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abicalçados

Business

Calçadistas brasileiras participam de feiras nos Estados Unidos

Por Marina Klein Telles 14/02/2024
Por Marina Klein Telles

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações do setor realizado em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), leva 26 marcas calçadistas para participar de um circuito de três feiras nos Estados Unidos entre os dias 13 e 22 de fevereiro.

Com boas expectativas de recuperação da economia norte-americana, que em 2024, conforme projeto do Fundo Monetário Internacional (FMI), deve crescer mais de 2% ante 2023, as marcas estarão na Magic Las Vegas – entre 13 e 15 de fevereiro -, na Atlanta Shoe Market – entre 17 e 19 de fevereiro – e na Magic NY – entre 20 e 22 de fevereiro. A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Carla Giordani, destaca que as feiras serão fundamentais para a recuperação esperada para as exportações ao longo do ano. “O mercado norte-americano é o maior consumidor de calçados do mundo, em movimentação de receita. Para o Brasil, tradicionalmente é o principal mercado para a exportação. O crescimento das exportações do setor passa pelo comportamento daquele mercado”, comenta Carla, ressaltando que, para 2024, as exportações totais de calçados verde-amarelos podem crescer até 0,9%.

Selecionado como mercado-alvo das ações do Brazilian Footwear, no ano passado, conforme dados elaborados pela Abicalçados, foram embarcados para os Estados Unidos 10,64 milhões de pares, que geraram US$ 227 milhões.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/02/2024 0 Comentários 380 Visualizações
Business

Exportações de calçados iniciam 2024 em queda

Por Marina Klein Telles 14/02/2024
Por Marina Klein Telles

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, em janeiro, as exportações do setor somaram 10,3 milhões de pares, que geraram US$ 90,75 milhões, quedas tanto em volume (-29,7%) quanto em receita (-23%) em relação ao mesmo mês do ano passado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que, embora a queda tenha sido maior do que a esperada pela entidade (entre 18% e 22%, em pares), o setor segue com expectativa de recuperação a partir do segundo semestre do ano. “O mercado mundial ainda está bastante instável, mas já dá sinais de recuperação. Só que o efeito, para a exportação, não é tão imediato. Esperamos, com a recuperação na segunda parte do ano, encerrar 2024 com um incremento de até 0,9% no volume embarcado ao exterior”, comenta o executivo.

Conforme a Abicalçados, neste primeiro mês, impactaram negativamente sobretudo as quedas nos embarques para os mercados colombiano e argentino, de 40% e 24%, respectivamente. “A Colômbia é o nosso terceiro principal destino, em volume, então o resultado teve um impacto bastante relevante no registro geral”, informa Ferreira. A Inteligência de Mercado da Abicalçados projeta uma queda de 13% nas exportações de calçados para o primeiro trimestre, com uma recuperação a partir da segunda parte do ano.

RS responde por metade da receita gerada

A principal origem das exportações brasileiras de calçados segue sendo o Rio Grande do Sul. Em janeiro, partiram das fábricas gaúchas 2,98 milhões de pares, que geraram US$ 45,56 milhões, incremento de 5,5% em volume e queda de 2,4% em receita na relação com janeiro de 2023.

A segunda origem das exportações do setor no primeiro mês do ano foi o Ceará, que embarcou 3,72 milhões de pares por US$ 21 milhões, quedas tanto em volume (-37%) quanto em receita (-39,4%) em relação ao mesmo mês do ano passado.

Com quedas de 41,3% em volume e de 28,8% em receita, São Paulo foi a terceira origem das exportações de calçados em janeiro. No mês, partiram das fábricas paulistas 416,32 mil pares, pelos quais foram pagos US$ 7,4 milhões, quedas tanto em volume (-41,3%) quanto em receita (-28,8%) ante janeiro de 2023.

Importações

Assim como as exportações, as importações de calçados desaceleraram no início de 2024. No primeiro mês do ano, entraram no Brasil 2,8 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 37,12 milhões, resultados inferiores tanto em volume (-13,5%) quanto em receita (-24,3%) ante o mês correspondente de 2023.

