Mais vistas
Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional...
Exposição de orquídeas em Novo Hamburgo contará com mais de...
Programa Valor Social da Ailos Viacredi Alto Vale está com...
Defesa Civil alerta para possibilidade de temporal em Montenegro
Câmara de Comércio Italiana do Rio Grande do Sul (CCIRS)...
Brechó solidário no dia 11 de abril reúne três entidades...
Entidades médicas gaúchas alertam população após aumento de casos de...
Expoagro Afubra 2026 é aberta com foco na resiliência da...
Febrac aponta que rastreabilidade bovina pode ampliar acesso a mercados...
Desassoreamento é concluído em dois arroios do bairro Canudos
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Tag:

abicalçados

Business

Abicalçados: Quatro décadas ao lado do setor calçadista nacional

Por Marina Klein Telles 25/04/2023
Por Marina Klein Telles

Uma indústria calçadista gigante, formada por mais de 4 mil empresas que empregam, diretamente, mais de 300 mil pessoas que produzem mais de 840 milhões de pares todos os anos. Um cluster desenvolvido, onde se encontra todos os insumos para a fabricação de um dos melhores calçados do planeta, não poderia existir sem ter uma representação à altura.

Com as exportações de calçados tendo iniciado no final da década de 1960, o setor se ressentia de não ter uma organização que lutasse pelos seus interesses. Foi então que, em 1983, um grupo de 29 calçadistas gaúchos, cientes da necessidade de ter uma entidade que unisse o setor e fortalecesse seus pleitos junto aos poderes públicos, principalmente no fomento da exportação, criou a Associação das Indústrias de Calçados do Rio Grande do Sul (Adical).

Sete anos depois de sua criação, a Adical tornou-se nacional, sob o nome de Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). Acompanhando o crescimento do setor, que no final dos anos 1980 chegou a exportar 170 milhões de pares, a entidade passou a agregar, em torno de si, empresas de diferentes portes, segmentos e polos calçadistas. Na cerimônia que tornou a entidade nacional também foi atualizado o artigo que trata da representação, antes regional: Representar a indústria de calçados do Brasil.

O objetivo, diante do desenvolvimento da atividade, era assegurar o crescimento do setor calçadista brasileiro, articulando com os diversos entes que compõem o cenário nacional, governos, ministérios, embaixadas etc. Na década de 1990, o Brasil vivia um ótimo momento para a exportação de calçados, o que não ocorria no mercado interno, que sofria com os efeitos da inflação. Apesar do bom momento, foi nos anos 1990 que a produção brasileira também passou a ser ameaçada pelo crescimento da China enquanto player calçadista. Em 1993, o Brasil bateu recorde, mantido até hoje, na exportação de calçados: mais de 200 milhões de pares.

Internacionalização e Defesa

Os anos 2000 foram intensos para o setor calçadista brasileiro. Foi exatamente no início da década que a Abicalçados e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) assinaram o primeiro convênio com o objetivo de criar um programa de apoio às exportações do setor que subsidiasse com recursos financeiros e desse suporte para empresas que desejavam iniciar ou até mesmo ampliar suas exportações. O primeiro convênio, que cobria o biênio 2001-2002 investiu mais de R$ 6,5 milhões em ações de promoção comercial para o calçado nacional no exterior, dando origem ao Brazilian Footwear.

A partir do convênio, a Abicalçados cresceu com intensidade, apoiando cada vez mais empresas não somente na sua internacionalização, mas na qualificação também no mercado doméstico. Passamos, em poucos anos, de 99 destinos para mais de 150 países, tornando o “Made in Brazil” conhecido no mundo todo.

A invasão de produtos chineses com valores muito abaixo dos praticados no mercado. Desta forma, a Abicalçados entrou com representação junto ao Governo Federal com o objetivo de criar medidas antidumping que freassem a invasão asiática. Após muita discussão, muitas reuniões em Brasília e um estudo do caso, a Abicalçados finalmente logrou uma medida, de forma provisória, que sobretaxou o calçado importado da China em US$ 12,47. Seis meses depois, e já comprovado o nefasto efeito da concorrência desleal na indústria nacional, o Governo Federal não somente renovou a medida como corrigiu o valor da sobretaxa para US$ 13,85.

