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Business

Missão comercial na Colômbia deve gerar US$ 6,6 milhões

Por Marina Klein Telles 12/06/2023
Por Marina Klein Telles

O crescimento do mercado colombiano foi refletido nos resultados da mais recente edição da Missão Comercial na Colômbia. A iniciativa, realizada no âmbito do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) entre os dias 6 e 8 de junho, em Bogotá, reuniu 32 marcas verde-amarelas e deve gerar US$ 6,6 milhões entre negócios efetivados in loco e alinhavados.

A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Carla Giordani, destaca que o valor gerado é 388% maior do que o registrado na edição do segundo semestre do ano passado, quando participaram 16 marcas. “No showroom os negócios chegaram a 733 mil pares comercializados, entre os efetivados e os alinhavados para os próximos meses. Além de apresentarmos os calçados da coleção primavera-verão das marcas, tivemos a realização do Photocall, ação de imagem e moda realizada no primeiro dia da Missão”, contou Carla, ressaltando que foram registrados mais de 150 contatos com compradores de Bogotá, Cali, Medellin e Manizales.

“A continuidade da ação no mercado vem se mostrando efetiva, pois percebemos o aumento do interesse dos compradores pelos produtos brasileiros. E a cada edição, a qualidade, o conforto, a inovação e diversidade se destacam na Colômbia. Além disso, os compradores buscam por outro grande diferencial da nossa indústria, a sustentabilidade”, acrescentou Carla.

Conexão

Com expectativas de crescimento este ano, a Colômbia é considerada um mercado promissor para a Pampili, de Birigui/SP. Segundo Lismeire Santos, coordenadora de Negócios Internacionais da empresa, o país está no plano de expansão internacional da Pampili e a Missão Comercial auxiliou na aproximação e conexão com potenciais clientes. “Recebemos visitas de distribuidores e lojistas importantes e estamos com uma expectativa de negócios bastante positiva. Além disso, fechamos novamente pedidos de marca própria com uma compradora que já estamos trabalhando aqui.” A empresa destina 12% da produção para a exportação, tendo como principais mercados Equador, Rússia, Israel, Paraguai e Bolívia.

O potencial do mercado colombiano ganhou coro com a Di Valentini, de São João Batista/SC. A empresa aproveitou os três dias do evento para se aproximar dos clientes e conhecer novos contatos. “Nós já trabalhamos com compradores daqui no formato private label e agora estamos fechando negócio com uma rede de 18 lojas para trabalhar a marca própria Di Valentini”, contou Juliano Medeiros, representante de exportação da empresa catarinense, que também apresentou a nova marca do grupo, a Improviso. No total, 15% da produção da Di Valentini é destinada à exportação, especialmente para países da América Latina.

Crescimento

Há dez anos presente na Colômbia, a Calçados Beira Rio, de Novo Hamburgo/RS, também projeta crescimento no país. “Com o evento estamos estreitando laços com importantes compradores com os quais já trabalhamos e nos aproximando de potenciais clientes”, salientou Jonathan Fontoura, analista da empresa para a América do Sul. Segundo ele, a Colômbia é uma das principais apostas do grupo entre os países da América do Sul, que hoje é o principal destino dos produtos da Calçados Beira Rio, cuja exportação representa cerca de 20% de sua produção.

Informações de mercado

Antes de abrir o showroom, os empresários participaram de um Seminário Preparatório, que trouxe informações sobre o panorama econômico da Colômbia, mercado calçadista, comportamento do consumidor e tendências. A programação contou com apresentações do chefe adjunto de Promoção Comercial da Embaixada do Brasil em Bogotá, Cesar de Oliveira Lima Barrio; do COO do escritório da ApexBrasil na Colômbia, Marcello de Moraes Martins; da diretora do Observatório de Moda de Raddar, Camila Ortiz; e do comprador da empresa MIC, Alejandro Gomez.

