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Cidades

Defesa Civil atualiza alerta de risco hidrológico para regiões do RS

Por Jonathan da Silva 17/06/2025
Por Jonathan da Silva

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul emitiu um novo aviso hidrológico com vigência de 17 a 20 de junho, indicando risco de elevação nos níveis dos rios em praticamente todo o estado. O alerta é consequência das chuvas intensas registradas nos dias mais recentes e da previsão de novos acumulados significativos, especialmente no centro e na metade oeste do território gaúcho.

Segundo o comunicado do órgão, os rios apresentam tendência de elevação com limiares variando entre normalidade e cota de alerta. O rio Ibirapuitã, em Alegrete, já atingiu cota de inundação. As áreas destacadas em amarelo e laranja no mapa hidrológico oficial estão sob condições de atenção e alerta, respectivamente, devido à possibilidade de alagamentos em perímetros urbanos e enxurradas provocadas por chuvas intensas. Também há risco de cheias e inundações em arroios e pequenos rios sem monitoramento, além da elevação de rios maiores, com níveis variando entre normal e atenção.

Mapa de situação hidrológica da Defesa Civil do RS

Cidades com risco de inundação

  • Rio Ibirapuitã, em Alegrete
  • Rio Ibicuí, em Manoel Viana
  • Rio Santa Maria, em Rosário do Sul
  • Rio Vacacaí, em São Gabriel
  • Rio São Sepé
  • Rio Jacuí, em Cachoeira do Sul e Rio Pardo

A elevação nesses rios é atribuída aos altos volumes de chuva acumulados em suas bacias hidrográficas.

Possibilidade de deslizamentos

Além dos riscos hidrológicos, a Defesa Civil também alerta para a possibilidade de movimentos de massa (deslizamentos) em áreas vulneráveis nas regiões afetadas, o que amplia a necessidade de monitoramento e atenção por parte da população e autoridades locais.

O aviso faz parte da atuação do Governo do Estado e integra as ações do Plano Rio Grande.

Fotos: Freepik/Reprodução e Defesa Civil do Rio Grande do Sul/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/06/2025 0 Comentários 369 Visualizações
Cidades

Defesa Civil gaúcha alerta para temporais e risco de alagamentos até quinta

Por Jonathan da Silva 17/06/2025
Por Jonathan da Silva

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul alertou nesta segunda-feira (16) para a ocorrência de chuvas fortes, volumosas e persistentes até quinta-feira, 19 de junho, em grande parte do estado. O órgão prevê instabilidades com raios, temporais isolados, queda de granizo e rajadas de vento em diversas regiões. A medida visa orientar a população sobre os riscos de alagamentos urbanos, enxurradas e inundações, especialmente em locais com histórico de ocorrências.

Para alinhar a resposta à previsão, a Defesa Civil estadual realizou uma reunião com seu efetivo e forças de resposta ainda na segunda-feira. A articulação com os municípios tem como objetivo reforçar a ativação de Planos de Contingência e implementar medidas preventivas. Os alertas atualizados estão disponíveis no site da instituição.

Chuvas intensas e vento forte

A partir da tarde de segunda-feira (16), uma região de baixa pressão combinada com umidade vinda do Norte do país favorece a formação de chuvas moderadas a fortes nas regiões Oeste, Missões, Campanha e parte do Centro, com acumulados entre 40 e 90 mm/dia. Na Costa Doce e Sul, os volumes devem ficar abaixo de 40 mm/dia. As rajadas de vento podem alcançar entre 60 e 80 km/h na metade norte do estado.

Na terça-feira, dia 17, as chuvas devem se intensificar em quase todo o Rio Grande do Sul, com possibilidade de raios, granizo e ventos de até 90 km/h em áreas isoladas. Os volumes diários podem atingir 90 mm nas Missões, Oeste, Centro, Noroeste e Vale do Rio Pardo. Já no Sul, Costa Doce, Vales, Região Metropolitana, Litoral Médio e Campanha, os volumes previstos ficam entre 40 e 80 mm/dia.

Persistência até quinta-feira

A quarta-feira, 18 de junho, será marcada por chuva intensa e contínua, com rajadas de vento de 50 a 80 km/h. Os volumes devem alcançar 120 mm/dia no Noroeste, Missões, parte do Centro e Vale do Rio Pardo, e variar entre 40 e 90 mm/dia na Costa Doce, Região Metropolitana, Litoral Médio e Litoral Norte. Nas demais regiões, os acumulados devem ficar abaixo de 40 mm/dia.