Conforme dados tabulados pela Abicalçados, em 2008, a importação de calçados chineses foi equivalente a US$ 218,7 milhões, cerca de 70% do total importado. Após a aplicação do direito antidumping, definitivo em 2010, esse número caiu para US$ 54,9 milhões, uma retração de 75%.

Reinvenção

A década de 2020 marca a reinvenção da entidade, cada vez mais conectada e próxima aos calçadistas de todos os polos brasileiros onde existe produção de calçados. Por meio de seus dirigentes e equipe, a entidade faz questão de estar ao lado dos produtores, inclusive fisicamente, para entender as diferentes demandas e propor soluções. Uma das demandas que vinham sendo debatidas há alguns anos era a criação de uma feira de calçados que reunisse marcas de todos os polos calçadistas e empresas de todos os portes e nichos.

Lançada oficialmente em 2022, a Brazilian Footwear Show – BFSHOW – nasceu de uma demanda da indústria e do varejo de calçados visando a otimização de custos, transparência e o foco em negócios. A nova feira, que ocorrerá duas vezes ao ano, para lançar coleções de Primavera-Verão e Outono-Inverno, segue uma tendência internacional das maiores feiras setoriais, caso da Micam Milano, que é promovida pela associação de calçadistas italianos, a Assocalzaturifici.

A sustentabilidade também ganhou força nos anos 2020. Tema impulsionado pela pandemia de Covid-19, e a consciência da vulnerabilidade humana frente à natureza, as práticas ESG (Environmental, Social and Corporate Governance) são, cada vez mais, uma exigência do consumidor. Diante do desafio, a Abicalçados, em conjunto com a Assintecal, vem reforçando a importância da certificação do Origem Sustentável, único programa de certificação de ESG da cadeia produtiva do calçado no mundo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/04/2023 0 Comentários 624 Visualizações
Business

Abicalçados defende prorrogação da desoneração da folha de pagamentos

Por Marcel Vogt 20/04/2023
Por Marcel Vogt

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), representada pelo seu presidente-executivo, Haroldo Ferreira, participou na quarta-feira (19), da reunião com o vice-presidente e o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços Geraldo Alckmin. O encontro, ocorrido em Brasília, teve como pauta a importância da prorrogação da desoneração da folha de pagamentos e contou com a presença de representantes dos 17 setores atualmente abrangidos pela medida.

Na oportunidade, Ferreira destacou a importância da desoneração da folha de pagamentos para o setor calçadista, por este ser intensivo em mão de obra. Quinto setor que mais emprega na Indústria de Transformação brasileira, o calçadista gera mais de 300 mil postos diretos em todo o País. “Em 20% dos 600 municípios onde geramos empregos, mais de 50% dos postos são gerados pelo setor calçadista. No Rio Grande do Sul, Ceará, Bahia, Paraíba e Sergipe, o setor é o principal empregador da Indústria de Transformação”, comentou o dirigente.

Empregos em risco

Segundo Ferreira, caso a medida que permite a substituição do pagamento de 20% sobre a folha de pagamentos por 1,5% da receita bruta não seja aprovada, a atividade corre o risco de sofrer quedas na produção e, consequentemente, no nível de emprego. “Nosso levantamento mostra que, caso a medida não seja prorrogada, podem ser perdidos mais de 14 mil postos já em 2024, com uma oneração adicional de R$ 550 milhões para as empresas de calçados”, alertou o executivo, ressaltando que a produção de calçados também pode ser impactada com uma redução de 20%.

Urgência

Ferreira conta que a receptividade do vice-presidente foi “positiva” e que existe a promessa de incluir todos os setores econômicos na Reforma Tributária. “Mas não podemos esperar, já que a desoneração acabará no final deste ano. Por isso, estamos apoiando o Projeto de Lei (PL 334/2023) do senador Efraim Filho para prorrogar a desoneração até 2027, mesmo sem a aprovação da esperada Reforma Tributária”, destaca. A matéria já está na Comissão de Assuntos Econômicos da Casa, sob a relatoria do senador Angelo Coronel, com quem o executivo da Abicalçados também teve reunião no dia de ontem.

