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agronegócios

Negociação
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Afubra inicia o pagamento do auxílio danos às lavouras na terça

Por Ester Ellwanger 20/02/2022
Por Ester Ellwanger

Os associados da Afubra que tiveram suas lavouras de tabaco atingidas pelo granizo na safra 2021/2022 começam a receber seus auxílios a partir de terça-feira, 22 de fevereiro. A primeira liberação dos valores do Sistema Mutualista contempla os associados que liquidaram suas ordens de pagamento (OP) até o dia 15 de fevereiro. O montante da primeira parcela é de mais de R$ 51 milhões.

“O dinheiro é repassado de forma integral e obedece rigorosamente a forma optada pelo produtor no momento da inscrição da lavoura”, diz o tesoureiro da Afubra, Marcilio Drescher. Ele ressalta que, passada a data da primeira liberação, os demais pagamentos passam a ser semanais. O encerramento acontece quando o processo atinge todos os fumicultores com direito ao benefício.

Até o momento, a Afubra já contabiliza mais de R$ 120 milhões em auxílios a pagar aos associados. “Esse valor é referente apenas aos auxílios para as lavouras atingidas pelo granizo, pois os valores referentes à queima de estufas e auxílio funeral sempre são quitados na sequência à solicitação, no caso do auxílio funeral, e da avaliação, no caso da queima da estufa”, explica o tesoureiro. Ele ainda destaca que a safra passada encerrou com R$ 119.345.223,54, no total de auxílio pago por incidência de granizo em lavouras de tabaco.

“Até o momento, são 18.726 lavouras atingidas pelo granizo. Na safra passada, no mesmo período, esse número era de 23.986 atingidas. Porém, apesar do número ser menor, na safra 2021/2022, a incidência de granizo atingiu o tabaco já na fase desenvolvida, o que causa prejuízos maiores”, revela Drescher, ao lembrar que esse número ainda pode aumentar, já que existe cerca de 25% de tabaco ainda por ser colhido, em regiões produtoras mais tardias.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

20/02/2022 0 Comentários 553 Visualizações
Business

Programa da ABPA incentiva práticas sustentáveis na avicultura e na suinocultura

Por Ester Ellwanger 17/02/2022
Por Ester Ellwanger

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) deu início ao Programa ABPA de Incentivo às Práticas Sustentáveis, uma iniciativa que tem como objetivo aprofundar e desenvolver a adoção de estratégias de trabalho no setor produtivo sob os prismas ambiental, social e de governança corporativa.

No âmbito do programa, a ABPA lançou esta semana um guia voltado para a implantação de sistemas de energia fotovoltaica em propriedades rurais. O guia foi produzido em parceria com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) e traz informações como pontos de atenção, payback, linhas de financiamento e outros. O guia pode ser acessado por pelo link: https://bit.ly/3rMEYsN.

Ser sustentável é um propósito maior composto por diversas ações menores. É sob este norte que o programa atuará, fortalecendo iniciativas que buscam promover o desenvolvimento econômico, social e ambiental”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 

Em outra frente, a ABPA disponibilizou aos associados um guia com levantamento de todas as legislações ambientais que norteiam o trabalho da avicultura e da suinocultura do Brasil. Produzida em formato eletrônico, a cartilha reúne nas 53 páginas 24 legislações ambientais, entre instruções normativas, leis e outros, que tratam de tópicos como resíduos pecuários, Cadastro Ambiental Rural (CAR), qualidade do ar, efluentes industriais, qualidade do solo, licenciamento ambiental, entre outros. O guia foi apresentado e distribuído com uma aula gravada pela autora do documento, a responsável técnica pela Flos Ambiental, Clarissa Souza.

