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ABPA

Business

Campanha do frango brasileiro no Catar alcança 1,6 milhão de pessoas

Por Amanda Krohn 09/01/2023
Por Amanda Krohn

A campanha de frango realizada pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) durante a Copa do Mundo no Catar, atingiu mais de 1 milhão de catarianos e turistas de todo o mundo. Os dados são do relatório gerado pela Cap Amazon, agência contratada para a ação. A estratégia consistia no uso de mensagens em 30 painéis espalhados pelas principais vias de Doha, capital do país. A frase “Frango Halal do Brasil: sabor e sustentabilidade para mais de 150 países. Experimente no Catar!” estampou os painéis em dois idiomas, árabe e em inglês, até 31 de dezembro. A campanha teve parceria da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

A campanha buscou reforçar a presença brasileira como principal fornecedor de proteína avícola, tanto para o mercado catari (70% da carne de frango consumido no país árabe tem origem brasileira), como para todo o mercado internacional islâmico. “Para o Brasil, que é o maior exportador de carne de frango halal (permitida aos muçulmanos) do planeta, a Copa do Mundo representou uma oportunidade única para fortalecer nossa presença diretamente com os consumidores presentes no país, sejam residentes ou turistas, destacando os atributos que colocam o produto brasileiro como protagonista no mercado internacional”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/01/2023 0 Comentários 479 Visualizações
Business

Embarques de carne de frango do RS aumentam 20% em novembro

Por Amanda Krohn 09/12/2022
Por Amanda Krohn

As exportações gaúchas de carne de frango e suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 90,85 mil toneladas em novembro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). As receitas de ambas proteínas somaram US$ 203,17 milhões no mês passado para o Estado. O volume embarcado no penúltimo mês de 2022 registrou 67,29 mil toneladas, aumento de 20,75% em relação aos embarques registrados no mesmo período de 2021, que alcançaram 55,72 mil toneladas. O saldo em dólares das exportações em novembro foi de US$ 142,69 milhões. O valor é 46,68% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, que somou US$ 97,28 milhões.

No acumulado do ano, os embarques gaúchos de carne de frango alcançaram 695,83 mil toneladas, alta de 7,74% em relação ao volume exportado no mesmo período de 2021, quando alcançou 645,84 mil toneladas. O saldo em dólares das exportações do Rio Grande do Sul foi de US$ 1,385 bilhão. A receita é 28,9% superior à obtida de janeiro a novembro de do ano passado, que somou US$ 1,074 bilhão. “Outros mercados da Europa, Ásia e Oriente Médio reforçaram as compras do Brasil neste mês, dando indicativos de projeções positivas das exportações brasileiras de carne de frango para este ano. São receitas importantes frente ao atual custo de produção, que permanece elevado”, analisa o diretor de mercados, Luis Rua.

Carne suína

As exportações em novembro alcançaram 23,55 mil toneladas, volume 45,56% maior em relação aos embarques registrados no mesmo mês de 2021, que foram de 16,18 mil toneladas. O saldo em dólares no décimo primeiro mês de 2022 chegou a US$ 60,48 milhões, valor 78,88% superior ao obtido no mesmo período do ano passado, que chegaram a US$ 33,81 milhões.

O volume acumulado dos embarques gaúchos de carne suína, nos onze primeiros meses deste ano, registrou 238,59 mil toneladas, 14,02% menor em relação ao exportado de janeiro a outubro do ano anterior, que foi de 277,51 mil toneladas. As vendas acumularam US$ 551,32 milhões. O valor é 17,22% inferior ao obtido no mesmo período do ano passado, que foi de US$ 666,02 milhões.