Entenda

A desoneração da folha de pagamento está em vigor desde 2011 e, atualmente, beneficia 17 setores da economia que mais empregam no País, entre eles o calçadista. Hoje, com a medida que vigora até o final de 2023, as empresas dos setores contemplados podem substituir o pagamento de 20% de contribuição previdenciária sobre os salários dos funcionários por uma alíquota que vai de 1% a 4,5% sobre a receita bruta – no caso do setor calçadista, o pagamento é de 1,5%.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/04/2023 0 Comentários 545 Visualizações
Business

Origem Sustentável é destaque em evento colombiano

Por Marina Klein Telles 14/04/2023
Por Marina Klein Telles

Práticas sustentáveis e de ESG na indústria da moda e a sua crescente importância diante de um consumidor mais atento e exigente, foram tema de um debate realizado pela Câmara de Comércio de Bogotá, da Colômbia. Participaram do evento digital, em 12 de abril, o gestor de Projetos da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Cristian Schlindwein; Maria Luiza Amaro, gerente de Marketing da Lycra Company para o Brasil e Colômbia; e Edwin Alvarado, co-fundador do Closeando, site de e-commerce de vestuário da Venezuela. 

Ressaltando a importância de construir, no mundo, cadeias produtivas de calçados efetivamente sustentáveis e atuar de acordo com os preceitos de ESG, Schlindwein falou sobre o Origem Sustentável, única certificação de sustentabilidade e ESG para empresas de calçados e seus fornecedores de insumos no mundo. “O Brasil é um grande player mundial, o maior produtor de calçados fora da Ásia, e assumimos o compromisso de guiar as empresas rumo a uma produção cada vez mais sustentável não somente na dimensão ambiental, mas também social, econômica e cultural”, comentou. 

Segundo Schlindwein, para evitar greenwashing – quando as empresas apresentam produtos ecologicamente corretos, mas sem ter um processo produtivo efetivamente sustentável, o Origem Sustentável conta com auditorias de órgãos independentes e de alta credibilidade. “A indústria calçadista brasileira é uma das mais sustentáveis do mundo, principalmente quando levamos em consideração os produtores asiáticos, os principais fabricantes de calçados do mundo. Porém, sabemos que existe um caminho a ser percorrido, não somente no incremento das iniciativas de sustentabilidade, mas também no que diz respeito à comunicação delas no Brasil e no exterior”, acrescentou. 

Baseado nas melhores práticas internacionais de sustentabilidade, o Origem Sustentável segue a diretriz de 104 indicadores distribuídos em cinco dimensões: econômica, ambiental, social, cultural e gestão da sustentabilidade. Atualmente já são mais de 90 empresas de calçados e componentes participantes, dentre essas 45 já certificadas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/04/2023 0 Comentários 576 Visualizações
Business

Pampili é certificada no Origem Sustentável

Por Marina Klein Telles 14/04/2023
Por Marina Klein Telles

A Pampili, fábrica de calçados infantis de Birigui/SP, é mais uma das empresas certificadas no âmbito do Origem Sustentável, única certificação de ESG e sustentabilidade do mundo voltada para empresas da cadeia calçadista. A cerimônia de entrega da acreditação no nível Ouro aconteceu no último dia 11 de abril, na sede da empresa, e contou com a presença de dirigentes da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e da diretoria e equipe responsável pelo projeto da Pampili.

Trabalhando, desde sua fundação, com o compromisso de cuidar, desenvolver e elevar consciência na evolução de seus stakeholders na construção de um futuro melhor e mais sustentável, a Pampili, entre seus destaques, tem o Projeto Eco Amigável. Trata-se de uma linha de produtos feitos com um percentual de material reciclado – aparas de contraforte, retalhos de solas etc. Já o PVC micro expandido usado na fabricação dos calçados é isento de metais pesados e ftalatos – substância química prejudicial à saúde humana e dos animais.

