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Business

Abicalçados discute Remessa Conforme com ministro Fernando Haddad

Por Jonathan da Silva 11/03/2024
Por Jonathan da Silva

Um encontro organizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) na última sexta-feira (8), debateu o programa Remessa Conforme e possibilidade da retomada da taxação para remessas internacionais de até US$ 50 (R$ 250). A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), representada pelo seu presidente do Conselho, Caetano Bianco Neto, destacou os efeitos da isenção na indústria nacional, em especial nas produtoras de calçados. O encontro aconteceu no Escritório do Ministério da Fazenda em São Paulo e contou com a participação do ministro Fernando Haddad, do secretário da Receita Federal Robinson Barreirinhas (remota), do presidente da Fiesp, Josué Guimarães e de representantes de sindicatos das indústrias de calçados de São Paulo.

De acordo com a Abicalçados, desde agosto passado, quando passou a valer a isenção de impostos para remessas internacionais de até US$ 50, o mercado de calçados foi “inundado” por produtos asiáticos. “Não somos contrários às importações, mas precisamos de condições de isonomia para concorrer com os calçados estrangeiros. A indústria nacional paga impostos em cascata, que chegam a 120%, enquanto esses produtos pagam apenas o ICMS, de 17%. A indústria brasileira vem perdendo competitividade e o reflexo se dá diretamente na geração de empregos”, afirma Bianco Neto.

Impacto no emprego

Segundo dados elaborados pela Abicalçados, somente em 2023, o setor perdeu mais de 20 mil empregos. “Caso prossiga a isenção das plataformas internacionais, perdemos mais postos ao longo do ano. A estimativa é de um impacto de 30 mil empregos perdidos nos próximos dois anos”, acrescenta o dirigente, destacando que a perda será resultado de uma queda de cerca de 20% na produção de calçados brasileiros.

Importância do Programa

Por outro lado, Bianco Neto, destacou a importância do Programa de Conformidade da Receita Federal, o Remessa Conforme, que ajudou a mapear os produtos que entram no Brasil via plataformas internacionais. “Se por um lado, agora sabemos o que está entrando no país, por outro lado também sabemos o tamanho do problema para a indústria nacional, ainda mais com esses produtos isentos de impostos de importação”, frisa o dirigente, destacando que, caso prossiga a isenção, a indústria nacional também deveria ser isenta para poder competir em condições de igualdade com os calçados internacionais. “Nós reconhecemos a importância da implementação do Programa que lançou luz e tornou o debate mais racional. Também teve um efeito positivo sobre a receita dos estados, já que recuperou ICMS perdido quando não havia esse controle”, analisa.

Resposta

Na oportunidade, segundo Bianco Neto, o ministro Haddad se mostrou sensível ao problema enfrentado pela indústria nacional e frisou a importância do Remessa Conforme, destacando que estão sendo implementados passos para aprimorar o sistema, deixando o setor esperançoso de uma resolução em curto prazo.

Entenda

Foi publicada no Diário Oficial da União do dia 30 de junho de 2023 a Portaria MF nº 612/2023, que alterou a Portaria MF nº 156/1999 para modificar as regras de tributação das compras internacionais realizadas por meio de empresas de comércio eletrônico. As novas regras entraram em vigor a partir do dia 1º de agosto de 2023. Uma das alterações é a redução da alíquota do Imposto de Importação para 0% em compras on-line de até US$ 50, mesmo quando o remetente for pessoa jurídica.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/03/2024 0 Comentários 609 Visualizações
Business

Abicalçados entrega certificação de sustentabilidade para a mineira Marluvas

Por Jonathan da Silva 06/03/2024
Por Jonathan da Silva

A Marluvas, indústria de calçados profissionais e de segurança de Dores de Campos-MG, recebeu no último dia 28 de fevereiro a certificação do Origem Sustentável no nível Prata (mais de 40% dos indicadores do programa atingidos). A entrega foi realizada presidente do Conselho da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Caetano Bianco Neto, e o presidente-executivo da entidade, Haroldo Ferreira.

Com uma produção de aproximadamente 50 mil pares de calçados por dia, a empresa mineira tem investido na utilização de matérias-primas sustentáveis e na eficiência do processo produtivo. A empresa havia sido certificada em janeiro, mas a entrega ocorreu no final de fevereiro, durante visita dos dirigentes da Abicalçados.

