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Saúde

Médicos alertam para os cuidados de proteção contra o coronavírus na gravidez

Por Gabrielle Pacheco 20/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

O cuidado pré-natal e obstétrico projetado para a eventualidade de termos casos de Covid-19 no país vem sendo baseado no conhecimento referente ao H1N1, considerando suas diferenças. A Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS) reforça a importância, neste momento, dos pacientes seguirem atentamente às orientações de seus médicos.

O diretor da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Rio Grande do Sul (SOGIRGS), Breno José Acauan Filho, ressalta mudanças que foram apontadas pela entidade nacional, a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), e que auxiliam nesse acompanhamento.

Uma das normativas diz respeito à presença de acompanhantes, visitantes e doulas no momento do parto. O objetivo é diminuir ao máximo o número de pessoas circulando em ambiente hospitalar. A presença de acompanhante será permitida conforme regras de cada instituição, sendo recomendável que seja no máximo um por paciente durante toda internação, com idade entre 18 e 59 anos, sem sintomas gripais e nem contato com indivíduos com sintomas gripais nos últimos 14 dias que antecedem a internação, residir no mesmo domicílio que a parturiente e não possuir doenças crônicas. O acompanhante deve utilizar máscara cirúrgica e orientado quanto aos cuidados gerais de contato e higienização. Devido ao isolamento social preconizado, não é recomendada a presença de doulas, fotógrafos e visitantes durante a internação hospitalar, pois o aumento do número de pessoas circulando amplia as chances de contaminação dessas pessoas, de pacientes internadas e da equipe de saúde.

Nenhum estudo até o momento demonstrou que parto em ambiente não hospitalar seja mais seguro em decorrência da pandemia. A Febrasgo reforça que o ambiente hospitalar é o mais adequado para diminuir a morbimortalidade materna e perinatal, inclusive em gestantes assintomáticas e de risco habitual. As maternidades e hospitais adotam normas de segurança e cuidados específicos para redução do risco de transmissão de doenças. É importante salientar que pacientes suspeitas ou confirmadas para COVID-19 devem ser internadas em hospitais de referência, com maior nível de complexidade para os eventuais casos de descompensações materna e/ou fetais. Não se recomenda o parto de mulheres suspeitas ou confirmadas com Covid-19 em domicílios ou em Centros de Parto Normal (CPN).

Já em relação à amamentação, considerando os inúmeros benefícios da amamentação e a ausência, até o momento, de transmissão do SARS-CoV-2 por essa via, recomenda-se o início e a manutenção do aleitamento materno, desde que a paciente esteja em boas condições clínicas. Ressalta-se que precauções deverão ser adotadas: higienização correta das mãos, o uso de máscara cirúrgica pela lactante durante todo o tempo, evitando falar e lavagem das mãos entre as mamadas.

Caso a mãe esteja em UTI e deseje amamentar, recomenda-se que o seu leite seja extraído e ofertado ao RN. Em caso de condições maternas graves, cuidado deve ser tomado para que não haja ingurgitamento mamário. Se necessárias, ordenhas devem ser realizadas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/05/2020 0 Comentários 490 Visualizações
Saúde

AMRIGS participa de debate virtual sobre atenção à obstetrícia

Por Gabrielle Pacheco 14/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os presidentes da Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS), Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul (CREMERS) e Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (SIMERS) debatem, nesta quinta-feira, 14, às 19h30min, no canal do YouTube do SIMERS, o “Atenção à Obstetrícia do RS”. A iniciativa tem como objetivo esclarecer algumas mudanças que estão ocorrendo em unidades de saúde, envolvendo essa especialidade médica, justamente no período de pandemia do novo coronavírus.

Os dirigentes das entidades médicas também contarão com a presença do conselheiro da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Rio Grande do Sul (SOGIRGS) João Steibel, do vice-presidente da Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa, deputado Thiago Duarte, e da vereadora de Porto Alegre, Mônica Leal.

É possível acompanhar a live no link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/05/2020 0 Comentários 519 Visualizações
Saúde

Doação de sangue é fundamental em tempos de pandemia

Por Gabrielle Pacheco 14/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com o distanciamento social as doações de sangue aos hemocentros diminuíram muito, o que preocupa pelo risco de uma baixa nos estoques, prejudicando a população que precisa.