Mas, como não basta somente ter um produto sustentável e não ter todo o processo produtivo em consonância com os preceitos de ESG, a Pampili também adquire energia proveniente de fontes naturais – solar, eólica, biomassa, hidrelétricas etc – e trabalha o Instituto Terra do Rosa, que compreende projetos que foram construídos para atender os filhos dos colaboradores, representando a materialização do propósito institucional de transformar o mundo em lugar melhor.

Instituto Terra do Rosa

Entre os projetos, o Instituto trabalha com a Semente do Futuro, voltado para a educação infantil na construção da cidadania; o Florescer, que contribui na formação de pessoas do bem, como agentes de transformação, despertando e cultivando habilidades e talentos que apoiam seu desenvolvimento; o Aprendiz Pampili, que cultiva novos talentos em parceria com o Senai e outros cursos profissionalizantes; o Sopradores da Alegria, que leva amor e carinho aos ambientes hospitalares; e a Roda de Pais, que coloca familiares para trocar experiências sobre o desenvolvimento dos filhos.

A CEO da empresa, Maria Mestriner Colli, destaca a importância do reconhecimento de ações de sustentabilidade da Pampili. “Somos a primeira empresa calçadista do estado de São Paulo certificada pelo Selo Origem Sustentável no nível Ouro. Esse é um reconhecimento do nosso compromisso com a gestão sustentável, temos em nossa essência o compromisso de cuidar, desenvolver e elevar a consciência para a construção de um futuro melhor. Todas as ações dentro da Pampili são pensadas para promover a sustentabilidade, tanto ambiental quanto social”, avalia Maria Mestriner Colli, CEO da Pampili, ressaltando que a ideia é que esses processos evoluam cada vez mais.

Próximos passos

Agora, o desafio da empresa é a conquista do nível máximo do Origem Sustentável, o Diamante. “Estamos trabalhando com foco em consolidar nossa Política de Sustentabilidade para toda a nação Pampili – empresa e seus stakeholders. Também realizaremos reuniões mensais com o nosso Comitê de Sustentabilidade para apresentação e gestão dos resultados referente aos compromissos assumidos, e a capacitação dos colaboradores para a sustentabilidade. “Fazemos pesquisas frequentes com consumidores no Brasil e identificamos que a Pampili já é percebida como uma marca socialmente sustentável, e buscaremos ampliar essa comunicação para o mercado doméstico e também internacional”, conclui Maria.

Empresa

Fundada em 1987, a Pampili possui quatro unidades fabris localizadas entre Birigui e Paranaíba/MS. Atualmente, seus mais de 1,8 mil colaboradores produzem, diariamente, 13,5 mil pares de calçados e mil bolsas, dos quais exportam cerca de 10% para mais de 40 países, com destaque para Ásia, Europa e América Latina.

Sobre o programa

O Origem Sustentável é a única certificação de ESG e sustentabilidade no mundo voltada para as empresas da cadeia calçadista. Baseado nas melhores práticas internacionais de sustentabilidade, segue a diretriz de 104 indicadores distribuídos em cinco dimensões: econômica, ambiental, social, cultural e gestão da sustentabilidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/04/2023 0 Comentários 785 Visualizações
Business

Produção de calçados deve crescer em 2023

Por Marina Klein Telles 11/04/2023
Por Marina Klein Telles

A produção de calçados, conforme projeção da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), deve crescer entre 1% e 1,7% em 2023, para um total entre 857 a 863 milhões de pares produzidos. Diferentemente de 2022, quando o aumento da produção (+3,6%) foi impulsionado pelas exportações, que cresceram mais de 45% em receita na relação com o ano anterior, o incremento ao longo do ano deve se dar pelo consumo doméstico. Essas e outras projeções serão comentadas na próxima Análise de Cenários, em 25 de abril.

A coordenadora de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Priscila Linck, ressalta que, para 2023, com a retomada da China após um período de muitas restrições em função da política de Covid Zero, e a inflação mundial em alta, a expectativa é de que as exportações brasileiras de calçados caiam em relação a 2022. “Desta forma, a expectativa é de que alcancemos um índice positivo na produção setorial, entre 1% e 1,7%, portanto acima das projeções de crescimento do PIB brasileiro, hoje em 0,9%”, projeta.