O líder de ESG da Marluvas, Emerson Leão, destaca que a empresa, desde sua fundação, em 1972, tem como missão a sustentabilidade, não somente econômica, mas também ambiental e social. “A proteção está em nosso DNA e sabemos que ela só é completa quando preservado o ambiente em que vivemos. Por isso, investimos em soluções verdes, realizamos compensação ambiental e racionalizamos os recursos utilizados na produção”, comenta.

Leão conta que a Marluvas tem buscado matérias-primas sustentáveis e já oferece ao mercado produtos com forração oriunda de garrafa pet, por exemplo. “Para cada par de calçado, uma garrafa pet é reciclada, transformada em fibras e devolvida à sociedade num novo produto. As linhas de calçados TXT e Nexus já recebem esse tipo de forração”, conta o profissional, ressaltando que a garrafa também está presente no contraforte da maior parte dos produtos e em mantas utilizadas na linha Premier.

A Marluvas vem investindo em processos mais eficientes e que garantam o aproveitamento máximo da matéria-prima, com destaque para o reaproveitamento de quase 100% do poliuretano (PU) e 100% do PVC utilizado na base na produção do solado. Quando o assunto é reaproveitamento de insumos, a empresa também compartilha boas práticas: as aparas de couro dos sapatos são co-processadas e viram insumos para fornos de clínquer – blend utilizado para o aumento da temperatura dos fornos de cimenteiras -, sendo as cinzas incorporadas no próprio cimento. Já os recortes de espumas passam a compor estofados e as caixas de papelão que seriam descartadas são recolhidas por empresas de reciclagem.

Cultura

Leão ressalta, ainda, a cultura de sustentabilidade que a empresa cria oficialmente desde o ano de 1999, quando nasceu o Programa de Coleta Seletiva. Na época, a Marluvas adotou o uso consciente de energia elétrica, com a substituição de todas as lâmpadas por led; o tratamento do esgoto gerado; a arborização das suas unidades fabris; a instalação de lixeiras no centro das cidades em que está inserida; e um programa de educação ambiental para colaboradores e estudantes.

Origem Sustentável

Criado pela Abicalçados em parceria com a Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), o Origem Sustentável é a única certificação de ESG e sustentabilidade no mundo voltada para as empresas da cadeia calçadista. Baseado nas melhores práticas internacionais de sustentabilidade, segue a diretriz de 104 indicadores distribuídos em cinco dimensões: econômica, ambiental, social, cultural e gestão da sustentabilidade. As categorias são Diamante (+80% dos indicadores alcançados), Ouro (+60%), Prata (+40%) e Bronze (+20%). As auditorias são realizadas por órgãos independentes como Senai, SGS, ABNT, Intertek, Bureau Veritas e DNV. Atualmente, mais de 100 empresas de calçados e componentes, que respondem por mais de 45% da produção nacional do setor estão certificadas ou em processo de certificação. Mais informações estão disponíveis no site www.origemsustentavel.org.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/03/2024 0 Comentários 516 Visualizações
Business

Sustentabilidade na indústria calçadista é destaque em encontro da ApexBrasil

Por Marina Klein Telles 06/03/2024
Por Marina Klein Telles

A sustentabilidade da maior indústria de calçados do Ocidente foi destaque durante o Encontro Nacional da Indústria e Serviços realizado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) no último dia 5 de março. Na oportunidade, o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira, participou do painel “Perspectivas dos Complexos setoriais de Indústria e Serviços no contexto da Nova Política Industrial”. O evento ocorreu na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), em São Paulo/SP, e contou com as presenças do vice-presidente e titular do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) Geraldo Alckmin, do presidente da ApexBrasil Jorge Viana, representantes de entidades e autoridades da indústria.

No encontro, Ferreira destacou que existe um tripé necessário para a ampliação e a qualificação da indústria de calçados no Brasil. O primeiro é a competitividade, com uma indústria que tenha menores custos produtivos; O segundo ponto é a promoção comercial no exterior, que se dá sobretudo com o fortalecimento da ApexBrasil e consequentemente dos setores apoiados pela agência em iniciativas que visam ao incremento das exportações. Já o terceiro ponto é o desenvolvimento da própria indústria do portão para dentro da fábrica, com melhorias no processo produtivo em direção a uma maior produtividade e à sustentabilidade, conceito que hoje é fundamental como um diferencial de imagem perante o consumidor internacional.

