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Business

América Latina produz 1,5 bilhão de pares de calçados

Por Marina Klein Telles 20/07/2023
Por Marina Klein Telles

Segunda maior região produtora de calçados fora da Ásia, com mais de 1,5 bilhão de pares produzidos em 2022 (7% da produção mundial), a América Latina vem se notabilizando pela integração crescente entre as indústrias do setor. O fato ficou evidente durante a realização do Fórum Latino-Americano do Calçado, nos últimos dias 22 e 23 de junho, em Cúcuta/Colômbia. Na oportunidade, representantes das principais câmaras e associações de calçadistas do continente puderam trocar experiências, discutir pautas comuns e falar dos desafios do mercado mundial de calçados, especialmente diante da competição desleal com as produtoras asiáticas.

Brasil

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, que participou do fórum ao lado do presidente do Conselho, Caetano Bianco Neto, e do gestor de Projetos da entidade, Cristian Schlindwein, destaca que o encontro foi importante para estreitar laços da indústria da região. “Temos muitas pautas em comum, como a concorrência desleal com países asiáticos, o problema das plataformas digitais e a desestruturação do varejo, a sustentabilidade, entre outras. O encontro foi importante para as associações discutirem, em conjunto, formas de melhorar a competitividade da indústria calçadista no continente”, ressalta o dirigente. Representando a maior indústria da região, que produziu 849 milhões de pares no ano passado, dos quais 143 milhões foram exportados, Ferreira adianta que o próximo Fórum Latino-Americano do Calçado será realizado em maio de 2024, em São Paulo/SP.

Ferreira conta que um dos temas mais discutidos no evento foi a concorrência desleal com as indústrias asiáticas, principalmente da China. “Apesar de ser um problema comum nos países latino-americanos produtores de calçados, apenas Brasil, Argentina e Peru mantêm mecanismos de defesa antidumping contra o calçado importado da China”, ressalta o executivo, destacando que as indústrias atuam nos seus mercados para proteger sua produção, mas que nem sempre existe sensibilidade governamental.

No Fórum, o gestor de projetos da Abicalçados, Cristian Schlindwein, apresentou o programa Origem Sustentável, o único a certificar empresas da cadeia produtiva do calçado com práticas ESG no mundo. “Mostramos o protagonismo brasileiro em sustentabilidade não somente na América Latina, mas no mundo. Temos uma indústria sustentável, nos pilares ambiental, econômico e social, e todas as condições de sermos referência internacional na produção de um calçado ecologicamente correto e produzido a partir de processos que respeitam os direitos humanos. As práticas ESG, além de sua relevância ambiental e social, podem trazer ganhos de competitividade, especialmente diante do calçado asiático, que não tem esses atributos cada vez mais relevantes para o consumidor internacional”, comentou o gestor, ressaltando que já são mais de 100 empresas certificadas ou em processo de certificação.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/07/2023 0 Comentários 515 Visualizações
Business

Exportações de calçados somam US$ 626,5 milhões no semestre

Por Marcel Vogt 11/07/2023
Por Marcel Vogt

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, no primeiro semestre do ano, foram embarcados 64,74 milhões de pares, que geraram US$ 626,5 milhões, quedas de 13,6% e 3,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Segregando o mês de junho, as exportações de calçados somaram 7,4 milhões de pares e US$ 88,12 milhões, quedas de 30,3% e 22%, respectivamente, ante o mesmo mês de 2022.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, demonstra preocupação com a queda dos embarques, mesmo que estes estejam acima dos índices registrados na pré-pandemia, em 2019. “Naquele semestre, estávamos com números 13% inferiores em volume e 30% inferiores em receita na relação com os registros de 2023. O fato é que a pandemia desregulou o mercado e agora estamos passando por um ajuste. O ano passado foi extraordinário em todos os seus números, sendo natural que haja uma queda em função daquela base de comparação elevada. Mas a queda está sendo mais acelerada do que imaginávamos”, comenta. Por outro lado, o executivo destaca que não é somente a base de comparação a “culpada” pelos índices negativos. “Existe um desaquecimento da economia internacional, principalmente dos Estados Unidos, o nosso principal destino de calçados. Evidentemente, existe um impacto no setor”, acrescenta.