A Análise de Cenários, que prevê apresentações de Priscila e do professor e doutor em Economia Marcos Lélis, acontecerá de forma digital a partir das 15h30 do dia 25 de abril. Além das projeções de produção e exportação de calçados, o evento marca o lançamento do Relatório Setorial da Indústria de Calçados, que traz dados da atividade, análises e projeções setoriais e macroeconômicas para curto e médio prazos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/04/2023 0 Comentários 768 Visualizações
Business

Brazillian Footwear deve gerar US$74 milhões no primeiro trimestre de 2023

Por Marina Klein Telles 20/03/2023
Por Marina Klein Telles

As ações internacionais apoiadas pelo Brazilian Footwear deve gerar US$74 milhões para empresas brasileiras. O cálculo soma os resultados da Expo Riva Schuh (Itália), Missão Colômbia, Circuito de Promoção Comercial nos Estados Unidos – Playtime NY, Magic/Project Las Vegas, Atlanta Shoe Market e Magic NY e da Micam Milano (Itália). Todos os eventos foram realizados entre janeiro e fevereiro deste ano.

A gestora de Projetos da Abicalçados, Letícia Sperb Masselli, destaca que os eventos uniram marcas de diferentes perfis. “O Brazilian Footwear, desde seu primeiro convênio, no ano 2000, tem como premissa apoiar as exportações brasileiras do setor, não somente no que diz respeito à promoção comercial e de imagem, mas também com o desenvolvimento da internacionalização na cultura das empresas”, avalia. 

No ano passado, somando todas as ações do Brazilian Footwear, foram gerados mais de US$116 milhões para as marcas brasileiras. Convertendo para a média do Real naquele ano, foram mais de R$600 milhões em negócios.

Brazilian Footwear

O Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a ApexBrasil. Este programa tem como objetivo aumentar a presença da indústria brasileira e de suas marcas no mercado internacional por meio de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem. Conheça nos sites brazilianfootwear.com.br | abicalcados.com.br/brazilianfootwear.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/03/2023 0 Comentários 597 Visualizações
Business

“Invasão asiática” já reflete no emprego do setor calçadista

Por Marina Klein Telles 16/03/2023
Por Marina Klein Telles

A invasão de calçados asiáticos, especialmente dos provenientes da China, já estão surtindo efeitos indesejáveis no nível de emprego da indústria calçadista. Conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), em janeiro, o setor criou apenas 1,3 mil postos em todo o Brasil, o pior saldo em 14 anos. Conforme a entidade, o saldo médio nos últimos dois anos, para janeiro, foi de 8 mil vagas criadas. Com o dado, a indústria calçadista encerrou o primeiro mês de 2023 com 297,7 mil pessoas empregadas na atividade.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, alerta que as importações chinesas têm provocado uma concorrência desleal no varejo brasileiro, pois chegam com preços muito abaixo dos praticados no mercado. Dados mais recentes elaborados pela Abicalçados informam que, em fevereiro, as importações totais somaram 4,37 milhões de pares e US$ 37,72 milhões, altas de 73% em volume e de 32,8% em receita na relação com o mês correspondente de 2022. No bimestre, as importações totais acumularam 7,6 milhões de pares e US$ 86,8 milhões, altas de 49% e 65,5%, respectivamente, ante o mesmo período do ano passado.

China: calçado a US$1,72

No mês passado, entraram no Brasil quase 3 milhões de pares provenientes da China (quase 70% do total importado). Com um preço médio de apenas US$1,72 por par (o menor desde 1997), as importações de lá somaram US$5 milhões. As altas são de 130,7% em volume e de 9,7% em receita na relação com o mesmo período do ano passado.

“Claramente existe um processo de dumping – quando o preço praticado para a exportação é diferente do praticado no mercado interno -, o que provoca uma concorrência desleal com a indústria brasileira. É uma questão que estamos buscando resolver junto às autoridades e que, como os dados comprovam, já tem reflexo no nível de emprego”, alerta Ferreira, ressaltando que a invasão de calçados chineses pode provocar uma “quebradeira” no setor, gerando uma onda de demissões.