O ato de doar sangue não aumenta o risco de contaminação pelo coronavírus e as instituições que recebem os doadores estão altamente preparadas para tomar todas as medidas preventivas em relação à Covid-19.

Recomendações que garantem segurança

1) Agendar a sua doação por telefone ou internet ao invés de procurar o banco de sangue e doar por ordem de chegada;

2) Procure escolher o banco de sangue mais próximo da sua casa ou que esteja mais próximo do seu trajeto diário para evitar exposições;

3) Manter as medidas de proteção como o uso de máscaras, mangas longas, higienização constante das mãos e manter uma distância de no mínimo dois metros das outras pessoas;

4) Recomenda-se a lavagem das mãos ao entrar e sair do Serviço de Hemoterapia. Álcool em gel, água e sabão são disponibilizados no local.

O diretor Científico e Cultural da AMRIGS, Marcos Vinícius Ambrosini Mendonça, reforça que, além das regras usuais solicitadas pelos bancos de sangue conforme o Ministério da Saúde, em tempos de pandemia, o MS, em nota técnica traz as seguintes contraindicações de doação em relação aos pacientes sintomáticos respiratórios e COVID-19:

Quem não pode doar:

– Candidatos à doação de sangue que tenham se deslocado ou que sejam procedentes de países com casos autóctones confirmados de infecções pelo SARS­CoV­2 deverão ser considerados inaptos por 14 dias após o retorno destes países. Para este critério, considerar as informações disponibilizadas pelo Ministério da Saúde;

– Candidatos à doação de sangue que foram infectados pelos vírus SARS­CoV­2 após diagnóstico clínico e/ou laboratorial deverão ser considerados inaptos por um período de 30 dias após a completa recuperação (assintomáticos e sem sequelas que contraindiquem a doação);

– Candidatos à doação de sangue que tiveram contato, nos últimos 30 dias, com pessoas que apresentaram diagnóstico clínico e/ou laboratorial de infecções pelo vírus SARS­CoV­2 deverão ser considerados inaptos pelo período de 14 dias após o último contato com essas pessoas;

– Candidatos à doação de sangue que permaneceram em isolamento voluntário ou indicado por equipe médica devido a sintomas de possível infecção pelo SARS­CoV­2 deverão ser considerados inaptos pelo período que durar o isolamento (no mínimo 14 dias) se estiverem assintomáticos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/05/2020 0 Comentários 635 Visualizações
Saúde

AMRIGS reafirma 10 critérios fundamentais a serem seguidos na flexibilização de atividades

Por Gabrielle Pacheco 11/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS) segue monitorando com atenção os acontecimentos relacionados à pandemia de Covid-19. Diante das recentes medidas de flexibilização que estão sendo adotadas e que devem vigorar a partir desta semana, a entidade recomenda condições indispensáveis, na visão da entidade, para que esse relaxamento não implique em riscos. Entre elas, está o uso obrigatório de máscaras por toda a população; a medição de temperatura do público, sempre que possível, no ingresso de estabelecimentos comerciais e meios de transporte; a lavagem frequente de mãos com sabonete e/ou álcool gel; e a transmissão diária de informações sobre a situação de controle da epidemia no Rio Grande do Sul.

Confira a lista completa de recomendações

  1. Uso obrigatório de máscaras por toda a população;
  2. Medição de temperatura do público, sempre que possível, no ingresso de estabelecimentos comerciais e meios de transporte;
  3. Manter lavagem frequente de mãos com sabonete e/ou álcool gel. Reforçar que estabelecimentos mantenham essas condições de forma permanente e acessível a todos;
  4. Manter em distanciamento social pessoas do Grupo de Risco;
  5. Manter o distanciamento social entre pessoas com afastamento mínimo de 1 metro e meio;
  6. Obrigatoriedade de fornecimento de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para todos os profissionais da saúde;
  7. Estabelecer medidas que assegurem a quantidade mínima de leitos para atendimentos de urgência;
  8. Disponibilização de testes rápidos para o maior número possível de pessoas;
  9. Estimular a continuidade da campanha da vacinação da gripe até que as metas estabelecidas pela Secretaria Estadual da Saúde sejam plenamente atingidas;
  10. Transmissão diária de informações sobre a situação de controle da epidemia no Rio Grande do Sul para que medidas de reversão ou alteração das regras sejam adotadas de forma imediata.