Na quinta-feira, dia 19, a instabilidade continua com menor intensidade, e os acumulados devem permanecer abaixo de 30 mm/dia na maioria das áreas. No entanto, na região norte, os volumes podem chegar a 100 mm/dia, acompanhados de raios e chuvas contínuas.

Risco de enchentes e elevação de rios

Segundo a Defesa Civil, os acumulados previstos até o fim do período devem variar entre 160 e 250 mm no Oeste, Missões, Noroeste, Centro, Campanha e Sudeste. Na Costa Doce, Litoral Médio, Vales e Região Metropolitana, os volumes estimados ficam entre 100 e 150 mm. Nas áreas de fronteira com o Uruguai, Sul e Nordeste, os índices devem variar de 40 a 100 mm.

A partir de quarta-feira, dia 18, há risco de transbordamento dos rios Ibirapuitã (em Alegrete), Santa Maria (em Rosário do Sul) e Jacuí (em Cachoeira do Sul), além de possibilidade de enchentes em arroios e pequenos rios sem monitoramento.

Cores de alerta e orientações

A Defesa Civil estadual adota um sistema de cores para indicar o nível de gravidade das situações:

  • Verde: normalidade
  • Amarelo: alerta moderado
  • Laranja: alerta alto
  • Vermelho: alerta muito alto
  • Roxo: ação imediata

As orientações variam de acordo com o grau de risco. Em alertas amarelos, a recomendação é acompanhar os canais oficiais e verificar a situação local. Em casos laranja, a população deve considerar ajustar rotinas e preparar kits de emergência. Nos níveis vermelho e roxo, a orientação é buscar abrigo imediatamente e deixar áreas de risco, evitando transitar por locais alagados.

A Defesa Civil reforça que a colaboração dos moradores é essencial, especialmente com atenção a sinais de deslizamentos, entupimentos de bueiros, segurança de telhados e árvores, e cuidados com animais domésticos. As instruções completas e atualizadas estão disponíveis nos canais oficiais do órgão e das prefeituras.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
17/06/2025 0 Comentários 284 Visualizações
Saúde

Hospital Getúlio Vargas opera com todos os leitos ocupados em Estância Velha

Por Jonathan da Silva 13/06/2025
Por Jonathan da Silva

O Hospital Municipal Getúlio Vargas (HMGV), em Estância Velha, está operando desde a quinta-feira (120 com 100% dos leitos clínicos ocupados devido ao aumento sazonal da demanda por atendimentos, comum neste período do ano, conforme comunicado da Secretaria da Saúde do município. Apesar da alta ocupação, todos os pacientes estão sendo acolhidos e atendidos conforme os protocolos de classificação de risco, que priorizam os casos mais graves e urgentes.

Com nossos leitos com 100% de ocupação, podemos ter uma limitação também em relação ao espaço de acompanhantes. Contamos com a compreensão da comunidade e reforçamos nosso compromisso permanente com a qualidade e a continuidade dos serviços prestados à população”, alerta o secretário de Saúde de Estância Velha, Yuri Campos.

A equipe do hospital está mobilizada para garantir um atendimento humanizado e eficiente, seguindo as diretrizes do Ministério da Saúde.

Atendimento específico para síndromes respiratórias

Como parte da Operação Inverno, a Prefeitura de Estância Velha disponibiliza atendimento direcionado a casos de síndromes respiratórias no Centro de Especialidades, localizado na Rua Rui Barbosa, 155, no Centro da cidade. O serviço funciona de segunda a sexta-feira, das 17h às 22h, oferecendo uma alternativa para pacientes com sintomas leves a moderados.

Vacinação contra a gripe disponível

A Secretaria Municipal da Saúde reforça que a vacinação contra a Influenza está disponível para todas as faixas etárias em todas as unidades de saúde do município. A vacina é oferecida gratuitamente para pessoas a partir dos seis meses de idade, como medida preventiva diante do aumento da circulação do vírus neste período.

Foto: PMEV/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/06/2025 0 Comentários 261 Visualizações
Cidades

Novo Hamburgo está em perigo por doenças transmitidas pelo Aedes aegypti

Por Jonathan da Silva 04/06/2025
Por Jonathan da Silva

Novo Hamburgo se encontra em estado de perigo para doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, como dengue, zika e chikungunya, conforme o segundo Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) de 2025. O relatório, divulgado pelo Projeto de Prevenção e Combate à Dengue, desenvolvido em parceria entre a Prefeitura e a Universidade Feevale, aponta um índice de infestação de 7%, o que caracteriza risco de surto.

