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Saúde

Saúde

Novo Hamburgo está em alerta de surto para dengue

Por Marina Klein Telles 03/02/2026
Por Marina Klein Telles

Novo Hamburgo está em alerta de surto para a dengue e outras doenças relacionadas ao Aedes aegypti. É que aponta o primeiro boletim informativo com os resultados do Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) do ano de 2026, realizado pelo projeto de Prevenção e Combate à Dengue, e executado pela Universidade Feevale e Prefeitura Municipal de Novo Hamburgo. De acordo com o boletim, o município apresentou um Índice de Infestação Predial (IIP) de 3%, ou seja, a cada 33 imóveis, um teve a presença de indivíduos do mosquito.

Por meio do LIRAa, são visitados, aproximadamente, 5% dos imóveis da cidade em um curto período, gerando um indicativo dos níveis de infestação, a fim de facilitar as ações de controle. Durante a semana do levantamento, entre 5 e 13 de janeiro, os Agentes de Combate às Endemias do município visitaram 3.959 imóveis, nos quais foram coletadas 248 amostras de larvas e/ou pupas de mosquitos, as quais foram encaminhadas para identificação no laboratório da Universidade Feevale. Destas, 58% apresentaram-se positivas para Aedes aegypti.

Até a semana epidemiológica 4 (dia 31 de janeiro), foram registrados casos positivos de dengue nos bairros Canudos e Vila Nova. Grande parte do município já apresentou notificação de casos suspeitos de dengue, sendo Canudos e Santo Afonso os bairros responsáveis por cerca de 50% desses números. Até a mesma data, haviam sido recebidas 56 notificações de casos suspeitos de dengue, sendo três confirmados, 33 em investigação, 20 descartados e nenhum óbito.

Depósitos mais comuns seguem sendo os do dia a dia

Os depósitos mais comuns, assim como em anos anteriores, seguem sendo os pequenos recipientes móveis:  baldes, bebedouros de animais, vasos com plantas e pratinhos de vasos de flor. Acúmulo de lixo, sucatas e entulhos de restos de construção, bem como pneus, ralos, calhas, piscinas e outros recipientes de difícil remoção de água também representaram grande número.

O coordenador do Projeto de Combate e Prevenção à Dengue da Feevale, Tiago Filipe Steffen, lembra que os dados históricos em Novo Hamburgo demonstram que, nos próximos meses, ocorrerá um natural aumento no número de Aedes aegypti, devido à sazonalidade da espécie. “O fato está diretamente relacionado ao metabolismo do inseto, que tem preferência por temperaturas mais elevadas, aliado à presença de água acumulada. Por isso, alertamos os cidadãos para redobrarem os cuidados acerca de criadouros em potencial, seguindo engajados na luta contra o mosquito”, afirma.

Em casos de denúncia, a população pode acionar o serviço de fiscalização municipal pela ouvidoria SUS, por meio do WhatsApp (51) 99831-6500.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/02/2026 0 Comentários 109 Visualizações
Saúde

Risco de disseminação do Nipah no Brasil é baixo, segundo Rede Vírus

Por Marina Klein Telles 02/02/2026
Por Marina Klein Telles

O primeiro informe do ano da Rede Vírus do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) aborda a situação atual e implicações, para o Brasil, do vírus Nipah (NiV), que teve, recentemente, dois casos confirmados em profissionais de saúde no estado de West Bengal, Índia. O NiV é um vírus zoonótico com letalidade altamente elevada, o que faz com que integre a lista de patógenos prioritários para pesquisa e desenvolvimento da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Segundo a Rede Vírus, o risco atual para o Brasil é muito baixo, considerado o histórico recente de circulação do NiV e pelo fato de que os principais morcegos reservatórios naturais conhecidos do vírus se limitam à Ásia e Oceania. Até o momento, foram rastreados ao redor de 200 possíveis contatos, todos assintomáticos e negativos. Assim, apesar do potencial de alta letalidade das infecções pelo NiV, dados indicam que não há indícios de transmissão sustentada na comunidade.

Desde o início do primeiro relato de NiV, na Malásia em 1998, esse quadro se insere em uma história regional com surtos do vírus documentados em cinco países do Sul e Sudeste Asiático (Bangladesh, Índia, Malásia, Filipinas e Singapura). Em relação à Índia, o primeiro grande surto ocorreu no estado de Kerala em 2018 (Kozhikode), seguido por eventos em 2021 e 2023, e por novos casos em 2025 (Malappuram e Palakkad), com avaliações oficiais indicando baixo risco de disseminação internacional e recomendação de prontidão. No leste da Índia, West Bengal registrou surtos em 2001 (Siliguri) e 2007 (Nadia), com transmissão nosocomial documentada. Em Bangladesh, desde 2001 há confirmações quase anuais, incluindo quatro casos fatais esporádicos entre janeiro e agosto de 2025.

Além disso, no acompanhamento dos surtos ocorridos ao longo dos últimos anos, a OMS avaliou como baixo o risco de disseminação internacional. “Nesse sentido, a Rede Vírus informa que está atenta ao monitoramento da situação na Índia e pronta para colaborar em eventuais estratégias de enfrentamento, assim como se coloca à disposição da sociedade para prestar informações sobre o NiV”, afirma o virologista e pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão da Universidade, Fernando Spilki, que também é coordenador da Rede Nacional de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Vigilância Genômica de Viroses Emergentes e Reemergentes (Virômica-MCTI), integrante da Rede Vírus.

O que é o Nipah

O NiV é um vírus zoonótico capaz de causar desde infecções assintomáticas até quadros graves de insuficiência respiratória e encefalite em seres humanos, com letalidade de 40 a 75%. A infecção humana ocorre, em geral, por contato direto com animais infectados, pelo consumo de alimentos contaminados por secreções de morcegos ou por transmissão pessoa a pessoa em contatos próximos e ambientes assistenciais nas regiões de circulação do vírus. O período de incubação típico é de quatro a 14 dias, podendo ser mais longo (até 45 dias).

Na natureza, a circulação e manutenção do Nipah estão ligadas à ecologia dos morcegos frugívoros do gênero Pteropus (reservatórios naturais do NiV). Eventos como a intensificação de atividades extrativas e agrícolas, urbanização e mudanças no uso do solo estão ligados ao transbordamento do vírus a seres humanos e animais domésticos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/02/2026 0 Comentários 227 Visualizações
Saúde

SUS passa a oferecer imunizante contra VSR para bebês a partir de fevereiro

Por Jonathan da Silva 28/01/2026
Por Jonathan da Silva

O Sistema Único de Saúde (SUS) passará a disponibilizar, a partir de fevereiro, o nirsevimabe, imunizante indicado para prevenir infecções respiratórias graves causadas pelo vírus sincicial respiratório (VSR) em bebês prematuros e crianças com comorbidades em todo o Brasil. A incorporação ocorre antes do período de maior circulação do vírus no país e integra a estratégia do sistema público para reduzir internações e complicações associadas ao VSR entre os públicos considerados mais vulneráveis.

O imunizante será oferecido a todos os prematuros nascidos após agosto de 2025, com idade gestacional inferior a 37 semanas e até seis meses de vida no momento da aplicação, independentemente do peso. Também estão incluídas crianças com até 24 meses que apresentem comorbidades como doença pulmonar crônica da prematuridade, cardiopatia congênita, anomalias congênitas das vias aéreas, doença neuromuscular, fibrose cística, imunocomprometimento grave, de origem inata ou adquirida, e síndrome de Down.

De acordo com orientações do Ministério da Saúde, o nirsevimabe será ofertado aos recém-nascidos elegíveis durante todo o ano ainda na maternidade ou durante internação neonatal, desde que o bebê esteja clinicamente estável e não apresente contraindicações à aplicação intramuscular.