No primeiro semestre, o principal destino dos calçados brasileiros no exterior foi a Argentina. No período, foram embarcados para lá 7,84 milhões de pares por US$ 128 milhões, queda de 4,3% em volume e alta de 41% em receita na relação com o mesmo intervalo do ano passado.

Com a economia fragilizada e altos estoques, os Estados Unidos vêm comprando menos calçados brasileiros em 2023. No primeiro semestre, os embarques para lá somaram 5,32 milhões de pares e US$ 111,77 milhões, quedas de 38,5% e 55,5%, respectivamente, ante mesmo ínterim de 2022.

O terceiro destino internacional do primeiro semestre foi a França, que importou 1,78 milhão de pares verde-amarelos por US$ 30,7 milhões, quedas de 61,2% e 16,6% ante o mesmo período do ano passado.

Nordeste aliviou a queda

Os dados divulgados pela Abicalçados indicam que os estados do Ceará e da Bahia aliviaram a queda das exportações de calçados. Principal exportador de calçados em volume, o Ceará embarcou, no semestre, 20 milhões de pares por US$ 148,43 milhões, queda de 11% em volume e incremento de 4% em receita na relação com o mesmo intervalo do ano passado. O quarto maior exportador do semestre foi a Bahia, que embarcou 2,25 milhões de pares por US$ 45 milhões, queda de 0,8% em volume e alta de 36,8% em receita no comparativo com o mesmo período do ano passado.

O Rio Grande do Sul segue sendo o estado que mais arrecada divisas com as exportações de calçados. No primeiro semestre, partiram das fábricas gaúchas 18,12 milhões de pares por US$ 273,56 milhões, quedas de 16,4% e 8,6%, respectivamente, ante período correspondente do ano passado.

O terceiro estado exportador de calçados do Brasil no semestre foi São Paulo. No período, as indústrias paulistas embarcaram 4,33 milhões de pares por US$ 59,9 milhões, quedas de 11,5% e 7,8%, respectivamente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/07/2023 0 Comentários 392 Visualizações
Business

Entidades pedem linhas de crédito para Fimec 2024

Por Marina Klein Telles 30/06/2023
Por Marina Klein Telles

Na última edição do Prato Principal da ACI-NH, o presidente da entidade, Diogo Leuck, o diretor da Abrameq, André da Rocha, e o diretor-presidente da Fenac, Márcio Jung, entregaram ao secretário de desenvolvimento econômico do Rio Grande do Sul, Ernani Polo, pedido de liberação de linhas de crédito pré-aprovadas por parte de instituições financeiras estatais gaúchas, em especial do Badesul, para financiamento de negócios na Fimec 2024, que ocorrerá de 12 a 14 de março, em Novo Hamburgo.

Polo encaminhou a demanda à direção do banco e, nas próximas semanas, uma reunião será realizada em Porto Alegre, com as entidades, para tratar de assunto. Outro pedido feito ao secretário é o desenvolvimento de programas de formação de profissionais capazes de atender às necessidades de mão de obra das empresas do Vale do Sinos. Nas próximas semanas, as entidades empresariais reunir-se-ão para definir a extensão da carência e apresentar propostas ao governo do estado para mitigar os efeitos sobre as atividades de todos os setores econômicos.

Além de ACI, Abrameq e Fenac, dirigentes de CDL-NH, Feevale, Federasul, Sebrae RS, ACIST-SL, Assintecal e Abicalçados estiveram presentes ao Prato Principal e deram aval ao pedido entregue ao secretário Ernani Polo, que também manifestou o apoio do executivo estadual ao projeto de construção do Porto de Arroio do Sal, com recursos da iniciativa privada. “Estamos prontos para ajudar a fazer acontecer esse grande investimento”, disse. Polo também anunciou a disposição de aumentar os recursos para apoiar a participação de empresas gaúchas em feiras nacionais, entre elas coureiro-calçadistas, em 2024.

Ambiente de negócios favorável

Ernani Polo afirmou que a agenda com foco em reformas desenvolvida pelo governo do estado criou um ambiente de negócios favorável ao empreendedor no RS que já apresenta resultados positivos. Ele destacou o aumento dos investimentos com incentivos do Fundo Operação Empresa (Fundopem-RS), que entre janeiro e maio somaram R$ 1,5 bilhão, com 56 projetos aprovados e 1,5 mil novos empregos gerados.