Até o dia 31 de maio, foram registrados casos de dengue em todos os bairros de Novo Hamburgo, com concentração em Canudos e São Jorge, que somam mais de 80% dos casos confirmados. No total, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) recebeu 3.043 notificações, das quais 2.263 foram confirmadas, 380 seguem em investigação e 400 foram descartadas. Também foi registrado uma morte pela doença.

A coordenadora da Vigilância Ambiental em Saúde hamburguense, a veterinária Julyana Simões Matos, alerta para a importância de manter os cuidados mesmo com a chegada do frio. “Todos precisam fazer a sua parte. A cidade está infestada e o número de casos pode aumentar se não termos o cuidado necessário”, afirma Julyana.

Monitoramento e fiscalização

A coordenadora também explica que o município realiza fiscalizações constantes por meio da Vigilância Ambiental e dos Agentes de Combate às Endemias, que podem gerar notificações, autuações e multas, dependendo da gravidade. As equipes também são remanejadas para os bairros mais afetados quando necessário. Além disso, a Prefeitura realiza aplicação de inseticidas como medida adicional de controle.

Como funciona o LIRAa

O LIRAa é uma metodologia que permite medir rapidamente os índices de infestação. No levantamento feito entre 12 e 16 de maio, foram vistoriados 4.049 imóveis, onde os agentes coletaram 415 amostras de larvas e pupas de mosquitos, que foram analisadas no laboratório da Feevale.

Do total de amostras, 86% foram encontradas em imóveis (residências, comércios e empresas) e 14% em terrenos baldios. Os depósitos mais comuns foram pequenos recipientes móveis, como baldes, bebedouros de animais, vasos de plantas e pratinhos. Também foram encontrados focos em depósitos fixos, como piscinas e ralos, além de resíduos descartáveis.

Cuidado é visto como essencial

O coordenador do Projeto de Prevenção e Combate à Dengue da Feevale, Tiago Filipe Steffen, reforça a necessidade de manter os cuidados. “Estamos finalizando o momento mais complexo da sazonalidade da doença, mas mesmo assim, necessitamos do apoio da população para que, além de inspecionar seus imóveis na busca por depósitos com água parada, procure as unidades de saúde sempre que apresentar sintomas suspeitos”, salienta Steffen.

O coordenador destaca que eliminar criadouros agora, mesmo no inverno, impactará diretamente na redução dos casos no próximo verão. Segundo ele, os ovos do mosquito podem permanecer viáveis por mais de 400 dias, mesmo sem água.

O monitoramento e controle dependem diretamente das notificações feitas quando a população busca atendimento nas unidades de saúde, públicas ou privadas. A partir dessas notificações, a Vigilância em Saúde realiza as ações preconizadas pelo Ministério da Saúde, como visitas domiciliares, aplicação de inseticidas e controle de pontos estratégicos.

Contato e denúncias

O Projeto de Extensão de Combate e Prevenção ao Mosquito da Universidade Feevale oferece atividades educativas em escolas, empresas e entidades comunitárias, que podem ser agendadas pelo e-mail projetodengue@feevale.br.

Denúncias sobre focos do mosquito podem ser feitas pela ouvidoria SUS, pelo WhatsApp (51) 99831-6500

Foto: Adriana Seibert/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/06/2025 0 Comentários 349 Visualizações
Saúde

Frio aumenta riscos de doenças respiratórias e dores articulares em pets

Por Jonathan da Silva 03/06/2025
Por Jonathan da Silva

Com a chegada do inverno, cães e gatos podem ser afetados por doenças respiratórias, dores articulares e até complicações cardíacas, especialmente filhotes, animais idosos ou com condições pré-existentes. O médico-veterinário Jean Schoingele, do Grupo Hospitalar Pet Support, tem alertado para estes riscos e reforçado a necessidade de cuidados específicos durante os dias de frio no Rio Grande do Sul.

De acordo com Schoingele, as baixas temperaturas são um fator de risco para o desenvolvimento de traqueobronquites, conhecidas como “tosse dos canis”, além do agravamento de doenças articulares como displasia coxofemoral e artrose. “No inverno, é comum observarmos um aumento nos casos de traqueobronquites. Além disso, doenças articulares como a displasia coxofemoral e a artrose tendem a se agravar, causando dor e limitações de mobilidade nos animais”, afirma o especialista.