Além do guia de implantação de energia solar e de legislações ambientais, o Programa ABPA de Incentivo às Práticas Sustentáveis contará ainda com outros temas que envolvem a produção de materiais orientativos, como cursos e outras ações voltadas para uso da água, biodigestores, entre outros.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/02/2022 0 Comentários 782 Visualizações
Business

Exportações de ovos iniciam 2022 com alta de 42,6%

Por Ester Ellwanger 14/02/2022
Por Ester Ellwanger

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informa que as exportações brasileiras de ovos (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram em janeiro 2,316 mil toneladas, volume que supera em 42,6% o total embarcado no mesmo período de 2021, com 1,624 mil toneladas.

As vendas internacionais do setor de ovos geraram em janeiro receita de US$ 3,089 milhões, número 52,3% superior ao registrado em 2021, com US$ 2,029 milhões.

Os Emirados Árabes Unidos seguem como principais destinos das exportações de ovos, com 1,937 mil toneladas importadas em janeiro, um crescimento de 70% em relação ao mesmo período de 2021.

“Os produtores de ovos estão enfrentando custos do milho e do farelo de soja em patamares históricos, assim como os produtores de carnes de aves e de suínos. O mercado internacional tem sido uma via utilizada para diminuir a pressão desses custos sobre a rentabilidade das empresas que contam com a opção de enviar produtos para o exterior. Exatamente por isto, é esperado que as vendas para o exterior sigam em alta ao longo de 2022”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/02/2022 0 Comentários 586 Visualizações
Business

ABPA & ApexBrasil promovem exportações na Gulfood

Por Ester Ellwanger 10/02/2022
Por Ester Ellwanger

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), promoverá uma grande ação de imagem e promoção das exportações durante a Gulfood Dubai 2022, maior feira mundial voltada para o mercado de alimentos halal (que segue os preceitos islâmicos), prevista entre os dias 13 e 17 de fevereiro, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

Gestora das marcas setoriais Brazilian Chicken, Brazilian Egg, Brazilian Breeders, Brazilian Duck e Brazilian Pork, a ABPA levará para o evento 20 agroindústrias produtoras e exportadoras do setor. São elas: Agro Araçá, Aurora Alimentos, Avenorte, Bello Alimentos, C. Vale, Coasul, Copacol, Granja Faria, Gtfoods, Jaguafrangos, Lar Agroindustrial, Netto, Pamplona, Pif Paf, Rivelli Alimentos, Somave, SSA, Vibra, Villa Germania e Zanchetta.

 

Degustação

Além de encontros de negócios com importadores de todo o mundo, a iniciativa liderada pela ABPA contará com uma degustação especial, com ingredientes brasileiros em omeletes e em pratos típicos da culinária árabe — como o shawarma.

E a ação na Gulfood 2022 terá novidade: além do tradicional shawarma de frango, haverá uma versão do prato à base de carne de pato — segmento nacional que participa, pela primeira vez, do espaço organizado pela ABPA em Dubai.

Atendendo aos protocolos estabelecidos para a realização de eventos em meio à pandemia, a promoção dos atributos dos produtos brasileiros será realizada por meio de arquivos digitalizados, apresentados aos visitantes por QRCode. São materiais eletrônicos que destacam diferenciais dos produtos brasileiros como qualidade, status sanitário e sustentabilidade, além dos contatos das empresas exportadoras.

“A Gulfood marca o início de um calendário de ações anuais voltadas para o reforço às parcerias e às exportações brasileiras. Embora focada no mercado halal, a feira é global e alcança clientes dos nossos setores em todo o mundo. Nesta edição, trabalharemos com um novo produto, a carne de pato, que reforçará a já consolidada participação das agroindústrias de aves e ovos em atributos que diferenciam o Brasil como líder mundial nas exportações avícolas”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/02/2022 0 Comentários 621 Visualizações
Business

Exportações de carne suína aumentam 18,2% em janeiro

Por Ester Ellwanger 09/02/2022
Por Ester Ellwanger

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 74,6 mil toneladas em janeiro, o que supera em 18,2% os embarques registrados no mesmo período de 2021, com 63,1 mil toneladas, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

As vendas internacionais do primeiro mês de 2022 geraram receita de US$ 160,7 milhões, saldo 9,7% superior ao total obtido em janeiro do ano anterior, com US$ 146,5 milhões.

