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Saúde

Saúde

Câncer da cantora Simony reforça a importância da colonoscopia

Por Amanda Krohn 09/08/2022
Por Amanda Krohn

A cantora brasileira Simony, ex-integrante da Turma do Balão Mágico, informou seus fãs sobre seu diagnóstico de câncer no intestino. Na ocasião, a artista aproveitou para sinalizar a importância de realizar exames preventivos. Atualmente com 46 anos de idade, a famosa revelou que nunca havia feito o exame de colonoscopia. Especialista no exame, o médico cirurgião-geral doutor Fábio Strauss explica que a colonoscopia é de grande importância no diagnóstico precoce de doenças intestinais.

“Quando feito regularmente, o exame permite que qualquer problema seja descoberto na fase inicial. No caso de pólipos e lesões, quando ainda recentes, podem ser retirados através da própria colonoscopia, diminuindo riscos e evitando cirurgias e tratamentos mais severos, como a quimioterapia”,  informa Strauss. Simony e seu oncologista explicam no vídeo publicado nas redes sociais que o câncer da cantora é do tipo epidermoide, o mais comum dentre os tipos de câncer anal, de acordo com dados do Ministério da Saúde, representando 85% dos casos.

 

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Uma publicação compartilhada por Simony (@simonycantora)

Atenção aos Sintomas

No caso da artista, o primeiro alerta surgiu com o inchaço na região da virilha, que a motivou a buscar uma consulta médica. Mas o doutor Fábio Strauss revela que outros sintomas também são importantes no câncer de intestino: “na fase inicial das lesões, elas não costumam dar sinais. Com o passar do tempo, o paciente pode começar a sentir dores na região anal, coceira demasiada, dificuldade para ir ao banheiro ou identificar pequenos sangramentos nas fezes”.

Quanto aos fatores de risco, o médico destaca o mais importante: a herança genética. “Se você tem algum caso de câncer colorretal na família, inclua a colonoscopia nos seus exames de rotina. A prevenção é sempre o melhor remédio”, pontua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/08/2022 0 Comentários 976 Visualizações
Saúde

Exames de pacientes oncológicos do Hospital de Taquara passam a ser realizados em Campo Bom

Por Felipe Schwartzhaupt 05/08/2022
Por Felipe Schwartzhaupt
Os pacientes campo-bonenses que estão em acompanhamento oncológico no Hospital Bom Jesus, em Taquara, não precisam mais ir até o município do Paranhana para realizar exames laboratoriais. O hospital anunciou convênio com o Laboratório Qualitá, que tem unidade na Rua Doze de Outubro, 91, no Doctor Center, e agora exames de sangue, por exemplo, são feitos em Campo Bom. Após coletas e análises clínicas, os resultados são encaminhados pelo laboratório para o Bom Jesus no momento da consulta. O sistema está em funcionamento desde junho.
O conforto é muito importante neste momento de combate ao câncer e evitar o desgaste das viagens para a realização dos exames vai ajudar.
Para o prefeito Luciano Orsi, trata-se de uma pequena mudança, mas que faz grande diferença na vida do paciente oncológico. “O conforto é muito importante neste momento de combate ao câncer e evitar o desgaste das viagens para a realização dos exames vai ajudar”, observa. “Campo Bom tem lutado muito por seus pacientes, primeiro no caso da transferência da referência de Novo Hamburgo para Taquara a fim de agilizar os atendimentos e agora na busca pela realização dos exames aqui mesmo”, destaca a secretária de Saúde Drª Suzana Ambros Pereira. A expectativa é de que colonoscopias e endoscopias dos pacientes em acompanhamento oncológico também possam ser feitas em Campo Bom em breve.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/08/2022 0 Comentários 791 Visualizações
Saúde

Novo Hamburgo realiza campanha de vacinação e atualização da caderneta de crianças e adolescentes

Por Amanda Krohn 05/08/2022
Por Amanda Krohn

Pais e responsáveis têm a partir da segunda-feira, dia 8, a oportunidade de vacinar contra a poliomielite e atualizar a caderneta de vacinas de crianças e adolescentes menores de 15 anos nas unidades de saúde do município. Novo Hamburgo integra a Campanha Nacional de Multivacinação de 2022, que se estende até o dia 9 de setembro, oferecendo mais de 15 tipos de vacina.

“A pandemia trouxe como um dos efeitos a desatualização da caderneta de vacinação de crianças e adolescentes. É muito importante manter as vacinas em dia para o controle, eliminação e erradicação das doenças. Por isso, os pais ou responsáveis devem levá-los até a unidade de saúde mais próxima da sua casa. Não é necessário agendar horário”, pontua o secretário municipal de Saúde, Marcelo Reidel.

As vacinas que estão disponíveis nas unidades de saúde durante a campanha são as indicadas no Calendário Nacional de Vacinação e não há a necessidade de intervalos entre vacinas. As vacinas para crianças de 2 meses até os sete anos de idade são: BCG, Hepatite A e B, Penta (DTP/Hib/HB), Pneumocócica 10 valente (conjugada), VIP (Vacina Inativada Poliomielite), VRH (Vacina Rotavírus Humano), Meningocócica C (conjugada), VOP (Vacina Oral Poliomielite), Febre Amarela, Tríplice viral (sarampo, rubéola, caxumba) + Varicela, DTP (tríplice bacteriana) e Varicela.

Já para crianças a partir dos sete anos e adolescentes (14 anos 11 meses e 29 dias), as vacinas são: Hepatite B, Febre Amarela, Tríplice Viral (sarampo, rubéola, caxumba), Difteria e Tétano adulto, dTpa e Meningocócica ACWY (conjugada), Meningocócica C (conjugada) HPV e Varicela. Para a vacinação, pais ou responsáveis devem levar documento de identificação e a caderneta de vacinas das crianças e adolescentes.

