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1º Fórum da Diversidade

Variedades

Abertura do 1º Fórum da Diversidade ressalta a necessidade de diálogo

Por Ester Ellwanger 22/10/2021
Por Ester Ellwanger

Diálogo. Essa foi a palavra mais ouvida durante a cerimônia de abertura do 1º Fórum Municipal da Diversidade, de Santa Cruz do Sul, que reuniu no anfiteatro do curso de Direito da Unisc, na manhã desta sexta-feira, 22 de outubro, autoridades, estudantes, professores e outros profissionais da educação, além de representantes de órgãos públicos, Ongs e comunidade em geral. Um show artístico com a Miss Simpatia Diversidade do Rio Grande do Sul, a drag queen Mirella Louise, marcou a abertura do evento.

Pela segunda vez no município, em menos de uma semana para participar de eventos relacionados à causa LGBTQIA+, o coordenador da Diversidade Sexual no Estado do Rio Grande do Sul, Daniel Morethson, lembrou o quanto é importante o diálogo e o envolvimento do poder público para dar amplitude ao debate. “Estamos conseguindo avançar, hoje trouxemos a prefeita para participar do 1º Fórum e a Unisc abriu as portas para debater com a sociedade civil. Tudo isso engrandece o município e nos leva a querer construir mais”.


Daniel disse que quando se é gestor, se deve olhar para todos os cidadãos, sem distinção. “Hoje as pessoas vivem no extremo e acham que falar de LGBT é falar de ideologia partidária e não é”, frisou. Também afirmou que é preciso que se construam políticas públicas efetivas para atender à população LGBTQIA+. “Hoje não temos políticas públicas porque não sabemos quem somos, quantos somos e onde estamos. Ainda não temos um mapeamento no Brasil para conhecer de fato a nossa realidade”.

Ao discursar a prefeita Helena Hermany disse que a Administração Municipal estará sempre ao lado de iniciativas como a do fórum, que buscam erradicar qualquer forma de preconceito e permitir que todos usufruam plenamente da sua cidadania. “Cuidar das pessoas é respeitá-las em seu íntimo, entendendo as diferenças não como um obstáculo, mas como um tesouro que torna nossas existências mais ricas em experiências e visão de mundo”, declarou.


Já o presidente do Conselho Municipal da Diversidade, Rubem Quintana, ao dar as boas vindas aos participantes do fórum, afirmou que não é o objetivo dos que lutam em favor da causa LGBT QIA+ querer impor e nem constranger as pessoas. “Queremos dialogar para conseguir entender o que acontece nesse nosso meio tão sofrido, tão massacrado e tão marginalizado no Brasil de hoje”, disse. Segundo ele, nem as famílias nem as escolas estão preparadas para lidar com a realidade dessa parcela da população. “A comunidade LGBT é uma das que mais sofre com o descaso de todo o aparato governamental do Brasil”.

Para o diretor de Extensão e Relações Comunitárias da Unisc, Ângelo Hoff, o diálogo é o caminho para que a sociedade conviva com naturalidade com as questões de gênero. “Não é raro a divulgação de notícias relacionadas a eventos LGBT gerarem comentários agressivos nas redes sociais e isso só reforça o preconceito. Precisamos de mais tolerância”, observou.
Segundo ele, há duas formas de modificar a realidade, através de uma militância aguerrida, entusiasmada e com posições firmes ou pela construção de uma conversa, o que no seu entendimento é a melhor opção. “Subimos um patamar a partir do momento em que nos abrimos para entender realidades que não são heteronormativas. Esse diálogo que estamos tendo aqui hoje seria inimaginável há 50 anos e daqui a mais 50 as pessoas ficarão surpresas em saber que havia a necessidade de que se realizasse um evento para abordar a diversidade”.

Na mesma linha o secretário municipal de Educação, João Miguel Wenzel, destacou a importância da educação para o processo de evolução do ser humano. “O diálogo precisa acontecer de modo permanente dentro do ambiente escolar, para que essas questões possam fluir de forma natural, para que as diferenças não sejam motivos para separar e sim para unir. É preciso se colocar no lugar do outro”, ressaltou.


Coordenadora do Ambulatório Multiprofissional de Atenção à Saúde a População LGBTTQ+, (Ambitrans), projeto de extensão da Unisc, a professora Analidia Petry chamou atenção para o que considera essencial a essa parcela da população. “Essas pessoas estão lutando por espaço social, estão buscando se entender enquanto sujeitos”.

Analidia chamou a atenção para as pequenas violências cometidas no cotidiano. “São situações que machucam no dia a dia, é o bullying na escola, um professor ou funcionário que não respeita ou até mesmo uma brincadeira inocente, mas que também traz sofrimento e leva ao isolamento”.

Foto: Luiz Fernando Bertuol /Divulgação | Fonte: Assessoria
22/10/2021 0 Comentários 796 Visualizações
Cidades

1º Fórum da Diversidade de Santa Cruz acontece na sexta

Por Ester Ellwanger 18/10/2021
Por Ester Ellwanger

Na próxima sexta-feira, 22 de outubro, o Conselho Municipal da Diversidade (Comudi) realizará o 1º Fórum da Diversidade de Santa Cruz. O evento ocorrerá no auditório do Curso de Direito, bloco 18, da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), no período das 8h até as 17h30.

A programação inclui painelistas que abordarão temas como inclusão social no ambiente escolar, saúde, religião, e uma reflexão sobre diversidade sexual. O presidente do Comudi, Ruben Quintana, avalia a importância da iniciativa. “A demanda surgiu dos próprios educadores, que muitas vezes não sabem como atuarem em algumas situações”, constatou.

Ainda segundo ele, é necessário abordar o tema da transitividade, pois os jovens manifestam suas particularidades cada vez mais cedo. “Sabe-se de muitas situações de abandono escolar, devido à dificuldade que muitos adolescentes têm de se sentirem incluídos. Precisamos falar sobre o assunto inclusive como prevenção ao suicídio”, exemplificou.

Interessados em participar do fórum devem realizar sua inscrição através do telefone (51) 3715-6230 ou pelo endereço conselhodiversidadesantacruz@gmail.com.

Programação:

8h – Abertura
8h às 9h30 – Painel virtual – A reflexão sobre diversidade sexual e de gênero
para a garantia da proteção integral de crianças e adolescentes: Pedro Henrique Hilário, Mestre em Direito, pesquisador e professor;
9h40 às 10h50 – Painel presencial –Inclusão na escola para uma sociedade mais plural e acolhedora: Daniel Morethson, Coordenador estadual de diversidade sexual do governo do estado;
11h00 às 11h55 – Painel virtual – Menores trans: buscando um desenvolvimento saudável: Ana Iodi, Especialista em gênero, sexualidade e direitos humanos e direitos homoafetivos;
12h – Almoço
13h30 às 14h30 – Painel presencial – Bullyng Lgbtqia+ e suas Consequências: Psicanalista André Kummer;
14h40 às 17h – Painel presencial – Religiões e diversidade: crenças e convivências na pluralidade: Padre Roque Hammes, Coordenador de pastoral da diocese de Santa Cruz; Teólogo Rogério Oliveira De Aguiar; Mãe Lorena de Iemanjá, Terreiro Santa Cruz Do Sul;
17h10 – Apresentação artística
17h30 – Encerramento

Foto: Agência Francisco Frantz /Divulgação | Fonte: Assessoria
18/10/2021 0 Comentários 646 Visualizações

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