As medidas foram sugeridas em documento formal enviado pela AMRIGS ao Governo do Estado na última sexta-feira, 8.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/05/2020 0 Comentários 422 Visualizações
Saúde

Amrigs sugere ao Governo do Estado condições mínimas para flexibilização de atividades

Por Gabrielle Pacheco 29/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs) acompanha com grande preocupação todos os acontecimentos relacionados à pandemia de Covid-19 e, diante das recentes medidas de flexibilização que estão sendo adotadas, decidiu comunicar oficialmente o Governo do Estado do entendimento de condições indispensáveis para que ocorra esse relaxamento.

“Desde o início da pandemia, temos a consciência dos graves impactos econômicos que são causados pela necessidade das medidas de distanciamento e isolamento social. Porém, sempre destacamos que a vida de todos deve estar em primeiro lugar”, afirmou o presidente da Amrigs, Alfredo Floro Cantalice Neto.

No seu teor, a entidade defende que seja adotado o Protocolo do Grupo de Crise do Governo Estadual e Secretaria da Saúde e Planejamento, mas que esse processo seja aprimorado respeitando as individualidades de cada região.

“Cada município tem características próprias e peculiares tanto do ponto de vista populacional quanto do ponto de vista de estrutura das instituições de saúde. Por conta disso, não é recomendado adotar uma flexibilização com regras generalizadas e sim de acordo com a condição atual de cada cidade. Há municípios e regiões com grande número de pessoas contaminadas por razões diversas e outros com um controle maior. De um modo geral, acreditamos que o caminho seja a flexibilização gradativa, fundamentada com mais atenção para dois grupos específicos: a população mais vulnerável pela natureza de suas condições sociais e que têm menos acesso a higiene e proteção individual, e a população da faixa etária de 20 a 49 anos. Este segundo grupo, mesmo que goze de boa saúde, está mais sujeito à exposição externa por ser economicamente mais ativa”, completou Cantalice.

A entidade reitera a importância de um acompanhamento e monitorização da evolução diária e, no primeiro sinal de recrudescimento do número de casos, retomar as medidas restritivas para contenção do número de contaminados e de óbitos. Entende que é importante que seja feita a divulgação diária à população, fornecendo dados atualizados sobre a pandemia no estado. Para isso, enfatiza a importância de que todos os hospitais e estabelecimentos de saúde honrem o compromisso de comunicar com máxima agilidade e precisão casos de infectados, internações e óbitos.

Quanto ao isolamento social, para grupos de risco, a Amrigs pede que sejam reforçadas orientações à população para que seja possível chegar próximo ao percentual ideal que vem sendo sugerido pelas autoridades de saúde, que é de 70%.

Outro aspecto que preocupa desde o início da pandemia é a necessidade extrema de garantir material de proteção individual a todos os profissionais de saúde. Dados recentes mostraram uma evolução no número de afastamentos entre os profissionais, o que enfraquece a rede de atendimento que é indispensável neste momento. Para isso, é considerado urgente que seja feita a contratação de profissionais capacitados para imediata substituição e para repor também a necessária parada daqueles que estão no grupo de risco.

Por fim, a entidade defende que sejam disponibilizados, na maior capacidade possível, os testes rápidos para o maior número de pessoas no estado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/04/2020 0 Comentários 418 Visualizações
Variedades

Instituto Vida Solidária pede doação de materiais de higiene e limpeza

Por Gabrielle Pacheco 22/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Entre os itens de maior necessidade solicitados pelo Instituto Vida Solidária, principalmente durante a pandemia de coronavírus, estão sabonetes, álcool, detergente e água sanitária. O objetivo da Instituição que atende crianças e adolescentes da comunidade São Pedro, no bairro Partenon, é dar suporte às famílias que são atendidas no projeto.