Sustentabilidade

O dirigente calçadista falou também da importância da Nova Indústria Brasil (NIB), lançada recentemente pelo Governo Federal para reindustrializar o Brasil. “Além de auxiliar na industrialização brasileira, por meio do apoio com linhas de crédito, a NIB também estimula a sustentabilidade, prática pela qual o setor calçadista brasileiro é referência internacional”, disse.

Segundo ele, uma pesquisa divulgada no Relatório Setorial da Indústria de Calçados do ano passado demonstra que o setor calçadista está caminhando a passos largos para uma produção cada vez mais sustentável. “A pesquisa mostra, por exemplo, que 95% das empresas respondentes possuem um trabalho de destinação ambientalmente adequada dos seus resíduos produtivos; 79% das indústrias executam controle das substâncias restritas; 74% da produção do setor está vinculada a empresas que realizam inventário de emissões de gases; e 62% das indústrias consomem energia elétrica 100% oriunda de fontes renováveis.

Para Ferreira, “certamente, a NIB, com sua meta de reduzir em 30% a emissão de carbono da indústria nacional, terá na indústria calçadista e no Origem Sustentável parceiros de primeira hora”. Única certificação de ESG para empresas da cadeia produtiva do calçado no mundo, o Origem Sustentável tem mais de 100 empresas de calçados e componentes certificadas ou em processo de certificação. Juntas, elas respondem por quase metade da produção nacional do setor.

BFSHOW

No final do evento, Ferreira convidou Alckmin e Viana para a próxima edição da BFSHOW, feira de calçados que acontece no Transamerica Expo Center, em São Paulo/SP, nos próximos dias 21 a 23 de maio.

O Encontro

Alinhado com as estratégias da ApexBrasil, o Encontro Nacional da Indústria e Serviços discutiu tendências, oportunidades e perspectivas para o futuro da indústria e dos serviços frente ao mercado externo, contribuindo para a nova industrialização do País, de modo sustentável, com inovação e responsabilidade social.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/03/2024 0 Comentários 401 Visualizações
Business

Abicalçados assina manifesto contra PL que insiste na reoneração

Por Marina Klein Telles 01/03/2024
Por Marina Klein Telles

Não é reprise. A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) vê com extrema preocupação a persistência do Governo Federal na reoneração da folha de pagamentos para os 17 setores que mais empregam na economia brasileira. Após intensas discussões, o Governo Federal revogou o trecho da reoneração da folha de pagamentos da Medida Provisória 1.202, assumindo um equívoco político.

Na oportunidade, destacou que enviaria o tema via Projeto de Lei (PL) para que voltasse a ser discutido no Congresso Nacional. Para a surpresa das empresas, dois dias depois o Executivo enviou à Casa Legislativa, em caráter de urgência, um PL com a repetição do texto publicado anteriormente na MP.

Diante da insistência do Governo Federal em trazer novamente para a discussão um projeto que já foi duas vezes amplamente aprovado no Congresso Nacional, sendo uma derrubada de veto, a Abicalçados assina manifesto conjunto de entidades que representam os 17 setores que seriam atingidos pela reoneração da folha de pagamentos, destacando a importância da manutenção da política da desoneração para a competitividade da indústria e para a geração de empregos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/03/2024 0 Comentários 323 Visualizações
Política

Abicalçados repercute retirada da reoneração de MP

Por Marina Klein Telles 28/02/2024
Por Marina Klein Telles

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) repercute o anúncio da noite de terça-feira (27) do ministro das Relações Institucionais Alexandre Padilha de que o presidente Lula irá revogar da Medida Provisória o trecho que reonera a folha de pagamentos para os 17 setores que mais empregam na economia brasileira. Para a entidade, trata-se de uma “vitória do diálogo e da democracia”.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que a retirada do trecho conserta um “equívoco político” da MP, já que o projeto que renova a desoneração da folha de pagamentos até 2027 já havia sido aprovado no Congresso Nacional por duas vezes, sendo uma derrubada de veto presidencial. “Inclusive, o projeto foi apoiado por parlamentares da base governista, que entenderam a sua relevância social. Taxar a criação de empregos, ainda mais em um momento de instabilidade econômica internacional, é uma irresponsabilidade”, comenta o dirigente.