“O bom ritmo dos embarques em janeiro ajudou a reduzir a pressão sobre os custos de produção, que têm impactado severamente a atividade, frente à soma de custos que seguem em alta este ano, como o milho, a soja, embalagens e outros itens. O setor está reforçando o trabalho institucional com campanhas e ações em feiras para ampliar ainda mais as vendas internacionais”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 

Principais mercados

Entre os mercados importadores de carne suína, a China segue como principal destino, com 31,4 mil toneladas importadas em janeiro (-3,5%). Outros destaques são Filipinas, com 4,4 mil toneladas (+569,2%), Argentina, com 4,1 mil toneladas (+58,8%), Singapura, com 3,4 mil toneladas (+40,2%), Uruguai, com 3 mil toneladas (+4,1%), Japão, com 2,1 mil toneladas (+216,7%) e Rússia, com 1,6 mil toneladas (no caso do mercado russo, não há registros comparativos em relação a janeiro de 2021).

“O ano começou aquecido para as exportações de carne suína do Brasil, que aumentaram a sua presença em mercados estratégicos para o setor, como é o caso do Japão e outras nações da Ásia. Há expectativa de incremento das vendas, também, para o Leste Europeu”, analisa Luís Rua, diretor de mercados da ABPA.

 

Rio Grande do Sul

Neste primeiro mês de 2022, as exportações gaúchas de carne suína registraram queda em volume e receita, no comparativo com o mesmo período de 2021. De acordo com a ABPA, o Estado embarcou 15,69 mil toneladas em janeiro deste ano. Resultado 16,02% inferior ao registrado no ano anterior, quando foram exportadas 18,68 mil toneladas.

O valor das vendas ao exterior alcançou US$ 33,86 milhões, 26,92% menor que o registrado no mesmo mês do ano passado, quando foram negociados US$ 46,33 milhões.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/02/2022 0 Comentários 531 Visualizações
Business

Negociação de preços do tabaco encerra com assinatura de protocolo com a JTI

Por Ester Ellwanger 30/01/2022
Por Ester Ellwanger

A safra 2021/2022 já tem nova tabela de preços de tabaco acordados com a JTI. A negociação fechou com 19,25% de reajuste para o Virgínia e o Burley e R$ 1,00 de complemento para as classes de Virgínia, com qualidade superior, como plus. A JTI foi a única empresa a propor um reajuste acima do custo de produção e mais um percentual de 5 pontos percentuais de rentabilidade ao produtor de tabaco. As federações reconhecem esse acordo como um esforço da empresa para recompensar seu produtor integrado e como uma importante contribuição para o fortalecimento do sistema integrado: “uma negociação séria e construtiva que vai beneficiar os agricultores”, afirmam as entidades.

As demais empresas finalizaram a negociação sem acordo. A BAT, a China Brasil Tabacos e a Premium Tabacos apresentaram novas propostas, mas os percentuais de reajuste ficaram abaixo do esperado, não oportunizando avançar as negociações. A BAT e a Premium Tabacos propuseram índices abaixo do custo de produção e a China Brasil Tabacos apresentou apenas o reajuste do custo de produção. A Universal Leaf Tabacos e a UTC trouxeram propostas somente nessa segunda rodada de negociações, mas que ficaram muito aquém do solicitado pelas entidades. As demais empresas não trouxeram novas proposições de preço.

As reuniões de definição de preço de tabaco para safra 2021/2022 ocorreram com cada fumageira, individualmente, na sede da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), em Santa Cruz do Sul, RS, nos dias 26 e 27 de janeiro.