“Em todo o histórico da suinocultura de exportação, não há um semestre com desempenho tão expressivo quanto o registrado neste fim de ano. O mercado internacional está demandando produtos brasileiros. Este quadro permitiu ao setor recuperar forças e embarcar volumes acumulados em 2022 muito próximos ao que vimos no ano passado, quando registramos recordes de exportações. São divisas fundamentais para a indústria e o país, em um momento de recuperação econômica, tendo em vista que ainda não superamos os impactos das altas dos custos de produção”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Manoel Petry/ABPA/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/12/2022 0 Comentários 480 Visualizações
Business

ABPA reforça protocolos para prevenir casos de Influenza Aviária

Por Amanda Krohn 09/12/2022
Por Amanda Krohn

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) divulgou aos associados, por meio da atualização do protocolo de biosseguridade, a recomendação de suspensão imediata das visitas a granjas, frigoríficos e demais estabelecimentos da avicultura do Brasil. A decisão foi tomada no âmbito do conselho diretivo da associação e é válida tanto para brasileiros quanto para estrangeiros. Apenas quem trabalha diretamente e exclusivamente na respectiva unidade produtiva deve ter o acesso autorizado. A campanha iniciou após o surgimento de casos de Influenza Aviária na América do Sul.

A recomendação vale, independente do cumprimento de vazios sanitários – medidas anteriormente tomadas para que o acesso fosse autorizado, no qual o profissional proveniente de outros países cumpria um período de quarentena para atestar ausência de qualquer contaminação. A ABPA recomenda, ainda, que necessidades específicas e emergenciais sejam analisadas à luz destas recomendações e com duplicação de cuidados. A entidade setorial segue em campanha massiva e tem recomendado diversos outros cuidados.

Entre as outras recomendações estão: a higienização das mãos e troca de roupas e sapatos antes de acessar as granjas, no caso dos profissionais com acesso autorizado; a desinfecção de todos os veículos que acessem a propriedade, sejam de passeio ou de transporte; a higienização de todas as roupas e sapatos em caso de retorno de viagem ao exterior, além de vazio sanitário no retorno ao trabalho; evitar o contato de animais da granja com outras aves, especialmente silvestres.

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, todo o setor produtivo brasileiro foi convocado à intensificação das medidas, para preservar o status sanitário do Brasil. “É preciso enfatizar que o Brasil nunca registrou Influenza Aviária no território. Neste sentido, queremos reforçar a estratégia setorial para evitar que o problema adentre as produções industriais do país. Cabe lembrar que os casos registrados na América do Sul ocorreram no litoral, em aves aquáticas locais e migratórias. Existem questões geográficas que também protegem o nosso setor desta enfermidade que, ressaltando, afeta apenas os animais. Mesmo assim, estamos em alerta total para manter o Brasil na posição de maior exportador mundial e segundo maior produtor de carne de frango, além de expressivo produtor de ovos. É uma questão setorial, mas também de interesse da sociedade, já que são duas das proteínas mais consumidas pela população brasileira”, ressalta Santin.

Santin ainda lembra que não há expectativa que as notificações de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade, em aves silvestres ou outras que não sejam de produção, e de Baixa Patogenicidade, em aves domésticas ou de cativeiro, afetem o status sanitário nem gerem fechamento de mercado do país, em acordo com o regulamento da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA). A ABPA disponibilizou materiais informativos para os produtores sobre os cuidados de biosseguridade que devem ser adotados.

Foto: Reprodução ABPA | Fonte: Assessoria
09/12/2022 0 Comentários 589 Visualizações
Business

Exportações de carne de frango mantém alta em novembro

Por Amanda Krohn 07/12/2022
Por Amanda Krohn

As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 375,6 mil toneladas em novembro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 12,2% o total embarcado no penúltimo mês de 2021, com 334,7 mil toneladas. Em receita, as vendas de carne de frango de novembro totalizaram US$ 781,3 milhões, valor 29,1% maior que o realizado no mesmo período do ano passado, com US$ 605,3 milhões.

No acumulado do ano (janeiro a novembro), as exportações brasileiras de carne de frango alcançaram 4,436 milhões de toneladas, volume 5,6% maior que o embarcado nos onze primeiros meses de 2021, com 4,198 milhões de toneladas. A receita acumulada pelo setor em 2022 chegou a US$ 8,976 bilhões, valor que supera em 29,3% o registrado entre janeiro e novembro do ano passado, com US$ 6,944 bilhões. “Apesar do desempenho positivo alcançado em outubro, eram esperados números ainda mais expressivos. Entretanto, os efeitos logísticos gerados pelos deslizamentos em rodovias do Paraná e as dificuldades climáticas para a entrada de navios nos Portos de Paranaguá e Itajaí impactaram o desempenho das exportações no mês. Com a normalização das atividades, o volume que não foi embarcado em novembro deverá refletir positivamente o desempenho das exportações em dezembro”, detalha o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Principais destinos

No levantamento por país, a China, maior importadora da carne de frango do Brasil, embarcou 40,3 mil toneladas em novembro (1,4% a mais que o embarcado no mesmo período de 2021). Outros destaques foram a África do Sul, com 27,8 mil toneladas (+21,9%), Arábia Saudita, com 24,6 mil toneladas (+28,9%), e União Europeia, com 18,1 mil toneladas (+17,6%).

“Outros mercados da Europa, Ásia e Oriente Médio reforçaram as compras do Brasil neste mês, dando indicativos de projeções positivas das exportações brasileiras de carne de frango para este ano. São receitas importantes frente ao atual custo de produção, que permanece elevado”, analisa o diretor de mercados, Luis Rua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/12/2022 0 Comentários 530 Visualizações
Business

Exportações de carne suína de novembro crescem 17,8% em relação a 2021

Por Amanda Krohn 06/12/2022
Por Amanda Krohn

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 93,4 mil toneladas em novembro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 17,8% o total registrado no mesmo período do ano passado, quando obteve 79,3 mil toneladas. Em receita, a alta é ainda mais expressiva, com crescimento de 35,1%, soma de US$ 230,5 milhões no mês passado, contra US$ 170,6 milhões registrados no décimo primeiro mês de 2021.

No acumulado do ano (janeiro a novembro), o volume exportado chegou a 1,017 milhão de toneladas, quantidade 2,8% menor que a registrada nos primeiros onze meses de 2021, com 1,047 milhão de toneladas. Em receita, o resultado das exportações no ano alcançou US$ 2,319 bilhões, número 5,3% menor que o registrado em 2021, quando somou US$ 2,449 bilhões. O presidente da ABPA, Ricardo Santin, informa que a média de exportações registradas no segundo semestre chegou a 101,4 mil toneladas, superando os patamares registrados no mesmo período de 2021, quando obteve 95,7 mil toneladas.

“Em todo o histórico da suinocultura de exportação, não há um semestre com desempenho tão expressivo quanto o registrado neste fim de ano. O mercado internacional está demandando produtos brasileiros. Este quadro permitiu ao setor recuperar forças e embarcar volumes acumulados em 2022 muito próximos ao que vimos no ano passado, quando registramos recordes de exportações. São divisas fundamentais para a indústria e o país, em um momento de recuperação econômica, tendo em vista que ainda não superamos os impactos das altas dos custos de produção”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Considerando apenas o mês de novembro, a China, principal destino das exportações brasileiras de carne suína, incrementou as compras em 95% em relação ao mesmo período do ano passado, com total de 42,8 mil toneladas. O Chile importou 7,7 mil toneladas (+53%) e assumiu pela primeira vez o segundo lugar nas exportações brasileiras.

“Temos expectativas positivas sobre o fechamento deste ano e esperam-se impactos ainda mais positivos com a abertura dos mercados do México e do Canadá, dois dos maiores importadores de carne suína do planeta, que neste ano abriram as portas para o produto brasileiro”, completa o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/12/2022 0 Comentários 458 Visualizações
Business

Exportadores de carne de frango promovem setor no Catar

Por Amanda Krohn 23/11/2022
Por Amanda Krohn

Em meio à realização da Copa do Mundo, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), iniciou uma campanha de promoção das exportações de carne de frango nas principais avenidas de Doha. Ao todo, 30 painéis foram espalhados pelas vias mais movimentadas da capital do país sede do Mundial.

Com a mensagem “Frango Halal do Brasil: trazendo sabor e sustentabilidade para mais de 150 países. Experimente no Catar!”, escritas em árabe e em inglês, os painéis buscam reforçar a presença brasileira como principal fornecedor da proteína avícola, tanto para o mercado catari como para todo o mercado internacional islâmico. Maior exportador de carne de frango halal do planeta, o Brasil fornece aproximadamente 70% do produto consumido no Catar. Apenas entre janeiro e outubro deste ano, a nação islâmica importou 90,6 mil toneladas da proteína avícola brasileira, o que gerou receita de exportações superior a US$ 177,9 milhões para o país.

“A Copa é uma oportunidade única de fortalecimento de imagem. Para o nosso setor é ainda mais especial, diante do vínculo da imagem brasileira com o futebol e o fato de sermos o grande fornecedor de proteína animal para este mercado. Nesta Copa, o Brasil deve marcar gols muito além dos estádios, reforçando a posição de parceiro pela segurança alimentar das nações islâmicas”, ressalta o presidente da ABPA, Ricardo Santin. Os painéis ficarão expostos em Doha até o dia 31 de dezembro deste ano.

Foto: Divulgação ABPA/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/11/2022 0 Comentários 473 Visualizações
Business

Setor avícola faz homenagem a Francisco Turra

Por Amanda Krohn 23/11/2022
Por Amanda Krohn

Um dos principais embaixadores do agro brasileiro, Francisco Turra, será homenageado pelo Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Paraná (Sindiavipar). O ex-ministro da Agricultura liderou por 14 anos a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), período onde unificou as cadeias da avicultura e suinocultura e abriu mercados para os produtos do Brasil em mais de 80 países.

A trajetória de Turra será celebrada com o prêmio Destaque do Setor Privado Organizado. A entrega ocorrerá no tradicional Jantar do Galo, nesta quarta-feira, 23, durante o 7º Workshop Sindiavipar, no Centro de Eventos da Lar, em Medianeira (PR). Na ocasião, a também ex-ministra Tereza Cristina receberá a distinção com o Destaque Governo Federal. O Workshop Sindiavipar 2022 será realizado nos dias 23 e 24 de novembro e contará com área para expositores, palestras técnicas e Arena de Inovação, com participação de startups. O evento marca o retorno das atividades presenciais no setor avícola do Paraná.

Legado para o Brasil

Filho de pequenos produtores rurais de Marau, no Norte do Rio Grande do Sul, Francisco Turra teve uma trajetória de sucesso no setor público antes da carreira no setor privado. Foi deputado estadual constituinte, deputado federal, além de ministro da Agricultura no primeiro governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em 1998. Ao ser escolhido para liderar as agroindústrias produtoras de frango brasileiras, Turra tornou-se conhecido no mundo todo. Depois de unir as cadeias da avicultura e suinocultura, como presidente-executivo da Associação Brasileira de Proteína Animal, percorreu quase 100 países abrindo mercados, superando bloqueios internacionais e divulgando a produção agrícola nacional.

Em mais de uma década comandando a ABPA, a humildade e a resiliência de quem é criado no interior o fizeram admirado e respeitado nas mais importantes rodas de negócios do mundo. A paixão e o trabalho levaram o Brasil a ser o segundo maior produtor e o maior exportador de carnes de aves e um dos três maiores produtores e exportadores de carne suína do planeta. Atualmente, além de palestrante e consultor em agronegócios, Francisco Turra é presidente do Conselho Consultivo da ABPA. Também faz parte do Conselho de Administração da Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (Aprobio).

Maior produtor e exportador nacional

Atualmente, o Paraná é o maior produtor e exportador de carne de frango do país. O estado representa mais de 40% dos embarques brasileiros e 35% da produção nacional, com a geração de mais de 85 mil postos de trabalho diretos e 1,4 milhão indiretos. Ao todo, o Paraná produz 4,9 milhões de toneladas anuais de carne de frango, sendo aproximadamente 3,1 milhões de toneladas (63%) para o mercado interno e 1,8 milhão de toneladas (37%) para o mercado externo. O Brasil é o segundo maior produtor, atrás dos Estados Unidos, e maior exportador da avicultura do planeta.

Foto: Manoel Petry/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/11/2022 0 Comentários 541 Visualizações
Business

Brasil deve reforçar a presença no mercado do Reino Unido

Por Amanda Krohn 18/11/2022
Por Amanda Krohn

O Brasil e o Reino Unido assinaram acordo de cotas de exportação de carne de frango, em compromisso que revisa cotas estabelecidas originalmente após o Brexit. O anúncio feito ontem (17) por autoridades brasileiras e do Reino Unido, sobre a conclusão do acordo que estabelece novos volumes de cotas de exportação de carne de frango do Brasil para a nação europeia, foi saudado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

