topo”

Crescimento é em relação ao mesmo período de 2020. “Ao todo tivemos saldo positivo de 1.078 novas admissões, do início do ano até o momento. Passamos de 2.360 a mais do que tínhamos no ano passado, nesta mesma época. Mostra que nosso esforço tem sido efetivo e inspira a sermos incessantes para ver nosso município no topo”, avalia o prefeito Luciano Orsi.

“Buscamos desburocratizar os processos e qualificar nossa mão de obra. Tanto para garantir o desenvolvimento sustentável, quanto para atrair novos investidores”

O secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Henrique Scholz, afirma que o empreendedorismo é a marca de Campo Bom. “Buscamos desburocratizar os processos e qualificar nossa mão de obra. Tanto para garantir o desenvolvimento sustentável, quanto para atrair novos investidores”, explica. “Comparar estes dois momentos mostra que Campo Bom vem numa crescente intensa de recuperação”.

Indústria é carro-chefe

Responsável por mais de 620 destas novas contratações, o setor industrial foi o que teve mais admissões neste ano. O quantitativo corresponde a 57% dos novos postos de trabalho.
Os dados são do Caged.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

02/07/2021 0 Comentários 553 Visualizações
Business

Exportações da indústria no RS crescem mais de 57%

Por Milena Costa 13/06/2021
Por Milena Costa

As exportações da indústria de transformação gaúcha cresceram 57,1%, em maio, ante o mesmo mês do ano passado, ao totalizarem US$ 1,2 bilhão. Segundo o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, parte deste resultado positivo se explica pela fraca base de comparação, embora ele tenha sido o maior valor para o mês desde 2013, e 15% superior a maio de 2019. No acumulado de 2021, as vendas externas alcançaram US$ 4,9 bilhões, um avanço de 26,1% na comparação interanual. Entretanto, com relação a 2019, a distância ainda é de 4,2%.

Dos 24 setores da indústria de transformação, 22 aumentaram o valor exportado sobre maio de 2020. Além da base deprimida, o resultado é justificado pela disseminação do crescimento entre os principais setores da indústria, como Alimentos, 36,4%; Químicos, 62,6%; Celulose e papel, 126%; e Máquinas e equipamentos, 96,5%. Também se destacaram Couro e calçados, com elevação de 105,5%, Produtos de metal, 51,9%; e Veículos automotores, 42,5%.

“As medidas de flexibilização das atividades, a retomada gradual da economia em diferentes países, ajudaram a impulsionar novamente as exportações”

A única exceção foi Tabaco, com queda de 8,4%. “As medidas de flexibilização das atividades, a retomada gradual da economia em diferentes países, ajudaram a impulsionar novamente as exportações, muito prejudicadas no ano passado em função da crise provocada pela pandemia”, reforça o presidente da FIERGS.

Apesar do crescimento das exportações gaúchas no mês passado na maioria dos setores industriais, o desempenho setorial no acumulado do ano em relação aos níveis de 2019 possui diferenças importantes. Entre os setores que já superaram esse patamar, se destacam Alimentos (64,4%), Produtos de metal (31,8%) e Máquinas e equipamentos (12,9%). Por outro lado, entre aqueles que ainda estão em terreno negativo, estão Tabaco (-26,9%), Couro e calçados (-7,8%), Celulose e papel (-60,1%), Químicos (-22,3%) e Veículos automotores (-44,5%).

Principais Destinos

Em relação aos destinos das vendas externas do RS, em comparação a maio de 2020 ocorreu grande aumento dos embarques totais para a China (50,9%). Mesmo com a fraca redução observada nas exportações da indústria de Alimentos para a economia asiática no mês, as vendas de soja em grãos (+US$ 317,8 milhões) garantiram esse avanço.

As exportações totais para os Estados Unidos também aceleraram, 115,1%. Nesse caso, contribuíram principalmente Coque e derivados do petróleo (+US$ 34,4 milhões), Máquinas e equipamentos (+US$ 12,6 milhões) e Couro e calçados (+US$ 11,0 milhões). Para a Argentina, as exportações totais subiram 34,2% em razão das altas de Químicos (+US$ 8,7 milhões) e Veículos automotores (+US$ 5,5 milhões).