Aplicação fora da maternidade

Bebês prematuros nascidos após agosto de 2025 e antes de fevereiro de 2026 também deverão receber o imunizante no início da sazonalidade de 2026, desde que tenham menos de seis meses no momento da aplicação. Para esses casos e para as crianças com até dois anos que apresentem as comorbidades listadas, em sua primeira ou segunda sazonalidade, a orientação é procurar a Rede de Imunobiológicos para Pessoas com Situações Especiais (RIE) entre fevereiro e agosto.

Os pais ou responsáveis devem apresentar relatório, laudo ou prescrição médica que comprove a condição de elegibilidade, com validação feita por profissionais de saúde de nível superior da RIE.

Proteção de bebês

O diretor geral de vacinas na Sanofi, Guillaume Pierart, destaca que o acesso ao nirsevimabe via SUS representa um avanço importante para a proteção de bebês que estão entre os mais vulneráveis às complicações do VSR. “Pelo impacto tão significativo que temos visto em outros países, que têm tido resultados de eficácia ainda maior no mundo real do que nos estudos clínicos, sabemos que isso trará benefícios relevantes às famílias e ao sistema de saúde. Garantir o acesso a uma solução preventiva tão inovadora no sistema público reforça o nosso compromisso com a equidade em saúde e com a redução da pressão sobre a rede assistencial durante a sazonalidade do vírus”, afirma Pierart.

Entre os mais preocupantes

O pediatra, infectologista e presidente do Departamento Científico de Infectologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, Marco Aurélio Sáfadi, ressalta que o vírus sincicial respiratório é um dos vírus mais frequentes e mais preocupantes na pediatria, sobretudo em bebês pequenos. “Ele pode evoluir para um quadro de bronquiolite grave e exigir internação, inclusive em crianças que nasceram saudáveis e a termo. As novas estratégias de imunização disponíveis têm potencial de reduzir significativamente esses quadros graves e aliviar a sobrecarga dos serviços de saúde durante os meses de maior circulação do vírus”, explica Sáfadi.

Disponibilidade no sistema privado

Além da oferta no SUS, o nirsevimabe também está disponível no sistema privado e é recomendado para todos os bebês, independentemente de terem nascido a termo ou prematuros, antes ou durante a sazonalidade do VSR. Na saúde suplementar, o imunizante conta com cobertura garantida pelos planos de saúde, seguindo os mesmos critérios de elegibilidade adotados pelo SUS.

Cenário internacional

A incorporação do nirsevimabe no Brasil acompanha estratégias adotadas em outros países. No Chile, a adoção de uma estratégia universal de imunização contra o VSR foi associada à redução de 76% nas hospitalizações por VSR e de 85% nas internações em unidades de terapia intensiva pediátrica, além do registro de nenhuma morte entre bebês menores de um ano no primeiro ano de implementação, segundo dados publicados no The Lancet Infectious Diseases.

No Paraguai, o anticorpo monoclonal também foi incorporado ao programa de saúde pública para proteger recém-nascidos e lactentes durante a temporada de maior circulação do VSR. A campanha nacional de imunização foi associada a reduções nas hospitalizações por VSR e ao registro de zero mortes por VSR em lactentes em 2025.

O que é o nirsevimabe

Beyfortus (nirsevimabe) é um anticorpo monoclonal que oferece imunização contra o VSR com efeito rápido, sem necessidade de ativação do sistema imunológico para a produção de anticorpos. O vírus sincicial respiratório é uma das principais causas de hospitalização em bebês com menos de 12 meses. Entre fevereiro e junho de 2025, o Brasil registrou volume 36% maior de hospitalizações por VSR em relação ao mesmo período de 2024 e 71% acima do observado em 2023. Em maio de 2025, 31% dos bebês hospitalizados por VSR precisaram de UTI, indicando o impacto da doença sobre a rede hospitalar.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
28/01/2026 0 Comentários 159 Visualizações
Saúde

Formação do VER-SUS aborda SUS e rede de saúde de Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 27/01/2026
Por Jonathan da Silva

Estudantes e residentes da área da saúde participam, nesta semana, de uma imersão do programa Vivências e Estágios na Realidade do Sistema Único de Saúde (VER-SUS) em Novo Hamburgo. A ação conta com atividades formativas sobre os princípios do SUS e a organização da Rede de Atenção à Saúde da cidade, com foco em saúde mental, em ações organizadas pela Prefeitura por meio da Secretaria Municipal de Saúde.

