Mais vistas
Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional...
Cavalgada Para Elas mobiliza Novo Hamburgo contra o feminicídio
Obras de contrapartida ampliam drenagem em Novo Hamburgo
Fórmula Truck reúne cerca de 15 mil pessoas em Santa...
Aliança Francesa Porto Alegre celebra o Dia Internacional da Francofonia...
CPI critica modelo de pedágios no Rio Grande do Sul
Etapa da Fórmula Truck movimenta Santa Cruz do Sul
Show gratuito de Xande de Pilares será atração da Semana...
La Fabbrica Juventus conquista selo ‘Aqui tem Nutricionista’ e é...
Amrigs empossa novas diretorias das Sociedades de Especialidades Médicas e...
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Tag:

AGU

Business

AGU cobra R$ 10 bilhões devidos a autarquias federais

Por Gabrielle Pacheco 05/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Advocacia-Geral da União (AGU) está cobrando atualmente R$ 10,3 bilhões em créditos que empresas e pessoas físicas devem às 124 autarquias federais. Na maior parte, os valores são relativos a multas aplicadas pelas entidades públicas.

Só no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), que aplica multas por infrações nas rodovias federais, por exemplo, os créditos chegam a R$ 3,45 bilhões.

Para fazer a cobrança, o primeiro passo adotado pela Procuradoria-Geral Federal (PGF) é a conciliação, que possibilita a negociação da dívida e o pagamento em parcelas. Se não houver acordo, o nome do devedor é negativado e vai a protesto em cartórios. Só depois dessa fase que é requerida a execução fiscal, ou seja, a cobrança judicial. Atualmente, a AGU cobra R$ 9,5 bilhões devidos às autarquias em 61 mil processos na Justiça.

Mas o coordenador-geral de cobrança da PGF, procurador federal Fábio Munhoz, explica que cerca de 90% dos créditos que as autarquias federais têm para receber são inferiores a R$ 100 mil e podem ser cobrados por meio de conciliação e de protesto.

“A cobrança extrajudicial é mais interessante para o erário na medida em que é muito mais rápida, principalmente o protesto. Grande parte do que é recuperado do crédito público é via protesto e ocorre em três dias”, detalha Munhoz.

Para as cobranças judiciais, a PGF adota dois critérios: as dívidas precisam ser superiores a R$ 100 mil e o devedor deve ter bens que possam ser utilizados para o pagamento dela.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/09/2019 0 Comentários 417 Visualizações
Business

AGU veda atividades privadas de mediação para membros 

Por Gabrielle Pacheco 02/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Advocacia-Geral da União (AGU) publicou nesta sexta-feira (30), no Diário Oficial da União, a Orientação Normativa nº 57. O texto define que o exercício de atividades de mediação, arbitragem, conciliação e negociação na esfera do direito privado, assim como as de compliance, é incompatível com o exercício dos cargos das carreiras jurídicas da AGU e de suas unidades vinculadas.

Isso significa que advogados da União e procuradores federais, assim como procuradores da Fazenda Nacional e do Banco Central, não poderão atuar em atividades de soluções alternativas de conflito envolvendo unicamente empresas ou instituições privadas.

A orientação foi elaborada a partir das análises e conclusões técnicas dispostas em parecer recente, que dispôs sobre a viabilidade do exercício de atividades de conciliação na esfera privada por advogados públicos.

A norma tem como objetivo dar mais transparência e evitar conflitos de interesse nas atividades de solução alternativa de conflitos jurídicos e da redução de litigiosidade.

Os membros da AGU que estiverem atuando nas atividades citadas na orientação terão prazo improrrogável de 60 dias para interromper as mesmas.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
02/09/2019 0 Comentários 498 Visualizações
Uncategorized

AGU cobra R$ 3,6 bilhões de autores de irregularidades

Por Gabrielle Pacheco 22/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Advocacia-Geral da União (AGU) cobra R$ 3,6 bilhões em 1.116 ações ajuizadas contra autores de irregularidades nos primeiros sete meses deste ano. Na lista estão ações de improbidade, execução de condenações impostas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e outros pedidos de ressarcimento ao erário e cobranças por ilícitos cometidos por ex-agentes públicos ou particulares.

As ações foram movidas por unidades da AGU vinculadas ao Departamento de Patrimônio e Probidade da Procuradoria-Geral da União (DPP/PGU/AGU), que em apenas oito meses (dezembro do ano passado e julho deste ano) conseguiram recuperar efetivamente R$ 472 milhões para os cofres da União com os processos de combate à corrupção e uso irregular de recursos públicos – mais do que o montante arrecadado nos doze meses anteriores (entre dezembro/2017 e novembro/2018), R$ 462 milhões.

Juntamente com a Controladoria-Geral da União, a AGU também conseguiu assegurar o ingresso de outros R$ 1,5 bilhão somente em 2019 por meio de pagamentos feitos por empresas que celebraram acordos de leniência, sendo R$ 419 milhões pagos à União e o restante às demais entidades lesadas pelas irregularidades, como a Petrobras.

No total, as empresas que assinaram acordos de leniência se comprometeram a pagar R$ 11,2 bilhões, dos quais R$ 3,1 bilhões já foram efetivamente pagos e revertidos para a União e as demais entidades lesadas.

Serviços

Somados os valores recuperados com ações judiciais (R$ 472 milhões) e os recebidos por meio dos acordos de leniência (R$ 419 milhões), a atuação da AGU e da CGU na área garantiu o ingresso de quase R$ 900 milhões nos cofres da União em 2019.

“São recursos que se revertem ao Tesouro Nacional para utilização nos fins previstos na nossa legislação orçamentária, ou seja, que vão se transformar em serviços para a sociedade”, assinala o diretor do DPP, Vanir Fridriczewski.

Segundo o dirigente, iniciativas como a criação de equipes regionais dedicadas exclusivamente à recuperação recursos desviados e do Grupo de Ajuizamento Decorrente de Acordos de Leniência (Graal) contribuíram para o resultado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/08/2019 0 Comentários 628 Visualizações
Notícias mais recentes
Notícias mais antigas

Edição 303 | Fev 2026

Entrevista | Marlos Schmidt projeta resultados da Fimec 2026

Moda | Destaque no mercado internacional: Juliana Schmitt

Turismo | Confira os encantos da Serra Gaúcha durante da Vindima

Agronegócio | Expoagro Afubra chega à 24ª edição com extensa programação

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional de desburocratização

  • 2

    Cavalgada Para Elas mobiliza Novo Hamburgo contra o feminicídio

  • 3

    Obras de contrapartida ampliam drenagem em Novo Hamburgo

  • 4

    Fórmula Truck reúne cerca de 15 mil pessoas em Santa Cruz

  • 5

    Aliança Francesa Porto Alegre celebra o Dia Internacional da Francofonia com espetáculo de música e luzes

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO