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ACI

Business

ACI move ação judicial visando prorrogação de vencimento de ICMS

Por Gabrielle Pacheco 20/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha ingressou, nesta segunda-feira, 20, com Mandado de Segurança coletivo, visando obter prorrogação de prazo de pagamento do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), com vencimento nos meses de abril e maio para o último dia útil do terceiro mês subsequente, tendo como fundamento a denominada Teoria do Fato do Príncipe.

A ação beneficia todos os seus associados, que exercem atividades de comércio e indústria. A parcela do ICMS que compõe o denominado Simples Nacional já teve a postergação do prazo de recolhimento anteriormente concedida. Em relação aos tributos federais, a liminar concedida ao final do mês de março continua em pleno vigor.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/04/2020 0 Comentários 383 Visualizações
Business

Em encontro do Fórum de Combate ao Colapso Econômico do RS, ACI demonstra preocupação com a prorrogação do decreto estadual

Por Gabrielle Pacheco 17/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

No final da última quinta-feira, 16, a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha, uma das entidades participantes do Fórum de Combate ao Colapso Econômico do Rio Grande do Sul, integrou o quinto encontro do coletivo, realizado por videoconferência. O diretor da ACI, Marco Aurélio Kirsch, posicionou a entidade diante do grupo, sobre o novo decreto do governador, que manteve a restrição das atividades comerciais na Região Metropolitana. Kirsch demonstrou preocupação.

“Nossa expectativa era de uma confirmação de uma reabertura gradual e fomos surpreendidos”. A ACI, segundo relatou Marco Kirsch, espera que o governador reavalie o decreto. “Precisamos conversar para elaborar um retorno gradual, com muito respeito à saúde de todos, mas uma saída que, mesmo paliativa, será importante para nos apontar um horizonte”, salientou, citando ainda ações da comunidade da região, como oferecimento na prestação de exames em Novo Hamburgo, doações da álcool gel, máscaras e apoio para que a Feevale adquirisse aparelho para realizar testes tanto para o sistema público quanto privado.

“Também manifestamos a preocupação com o desemprego e depressão não só na questão da Pessoa Física ou Jurídica, no fluxo de caixa, mas a depressão psicológica que se abate sobre nossos empreendedores, dado ao fato de que nossos números são bons. Mas, continuamos com o período renovado pelo Decreto do Governo do RS de mais duas semanas, o que está nos prejudicando muito, em termos de previsão e de confiabilidade”, complementou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/04/2020 0 Comentários 532 Visualizações
Business

ACI classifica decisão do governador como “desproporcional, errada e arrasadora”

Por Gabrielle Pacheco 16/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Em nota publicada no site, a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha externou, publicamente, sua inconformidade com o Decreto 55.184, publicado pelo governador Eduardo Leite na noite da última quarta-feira, 15.

A ACI reiterou que instalou um Gabinete de Gestão de Crise que busca colher as informações dos Boletins Oficiais de dados sobre o coronavírus, buscar avanços institucionais e trazer notícias sobre as pesquisas da cura e da descoberta de uma vacina para esta doença. “Buscamos entender e apoiar todos os esforços dos municípios e das empresas em prol da saúde, apresentamos protocolos de cuidados sanitários e de higienização para a retomada das atividades, participamos de inúmeras reuniões com a presidência da Assembleia Legislativa, representada pelo deputado Ernani Polo. Reunimo-nos também com o governador Eduardo Leite na busca dos critérios estatísticos e atualizados que balizassem as decisões de reabertura ou de manutenção das atividades”, diz a entidade.

A associação se disse surpresa com o Decreto que proíbe o retorno às atividades em toda a região metropolitana de Porto Alegre e questionou os números apresentados. “Aceitaríamos de bom grado uma decisão embasada em números, particularidades e justificativas científicas. Não foi o que ocorreu. Na cidade de Novo Hamburgo, o boletim de Atendimentos oficial apresentava ontem 507 pessoas recepcionadas, 338 pessoas em isolamento domiciliar, 5 internados e 26 casos até agora confirmados, com 2 óbitos. A rede hospitalar municipal local possui 86 ventiladores, 391 leitos, com 49 leitos de UTI à disposição dos munícipes. Na cidade de Campo Bom, o Hospital tem capacidade de 10 leitos de UTI, 14 respiradores e mais 5 que chegarão nos próximos dias. Até o momento, o município teve 4 casos confirmados, nenhuma internação, sendo o último caso confirmado no dia 2 de abril”, aponta.

Outro apontamento é de que cidades como Capela de Santana, Igrejinha, Araricá, Nova Santa Rita, Nova Hartz, Parobé, Portão, Triunfo e Riozinho, na Região Metropolitana, que não registraram um só caso de Covid-19, estão impedidas de exercer suas atividades, mesmo com todo o rol de cuidados exigido pelo Decreto Estadual.

Por fim, a ACI reconheceu a importância das medidas tomadas até agora. “Não resta dúvida de que as medidas de restrição foram importantes neste processo coletivo”, reforça. “Ao mesmo tempo, a economia privada (assim como a pública) vem sofrendo uma dilapidação das reservas do fluxo de caixa, dos postos de emprego e de patrimônios construídos por décadas, com prejuízos incalculáveis, sob o ponto de vista humano e financeiro, que hoje alcança o esgotamento da reserva do caixa das empresas, de um corte profundo na cadeia entrelaçada por comércio, serviços e parques industriais e da consequente margem de endividamento, falta de horizontes e um abalo enorme da confiança do cidadão no setor público, por decisões incongruentes, descontinuadas e desiguais”.

A entidade pede a reconsideração e defende uma análise científica detida na situação de cada município. “Apelamos para o seu bom senso e sua revisão dos critérios aplicados a nossa região num todo, com vista a sairmos desta terrível crise com o menor número de mortes, de impacto negativo na economia e de fechamento definitivo de postos de emprego e de empresas. Que a solução encontrada seja a melhor para todos os seus concidadãos, e eleitores, gaúchos”, finaliza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/04/2020 0 Comentários 432 Visualizações
Variedades

ACI encaminha pleito ao Governo do RS com proposta de redução de ICMS sobre EPIs

Por Gabrielle Pacheco 09/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância encaminhou, na manhã de quinta-feira, 9, um ofício ao governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, e ao secretário Estadual de Governança e Gestão Estratégica, Cláudio Gastal, reivindicando, em medida emergencial, que o Estado busque convocação extraordinária do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).

Na avaliação da ACI, é fundamental que seja feito, em comum acordo, a redação de um convênio que isente a incidência do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre as saídas de EPIs (Equipamento de Proteção Industrial), essenciais à prevenção de contágio da Covid-19, compreendendo os calçados de segurança, álcool etílico para limpeza (líquido e em gel) e máscaras cirúrgicas descartáveis, e sobre os serviços diretamente ligados à distribuição destes produtos. Este assunto, inclusive, foi tema exposto pela ACI, num dos quatro encontros realizados por videoconferência, dentro do Fórum de Combate ao Colapso Social e Econômico, promovido pela Assembleia Legislativa e que reúne diversos segmentos do RS.

“Pedimos que seja ajustada na legislação gaúcha a aplicação da sistemática do diferimento do ICMS para as operações de saída dos produtos acima listados, bem como, dos serviços necessários à distribuição. A pandemia denominada Covid-19, que vem gerando inúmeras mortes, em diversos países, é agora uma realidade que chegou à nossa amada Pátria e ao nosso Rio Grande do Sul, com um estrondo econômico e de reflexos sociais ímpares. São visíveis as inúmeras medidas preventivas impostas pelo governo federal, governos estaduais e municipais, na tentativa de inibir as possibilidades do contágio em massa do povo brasileiro, das quais, chamamos atenção para o fechamento de comércios ou redução do período de funcionamento, bem como, das restrições ao setor industrial na continuidade plena das atividades em suas plantas fabris. Trava-se uma verdadeira guerra contra um inimigo invisível”, pontua a ACI.

“Não afastando a necessidade de medidas que suspendam a cobrança de tributos das empresas comerciais e industriais de nosso Estado e país, como medida preliminar, é necessário que se fomente a produção e o acesso aos produtos classificados como necessários para a prevenção do contágio do coronavírus. Mas, para o cumprimento do último decreto publicado pelo Estado do RS (nº 55.154/2020), reiterando o estado de calamidade pública em seu território, são determinados o cumprimento obrigatório de diversos modos de higienização. Frente às exigências apresentadas no referido decreto, consideramos que sem aplicação de incentivos como isenção ou redução de base de cálculo, sofrendo a incidência de 18% de ICMS, inclusive com a antecipação do recolhimento da etapa subsequente por meio da sistemática da substituição tributária, com Margem de Valor Adicionado (MVA), em operações realizadas dentro do RS, de 38,52%, teremos um impacto econômico negativo aos estabelecimentos”, reforça a entidade.

A ACI complementa que “neste cenário em que se encontram os empresários gaúchos, não é possível que se imponha às empresas protocolos e condições de utilização de produtos de segurança sem que, de forma emergencial, ajustem em comum acordo a redação de um convênio que isente a incidência do ICMS sobre as saídas de EPIs essenciais à prevenção de contágio da Covid-19”, justifica a entidade, no ofício assinado pelo presidente Marcelo Lauxen Kehl, e pelo diretor Marco Aurélio Kirsch.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/04/2020 0 Comentários 427 Visualizações
Business

ACI e entidades setoriais se reúnem com representantes das instituições bancárias

Por Gabrielle Pacheco 07/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Dando seguimento nas reuniões que estão ocorrendo de forma virtual, por videoconferência, a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha se reuniu, na tarde de segunda-feira. 6, com representantes do BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul), Badesul (Agência de Fomento/RS) e Banrisul (Banco do Estado do Rio Grande do Sul). Os debates, denominado Fórum de Combate ao Colapso Econômico do RS, são realizados com a coordenação do presidente da Assembleia Legislativa do RS, Ernani Polo. O propósito está em sugerir e encontrar alternativas para que, dentro dos cuidados indicados pelo Ministério da Saúde, seja viabilizado, de forma gradual, o retorno das atividades. Desde que houve o Decreto do Governo do Estado, em função da pandemia do coronavírus, a engrenagem da economia desacelerou.

Este foi o quarto encontro do grupo e a ACI, representada pelo diretor da entidade, Marco Aurélio Kirsch, defendeu uma redução do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre a produção gaúcha de EPIs (Equipamento de Proteção Individual), em especial, máscaras, calçados e aventais, como resposta local de solução à crise do coronavírus. “Também destacamos as dificuldades para acesso ao crédito, para o giro e para o investimento, no resguardo da saúde para as empresas, como garantia, crédito de tomada limitado e somado entre BNDES e banco local, taxas altas e agilidade”, pontua Marco Kirsch.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/04/2020 0 Comentários 426 Visualizações
Variedades

ACI pede ao Governo do RS prorrogação de prazos do ICMS e fechamento de pedágios

Por Gabrielle Pacheco 03/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha encaminhou, na manhã de sexta-feira, 3, reivindicação ao governador Eduardo Leite, pela prorrogação do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) devido no mês de abril (fato gerador março) para, no mínimo, o mês de junho, além do imediato fechamento das praças de pedágio administrados pela Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR).

“A prorrogação da parcela de ICMS com vencimento em abril já não significa um alento para os postos de empregos ameaçados. Hoje, a prorrogação é uma necessidade vital para o fluxo de caixa, pagamento das necessidades mais prementes e continuidade dos nossos negócios. Todos somos sabedores de que a empresa estatal CEEE cobra o ICMS dos contribuintes e não vem realizando o obrigatório repasse ao Governo do Estado do RS, praticando a reprovável apropriação dos valores. A soma aproximada deste montante alcança hoje a fabulosa quantia de dois bilhões de reais. Portanto, entre as soluções que podemos propugnar neste momento está a imediata exigência de tais valores, senão total, parcialmente, com vistas a fazer frente ao financiamento das despesas extraordinárias suportadas pelo Estado no enfrentamento desta pandemia”, ressalta a entidade, em documento assinado pelo presidente da entidade, Marcelo Lauxen Kehl, e pelo diretor Marco Aurélio Kirsch.

A ACI pontua que “em tempos ímpares como estes que vivemos, é devastadora a falta de perspectiva, o derretimento dos empregos e dos negócios”. A entidade também observa que nos quase 100 anos de entidade (fundada em 1920), os associados pioneiros e os antigos presidentes encontraram, com certeza, toda a sorte de eventos e malogros ao passar de décadas de empreendedorismo, sem jamais cruzarem com uma situação como a de hoje enfrentada “O ano de 2020 iniciou com a perspectiva de retomarmos a economia de forma positiva. Houve prenúncios de avanços na gestão do nosso Estado. Empresas anunciaram contratações e o PIB gaúcho, após as necessárias medidas aprovadas na Assembleia Legislativa, acenava um crescimento moderado, mas verdadeiro. A partir da primeira lufada maligna dos efeitos do coronavírus, já temos milhares de desempregados, pedidos da indústria gaúcha cancelados, e uma inadimplência quase total na estreita cadeia de negócios, de locações e de uma liquidez abaixo de qualquer previsão, dada a ausência de situações paralelas”, reforça o pleito da ACI.

Além da prorrogação do ICMS, a entidade justifica a necessidade de fechar as praças de pedágio como uma medida de sanidade pública, muito mais do que por razões econômicas. “Acreditamos estar representando toda a sociedade gaúcha que, direta ou indiretamente, será a principal vítima deste lastimável quadro”, conclui a entidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/04/2020 0 Comentários 467 Visualizações
Cidades

ACI pede menor intervalo entre viagens à Trensurb

Por Gabrielle Pacheco 03/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha encaminhou, na quinta-feira, 2, uma reivindicação à Trensurb. Em nome da entidade, o diretor Marco Aurélio Kirsch, solicitou uma maior frequência de horários dos coletivos para que os usuários que aguardam o trem na plataforma não formem aglomerações. “E também visando que aqueles que embarcam tenham mais segurança interna nos vagões”, reforça Kirsch.

O pleito foi encaminhado ao presidente da Trensurb, Pedro Bisch Neto, e ao membro do Conselho da empresa, Ronald Krummenauer, para que seja discutido com os demais integrantes. A Trensurb faz o itinerário de Porto Alegre à Novo Hamburgo e vice-versa, sendo uma das opções mais utilizadas de transportes de passageiros intermunicipal.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/04/2020 0 Comentários 489 Visualizações
Business

ACI e entidades setoriais reforçam demandas em reunião online com a Assembleia Legislativa

Por Gabrielle Pacheco 01/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

O diretor da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha, Marco Aurélio Kirsch, participou de mais uma reunião com a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul e entidades setoriais gaúchas. O encontro reuniu o Fórum de Combate ao Colapso Econômico do RS com o propósito de sugerir e encontrar alternativas para que, mantendo os cuidados indicados pelo Ministério da Saúde, seja viabilizado, de forma gradual, o retorno das atividades econômicas no Estado.

“Fomos da calamidade pública, rapidamente, à calamidade privada. Reafirmamos a necessidade de postergações de ICMS por 60 dias, e do IPVA”, salientou o diretor da ACI, complementando que “estamos fazendo nossa parte, entregando os protocolos setoriais para proteção da sociedade”. A entidade também reforçou o pedido pelo fechamento dos pedágios no RS e a revisão constante da equipe técnica da saúde e das estatísticas oficiais pelo Governo, em prol da data de reabertura dos negócios. “De pouco adianta manter até mesmo a indústria aberta, sem o comércio atuando na venda dos produtos, pois não encontrarão compradores para seus estoques. É aí que a crise se agrava. Desta forma, apoiamos, junto à Fecomércio, a manutenção assegurada dos serviços”, salientou Kirsch.

Além da ACI, participaram da reunião o presidente da Assembleia Legislativa do RS, deputado Ernani Polo, coordenando os trabalhos, Rogério Kerber, do Sindicato das Indústrias de Produtos Suínos do RS, Cláudio Zaffari, do Grupo Zaffari, Eduardo Fernandez, do LIDE-RS, Rogério Capoani, da CIC Bento Gonçalves, Daniel Randon, das Empresas Randon, Hernane Cauduro, da Abimaq, Henry Chmelmitzky, do Sindicato de Hospedagem e Alimentação, João Carlos Dal’Aqua, da Sulpetro, Fernando Villarinho, da ACPA, Ricardo Felizzola, da HTMicron, Cláudio dos Santos, da Abrasel, Paulo Kruse, do Sindilojas POA, Gustavo Paim, vice-prefeito de Porto Alegre, Luis Carlos Bohn, presidente da Fecomércio, Frederico Renner Mentz, do Hub de Inovação An Lab, João Satt, do Grupo Competence, Cláudio Gastal, secretário de Governança e Gestão Estratégica do Estado, e os deputados estaduais Sebastião Melo, Fábio Branco e Vilmar Zanchin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/04/2020 0 Comentários 465 Visualizações
Business

Deferida liminar em favor dos associados da ACI, postergando o prazo de vencimento de tributos federais

Por Gabrielle Pacheco 31/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha impetrou, na sexta-feira, 27, Mandado de Segurança coletivo, em decorrência da situação de calamidade pública instaurada por força da pandemia de Covid-19, visando à prorrogação dos prazos de vencimento de tributos federais, parcelamentos da RFB e PGFN e do cumprimento de obrigações acessórias, relativamente aos meses de março e abril. A liminar foi deferida, pelo juiz federal Guilherme Gehlen Walcher, reconhecendo o direito ao diferimento do prazo de vencimento de tributos federais devidos nos meses de março e abril de 2020, inclusive quando objeto de parcelamentos formalizados perante a Receita Federal (RFB) e a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), para o último dia útil do 3º (terceiro) mês subsequente.

Também houve o diferimento dos prazos para cumprimento de obrigações tributárias federais acessórias referentes a março e abril de 2020, concernentes aos tributos administrados pela Receita Federal do Brasil, para o último dia útil do terceiro mês subsequente ao dos meses em que antes eram exigíveis.

Importante destacar que, os efeitos da liminar restringem-se aos associados à ACI vinculados a Delegacia da Receita Federal do Brasil em Novo Hamburgo. A Delegacia da inclui os municípios de Alto Feliz, Araricá, Bom Princípio, Campo Bom, Canoas, Dois Irmãos, Estância Velha, Esteio, Feliz, Igrejinha, Ivoti, Lindolfo Collor, Linha Nova, Morro Reuter, Nova Hartz, Nova Santa Rita, Novo Hamburgo, Parobé, Portão, Presidente Lucena, Riozinho, Rolante, Santa Maria do Herval, São José do Hortêncio, São Leopoldo, São Sebastião do Caí, São Vendelino, Sapiranga, Sapucaia do Sul, Taquara e Três Coroas.

Ademais, trata-se de decisão liminar, portanto, provisória. Para tirar dúvidas e tornar prática a decisão, os associados podem entrar em contato com a consultoria da ACI.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/03/2020 0 Comentários 488 Visualizações
BusinessCidades

ACI pleiteia junto a três prefeituras suspensão de prazos para recolhimento do ISSQN

Por Gabrielle Pacheco 23/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha encaminhou, na manhã de segunda-feira, 23, pleitos buscando a suspensão dos prazos para recolhimento do ISSQN (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza)  e das empresas do Simples Nacional.

No entendimento da ACI, conforme o presidente Marcelo Lauxen Kehl, é compreensível a preocupação dos chefes de Executivos dos três municípios, quanto ao fechamento de algumas atividades, buscando evitar a propagação do Covid-19. “No entanto, os impactos diretos já estão repercutindo sobre todas as empresas de serviços e sobre o comércio. O fechamento total de atividades (muitas delas sem reservas financeiras) implica em uma enorme preocupação com os empregos e sobre o futuro de nossas empresas”, ressalta.

A reivindicação da entidade, completa o diretor da ACI, Marco Aurélio Kirsch, é para que sejam suspensos os prazos de recolhimento do ISSQN enquanto durar o decreto de calamidade pública, tendo em vista a suspensão das operações de prestação de serviços, inclusive em relação as empresas contábeis, o que inviabiliza a própria apuração do montante devido, e a aplicação da suspensão também para empresas do Simples Nacional, nos mesmos termos determinados em relação aos tributos federais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/03/2020 0 Comentários 515 Visualizações
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