Dia D em 20 de agosto

O Dia D da Campanha Nacional de Multivacinação será no sábado, dia 20 de agosto, quando as unidades de saúde estarão abertas para a aplicação dos 18 tipos de imunizantes que compõem o Calendário Nacional de Vacinação da criança e do adolescente. As unidades de saúde Unidade Básica de Saúde Santo Afonso, Unidade Básica de Saúde Canudos e Casa de Vacina também oferecerão a imunização contra a covid para crianças a partir de três anos.

Locais da Vacinação

Unidade Básica de Saúde Canudos

Endereço: Rua Sílvio Gilberto Christmann, 1451 – Bairro Canudos.
Horário: segunda a sexta-feira, das 7h às 20h.

Unidade Básica de Saúde Kunz

Endereço: Avenida General Daltro Filho,1595 – Bairro Hamburgo Velho.
Horário: segunda a sexta-feira, das 7h às 17h.

Unidade Básica de Saúde Liberdade

Endereço: Rua Kurt Wacker, 14 – Bairro Liberdade.
Horário: segunda a sexta-feira, das 7h às 17h.

Unidade Básica de Saúde Primavera

Endereço: Rua Boa Saúde, 618 – Bairro Primavera.
Horário: segunda a sexta-feira, das 7h às 17h.

Unidade Básica de Saúde Rincão

Endereço: Rua Teobaldo Nicolau Bauer, 15 – Bairro Rincão.
Horário: segunda a sexta-feira, das 7h às 17h.

Unidade Básica de Saúde Santo Afonso

Endereço: Rua Assunción, 85 – Bairro Santo Afonso.
Horário: segunda a sexta-feira, das 7h às 22h.

Unidade de Saúde da Família Boa Saúde

Endereço: Avenida Floresta nº 666, esquina com Rua 22 de Outubro – Bairro Boa Saúde.
Horário: Segunda, quarta, quinta e sexta-feira, das 8h às 17h.

Terça-feira das 8h às 15h.

Unidade de Saúde da Família Getúlio Vargas

Endereço: Rua Bruno Werner Storck, 147 – Bairro Canudos.
Horário: segunda, terça, quarta e sexta-feira, das 8h às 17h.

Quinta-feira das 8h às 15h.

Unidade de Saúde da Família Guarani

Endereço: Rua Demétrio Ribeiro, 1089 – Bairro Guarani.
Horário: segunda, terça, quinta e sexta-feira, das 8h às 17h.

Quarta-feira das 8h às 15h.

Unidade de Saúde da Família Iguaçu

Endereço: Rua Dos Professores, 110 – Esquina com Bruno Werner Storck. – Bairro Vila Iguaçu – Canudos.
Horário: segunda, quarta, quinta e sexta-feira, das 8h às 17h.

Terça-feira das 8h às 15h.

Unidade de Saúde da Família Kephas

Endereço: Rua Bernardo Ludwig, 196 – Bairro São José / Kephas.
Horário: segunda, quarta, quinta e sexta-feira, das 8h às 17h.

Terça-feira das 8h às 15h.

Unidade de Saúde da Família Kraemer

Endereço: Rua Pedro José Treis, 711, no bairro São Jorge.
Horário: segunda, terça, quarta e sexta-feira, das 8h às 17h.

Quinta-feira das 8h às 15h.

Unidade de Saúde da Família Kroeff

Endereço: Rua Arlindo Silveira Martins, 55 – Bairro Santo Afonso.
Horário: segunda, terça, quinta e sexta-feira, das 8h às 17h.

Quarta-feira das 8h às 15h.

Unidade de Saúde da Família Liberdade

Endereço: Rua Miranda, 201 – Bairro Liberdade.
Horário: segunda, terça, quarta e sexta-feira, das 8h às 17h.

Quinta-feira das 8h às 15h.

Unidade de Saúde da Família Lomba Grande

Endereço: Rua Victor Thiesen, 125 – Esquina com Odete Correia Schuck – Bairro Lomba Grande.
Horário: segunda, terça, quinta e sexta-feira, das 8h às 17h.

Quarta-feira das 8h às 15h.

Unidade de Saúde da Família Morada dos Eucaliptos

Endereço: Rua Octavio Oscar Bender, 1000 – Bairro Canudos.
Horário: segunda a sexta-feira, das 7h às 17h.

Unidade de Saúde da Família Mundo Novo

Endereço: Rua João Nunes da Silva, 33 – Bairro Canudos.
Horário: segunda, quarta, quinta e sexta-feira, das 7h às 17h.

Terça-feira das das 7h às 12h.

Unidade de Saúde da Família Palmeira

Endereço: Rua Nazaré, 215 – Bairro Santo Afonso.
Horário: segunda a sexta-feira, das 7h às 12h e das 13h às 17h.

Quartas-feiras das 7h às 15h.

Unidade de Saúde da Família Petrópolis

Endereço: Rua Luxemburgo, 1570 – Bairro Petrópolis.
Horário: segunda, terça, quarta e sexta-feira, das 7h às 12h e das 13h às 17h.

Quinta-feira das 7h às 15h.

Unidade de Saúde da Família Redentora

Endereço: Rua Tamoio, 585 – Bairro São José – Redentora.
Horário: segunda, terça, quinta e sexta-feira, das 8h às 17h.

Quarta-feira somente das 8h às 15h.

Unidade de Saúde da Família Rondônia

Endereço: Rua Bahia, 450 – Bairro Rondônia.
Horário: segunda, quarta, quinta e sexta-feira, das 8h às 17h.