Em maio, o Estado adquiriu US$ 940,3 milhões em mercadorias, demanda 120,6% superior a maio de 2020. No acumulado do ano, o RS importou US$ 3,6 bilhões, resultado 30,9% maior ante o mesmo período do ano passado. Com exceção de Combustíveis e lubrificantes, todas as grandes categorias apresentaram crescimento das importações, sendo a maior variação em Bens intermediários (+US$ 691,5 milhões), seguido de Bens de capital (+US$ 253,1 milhões) e Bens de consumo (+US$ 70,7 milhões).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/06/2021 0 Comentários 517 Visualizações
Cidades

Rodovias do RS registram aumento na circulação de carros

Por Milena Costa 18/05/2021
Por Milena Costa

Apesar da adoção de regras mais rígidas na circulação por conta do avanço da pandemia, as estradas e rodovias do Estado do Rio Grande do Sul registraram alta de 10,18% na circulação de veículos leves durante o mês de abril, no comparativo com o mês anterior. É o que aponta balanço feito pelo Sem Parar, empresa do grupo Fleetcor e líder no mercado de pagamentos automáticos.

Do ponto de vista nacional, no comparativo com o mesmo período do ano passado, a movimentação geral teve aumento de 52,91% em abril de 2021. Na mesma linha, os números apresentados pela empresa mostram que o tráfego de veículos pesados nas rodovias brasileiras seguiu uma taxa de crescimento de 35,96% em relação ao ano passado. Só nas estradas do Rio Grande do Sul, esse aumento foi de 40%.

Atualmente, o Sem Parar conta com mais de 5.7 milhões de clientes ativos em sua base, tanto no segmento B2C quanto em B2B e está presente em toda a malha pedagiada do Brasil, além de oferecer a opção de pagamento automático e mais seguro em estabelecimentos como estacionamentos, postos de combustível, drive-thrus e lava-rápidos.

* Os números representam as passagens em vias de pagamento automático das praças de pedágio.

 

Fonte: Assessoria.

18/05/2021 0 Comentários 609 Visualizações
Saúde

Obesidade voltou a crescer entre os brasileiros

Por Gabrielle Pacheco 27/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

A obesidade voltou a crescer entre os brasileiros, com aumento de 67% nos últimos treze anos. Essa frequência saiu de 11% em 2006 para 19% em 2018. O crescimento da obesidade foi verificado maior entre os adultos de 25 a 44 anos. Além disso, foi observado que o excesso de peso também subiu. Mais de 55% do país tem excesso de peso, o que significa mais da metade da população.

Esses dados foram apresentados pelo Ministério da Saúde nesta quinta-feira (25) com a divulgação da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), de 2018. A pesquisa é realizada por telefone com maiores de 18 anos, em todas as capitais do país, sobre diversos assuntos relacionados à saúde. Assim, é possível ter uma estimativa da realidade brasileira, como afirma o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Wanderson Kleber.

“Os hábitos alimentares vem melhorando em um patamar mais baixo do que foi a obesidade e o excesso de peso. A gente tem observado um aumento nestas duas categorias. Lembrando que é um inquérito telefônico, é um dado referido, então as pessoas estão refletindo uma realidade da família, daquela localidade”.

A pesquisa aponta que o excesso de peso está mais ligado aos homens, enquanto as mulheres apresentam um número de obesidade maior. Para avaliar a obesidade e o excesso de peso, a pesquisa leva em consideração o Índice de Massa Corporal (IMC). Por meio dele, é possível classificar se uma pessoa está um pouco ou muito acima do peso recomendado para a altura, bem como saber de complicações metabólicas e outros riscos para a saúde.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
27/07/2019 0 Comentários 622 Visualizações
Cidades

Lojistas da Capital seguem confiantes para os próximos meses

Por Gabrielle Pacheco 26/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

Segundo levantamento do Núcleo de Pesquisa do Sindilojas Porto Alegre, realizado em lojas de vestuário, calçados, cama, mesa e banho, as vendas diminuíram em 47,5% dos locais até as últimas semanas em comparação com o mesmo período do ano passado.

A crise econômica foi o principal motivo apontado pelos lojistas, seguido das temperaturas elevadas. Já para os 15% que relataram aumento nos resultados, as razões citadas foram as promoções realizadas e o melhor atendimento dado pelos funcionários. Para 37,5% dos lojistas as vendas se mantiveram estáveis.

Mesmo que o crescimento das vendas seja uma realidade para a menor parcela das lojas, a maioria dos comerciantes está bastante confiante para os próximos meses.

Segundo a pesquisa, 57,5% deles acreditam em um aumento nos resultados para os meses de inverno e 42,5% esperam, pelo menos, vendas semelhantes às de 2018. O estudo revelou também que 75% dos lojistas estão otimistas ou muito otimistas em relação à economia para o segundo semestre.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
26/06/2019 0 Comentários 488 Visualizações
Business

Vendas varejistas devem aumentar no Dia dos Namorados

Por Gabrielle Pacheco 31/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

Apesar do momentâneo mau humor do mercado, com a recente divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro do primeiro trimestre de 2019, a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS enxerga um contexto de consumo que deve crescer nos próximos meses, corroborado pelos bons resultados registrado nas vendas do Dia das Mães, em maio, com crescimento de 9,4% na comparação com o mesmo período de 2018.