“Percebemos que os poucos recursos financeiros disponíveis pelas famílias são direcionados a alimentação e, neste momento, itens de higiene são indispensáveis para contenção da propagação da COVID-19”, explica a assistente social e coordenadora do IVS, Carmem Reis.

O Instituto Vida Solidária é uma entidade sem fins lucrativos com o objetivo de realizar ações de responsabilidade social, cuja mantenedora é a Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs). Ela desenvolve projetos de saúde, educação e cultura, atendendo à comunidade.

O IVS está com funcionamento parcial, devido ao quadro de distanciamento social. Doações podem ser entregues apenas na segunda e sexta-feira pela manhã. Além de materiais de limpeza, também são aceitos roupas e alimentos. Mais informações podem ser obtidas através do e-mail ivs@vidasolidaria.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/04/2020 0 Comentários 431 Visualizações
Saúde

Amrigs alerta para riscos da relação entre tabagismo, narguilé e coronavírus

Por Gabrielle Pacheco 16/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

O tabagismo, que sempre causou muitos danos à saúde, aparece no cenário da pandemia do coronavírus como um fator importante e, mais do que nunca, é necessário o alerta para que a população abandone o hábito. Pesquisas já mostraram que fumantes têm 14 vezes mais problemas com relação à Covid-19, comparados com uma pessoa que não fuma.

“Algumas medidas são importantes serem enfatizadas neste momento. Além dos malefícios do cigarro, chamamos a atenção para o uso do narguilé (espécie de cachimbo de água de origem oriental, utilizado para fumar tabaco aromatizado) que tornou-se muito popular especialmente nos grandes centros urbanos. Nestes casos, o risco de transmissão do vírus cresce substancialmente, uma vez que há um compartilhamento do material”, explica o médico pneumologista e mentor do Projeto Fumo Zero da Amrigs, Luiz Carlos Corrêa da Silva.

O alerta é válido, ainda, para todos os outros dispositivos de inalação de tabaco que produzem vapor.

“Todos fazem muito mal à saúde e, neste momento de absoluta insegurança em relação às possibilidades danosas do coronavírus, precisamos transmitir essa mensagem de alerta”, completa Luiz Carlos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/04/2020 0 Comentários 542 Visualizações
Saúde

Amrigs vê antecipação de formaturas como uma ação necessária, mas que exige cautela

Por Gabrielle Pacheco 08/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

A portaria do Ministério da Educação (MEC) que autoriza a colação de grau antecipada de alunos dos cursos de Medicina, Enfermagem, Farmácia e Fisioterapia, para atuação no combate à pandemia de coronavírus, foi recebida com compreensão e cautela pela Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs). O entendimento, segundo o presidente da entidade, Alfredo Floro Cantalice Neto, é de que a medida é necessária diante do cenário de pandemia, porém é preciso que seja feito com muito cuidado.

“Entendemos a necessidade do Ministério da Saúde, porque muitos médicos estão com trabalho desgastante, alguns contaminados ou com suspeita, ou, ainda, afastados por estarem no grupo de risco. No entanto, sabemos que a formação ideal requer a residência médica para que eles tenha essa experiência fundamental. Por isso, a atuação desses jovens deve ser feita sob supervisão médica”, afirma.

O presidente da Amrigs também reforça a importância de um treinamento adequado e uniforme em todo o país no atendimento aos pacientes infectados pela Covid-19.

“É preciso que tenhamos um alinhamento na orientação para todos que estão atuando e, também, a disposição de Equipamento de Proteção Individual (EPIs) adequados para todos”, completa Cantalice.

Publicada no Diário Oficial da União na segunda-feira, 6, a medida vale para instituições federais de ensino e servirá apenas durante a situação de emergência de saúde pública. Para antecipar a formatura, os alunos de Medicina precisam ter cumprido 75% da carga horária prevista para o período de internato médico, que equivale ao estágio curricular feito nos dois últimos anos do curso. Para os cursos de Enfermagem, Farmácia e Fisioterapia, o estágio obrigatório supervisionado é equivalente a 20% da carga horária total do curso.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/04/2020 0 Comentários 459 Visualizações
Saúde

Amrigs reforça importância do cadastro nacional de médicos e profissionais da saúde

Por Gabrielle Pacheco 07/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Ação Estratégica “O Brasil Conta Comigo – Profissionais da Saúde” está atualizando dados de todos que atuam na área da saúde. O programa integra a Portaria 639 do Ministério da Saúde, publicada no Diário Oficial da União. A Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs) considera a ferramenta necessária para o enfrentamento da pandemia.  