A formação ocorreu na segunda-feira (25), no Centro de Espiritualidade Pe. Arturo (CEPA), no bairro Arroio da Manteiga, em São Leopoldo, local que também serve de alojamento para os participantes. Ao todo, 35 estudantes e residentes integram a imersão, que propõe vivência intensiva na saúde pública.

A secretária municipal de Saúde de Novo Hamburgo, Betina Espindula, participou do encontro, que também contou com a presença do professor do Departamento de Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Dário Pasche. Durante a atividade, foram discutidos a trajetória histórica do SUS e desafios atuais da gestão pública em saúde.

Objetivos do programa

A programação do VER-SUS busca promover a integração entre ensino, serviço e comunidade, com foco na qualificação de futuros profissionais e no aprimoramento das práticas no sistema público de saúde. “O VER-SUS é um espaço de aprendizado e troca. Para nós, enquanto gestão, é fundamental investir na formação e na educação permanente dos profissionais da rede SUS, garantindo um cuidado cada vez mais humanizado, integrado e alinhado às demandas dos territórios”, destacou a secretária Betina.

Atividades previstas

Ao longo da semana, os participantes, chamados de viventes, realizam palestras e visitas a serviços que integram a rede de saúde de Novo Hamburgo. Estão previstas atividades com agentes da atenção básica, visitas a serviços de média e alta complexidade e a equipamentos da Rede de Atenção Psicossocial, como os Centros de Atenção Psicossocial.

Também está programada uma visita ao Hospital Psiquiátrico São Pedro, em Porto Alegre. O encerramento do VER-SUS ocorrerá com um sarau cultural no sábado, dia 31, das 14h às 18h, na Casa da Praça, no bairro Boa Vista. A atividade será aberta ao público e integra as ações da Secretaria Municipal de Saúde em alusão ao Janeiro Branco.

Realização

O VER-SUS é realizado pela Associação da Rede Unida, em parceria com o Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, da Organização Pan-Americana da Saúde, da Prefeitura de Novo Hamburgo, por meio da Secretaria Municipal de Saúde e do Núcleo Municipal de Educação em Saúde Coletiva, com apoio do PET-Saúde, da Universidade Feevale e da Associação Cultural Casa da Praça.

Foto: PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/01/2026 0 Comentários 134 Visualizações
Saúde

Banco de Sangue do Hospital Moinhos de Vento precisa de doadores

Por Jonathan da Silva 23/01/2026
Por Jonathan da Silva

O Banco de Sangue do Hospital Moinhos de Vento, localizado em Porto Alegre, está precisando de doações devido ao momento em que os estoques se encontram abaixo do ideal, em meio ao período de férias, com baixa especialmente de plaquetas, em razão da redução no número de doadores. A coleta é realizada pelo Serviço de Hemoterapia do Grupo Pulsa, sem necessidade de agendamento, em horários definidos ao longo da semana.

Com o aumento de viagens e a diminuição da disponibilidade de doadores neste período do ano, o Hospital Moinhos de Vento entrou em nível de atenção para os estoques de sangue. A instituição informa que a situação é mais sensível no que se refere às plaquetas, componente essencial para diversos tratamentos hospitalares.

Como funciona a coleta

O processo de doação é realizado pelo Serviço de Hemoterapia do Grupo Pulsa, de segunda a sexta-feira, das 7h30min às 13h, e aos sábados, das 7h30min às 12h. Não há necessidade de agendamento prévio para realizar a doação.

A coleta ocorre no Bloco E do Hospital Moinhos de Vento, com acesso externo pela Rua Tiradentes, ao lado do estacionamento, com isenção do ticket no dia da doação. Para doar, é necessário apresentar um documento oficial de identificação com foto.