Por isso, a FCDL-RS estima que o Dia dos Namorados, celebrado em 12 de junho, deverá ter um incremento nas vendas, no RS, em torno de 8% na comparação com o último ano. Um dos fatores que favorece essa perspectiva é a manutenção da taxa SELIC em 6,5%, o que incentiva os consumidores a comprar mais bens de consumo duráveis. Além disso, o romantismo da data também estimula o consumo.

No que diz respeito aos presentes que deverão ser os mais procurados pelos casais enamorados, a concentração maior ficará nos artigos de vestuário, calçados, perfumes, cosméticos, flores e eletroeletrônicos.

“É muito provável que os produtos que tiverem promoções impactantes devam atrair a atenção dos consumidores. Ainda mais que nos últimos anos temos acompanhado a tendência dos consumidores buscarem a melhor relação custo-benefício dos artigos que compram”, avalia o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

O dirigente destaca, também, que o ticket médio dos presentes, que foi de R$ 103,00 em 2018, deve ficar entre R$ 111,00 e R$ 115,00 neste ano. No que se refere as formas de pagamento, os consumidores deverão optar por quitarem à vista o que comprarem, uma vez que os juros do cartão de crédito e do cheque especial seguem elevadíssimos.

Atualmente, a melhor alternativa de crédito ao consumidor é o parcelamento da própria loja, que deverá estar protegida contra a inadimplência através do uso do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC).

A FCDL-RS lembra que os lojistas podem ter boa lucratividade na data alusiva aos namorados, mas é importante ofertar atendimento de qualidade aos casais. O principal exemplo nesse aspecto é viabilizar, se possível, o atendimento de vendedores para as mulheres e de vendedoras para homens, pois eles podem dar boas dicas a respeito do que comprar.

Em princípio, mantendo uma tradição de longa data, em 2019 as mulheres seguirão propensas a gastar e presentear mais do que os homens.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
31/05/2019 0 Comentários 453 Visualizações
Variedades

Trensurb tem nova tarifa a partir de 13 de março

Por Gabrielle Pacheco 28/02/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Trensurb informa que o valor da passagem unitária do metrô operado pela empresa passa a custar R$ 4,20 a partir do dia 13 de março. Essa é a última parcela da recomposição tarifária em busca do equilíbrio financeiro da empresa, aprovada pelo Conselho de Administração da Trensurb, após um período de dez anos sem alteração no valor da passagem, de 5 de janeiro de 2008 a 2 de fevereiro de 2018.

Como benefício para o público usuário, a Trensurb, contando com o apoio do governo federal, por meio do Ministério de Desenvolvimento Regional, compromete-se a realizar investimentos equivalentes à receita adicional em melhorias nos serviços.

No período entre 2008 e 2018, a Trensurb realizou investimentos para ampliação da ferrovia em 11 quilômetros e implantou cinco novas estações – uma em São Leopoldo e quatro em Novo Hamburgo –, aumentou a frota de trens e passou a operar com uma grade de 24 trens nos horários de pico – ao invés de 17, como era anteriormente.

A alteração no valor da tarifa foi calculada a partir da evolução dos custos operacionais, levando em consideração a necessidade de aproximar a Trensurb de uma situação de equilíbrio – conforme prevê a Política Nacional de Mobilidade Urbana. Mesmo assim, o governo federal firma o compromisso de repassar o equivalente à receita adicional para que seja aplicado em projetos que irão trazer mais qualidade ao serviço prestado aos usuários, em especial, na modernização da frota original da empresa, incluindo a climatização dos trens série 100.

Entre os projetos a serem contemplados também estão a recuperação e melhoria dos sistemas operacionais, como: a via permanente, a rede aérea de energia, a sinalização de segurança e o abastecimento de energia elétrica, além da acessibilidade das estações, de modo a incrementar a qualidade dos serviços e a confiabilidade dos sistemas – com uma consequente redução no número de paralisações por motivos técnicos.

Mesmo com o a alteração do preço para R$ 4,20, a tarifa da Trensurb segue como a mais econômica entre os meios de transporte metropolitanos. O valor da passagem do transporte rodoviário dos municípios do eixo norte da Região Metropolitana até Porto Alegre é de R$ 5,35. Entre os próprios municípios, excluindo-se a capital, é de R$ 4,50

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/02/2019 0 Comentários 610 Visualizações
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