Participaram da ação as marcas 365 Soft, Actvitta, Azille, Beira Rio, Bia Baby, Bia Kids, BR Sport, By Cool, Delta Sport, Di Valentini, GB Footwear, Improviso, Kidy, Mar & Cor by Kidy, Léo Baby, Léo Kids, Mac Colors, Modare Ultraconforto, Moleca, Molekinha, Molekinho, Opananken Antistress, Pampili, Pé com Pé, Perlatto, Renata Mello, Smidt Shoes, Solis Brasil, Suzana Santos, Vitz, Vizzano e Vizzia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/06/2023 0 Comentários 488 Visualizações
Business

Austrália abre oportunidades para calçados brasileiros

Por Marina Klein Telles 07/06/2023
Por Marina Klein Telles

Décima terceira economia do mundo, com uma alta renda per capita, a Austrália tem se configurado como uma oportunidade para o calçado brasileiro, especialmente o de maior valor agregado. A conclusão está em um estudo de mercado desenvolvido pelo Consulado Geral do Brasil em Sydney com o apoio da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). A publicação foi apresentada hoje (7) pela manhã, em webinar com a participação de representantes do Consulado, da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e da Abicalçados.

Com 80% dos calçados consumidos localmente importados, principalmente dos países asiáticos (China, Vietnã e Indonésia), a Austrália vem buscando a diversificação de fornecedores. Atualmente, conforme o estudo, o Brasil responde apenas pela sétima origem dos calçados importados pelo País. “Exportamos para lá, basicamente, calçados de borracha, de menor valor agregado. Mas o fato é que existe uma predileção do comprador local por produtos de couro, com atributos de conforto e design, o que abre grandes oportunidades para a indústria brasileira”, comenta a coordenadora de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Priscila Linck.

A publicação do Consulado destaca, ainda, que 45% dos valores gastos com importações de calçados na Austrália vão para o segmento de produtos de couro. Na sequência aparecem os de materiais têxteis (31%) e de borracha (21%). “Hoje, 68% do valor exportado pelo Brasil em calçados para aquele mercado é do segmento de produtos de borracha”, acrescenta Priscila. Conforme dados da Abicalçados, em 2022, as exportações brasileiras de calçados para a Austrália somaram US$ 19,8 milhões e ocuparam a nona posição na pauta exportadora do Brasil. A participação de mercado do Brasil ainda é modesta (1,2%).

A head de Comércio e Investimentos do Consulado Geral do Brasil em Sydney, Helena Massote, ressalta que, além das oportunidades de incremento das exportações de calçados de couro, o Brasil pode aproveitar o fato de a Ásia não abastecer o mercado local com produtos de conforto, durabilidade e do segmento infantil. “Além disso, identificamos crescimento do canal e-commerce, sendo que a previsão é de que, para o próximo ano, de cada 3 dólares australianos gastos no comércio local, 1 dólar australiano será via digital”, conta.

Sobre o estudo

O estudo de mercado ressalta que a Austrália é um mercado aberto ao comércio e a investimentos internacionais, que pratica tarifas relativamente baixas a produtos e serviços importados (5% é a tarifa de importação). A economia australiana apresentou recuperação no contexto da pandemia de Covid-19, com taxa de crescimento real do PIB de 3% já no segundo semestre de 2022 e projeção de crescimento real de 2,5% para 2023. O estudo pode ser acessado gratuitamente no site.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/06/2023 0 Comentários 572 Visualizações
Business

Assintecal e Abicalçados participam de evento do COMMODA

Por Marina Klein Telles 07/06/2023
Por Marina Klein Telles

A Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) e a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) participaram, na manhã da terça-feira (6), de uma reunião plenária do Comitê da Cadeia Produtiva da Moda (COMMODA). O evento foi realizado na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), na capital paulista.

Na oportunidade, a superintendente da Assintecal, Silvana Dilly, apresentou o Origem Sustentável, único programa de certificação de práticas ESG para a cadeia produtiva do calçado no mundo. Realizado pela entidade em parceria com a Abicalçados, o programa possui 104 indicadores de sustentabilidade que são auditados, in loco, pela SGS, Bureau Veritas, SENAI, DNV e INTERTEK.

Segundo Silvana, são certificadas empresas que alcancem mais de 20% dos indicadores (nível Bronze), mais de 40% (Prata), mais de 60% (Ouro) e mais 80% (Diamante). “Hoje, o programa está em franco crescimento, tanto no mercado interno quanto internacional. As empresas, puxadas por um consumidor mais exigente e consciente, estão cada vez mais preocupadas com a sustentabilidade, atributo que já não é um diferencial e sim uma questão de sobrevivência”, ressalta a gestora, destacando que atualmente já são mais de 90 empresas certificadas ou em processo de certificação.