Serviço

  • Onde doar: Bloco E do Hospital Moinhos de Vento, Rua Tiradentes, 333, acesso externo ao lado do estacionamento
  • Que horário doar: segunda a sexta-feira, das 7h30min às 13h, e sábado, das 7h30min às 12h
  • Contato: (51) 3314-3072 ou WhatsApp (51) 99235-6964
  • Mais detalhes: hospitalmoinhos.org.br/institucional/o-hospital/doacao-de-sangue
Foto: Prostooleh/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
23/01/2026 0 Comentários 165 Visualizações
Saúde

Saúde de Campo Bom é selecionada para a ExpoEPI 2026

Por Jonathan da Silva 23/01/2026
Por Jonathan da Silva

A Secretaria Municipal de Saúde de Campo Bom teve o trabalho “Educação com Saúde: Estratégia Intersetorial para Ampliar Coberturas Vacinais e Enfrentar a Hesitação Vacinal em Campo Bom” selecionado para apresentação oral na 18ª Mostra Nacional de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças (ExpoEPI 2026), que será de 13 a 17 de abril em Brasília. A seleção, anunciada pela Comissão Científica do evento, reconhece a atuação do município na ampliação das coberturas vacinais e no enfrentamento da hesitação vacinal.

O trabalho foi selecionado na modalidade Vigilância, prevenção e controle das doenças imunopreveníveis. A Comissão Científica destacou a experiência da Secretaria Municipal de Saúde de Campo Bom entre iniciativas de diferentes regiões do país apresentadas à Mostra Competitiva da ExpoEPI.

Evento nacional

A ExpoEPI é uma premiação do Ministério da Saúde voltada à valorização de práticas em epidemiologia, prevenção e controle de doenças. O evento reúne iniciativas que contribuem para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e para a promoção da saúde pública no Brasil.

Projeto Educação com Saúde

Segundo a secretária municipal de Saúde de Campo Bom, Luana Schnorr, o trabalho apresenta os resultados do Projeto Educação com Saúde. “O trabalho selecionado apresenta os resultados e aprendizados do Projeto Educação com Saúde, uma iniciativa que desenvolveu estratégias inovadoras para a recuperação das coberturas vacinais, o enfrentamento da desinformação e da hesitação vacinal, promovendo o estímulo à vacinação no município”, afirmou a titular da pasta.

Atuação intersetorial

A experiência relatada envolve a atuação integrada entre a Secretaria Municipal de Saúde e a Secretaria Municipal de Educação, com ações voltadas à aproximação com pais e alunos sobre doenças imunopreveníveis. O trabalho aborda o enfrentamento da desinformação e a ampliação do diálogo com a comunidade escolar sobre vacinação.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/01/2026 0 Comentários 172 Visualizações
Saúde

Excesso de telas nas férias eleva alerta para miopia

Por Jonathan da Silva 21/01/2026
Por Jonathan da Silva

O aumento do uso de dispositivos eletrônicos durante as férias de verão tem intensificado os alertas para a saúde ocular, especialmente entre crianças, diante do crescimento dos casos de miopia, condição que afeta a visão à distância. O cenário preocupa entidades médicas como a Sociedade de Oftalmologia do Rio Grande do Sul (Sorigs) em razão da relação entre o uso excessivo de telas, atividades a curta distância e a progressão da doença, observada em consultórios e em dados de organismos internacionais.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 50% da população mundial deverá ter miopia até 2050. A entidade aponta que o aumento do tempo de exposição a telas e a redução de atividades ao ar livre estão entre os principais fatores associados à progressão do problema. Dados da OMS também indicam que, em 2023, uma em cada três crianças no mundo já apresentava miopia, proporção que pode chegar a 40% até 2050.

Avaliação dos especialistas

O presidente da Sorigs, Guilherme Diehl, relata que o crescimento é perceptível na prática clínica. “Temos percebido no consultório um aumento significativo no número de casos de miopia. Existem fatores genéticos que contribuem, entretanto, o que observamos na prática é que o excesso de telas tem sido um dos fatores mais preponderantes nesse processo”, afirmou Diehl.