Sinais de alerta

O veterinário orienta que tutores fiquem atentos a sinais como tosse seca, espirros frequentes, secreção nasal, dificuldade para se levantar e resistência ao movimento. “Se o pet começa a apresentar tosse seca, espirros frequentes, secreção nasal, mancar ao levantar ou demonstrar resistência ao movimento, é fundamental procurar atendimento veterinário. São indícios de que algo pode estar errado”, explica Schoingele.

Cuidados recomendados

Entre as principais recomendações, o médico-veterinário destaca medidas simples para proteger os animais no inverno:

  • Ambiente aquecido: “Evite deixar o pet em áreas externas ou com corrente de ar. Camas com cobertores e mantas ajudam a manter o corpo aquecido.”
  • Roupas adequadas: “Para animais de pelagem curta, filhotes e idosos, o uso de roupas é altamente recomendado, desde que não impeça os movimentos e que seja trocado com frequência.”
  • Banhos com cautela: “No frio, os banhos devem ser espaçados, sempre com água morna e secagem completa. O ideal é usar secador em temperatura amena.”
  • Alimentação e hidratação: “Alguns pets comem mais no inverno, mas isso precisa ser controlado para evitar ganho de peso. A hidratação continua sendo fundamental.”

Vacinação é essencial

Schoingele também reforça a importância de manter a vacinação em dia, especialmente contra doenças respiratórias. “Algumas viroses, como a gripe canina, se espalham mais facilmente em ambientes fechados ou com aglomeração de animais. A vacinação é a principal forma de proteger nossos companheiros”, pontua o médico-veterinário.

O Grupo Hospitalar Pet Support conta com unidades em Porto Alegre, Novo Hamburgo e Xangri-Lá.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/06/2025 0 Comentários 276 Visualizações
Saúde

Especialista alerta para aumento de doenças respiratórias e de garganta com o frio

Por Jonathan da Silva 30/05/2025
Por Jonathan da Silva

Com a chegada das estações mais frias do ano, o otorrinolaringologista Dr. Bruno Netto, integrante da equipe médica da VS Clinic, clínica multidisciplinar do Dr. Victor Sorrentino, tem alertado para o crescimento no número de casos de infecções respiratórias e de garganta na população. As principais causas apontadas pelo especialista são o tempo seco, as mudanças bruscas de temperatura e o aumento da permanência em ambientes fechados e pouco ventilados.

De acordo com o Dr. Bruno Netto, doenças como gripe, resfriado, sinusite, amigdalite e bronquite são frequentes nesta época do ano e podem afetar pessoas de todas as idades. O especialista explica que a maior permanência em locais fechados facilita a propagação de vírus e bactérias. “Além disso, o ar seco resseca as mucosas das vias respiratórias, reduzindo a proteção natural do organismo contra infecções”, afirma o otorrinolaringologista.

O especialista também esclarece a diferença entre infecções virais e bacterianas. “Os vírus são responsáveis por doenças como gripes e resfriados, cujos sintomas costumam ser mais leves, com febre moderada e secreção nasal clara. Já infecções bacterianas, como a amigdalite e a sinusite, tendem a apresentar febre mais alta e persistente, secreção nasal amarelada ou esverdeada e, muitas vezes, a presença de pus na garganta”, explica Netto. O tratamento varia de acordo com o agente causador. “Enquanto as viroses costumam ser autolimitadas e tratadas com repouso e hidratação, infecções bacterianas podem exigir o uso de antibióticos”, complementa o integrante da VS Clinic.

Baixa umidade e uso de aquecedores agravam sintomas

O médico também chama atenção para os efeitos do clima seco e do uso excessivo de aquecedores. “A baixa umidade do ar resseca as vias aéreas, deixando a mucosa mais vulnerável à ação de microrganismos. O uso frequente de aquecedores agrava essa situação, reduzindo ainda mais a umidade do ambiente”, afirma Netto.

Para minimizar esses impactos, o especialista recomenda manter uma hidratação adequada, utilizar umidificadores de ar ou bacias com água nos ambientes e realizar lavagens nasais com soro fisiológico para preservar a umidade das vias respiratórias.