Terça-feira das 07h às 12h.

Unidade de Saúde da Família Roselândia

Endereço: Rua Benjamin Altmayer, 455 – Bairro Roselândia.
Horário: segunda, terça, quarta e sexta-feira, das 8h às 17h.

Quinta-feira das 8h às 15h.

Unidade de Saúde da Família São Jorge

Endereço: esquina das ruas Anchieta e Jorge Schury – Bairro São Jorge.
Horário: segunda, quarta, quinta e sexta-feira, das 8h às 17h.

Terça-feira somente das 8h às 15h.

Unidade de Saúde da Família Rondônia II

Endereço: Rua Travessão, 2084, Rondônia.
Horário: segunda, terça, quinta e sexta-feira, das 8h às 17h.
Quarta-feira das 08h às 15h.

Unidade de Saúde da Família Operário

Endereço: Rua São Marino, 88, Operário.
Horário: segunda, terça, quarta e sexta-feira das 8h às 17h.
Quinta-feira das 8h às 15h.

Casa de Vacina

Endereço: Av. Coronel Frederico Linck, 900 – Bairro Rio Branco.
Horário: segunda a sexta-feira das 08h às 18h.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/08/2022 0 Comentários 662 Visualizações
Saúde

HU incentiva o aleitamento materno e prepara programação do Agosto Dourado

Por Amanda Krohn 04/08/2022
Por Amanda Krohn

O Hospital Universitário de Canoas (HU) prepara palestras, mesa-redonda com multiprofissionais, oficinas e orientações para o Agosto Dourado. Este mês simboliza a luta mundial pelo incentivo à amamentação para a saúde do bebê e da mulher. A cor dourada está relacionada ao padrão ouro de qualidade do leite materno. O HU é referência em todo o Estado na aplicação do método Canguru, um modelo de assistência ao recém-nascido em situação de baixo peso ao nascer ou prematuridade que fundamenta-se no contato pele a pele entre a mãe e bebê, e nos cuidados na alimentação, estimulação e proteção.

“Ao contrário do que muitas vezes pensam, amamentar não é um processo instintivo. É preciso todo um apoio e suporte, inclusive psicológico para as mães”, pontua a fonoaudióloga Marilise Floriano, que atua na UTI Neonatal do HU. A coordenadora da UTI Neonatal do HU e tutora responsável pelo Centro de Referência pelo Método Canguru no RS, Silvana Salgado Nader, explica que quando o bebê nasce prematuro o desafio da amamentação é ainda maior. “Os prematuros não estão com o desenvolvimento cerebral pronto. Então, o estímulo é fundamental para o sucesso na amamentação e estabelecimento do vínculo materno”.

Com o tema deste ano “Fortalecer a amamentação – Educando e Apoiando”, a equipe da CTI Neonatal e o serviço de Nutrição do HU vão realizar a programação de incentivo ao aleitamento materno de 16 a 19 de agosto. Mamaço, mesa-redonda sobre a importância do Banco de Leite, palestra sobre as Propriedades do Leite Humano e sobre o Acolhimento das mães de bebê prematuro com enfoque na amamentação e benefícios da mamanalgesia estão entre as atividades previstas.

Ao contrário do que muitas vezes pensam, amamentar não é um processo instintivo. É preciso todo um apoio e suporte, inclusive psicológico, para as mães – fonoaudióloga Marilise Floriano

Funcionária do HU valoriza a amamentação

Nutricionista clínica e consultora em amamentação, Franciela Godoi Viau, 30 anos, não abre mão de proporcionar o aleitamento materno. Funcionária do Hospital Universitário de Canoas (HU), diariamente na hora do intervalo do almoço, é possível ver a profissional amamentando o filho Gael de 1 ano. “Meu esposo traz ele todos os dias. Me sinto muito grata por poder amamentar, sei da importância para a saúde dele. Meu filho é muito saudável e nunca precisou ser hospitalizado”, conta a profissional.

Moradora do Bairro Estância Velha em Canoas, Franciela diz que Gael mamou, exclusivamente, o leite materno até os 6 meses. “O aleitamento materno é a forma mais segura e eficaz de alimentar um bebê, além de ser um alimento completo que protege de doenças, fortalece a imunidade, mantendo o bebê saudável e bem nutrido”. Ela destaca ainda que, sempre que pode, amamenta o bebê durante a aplicação de vacinas. “O peito acalma o bebê, ajuda a reduzir a dor ou desconforto. Faço a mamanalgesia a fim de aliviar o incômodo causado pela agulha durante a aplicação”.

Integrante da equipe de Nutrição do HU, que organiza a programação do Agosto Dourado no hospital, Franciela salienta que gostaria que todas as mulheres que possam e querem exercer a maternidade tenham a oportunidade de nutrir seus filhos através do seu leite materno. “Desejo que as mulheres não sejam julgadas pelas suas escolhas, que tenham apoio da sua família e rede de apoio em suas casas. Que elas possam exercer o direito de amamentar em livre demanda, pelo tempo que ela e seu bebê quiserem”.