Manifesto

Na semana passada, representantes dos 17 setores que mais empregam na economia nacional lançaram um manifesto criticando a medida provisória que determinou a reoneração gradual da folha de pagamentos e cobrou a devolução da medida para o Governo Federal. “A indústria calçadista iniciou 2024 com muitas incertezas no cenário nacional e internacional, com a concorrência desleal imposta pelas plataformas internacionais de e-commerce. A reoneração, neste ambiente, seria desastrosa para o setor, impactando na perda de 30 mil postos de trabalho em apenas dois anos”, avalia Ferreira, destacado que apenas na cadeia coureiro-calçadista, uma possível reoneração agregaria mais de R$ 700 milhões em carga tributária por ano.

A partir da retirada da MP do trecho que reonera a folha de pagamentos para os 17 setores a partir de 1º de abril, o Governo Federal ressalta que irá discutir o assunto via projeto de lei em caráter de urgência, que será encaminhado em breve para o Congresso Nacional.

Entenda

A desoneração da folha de pagamento está em vigor desde 2011 e, atualmente, beneficia 17 setores da economia que mais empregam no País, entre eles o calçadista. Atualmente, as empresas dos setores contemplados podem substituir o pagamento de 20% de contribuição previdenciária sobre os salários dos funcionários por uma alíquota que vai de 1% a 4,5% sobre a receita bruta – no caso do setor calçadista, o pagamento é de 1,5%. No entanto, em função da MP, o mecanismo fica válido até abril, quando iniciaria uma “reoneração gradual” dos setores contemplados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/02/2024 0 Comentários 409 Visualizações
Business

Circuito de feiras nos Estados Unidos deve gerar US$ 4,7 milhões para calçadistas

Por Marina Klein Telles 27/02/2024
Por Marina Klein Telles

O circuito de feiras nos Estados Unidos, realizado por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), deve gerar mais de US$ 4,7 milhões para 26 marcas apoiadas. O valor está em relatório da Abicalçados e contempla a participação nas feiras Magic Las Vegas (13 a 15 de fevereiro), Atlanta Shoe Market (17 e 19 de fevereiro) e Magic NY (20 e 22 de fevereiro).

Nas feiras Magic Las Vegas e Magic NY foram feitos 206 contatos, sendo 186 deles inéditos, e gerados US$ 706 mil com vendas in loco. Com as vendas que ficaram alinhavadas nos eventos, a expectativa de negócios ultrapassa US$ 2,8 milhões. Uma das empresas satisfeitas com a participação na Magic Las Vegas é a Klin. “Participar da feira foi uma experiência incrível. Na oportunidade, pudemos nos conectar com profissionais de todo o mundo e compartilhar produtos e experiências no maior mercado de calçados do mundo. Realizamos novos e importantes contatos que certamente gerarão novos negócios para a empresa”, destaca Camila Chamoun, gerente internacional da empresa. Além da Klin, participaram da Magic Las Vegas as marcas Actvitta, Beira Rio, BR Sport, Carrano, Cartago, Cristina Sabatini New York, Ipanema, Lavish by Trica Milaneze, Melissa, Modare Ultraconforto, Moleca, Molekinha, Molekinho, Vizzano e We R Brand. Já na Magic NY o Brasil foi representado pela marca Carrano.

A terceira participação nacional aconteceu na Atlanta Shoe Market, onde foram realizados 208 contatos, sendo 86 deles inéditos. Na oportunidade, foram gerados US$ 571,7 mil, valor que ultrapassa US$ 1,8 milhão se somadas as expectativas com negócios que ficaram alinhavados no evento. “Atlanta superou nossas expectativas. O nosso espaço ficou incrível e conseguimos abrir novos clientes nos Estados Unidos e na América Central”, avalia o gerente Financeiro e de Logística da Cocco Miami, Paulo Rech Filho.

Participando pela primeira vez da feira norte-americana, a Itapuã destaca a importância do mercado local para a estratégia internacional da empresa. “A Atlanta Shoe Market é uma das feiras que mais cresce nos Estados Unidos e, dentro da nossa estratégia, era importante estarmos aqui. Tivemos ótimos contatos e fechamos negócios na feira”, comenta o gerente de exportação da empresa, Charles Werb. Além da Cocco Miami e Itapuã, participaram da feira de Atlanta as marcas Actvitta, Beira Rio, Bottero, BR Sport, Carrano, Cartago Kids, Cartago, Cocco New York, Ipanema Kids, Ipanema, Melissa, Mini Melissa, Modare Ultraconforto, Moleca, Molekinha, Molekinho, New Face, Pegada, Quick Shoes, Schutz, Usaflex, Vicenza e Vizzano.

Mercado

Principal mercado para as exportações brasileiras de calçados, os Estados Unidos são considerados estratégicos para o Brazilian Footwear. No ano passado, os Estados Unidos importaram quase 2,5 bilhões de pares, com um crescimento de mais de 3% no pós-pandemia. Muitas dessas importações, no entanto, são da Ásia. “A frequente participação nas feiras locais, mais do que negócios, tem o objetivo de criar uma conexão com aquele mercado, posicionando o Brasil como fornecedor internacional de calçados de qualidade e produzidos em acordo com o conceito de ESG, este último um diferencial importante em relação à produção asiática”, explica a gestora de projetos da Abicalçados, Letícia Sperb Masselli.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/02/2024 0 Comentários 480 Visualizações
Business

Feira italiana gera mais de US$ 31 milhões para exportações de calçados

Por Marina Klein Telles 26/02/2024
Por Marina Klein Telles

Encerrando a temporada de vendas das coleções de Inverno, a feira italiana Micam Milano reafirmou sua posição como uma exposição de alcance global. Entre os dias 18 a 21 de fevereiro, em Milão, as 76 marcas brasileiras receberam compradores de mais de 90 países. No total, foram mais de US$ 31,7 milhões em negócios, entre efetivados in loco e alinhavados. A participação do Brasil foi promovida pelo Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

Ao longo dos quatro dias da mostra, foram realizados mais de 1 mil contatos com compradores de todos os continentes. “Os resultados da Micam Milano foram positivos dentro do contexto de uma edição de Inverno. Grande parte das marcas reportaram contato com novos clientes, o que representa a importância do evento não somente para a manutenção, mas também para a prospecção e posicionamento das marcas no mercado internacional”, avalia Paola Pontin, analista de Promoção Comercial da Abicalçados.

Para Leandro Moscardini, gerente de exportação da Opananken (Franca/SP), a feira proporcionou à empresa trabalhar na manutenção dos negócios, além de abrir novos clientes e mercados. “Durante a Micam abrimos os mercados dos Estados Unidos, Cingapura, Romênia, Chile, Panamá e um novo cliente no Japão. Fizemos um trabalho intenso antes da Micam Milano, contatando compradores de países como Índia, Cingapura, Alemanha, Israel, Kuwait e Emirados Árabes Unidos, e todos eles vieram. Então, a feira foi uma surpresa positiva em termos de novos novos contatos e dentro do esperado na agenda que tínhamos programado”, contou Moscardini.

Resultados positivos também foram contabilizados na Voices Culture (Farroupilha/RS), empresa que participou pela quarta vez da mostra italiana. De acordo com a gerente de exportação Nathália Schneider, a qualificação dos compradores que visitaram o estande chamou a atenção. “Tivemos boas negociações, conseguimos abrir clientes e mercados que ainda não trabalhamos, bem como ampliamos a nossa distribuição na Europa. Então, mesmo apresentando a coleção de Inverno, foi bem positiva a nossa participação e superou as expectativas”, destacou a gerente da Voices Culture, marca brasileira que iniciou seus negócios no mercado internacional e foi lançada no Brasil durante a BFSHOW, em novembro.

Em sua primeira participação na Micam Milano, as marcas By Cool, 365 Soft e Solis Brasil saíram com a sensação de dever cumprido. “Estávamos há algum tempo avaliando a participação na Micam Milano por ser uma porta de entrada para Europa. Então nos preparamos para atender o mercado, adaptamos produtos, fizemos amostras com foco nos compradores europeus e tivemos uma aceitação muito boa, especialmente da marca 365 Soft pelo conforto, forro e palmilha de couro”, ressaltou Schirley Sá, gerente de exportação das marcas produzidas em São João Batista (SC). Nos quatro dias da mostra, o grupo iniciou negociações com novos clientes e conseguiu efetivar vendas in loco.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/02/2024 0 Comentários 518 Visualizações
Business

Coalizão Indústria apresenta pautas para o MDIC

Por Marina Klein Telles 23/02/2024
Por Marina Klein Telles

A Coalizão Indústria, grupo formado por 15 entidades que representam a indústria nacional, entre elas a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), esteve, no último dia 20, em reunião com o secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa. No encontro, representantes do setor detalharam as principais pautas da atividade com o objetivo de incrementar a competitividade nos cenários nacional e internacional.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destacou que o encontro ajudou o setor a explanar suas dificuldades nesse início de ano, em que ainda se espera um crescimento de cerca de 2% na produção de calçados (para mais de 900 milhões de pares). “Mas, para que isso ocorra, precisamos de previsibilidade, segurança e concorrência leal, com a manutenção da desoneração da folha de pagamentos para os setores econômicos que mais empregam e a retomada da taxação das plataformas digitais internacionais, que desde agosto passado estão isentas de impostos e provocando uma concorrência predatória com a indústria nacional”, disse.

Segundo Ferreira, a desoneração da folha de pagamentos, ainda em discussão entre o Congresso Nacional e o Governo Federal, será fundamental para o crescimento e a manutenção de empregos em um momento de muita instabilidade, especialmente no cenário internacional. Já o retorno dos impostos de importação para as plataformas de cross-border será fundamental para que a indústria calçadista possa concorrer em par de igualdade com os gigantes asiáticos, os grandes beneficiários da política de isenção para remessas internacionais de até US$ 50 (R$ 250).

Coalizão

A Coalizão Indústria foi organizada em 2018 para discutir os assuntos relevantes à indústria nacional. Ela reúne representantes de quinze setores produtivos, que juntos equivalem a 45% do Produto Interno Bruto da indústria brasileira (R$ 485 bilhões); 65% das exportações manufatureiras (R$ 167 bilhões); 30 milhões de empregos diretos e indiretos; e contribuem com R$ 250 bilhões em pagamento de impostos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/02/2024 0 Comentários 472 Visualizações
Business

Entidades se reúnem e pressionam pela manutenção da desoneração da folha

Por Jonathan da Silva 21/02/2024
Por Jonathan da Silva

Representantes dos 17 setores que mais empregam na economia se reuniram nesta quarta-feira (21) para uma coletiva de imprensa no Congresso Nacional, em Brasília. Na oportunidade, o grupo, denominado “Desonera Brasil”, lançou um novo manifesto criticando a medida provisória que determinou a reoneração gradual da folha de pagamentos e cobrou a devolução da medida para o Governo Federal ou a derrubada dela o mais breve possível para que as empresas possam planejar o ano de 2024.

Presente no encontro, o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira, destacou que para ele a medida do Governo Federal é autoritária e inconstitucional, já que foi amplamente discutida e aprovada no Congresso Nacional, inclusive com votos da base governista. “A indústria calçadista iniciou 2024 com muitas incertezas no cenário nacional e internacional, com a concorrência desleal imposta pelas plataformas internacionais de e-commerce e com esse imbróglio que já deveria estar solucionado. A reoneração, caso ocorra, vai tirar ainda mais a competitividade da atividade, colocando em risco milhares de empregos”, afirmou.

Segundo Ferreira, apenas na cadeia coureiro-calçadista, uma possível reoneração agregaria mais de R$ 700 milhões em carga tributária por ano, impactando na produção e, consequentemente, no emprego do setor. “Caso ocorra a reoneração, estimamos a perda de mais de 30 mil empregos somente nos próximos dois anos, além de uma queda de cerca de 20% na nossa produção”, planeja o executivo.

Manifesto

No manifesto divulgado, que será entregue para o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), 35 entidades vinculadas aos 17 setores abrangidos pela desoneração, citam que a Reforma Tributária aprovada em 2023 prevê que a regulamentação dos aspectos tributários sobre trabalho e renda deverão ser apreciados pelo Congresso Nacional, o que afastaria a possibilidade da decisão unilateral via medida provisória.

