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Acre

Variedades

Missão da Assintecal no Acre identifica potenciais biomateriais para calçados

Por Jonathan da Silva 21/10/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) realizou uma missão no Acre para mapear potenciais biomateriais que possam ser utilizados na indústria de calçados, como parte do programa Brazilian Materials, em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). A iniciativa, que ocorreu entre 28 de setembro e 11 de outubro, teve como objetivo identificar o uso sustentável dos recursos da floresta amazônica para o desenvolvimento de materiais, especialmente em cooperação com comunidades locais.

O consultor do Núcleo de Design e Pesquisa da Assintecal, Marnei Carminatti, destacou o grande potencial dos biomateriais da região, como sementes, fibras naturais e madeira coletada da floresta, além do látex extraído das seringueiras. “Nossa pesquisa explorou as riquezas naturais, abrindo novas possibilidades criativas. Também observamos a parceria entre extrativistas sustentáveis e a marca de calçados Veja, que une a exploração sustentável da floresta à geração de emprego e renda para as famílias locais”, afirmou Carminatti.

Os povos originários, como os Puyanawa, Marubo e Huni Kui, também foram mencionados por Carminatti pelo uso de biomateriais em seu artesanato, com potencial para serem aplicados na confecção de enfeites para calçados. Ele ressaltou o esforço de preservação da floresta, conciliando o desenvolvimento econômico com a proteção dos ecossistemas.

A gestora do Projeto Brazilian Materials na ApexBrasil, Viviane Iark, destacou que a missão fortalece a imagem do Brasil como líder em sustentabilidade e inovação na indústria calçadista. “Ao explorar as riquezas da Amazônia de forma responsável, mostramos que é possível combinar competitividade com práticas sólidas de ESG”, disse Viviane.

Após o mapeamento, a pesquisa será aplicada a dez grupos de artesãos do Acre. Os produtos desenvolvidos serão exibidos durante o Inspiramais, em janeiro de 2025, em Porto Alegre. A missão contou com o apoio do Sebrae/AC, Brazilian Leather, Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB) e Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).

Foto: Assintecal/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/10/2024 0 Comentários 359 Visualizações
Business

Fornecedores de componentes de calçados querem produzir biomateriais no Acre

Por Jonathan da Silva 25/09/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) realizará a primeira edição da Missão Acre Biomateriais entre os dias 28 de setembro e 11 de outubro. O objetivo da missão é mapear o polo de materiais produzidos a partir da natureza no estado do Acre. A iniciativa é realizada pelo Brazilian Materials, programa de apoio às exportações do setor mantido pela entidade em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

O levantamento será realizado com foco em diversas dimensões, como cultura, economia, história, paleontologia, agricultura, artesanato, fé, arquitetura e cotidiano. “No projeto, instigaremos novos caminhos para a moda brasileira. Caminhos esses, que mostram a identidade local, tornando-a um valor reconhecido pelos consumidores, identificando atributos que nos são corriqueiros, mas que passam despercebidos no dia a dia”, explica o consultor da Assintecal, Marnei Carminatti.

Após o mapeamento, a pesquisa será aplicada em dez grupos de empreendedores do Acre, e os produtos desenvolvidos serão apresentados em uma exposição durante o Inspiramais, que acontecerá em Porto Alegre nos dias 21 e 22 de janeiro de 2025.

A superintendente da Assintecal, Silvana Dilly, destacou que a economia mundial está em busca de materiais sustentáveis devido à crescente conscientização dos consumidores. “A iniciativa é uma oportunidade ímpar para desenvolvermos a cadeia do setor, em especial por meio da exploração sustentável das inúmeras possibilidades oferecidas pela nossa floresta”, afirmou Silvana.

O presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, ressaltou que a missão visa expandir o apoio da agência para empresas locais de micro e pequeno porte que desenvolvem produtos artesanais com recursos da natureza. “Faremos uma prospecção, uma busca ativa de materiais, de produtos de bijuterias, do que já temos na floresta e são fontes de recursos de populações locais e de povos originários. Esses produtos são valiosos e agregam muito valor no mercado internacional”, pontou Viana.

Durante a missão, a comitiva da Assintecal e da ApexBrasil visitará locais como as aldeias Huni Kuin, Atila, Amelia Maruba, além de comunidades e reservas extrativistas em Rio Branco e Cruzeiro do Sul. A iniciativa conta com o apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae/AC) e do projeto Brazilian Leather, do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), além da Organização das Cooperativas Brasileiras no Acre (OCB).

Foto: Neto Lucena/Secom-AC/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/09/2024 0 Comentários 425 Visualizações
Variedades

Da floresta amazônica para o tapete vermelho do Oscar

Por Gabrielle Pacheco 08/04/2019
Por Gabrielle Pacheco

Em seu 7º destino, a Expedição #AquiTemSebrae desembarcou em Cruzeiro do Sul, no Acre (a 635 quilômetros da capital, Rio Branco), para conhecer a história do artesão e empresário Maqueson Pereira da Silva.

Com uma técnica singular de marchetaria, ele vende suas obras para países de todos os continentes e já expôs em cidades como Paris, Tóquio, Nova Iorque, Milão e Londres. No Oscar de 2017, teve uma de suas clutches (bolsas de mão), usada pela estilista Stacy London.

Mas o início dessa trajetória de sucesso não foi nada fácil. Do local onde vivia, no Seringal Flora, até a cidade mais próxima na época – Porto Walter/AC, eram três dias de viagem de barco.

Maqueson nasceu no seringal no final dos anos 50 e aprendeu a ler com seu avô, que era cego. Trabalhava com o pai na extração do látex das seringueiras e já entalhava a madeira, construindo barcos e instrumentos musicais.

“Minha família veio do Ceará no auge do ciclo da borracha. E a gente vivia muito isolado. Ao mesmo tempo que a gente tinha tudo, tinha a natureza, a gente estava distante de tudo”, lembra.

Maqueson só iniciou os estudos formais aos 14 anos, quando saiu do seringal e ingressou em uma escola coordenada por padres missionários alemães. Devido a seu destaque em disciplinas como língua portuguesa e alemã, matemática e teologia, foi transferido do Acre para estudar no Instituto Liebermann, na cidade de Salete, em Santa Catarina.

O seminário exigia que, além dos estudos formais, o aluno desenvolvesse alguma habilidade manual. Ele, então, optou pelo trabalho com a madeira, tão íntima dos seus tempos de floresta.

Começou a construir móveis e utensílios e, intuitivamente, a desenvolver quadros usando a marchetaria, o que chamou a atenção do responsável pelos seus estudos, Guilherme Schüler, padre alemão, que logo lhe apresentou os detalhes históricos e artísticos daquela técnica, estimulando seu aprendizado e desenvolvimento.

Foto: Lorrane Freitas/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/04/2019 0 Comentários 772 Visualizações

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