O que mais é preciso saber sobre o aleitamento materno

  • Os bebês até os seis meses de idade devem ser alimentados somente com leite materno, não precisam de chás, sucos, outros leites, nem mesmo de água. Após essa idade, deverá ser dada alimentação complementar apropriada, mas a amamentação deve continuar até o segundo ano de vida da criança ou mais.
  • Amamentar os bebês, imediatamente, após o nascimento, pode reduzir a mortalidade neonatal – aquela que acontece até o 28º dia de vida.
  • O aleitamento materno na primeira hora de vida é importante tanto para o bebê quanto para a mãe, pois auxilia nas contrações uterinas, diminuindo o risco de hemorragia. E, além das questões de saúde, a amamentação fortalece o vínculo afetivo entre mãe e filho.
  •  O leite materno é o melhor alimento que um bebê pode ter. É de fácil digestão e promove um melhor crescimento e desenvolvimento, além de proteger contra doenças. Água e outras bebidas não são necessárias até o sexto mês de vida.
  • Bebês recém-nascidos devem ficar perto de suas mães e devem ser amamentados na primeira hora após o parto. O colostro, o leite amarelado e grosso que a mãe produz nos primeiros dias após o nascimento, é o alimento ideal para recém-nascidos. É muito nutritivo e ajuda a proteger o bebê contra infecções.
  • A amamentação frequente faz com que a mãe produza mais leite. Quase toda mãe é capaz de amamentar com sucesso.
    A partir dos seis meses, os bebês precisam de uma alimentação variada, mas o aleitamento materno deve continuar até o segundo ano de vida da criança ou mais.
  • A mãe que amamenta precisa de uma maior quantidade de alimentos e líquidos. Assim supre suas necessidades e produz leite em quantidade e qualidade adequadas ao bebê. Ela precisa comer frutas, verduras, carnes, miúdos, legumes, feijão e arroz, que possuem os nutrientes e vitaminas de que precisa. Deve beber bastante líquido: chás, água, sucos ou leite. Isso ajuda a produzir leite. E não deve consumir álcool, fumo e outras drogas, nem tomar medicamentos sem receita médica.
Foto: Arthur Ghilardi/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/08/2022 0 Comentários 628 Visualizações
Saúde

Drive-thru da vacinação ocorre em Novo Hamburgo nesta quarta-feira, 3

Por Amanda Krohn 02/08/2022
Por Amanda Krohn

A Secretaria de Saúde de Novo Hamburgo promove mais um drive-thru de vacinação contra a Covid-19 nesta quarta-feira, 3, das 18h30 às 20h30.  Serão vacinadas pessoas em veículos ou que chegarem a pé.  A ação será realizada no estacionamento da Prefeitura, localizado na Rua Guia Lopes, 4201, no bairro Canudos. Confira abaixo quem pode se vacinar:

PRIMEIRA DOSE: será aplicada em pessoas de 18 anos ou mais, que devem apresentar documento com foto, cartão SUS ou comprovante de residência no município.

SEGUNDA DOSE: será para quem tomou a primeira dose até o dia 3 de junho de 2022 ou antes. É necessário apresentar para completar o esquema vacinal comprovante da primeira dose, documento com foto, cartão SUS ou comprovante de residência no município.

TERCEIRA DOSE: para pessoas de 18 anos ou mais que receberam a segunda dose de qualquer imunizante (CoronaVac, Pfizer ou AstraZeneca) até o dia 3 abril de 2022 ou antes. É necessário apresentar a seguinte documentação: comprovante da segunda dose, documento com foto, cartão SUS ou comprovante de residência no município.

QUARTA DOSE: para pessoas de 40 anos ou mais, desde que seja respeitado o intervalo de quatro meses desde a última aplicação do imunizante contra o coronavírus. Ou seja, que tenham recebido a terceira dose até o dia 3 de abril de 2022 ou antes. É necessário apresentar a seguinte documentação: comprovante da terceira dose, documento com foto, cartão SUS ou comprovante de residência no município.

CRIANÇAS E ADOLESCENTES: não serão vacinados crianças e adolescentes nesta edição do drive-thru.

Janssen

Quem recebeu como esquema primário (a primeira dose) da Janssen em dose única, entre 18 e 39 anos, pode fazer o primeiro reforço (segunda dose) no drive-thru, desde que obedeça ao intervalo de dois meses após a aplicação da primeira dose. Já o segundo reforço (terceira dose), deve respeitar o intervalo de quatro meses em relação ao primeiro reforço.

Já quem tem 40 anos ou mais, poderá receber o primeiro reforço (segunda dose) no drive-thru, desde que obedeça ao intervalo de dois meses após a aplicação da primeira dose. O segundo reforço (terceira dose), deve respeitar o intervalo de quatro meses em relação ao primeiro reforço. Já o terceiro reforço (quarta dose) deve ser recebida em um intervalo de quatro meses em relação ao segundo reforço (terceira dose).

Serviço

O quê? Drive-thru de vacinação contra a Covid-19

Quando? 3/8 (quarta-feira); das 18h30 às 20h30

Onde? Estacionamento da Prefeitura – Rua Guia Lopes, 4201, no bairro Canudos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/08/2022 0 Comentários 563 Visualizações
Saúde

Amrigs e Sociedade Gaúcha de Infectologia preocupam-se com casos de Monkeypox

Por Amanda Krohn 01/08/2022
Por Amanda Krohn

A notícia da confirmação da primeira morte por infecção pelo vírus Monkeypox no Brasil acendeu o sinal de alerta entre as autoridades médicas. O caso foi registrado em Minas Gerais. O paciente, um homem de 41 anos com graves problemas de imunidade, estava internado no Hospital Eduardo de Menezes, em Belo Horizonte, e morreu na quinta-feira (28/07). O presidente da Associação Médica do Rio Grande do Sul, Gerson Junqueira Jr, chama a atenção para o assunto.

