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Cidades

Mais um lote de beneficiários recebe recursos do programa Volta por Cima

Por Jonathan da Silva 01/07/2024
Por Jonathan da Silva

O sétimo lote dos recursos previstos pelo programa Volta por Cima foi pago pelo Governo do Estado na sexta-feira (28) a famílias atingidas pelas chuvas no Rio Grande do Sul entre 1º de janeiro e 31 de maio. O benefício foi creditado no Cartão Cidadão de 4.703 famílias em 109 municípios. O valor do lote soma R$ 11.757.500 em apoio financeiro por parte do poder executivo gaúcho.

Foram destinados R$ 2,5 mil para famílias desabrigadas ou desalojadas, de acordo com os seguintes critérios: ter sido desabrigada ou desalojada em razão de eventos meteorológicos adversos ocorridos entre 1º de janeiro e 31 de maio de 2024, conforme Decreto Estadual 57.607; residir em município com Decreto de Situação de Emergência ou Calamidade Pública homologado pelo Governo do Estado; ter cadastro incluído pelas equipes municipais de Assistência Social em formulário disponibilizado pelo programa Volta por Cima ou ter sido identificada como moradora de área atingida a partir do mapeamento realizado pelo governo estadual; e constar no Cadastro Único (CadÚnico) na condição de pobre ou extremamente pobre, mesmo com a inscrição sendo realizada após os eventos meteorológicos.

Para saber se têm direito ao benefício ou se foram contemplados nos lotes já pagos, os cidadãos podem realizar consulta pelo número do CPF no site SOS Rio Grande do Sul.

Além do valor de R$ 180 milhões já destinado para esta edição do Volta por Cima, foi realizado um novo aporte de mais R$ 30 milhões. Até o momento, são R$ 183.117.500 repassados a 73.247 famílias. A gestão do recurso do programa compete à Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), com apoio das secretarias de Planejamento, Governança e Gestão e da Fazenda.

O Volta por Cima integra o Plano Rio Grande, programa de reconstrução, adaptação e resiliência climática do Estado que visa planejar, coordenar e executar ações para enfrentar as consequências sociais, econômicas e ambientais da enchente histórica.

Foto: Maurício Tonetto/Secom/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/07/2024 0 Comentários 524 Visualizações
Business

Governo gaúcho propõe novas medidas para beneficiar empresas afetadas pelas enchentes

Por Jonathan da Silva 27/06/2024
Por Jonathan da Silva

Oito novas medidas em auxílio às empresas afetadas pelas enchentes foram anunciadas pelo Governo do Estado nesta segunda-feira (24). As iniciativas, que fazem parte do Plano Rio Grande, foram apresentadas pelo governador Eduardo Leite (PSDB) na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALRS). Das medidas, seis ainda dependem de aprovação na Assembleia ou no Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). Em função disso, ainda podem sofrer modificações.

A maior catástrofe climática da história do Rio Grande do Sul atingiu 95% dos municípios do estado e tem potencial de se tornar também o maior da história recente do Brasil em termos de impactos econômicos. A arrecadação de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) projetada antes das inundações era de R$ 6,74 bilhões para o período entre 1º de maio e 18 de junho. Na prática, no entanto, foram arrecadados R$ 5,16 bilhões, o que representa uma queda de R$ 1,58 bilhão, equivalente a 23,4%.

Detalhamento das medidas

Alterações no ITCD

O governo estadual propõe uma nova isenção de Imposto sobre a Transmissão “Causa Mortis” e Doação (ITCD) exclusiva para atingidos pelas enchentes. O objetivo é não haver cobrança de imposto sobre doações destinadas a ações de resposta, recuperação e reconstrução nas áreas afetadas em abril e maio de 2024.

O valor total das doações não poderá ultrapassar R$ 100 mil para pessoas físicas. Já para pessoas jurídicas, de qualquer porte, não será prevista limitação, mas as empresas precisarão comprovar que foram afetadas pela catástrofe. A ideia do governo é de que a isenção apenas seja aceita em áreas atingidas e dentro do período de calamidade, considerado até dezembro de 2024. A medida vale para as chamadas “vaquinhas” ou para sucessivas doações para o mesmo destinatário, mas não abrange artigos supérfluos, ações, imóveis, joias e direitos hereditários. A iniciativa está sendo construída com a Assembleia Legislativa. Deste modo, precisará de aprovação dos deputados para que entre em vigor.