Prevenção passa por higiene e imunidade

Entre as medidas preventivas, o médico destaca a importância de manter bons hábitos de higiene e cuidados com a alimentação. “Lavar as mãos com frequência, evitar levar as mãos ao rosto, manter os ambientes ventilados e reforçar a alimentação com alimentos ricos em vitaminas e minerais são medidas essenciais”, salienta Netto.

O otorrinolaringologista também sugere o consumo de alimentos específicos. “Frutas cítricas, como laranja e limão, ajudam a fortalecer a imunidade, assim como alimentos ricos em zinco, como castanhas e carnes. O própolis e o mel também são aliados naturais na proteção da garganta”, explica o médico.

Grupos vulneráveis e sinais de alerta

 O Dr. Bruno Netto reforça a necessidade de atenção especial com crianças e idosos. “Nas crianças, é importante evitar locais fechados e com aglomeração, além de garantir uma boa hidratação. Já nos idosos, a prática de atividades físicas para fortalecimento da imunidade e a atenção aos primeiros sintomas de infecção são fundamentais”, destaca o médico. Segundo o especialista, em idosos, infecções respiratórias podem evoluir rapidamente para complicações como pneumonia.

Alguns sintomas indicam a necessidade de buscar atendimento médico. “Febre alta por mais de três dias, dificuldade para respirar, piora dos sintomas após cinco dias, secreção com pus e fadiga extrema são sintomas que merecem atenção. Se o paciente apresentar algum desses sinais, é fundamental buscar atendimento médico para avaliar a necessidade de exames ou tratamentos específicos”, finaliza Netto.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/05/2025 0 Comentários 292 Visualizações
Saúde

Fibrossarcoma oral em cães exige diagnóstico precoce

Por Jonathan da Silva 30/05/2025
Por Jonathan da Silva

O fibrossarcoma oral é um tumor maligno que afeta a cavidade bucal dos cães, caracterizado pelo crescimento localmente agressivo e pela possibilidade de recidiva. Embora seja considerado um tumor raro, exige atenção dos tutores, uma vez que o diagnóstico precoce é essencial para o sucesso do tratamento. De acordo com a médica-veterinária Izadora Chamun Gil, do Grupo Hospitalar Pet Support, os principais sintomas são dificuldade para se alimentar, salivação excessiva, mau hálito, sangramento na boca e, em casos mais avançados, deformidades faciais.

É fundamental que os tutores estejam atentos a qualquer alteração na cavidade oral de seus pets e busquem avaliação veterinária ao menor sinal de anormalidade”, orienta a veterinária Izadora Chamun Gil.

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico do fibrossarcoma oral é realizado por meio de exames clínicos, biópsia e exames de imagem, como radiografias ou tomografias, que permitem avaliar a extensão do tumor e a possibilidade de metástases.

O tratamento mais indicado é a remoção cirúrgica do tumor com margens amplas, buscando a retirada completa. Dependendo do estágio da doença e da localização, a cirurgia pode ser associada a eletroquimioterapia ou quimioterapia.

Caso de sucesso

A médica-veterinária Izadora Chamun Gil acompanhou o caso do cão Júnior, de seis anos, que foi diagnosticado com fibrossarcoma oral e passou por tratamento no Grupo Hospitalar Pet Support. “Júnior apresentou excelente recuperação após a cirurgia, sem sinais de recidiva até o momento. Esse caso reforça a importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado. Por isso, check-ups regulares e atenção aos sinais clínicos são fundamentais”, afirma Izadora.

A tutora de Júnior, Priscila Cezar, conta que percebeu o problema quando seu esposo notou uma espécie de “bola” dentro da boca do animal durante uma brincadeira. “Fomos ao veterinário de imediato, fizemos uma primeira cirurgia em outra clínica, mas em uma semana o tumor voltou ainda maior”, relatou Priscila.

Após o insucesso da primeira intervenção, a família buscou atendimento no Grupo Hospitalar Pet Support. “Na primeira clínica, disseram que não havia mais o que fazer, além de controlar a dor até o fim. Mas, por indicação de uma colega, fomos ao Pet Support. Lá, a Dra. Letícia nos deu outra perspectiva, nos deu esperança”, contou a tutora.

Júnior passou por uma nova cirurgia, desta vez bem-sucedida. “Conseguimos retirar todo o tumor, que já se alastrava para a cavidade nasal. O tumor foi para biópsia e se confirmou ser maligno, mas com baixa possibilidade de metástase”, explicou Priscila.