“É importante haver uma atenção especial, especialmente em pessoas com história de comorbidade prévia e/ou imunossupressão. Estas complicações incluem pneumonia, encefalite, infecções bacterianas secundárias”, afirma. Do início de janeiro ao fim de junho deste ano, a Organização Mundial da Saúde contou mais de 7 mil casos da doença, confirmados com exames laboratoriais, em mais de 60 países. A diretora de Comunicação da Sociedade Gaúcha de Infectologia (SGI), Rafaela Mafaciolli, salienta que a doença geralmente começa com febre, seguida pelo desenvolvimento de múltiplas lesões papulares, vesicopustulosas e ulcerativas na face e no corpo; ainda associado a linfadenopatia proeminente.

“A infecção pelo vírus Monkeypox geralmente é autolimitada, com taxas de letalidade em torno de 1 a 10%”, destaca. A doença ainda não tem uma vacina específica, mas três imunizantes existentes contra a varíola tradicional podem ser usados para proteção contra a infecção pelo vírus Monkeypox. Alguns países já estão aplicando, e segundo o Ministério da Saúde a primeira remessa de vacinas deve chegar em setembro no Brasil. Até esta quarta-feira (27/07), o Brasil tinha 978 casos confirmados, em 15 estados e no Distrito Federal.

É importante haver uma atenção especial, especialmente em pessoas com história de comorbidade prévia e/ou imunossupressão. Estas complicações incluem pneumonia, encefalite, infecções bacterianas secundárias – Gerson Junqueira Jr

Entenda a infecção pelo vírus Monkeypox

É uma doença rara e infecciosa causada pelo vírus Monkeypox. Trata-se de uma doença zoonótica viral que ocorre principalmente em áreas de floresta tropical da África central e ocidental e ocasionalmente é exportada para outras regiões. Os meios de transmissão podem ser de animal contaminado para humano (por meio de mordidas, arranhões, consumo e preparação de carne contaminada, contato direto ou indireto com fluidos corporais ou material de lesões), ou de humano para humano (através de gotículas respiratórias – contato interpessoal prolongado – ou contato com fluidos corporais ou material da lesão).

A apresentação clínica se assemelha à da varíola clássica, uma infecção relacionada ao ortopoxvírus que foi declarada erradicada mundialmente há mais de 40 anos. Após período de incubação de 5-21 dias, a infecção pelo Monkeypox leva a um quadro inicial de febre, dor de cabeça, dores musculares, exaustão, e erupção cutânea (lesões se apresentam em vários estágios, geralmente começando no rosto e se espalhando para outras partes do corpo; as vesículas cicatrizam, assemelhando-se, portanto, a quadros de varicela (catapora) – são em geral múltiplas e melhoram entre 2-4 semanas). A principal diferença entre os sintomas é que a varíola provocada pelo vírus Monkeypox cursa com aumento dos gânglios linfáticos, diferentemente da varíola clássica. É uma doença autolimitada, associada a uma mortalidade entre 1-10% (a cepa em específico tem sido associada, na população rural africana, a uma mortalidade de 1%).

Após período de incubação de 5-21 dias, a infecção pelo Monkeypox leva a um quadro inicial de febre, dor de cabeça, dores musculares, exaustão, e erupção cutânea

Transmissão

Segundo nota técnica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a Monkeypox é transmitida principalmente por meio de contato direto ou indireto com sangue, fluidos corporais, lesões de pele ou mucosa de animais infectados. A transmissão secundária, ou seja, de pessoa a pessoa, pode ocorrer por contato próximo com secreções respiratórias infectadas, lesões de pele de uma pessoa infectada ou com objetos e superfícies contaminadas.

A transmissão por gotículas respiratórias geralmente requer contato pessoal prolongado, o que coloca os profissionais de saúde, membros da família e outros contatos próximos de pessoas infectadas em maior risco. No entanto, a cadeia de transmissão documentada mais longa em uma comunidade aumentou nos últimos anos de 6 para 9 infecções sucessivas de pessoa a pessoa. Isso pode refletir o declínio da imunidade em todas as comunidades devido à cessação da vacinação contra a varíola.

Embora o contato físico próximo, ou seja, contato íntimo, seja um fator de risco observado na transmissão dos casos confirmados nos países não endêmicos, a transmissão sexual nunca foi descrita. Desta forma, estudos são necessários para entender melhor esse risco. A transmissão vertical ou durante o contato próximo no pós-parto também pode ocorrer. O período de transmissão da doença se encerra quando as crostas das lesões desaparecem.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/08/2022 0 Comentários 1,3K Visualizações
Saúde

Procedimento de Fertilização in Vitro completa 44 anos

Por Amanda Krohn 23/07/2022
Por Amanda Krohn

O dia 25 de julho marca a data do nascimento do primeiro bebê de proveta do mundo, a britânica Louise Brown, que completa 44 anos de idade. Foi a primeira pessoa gerada em laboratório após diversos estudos e tentativas médicas. A data do aniversário de Louise marca uma das maiores conquistas da medicina: a fertilização in vitro. Desde então, mais de 8 milhões de bebês de proveta nasceram ao redor do mundo, segundo dados divulgados em 2018 pela Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia (ESHRE).

Segundo o médico ginecologista e especialista em reprodução assistida com mais de 30 anos de experiência em técnicas de fertilização, Ricardo Beck, as evoluções ao longo dos anos aumentaram a qualidade e as chances de sucesso do procedimento para milhares milhares de casais que sonham em ter um filho.

“A incubadora usada na primeira tentativa de fertilização in vitro, lá em 1978, era muito precária. Não existia, nessa época, meios de cultura apropriados para manter esses materiais genéticos e nem o embrião. Foram necessários muitos ajustes para que os médicos conseguissem alcançar a condição ideal para que o embrião pudesse se desenvolver. Hoje temos tecnologias super avançadas que permitem simular a condição perfeita do útero, aumentando as chances de sucesso da fertilização”, explica Beck.

No Brasil, o primeiro nascimento foi em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba, no Paraná, em 1984. Entre os anos de 2012 e 2019, foram mais de 265 mil ciclos de fertilização in vitro realizados no país, segundo o 13º Relatório do Sistema Nacional de Produção de Embriões, o último divulgado pela ANVISA no início de 2020.  O avanço da tecnologia nas últimas 4 décadas possibilitou que a fertilização in vitro fosse realizada com mais qualidade e precisão, além de inovar e oferecer novas técnicas.

A corretora de imóveis, Cristiane Bohme, realizou a fertilização in vitro em 2014, após 3 anos de tentativas. “Foram três anos difíceis, com vários abortos, até que decidimos recorrer a reprodução assistida. Esse momento envolveu muitos medos e ansiedade, mas conseguimos realizar nosso sonho. Logo na primeira tentativa de fertilização in vitro veio o positivo no teste gravidez. Hoje a minha filha tem 7 anos e é a minha maior alegria”, conta Cristiane.

Micromanipulação

Essa é a técnica mais moderna para fazer a fecundação do óvulo pelo espermatozóide em laboratório. “Na fertilização assistida clássica, os espermatozóides eram colocados em uma placa ao redor do óvulo para que, então, houvesse a fecundação. Já na micromanipulação, os espermatozóides são selecionados para ver quais têm o maior potencial de fecundação, e cada espermatozóide é colocado no interior do óvulo por meio de uma injeção intracitoplasmática do espermatozóide”, diz Beck. Todo esse procedimento é feito por um embriologista especializado com o auxílio de um equipamento chamado de micromanipulador. Com essa técnica, é possível obter melhores resultados na formação dos embriões.

Incubadoras e meio de cultura

Logo após a fecundação, o embrião é colocado em incubadoras, ou meios de cultura, para se desenvolver até que fique pronto para ser transferido ao útero da mulher. A embriologista Elisângela Bohme, que trabalha com o médico Ricardo Beck há mais de 15 anos, afirma que a principal evolução está na simulação das condições internas do útero. “Hoje nós temos incubadoras que monitoram o desenvolvimento do embrião 24 horas por dia, e transmitem em tempo real para a embriologista de plantão. Qualquer alteração na temperatura e quantidade de CO2, por exemplo, é notificada imediatamente para que possa ser corrigida sem prejudicar o crescimento dos embriões”, explica Bohme.

Hoje nós temos incubadoras que monitoram o desenvolvimento do embrião 24 horas por dia, e transmitem em tempo real para a embriologista de plantão. –  embriologista Elisângela Bohme

Filmadora

Atualmente é possível assistir as células se dividindo dentro da incubadora, por meio de uma filmadora que transmite imagens em uma tela de computador. Dessa forma, o embriologista pode acompanhar todo o processo evolutivo do embrião, prever a evolução das estruturas e avaliar se é um embrião saudável, tendo como base, por exemplo, quanto tempo ele leva para fazer a divisão celular.

Congelamento de embriões

Segundo Ricardo Beck, a evolução nos congelamentos tem sido essencial para o processo de reprodução assistida, e afirma que os resultados hoje são muito melhores do que há 10 anos. Para se ter uma ideia, somente em 2019, foram congelados mais de 99 mil embriões no Brasil, segundo o último relatório da ANVISA.

“Na fertilização in vitro cada embrião é valioso e, há alguns anos, quando havia sucesso na transferência de um embrião, os demais eram descartados porque não tinha onde guardá-los. Mas hoje não! É possível guardar os embriões e mantê-los congelados, para aumentar as chances do casal de terem um segundo ou terceiro filho no futuro sem terem que passar por todo o processo de FIV novamente”, explica Beck.

Congelamento de material genético

Essa é uma etapa anterior à fertilização in vitro e serve para preservar a fertilidade de homens e mulheres que irão passar por um tratamento oncológico, como quimioterapia, por exemplo, e mulheres que não tem previsão de gravidez antes dos 40 anos. “O congelamento de óvulos vem como forma de preservar a qualidade e quantidade do material genético.

Sabemos que no caso das mulheres, a fertilidade tende a diminuir após os 35 anos, então quanto antes os óvulos forem congelados, melhor. Assim, quando houver o desejo de uma gravidez, o material é descongelado e a fertilização in vitro pode ser feita normalmente”, diz Ricardo. O material genético coletado, assim como os embriões não usados, são colocados em cápsulas de nitrogênio líquido, a uma temperatura de 196º negativos, sem que haja qualquer dano ou prejuízo.

Estudo genético

Também chamado de biópsia embrionária, esse é um procedimento que tem por objetivo identificar entre os embriões aqueles que carregam, em seu material genético, doenças hereditárias, podendo manifestá-las já no útero ou após o nascimento. Pais que têm doenças genéticas, ou caso de síndrome de Down na família, podem optar por esse estudo genético. Dessa forma, é possível transferir para o útero apenas os embriões saudáveis.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/07/2022 0 Comentários 680 Visualizações
Saúde

Hospital Universitário de Canoas terá doação de sangue no Dia do Amigo

Por Amanda Krohn 19/07/2022
Por Amanda Krohn

O Banco de Sangue do Hospital Universitário de Canoas (HU) realizará um dia especial de coleta nesta quarta-feira (20), quando é celebrado o Dia do Amigo. Os voluntários podem comparecer das 8 às 17 horas, sem necessidade de agendamento, no segundo andar do complexo de saúde.  Os interessados podem marcar amigos nas redes sociais do HU convidando para a doação e, os que tiverem mais indicados, receberão um brinde da Comissão de Humanização do HU. Além disso, os doadores poderão contar com um lanche especial nesta data após a coleta.

Enfermeira responsável pelo Núcleo de Núcleo de Hemoterapia do HU, Thainá Tatsch informa que os tipos sanguíneos com RH negativo estão em estado crítico e os positivos em situação razoável. “Por isso, é importante sensibilizar os nossos amigos para colaborar com a doação, favorecendo a reposição dos estoques do HU”, observa a enfermeira.

Quem já confirmou apoio para a campanha foi o ex-jogador de futebol, Luís Mário, mais conhecido como Papa-Léguas, que atuava como atacante. Assim como ele, outros craques são esperados para fortalecer essa campanha. O desafio desta vez é fora do campo e o Gre-Nal é da Amizade. Além de atender aos pacientes do próprio hospital, o Banco de Sangue do HU é responsável pelo abastecimento dos hospitais de Pronto Socorro de Canoas, Nossa Senhora das Graças e o hospital da Base Aérea.

Como funciona

O Banco de Sangue do Hospital Universitário de Canoas (Avenida Farroupilha, 8001, Bairro São José) recebe voluntários para a doação de segunda a sexta-feira, sem horário agendado, das 8h às 17 horas. Todo primeiro sábado de cada mês, o HU recebe doadores das 8h às 16 horas. Neste dia é necessário agendamento para a doação pelo telefone 3478.8200.
Estacionamento isento Uma das vantagens ao doador é a liberação da cobrança do estacionamento, desde que o veículo seja colocado no estacionamento atrás do HU, junto ao prédio da Odontologia da Ulbra. O ticket é validado no Banco de Sangue e ao apresentar no guichê do estacionamento, não é cobrado.

Condições básicas para doar

Ter entre 18 e 60 anos para a primeira vez, ou até 69 anos se já é doador;
Jovens de 16 a 18 anos, desde que possuam autorização do responsável;
Ter 50 quilos ou mais;
Estar bem alimentado;
Não ter ingerido álcool e/ou comidas gordurosas nas últimas 12 horas;
Estar se sentindo bem, sem dores ou sintomas gripais;
Não ter feito tatuagem nos últimos 12 meses.

Foto: Guilherme Pereira/PMC/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/07/2022 0 Comentários 722 Visualizações
Saúde

Câncer de cabeça e tireoide está entre os 10 mais incidentes em homens e mulheres

Por Amanda Krohn 19/07/2022
Por Amanda Krohn

Quando se fala em câncer de cabeça e pescoço, a referência é a uma ampla e complexa região do corpo humano que pode ser afetada tanto por tumores benignos, quanto malignos. De acordo com o cirurgião de Cabeça e Pescoço Dr. Claurio Roncuni, integrante da Oncoclínicas RS, essas neoplasias podem estar presentes em diferentes pontos: na boca, na orofaringe, na laringe (pregas vocais), nos seios maxilares e nasais, nas glândulas tireoide e paratireoide, nas glândulas salivares, nos tecidos moles do pescoço e na pele (face, couro cabeludo e pescoço).

Em alguns casos, como no câncer de tireoide, o autoexame simples ajuda na detecção precoce, conforme explica a Dra. Fernanda Pruski, também da equipe da instituição. A oncologista orienta que os principais sintomas são: gânglio cervical aumentado, rouquidão, sensação de falta de ar e dificuldade em engolir. Se houver alguma alteração, um especialista deve ser procurado para uma avaliação feita por meio de exames complementares e, se for necessário, indicar o tratamento mais adequado: cirurgia, iodoterapia, quimioterapia, entre outros.

No país, o câncer de tireoide é o quinto de maior incidência no sexo feminino e o câncer de boca é o quinto tipo que mais afeta o sexo masculino, sendo o de laringe, o oitavo nesse mesmo grupo (excluindo as neoplasias de pele não melanoma em ambos os sexos). Os dados são do Instituto Nacional do Câncer (INCA).

O Dr. Roncuni informa ainda que as neoplasias de boca e laringe estão entre as dez com maior mortalidade nos homens no Brasil. “Se contarmos os tumores cutâneos não melanoma que são a grande maioria dos cânceres, sabemos que a região da cabeça e pescoço, com alta taxa de fotoexposição, corrobora para o grande número de casos. Logo, o tratamento do câncer na região cabeça e pescoço torna-se saúde pública e praticamente uma obrigação dos profissionais de saúde saber identificá-los”, alerta.

Ferida não cicatrizada

O principal câncer que surge na boca é o carcinoma epidermoide. Inicia-se como uma ferida que não cicatriza, lembrando uma afta. O principal fator de risco da condição é o tabagismo, seguido pelo etilismo, má higiene oral, próteses dentárias mal ajustadas, imunossupressão e idade avançada. “Infelizmente, esse câncer muitas vezes é de desconhecimento geral da população e até mesmo dos profissionais de saúde (médicos e dentistas), causando atraso no diagnóstico e gerando um tratamento mais agressivo com cirurgias mutilantes e radio-quimioterapia complementares”, destaca o cirurgião.

Esse carcinoma também é o principal responsável pelas neoplasias de laringe e orofaringe, também tendo forte relação com o tabagismo associado, ou não, ao etilismo. O câncer de laringe manifesta-se com rouquidão progressiva e dificuldade de engolir.

Por outro lado, o câncer de orofaringe (palato mole, amígdalas, úvula, base de língua e faringe) tem outro importante fator de risco: o HPV. Pacientes mais jovens, não tabagistas e não etilistas, são os mais suscetíveis, com predomínio no sexo masculino. “Muitas vezes, os pacientes procuram ajuda apenas quando percebem uma íngua aumentada no pescoço (metástase para o pescoço). A vacinação do HPV deve ser feita tanto em meninas quanto em meninos, uma vez que o câncer de colo de útero (terceiro em maior incidência no sexo feminino) também é causado por esse vírus”, afirma o Dr. Roncuni.