Ampliação do incentivo do Fundopem/RS para novos projetos

O Fundo Operação Empresa do Estado do Rio Grande do Sul (Fundopem/RS) é um instrumento de parceria com a iniciativa privada que tem o objetivo de promover o desenvolvimento socioeconômico. O programa não libera recursos financeiros para os empreendimentos, que são apoiados por meio do financiamento parcial do ICMS incremental mensal devido gerado a partir de sua operação.

O ICMS incremental é o valor do imposto devido nas vendas dos produtos fabricados que seja acima da média que a empresa tinha antes do projeto.

Uma das novas propostas do governo é reduzir para zero o valor da base utilizada para fins de cálculo do ICMS incremental de estabelecimentos atingidos. A mudança abrange estabelecimentos afetados que forem dar andamento a novos projetos, como novas aquisições e investimentos. Dessa forma, todo o imposto devido passaria a ser considerado incremental, portanto, sempre haveria aumento na comparação entre antigos e novos projetos.

Para que sejam beneficiadas, as empresas deverão comprovar que foram prejudicadas pelas chuvas de abril e maio. Contribuintes de todos os portes podem ser apoiados pelo Fundopem/RS, desde que cumpram os requisitos do programa. Para que o novo regramento seja colocado em prática, é necessária a aprovação de convênio no Confaz.

Ampliação do incentivo do Fundopem/RS para projetos em andamento

Da mesma forma que a anterior, a medida prevê a diminuição do valor da base utilizada para fins de cálculo do ICMS incremental dos estabelecimentos atingidos, mas em relação a projetos já em andamento. A redução seria feita até o patamar necessário para que o imposto seja considerado incremental. A mudança possibilita a continuidade no programa para os contribuintes afetados, já que em muitos casos as empresas poderiam ter faturamento mais baixo nas próximas apurações, o que inviabilizaria sua permanência no Fundopem/RS.

O impacto da medida é de R$ 120 milhões, considerando os projetos em andamento no programa. Pela proposta, as empresas deverão comprovar que foram afetadas pelos eventos meteorológicos de abril e maio. Assim como na medida anterior, é necessária a aprovação de convênio no Confaz para que o novo regramento seja colocado em prática.

Redução do prazo de apropriação dos créditos do ativo permanente

A ação está relacionada à compra de mercadorias destinadas ao ativo permanente, composto por bens duráveis e necessários às operações das empresas, como máquinas, equipamentos e veículos. Atualmente, o crédito de ICMS referente a essas transações é apropriado à razão de 1/48 por mês. Dessa forma, os contribuintes demoram quatro anos para recuperar o crédito fiscal a que têm direito.

Com a proposta do Piratini, a apropriação passa a ser à razão de 1/12 por mês, em até doze meses, por estabelecimentos que comprovarem terem sido atingidos pela catástrofe climática. A medida também vale para novos investimentos anteriores a maio que não tenham sido perdidos ou deteriorados e que possuam mais de 12 parcelas pendentes. Com isso, o governo prevê a antecipação do crédito fiscal, permitindo a recuperação do fluxo financeiro das empresas.

A mudança não traz impacto direto aos cofres públicos, já que prevê apenas alterações no fluxo de caixa. Ainda assim, também é necessário passar pelo Confaz para que seja colocada em prática.

Crédito presumido para aquisição de máquinas e de equipamentos

Com impacto de R$ 100 milhões, a proposta do Piratini é de concessão de crédito presumido de ICMS em montante igual a até 20% do valor das aquisições de máquinas e de equipamentos. A medida abrange compras feitas entre maio e dezembro de 2024 para a recomposição do ativo permanente por estabelecimentos localizados em municípios em situação de calamidade pública ou de emergência. O objetivo é reduzir os gastos dos contribuintes para a recuperação dos bens necessários à retomada de suas atividades. Para que passe a valer, a mudança também precisa de autorização do Confaz.