Além de representantes das entidades, participaram da coletiva parlamentares defensores da política da desoneração da folha de pagamentos, como o autor do PL aprovado, o senador Efraim Filho (UNIÃO-PB), a deputada federal Any Ortiz (CIDADANIA-RS) e o deputado federal líder da Frente Parlamentar em Defesa do Setor Coureiro-Calçadista, Newton Cardoso Júnior (MDB-MG).

Entenda

A desoneração da folha de pagamento está em vigor desde 2011 e, atualmente, beneficia 17 setores da economia que mais empregam no país, entre eles o calçadista. Atualmente, as empresas dos setores contemplados podem substituir o pagamento de 20% de contribuição previdenciária sobre os salários dos funcionários por uma alíquota que vai de 1% a 4,5% sobre a receita bruta – no caso do setor calçadista, o pagamento é de 1,5%. No entanto, em função da MP, o mecanismo fica válido até abril, quando iniciaria uma “reoneração gradual” dos setores contemplados. As entidades defendem que a MP seja devolvida ou derrubada definitivamente no Congresso Nacional.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/02/2024 0 Comentários 411 Visualizações
Business

Com dobro do tamanho, 2ª BFSHOW acontece em São Paulo no mês de maio

Por Jonathan da Silva 21/02/2024
Por Jonathan da Silva

A segunda edição da BFSHOW, feira de calçados realizada pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a NürnbergMesse Brasil, acontecerá entre os dias 21 e 23 de maio, no Transamerica Expo Center, em São Paulo-SP. Com um crescimento de mais de 100% na área de exposição, alcançando 10 mil metros quadrados, e grandes marcas já confirmadas, o evento tem mais de 80% do seu espaço comercializado. Mais de 170 marcas já estavam confirmadas até a primeira quinzena de fevereiro. A feira lançará as coleções de Primavera-Verão de calçadistas brasileiras.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que, após uma primeira edição de sucesso no Rio Grande do Sul, a BFSHOW conquista seu espaço e prepara uma feira maior e melhor para o mês de maio. “Teremos empresas de todos os portes e segmentos, que receberão uma visitação estimada em mais de 10 mil compradores nacionais e internacionais, que virão de forma independente ou através de projetos realizados em esforços conjuntos entre Abicalçados, NürnbergMesse Brasil e Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil)”, projeta.

Segundo Ferreira, o fato de a feira ter dobrado de tamanho já na sua segunda edição demonstra o amadurecimento da proposta e o engajamento crescente dos calçadistas brasileiros de todos os portes e polos produtivos. “Temos muitas novas empresas aderindo à BFSHOW”, comemora o presidente. O grupo de expositores que buscam ter sua primeira experiência na BFSHOW está crescendo, com a aderência de grandes empresas, como Calçados Beira Rio, Grendene, Sugar Shoes e Petite Jolie, e também de médio e pequeno portes como Giulia Domna, Ferricelli, Perlatto, Akazzo, Black Free, entre muitas outras.

Negócios

Ferreira também destaca o otimismo com relação aos negócios. “O Brasil é reconhecido internacionalmente como um dos maiores fornecedores de calçados de verão, coleção que responde por mais de 70% do total comercializado (mais de 600 milhões dos cerca de 900 milhões de pares produzidos anualmente). Somos referência para o mundo e isso, certamente, será refletido nas vendas durante a BFSHOW”, comenta. Na primeira edição da mostra, em novembro passado, foram comercializados, somente para o exterior, mais de US$ 65 milhões (R$ 315 milhões, na cotação da época).

Localização privilegiada

João Paulo Picolo, CEO da NürnbergMesse Brasil, ressalta a importância da localização da segunda edição da BFSHOW. “Realizar o evento em São Paulo, a maior cidade e capital mercantil da América Latina, com todas as facilidades de uma infraestrutura completa com ampla e qualificada rede de restaurantes, bares e opções culturais, favorece a visitação de compradores de todo o Brasil e do mundo”, avalia Picolo, ressaltando que cidade está situada em um dos principais centros aeroportuários globais.