As principais origens seguem sendo os países asiáticos China, Vietnã e Indonésia, que juntos responderam por 70% das importações no período. Em janeiro, com um preço médio de US$ 3,90 por par, a China embarcou rumo ao Brasil 1,1 milhão de pares, pelos quais foram pagos US$ 4,3 milhões, quedas de 32,2% e de 18,8%, respectivamente, ante o mesmo mês de 2023. A segunda origem de janeiro foi o Vietnã, de onde foram importados 799,58 mil pares por US$ 17,16 milhões, quedas de 34,3% e de 30,8%, respectivamente, ante 2023. Completando o ranking das importações aparece a Indonésia, de onde vieram 347,76 mil pares por US$ 5,7 milhões, quedas de 8,8% e de 29%, respectivamente, ante 2023.

Em partes de calçados – cabedais, solas, saltos, palmilhas etc – as importações de janeiro somaram US$ 3,76 milhões, 40% mais do que no mesmo mês de 2023. As principais origens foram China, Paraguai e Colômbia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/02/2024 0 Comentários 520 Visualizações
Business

Abicalçados leva 76 marcas para a Micam Milano na Itália

Por Jonathan da Silva 06/02/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) levará 76 marcas nacionais para a Micam Milano, em Milão, na Itália, por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações do setor promovido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). A mostra será realizada entre os dias 18 e 21 de fevereiro, no Fieramilano (Rho).

Considerada uma das principais feiras comerciais do mundo para o segmento calçadista, a mostra recebe, duas vezes por ano, mais de mil marcas de todo o mundo. A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Paola Pontin, destaca que a feira italiana gera boas expectativas para os calçadistas brasileiros, pela visitação qualificada de compradores internacionais, principalmente da Europa, Oriente Médio e Ásia. Segundo ela, o ano de 2024 deve ser de recuperação para as exportações brasileiras. “As feiras internacionais têm papel fundamental para as exportações de calçados. No ano passado, somente em ações internacionais apoiadas pelo Brazilian Footwear, cujas as feiras são as comercialmente mais importantes, foram gerados quase R$ 900 milhões”, comenta Paola. Somente na Micam Milano de fevereiro de 2023 foram gerados mais de US$ 32 milhões.

Participam da Micam Milano, com o apoio do Brazilian Footwear, as marcas Dotz, Cartago, Cecconello, Degalls, Grendene, Grendha, Guilhermina, Ipanema, Luiza Barcelos, Luz da Lua, Rider, Santa Lolla, Satryani, Vicenza, Werner, Zaxy, 365 SOFT, Actvitta, Adrun, Andacco, Beira Rio, BR Sport, ByCool, Campesi, Capelli Rossi, Carrano, Comfortflex, Cristófoli, Dakota, Jorge Bischoff, Kolosh, Kolway, LigthGel, Loucos & Santos, Madeira Brasil, Maithë, Mississipi, Modare Ultraconforto, Moleca, Molekinha, Molekinho, Perlatto, Petite Jolie, Pink Cats, Ramarim, Ramony, Solis Brasil, Tabita, Usaflex, Verofatto, Villione, Vizzano, Voices Culture, West Coast, Wirth, Anatomic Prime, Anatomic Shoes, Archetti, Democrata, Ferracini, Ferricelli, Jota Pe, Levecomfort, Leveterapia, Moema, Opananken Antitensor, Pegada, Piccadilly, Savelli, Andine, Eléia, Killana, Stéphanie Classic, Valentina e Variettá.

Sobre o Brazilian Footwear

O Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a ApexBrasil. Este programa tem como objetivo aumentar a presença da indústria brasileira e de suas marcas no mercado internacional por meio de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem. Atualmente, mais de 300 empresas são atendidas pelo Programa, que no último ano gerou US$ 147,5 milhões para as empresas brasileiras apoiadas pelo Brazilian Footwear. A participação é gratuita e interessados devem entrar em contato com a Abicalçados. Conheça: brazilianfootwear.com.br | abicalcados.com.br/brazilian-footwear.