Isenção na aquisição de veículos por locadoras

A medida prevê a isenção de ICMS nas compras feitas por locadoras de veículos para a recomposição dos que foram inutilizados em função das enchentes. Nesse caso, o benefício será limitado ao número de veículos que foram baixados definitivamente no Detran-RS. O governo projeta impacto de R$ 6 milhões aos cofres públicos. Para que a concessão do benefício possa entrar em vigor, também faz-se necessária aprovação de convênio no Confaz.

Flexibilização do programa de parcelamento

O governo planeja a flexibilização de requisitos obrigatórios previstos na legislação tributária para que as empresas possam aderir ao parcelamento em 60 vezes de débitos de ICMS, estejam eles inscritos em dívida ativa ou não.  A medida já deve estar disponível em breve, inclusive para contribuintes que não conseguirem honrar os pagamentos do imposto com vencimento do fato gerador até 28 de junho. Uma instrução normativa deve ser publicada nos próximos dias.

A flexibilização prevê ainda a dispensa de garantias e da entrada mínima de 6%. Para que as empresas possam ser beneficiadas, deverão fazer a adesão até 13 de dezembro de 2024. A implementação dos benefícios depende de publicação de normativas pelo estado.

Transação tributária

A Receita Estadual e a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) estão promovendo estudos sobre uma possível implantação da transação tributária, já prevista no Convênio 2010/23 do Confaz. O instrumento extingue o litígio tributário mediante concessões do fisco e dos contribuintes. Para que a medida seja colocada em prática, é preciso que haja a edição de decretos estaduais. Estudos buscam definir como seriam a regulamentação e a operacionalização.

Foto: Paul Loh/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/06/2024 0 Comentários 622 Visualizações
Projetos especiais

Estância Velha doa livros para bibliotecas atingidas pelas enchentes

Por Jonathan da Silva 21/06/2024
Por Jonathan da Silva

A Secretaria de Educação e Cultura (Semec) de Estância Velha doou cerca de 50 livros para a campanha “Caixa Solidária”, da Editora ZMulti, que busca arrecadar exemplares para bibliotecas de cidades atingidas pelas enchentes no Rio Grande do Sul. A diretora da editora estanciense, Sandra Hess, esteve na Biblioteca Pública da cidade na manhã desta quinta-feira (20) para coletar os livros doados.

Segundo a diretora da Biblioteca Municipal Professor Luiz Santos, professora Noely Fuentes, os livros repassados estavam em duplicidade no acervo da instituição estanciense. “Eles foram doados pela nossa comunidade”, afirma a professora. Sandra elogiou o estado de conservação dos exemplares e agradeceu a parceria em prol da cultura. “Esta foi uma ideia dos autores que trabalham conosco, e imediatamente iniciamos a campanha. A ideia é levar o que arrecadamos para auxiliar na reconstrução de bibliotecas em várias cidades atingidas”, pontua a diretora.

Doação foi coletada nesta quinta

Interessados em realizar a doação de livros para a campanha podem entrar em contato com a Editora ZMulti ou levar os livros até a sede, que fica na Rua Marcílio Dias, 15, no bairro Lira.

Fotos: Sandra Costa/Decom/PMEV/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/06/2024 0 Comentários 475 Visualizações
Cidades

Leite participa de ato de repasse do judiciário a cidades em calamidade

Por Jonathan da Silva 07/06/2024
Por Jonathan da Silva

O governador Eduardo Leite (PSDB) participou, na manhã desta sexta-feira (7), de um ato no Palácio da Justiça para marcar o repasse de recursos do Poder Judiciário para as cidades atingidos pelas enchentes de abril e maio. Os valores anunciados chegam a R$ 180 milhões e 95 cidades gaúchas serão beneficiadas.

Os recursos repassados foram arrecadados junto a instituições do poder judiciário em todo o Brasil, que realizaram transferências de valores recebidos em decorrência de condenações criminais. Normativas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) possibilitaram que o dinheiro fosse transferido na modalidade fundo a fundo, sendo depositado no Fundo Estadual da Defesa Civil (Fundec) e, posteriormente, repassado aos Fundos Municipais de Proteção e Defesa Civil (Fumpdec).

