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acordo

Variedades

Acordo Brasil-União Europeia destaca reputação do agro em debate na ABMRA

Por Jonathan da Silva 02/03/2026
Por Jonathan da Silva

O acordo entre Brasil e União Europeia foi tema central de encontro realizado pela Associação Brasileira de Marketing Rural e Agro (ABMRA) nesta sexta-feira (27), no ABMRA Ideia Café, que reuniu representantes do setor para discutir como a comunicação pode ampliar oportunidades comerciais e fortalecer a reputação do agronegócio brasileiro no mercado europeu. O debate abordou as exigências regulatórias do bloco, a necessidade de transformar dados em estratégia de imagem e o potencial de recuperação de 40 milhões de hectares de pastagens degradadas como ativo na inserção internacional do país.

Convidado do evento, o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária, Luis Rua, destacou que a União Europeia reúne cerca de 450 milhões de consumidores, tem Produto Interno Bruto estimado em aproximadamente US$ 20 trilhões e responde por cerca de 14% das importações globais de produtos agropecuários. Segundo ele, para o Brasil, que exporta para mais de 190 países, trata-se de um mercado estratégico pelo volume e pela influência nas regras do comércio internacional. “A União Europeia é um mercado extremamente relevante, não só pelo tamanho, mas pelo poder aquisitivo e pelo grau de exigência regulatória”, afirmou Rua. De acordo com o secretário, o acordo amplia previsibilidade, reduz tarifas de forma gradual e fortalece a inserção do Brasil em ambiente comercial mais estável.

Estratégia de reputação

O secretário ressaltou que o tratado não altera os critérios sanitários já adotados pelo país. “O acordo não muda absolutamente nada em termos de exigência sanitária. Nós já exportamos para a União Europeia há mais de 40 anos cumprindo todos os padrões exigidos”, destacou Rua, que defendeu que a estratégia de reputação deve ser sustentada por dados. “A gente não vai construir uma mensagem a partir de um PowerPoint bonito. Vamos construir mostrando, ao longo do tempo, desconstruindo primeiro uma imagem errônea sobre o Brasil e qualificando esse discurso com dados concretos”, afirmou Rua.

Entre os dados mencionados está o potencial de recuperação de cerca de 40 milhões de hectares de pastagens degradadas, área superior aos 36 milhões de hectares do território da Alemanha, segundo citado no encontro. A ampliação da produção sem abertura de novas áreas agrícolas foi apresentada como argumento para demonstrar possibilidade de crescimento com base em eficiência e sustentabilidade.

Responsabilidade do setor

O presidente da Associação Brasileira de Marketing Rural e Agro, Ricardo Nicodemos, avaliou que o acordo amplia a exposição internacional do agronegócio e reforça a responsabilidade do setor na construção de imagem. “O Brasil precisa assumir a liderança na construção da sua reputação no exterior. Temos escala, tecnologia e resultados concretos. Transformar isso em narrativa estratégica é essencial para ampliar mercados”, afirmou Nicodemos.

Durante o encontro, foi destacado que o processo de ratificação do acordo ainda depende de trâmites políticos nos países europeus, o que, segundo os participantes, reforça a necessidade de manutenção de diálogo técnico e institucional com o bloco.

O que é a ABMRA

A Associação Brasileira de Marketing Rural e Agro é entidade voltada ao marketing e à comunicação do agronegócio. Atua há quase 50 anos na disseminação de práticas de comunicação no setor e reúne indústrias, agências e veículos de mídia ligados à cadeia produtiva do agro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/03/2026 0 Comentários 90 Visualizações
Política

Sindilojas-VRP antecipa acordo de Natal em assembleias de fevereiro

Por Jonathan da Silva 24/02/2026
Por Jonathan da Silva

O Sindicato do Comércio Varejista de Santa Cruz do Sul e Região (Sindilojas-VRP) realiza uma série de Assembleias Gerais Extraordinárias nesta sexta-feira, 27 de fevereiro, para deliberar sobre dissídios coletivos, abertura do comércio aos domingos e feriados e definição de horários diferenciados para dezembro, incluindo de forma inédita a negociação do acordo coletivo de Natal de Santa Cruz do Sul já no início do ano. A medida reorganiza o calendário sindical e reúne municípios da base regional em um único período de votação.