Atenção aos sinais

O Grupo Hospitalar Pet Support alerta que o diagnóstico precoce é fundamental para aumentar as chances de recuperação dos animais. O acompanhamento regular com profissionais especializados permite identificar sinais ainda no início, o que facilita o tratamento e melhora a qualidade de vida dos pets.

Mais detalhes estão disponíveis no site petsupport.com.br. O Grupo conta com unidades em Porto Alegre, Novo Hamburgo e Xangri-Lá, mas a orientação vale para tutores de cães em qualquer lugar do país: atenção aos sinais e busca por atendimento especializado são fundamentais no combate a tumores orais em animais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/05/2025 0 Comentários 322 Visualizações
Variedades

Psicóloga alerta para riscos de depressão sazonal com a chegada do frio no RS

Por Jonathan da Silva 28/05/2025
Por Jonathan da Silva

Com a previsão de frio intenso no Rio Grande do Sul já a partir deste mês de maio, a coordenadora do curso de Psicologia da Faculdade Anhanguera, Raquel Correa da Silva, tem alertado para os riscos do desenvolvimento da depressão sazonal, também conhecida como Transtorno Afetivo Sazonal (TAS). O fenômeno costuma ocorrer principalmente no outono e no inverno, períodos com menor incidência de luz solar, o que pode impactar no humor e no sono das pessoas.

De acordo com o Climatempo Meteorologia, o estado enfrenta uma instabilidade meteorológica intensa, impulsionada por um sistema de baixa pressão sobre o interior do continente, além da formação de uma frente fria que tem causado temporais em várias regiões. Essa mudança no clima reforça a necessidade de atenção para os impactos na saúde mental da população.

A psicóloga explica que a depressão sazonal está relacionada à diminuição da luz solar, que interfere no relógio biológico (ritmo circadiano) e nos níveis dos neurotransmissores serotonina e melatonina, responsáveis por regular o humor e o sono.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 5% da população mundial sofre com esse tipo de depressão. Raquel destaca que as causas não são totalmente compreendidas, mas estão associadas aos impactos da menor exposição solar no organismo. “Expor-se à luz solar durante o dia pode ajudar a regular o humor e os padrões de sono, contribuindo para uma melhora significativa nos sintomas”, orienta a psicóloga.

Atividades recomendadas para prevenção

A especialista também recomenda a prática de atividades físicas e uma alimentação equilibrada como formas de prevenção. “O exercício físico libera endorfinas, neurotransmissores responsáveis pela sensação de bem-estar, além de melhorar a qualidade do sono e reduzir os níveis de estresse. Essas atividades podem incluir caminhadas rápidas ou sessões de yoga”, explica Raquel. A psicóloga acrescenta que “priorizar alimentos ricos em nutrientes, como frutas, legumes, grãos integrais e proteínas magras, pode fornecer ao corpo a energia necessária para enfrentar os desafios do dia a dia”.

Tratamentos para depressão sazonal

Entre as alternativas de tratamento, a psicóloga Raquel Correa da Silva destaca a fototerapia, a psicoterapia, a suplementação de vitamina D, mudanças no estilo de vida e até mesmo o uso de medicamentos.

  • Terapia de Luz (fototerapia): exposição a uma luz artificial brilhante que imita a luz natural. É um dos tratamentos mais comuns e eficazes.
  • Medicamentos: uso de antidepressivos, como inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS), que ajudam a regular os níveis de serotonina no cérebro.
  • Psicoterapia: métodos como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) auxiliam no enfrentamento dos sintomas e na mudança de padrões de pensamento negativos.
  • Mudanças no estilo de vida: passar mais tempo ao ar livre, aumentar a exposição à luz natural, praticar exercícios e manter uma dieta saudável.
  • Suplementação de vitamina D: indicada em alguns casos, especialmente quando há deficiência devido à baixa exposição ao sol.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2025 0 Comentários 364 Visualizações
Cidades

Inmet alerta para perigo de chuvas intensas no RS

Por Jonathan da Silva 28/05/2025
Por Jonathan da Silva

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de chuvas intensas para o Rio Grande do Sul entre as 13h desta quarta-feira, 28 de maio, e as 12h de quinta-feira, dia 29. O aviso, classificado com o grau de severidade “Perigo”, abrange as regiões Metropolitana de Porto Alegre e Vales do Rio Pardo e Taquari, além de parte do Vale do Jacuí e do litoral norte.