O governador Eduardo Leite destacou a importância do gesto do judiciário e mencionou ser reconfortante saber que o povo gaúcho pode contar com uma mobilização dessa magnitude. “Se tem uma coisa que nos conforta nesse processo todo é saber que não estamos sozinhos, que existe uma imensa corrente de solidariedade, com apoios concretos. Essa destinação de recursos é um gesto admirável, que precisa ser colocado em sua devida proporção. São valores importantes que vão continuar fazendo a diferença para nós. Por isso, agradeço em nome do povo gaúcho a todos os representantes do Poder Judiciário”, declarou Leite.

Leite avaliou o gesto como admirável

O presidente do TJ-RS, desembargador Alberto Delgado Neto, ressaltou a harmonia entre os poderes como um valor crucial para viabilizar o repasse. “A maneira de relacionamento entre as instituições no Brasil pode e deve ser mais qualitativa. Estamos demonstrando que, se colocarmos a harmonia na frente da separação dos Poderes, trazemos muito mais para a população. Essa unidade é fundamental e hoje temos a demonstração de que traz resultados. Posso garantir que o Poder Judiciário não vai parar por aqui e que continuaremos utilizando a nossa possibilidade de trabalhar em prol de uma calamidade histórica”, salientou Delgado Neto.

Por vídeo, o presidente do CNJ, ministro Luís Roberto Barroso, expressou satisfação ao ver que a recomendação do Conselho foi seguida por tribunais em todo o Brasil. “Ficamos muito felizes que uma parte dos tribunais do país tenha acolhido a recomendação para transferência desses recursos para a conta da Defesa Civil do Rio Grande do Sul. Este é um momento em que toda a família do Poder Judiciário está unida para ajudar o Estado”, pontuou Barroso.

Para receber os recursos, os municípios devem cumprir os requisitos do Decreto 57.292/23, que definiu os repasses fundo a fundo, e requerer o pagamento. Após o recebimento, as cidades beneficiadas terão um prazo de seis meses para executar as ações de resposta e restabelecimento.

A distribuição dos recursos será definida conforme a faixa de habitantes do Fundo de Participação dos Municípios. O valor repassado poderá ser utilizado em ações de resposta a desastres, como socorro e assistência, e em ações de restabelecimento, como medidas para garantir a segurança, habitabilidade e serviços para a população nas áreas atingidas.

Fotos: Maurício Tonetto/Secom/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/06/2024 0 Comentários 353 Visualizações
Projetos especiais

Instituto Meiriane Azeredo cria campanha para crianças atingidas pelas enchentes em Canoas

Por Jonathan da Silva 23/05/2024
Por Jonathan da Silva

O Instituto Meiriane Azeredo – Centro Clínico e Educacional de Psicologia está organizando uma campanha em benefício às crianças com desenvolvimento típico e atípico atingidas pela grave crise climática em Canoas, uma das cidades mais atingidas pelas chuvas no estado e onde fica a sede da instituição. A campanha busca arrecadar dinheiro para compra de fraldas, lenços umedecidos, remédios, calçados e roupas de inverno. O instituto é referência do Rio Grande do Sul em tratamento de autismo.

É aceito qualquer valor através do Pix da instituição, financeiro@clinicameirianeazeredo.com.br. Haverá prestação de contas à comunidade sobre os valores doados.

Estamos em uma das cidades mais atingidas pelas enchentes. É hora de nos unirmos e ajudar o máximo de famílias que conseguirmos”, afirma a diretora da instituição, Meiriane Azeredo.

Serviço

  • O quê: Ajuda para crianças com desenvolvimento típico e atípico vítimas das enchentes 
  • Como ajudar: Qualquer quantia em dinheiro
  • Chave Pix: financeiro@clinicameirianeazeredo.com.br
  • Organização: Instituto Meiriane Azeredo – Centro Clínico e Educacional de Psicologia, rua Doutor Barcelos, número 770, em Canoas
  • Telefone: (51) 3059-7837
  • WhatsApp: (51) 8910-4001
Foto: Tiago Ferroni/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/05/2024 0 Comentários 362 Visualizações
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