A partir deste ano, as assembleias passam a ser concentradas no início do ano, envolvendo Santa Cruz do Sul, Vera Cruz, Venâncio Aires, Mato Leitão, Sinimbu, Gramado Xavier e Vale do Sol. Segundo a entidade, entre os temas em pauta estão a revisão anual dos dissídios coletivos e a autorização para abertura do comércio com utilização de mão de obra em domingos e feriados.

A principal mudança é a antecipação da negociação do horário especial de dezembro em Santa Cruz do Sul, tradicionalmente discutida no segundo semestre.

Posicionamento da entidade

O presidente do Sindilojas-VRP, Mauro Spode, afirma que a alteração busca ampliar o planejamento do setor. “Ao concentrarmos as assembleias no início do ano, garantimos previsibilidade e segurança para que os empresários organizem suas equipes e estratégias com antecedência”, destaca o dirigente.

Sobre a antecipação do acordo natalino, o presidente do Sindilojas-VRP, Mauro Spode, acrescenta que “as decisões tomadas agora terão impacto direto na organização do comércio ao longo de 2026”.

É importante que os empresários estejam presentes e contribuam com esse processo”, enfatiza Mauro Spode.

Quem pode votar

Podem participar e votar os associados representados, quites com as contribuições sindicais e em condições de voto, conforme os estatutos da entidade e os editais de convocação. As decisões serão tomadas pelos associados presentes e terão validade para toda a base representada pelo Sindilojas-VRP. A entidade informou ainda a publicação de errata para ajuste formal de data-base em um dos editais.

Foto: Bruno Pedry/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 82 Visualizações
Ensino

Prefeitura de Gramado e UGE chegam a acordo para transporte universitário

Por Jonathan da Silva 12/02/2026
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Gramado e a União Gramadense de Estudantes (UGE) chegaram a um acordo sobre o custeio do transporte universitário para outros municípios, durante reunião realizada nesta quarta-feira (11), no Paço Municipal. Ficou definida uma contrapartida de R$ 300 por semestre para cada estudante que utiliza o serviço, como forma de manter o benefício diante da necessidade de readequação de despesas do município.

Participaram do encontro o prefeito Nestor Tissot (PP), o vice-prefeito Luia Barbacovi, a secretária de Educação, Simone Tomazelli Andreis, e representantes da diretoria da UGE. Segundo o prefeito Tissot, a administração municipal não cogitou suspender o serviço, mas avaliou a necessidade de ajustes no repasse. “Foi o nosso governo que instituiu este benefício e sabemos da importância deste serviço para a vida dos universitários e para a nossa cidade. Esta readequação será por um período e para o próximo ano vamos reavaliar as contas novamente”, afirmou o chefe do executivo gramadense.

Consenso

Durante a reunião, lideranças da UGE apresentaram um estudo com readequação de rotas e redução de gastos no transporte. A Prefeitura sugeriu a cobrança da contrapartida semestral dos estudantes, proposta que foi aceita pelas partes. A vice-presidente da UGE, Anna Hanel, expressou que houve entendimento entre os envolvidos. “O diálogo é sempre importante! Entendemos a atual situação e a contrapartida ficou justa para mantermos o serviço”, avaliou Anna.

Números

Em 2025, cerca de 600 estudantes utilizaram o transporte universitário oferecido pelo município. Para este ano, a projeção é de investimento aproximado de R$ 2,2 milhões no serviço. O prefeito Tissot afirmou que o município seguirá destinando recursos ao transporte. “Encontramos um caminho para manter este auxílio, graças ao diálogo. Sempre estivemos ao lado dos estudantes e vamos continuar aportando recursos no transporte universitário. Agradecemos o empenho das lideranças da entidade em buscar a redução de gastos e quem sabe para o próximo ano conseguiremos retomar a totalidade do pagamento”, concluiu o chefe do executivo gramadense.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/02/2026 0 Comentários 83 Visualizações
Variedades

Asilo Padre Cacique apresenta proposta de acordo à Família Lemos sobre área ocupada

Por Jonathan da Silva 27/11/2025
Por Jonathan da Silva

O Asilo Padre Cacique apresentou uma nova proposta de acordo para encerrar de forma definitiva a disputa judicial pela área de 1.329,74 m² ocupada pela Família Lemos, oferecendo um imóvel avaliado em R$ 1,6 milhão e o pagamento de honorários advocatícios. A proposta prevê a entrega de um sobrado na Rua Sofia Veloso, 83, no bairro Cidade Baixa, em Porto Alegre, além de R$ 320 mil destinados ao advogado da família, como forma de buscar solução pacífica e permitir a construção de um novo Centro de Convivência no local atualmente ocupado.

A área foi originalmente ocupada há décadas por integrantes da família, que trabalhavam no Asilo Padre Cacique e solicitaram a locação simbólica de uma casa próxima ao local de trabalho. O aluguel era descontado em folha, caracterizando ocupação formal. Com o falecimento do funcionário que havia formalizado o arranjo e a saída posterior de sua esposa da instituição, familiares permaneceram no imóvel sem previsão de desocupação.

O asilo afirma que a permanência impede o avanço do projeto do Centro de Convivência, planejado para funcionar como espaço de acolhimento e atividades para até 150 idosos. A construção não avança devido à ocupação da área.

Proposta apresentada

Segundo o gerente geral do Asilo Padre Cacique, Carlos Gomes, a oferta foi construída com base em critérios de equilíbrio entre as partes. “Nosso propósito é encontrar uma solução digna e transparente para ambas as partes, respeitando a história e o valor humano envolvidos”, afirmou Gomes. O gestor destacou que a proposta foi pensada para proporcionar uma alternativa definitiva, que permita a execução do projeto voltado ao atendimento de idosos.

O imóvel oferecido está situado em uma região com infraestrutura estabelecida e próxima ao Parque da Redenção. O laudo técnico elaborado pelo perito judicial Engenheiro Marcelo Suárez Saldanha confirmou as dimensões da área, que totaliza 1.329,74 m². O asilo também destacou que, mesmo na hipótese de reconhecimento do local como quilombo, não haveria possibilidade legal de venda ou aluguel da área, conforme legislação específica.

O asilo orienta que a proposta seja analisada por todos os membros da família, como forma de garantir participação conjunta e transparência no processo.

História da disputa

O relacionamento entre a instituição e a família começou em 1965, com a contratação de Jorge Alberto Rocha de Lemos. Em 1970, sua esposa também passou a trabalhar no local. Após o falecimento de Jorge, em 2008, a permanência da família nas casas da zeladoria foi mantida, mesmo após comunicação da destinação futura do terreno para o projeto social do asilo.

A instituição afirma que realizou tentativa inicial de solução, oferecendo cerca de R$ 50 mil arrecadados em campanha para compra de terreno e apoiando a mudança das casas ocupadas. A proposta foi recusada. Posteriormente, o Asilo ingressou com Ação de Reintegração de Posse, que foi julgada procedente em todas as instâncias, com trânsito em julgado em 9 de agosto de 2018.

Após a decisão, a família buscou autodefinição como remanescente de quilombo junto à Fundação Palmares, processo que gerou contestação por parte do Asilo.

Doações

O Asilo Padre Cacique recebe doações diariamente, das 7h às 20h, na Avenida Padre Cacique, 1178, bairro Menino Deus, em Porto Alegre. Também é possível contribuir pela plataforma digital Doa Carinho.

Foto: Marcelo Matusiak/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/11/2025 0 Comentários 229 Visualizações
Projetos especiais

Canela e Gramado firmam acordo inédito para coibir violência em competições esportivas

Por Jonathan da Silva 27/08/2025
Por Jonathan da Silva

Um acordo inédito para combater a violência em campeonatos esportivos foi firmado pelas prefeituras de Canela e Gramado firmaram nesta segunda-feira (25). O protocolo, denominado “Violência Zero”, prevê punições unificadas entre os dois municípios, de modo que atletas ou membros de equipes que cometerem agressões graves em uma cidade fiquem automaticamente impedidos de participar de competições também na outra. De acordo com líderes dos dois municípios, a medida busca garantir mais segurança e respeito no ambiente esportivo.

O protocolo determina que as sanções máximas, como a suspensão de atletas por agressões contra árbitros, mesários, membros da organização, equipe de segurança ou Brigada Militar, tenham efeito imediato nas duas cidades envolvidas. Além disso, o acordo retroage para punições já aplicadas nos meses mais recentes.