Sobre a ApexBrasil

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar os objetivos, a ApexBrasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. A Agência também atua de forma coordenada com atores públicos e privados para atração de investimentos estrangeiros diretos (IED) para o Brasil com foco em setores estratégicos para o desenvolvimento da competitividade das empresas brasileiras e do País. Conheça: https://apexbrasil.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/02/2024 0 Comentários 450 Visualizações
Business

Impacto da concorrência desleal: setor calçadista perde mais de 20 mil vagas em 2023

Por Marina Klein Telles 05/02/2024
Por Marina Klein Telles

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que o setor perdeu 20,75 mil postos de trabalho ao longo de 2023. É o pior saldo desde o auge da pandemia de Covid-19, em 2020, quando o setor perdeu 23 mil postos. Com o resultado, a indústria calçadista encerrou 2023 empregando um total de 275,58 mil pessoas, 7% menos do que em 2022.

Para o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, o resultado se deve a uma conjunção de fatores, entre eles o desaquecimento da economia mundial, que provocou a queda das exportações, e o aumento das importações asiáticas – por vias convencionais e  cross border. “O principal fator dessa perda é o impacto da concorrência desleal com as plataformas digitais internacionais, que desde agosto passado estão isentas do pagamento de impostos de importação para remessas de até US$ 50 (cerca de R$ 250). Somente no último trimestre de 2023 perdemos mais de 20 mil postos”, lamenta o dirigente.

Segundo o executivo, a isenção das plataformas digitais na faixa de preço dos calçados brasileiros proporcionam uma concorrência desleal com a indústria nacional, que paga seus impostos em cascata. “As importações de calçados via plataformas não são nem mesmo computadas, mas sabemos que o número é muito elevado. Essa invasão digital está colocando em risco não só a indústria de transformação, mas milhares de empregos”, alerta.

Estados

Em 2023, o principal empregador do setor calçadista foi o Rio Grande do Sul, que encerrou o ano com a perda de 4,77 mil empregos e somando um estoque de 82,17 mil postos de trabalho na atividade, 5,5% menos do que em 2022.  O segundo estado empregador da indústria de calçados foi o Ceará, que perdeu 3,77 mil empregos ao longo de 2023. Com isso, a indústria calçadista cearense encerrou o ano com 64,6 mil pessoas empregadas na atividade, 5,5% menos do que em 2022. Fechando o ranking de empregadores na indústria calçadista apareceu a Bahia, que perdeu 2,77 mil postos em 2023. Com o registro, o setor local encerrou o ano empregando um total de 39,8 mil pessoas, 6,5% menos do que em 2022.

Importações

Entre janeiro e dezembro do ano passado, entraram no Brasil 28,36 milhões de pares por US$ 442,73 milhões, altas tanto em pares (+9,8%) quanto em receita (+20,6%) em relação a 2022 – neste valor não estão somadas as importações via plataformas digitais. Ao mesmo tempo, com a retomada produtiva da China, que voltou forte ao mercado após as restrições para a contenção da Covid-19, somada à queda no consumo mundial, as exportações de calçados verde-amarelos caíram. “Se perdermos o mercado internacional e o mercado nacional para as importações, como vamos sustentar a indústria? Já alertamos o Governo sobre a concorrência desleal e os seus impactos, mas até agora nenhuma atitude foi tomada”, lamenta Ferreira.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/02/2024 0 Comentários 415 Visualizações
Business

Entidades da indústria e varejo assinam manifesto contra isenção das plataformas internacionais

Por Marina Klein Telles 02/02/2024
Por Marina Klein Telles

Sob o título “Danos da desigualdade tributária são claros. Não há mais o que analisar”, 41 entidades representativas da indústria e do varejo brasileiro, entre elas a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), assinaram nota conjunta tratando dos impactos da isenção das plataformas digitais internacionais em remessas de até US$ 50 (R$ 250). O documento foi divulgado hoje, dia 31 de janeiro.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que, desde agosto passado, quando as plataformas internacionais passaram a ter isenção de impostos de importação, a indústria nacional vem perdendo espaço no varejo nacional. “É uma concorrência desleal, pois pagamos os impostos todos em cascata. É uma medida que vem ceifando milhares de empregos no Brasil e destruindo a indústria nacional”, comenta o dirigente.