A Philip Morris não participou dos encontros, pois não realizou o levantamento de custo de produção em conjunto, fator determinante para participação nas negociações. As entidades estão dispostas a negociar com a empresa, desde que ela reconheça o custo de produção apurado pelas entidades.

Durante o encontro, as entidades que representam os fumicultores mostraram preocupação com a sustentabilidade do Sistema Integrado de Produção de Tabaco, em função dos percentuais apresentados: “É preciso observar o custo de produção, valorizar e proporcionar lucratividade ao produtor de tabaco. Os gastos com a atividade são o mínimo a ser pago. É preciso conceder um reajuste justo aos produtores”, reforçam as entidades representativas.

A comissão que representa os produtores de tabaco é formada pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e pelas Federações da Agricultura (Farsul, Faesc e Faep) e dos Trabalhadores Rurais (Fetag, Fetaesc e Fetaep) do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/01/2022 0 Comentários 1,K Visualizações
Business

Exportações de carne suína alcançam 1,13 milhão de toneladas em 2021

Por Ester Ellwanger 11/01/2022
Por Ester Ellwanger

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) encerraram em 2021 com total de 1,13 milhão de toneladas. É o maior resultado já alcançado pelos exportadores brasileiros em um único ano e supera em 11% o volume exportado em 2020 (antigo recorde), com 1,02 milhão de toneladas.

A receita cambial das vendas de 2021 chegou a US$ 2,641 bilhões, resultado 16,4% maior que o alcançado em 2020, com US$ 2,270 bilhões.

Em dezembro, as exportações do setor totalizaram 89,7 mil toneladas, volume 7,3% superior ao registrado no mesmo período de 2020, com 83,6 mil toneladas. Em receita, a alta chega a 0,9%, com US$ 191,53 milhões no último mês do ano passado, contra US$ 189,88 milhões em 2020.

“As exportações foram um importante instrumento ao longo do ano de 2021 para minimizar os impactos da histórica alta dos custos de produção. A Ásia continua sendo a principal região compradora de nossa carne suína e deverá permanecer em 2022 como nosso principal parceiro. A Rússia também deverá ser novamente um importante parceiro para o Brasil neste ano que se inicia,” avalia Ricardo Santin, presidente da Abpa.

 

Principais mercados

Principal destino das exportações em 2021, as vendas de carne suína para a China totalizaram 533,7 mil toneladas, volume 3,9% maior que o realizado em 2020. Outros destaques foram Chile, com 61 mil toneladas (+39,2%), Vietnã, com 44,9 mil toneladas (+11,4%), Argentina, com 37,8 mil toneladas (+97,5%) e Filipinas, com 33,4 mil toneladas (+321,5%).

 

“O status sanitário privilegiado e a confiança dos quase 100 países para os quais exportamos carne suína em 2021 sugerem um 2022 com boas expectativas para as exportações do setor, ainda mais em um cenário em que diversos países concorrentes do Brasil no cenário internacional enfrentam problemas com a peste suína africana e com outros fatores de produção”, analisa Santin.

 

Rio Grande do Sul

As exportações gaúchas de carne suína em 2021 seguiram a tendência nacional e superaram em 14,67% o volume exportado em 2020. De acordo com a ABPA, o Estado embarcou 299,66 mil toneladas nos doze meses do ano passado. No ano anterior, foram exportadas 261,32 mil toneladas.

O valor das vendas ao exterior em 2021 alcançou os US$ 713,55 milhões, 13,39% maior que o registrado em 2020, quando foram negociados US$ 629,29 milhões.

Em dezembro, o Rio Grande do Sul embarcou 22,14 mil toneladas. O desempenho foi 0,07% superior ao registrado no mesmo período de 2020, quando foram exportadas 22,13 mil toneladas. A receita foi de US$ 47,52 milhões, 8,27% menor em relação aos US$ 51,81 milhões do último mês do ano anterior.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/01/2022 0 Comentários 579 Visualizações
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