União entre as cidades

Segundo o diretor do Departamento Municipal de Esporte e Lazer (DMEL) de Canela, Marcelo Brito Drehmer, a iniciativa representa um passo importante para a disciplina esportiva. “Será um marco para as duas cidades no meio esportivo, uma união de forças baseada no resgate de valores e sem tolerâncias para atitudes violentas, que não representam o esporte”, afirmou Drehmer.

Já o secretário de Esporte e Lazer de Gramado, Lucas Roldo, destacou que a intenção é preservar a competitividade dentro de limites de respeito. “Queremos que a rivalidade se mantenha apenas dentro de campo, com respeito e jogo limpo”, comentou Roldo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/08/2025 0 Comentários 197 Visualizações
Business

Produtores de tabaco e BAT fecham acordo de reajuste para safra 2024/2025

Por Jonathan da Silva 04/02/2025
Por Jonathan da Silva

A comissão representativa dos produtores regionais de tabaco e a British American Tobacco (BAT) firmaram, nesta segunda-feira (3), um acordo de reajuste nos valores do Virgínia e do Burley para a safra 2024/2025. O aumento será de 10,55% para o Virgínia e 7,01% para o Burley, o que representa a reposição da variação do custo de produção. Com isso, a BAT passará a pagar R$ 23,30 por quilo da classe BO1 do Virgínia e R$ 20,55 por quilo da classe B1 do Burley.

O acordo foi fechado durante mais uma rodada de negociação de preços do tabaco. Segundo a comissão, o reajuste representa um avanço. “Essa assinatura de protocolo com a BAT nos mostra que a empresa leva em consideração a valorização do produtor e a manutenção do sistema integrado”, afirmaram os integrantes da comissão.

Além da BAT, participaram da rodada de negociação representantes da Universal Leaf, Alliance One, China Brasil e Philip Morris. No entanto, não houve consenso com essas empresas, e as discussões continuam. A comissão aguarda o retorno das empresas que ficaram de analisar as contrapropostas e das que ainda podem revisar seus índices.

Validação das tabelas de preços

A comissão reiterou que somente tabelas negociadas diretamente com a representação dos produtores serão reconhecidas, em conformidade com a Lei de Integração.

A comissão representativa dos produtores de tabaco é composta pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e pelas Federações da Agricultura (Farsul, Faesc e Faep) e dos Trabalhadores Rurais (Fetag, Fetaesc e Fetaep) dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Foto: Luciana Jost Radtke/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/02/2025 0 Comentários 848 Visualizações
Variedades

Rodada de negociações sobre preço do tabaco termina sem acordo

Por Jonathan da Silva 15/01/2025
Por Jonathan da Silva

As negociações entre produtores de tabaco e empresas fumageiras para definir o preço da safra 2024/2025 terminaram sem acordo após reuniões realizadas nos dias 14 e 15 de janeiro na sede da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), em Santa Cruz do Sul. Das 11 empresas confirmadas, cinco participaram das discussões, enquanto outras cancelaram por falta de propostas alinhadas às condições estabelecidas pela comissão representativa dos produtores, que exige reajustes baseados, no mínimo, no custo de produção.

No segmento de tabaco tipo Virgínia, a China Brasil e a UTC apresentaram propostas que cobrem apenas o custo de produção. A Universal Leaf ofereceu, além do custo, um acréscimo de 1,05% para recuperação de valores da tabela. A JTI, que já havia participado de uma reunião em dezembro, elevou sua proposta para um reajuste de 10,50%, porém de forma não linear. Já a BAT discordou do custo de produção acordado com a comissão e não apresentou proposta.

No tipo Burley, as propostas das empresas atenderam ou superaram o custo de produção, o que foi considerado positivo pela comissão.

O presidente da Afubra, Benício Albano Werner, destacou que os produtores insistem em um percentual de reposição das defasagens acumuladas em safras anteriores. “A valorização do produtor e a recuperação dos valores na tabela são fundamentais para a segurança e a rentabilidade do sistema integrado de produção”, afirmou Werner.