Impacto nas crianças

Segundo o presidente da entidade, a preocupação é maior na infância, período em que a visão ainda está em desenvolvimento. “Durante o período de férias, é fundamental estimular as crianças a se afastarem das telas. Pausas regulares ao longo do dia, especialmente a cada hora de uso, além da priorização de atividades ao ar livre, podem trazer benefícios importantes para a saúde ocular”, orientou Diehl.

Riscos associados à miopia

A miopia pode estar relacionada a complicações como descolamento de retina, glaucoma, catarata e degenerações da retina, que podem levar à perda da visão. Entre os principais sintomas estão visão embaçada para longe, dificuldade para enxergar objetos distantes, necessidade de semicerrar os olhos para focar, dores de cabeça frequentes e cansaço visual, principalmente após atividades prolongadas ou ao dirigir à noite. A orientação é procurar um médico oftalmologista diante desses sinais.

Avanços no tratamento

O presidente da Sorigs também destacou a evolução das abordagens terapêuticas. “Evoluímos muito em relação aos tratamentos, especialmente nos últimos anos, acompanhando o aumento do uso de telas no cotidiano, que acelera o número de casos”, pontuou Diehl. Entre as opções indicadas para desacelerar a progressão da miopia estão óculos ou lentes de contato especiais, uso de colírio de atropina e a ortoceratologia, técnica que utiliza lentes de contato noturnas para remodelação temporária da córnea.

O que é a Sorigs

A Sociedade de Oftalmologia do Rio Grande do Sul (Sorigs) reúne especialistas voltados à promoção da saúde ocular, com ações educativas e científicas focadas na prevenção e no diagnóstico precoce de doenças oftalmológicas.

Foto: Banco de imagens/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/01/2026 0 Comentários 168 Visualizações
Saúde

Prioridade para a saúde: Amrigs defende avanço do Exame Nacional de Proficiência em Medicina

Por Marina Klein Telles 19/01/2026
Por Marina Klein Telles

A qualificação da formação médica e a segurança da população estão no centro do debate sobre o Exame Nacional de Proficiência em Medicina, tema que segue em tramitação no Congresso Nacional e deve ocupar posição estratégica na agenda da saúde em 2026. A Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS) acompanha de perto o andamento do Projeto de Lei nº 2294/2024, que institui a avaliação obrigatória para médicos recém-formados, e reafirma seu posicionamento favorável à proposta.

O Projeto de Lei nº 2294/2024, de autoria do senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP), foi aprovado por unanimidade na Comissão de Educação e Cultura em 17 de dezembro de 2024. Na sequência, a proposta passou a tramitar na Comissão de Assuntos Sociais, onde tem como relator o senador Hiran Gonçalves. No âmbito da comissão, já foram realizadas pelo menos três audiências públicas, etapas em que houve pedidos de vista para aprofundamento do debate. Atualmente, o projeto permanece em análise na Comissão de Assuntos Sociais, aguardando os próximos encaminhamentos para dar continuidade à sua tramitação.

A iniciativa conta com o apoio da Associação Médica Brasileira (AMB), do Conselho Federal de Medicina (CFM) e de diversas sociedades médicas de todo o país, que defendem a criação de um instrumento nacional capaz de avaliar conhecimentos, habilidades e competências mínimas antes do início do exercício profissional.

Para o presidente da AMRIGS, Dr. Gerson Junqueira Jr., o debate é urgente e necessário diante do atual cenário da formação médica no Brasil. “O Exame Nacional de Proficiência representa um passo fundamental para assegurar qualidade, responsabilidade e segurança no atendimento à população. Não se trata de restringir o exercício profissional, mas de proteger a sociedade e valorizar uma boa qualificação”, afirmou.

O peso da proposta se amplia em um contexto marcado pela expansão acelerada de cursos de Medicina, nem sempre acompanhada de critérios rigorosos de qualidade, infraestrutura adequada e corpo docente qualificado. Para a entidade gaúcha, a adoção de uma avaliação nacional contribui para estabelecer parâmetros mínimos e fortalecer a confiança da sociedade no sistema de saúde.