Na nota, as entidades frisam que o Governo já foi alertado sobre o impacto no emprego, mas que nada foi feito até o momento. “No mínimo, enquanto não se toma uma decisão, o mais justo seria isentar também a indústria e o comércio nacionais”, frisa o documento.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/02/2024 0 Comentários 418 Visualizações
Política

Abicalçados participará de grupos para discutir reforma tributária

Por Marina Klein Telles 31/01/2024
Por Marina Klein Telles

O Instituto Unidos Brasil (IUB), em parceria com as Frentes Parlamentares Produtivas, anunciou, hoje (30), a criação de 20 grupos de trabalho para fomentar a discussão da regulamentação da Reforma Tributária na sociedade civil A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), no evento representada pelo seu presidente-executivo, Haroldo Ferreira, fará parte das discussões.

A criação dos grupos é uma reação à publicação no Diário Oficial da União de uma lista elaborada pelo Governo Federal para discutir a regulamentação da Reforma Tributária. No entanto, segundo o IUB, a maioria dos membros que compõem os grupos fazem parte da Receita Federal, ou seja, não há representatividade daqueles que são mais impactados com o novo regime tributário, que estão na iniciativa privada.

Segundo Ferreira, o objetivo do grupo é participar ativamente das discussões acerca da Reforma Tributária. “O Governo criou o seu instrumento de discussão sem levar em consideração representantes das empresas e da sociedade civil. O nosso objetivo é participar do debate e defender as empresas para que a Reforma, de fato, diminua a carga tributária e a burocracia das obrigações acessórias que tanto atrasam o desenvolvimento do nosso País. Não podemos deixar que uma medida histórica como a aprovação da Reforma perca o seu objetivo principal, que é tornar o Brasil um país mais moderno e justo”, comenta o executivo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/01/2024 0 Comentários 484 Visualizações
Business

Abicalçados abre inscrições para Missão Colômbia

Por Jonathan da Silva 26/01/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) está com inscrições abertas para empresas interessadas em participar da próxima Missão Colômbia, que acontece entre os dias 25 e 27 de junho, em Bogotá. A data limite para se inscrever é 29 de fevereiro.

Mais informações sobre a ação e demonstração de interesse podem ser acessadas no link. As vagas são limitadas e o investimento subsidiado pelo Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Abicalçados em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) parte de US$ 1.750,00, valor que inclui aluguel de espaço, estande da marca, agendamento prévio de reuniões e ação de imagem.

Na edição do ano passado da Missão Colômbia, foram gerados mais de US$ 6,6 milhões em negócios. A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Carla Giordani, conta que a missão é uma ação combinada de promoção comercial e de imagem, contando com um showroom na capital colombiana e um Photocall, evento de relacionamento com a imprensa local. “As empresas participantes contam com serviço de matchmaking, que cruza demanda do comprador com oferta da marca, tornando os negócios mais assertivos. Já a ação de imagem gera fotos profissionais para editoriais de moda, além de fortalecer o relacionamento das empresas com jornalistas e influenciadores locais”, comenta a analista.

Em 2023, a Colômbia foi o sexto principal destino do calçado brasileiro no exterior, importando mais de 9 milhões de pares. Mais informações sobre a missão podem ser obtidas pelo e-mail carla@abicalcados.com.br.

Sobre Brazilian Footwear

O Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a ApexBrasil. Este programa tem como objetivo aumentar a presença da indústria brasileira e de suas marcas no mercado internacional por meio de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem. Atualmente, mais de 300 empresas são atendidas pelo Programa, que no último ano gerou US$ 147,5 milhões para as empresas brasileiras apoiadas pelo Brazilian Footwear. A participação é gratuita e interessados devem entrar em contato com a Abicalçados. Conheça: brazilianfootwear.com.br | abicalcados.com.br/brazilian-footwear.