Propostas de reajuste no custo de produção

Os percentuais de reajuste propostos pelas empresas variaram conforme os tipos de tabaco:

  • Universal Leaf: 7,45% (Virgínia) e 0,66% (Burley)
  • China Brasil: 6,18% (Virgínia)
  • UTC: 8,43% (Virgínia) e 2,49% (Burley)
  • BAT: 10,55% (Virgínia) e 7,01% (Burley)
  • JTI: 10,10% (Virgínia) e 5,19% (Burley)
  • Alliance One: 8,27% (Virgínia) e 3,99% (Burley)
  • CTA: 8,46% (Virgínia) e 3,58% (Burley)
  • Philip Morris: 8,58% (Virgínia)
  • Premium: 8,60% (Virgínia) e 0,83% (Burley)

Próximos passos

A comissão representativa dos produtores, que inclui a Afubra, Federações da Agricultura (Farsul, Faesc e Faep) e dos Trabalhadores Rurais (Fetag, Fetaesc e Fetaep) do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, continuará pressionando por ajustes. Uma nova e última rodada de negociações está prevista para o início de fevereiro.

Foto: Luciana Jost Radtke/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/01/2025 0 Comentários 585 Visualizações
Business

Fiergs avalia que acordo Mercosul-UE pode beneficiar indústria gaúcha

Por Jonathan da Silva 09/12/2024
Por Jonathan da Silva

A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) demonstrou otimismo com o anúncio do acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia, realizado na sexta-feira (6). O presidente da Fiergs, Claudio Bier, destacou as possíveis vantagens para a economia brasileira e para a indústria gaúcha, especialmente no aumento do fluxo de comércio e investimentos entre as duas regiões.

A concretização do acordo é um passo importante para o futuro da economia do Brasil e do Rio Grande do Sul. Poderá nos trazer crescimento do fluxo de comércio e de investimentos, maior inserção do Brasil nas cadeias globais de valor, aumento da diversificação econômica e fortalecimento do Mercosul”, afirmou Claudio Bier.

O dirigente, no entanto, ressaltou que o processo ainda depende da aprovação dos dois blocos, incluindo o Conselho da União Europeia, para sua implementação total.

Benefícios para a indústria gaúcha

Entre os setores que podem se beneficiar diretamente, Bier destacou a indústria alimentícia, que deve ter maior acesso ao mercado europeu. O acordo prevê a isenção de 82% das importações agrícolas do Mercosul e tarifas preferenciais para 97% dos produtos. “De uma maneira geral, o acordo é benéfico para o Rio Grande do Sul. No entanto, segmentos como Máquinas e Equipamentos, Equipamentos Elétricos e Bebidas enfrentarão maior concorrência do mercado europeu, exigindo competitividade em qualidade e preços médios”, observou o dirigente.

Segundo Bier, o acordo também abre possibilidades para o crescimento de setores como celulose, soja, carnes, tabaco, couro, calçados, móveis e máquinas agrícolas. Além disso, o dirigente mencionou benefícios como a redução de barreiras tarifárias e não-tarifárias, maior segurança jurídica para transações comerciais e o impacto positivo no comércio e em negociações internacionais futuras.

Comércio com a União Europeia

Em 2023, o Rio Grande do Sul foi o sexto estado brasileiro que mais exportou para a União Europeia e o sétimo que mais importou do bloco. A União Europeia foi o segundo principal destino das exportações gaúchas, representando 13,4% do total, e a terceira principal origem das importações, com 12%.

Foto: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/12/2024 0 Comentários 331 Visualizações
Business

Acordo com a União Europeia deve elevar exportação de carne do Brasil

Por Jonathan da Silva 06/12/2024
Por Jonathan da Silva

A assinatura do acordo entre os países do Mercosul e da União Europeia, anunciada nesta sexta-feira (6) durante a cúpula do Mercosul em Montevidéu, inclui novas cotas para a exportação de carne de frango e suína aos países europeus. O documento, celebrado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), estabelece condições consideradas favoráveis para os exportadores brasileiros.

Entre os principais pontos do acordo, está a criação de uma cota de 180 mil toneladas de carne de frango equivalente-carcaça, com tarifa zero para exportação à União Europeia. A cota será gradativamente implementada ao longo de seis anos, começando com 30 mil toneladas no primeiro ano e chegando ao total no sexto ano. Após esse período, a cota será anual.

Para a carne suína, a cota definida é de 25 mil toneladas, seguindo a mesma progressão de implementação e com uma tarifa fixa de 83 euros por tonelada.