“Sem demanda, a indústria nacional vai parar de produzir, o que tem como consequência o desemprego de pessoas que sobrevivem da atividade”, acrescenta o executivo. Com o resultado de fevereiro, as importações chinesas somaram 4,32 milhões de pares e US$11,44 milhões, incrementos tanto em volume (+66%) quanto em receita (+21,2%) em relação ao mesmo bimestre de 2022. Segundo o dirigente, desde que a China flexibilizou a política de Covid Zero e voltou com apetite ao mercado, no início do ano, calçadistas vêm encontrando problemas.

Mais Ásia na lista

A segunda origem das importações, em volume, no mês de fevereiro foi o Vietnã. De lá, foram importados 764,25 mil pares por US$18,15 milhões, altas de 6% em volume e de 39,2% em receita na relação com o mês dois de 2022. No bimestre, as importações de calçados do Vietnã somaram 1,9 milhão de pares e US$44,26 milhões, altas tanto em volume (+63,5%) quanto em receita (+96,5%) em relação ao mesmo intervalo do ano passado.

A terceira origem das importações brasileiras de calçados também ficou com um país asiático. Em fevereiro, o Brasil importou da Indonésia 368,94 mil pares por US$7,54 milhões, altas de 58,3% em volume e de 60% em receita na relação com fevereiro de 2022. No bimestre, as importações daquele país somaram 750,37 mil pares e US$15,56 milhões, altas tanto em volume (+58%) quanto em receita (+63,5%) ante o mesmo período do ano passado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/03/2023 0 Comentários 509 Visualizações
Business

Abicalçados participa de evento de associação britânica

Por Felipe Schwartzhaupt 15/03/2023
Por Felipe Schwartzhaupt

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), representada pela gestora de Projetos da entidade, Letícia Sperb Masselli, participou, no último dia 1º de março, do evento Going Global, promovido pela British Footwear Association (BFA). O convite veio através do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados que a Abicalçados mantém em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). Além de Letícia, o evento digital contou com uma apresentação do designer Diego Vanassibarra, brasileiro radicado no Reino Unido que migrou sua produção da Itália para o Brasil em busca de liberdade criativa e conforto.

Na oportunidade, Letícia apresentou o potencial da indústria calçadista brasileira, que exporta mais de 140 milhões de pares para cerca de 170 destinos. Segundo a gestora, com a quinta maior produção de calçados do mundo, a maior fora da Ásia, o Brasil possui um cluster produtivo completo, onde se encontram todos os insumos necessários para a fabricação de calçados de qualidade, confortáveis e em consonância com os conceitos de sustentabilidade.

“Os fabricantes britânicos ficaram positivamente impactados, principalmente com a sustentabilidade da indústria calçadista brasileira, a flexibilidade produtiva para atender pedidos menores e a organização do cluster”, conta Letícia, que falou ainda da plataforma de conexão de negócios com compradores internacionais BrazilianFoootwear.com e do único programa de certificação ESG para a cadeia produtiva de calçados do mundo, o Origem Sustentável. Letícia ressaltou que, no dia do evento da BFA houve um pico de acessos ao BrazilianFootwear.com e que recebeu três retornos de compradores britânicos interessados em fornecedores brasileiros.

O designer Diego Vanassibarra falou na sequência e destacou o case de sua marca homônima, que desenvolve calçados conceituais. Segundo ele, foi preciso migrar sua produção da Itália para o Brasil, pois no país considerado o berço da moda mundial encontrou dificuldades com relação à criação, diante da falta de flexibilidade e interesse em desenvolver produtos verdadeiramente inovadores e conceituais.

Além disso, o designer ressaltou que, no país europeu, não conseguia dar o conforto necessário ao seu produto, o que encontrou somente quando passou a produzir no Brasil. “No Brasil encontrei solucionadores de problemas, dispostos a encontrar caminhos para viabilizar ideias”, disse. Atualmente, o criador produz no Vale do Sinos, polo calçadista localizado no Rio Grande do Sul.