O compromisso revisa a divisão das cotas estabelecidas originalmente após o Brexit e que, de certa maneira, não refletia os fluxos de comércio. “A conclusão do acordo estabelece padrões de cotas mais adequados à demanda britânica, além de dar continuidade ao mecanismo de certificado de origem, garantindo assim estabilidade e tranquilidade às negociações comerciais”, detalha o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Com isso, o Brasil passa a ter participação maior no mercado do Reino Unido, especialmente em produtos cozidos e salgados que possuem, historicamente, elevada demanda dos processadores britânicos.  “Após uma detalhada negociação e o competente trabalho do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, vimos a conclusão de um processo que é fundamental para as exportações avícolas. As novas cotas deverão gerar impactos positivos nas vendas do setor, refletindo a elevada demanda que existe pelo produto brasileiro neste mercado”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin. Entre janeiro e outubro deste ano, o Reino Unido importou 79,794 mil toneladas de carne de frango do Brasil, número praticamente igual ao realizado no mesmo período de 2021, com 79,800 mil toneladas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/11/2022 0 Comentários 610 Visualizações
Business

Receita de exportações de material genético avícola cresce 12,5% em 2022

Por Amanda Krohn 17/11/2022
Por Amanda Krohn

Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que a receita das exportações brasileiras de material genético avícola acumulou alta de 12,5% em 2022, com US$ 139,4 milhões registrados entre janeiro e outubro deste ano, contra US$ 123,9 milhões no mesmo período do ano passado. Em volume, as vendas de ovos férteis e pintinhos de um dia chegaram a 12,3 mil toneladas em 2022, número 3,2% menor do que o registrado nos dez primeiros meses de 2021, com 12,773 mil toneladas.

Considerando apenas o mês de outubro, as vendas de genética avícola brasileira alcançaram receita de US$ 15,384 milhões, número 5,9% menor que o efetuado no mesmo período do ano passado, com US$ 16,349 milhões. Em volume, os embarques chegaram a 1,46 mil toneladas, número 8,1% menor que o registrado no décimo mês de 2021, com 1,59 mil toneladas.

Principal destino das exportações de material genético avícola do Brasil, o México importou entre janeiro e outubro de 2022 um total de 5,513 mil toneladas, volume 60,9% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, com 3,427 mil toneladas. “Graças ao fato de nunca ter registrado Influenza Aviária no território, o Brasil segue como relevante plataforma exportadora de material genético, ampliando as exportações especialmente para destinos das Américas e Oriente Médio”, destaca o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Foto: Divulgação/ABPA | Fonte: Assessoria
17/11/2022 0 Comentários 575 Visualizações
Business

Receita de exportações de ovos cresce 26,6% em outubro

Por Amanda Krohn 16/11/2022
Por Amanda Krohn

A receita das exportações brasileiras de ovos (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram em outubro US$ 1,725 milhão, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 26,6% o resultado alcançado no mesmo período do ano passado, com US$ 1,363 milhão. Em volume, porém, as vendas de ovos chegaram a 587 toneladas, volume 28,4% menor que o registrado no mesmo período de 2021, com 819 toneladas.

Entre janeiro e outubro deste ano, a alta acumulada na receita das exportações de ovos chega a 52,3%, com US$ 19,657 milhões, contra US$ 12,903 milhões do ano passado. O resultado também é positivo em volume, com 8,649 mil toneladas embarcadas, número 6,1% maior que o acumulado nos 10 primeiros meses de 2021, com 8,148 mil toneladas.

Principal destino das exportações de ovos, as vendas para os Emirados Árabes Unidos geraram receita de US$ 5,520 milhões em 2022, resultado 9,3% maior que o registrado no mesmo período do ano anterior. Outros destaques foram o Japão, com U$ 5,085 milhões (+164%), e o Catar, país sede da Copa do Mundo, com US$ 1,784 milhões (+253%). “As vendas internacionais de ovos e ovo-produto do Brasil estão ganhando nova configuração, com uma expressiva elevação da relevância do mercado japonês para os resultados do ano, assim como está ocorrendo com o Catar, que aumentou a demanda diante do grande volume de visitantes estrangeiros com o Mundial”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Divulgação ABPA | Fonte: Assessoria
16/11/2022 0 Comentários 425 Visualizações
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