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assédio moral

Cidades

Comusa e sindicato debatem denúncias de assédio moral na autarquia

Por Marina Klein Telles 08/08/2023
Por Marina Klein Telles

No último dia 17, o Grêmio Sindicato dos Funcionários Municipais (GSFM-NH) protocolou ofício na Câmara de Novo Hamburgo relatando uma série de reclamações de servidores da Comusa a respeito de supostas inconsistências na folha salarial e denúncias de assédio moral. A manifestação motivou um grupo de quatro vereadores a propor a abertura de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI). A falta de uma quinta assinatura, no entanto, inviabilizou a criação do colegiado. Apesar disso, o assunto foi discutido na sessão desta segunda-feira, 7, na presença de representantes da autarquia e do sindicato.

Convidados pelo vereador Gustavo Finck, o diretor-geral da Comusa, Márcio Lüders, e o advogado do GSFM-NH, Nelson Lilioso, ocuparam a tribuna para externarem suas versões sobre os acontecimentos. A fala inicial coube ao vice-prefeito, responsável pela gestão da companhia de saneamento.

Segundo ele, tudo iniciou com o adiantamento do 13º salário. “Houve divergência de entendimentos sobre os descontos dessa antecipação, fatos elucidados no final do mesmo dia. Não contente, um servidor denunciante mandou um e-mail para todos os funcionários da Comusa relatando sua indignação. Nós o chamamos para uma reunião de diretoria para que ele pudesse nos explicar melhor os motivos. Durante sua fala inicial, o servidor acusou a direção da Comusa, de forma explícita e reiterada, de ser conivente com um caso de assédio moral, mas não apresentou nenhuma prova”, relatou Lüders.

“Na semana seguinte, recebemos uma notificação de denúncia por parte do GSFM-NH, através de um ofício desta Casa, de que havia algumas inconsistências com relação aos pagamentos, e também foram apresentados dois processos judiciais que supostamente versam sobre assédio moral. Em nenhum momento o sindicato nos oficiou, oportunizando o contraditório. E fomos surpreendidos na última sexta-feira, 4, com a abertura de um requerimento pedindo uma CPI sem que nos tenha sido feito qualquer questionamento”, continuou o diretor-geral.

O pedido de abertura de CPI foi subscrito por Enio Brizola, Fernando Lourenço, Inspetor Luz e Lourdes Valim. O requerimento, contudo, acabou arquivado. Por disposição regimental, comissões parlamentares de inquérito precisam ser propostas por um terço dos membros da Câmara, quórum que só seria atingido com um quinto vereador.

Enio Brizola justificou a tentativa. “Não há mais espaço para ambientes hostis de trabalho, tensões ou assédio moral. Não podemos fugir do debate. Temos que investigar, uma das finalidades desta Casa. Não se trata de disputa política, mas dignidade no trabalho”, pontuou o vereador, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara. Inspetor Luz reforçou o discurso do colega. “A CPI serve para investigar. E ela pode até absolver o acusado. Não existe a intenção de prejudicar A, B ou C”, frisou.

Nelson Lilioso reiterou o pedido do sindicato e dos funcionários pela instauração da comissão. “É um espaço democrático pertinente para requisitar documentos e informações. Não sabemos o que é verdade ou não. Não é a Casa Legislativa que tem de apurar isso? Se for verdade, responsabilize quem fez. Se não for verdade, responsabilize quem denunciou. É temerário que uma CPI seja desmobilizada. Qual o interesse de não se realizar uma investigação? Na dúvida, investigue-se. Com a confiança dos 13 servidores que foram corajosos em assinar seus nomes, e hoje nos ligaram apavorados com medo de retaliações, conclamo esta Casa a abrir a CPI. É aqui que deve ser investigado. Não deixaremos que denúncias sejam ocultadas”, asseverou o advogado.

Lüders ponderou que as reclamações colhidas pelo sindicato não representam a situação laboral da maioria dos colaboradores da autarquia. “Dos 293 servidores ativos da Comusa, três efetivaram denúncias por assédio moral. Duas delas judicializadas, em cujos processos ainda não fomos citados, e outra está tramitando. Os outros três reclamantes apenas preencheram formulário do sindicato apontando questões meramente administrativas, não se tratando de uma denúncia efetiva. Temos, de fato, seis servidores descontentes em um universo de 293. Trabalhamos para que isso não ocorra, mas nem sempre é possível. Aproveitamos o espaço para nos colocarmos à disposição para corrigir qualquer falha”, concluiu o diretor.

Foto: Tatiane Lopes/divulgação | Fonte: Assessoria
08/08/2023 0 Comentários 566 Visualizações
Cidades

Prefeita de Novo Hamburgo encaminha projeto contra assédio na administração municipal

Por Amanda Krohn 23/09/2022
Por Amanda Krohn

A prefeita de Novo Hamburgo, Fátima Daudt, encaminhou para a Câmara de Vereadores projeto de lei de prevenção e combate ao assédio moral e sexual na administração pública municipal e suas autarquias. A medida poderá inspirar outras instituições públicas a adotar norma semelhante, já que não há lei estadual ou federal sobre o tema. O projeto tipifica o que é assédio moral e sexual e suas configurações, já que a conduta não está presente no Estatuto do Servidor. Também estabelece caminhos da denúncia e do processo administrativo, acolhendo a vítima e preservando o direito à defesa do denunciado.

Junto com este projeto, a prefeita também encaminhou proposta criando a estrutura na Administração Municipal para receber e dar andamento às denúncias. Para Fátima Daudt, as relações saudáveis de trabalho são fundamentais e devem ser incentivadas. “Em razão da gravidade das repercussões do assédio na organização do trabalho no Executivo Municipal e suas autarquias, percebemos a necessidade de um ato normativo próprio, estabelecendo definições, pontuando princípios e indicando diretrizes para prevenção e combate ao assédio”, destacou Fátima na justificativa encaminhada à Câmara.

A legislação também determina a divulgação de material informativo sobre condutas que caracterizam assédio, mecanismos existentes para o recebimento de denúncia e penalidades previstas. O objetivo é sensibilizar servidores sobre relações saudáveis de trabalho, chamando atenção para riscos e prejuízos de práticas abusivas. A punição poderá chegar à exoneração do cargo público.

Fátima fez questão de marcar o ato junto com a procuradora-geral do Município, Fernanda Luft, e o secretário municipal de Administração, Fauston Saraiva. Entre o fim do ano passado e o início de 2022, a Prefeitura registrou duas denúncias de assédio sexual que resultaram no afastamento dos servidores. “Repudiamos de forma veemente atitudes como essas. Nossa tolerância é zero com casos de assédio. Agora, com a nova legislação, queremos prevenir e coibir condutas condenáveis na administração pública. Teremos ainda mais elementos para identificar os casos, acolher as vítimas e punir eventuais assediadores”, completou Fátima.

Foto: Lu Freitas/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/09/2022 0 Comentários 502 Visualizações

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