O Fundopem não libera recursos financeiros às empresas, no entanto, apoia-as por meio do financiamento parcial do ICMS incremental devido gerado a partir da sua operação. Somente em maio, foram aprovados dez projetos, que totalizam R$ 249,5 milhões em investimentos e 239 novos empregos. “Entre 2019 e 2022, os investimentos chegaram a R$ 3,56 bilhões, com 252 projetos aprovados e 6,43 mil novos empregos gerados”, acrescentou Polo. Além destes, projetos que somam outros R$ 14,5 bilhões tramitam na Secretaria de Desenvolvimento Econômico. 

As empresas têm à disposição também o Programa Estadual de Desenvolvimento Industrial (Proedi), que possibilita a implantação ou expansão de indústrias a partir da aquisição de terrenos e áreas em distritos industriais pertencentes ao estado a preços subsidiados, que podem atingir até 90% de abatimento, como forma de incentivo financeiro.

O Rio Grande do Sul possui nove DIs, que somam mais de 5 mil hectares, dos quais 2,3 mil hectares estão disponíveis para novas instalações, como no Distrito Industrial de Montenegro, ao lado do Polo Petroquímico e do Terminal Santa Clara. A partir da modernização do programa, agora empresas com atividades correlatas à indústria também podem ser contempladas pelo incentivo, como abatimento de até 90% do valor de mercado do terreno ou área para indústria e até 50% para atividades correlatas (logística, armazenamento e serviços).

Rapidez na abertura de empresas

Para facilitar abertura de novas empresas, conforme Polo, a Junta Comercial, Industrial e de Serviços do RS foi totalmente digitalizada e escritórios estão sendo implantados nos municípios. A plataforma integrada permite a abertura de empresas de natureza Ltda ou Individual, com atividades de baixo risco de forma totalmente gratuita, automática, ágil, fácil e sem burocracia. Já o projeto Tudo Fácil Empresas permite a abertura de empresas em até dez minutos para empreendimentos de baixo risco. Este ano, unidades de atendimento já foram implantadas em 26 municípios.

Foto: Fábio Winter/divulgação | Fonte: Assessoria
30/06/2023 0 Comentários 549 Visualizações
Business

Bfshow abre as portas da indústria brasileira para o mundo

Por Marcel Vogt 27/06/2023
Por Marcel Vogt

A quinta maior indústria mundial, a principal do Ocidente, abre as portas para o mundo nos dias 21 a 23 de novembro, no Centro de Eventos da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs). Nessa data acontece a primeira edição da Brazilian Footwear Show (Bfshow), feira internacional de calçados promovida pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a NürnbergMesse Brasil.

É um momento histórico não somente para nossa indústria nacional, mas para o mercado mundial.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que a mostra foi uma demanda que partiu da indústria brasileira, com o objetivo de ser o ponto de encontro do calçado Made in Brazil e o mundo. Focada em negócios e com marcas como Democrata, Pegada, Piccadilly, Wirth, Carrano, Bibi, Klin e Kidy entre as muitas confirmadas, o evento tem mais de 70% dos polos calçadistas brasileiros representados. Segundo o dirigente, a maior indústria de calçados fora da Ásia merecia um evento desse porte, realizado pela associação que representa a indústria calçadista brasileira. “É um momento histórico não somente para nossa indústria nacional, mas para o mercado mundial”, comenta o executivo, acrescentando que, no evento, os compradores internacionais encontrarão as principais novidades do setor para a estação Outono/Inverno, com atributos inovadores e de sustentabilidade.

Potência internacional

A indústria calçadista brasileira é uma potência.

Com o apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), por meio dos seus nove escritórios internacionais, além do Projeto Comprador Internacional, realizado no âmbito do Brazilian Footwear, a Bfshow será um evento internacionalizado.