Sobre a ApexBrasil

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar os objetivos, a ApexBrasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. A Agência também atua de forma coordenada com atores públicos e privados para atração de investimentos estrangeiros diretos (IED) para o Brasil com foco em setores estratégicos para o desenvolvimento da competitividade das empresas brasileiras e do País. Conheça: https://apexbrasil.com.br

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/01/2024 0 Comentários 559 Visualizações
Business

Abicalçados repercute nova política industrial lançada pelo Governo

Por Marina Klein Telles 23/01/2024
Por Marina Klein Telles

Visando frear o processo acelerado de desindustrialização brasileira, o Governo Federal lançou ontem (22), em cerimônia no Palácio do Planalto, a Nova Indústria Brasil. O plano foi construído ao longo do último ano com a participação de membros do Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI), grupo de entidades representativas da indústria do qual a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) é parte. A iniciativa prevê uma série de ações governamentais para estimular a industrialização brasileira, entre elas mais de R$ 300 bilhões em financiamentos até 2026, montante que será gerido pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico Social (BNDES), Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii).

Presente no lançamento, o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, avalia positivamente a iniciativa. “Quando foi a última vez que tivemos um plano de industrialização? A iniciativa é importante e estimula o setor, mas é preciso que saia do papel o quanto antes”, avalia o dirigente. Segundo ele, o novo plano promete estimular e financiar projetos relacionados à bioeconomia e transição energética, visando reduzir em 30% a emissão de CO2 na indústria. “A indústria calçadista, nos últimos anos, vem investindo pesado em ações que visam uma produção cada vez mais sustentável. Seremos apoiados dentro dessa ideia do plano industrial”, ressalta o executivo, destacando que entre os países produtores de calçados, o Brasil é o país que menos emite CO2 e que mais utiliza fontes renováveis de energia.

Conforme a Abicalçados, todos os anos são investidos mais de R$ 450 milhões em ações de inovação, sendo mais da metade desse valor destinado à sustentabilidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/01/2024 0 Comentários 467 Visualizações
Business

Expo Riva Schuh consolida mercados para empresas brasileiras

Por Marina Klein Telles 18/01/2024
Por Marina Klein Telles

A indústria calçadista brasileira abriu as negociações internacionais em 2024 consciente de que a consolidação de mercados e a manutenção de clientes é o primeiro passo para superar os desafios que estão postos pelo contexto macroeconômico mundial. E a edição de inverno da feira italiana Expo Riva Schuh, que ocorreu entre os dias 13 e 16 de janeiro, em Riva del Garda, na Itália, trouxe essa sinalização às 60 marcas brasileiras presentes no evento.

A mostra terminou com a comercialização de 223 mil pares, que geraram mais de US$ 4,1 milhões. Somando as expectativas em negócios que ficaram alinhavados na feira, o número salta para 1,2 milhão de pares e US$ 19,6 milhões. A participação do Brasil foi promovida pelo Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

O Brasil, novamente, esteve entre as maiores delegações internacionais do evento, que chegou a 100 edições em janeiro deste ano. Este marco foi comemorado ao longo dos quatro dias com diversas homenagens. E a Abicalçados e o programa Brazilian Footwear já foram reconhecidos na abertura da edição pela parceria com a feira. O presidente-executivo da entidade, Haroldo Ferreira, recebeu o troféu do presidente da Riva del Garda Fierecongressi, Roberto Pellegrini. “Essa é uma edição diferenciada e fomos muito bem acolhidos. A Abicalçados foi homenageada por ser uma grande parceira da Expo Riva Schuh durante parte desses 50 anos da feira”, comenta Ferreira, ao destacar que a edição de inverno é um pouco menor que a de verão, mas que os resultados aconteceram conforme a preparação de cada empresa para receber os compradores internacionais.

A coordenadora de Relacionamento da Abicalçados, Aline Maldaner, destaca que a Abicalçados e o Brazilian Footwear participam do evento desde 2006. “Foi uma feira especial por ser a centésima edição, o que foi celebrado pela organizadora com os expositores, compradores internacionais, associações, entre outros. Com relação aos negócios, sentimos os impactos globais, mas as empresas brasileiras tiveram a oportunidade de fortalecer parcerias com compradores de diversos países, além de abrir novos mercados de atuação.”

Manutenção de clientes

Compradores de diversos países circularam pelos corredores do evento. A Carrano (Dois Irmãos/RS) recebeu visitantes da Alemanha, África do Sul, Reino Unido, Croácia, Indonésia, entre outros. “Dos atendimentos que fizemos na feira, muitos já eram clientes nossos, então estamos consolidando e fazendo a manutenção desses mercados. Essa edição ficou dentro das expectativas por todo o cenário da economia mundial, do clima e também porque muitos compradores estão precisando liquidar um percentual maior do estoque”, fala Hugo Cassel, gerente de vendas internacionais da Carrano.

Para o gerente de exportações da Democrata (Franca/SP), Anderson Melo, a edição de inverno, que já é normalmente mais fraca para os brasileiros no comparativo com a de verão, teve reflexos do panorama atual não só do setor como da economia mundial. “Os clientes esperados vieram e consolidamos esses mercados, mas sentimos que tivemos uma diminuição das novas oportunidades”, destaca. Durante os quatro dias de feira, a calçadista de Franca teve negociações com compradores do Egito, Noruega, Líbia, Grécia, Sérvia, Jordânia, Estados Unidos, Canadá, República Tcheca, Chipre e Itália, além da África do Sul que é um mercado com o qual a calçadista ainda não trabalha.

Estreia

Uma das empresas brasileiras que participaram pela primeira vez da Expo Riva Schuh foi a World Colors (Birigui/SP). O gerente de exportação da calçadista infantil, Rodrigo Nunes, frisa que a evolução em produtos e serviços que a calçadista teve nos últimos três anos permitiu que a empresa participasse da ação. “Nos últimos dois anos, diversificamos os mercados internacionais, ampliando a atuação na Europa e na Ásia, além dos Emirados Árabes Unidos. Por isso, decidimos entrar na feira e nos surpreendemos positivamente com os países com os quais nos relacionamos no evento.” A empresa recebeu compradores do Chipre, Lituânia, Grécia, Romênia e Tunísia. “Terminamos com o dever cumprido com o que tínhamos planejado. A qualidade superou a quantidade”, finaliza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/01/2024 0 Comentários 500 Visualizações
Business

Derrubada de veto a projeto da desoneração da folha anima calçadistas

Por Marina Klein Telles 15/12/2023
Por Marina Klein Telles

A derrubada do veto presidencial ao projeto que estende a desoneração da folha de pagamentos até 2027, ocorrida no Congresso Nacional na tarde do dia 14, animou a indústria calçadista nacional. Para a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), que esteve presente desde o princípio das negociações com o Governo e com parlamentares, a continuidade da política que permite a 17 setores intensivos em mão de obra – entre eles o calçadista – substituírem o pagamento de 20% sobre a folha de salários por 1% a 4,5% da receita bruta da empresa é um “alento em um momento ainda complicado para o setor”.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, estima que, somente no setor calçadista, caso a desoneração não fosse mantida, seriam perdidos mais de 20 mil postos logo no primeiro ano de reoneração. “Com uma carga extra de mais de R$ 720 milhões por ano, as indústrias de calçados precisariam recalcular suas rotas, investimentos e contratações. Com uma possível reoneração, teríamos uma queda de produção de mais de 150 milhões de pares e a perda de milhares de empregos logo no primeiro ano”, comenta o executivo, tudo isso após uma queda de cerca de 1% na produção ao longo de 2023.

Surpreso

Ferreira ressalta que, no final de novembro, a entidade foi pega de surpresa com o veto presidencial ao projeto que prorroga a desoneração da folha de pagamentos. “Mesmo após intensa mobilização, não somente de entidades patronais, mas também laborais, o Governo não teve sensibilidade social para preservar empregos. Agradecemos, mais uma vez, o Congresso Nacional, que depois de aprovar a continuidade da política agora derrubou o veto presidencial a esse projeto tão importante para a competitividade da indústria e para a geração de empregos no País”, avalia.

Setor

Com mais de 4 mil empresas, que empregam cerca de 300 mil pessoas diretamente no País, o setor calçadista é intensivo em mão de obra, estando presente, com força econômica, em mais de 10 estados brasileiros. Somando toda a cadeia produtiva, dos fornecedores até o varejo, a atividade emprega, direta e indiretamente, mais de 1 milhão de pessoas.

Foto: Zeca Ribeiro/divulgação | Fonte: Assessoria
15/12/2023 0 Comentários 445 Visualizações
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