“Estamos vivendo uma situação de emergência de saúde pública mundial; enfrentando um vírus novo, mutante e para o qual não temos imunidade e nem vacina. Além disso, é altamente contagioso e por mais que saibamos que a maioria das pessoas não terão sintomas graves, especula-se a geração de um colapso na saúde pública caso a população fique doente ao mesmo tempo. Isso está bem claro. Levando isso em consideração é necessário que todos os profissionais da saúde estejam devidamente capacitados para esse enfrentamento. É importante haver um alinhamento único porque o de excesso de informação pode gerar tomadas de decisão distintas. Neste momento de incertezas ter um planejamento organizado pode fazer a diferença na saúde dos brasileiros”, afirma o médico de família e comunidade e diretor científico e cultural da Amrigs, Marcos Vinícius Ambrosini Mendonça.  

A AMRIGS está atenta aos acontecimentos e apoia a medida do Ministério da Saúde. Segundo o diretor de Comunicação da AMRIGS, médico cirurgião do aparelho digestivo e cirurgião geral, Juliano Chibiaque, é fundamental que haja um respaldo para todos os profissionais envolvidos.

“É importante que haja um treinamento adequado para que a população tenha todo o suporte necessário. Também reforçamos uma preocupação que já existe que é a do uso de EPIs pelos profissionais que são importantíssimos. Temos visto, em muitos países, uma alta taxa de infecção por quem está atuando na linha de frente”, afirma.

O cadastro pode ser feito através do link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/04/2020 0 Comentários 631 Visualizações
Variedades

AMRIGS reforça pedido para que população mantenha cuidados rigorosos na prevenção da Covid-19

Por Gabrielle Pacheco 02/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Durante o período de pandemia do novo coronavírus, o objetivo do Governo do Estado do Rio Grande do Sul é estruturar a rede de serviços hospitalares para atendimento emergencial à população, fazendo o monitoramento dos casos suspeitos e confirmados. O governador do RS, Eduardo Leite, em entrevista coletiva, referiu a medida como um fechamento excepcional e temporário. De acordo com o Palácio Piratini, ela é válida para todas as instituições de ensino do Rio Grande do Sul, como escolas estaduais, municipais e universidades, públicas e particulares. O decreto garante a manutenção dos serviços essenciais, como supermercados e farmácias, e também dos setores responsáveis pela assistência a esses serviços. Estabelecimentos de alimentação podem operar no sistema de tele-entrega ou “pegue e leve”.

A Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS), apesar de compreender os danos causados à economia do estado, vê a medida como de extrema necessidade e pede a compreensão da população para que a doença seja contida.

“Gostaria de pedir a todos que seguissem as orientações oficiais do Ministério da Saúde e do Governo do Estado, para que continuemos em quarentena, a fim de evitar a disseminação do coronavírus. Na medida do possível, fiquem em suas casas. Tomem todos os cuidados amplamente divulgados com a higienização das mãos, cuidando muito com a limpeza de ambientes onde tocamos para que, com isso, venhamos a proteger nossa família e todos que mantemos contato”, afirma o diretor de Comunicação da AMRIGS, e médico cirurgião do aparelho digestivo e cirurgião geral, Juliano Chibiaque.

No âmbito municipal, a Prefeitura de Porto Alegre publicou, na madrugada de quarta-feira, 1º, um decreto que estabelece estado de calamidade pública na cidade (desde o dia 17 de março, o município estava em situação de emergência). A principal mudança é que, com o novo texto, o executivo municipal está autorizado a realizar despesas extraordinárias e a transferir recursos de uma área para outra, de acordo com a previsão legal. As medidas de restrição que envolvem comércio, serviços e circulação de pessoas estão prorrogadas até o dia 30 de abril.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/04/2020 0 Comentários 388 Visualizações
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