A gestora de Projetos da Abicalçados, Letícia Sperb Masselli, conta que a Bfshow reúne a expertise da equipe da entidade, que tem mais de 20 anos de experiência na promoção da participação brasileira em feiras internacionais e que sempre organiza uma das maiores delegações estrangeiras nas principais feiras calçadistas da Europa, como Micam Milano e Expo Riva Schuh. “Por mais que tenhamos delegações expressivas em eventos na Europa, elas não se comparam ao que apresentaremos na Bfshow. A indústria calçadista brasileira é uma potência e nosso evento reúne uma diversidade de fornecedores e marcas que podem atender às mais diferentes demandas”, explica Letícia, ressaltando que já estão confirmadas empresas que respondem por mais de 80% da produção nacional de calçados infantis, 73% dos calçados masculinos e 43% dos femininos. “Os números devem aumentar até novembro. O fato é que será uma feira bastante diversificada, onde o comprador poderá ver o que existe de melhor em termos de qualidade, preço, design, flexibilidade nas negociações e o diferencial competitivo que é o Origem Sustentável, primeira certificação em ESG e processos sustentáveis da cadeia calçadista no mundo”, diz a gestora.

Diferencial

Outro fator que chama a atenção na realização da Bfshow é ter na operação um dos principais grupos promotores de mostras do mundo, o alemão NürnbergMesse. O portfólio do grupo possui mais de 120 feiras e congressos internacionais (14 deles no Brasil) e mais de 40 pavilhões. Anualmente, cerca de 30 mil expositores e mais de 1,5 milhão de visitantes participam dos eventos organizados pela NürnbergMesse, que está presente, por meio de suas subsidiárias, na China, Estados Unidos, Brasil, Grécia, Itália e Índia. O grupo ainda possui uma rede com cerca de 50 representantes, que operam em mais de 116 países.

O CEO do grupo no Brasil, João Paulo Picolo, reforça o caráter internacional do evento. “Em Porto Alegre, teremos uma logística preparada para receber compradores de todo o mundo. Os pavilhões do Centro de Eventos da Fiergs ficam a menos de 10 minutos de carro do Aeroporto Internacional Salgado Filho e contam com infraestrutura completa para a comodidade do comprador, para que esse se preocupe exclusivamente com os bons negócios”, ressalta.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/06/2023 0 Comentários 603 Visualizações
Business

Participação recorde: Expo Riva Schuh gera US$ 32,5 milhões para brasileiros

Por Marina Klein Telles 21/06/2023
Por Marina Klein Telles

O segundo semestre no mercado internacional começou com bons resultados e interessantes prospecções para a indústria calçadista brasileira. A edição primavera-verão da Expo Riva Schuh, em Riva del Garda, na Itália, terminou com a comercialização de 959,1 mil pares, que geraram mais de US$ 11,4 milhões para as 69 marcas presentes na feira, que ocorreu entre 17 e 20 de junho. Somando as expectativas em negócios que ficaram alinhavados na feira, o número salta para 2,5 milhões de pares e US$ 32,5 milhões.

Nesta edição, o Brasil teve uma participação recorde na feira italiana que abre o calendário de feiras do segundo semestre no exterior. A analista de Relacionamento da Abicalçados, Aline Maldaner, destaca que 45 empresas verde-amarelas apresentaram suas novas coleções ao longo dos quatro dias de feira. “Essa foi a maior participação do Brazilian Footwear. Trouxemos 69 marcas e tivemos a presença do estande coletivo de Três Coroas, o Três Coroas Shoes. Assim, toda a diversidade de produtos, polos e segmentos da indústria calçadista brasileira estiveram representados na ação que recebeu compradores de muitos países, principalmente do continente europeu”, pontua Aline.

Sustentabilidade

No primeiro dia da mostra, o Brazilian Footwear promoveu um encontro especial com compradores internacionais para divulgar o Origem Sustentável. A iniciativa ocorreu no estande institucional do Programa, onde cases de nove empresas certificadas presentes na feira estavam sendo expostos. “O Origem Sustentável é a única certificação ESG e de sustentabilidade para a cadeia calçadista no mundo. Seguindo indicadores internacionais, atesta a sustentabilidade em cinco dimensões nas empresas. É um diferencial que o Brasil oferece ao mercado, empresas alinhadas e preocupadas com a sustentabilidade e que chama a atenção”, afirma Aline, ao frisar que esta iniciativa foi realizada em parceria com a promotora da feira.

Certificada no nível máximo do Origem Sustentável, o Diamante, a Piccadilly (Igrejinha/RS) foi uma das calçadistas que teve seu case apresentado e retorna ao Brasil com bons negócios. A gerente de Exportações da empresa, Bruna Kremer, fala que todos os clientes programados visitaram o estande e, ainda, conseguiram prospectar e abrir novos mercados. “A qualidade dos compradores foi muito interessante, apesar de termos sentido um fluxo menor de visitantes nesta edição. A feira atendeu nossas expectativas e ao longo dos quatro dias fizemos contato com cerca de 30 países”, afirma.

Quinta maior delegação

Nesta edição, o Brasil ficou entre as cinco maiores delegações da feira, que teve 1,3 mil expositores provenientes de 42 países. A gerente geral da Expo Riva Schuh, Gianpaola Pedretti, classifica essa edição com as palavras comunidade e experiência. “Tivemos o retorno de países que até então não haviam voltado para a feira, o que resultou em um incremento de 30% em relação à edição de junho de 2022. Assim, o networking entre todos os agentes voltou e estar presente em um evento que reúne a comunidade calçadista é uma grande experiência”, ressalta Gianpaola. “A feira é composta 50% por empresas que trabalham com private label e 50% com marcas próprias. E a indústria calçadista brasileira, além de ser uma das maiores produtoras do mundo, disponibiliza esses dois formatos de negócios ao mercado.”

Apoio e negócios

E é justamente a oportunidade de apresentar os produtos de empresas de todos os portes para essa comunidade que é destacada pelo executivo do Sindicato da Indústria de Calçados de Três Coroas (SICTC), Juliano Mapelli, que coordena a participação do coletivo Três Coroas Shoes. “Todas as empresas fizeram atendimentos, mas o mais importante é que tiveram a oportunidade de se apresentar neste mercado, que é um dos principais eventos do setor no mundo”, pontua Mapelli.

O estande coletivo foi composto por nove empresas, sendo que sete já haviam participado da feira e duas estrearam nesta edição. “Estamos buscando as principais feiras para o projeto de internacionalização do Três Coroas Shoes e quanto mais integrados conseguirmos agir, melhor para a indústria calçadista brasileira. Por isso, o apoio da Abicalçados e do Brazilian Footwear é muito importante para agregarmos forças e otimizarmos os investimentos e benefícios para as empresas”, finaliza Mapelli.

A participação do Brasil foi promovida pelo Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/06/2023 0 Comentários 533 Visualizações
Política

Abicalçados fará parte do Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial

Por Marcel Vogt 21/06/2023
Por Marcel Vogt

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) é uma das entidades representativas convidadas para participar do recém reativado Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI), órgão que tem como missão desenvolver a nova política industrial do Governo Lula. Coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o Conselho reunirá, além da Abicalçados, outras 20 entidades representativas do setor privado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destacou a importância da reativação do CNDI, extinto em 2014, para que o setor privado, junto ao Poder Público, possa ajudar na criação e consolidação de uma política industrial para o Brasil. “Desde os anos 1980, o Brasil passa por um processo sistemático de desindustrialização. Frear esse processo e instigar o desenvolvimento da indústria são urgentes”, comenta o executivo, ressaltando que a participação da indústria no PIB brasileiro passou de mais de 20% para pouco mais de 11% nas últimas décadas.

A primeira reunião do CNDI será no início do mês que vem e os encontros serão semestrais. Além dos membros da iniciativa privada, o CNDI tem 21 representantes do Governo Federal indicados pelos ministérios. Além da Abicalçados, compõem o Conselho a Anfavea, Abia, Abiquim, Grupo FarmaBrasil, Abiplast, CBIC, Abdib, Abinee, IEDI, Abisemi, P&D Brasil, Abimaq, Embraer, Brasscom, Unica, CUT, Força Sindical, UGT, CNI, Ibram e Instituto Aço Brasil, além dos ministérios da Casa Civil, Secretaria Geral da Presidência, Ciência, Tecnologia e Inovação, Fazenda, Relações Exteriores, Planejamento e Orçamento, Integração e Desenvolvimento Regional, Meio Ambiente e Mudança do Clima, Minas e Energia, Agricultura e Pecuária, Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Trabalho e Emprego, Saúde, MEC, Defesa, Portos e Aeroportos, Comunicações, Gestão e Inovação em Serviços Públicos e o BNDES.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/06/2023 0 Comentários 572 Visualizações
Business

Abicalçados participa da 25ª edição de fórum latino-americano na Colômbia

Por Marina Klein Telles 16/06/2023
Por Marina Klein Telles

O presidente do Conselho, presidente-executivo e o gestor de Projetos da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Caetano Bianco Neto, Haroldo Ferreira, Cristian Schlindwein , participam, nos dias 22 e 23 de junho, do 25º Fórum Latino-Americano do Calçado. O evento, realizado pela associação da indústria de calçados da Colômbia (Acicam) e agrupação de câmaras de calçados da América Latina (Accal), acontece no Hotel Casino Internacional, em Cúcuta/COL.

Com o objetivo de discutir o comércio regional na América Latina, tendências de mercado e sustentabilidade, o Fórum trará, além dos representantes brasileiros, empresários e executivos das indústrias de calçados na Colômbia, Argentina, Equador, El Salvador, Chile, Venezuela, Uruguai, México, Guatemala e Nicarágua. A participação verde-amarela inicia às 14h30 (horário local) do dia 22, com uma apresentação de Schlindwein sobre o Origem Sustentável, único programa de certificação de práticas de ESG na cadeia produtiva do calçado no mundo.

“Hoje, já são cerca de 100 empresas, tanto fabricantes de calçados quanto fornecedores de materiais, certificadas, um crescimento de mais de 75% ante 2022. O programa segue em crescimento e trazendo vantagens competitivas para as empresas, com ganhos de imagem e economia de recursos”, explica o gestor. Após a apresentação, às 17h20 (horário local), Schlindwein volta ao palco para participar de um debate sobre sustentabilidade no setor junto a representantes da indústria argentina, colombiana e chilena. O Origem Sustentável estará na Colômbia a convite da organização.

No dia 23, a partir das 10h10 (horário local), Ferreira sobe ao palco para falar sobre o cenário da indústria de calçados no Brasil, que vem em recuperação gradual das perdas provocadas pela pandemia de Covid-19. “Desde o segundo semestre de 2021, a indústria calçadista brasileira vem em recuperação. No mercado externo, em que crescemos 45% (em receita) no ano passado, registrando o melhor resultado em 12 anos, já ultrapassamos os patamares de 2019. No mercado externo a recuperação tem sido mais lenta, mas estamos com boas perspectivas para esse ano”, comenta o dirigente. Às 12h, o executivo volta ao palco para participar de um painel sobre o mercado mundial de calçados e tecnologias junto a representantes do setor na Colômbia, Uruguai, Guatemala e Nicarágua.

Mais informações e programação do evento no site.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/06/2023 0 Comentários 442 Visualizações
Moda e beleza

BFSHOW: Brazilian Footwear Show abre credenciamento

Por Marina Klein Telles 15/06/2023
Por Marina Klein Telles

A primeira edição da Brazilian Footwear Show – BFSHOW, que acontece no Centro de Eventos da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), em Porto Alegre/RS, nos próximos dias 21 a 23 de novembro, está com credenciamento aberto para visitantes. O evento, realizado pela Abicalçados em parceria com a NürnbergMesse Brasil, já tem a presença garantida de empresas de 70% dos polos calçadistas brasileiros e de todos os segmentos.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que a maioria das marcas já confirmadas estarão exclusivamente com a BFSHOW. “É um voto de confiança de um setor que encampou a ideia de ter uma feira própria, na qual quem comanda é o mercado e seus anseios. Outro diferencial é que o evento não é realizado por um terceiro, é realizado pela associação que representa a indústria calçadista brasileira, com a verba proveniente dele sendo revertida em pautas e projetos de interesse do setor, visando defender, desenvolver e promover o calçado brasileiro”, comenta o dirigente.

Haroldo cita o exemplo da maior feira comercial do mundo, a Micam Milano, que é realizada pela associação de calçadistas da Itália. “E não precisamos falar sobre a potência do calçado italiano. São atitudes corajosas que tornarão o calçado brasileiro um protagonista mundial”, acrescenta Ferreira, destacando que a Abicalçados já possui mais de duas décadas de experiência em feiras internacionais apoiadas pelo Brazilian Footwear.

Com expectativa de receber mais de 10 mil visitantes especializados nacionais e estrangeiros nos três dias de realização, a BFSHOW também conta com o apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), que está mobilizando seus nove escritórios internacionais – nos Estados Unidos (Miami e São Francisco), nos Emirados Árabes Unidos (Dubai), em Israel (Jerusalém), na Colômbia (Bogotá), na China (Pequim e Xangai), na Bélgica (Bruxelas) e na Rússia (Moscou) – para a atração de compradores.

“Também teremos uma edição do Projeto Comprador Internacional, que irá somar mais importadores de relevância internacional ao evento”, adianta a gestora de Projetos da Abicalçados, Letícia Sperb Masselli. Outro diferencial, continua Letícia, é que a entidade está recebendo indicações de players internacionais dos próprios expositores, o que tornará a ação ainda mais efetiva. “Certamente, teremos na feira muitos dos principais compradores de calçado do mundo”, conclui.

Dados da Abicalçados apontam que, em 2023, o setor deve produzir mais de 860 milhões de pares de calçados, dos quais cerca de 130 milhões serão exportados para mais de 150 destinos. O número, que coloca a indústria calçadista brasileira como a maior do Ocidente, é um outro atrativo da BFSHOW, pois deve atrair compradores de todos os continentes para Porto Alegre/RS. Saiba mais sobre a feira no site.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/06/2023 0 Comentários 543 Visualizações
Business

Exportações de calçados caíram em maio

Por Marina Klein Telles 15/06/2023
Por Marina Klein Telles

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, em maio, foram embarcados 8,53 milhões de pares por US$ 98,2 milhões para o exterior. Os resultados são inferiores tanto em volume (-18,7%) quanto em receita (-5,6%) em relação ao mesmo mês de 2022. Já no acumulado dos cinco primeiros meses do ano, as exportações somaram 57,29 milhões de pares e US$ 538,4 milhões, resultado 10,8% inferior em volume e estável em receita no comparativo com o período correspondente do ano passado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que o resultado já era esperado pela entidade, diante da desvalorização do dólar – que torna o calçado brasileiro mais caro no exterior -, do desaquecimento da economia mundial e do incremento das exportações chinesas. “Nos últimos dois meses, as exportações de calçados chineses já aumentaram mais de 20%. Quando o maior player do mercado mundial, que somente até abril já exportou 2,8 bilhões de pares, retoma seu espaço, a tendência é que outros países produtores percam espaço”, avalia o executivo. O dólar também tem sido uma “pedra no calçado” brasileiro, já que com a moeda norte-americana em desvalorização ante o real a tendência é de um aumento no preço médio do par exportado pelo Brasil. “Por fim, temos o desaquecimento da economia internacional, principalmente dos Estados Unidos e países da Europa, grandes consumidores de calçados”, acrescenta.

Destinos

O principal destino do calçado brasileiro exportado nos primeiros cinco meses do ano foi a Argentina. Até maio, os hermanos importaram 6,58 milhões de pares verde-amarelos por US$ 106,6 milhões, queda de 3,6% em volume e incremento de 43% em receita ante o mesmo ínterim do ano passado.

O segundo destino do calçado brasileiro no exterior foi os Estados Unidos. Nos cinco meses, os norte-americanos importaram 4,56 milhões de pares brasileiros, pelos quais foram pagos US$ 92 milhões, quedas tanto em volume (-54,7%) quanto em receita (-37%) em relação ao mesmo período de 2022.

Também registrando quedas nas importações de calçados brasileiros, a França aparece em terceiro no ranking dos destinos. Entre janeiro e maio, os franceses importaram 1,63 milhão de pares por US$ 25,7 milhões, quedas de 60% e 12,5%, respectivamente, ante o mesmo intervalo do ano passado.

Estados

O maior exportador de calçados do Brasil segue sendo o Rio Grande do Sul. Entre janeiro e maio, as fábricas gaúchas embarcaram 15,86 milhões de pares, pelos quais receberam US$ 235,26 milhões, quedas tanto em volume (-12,7%) quanto em receita (-4,4%) em relação ao mesmo período do ano passado.

O segundo exportador do período foi o Ceará, de onde partiram 18 milhões de pares por US$ 129 milhões, queda de 8,2% em volume e incremento de 6,7% em receita no comparativo com o mesmo intervalo de 2022.

Na sequência apareceram São Paulo (3,8 milhões de pares e US$ 52 milhões, quedas de 8,1% e 2,7%, respectivamente) e Bahia (1,93 milhão de pares e US$ 37,97 milhões, incrementos de 2,6% e 41,3%).

Na contramão

Na contramão dos resultados das exportações, as importações de calçados seguem em elevação. Entre janeiro e maio, entraram no Brasil 14,78 milhões de pares por US$ 188,4 milhões, altas tanto em volume (+3,9%) quanto em receita (+23,7%) em relação ao mesmo período de 2022. As principais origens seguem sendo os países asiáticos: Vietnã (3,9 milhões de pares e US$ 89,4 milhões, incrementos de 21,7% e 30,1%, respectivamente, ante o mesmo período de 2022); Indonésia (1,74 milhão de pares e US$ 35,97 milhões, altas de 25,7% e 28%); e China (7,4 milhões de pares e US$ 24,3 milhões, quedas de 5% e 1,1%).

Em partes de calçados – cabedais, solados, saltos, palmilhas etc -, as importações até maio foram equivalentes a US$ 11,44 milhões, crescente de 15,6% ante 2022. As principais origens foram China, Paraguai e Vietnã.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/06/2023 0 Comentários 471 Visualizações
Business

Desoneração da folha avança no Congresso Nacional

Por Marina Klein Telles 13/06/2023
Por Marina Klein Telles

Após uma intensa batalha, o Projeto de Lei 334/2023, que prorroga a desoneração da folha de pagamentos até o fim de 2027 foi aprovado em votação na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), no Senado Federal. A votação foi acompanhada por representantes dos 17 setores econômicos hoje beneficiados com a medida, entre eles o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira. A partir de agora o projeto parte para votação na Câmara Federal.

Ferreira destaca que o avanço da matéria é uma conquista da sociedade brasileira e um “alívio” para a atividade. “Taxar a criação de empregos não é inteligente, ainda mais em um momento de recuperação pós-pandemia. Caso a desoneração não prossiga, poderíamos perder 20% da nossa produção e mais de 30 mil empregos somente no nosso setor, em dois anos, o que teria um impacto no nível social de municípios que têm a atividade como principal fonte de renda para a população”, comenta o dirigente, ressaltando que um possível retorno do imposto previdenciário de 20% sobre a folha resultaria em uma oneração extra de mais de R$ 1 bilhão para a indústria calçadista em dois anos.

O executivo ressalta, ainda, que a matéria é um consenso, inclusive com o Governo Federal. “Mas, o Governo, e ficou muito claro na colocação do seu líder no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), quer incluir a desoneração na Reforma Tributária. O fato é que os setores não podem esperar o que pode nem mesmo ser votado ainda em 2023. Além de prejudicar o planejamento para o próximo ano, essa demanda significa insegurança para as empresas”, acrescenta Ferreira.

Boa hora

Mais um motivo de comemoração para o avanço do projeto de lei, é que ela veio em um momento de dificuldades para a atividade. Dados do MTE/CAGED apontam que a atividade perdeu 3 mil postos em abril, fruto das dificuldades no mercado externo e doméstico. “Existe um desaquecimento da economia internacional e muitas incertezas no comportamento do mercado interno. A preservação dos empregos, neste momento, é de extrema importância social para o País”, frisa. Atualmente, o setor calçadista brasileiro emprega 297 mil pessoas de forma direta em todo o Brasil.

Entenda

A desoneração da folha de pagamento está em vigor desde 2011 e, atualmente, beneficia 17 setores da economia que mais empregam no País, entre eles o calçadista. Hoje, com a medida que vigora até 31 de dezembro de 2023, as empresas dos setores contemplados podem substituir o pagamento de 20% de contribuição previdenciária sobre os salários dos funcionários por uma alíquota que vai de 1% a 4,5% sobre a receita bruta – no caso do setor calçadista, o pagamento é de 1,5%. A partir da aprovação na CAE, por 14 votos a 3, o projeto parte para votação na Câmara Federal.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/06/2023 0 Comentários 536 Visualizações
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