O Origem Sustentável, segundo Silvana, certifica empresas que tenham práticas sustentáveis não somente na dimensão ambiental, mas também social, econômica e cultural, tudo isso articulado por uma efetiva gestão de sustentabilidade.

Na sequência, o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, apresentou as pautas da Abicalçados enquanto representante do setor calçadista nacional. Com associados que respondem por mais de 65% da produção brasileira de calçados, a Abicalçados tem como pautas medidas como a continuidade da desoneração da folha de pagamentos para a atividade, a Reforma Tributária e a defesa comercial por meio do antidumping contra calçados asiáticos.

Sobre o comitê

Criado em setembro de 2022 para discutir pleitos e meios de fortalecer a cadeia produtiva da moda brasileira, o COMMODA é composto por 33 entidades representativas e é coordenado pela FIESP. Conforme regulamento, são realizadas reuniões plenárias mensais para discutir temas de interesse do setor.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/06/2023 0 Comentários 584 Visualizações
Business

Entidades calçadistas fortalecem compromisso com equidade de gênero

Por Marcel Vogt 06/06/2023
Por Marcel Vogt

Representantes das principais entidades de representação da cadeia produtiva do calçado, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e a Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) estiveram reunidos no dia 2 de junho em São Paulo/SP para participar do lançamento do programa Mulheres e Negócios Internacionais, da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

Fruto do compromisso de equidade de gênero assinado pela ApexBrasil em março, o programa tem o objetivo de apoiar a participação de empresas lideradas por mulheres em mercados internacionais. Ressaltando que a cadeia produtiva do calçado vem avançando na equidade de gênero, mas que existe um longo caminho a ser percorrido, a gestora de Projetos da Abicalçados, Letícia Sperb Masselli, conta que a média de mulheres em cargo de liderança no setor é bem superior à média dos demais setores econômicos no Brasil. “Hoje, temos 36% dos cargos de liderança do setor preenchidos por mulheres, enquanto que a média nacional é 14%”, destaca, ressaltando que, na Abicalçados, as mulheres representam 70% do quadro de funcionários. Na oportunidade, Letícia participou do painel sobre Soluções de Promoção Comercial, no qual apresentou o case do programa Brazilian Footwear, realizado em parceria com a ApexBrasil. “Um dos pontos de destaque foi o filtro que temos no site – Women Owned – www.brazilianfootwear.com, pelo qual o comprador internacional pode pesquisar por empresas exportadoras lideradas por mulheres”, conta Letícia, acrescentando que a entidade também realiza ações de comunicação com pautas voltadas às mulheres.

Origem Sustentável

Letícia ressalta, ainda, que a meta 5 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que dispõe sobre Igualdade de Gênero, é um dos indicadores para obtenção da certificação do Origem Sustentável, realizada pela Abicalçados em parceria com a Assintecal com o objetivo de fortalecer e instigar ações de ESG nas empresas da cadeia produtiva do calçado.

Representatividade

Representando a Assintecal, a superintendente da entidade, Silvana Dilly, destaca que a representatividade feminina vem aumentando na cadeia produtiva, mas que a cultura da sociedade, em geral, precisa mudar para impulsionar uma transformação definitiva. “Fico muito feliz com a iniciativa da ApexBrasil, de trazer lideranças inspiradoras para falar sobre um tema tão importante, não somente para a economia, mas para a sociedade. Certamente, a força de representação da Agência ajudará na transformação social para tornar a equidade de gênero uma realidade”, avalia. Atualmente, 95% da equipe da Assintecal é formada por mulheres.

O evento contou ainda com apresentações de mulheres com destaque na área de comércio exterior, como da diretora de Negócios da ApexBrasil, Ana Paula Repezza; da secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Prazeres; da coordenadora de Prevenção Ouvidoria e Transparência da ApexBrasil, Patrícia Santos; da gerente Sênior de Direitos Humanos e Trabalho da ONU Mulheres, Tayná Leite; da Renata Malheiros, coordenadora nacional do SEBRAE Delas; da Dorothea Werneck, presidente da ApexBrasil entre 1999 e 2002; entre muitas outras lideranças.