Sobre o Brazilian Footwear:

O Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a ApexBrasil. Este programa tem como objetivo aumentar a presença da indústria brasileira e de suas marcas no mercado internacional por meio de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem. Conheça: www.brazilianfootwear.com.br | www.abicalcados.com.br/brazilianfootwear.

Sobre a ApexBrasil:

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar os objetivos, a ApexBrasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasi. A Agência também atua de forma coordenada com atores públicos e privados para atração de investimentos estrangeiros diretos (IED) para o Brasil com foco em setores estratégicos para o desenvolvimento da competitividade das empresas brasileiras e do País. Conheça: https://apexbrasil.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/03/2023 0 Comentários 517 Visualizações
Business

Exportações de calçados somam mais de US$ 219 milhões no bimestre

Por Marina Klein Telles 10/03/2023
Por Marina Klein Telles

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam queda. Segundo estudo, no primeiro bimestre do ano, foram embarcados 26,77 milhões de pares, que geraram US$219,78 milhões, queda de 2,9% em volume e incremento de 5,1% em receita no comparativo com o mesmo período do ano passado. Segregando apenas o mês de fevereiro, as exportações somaram 12,14 milhões de pares por US$101,85 milhões, quedas tanto em volume (-10,6%) quanto em receita (-5,6%) em relação a fevereiro de 2021.

Os embarques brasileiros para os Estados Unidos vêm apresentando retração desde o segundo semestre de 2022, seguindo uma tendência de redução geral das importações daquele país.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, avalia que a queda registrada no último mês passa pela redução dos embarques para os Estados Unidos, principal destino do calçado brasileiro no exterior, e pela desaceleração da economia mundial. “Os embarques brasileiros para os Estados Unidos vêm apresentando retração desde o segundo semestre de 2022, seguindo uma tendência de redução geral das importações daquele país”, ressalta.

Segundo o executivo, o mercado norte-americano passa por um momento de retração, elevação da inflação e crescimento de estoques. “No ano passado, as importações de calçados cresceram mais de 33%, muito mais do que o varejo norte-americano no período (+1,1%)”, acrescenta.

Estados

No bimestre, o principal exportador de calçados do Brasil foi o Rio Grande do Sul. No período, as fábricas gaúchas embarcaram ao exterior 5,78 milhões de pares, que geraram US$87,84 milhões, quedas tanto em volume (-16,5%) quanto em receita (-3,6%) em relação ao mesmo período de 2022.

O segundo maior exportador do setor no período foi o Ceará, de onde partiram 10,57 milhões de pares que geraram US$64,94 milhões, incrementos tanto em volume (+1%) quanto em receita (+10,3%) em relação ao mesmo intervalo de 2022.

Na terceira posição entre os exportadores de calçados apareceu a Paraíba. No bimestre, as fábricas paraibanas embarcaram 5,18 milhões de pares, pelos quais receberam US$ 19,5 milhões, incrementos de 17,5% em volume e de 51% em receita na relação com o mesmo período do ano passado.

Destinos

No mês de fevereiro, pela primeira vez em 27 anos, ou seja, em toda a série histórica, a Argentina importou mais calçados brasileiros do que os Estados Unidos. No mês dois, os hermanos importaram 961,6 mil pares de calçados por US$17,3 milhões, incrementos tanto em volume (+8,2%) quanto em receita (+51,3%) em relação ao mesmo mês de 2022. No bimestre, os hermanos importaram 1,7 milhão de pares por US$30,12 milhões, aumentos de 1,8% e 66,4%, respectivamente, ante o mesmo período do ano passado.

Com quedas registradas tanto em volume (-62,4%) quanto em receita (-50,7%) em fevereiro, no comparativo com o mês correspondente de 2022, os Estados Unidos importaram 879,2 mil pares do Brasil, pelos quais foram pagos US$17 milhões. No bimestre, as fábricas brasileiras somam o embarque de 2,14 milhões de pares para lá, que geraram US$40,43 milhões, quedas de 47,7% e 33%, respectivamente, ante mesmo ínterim do ano passado.

