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Projetos especiais

Ajuris e Fundação O Pão dos Pobres lançam Central de Justiça Restaurativa em Porto Alegre

Por Jonathan da Silva 08/07/2025
Por Jonathan da Silva

A Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris) e a Fundação O Pão dos Pobres formalizaram na quinta-feira (3) a criação da Central Escola de Práticas Restaurativas – Central do Pão, em Porto Alegre. O projeto, inédito no estado, tem como objetivo integrar práticas de justiça restaurativa ao cotidiano de acolhimento e educação de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social.

A central funcionará como um centro permanente de formação, atendimento e articulação. A proposta foi apresentada durante reunião do Comitê Estadual da Justiça Restaurativa no Tribunal de Justiça do RS, com a participação de representantes do Judiciário, do Ministério da Educação (MEC) e da rede de proteção à infância e juventude.

De acordo com o desembargador Leoberto Brancher, coordenador do projeto na Ajuris, a iniciativa é resultado de uma construção coletiva. “A Central do Pão é fruto de uma longa construção. Representa o compromisso com a continuidade de políticas públicas e com um novo jeito de conviver, baseado na escuta e na pacificação das relações desde a base social. Funcionará também como uma antena de irradiação metodológica e cultural, com potencial de replicação em escolas, serviços e comunidades, tendo Porto Alegre como ponto de partida para demais territórios”, afirmou Brancher.

Convite à transformação

Sob supervisão técnica da Escola da Magistratura da Ajuris, o projeto já iniciou formações com equipes internas e começa a atuar diretamente com adolescentes por meio de oficinas, rodas de conversa e círculos restaurativos. A meta é consolidar um modelo que possa ser reproduzido em diferentes contextos sociais e educacionais.

O gerente da Fundação O Pão dos Pobres, João Rocha, destaca o potencial transformador da proposta. “A Central do Pão, em parceria com a Ajuris, é um convite à transformação. Essa abordagem, que prioriza a responsabilização e a reparação do dano por meio do diálogo e da participação ativa de todos os envolvidos, contribui para a construção de comunidades mais justas e pacíficas”, pontuou Rocha.

Para a coordenadora da Central, Raísa Storniolo Garcez, o trabalho começa com prevenção. “Não é apenas uma escola. É uma semente de mudança, renovação e evolução. Nosso foco é atuar na base, onde se previne a violência e se cultiva a paz”, salientou Raísa.

Integração com políticas públicas

O projeto foi incluído na agenda do programa Escola que Protege, do MEC, que reconhece práticas restaurativas como recurso para promover segurança e participação nos ambientes educacionais. Thaís Dias Luz Borges Santos, coordenadora-geral de Acompanhamento e Combate à Violência nas Escolas pelo MEC, acompanhou o lançamento. “A política pública precisa ser construída com os territórios. A Central do Pão representa esperança e articulação concreta entre educação, justiça e comunidade”, comentou Thaís.

O professor Afonso Armando Konzen, da equipe docente da Justiça Restaurativa na Escola da Ajuris, reforçou a importância da proposta. “Acreditamos no potencial transformador da Justiça Restaurativa dentro das escolas. Queremos não apenas validar essa prática, mas vivenciar seus efeitos reais na convivência, na segurança e no pertencimento escolar”, ressaltou Konzen.

Mobilização de apoio

A cerimônia de lançamento contou com representantes do Tribunal de Justiça do RS, Ministério Público, Secretaria Estadual da Educação, Prefeitura de Porto Alegre e demais entidades da rede de proteção à infância e juventude. A Orquestra Jovem do Rio Grande do Sul se apresentou no evento. Para garantir a sustentabilidade do projeto, a Ajuris lançou uma campanha de doações entre seus associados, com possibilidade de incentivo fiscal.

Foto: Márcio Daudt/TJRS/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/07/2025 0 Comentários 285 Visualizações
Projetos especiais

Porto Alegre terá Central de Justiça Restaurativa voltada à infância e juventude

Por Jonathan da Silva 25/06/2025
Por Jonathan da Silva

A Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris) e a Fundação O Pão dos Pobres lançarão a Central Escola de Práticas Restaurativas – Central do Pão no próximo dia 3 de julho, às 9h, no Tribunal de Justiça do RS. A iniciativa, voltada à prevenção da violência e à reconstrução de vínculos com crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, funcionará na sede da Fundação O Pão dos Pobres, em Porto Alegre.

A Central do Pão é resultado de uma cooperação entre a Ajuris e a Fundação, com objetivo de institucionalizar práticas restaurativas no cotidiano de uma organização que atende mais de 1.400 jovens. O protocolo de parceria será formalizado durante reunião do Comitê Estadual da Justiça Restaurativa, no prédio do Tribunal de Justiça, em Porto Alegre.

De acordo com o coordenador do projeto na Ajuris, desembargador Leoberto Brancher, o projeto representa uma nova fase no trabalho de difusão da Justiça Restaurativa no estado. “Estamos diante de um marco simbólico e transformador. Após 25 anos de construção da Justiça Restaurativa no Rio Grande do Sul, duas décadas de atuação multiplicadora da Escola da Ajuris, damos agora um passo inédito: materializamos nesse projeto nossa política de entrega à sociedade dessa tecnologia social como domínio público”, afirma Brancher. “Funcionará também como uma antena de irradiação metodológica e cultural, com potencial de replicação em escolas, serviços e comunidades, tendo Porto Alegre como ponto de partida para o RS e para o país”, completa o desembargador.

Atividades com adolescentes já começaram

A implementação da Central já teve início com ações voltadas a lideranças, gerentes e equipes da instituição. A próxima fase envolverá diretamente os adolescentes atendidos, com rodas de conversa, círculos restaurativos e formações voltadas à convivência e resolução de conflitos.

O gerente da Fundação O Pão dos Pobres, João Rocha, destaca o impacto institucional da iniciativa. “Inserir as práticas restaurativas em nossa rotina significa criar uma nova cultura institucional, baseada no diálogo, na escuta e na responsabilização de forma mais humanizada e, portanto, sustentável. É uma mudança profunda e necessária”, salienta Rocha.

Entre os objetivos estratégicos da Central estão o fortalecimento da rede de proteção à infância e juventude, a articulação com instituições públicas e a criação de um modelo replicável em outros territórios. A proposta também integra a agenda do programa “Escola que Protege”, do Ministério da Educação (MEC), cuja equipe estará presente no evento de lançamento.

Sustentabilidade e apoio institucional

A sustentabilidade do projeto será garantida por meio de uma campanha de doações liderada pela Ajuris entre seus associados, com incentivo fiscal, além do aporte de recursos próprios pela Fundação O Pão dos Pobres.

Para o presidente da Ajuris, Cristiano Vilhalba Flores, a iniciativa reafirma o papel da associação na promoção da cultura de paz. “A Ajuris completa 81 anos reafirmando seu compromisso com a inovação e os direitos humanos. Seguimos levando a experiência formadora da nossa Escola da Magistratura para além do Judiciário, contribuindo com a construção de uma cultura de paz desde a base social”, pontua Vilhalba Flores.

Serviço

  • O quê: Lançamento da Central Escola de Práticas Restaurativas – Projeto Central do Pão
  • Quando: 3 de julho (quinta-feira), às 9h
  • Onde: Tribunal de Justiça do RS (Av. Borges de Medeiros, 1565, Auditório do 13º andar, Porto Alegre)
  • Quanto: Entrada gratuita
Foto: Zé Carlos de Andrade/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/06/2025 0 Comentários 298 Visualizações

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