O Transamerica Expo Center é um dos mais modernos espaços de exposição da América Latina. Localizado próximo à rede de transporte público de São Paulo e a 12 km do Aeroporto de Congonhas e a 42 km do Aeroporto Internacional de Guarulhos, o Transamerica Expo Center tem, em um raio de 10 km, mais de 7 mil apartamentos disponíveis.

Marcas já confirmadas

Actvitta, ADG Export, Adrun, Aéropostale, Akazzo, Alex Senne, Amaia Brasil, Amanda Amaral, Amora Maria, Anatomic Gel, Andacco, Anna Flor, Apogeu, Aramis, Ayura, Ayê, Azaleia, B/Green, Barbie, Batatinha, Bebecê, Beira Rio, Bibi, BKR, Black Free, Blitzz, Boaonda, Bottero, Box 200, BR Sport, BTA, By Brava, Byara, Camin, Campesi, Carrano, Cartago, Classe Couro, Colcci, Coca Cola Shoes, Colorê, Comfortflex, Confort Way, Corinthians, Crato, Cravo & Canela, Crep, Cromic, Dakota, Data System, Dem-bas, Democrata, Di Valentini, Diadora, Diversão, Euro Soccer, Ferracini, Ferricelli, Fiocco, Flor Amor, Florence, Fofioro, Freeway, Frizzante, Giovanna Fashion, Giulia Domna, GLK, Gogowear, Grendene Kids, Grendha, Guilhermina, Hello Kitty, Improviso, Ipanema, Itapuã, Izalu, K360, Kidy, Killana, Klin, Kolosh, Kolway, Krisle, La Fitty, Levecomfort, Leveterapia, Lorena Fernandes, LPS, Luma Luz, Lynd, Manchester, Manutt, Marina Carvalho, Mary Jane, Mezzo Punto, Minecraft, Mississipi, Modare Ultraconforto, Moleca, Molekinha, Molekinho, Mormaii, Mr. Dias, Nadia Talita, Nautica, Nesk, New Face, One Flip, Opananken Antistress, Ortopasso, Oxn Futebol, Pampili, Pampili Mini, Patrus Transportes, Pegada, Perlatto, Petite Jolie, Piccadilly, Pimpolho, Pink Cats, Plugt, Polo Go, Power Sport, Rainha, Ramarim, Randall, Raquel Dias, Rayon, Rep-Play, Rider, Rubro, Sandili, Savelli, Scatamacchia, Serenitx, Serenity, Shelter, Slink Kids, Sophia Almeida, Start Flex, Street, Strike, Sugar Shoes, SVL Footwear, Talita Dias, Tanara, Topper, Torrenezzi, Tree Shoes, Trilha da Lua, Tweenie, Usaflex, Via Marte, Via Uno, Via Vip, Viccini, Villarosa, Villione, Vip Star, Vizzano, Voices, Vorax, Vulcabras, Walk Way, West Coast, Wini Peg, Wirth, World Colors, Zareia e Zaxy.

O credenciamento para visitação da 2ª BFSHOW está aberto no site www.bfshow.com.br.

Sobre a Abicalçados

A Abicalçados é a entidade que representa a indústria nacional, quinta maior produtora de calçados do mundo, a maior do Ocidente. Fundada em 1983, a Abicalçados, sediada em Novo Hamburgo-RS, possui em seu quadro de associados empresas de todos os portes e que respondem por mais de 65% do total de pares produzidos no País. A entidade representa uma indústria que emprega, diretamente, mais de 300 mil pessoas. Sua missão é representar, defender, desenvolver e promover a indústria calçadista brasileira, com respeito, excelência e resultados.

Sobre a operadora

A NürnbergMesse Brasil é uma subsidiária do Grupo NürnbergMesse, uma das 15 maiores empresas internacionais organizadoras de eventos do mundo. O portfólio do grupo possui mais de 120 feiras e congressos internacionais (14 deles no Brasil) e mais de 40 pavilhões. Anualmente, cerca de 30 mil expositores e mais de 1,5 milhão de visitantes participam dos eventos organizados pela NürnbergMesse, que está presente, por meio de suas subsidiárias, na China, Estados Unidos, Brasil, Grécia, Itália e Índia. O grupo ainda possui uma rede com cerca de 50 representantes, que operam em mais de 116 países.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/02/2024 0 Comentários 465 Visualizações
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