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, destacou que o acordo trará condições mais favoráveis para os embarques brasileiros. “A consolidação do acordo abre novas oportunidades de embarques para o mercado europeu, em condições mais vantajosas do que as cotas atualmente existentes para produtos brasileiros à União Europeia. As cotas atuais serão mantidas, e as novas estabelecidas pelo acordo deverão ser ocupadas, em especial, pelas exportações de produtos brasileiros”, afirmou Santin.

Impacto econômico

Entre janeiro e novembro de 2024, o Brasil exportou 205 mil toneladas de carne de frango para a União Europeia, gerando US$ 749,2 milhões em receita. Com as novas cotas e a isenção tarifária para parte da produção, espera-se um aumento na competitividade dos produtos brasileiros no mercado europeu.

O acordo, que ainda passará por etapas de implementação e regulamentação, é visto pela ABPA como um marco para o fortalecimento da relação comercial entre o Mercosul e a União Europeia.

Foto: Kamran Aydinov/Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/12/2024 0 Comentários 399 Visualizações
Variedades

Justiça do Trabalho promove mutirão de audiências para encerrar processos com dívida

Por Jonathan da Silva 21/08/2024
Por Jonathan da Silva

A Justiça do Trabalho promoverá a 14ª edição da Semana Nacional da Execução Trabalhista de 16 a 20 de setembro. Durante o período, as Varas do Trabalho e os Cejuscs (Centros Judiciários de Métodos Consensuais de Solução de Disputas) realizarão audiências extras de processos em fase de execução, na tentativa de firmar acordo entre as partes. A execução é a etapa processual que visa garantir o pagamento de uma dívida trabalhista reconhecida pela Justiça, mas que não foi paga espontaneamente pela parte que perdeu a ação.

Na ausência de pagamento, a Justiça do Trabalho pode recorrer à penhora de bens e de valores em contas bancárias pertencentes aos devedores. Atualmente, tramitam nessa fase cerca de 167 mil processos no Rio Grande do Sul.

Trabalhadores e empregadores com processos em fase de execução podem solicitar, até 9 de setembro, uma audiência de conciliação para a semana. O interessado deve preencher formulário disponível na página do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-RS). Se não for possível marcar a audiência para o período de programação, a unidade ou o Cejusc agendarão para outra data breve.

O parcelamento da dívida é uma opção para as partes chegarem ao acordo. Por vezes, principalmente em épocas de crise, a empresa não tem condições de quitar o valor integral em parcela única, mas se dispõe a pagá-lo em prestações. O número de parcelas é definido entre as partes, bem como a multa em caso de atraso ou inadimplência.

Seu Direito Vale o Ouro

A Semana é promovida pela Comissão Nacional de Efetividade da Execução Trabalhista (CNEET), do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), em parceria com os  24 Tribunais Regionais do Trabalho. Esta edição tem como slogan “Seu Direito Vale o Ouro” e tem inspiração na jornada olímpica para a conquista de uma medalha. Assim como nas Olimpíadas, em que a vitória só é efetivamente concluída quando o (a) atleta recebe a medalha no pódio, uma ação trabalhista que reconhece algum direito violado só é efetiva quando o trabalhador ou a trabalhadora efetivamente recebe os valores reconhecidos em juízo.

Resultados do ano passado

Na edição de 2023, foram movimentados mais de R$ 265 milhões no Rio Grande do Sul. Foram expedidos 9.167 alvarás, que juntos somaram R$ 164,3 milhões em pagamentos aos trabalhadores. As Varas do Trabalho e os Cejuscs também realizaram, durante a semana, 522 audiências conciliatórias em processos em fase de execução. As audiências resultaram em 259 acordos (49,6%), no valor total de R$ 49 milhões. A arrecadação para os cofres públicos em imposto de renda e contribuições previdenciárias alcançou R$ 21,2 milhões no período.

No ano anterior, a semana também computou 1.667 inclusões de inadimplentes no Banco Nacional de Devedores Trabalhistas (BNDT) e 136 mandados de penhora expedidos. Além disso, as unidades judiciárias bloquearam R$ 4 milhões em contas bancárias de devedores. O Juízo Auxiliar de Precatórios do TRT-RS ainda expediu R$ 1,94 milhões em Requisições de Pequeno Valor (RPVs).

Foto: Bárbara Frank/Secom TRT4/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/08/2024 0 Comentários 308 Visualizações
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