Sobre o Brazilian Footwear:

O Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a ApexBrasil. Este programa tem como objetivo aumentar a presença da indústria brasileira e de suas marcas no mercado internacional por meio de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/06/2023 0 Comentários 503 Visualizações
Business

FCC recebe certificação Diamante do Origem Sustentável

Por Marina Klein Telles 01/06/2023
Por Marina Klein Telles

A FCC, indústria de componentes para o setor calçadista de Campo Bom, é mais uma gigante da cadeia produtiva a receber a certificação máxima do Origem Sustentável. A entrega do selo Diamante aconteceu ontem (31) na sede da empresa e contou com as presenças das presidências e diretorias da FCC, da Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), colaboradores e clientes.

O CEO da FCC, Marcelo Reichert, destacou a importância da equipe no processo de certificação. “Hoje estamos coroando um processo que ajudou a própria empresa a organizar seus processos. A sustentabilidade sempre fez parte da nossa história e hoje está sendo certificada no nível mais elevado do Origem Sustentável”, comemorou o gestor, ressaltando o empenho da equipe e a relevância da certificação para o mercado.

Na oportunidade, a superintendente da Assintecal, Silvana Dilly, destacou a história da empresa, sempre ligada à sustentabilidade. “A cadeia produtiva do calçado, aqui representada pelas entidades gestoras do Origem Sustentável, vem caminhando a passos largos rumo a uma produção sustentável. Aos poucos, estamos transformando a cultura do setor e nos tornando referência mundial em ESG”, ressaltou.

Representando o elo dos fabricantes de calçados, o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, foi enfático na defesa da sustentabilidade como ferramenta de competitividade, principalmente no mercado internacional. “O calçadista brasileiro não pode concorrer no preço com produtor asiático, mas pode mostrar que aqui existe uma indústria justa e sustentável, o que é diferencial importante em relação a esses concorrentes”, disse, ressaltando que a certificação é uma coroação do trabalho realizado pela FCC.

Práticas

Unindo os pilares de sustentabilidade ambiental, social, econômica e cultural, a FCC recebeu a certificação máxima do Origem Sustentável ao alcançar mais de 80% dos 104 indicadores avaliados pela auditoria. A coordenadora Jurídica e de Meio Ambiente da empresa, Gabriela dos Reis Schmidt, destaca que ambas as plantas da indústria, em Campo Bom/RS e Conceição do Jacuípe/BA, utilizam 100% da energia elétrica produzida a partir de contratação no âmbito do Mercado Livre de Energia, ou seja, de fontes renováveis. Além de economizar no custo com energia, a empresa ganha em sustentabilidade.

Outro componente importante do rol de iniciativas de ESG da FCC é o fato de a empresa não enviar nenhum resíduo para aterros sanitários. “Hoje, reaproveitamos boa parte dos nossos resíduos e os que não reciclamos enviamos para coprocessamento, transformando-os em cimento para a construção civil”, conta a coordenadora, ressaltando que a empresa mantém uma Central de Reciclagem na sede de Campo Bom, onde separa os resíduos que podem ou não serem reaproveitados.

Sobre o programa

O Origem Sustentável é a única certificação de ESG e sustentabilidade no mundo voltada para as empresas da cadeia calçadista. Baseado nas melhores práticas internacionais de sustentabilidade, segue a diretriz de indicadores distribuídos em cinco dimensões: econômica, ambiental, social, cultural e gestão da sustentabilidade. Atualmente já são mais de 90 empresas de calçados e componentes participantes, dentre essas 52 já certificadas. Conheça a certificação no site.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/06/2023 0 Comentários 597 Visualizações
Business

Abicalçados apoia webinar sobre o mercado australiano

Por Marcel Vogt 30/05/2023
Por Marcel Vogt

Com uma economia estabilizada e grande potencial de consumo, a Austrália vem se destacando no cenário internacional. Diante disso, o Consulado Geral do Brasil em Sydney, com o apoio da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), promove um webinar para lançar o “Estudo de Mercado: o setor de calçados na Austrália”. O evento, que tem inscrições abertas, acontece às 9h (horário de Brasília) do dia 7 de junho, em formato on-line e gratuito.

A coordenadora de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Priscila Linck, conta que o estudo realizado pelo Consulado identifica oportunidades para a expansão das exportações brasileiras de calçados, apresenta as principais características do mercado australiano e mapeia potenciais importadores e distribuidores locais. Conforme dados da Abicalçados, em 2022, as exportações brasileiras de calçados para a Austrália somaram US$ 19,8 milhões e ocuparam a nona posição na pauta exportadora do Brasil. “A participação de mercado do Brasil ainda é modesta (1,2%) e está concentrada no segmento de calçados de borracha. Por outro lado, a Austrália apresenta um grande potencial para a indústria brasileira”, avalia.

Estudo

O estudo de mercado ressalta que a Austrália é um mercado aberto ao comércio e a investimentos internacionais, que pratica tarifas relativamente baixas a produtos e serviços importados. A economia australiana apresentou recuperação no contexto da pandemia de Covid-19, com taxa de crescimento real do PIB de 3% já no segundo semestre de 2022 e projeção de crescimento real de 2,5% para 2023.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/05/2023 0 Comentários 582 Visualizações
Business

Abicalçados participa de votação que prorroga a desoneração para 17 setores da economia

Por Marina Klein Telles 24/05/2023
Por Marina Klein Telles

O presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira, participou ontem (23) da audiência e votação – que não ocorreu em função do pedido de vistas do senador Jaques Wagner (PT-BA) – do projeto que prorroga a desoneração da folha de pagamentos para 17 setores da economia até o fim de 2027. A discussão em torno da pauta aconteceu na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal, em Brasília. O projeto, se aprovado na comissão, iria direto para votação na Câmara dos Deputados, o que deve ocorrer somente na próxima semana.

Ferreira lamentou o adiamento da votação, mas segue confiante na aprovação do projeto. “Conversei com o próprio senador Jaques Wagner, que se mostrou sensível à importância da desoneração para a geração de empregos, inclusive no seu Estado, a Bahia, onde o setor calçadista é o que mais emprega na Indústria de Transformação (44 mil postos diretos). Ele também falou que, como líder do Governo, tinha a missão de pedir vistas para que se chegue a um consenso no Executivo”, contou.

Sem esconder a frustração de não sair com o projeto aprovado, o dirigente da Abicalçados destacou que a indústria calçadista precisa de previsibilidade no que diz respeito à continuidade da desoneração. “Somos um setor intensivo em mão de obra, que no Brasil gera mais de 300 mil postos diretos. Dessa forma, uma possível reoneração da folha, além de colocar em risco, pelo menos, 30 mil empregos em dois anos, teria impacto nos investimentos previstos. Os empresários precisam ter essa definição para poder realizar os seus planejamentos para o próximo ano”, disse.

Impactos

Conforme estudo realizado pela Abicalçados, caso a desoneração não seja renovada, o setor calçadista deve registrar uma queda de mais de 20% na sua produção, com impacto imediato no nível de emprego. Ainda de acordo com levantamento da entidade, caso a medida não seja renovada, o setor calçadista perderá, nos próximos dois anos, mais de 30 mil postos de trabalho, com uma redução produtiva estimada em mais de 180 milhões de pares de calçados por ano. “O retorno da contribuição previdenciária nos modelos anteriores traria uma oneração adicional anual de R$ 550 milhões para a indústria calçadista”, contou Ferreira.

Entenda

A desoneração da folha de pagamento está em vigor desde 2011 e, atualmente, beneficia 17 setores da economia que mais empregam no País, entre eles o calçadista. Hoje, com a medida que vigora até 31 de dezembro de 2023, as empresas dos setores contemplados podem substituir o pagamento de 20% de contribuição previdenciária sobre os salários dos funcionários por uma alíquota que vai de 1% a 4,5% sobre a receita bruta – no caso do setor calçadista, o pagamento é de 1,5%.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/05/2023 0 Comentários 651 Visualizações
Variedades

Recorde na Colômbia: missão terá mais de 30 marcas calçadistas

Por Marina Klein Telles 15/05/2023
Por Marina Klein Telles

A Missão Colômbia, realizada no âmbito do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência de Promoção das Exportações e Investimentos (ApexBrasil), terá um número recorde de participantes. A iniciativa, que acontece entre os dias 6 e 8 de junho, em Bogotá, terá 32 marcas brasileiras de calçados.

A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Carla Giordani, acompanhará a ação. Ela ressalta que o número recorde de marcas aponta para a crescente importância do mercado colombiano para as exportações brasileiras do setor. “O interesse na ação é maior a cada edição. Em 2022, a Colômbia importou o equivalente a US$ 43,8 milhões em calçados verde-amarelos, 28,9% mais do que no ano anterior”, afirma.

Segundo Carla, a Colômbia vem em uma sequência de crescimento na economia. “Em 2021, ante 2020, a economia local cresceu 7,8%. Em 2022, ante 2021, cresceu mais 2,9%. O fato abre espaço para um incremento das exportações brasileiras para lá, já que o país não produz calçados o suficiente para abastecer o seu mercado”, avalia, acrescentando que, para 2023, a previsão do Banco Central colombiano é de crescimento de 0,8% no PIB.

Expectativas

Leandro Moscardini, gerente de exportações da Opananken, empresa que participou das últimas edições da Missão, em julho de 2022 e em janeiro 2023, destaca que a cada edição é conquistada uma melhor inserção no mercado colombiano. “O mercado local ainda consome muito calçado de couro, o que nos abre perspectivas importantes. As expectativas para a próxima edição são positivas e o nosso objetivo primeiro é concretizar negócios que ficaram pendentes e fazer novos”, projeta.

Participante da Missão de janeiro 2023, Rodrigo Babeto, gerente de exportações da Pé com Pé, conta que o evento gerou diversos contatos relevantes com grandes players locais. “Na próxima Missão, queremos estreitar ainda mais o relacionamento com esse mercado importante para a Pé com Pé”, projeta. Segundo ele, o mercado colombiano possui grande potencial de crescimento para a marca.

Programação

A Missão Colômbia contará com um seminário preparatório sobre o mercado local no dia 6 de junho, para que as empresas participantes entendam como potencializar ainda mais a iniciativa para inserção e ampliação na Colômbia. A apresentação será realizada pela Embaixada Brasileira na Colômbia, representante da ApexBrasil e convidados do mercado. No mesmo dia, à tarde, inicia o primeiro dia de showroom das marcas e o Photocall, evento de relacionamento com a imprensa local que contempla uma sessão de fotos com modelos posando com os calçados brasileiros. Nos dias 7 e 8 estão programados dias inteiros de showrooms para as marcas. “As rodadas entre calçadistas e compradores serão previamente agendadas (matchmaking), cruzando ofertas e necessidades, otimizando as negociações”, explica Carla. Todas as ações serão realizadas no Salvio Parque 93, na capital colombiana.

Participam da Missão, com o apoio do Brazilian Footwear, as marcas 365 Days, Actvitta, Azille, Beira Rio, Bia Baby, Bia Kids, BR Sport, By Cool, Delta Sport, Di Valentini, GB Footwear, Kidy, Mar & Cor by Kidy, Léo Baby, Léo Kids, Mac Colors, Modare Ultraconforto, Moleca, Molekinha, Molekinho, Opananken Antistress, Pampili, Pé com Pé, Perlatto, Renata Mello, Smidt Shoes, Solis Brasil, Suzana Santos, Vitz, Vizzano, Vizzia e Improviso.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/05/2023 0 Comentários 728 Visualizações
Business

Produção de calçados avança 2% no trimestre

Por Marcel Vogt 11/05/2023
Por Marcel Vogt

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), com base nos índices fornecidos pelo IBGE, apontam que a produção de calçados, no primeiro trimestre, avançou 2% em relação ao primeiro trimestre de 2022. O dado aponta para uma produção de 195 milhões de pares, ante 191,4 milhões no mesmo período do ano passado.

Apesar do dado positivo, o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, avalia que as perspectivas são de dificuldades nos próximos meses. Segundo projeções da Inteligência de Mercado da Abicalçados, o setor pode registrar uma queda de 0,8% já no próximo trimestre, em relação ao primeiro. “São muitas as incertezas, principalmente em âmbito internacional. Por isso, neste momento de ainda muita insegurança, se faz urgente a renovação da desoneração da folha de pagamentos, que está em análise no Congresso Nacional”, diz. Ferreira ressalta que, caso a desoneração não prossiga para o próximo ano, serão colocados em risco mais de 30 mil empregos na atividade. “Com a demanda internacional em declínio e as incertezas no mercado doméstico, especialmente diante do endividamento recorde das famílias brasileiras, precisamos, ao menos, manter os empregos. Onerar a manutenção e a possível criação de vagas é pouco inteligente neste momento”, avalia o dirigente, ressaltando que a chamada de “reoneração” poderia agregar mais de R$ 550 milhões por ano em carga tributária extra para a indústria de calçados.

Atualmente, pelo mecanismo, o setor calçadista pode substituir a contribuição previdenciária de 20% sobre a folha de pagamentos por 1,5% da sua receita bruta.

Projeções

Para 2023, conforme projeções da Abicalçados, a expectativa é de que a produção de calçados registre um incremento entre 1% e 1,7%, alcançando mais de 860 milhões de pares e ficando ainda muito aquém dos números pré-pandemia, em 2019, quando foi de 897 milhões de pares.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/05/2023 0 Comentários 535 Visualizações
Business

Lótus recebe certificação do Origem Sustentável

Por Marcel Vogt 27/04/2023
Por Marcel Vogt

Mais uma calçadista brasileira certificada pelo Origem Sustentável, a Lótus Calçados, de Sapiranga/RS, recebeu o nível Prata no último dia 27 de abril. A cerimônia de entrega, ocorrida na sede da empresa, contou com a participação do presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira, e dos diretores e colaboradores da Lótus.

Para o presidente da empresa, Paulo Roberto Konrath, a certificação organiza processos já existentes e comprova, perante um consumidor cada vez mais exigente e atento, que a fábrica é, efetivamente, sustentável. “Hoje, os consumidores, principalmente internacionais, querem saber mais sobre a empresa e o produto que estão comprando. É um movimento que vem crescendo e o Origem Sustentável vai nos ajudar a comprovar que somos uma empresa preocupada com sustentabilidade. Desta forma, a certificação também se torna um diferencial competitivo”, avalia.

Energia renovável

Um dos destaques da empresa, no pilar ambiental, é a utilização de energia proveniente de fontes renováveis. No total, 800 placas fotovoltaicas instaladas no telhado da fábrica geram 90% da energia consumida. “Em três ou quatro meses estaremos adquirindo o restante do Mercado Livre de Energia, também de fontes renováveis. Desta forma, em breve 100% da nossa energia será ecologicamente mais sustentável”, explica o diretor da empresa, Roberto Henrique Treter. Segundo ele, a economia mensal na conta de energia fica na faixa de 80%, o que fará com que a iniciativa se pague em até cinco anos.

Resíduos

Além da energia limpa, outra iniciativa mereceu destaque para a certificação do Origem Sustentável. Conforme Treter, 100% das mais de 2 toneladas mensais de resíduos gerados no processo produtivo são reaproveitados. “Papel, papelão, plástico, metais, vidros etc, tudo é encaminhado para a reciclagem, gerando receita para a empresa. Os demais resíduos, como sobras da produção, são encaminhados para co-processamento em uma empresa parceira, que por meio da queima dos materiais os transforma em composto usado na construção. “Nada é descartado”, orgulha-se o diretor.

Social

Na dimensão social, a Lótus promove um ambiente de integração e cuidado com os seus 130 colaboradores. Disponibilizando convênios médicos e odontológicos, além de distribuir cestas básicas todos os meses por critérios de assiduidade, a empresa orgulha-se de ter trabalhadores satisfeitos, que constroem calçados de excelência para mercados exigentes.

O ambiente de trabalho também é mantido limpo e é 100% climatizado, com dez climatizadores e telhas térmicas, que no verão não deixam passar calor e no inverno protegem os trabalhadores do frio.

Em integração com a comunidade de Sapiranga e região, a Lótus auxilia no patrocínio de eventos sociais e também com voluntários na APAE e na Liga de Combate ao Câncer.

Empresa

Fundada em 1997, a Lótus Calçados produz 400 pares de calçados femininos de alto valor agregado todos os dias, 100% deles vendidos para clientes no exterior, principalmente nos Estados Unidos e países da Europa. O grupo atende marcas internacionais importantes e que prezam pela sustentabilidade.

Sobre o programa

O Origem Sustentável é a única certificação de ESG e sustentabilidade no mundo voltada para as empresas da cadeia calçadista. Baseado nas melhores práticas internacionais de sustentabilidade, segue a diretriz de 104 indicadores distribuídos em cinco dimensões: econômica, ambiental, social, cultural e gestão da sustentabilidade.

Atualmente já são mais de 90 empresas de calçados e componentes participantes, dentre essas 45 são certificadas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/04/2023 0 Comentários 632 Visualizações
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Edição 302 | Dez 2025 - Jan 2026

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