Autoexame da tireoide

Para realizar o autoexame, você vai precisar de um espelho com cabo e um copo d’água.

1. Segure o espelho procurando em seu pescoço a região abaixo do pomo de Adão (gogó). Sua tireoide está localizada nesta área;

2. Focalize esta área com o espelho estendendo a cabeça para trás para facilitar a visualização;

3. Beba um pouco d’água;

4. Ao engolir, observe em seu pescoço se existe alguma saliência ou elevação localizada. Repita este teste várias vezes, se necessário;

5. Observe se existe algum nódulo ou saliência. Ao notar alguma alteração, procure um endocrinologista para obter orientações;

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/07/2022 0 Comentários 846 Visualizações
Saúde

Inverno aumenta em até quatro vezes busca por tratamento de varizes

Por Gabrielle Pacheco 18/07/2022
Por Gabrielle Pacheco

Entre as doenças vasculares, as varizes são as que mais afetam a população. Estudo da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) mostra que 38% dos brasileiros sofrem com a doença, sendo encontrada em 30% dos homens e 45% das mulheres. Quanto mais idoso, também maior a prevalência, sendo que 70% das pessoas acima dos 70 anos podem ter varizes.

O benefício de operar no inverno é que não tem exposição solar.

Dr. Vinícius Lain, cirurgião vascular (Fabio Grison/Divulgação)

No consultório do médico cirurgião vascular Vinícius Lain, em Caxias do Sul, de cada dez pacientes, sete a oito se queixam de varizes. De acordo com o especialista, no inverno a procura para resolver o problema também aumenta, já que as baixas temperaturas são favoráveis para os tratamentos clínico e cirúrgico. Durante a estação, são operados de três a quatro vezes mais do que em outros períodos. “Aqui na Serra, como o verão e o inverno são bem distintos, o benefício de operar no inverno é que não tem exposição solar”, pontua. Ele afirma que, quando indicado o procedimento cirúrgico, por questões estéticas, pede-se para o paciente não se expor à radiação solar por 60 dias. “No pós-operatório, ainda é preciso usar uma meia elástica por um mês, o que acaba sendo mais confortável no inverno do que no verão”, explica Dr. Vinícius.

O que são as varizes

As varizes são dilatações das veias nas pernas, nas coxas e nos pés, podendo ser de pequeno, médio ou de grande calibre, e mais comuns a partir dos 30 anos. Os fatores de riscos para o desenvolvimento são predisposição genética, sexo feminino, idade e obesidade. É mais corrente também em pessoas que trabalham muito tempo paradas de pé ou sentadas, pelo fato de ficarem sem mexer a bomba da musculatura. Para prevenir o problema, é preciso ter uma alimentação saudável e praticar exercício físico regular.

Apesar de não ser uma doença vascular grave, quando não tratada, as varizes podem evoluir para tromboflebite (coágulos inflamatórios), que podem estar associadas à trombose venosa profunda. Porém, normalmente, as varizes estão mais correlacionadas a questão estética e ao desconforto de peso nas pernas. “A população brasileira presta bastante atenção, não só do ponto de vista funcional, mas também estético. Algumas varizes podem doer e outras serem simplesmente estéticas. No entanto, os sintomas em ambas incluem a sensação de peso nas pernas, inchaço e percepção de que o membro inferior está mais quente durante à noite”, elucida o médico cirurgião vascular.

Creme não é tratamento

Dr. Vinícius Lain conta que os populares cremes para varizes não resolvem e nem são indicados para tratar a doença. “Na melhor das hipóteses, ele tira apenas a sensação de peso do final do dia, pois são cremes que geram o resfriamento da pele”, pondera.

Uma vez tiradas as varizes, elas não podem voltar (…), mas com o passar dos anos, outras veias podem se dilatar.

Os tratamentos para varizes podem ser clínicos ou cirúrgico e dependerão da avaliação de cirurgião vascular. No caso clínico, ele é feito com o uso de meias elásticas e algumas medicações que aliviam a sensação de peso, mas as veias não desaparecem. Para o desaparecimento das veias, são recomendados a cirurgia ou os tratamentos menos invasivos, como o uso da espuma. “Ela é indicada em pacientes mais idosos, onde o risco da cirurgia é maior do que o benefício, ou quando não se tem o objetivo estético. Sempre que tiver a finalidade estética, mediante avaliação médica, a cirurgia de varizes acaba sendo a mais indicada”, esclarece.

Dentro das cirurgias de varizes, é possível realizá-la de forma tradicional, onde a veia é removida; por termo ablação, que é o uso de laser; por radiofrequência, para fazer a cauterização da safena; ou ainda a associação entre elas. O procedimento minimamente invasivo é feito em ambiente de centro cirúrgico, demora entre 1h e 1h30 min e o paciente vai para a casa no mesmo dia. A cirurgia, quando indicada, é oferecida pelo SUS e pelos convênios de saúde.

“A recuperação mais rápida é quando tem indicação de uso de radiofrequência dentro da cirurgia. É possível ainda associar a escleroterapia, que é a secagem das veias, dentro da cirurgia, tendo uma potencialização do resultado estético. Uma vez tiradas as varizes, elas não podem voltar, mas como existe uma pré-disposição ao aparecimento dos vasos, com o passar dos anos, outras veias podem se dilatar”, afirma Dr. Vinícius Lain.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/07/2022 0 Comentários 1,2K Visualizações
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