De acordo com o Inmet, a previsão indica chuvas entre 30 e 60 mm por hora ou entre 50 e 100 mm ao dia, além de ventos intensos de 60 a 100 km/h. Há risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

Cidades que podem ser atingidas

  • Alvorada
  • Arambaré
  • Araricá
  • Arroio dos Ratos
  • Balneário Pinhal
  • Barão do Triunfo
  • Barra do Ribeiro
  • Bom Princípio
  • Bom Retiro do Sul
  • Brochier
  • Butiá
  • Cachoeirinha
  • Camaquã
  • Campo Bom
  • Canoas
  • Capivari do Sul
  • Capela de Santana
  • Caraá
  • Cerro Grande do Sul
  • Charqueadas
  • Chuvisca
  • Cidreira
  • Cruzeiro do Sul
  • Dois Irmãos
  • Dom Feliciano
  • Eldorado do Sul
  • Estância Velha
  • Esteio
  • Estrela
  • Fazenda Vilanova
  • Feliz
  • General Câmara
  • Glorinha
  • Gravataí
  • Guaíba
  • Harmonia
  • Igrejinha
  • Imbé
  • Ivoti
  • Lajeado
  • Lindolfo Collor
  • Linha Nova
  • Maratá
  • Mariana Pimentel
  • Mato Leitão
  • Minas do Leão
  • Montenegro
  • Morro Reuter
  • Mostardas
  • Nova Hartz
  • Nova Santa Rita
  • Novo Hamburgo
  • Osório
  • Palmares do Sul
  • Pantano Grande
  • Pareci Novo
  • Parobé
  • Passo do Sobrado
  • Paverama
  • Picada Café
  • Poço das Antas
  • Portão
  • Porto Alegre
  • Presidente Lucena
  • Rio Pardo
  • Rolante
  • Salvador do Sul
  • Santa Cruz do Sul
  • Santa Maria do Herval
  • Santo Antônio da Patrulha
  • São Jerônimo
  • São José do Hortêncio
  • São José do Norte
  • São José do Sul
  • São Leopoldo
  • São Sebastião do Caí
  • Sapiranga
  • Sapucaia do Sul
  • Sentinela do Sul
  • Sertão Santana
  • Tabaí
  • Tapes
  • Taquara
  • Taquari
  • Tavares
  • Teutônia
  • Tramandaí
  • Triunfo
  • Tupandi
  • Vale Verde

Instruções de segurança

O Inmet orienta que, em caso de rajadas de vento, as pessoas não se abriguem debaixo de árvores, devido ao risco de queda e descargas elétricas, e evitem estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. Também é recomendado, se possível, desligar aparelhos elétricos e o quadro geral de energia.

O órgão reforça que a população pode obter mais informações e orientações junto à Defesa Civil, pelo telefone 199, e ao Corpo de Bombeiros, pelo telefone 193.

Foto: Yuliya Kireyonok/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
28/05/2025 0 Comentários 361 Visualizações
Cidades

Defesa Civil gaúcha emite alerta de risco para deslizamentos em cinco cidades

Por Jonathan da Silva 28/05/2025
Por Jonathan da Silva

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul emitiu nesta quarta-feira (28) um alerta de risco moderado para deslizamentos pontuais de terra nas cidades de Caxias do Sul, Alto Feliz, Igrejinha, Bom Princípio e Três Coroas. O aviso é válido até a manhã de quinta-feira, 29 de maio.

Em Caxias do Sul, na serra gaúcha, o estado alerta segue até às 6h30min desta quinta. Para Alto Feliz, na Encosta da Serra, e Igrejinha, no Vale do Paranhana, a validade vai até às 8h da mesma quinta-feira. Já em Bom Princípio, no Vale do Caí, e Três Coroas, no Vale do Paranhana, o risco permanece até às 8h10min do mesmo dia.

De acordo com a Defesa Civil Estadual, o alerta foi emitido com base nas informações do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), que identificou condições favoráveis à ocorrência de eventos geológicos, como deslizamentos de terra.

Orientações à população

A recomendação da Defesa Civil é que a população evite áreas de risco, como encostas, morros e locais com histórico de deslizamentos. Em casos de emergência, os telefones indicados para a comunidade são o 190, da Brigada Militar, e o 193, do Corpo de Bombeiros.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
28/05/2025 0 Comentários 384 Visualizações
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