A Espanha é outra surpresa no ranking do mês de fevereiro, tendo ultrapassado a França na terceira colocação entre os destinos. No mês passado, os espanhóis importaram 2,35 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$7 milhões, expressivos incrementos de 492,7% em volume e de 473,6% em receita na relação com o mês dois do ano passado. No acumulado, os espanhóis somam a importação de 4,4 milhões de pares por US$13,9 milhões, incrementos tanto em volume (+259%) quanto em receita (+237%) em relação ao mesmo período de 2022.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/03/2023 0 Comentários 509 Visualizações
Business

Brasil e Argentina se unem para manutenção da TEC

Por Marina Klein Telles 09/03/2023
Por Marina Klein Telles

Representantes da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e da Câmara da Indústria de Calçados da Argentina (CIC) estiveram reunidos na manhã do último dia 7 de março para debater o comércio bilateral do setor. O destaque da pauta foi a importância da manutenção da Tarifa Externa do Mercosul (TEC) para impedir uma possível “invasão” de produtos chineses nos dois países.

Não temos condições de competir em condições equânimes com um país que pratica dumping e não respeita as legislações trabalhistas e de sustentabilidade.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, ressalta que o encontro foi bastante produtivo. A Argentina, segundo ele, vem sofrendo com o aumento das importações de calçados, principalmente provenientes da China. Desde que a China flexibilizou a política de Covid Zero e voltou com apetite ao mercado, calçadistas vêm encontrando problemas.

Importação de calçados chineses pode conduzir a quebra do setor

Conforme dados elaborados pela Abicalçados, no ano passado entraram no Brasil quase US$ 50 milhões em calçados chineses, 34,6% a mais do que em 2021. Já na Argentina o resultado foi ainda mais preocupante, tendo entrado no país vizinho o equivalente a US$ 88,7 milhões em calçados provenientes da China, uma alta de 438% em relação a 2021. “O fim da TEC, hoje em 35% para calçados importados de países de fora do Mercosul, abriria o caminho para uma invasão chinesa nas prateleiras brasileiras e argentinas”, alerta Ferreira, ressaltando que não é uma questão de protecionismo e sim de defesa comercial.

O presidente-executivo reforça que a entrada indiscriminada de calçados asiáticos pode provocar uma quebra no setor, gerando uma onda de desemprego. “Não temos condições de competir em condições equânimes com um país que pratica dumping – preços para exportação abaixo dos praticados no mercado interno – e não respeita as legislações trabalhistas e de sustentabilidade”, acrescenta.

O encontro tratou sobre a importância crescente da sustentabilidade na cadeia produtiva do calçado. “Apresentamos o Origem Sustentável, único programa de certificação em ESG para a cadeia do calçado no mundo. Os colegas argentinos ressaltaram essa importância, até como forma de competir com os calçados asiáticos, que não possuem esse apelo que é uma exigência do consumidor em nível mundial”, conta o executivo da Abicalçados.

Participaram do encontro, além do presidente-executivo da Abicalçados, o presidente do Conselho Deliberativo e o gestor de Projetos da entidade, Caetano Bianco Neto e Cristian Schlindwein. Da CIC participaram Horacio Moschetto, Nestor Corbera e Damian Gravagna.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/03/2023 0 Comentários 530 Visualizações
Notícias mais recentes
Notícias mais antigas

Edição 303 | Fev 2026

Entrevista | Marlos Schmidt projeta resultados da Fimec 2026

Moda | Destaque no mercado internacional: Juliana Schmitt

Turismo | Confira os encantos da Serra Gaúcha durante da Vindima

Agronegócio | Expoagro Afubra chega à 24ª edição com extensa programação

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional de desburocratização

  • 2

    Exposição de orquídeas em Novo Hamburgo contará com mais de 500 plantas

  • 3

    Programa Valor Social da Ailos Viacredi Alto Vale está com inscrições abertas

  • 4

    Defesa Civil alerta para possibilidade de temporal em Montenegro

  • 5

    Câmara de Comércio Italiana do Rio Grande do Sul (CCIRS) inaugura nova sede em Porto Alegre

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO