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Agosto Dourado

Variedades

Agosto Dourado reforça importância da amamentação para mães e bebês

Por Gabrielle Pacheco 06/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Menos crianças doentes, menos crianças desnutridas, menos crianças hospitalizadas, menor despesa dos sistemas de saúde para tratar as doenças devidas ao desmame precoce. Esses são apenas alguns dos benefícios que a amamentação pode oferecer. Um ato simples e de amor entre mãe e bebê.

O médico da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), e membro do Departamento Científico de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria, Roberto Mário Issler, lembra que o leite materno é o alimento adequado e completo que atende às necessidades do bebê.

“Oferece proteção contra diarreia, infecções respiratórias e combate a obesidade. O bebê que mama no peito tem menor prevalência de doenças alérgicas, asma. Além disso, há a satisfação e estímulo pelo contato com a pele da mãe, o calor do seu corpo e o som da sua voz. Oferece todos os nutrientes adequados ao crescimento saudável da criança – proteínas, gorduras, imunoglobulinas, fator bífido que protege o intestino da criança. Estudos de médio e longo prazo também mostram que crianças amamentadas têm alguns pontos de QI maior do que não amamentados”, explica.

Para a mãe, também há uma série de vantagens como a praticidade de contar com um alimento sempre pronto, praticamente sem custo e totalmente ecológico, sem nenhum desperdício de energia, embalagens e resíduos.

“Na amamentação há o prazer e satisfação do contato físico, troca de olhares, sons e odores com seu filho. Mães que amamentam exclusivamente até o sexto mês podem ficar sem menstruar durante aquele período. Menor prevalência de diabete tipo II e câncer de mama. Economia para a família, sociedade e meio ambiente”, completa.

Há, ainda, aspectos globais que envolvem o processo de amamentação. Para a sociedade e meio ambiente representa melhoria significativa em dados de prevenção de morbimortalidade infantil (800.000 óbitos ao ano em menores de 5 anos se a amamentação acontecesse conforme o indicado e 20.000 casos de câncer de mama em mulheres).

A recomendação atual é de aleitamento materno exclusivo até o sexto Mês de vida do bebê. A partir daí, com a introdução da alimentação complementar saudável, é recomendado manter a amamentação até dois anos ou mais.A introdução da alimentação complementar saudável deve ser gradual, com alimentos coloridos, de boa qualidade, variando aos poucos de acordo com a aceitação da criança, cultura da família, alimentos disponíveis e hábitos alimentares locais. Recomenda-se basicamente “comida de verdade” evitando oferecer alimentos processados ou ultraprocessados – doces, salgadinhos, biscoitos, enlatados, embutidos, refrigerantes, bebidas lácteas com conservantes. Evitar o uso de sal na comida nos primeiros dois anos de vida. O médico indica consultar o Guia Alimentar para crianças brasileiras menores de 2 do Ministério da Saúde, atualizado e lançado recentemente (novembro de 2019) sendo disponível para consulta livremente, impressão e baixar diretamente do site do Ministério da Saúde.

Semana Mundial do Aleitamento Materno

Esse ano o tema da Semana Mundial do Aleitamento Materno é: Apoie o Aleitamento Materno por um Planeta Saudável. Esse evento é celebrado em todo o mundo e chama a atenção para o impacto da alimentação infantil no meio ambiente, estando alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas. O mês “Agosto Dourado” é simbólico para a promoção do aleitamento materno no Brasil e no mundo, servindo para dar visibilidade a diversas ações, em instituições públicas, privadas, grupos de mães, organizações não governamentais para promover e apoiar o aleitamento materno para a saúde do planeta e de todos os seres humanos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/08/2020 0 Comentários 622 Visualizações
Saúde

Agosto Dourado ressalta a importância da amamentação

Por Gabrielle Pacheco 02/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

Ele garante o melhor crescimento e desenvolvimento dos bebês não existindo nenhum outro alimento capaz de substituí-lo. Desde 1992, o planeta celebra a Semana Mundial de Aleitamento Materno, entre os dias 1 e 7 de agosto. Este ano o lema da Semana Mundial é “Empoderar mães e pais favorecer a amamentação, hoje e para o futuro”.

A Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) está alinhada com esse tema e acredita que a importância da amamentação está mais presente hoje nos conhecimentos e práticas das mães e dos pais, como os principais cuidadores e responsáveis pela criança e consequentemente por toda a sociedade. Com isso, é possível garantir condições ideais para que as crianças, hoje e no futuro, possam desfrutar de todos os benefícios da amamentação.

“Acreditamos que alguns avanços devem ser considerados. Existe atualmente mais acesso à informação e as mães buscam as redes sociais também para apoio e informações para manter a amamentação e/ou superar algumas dificuldades que possam ocorrer. Ainda temos muito, sim, a avançar, especialmente no atendimento de pré-natal, sala de parto e maternidade. As equipes de saúde devem ter uma mesma linguagem e fornecer apoio, cuidados e atenção para as mães iniciar e manter a amamentação”, afirma o médico da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) e membro do Departamento Científico de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria, Roberto Mário Issler.

O especialista continua: “as campanhas nacionais (como o Dia da Doação de Leite Materno, a Semana Mundial da Amamentação e o mês de Agosto Dourado) dão também visibilidade para o público em geral da importância da amamentação e do leite materno para as crianças e suas famílias”.

Fatores ambientais são, ainda, complicadores no processo. O médico lembra que há falta de preparo dos profissionais de saúde. É preciso promover a qualificação dos profissionais da atenção básica para atender as mulheres após a saída da maternidade.

“A grande maioria dos problemas acontece após a alta hospitalar. É preciso apoio e informação para que as mulheres mantenham a amamentação após o final da licença maternidade. Além disso, incentivar a sensibilização das empresas e das escolas infantis para garantir que as mães possam retirar o seu leite e assim manter a lactação ao mesmo tempo em que oferecem seu leite para os seus filhos”, completa.

A orientação da Sociedade Brasileira de Pediatria e da Organização Mundial de Saúde é de promover amamentação exclusiva até o sexto mês de vida da criança e a partir daí iniciar a introdução da alimentação complementar saudável e manter a amamentação até dois anos ou mais.

As mães devem receber cuidados adequados e informação sobre como iniciar e manter a amamentação desde seu pré-natal.

O ambiente e as condições das maternidades (onde ocorre a quase totalidade de nascimentos no Brasil) devem ser adequados, acolhedores e bem preparados para receber a família e as crianças no momento do seu nascimento. A mãe deve ser respeitada e ouvida em seus desejos, suas dúvidas e suas necessidades nesse momento tão especial. O médico reforça que as práticas hospitalares devem favorecer (e não dificultar) o início adequado e a manutenção do aleitamento materno.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
02/08/2019 0 Comentários 557 Visualizações
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