A instituição ressalta que o Exame Nacional de Proficiência em Medicina envolve não apenas o parlamento, mas também universidades, entidades médicas, gestores públicos e a sociedade civil. A expectativa é de que o tema avance no debate legislativo nos próximos meses.

A Associação Médica do Rio Grande do Sul seguirá atuando de forma institucional e propositiva, alinhada à Associação Médica Brasileira e às entidades federadas, defendendo políticas que promovam a qualificação profissional, a valorização da Medicina e a segurança dos pacientes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/01/2026 0 Comentários 157 Visualizações
Saúde

Canela oferece implante contraceptivo e amplia investimentos com aquisição pelo SUS

Por Jonathan da Silva 19/01/2026
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Canela oferece gratuitamente o implante anticoncepcional subdérmico Implanon às usuárias da rede pública de saúde desde 2020 e, com a incorporação do método ao Sistema Único de Saúde (SUS) anunciada pelo Ministério da Saúde em julho de 2025, o município passará a receber os dispositivos pelo Governo Federal. De acordo com a administração canelense, a mudança permitirá redirecionar recursos próprios para outras áreas da saúde.

Em Canela, o implante subdérmico contraceptivo passou a ser ofertado após a definição de protocolo específico em 2020, como parte do fortalecimento da política de planejamento reprodutivo iniciada em 2018. Desde então, mais de 400 mulheres em idade reprodutiva receberam o método na rede pública municipal. Naquele primeiro ano, foram adquiridas 50 unidades do Implanon, com 49 aplicações realizadas. Nos anos seguintes, a Prefeitura ampliou a compra dos dispositivos com recursos próprios conforme a demanda registrada nas unidades de saúde.

Alcance do programa

Em 2025, cinco anos após o início da oferta, o município alcançou a marca de 449 mulheres atendidas com o implante subdérmico, sendo 106 aplicações somente no ano passado. Para este ano, a Secretaria Municipal de Saúde projeta a retirada ou troca de 142 implantes e estima que cerca de 100 usuárias mantenham o método contraceptivo.

Planejamento reprodutivo

O secretário de Saúde de Canela, Jean Spall, relata que o fortalecimento da política de planejamento reprodutivo teve como base a necessidade de ampliar a autonomia das mulheres e reduzir o número de gestações não planejadas. O titular da pasta lembra que dados da pesquisa Nascer no Brasil II, realizada entre 2021 e 2023, apontaram que até 40% das gestantes no país não haviam planejado a gravidez e que mulheres com até 19 anos representavam mais de 12% das parturientes.

Economia com a aquisição federal

Com a incorporação do Implanon ao rol de métodos contraceptivos oferecidos pelo SUS, anunciada em julho do ano passado, os implantes passarão a ser adquiridos pelo Governo Federal. Na rede privada, o dispositivo pode custar até R$ 4 mil. Na aquisição pública municipal, cada unidade tem custo de R$ 482,00. Jean Spall afirma que a mudança permitirá redirecionar recursos. “Isso representa um avanço importante para a sustentabilidade da política pública de planejamento familiar, permitindo a ampliação do acesso ao método e a garantia dos direitos reprodutivos, além de fortalecer as ações de saúde da mulher no município, reforçando o compromisso da gestão com práticas baseadas em evidências e equidade”, aponta o secretário.

Próximos passos

O município aguarda o envio de uma nova remessa de implantes subdérmicos contraceptivos pelo Ministério da Saúde, assim como a realização de capacitações para os profissionais locais responsáveis pela inserção do material nas usuárias da rede pública.

Métodos contraceptivos disponíveis no SUS

O Implanon apresenta taxa de falha estimada em cerca de 0,05%, com duração de até três anos e retorno rápido da fertilidade após a retirada. Além do implante subdérmico, o SUS disponibiliza preservativos feminino e masculino, DIU de cobre, anticoncepcional oral combinado, pílula oral de progestagênio, injeções hormonais mensal e trimestral, laqueadura e vasectomia. A definição do método é feita entre a paciente e o profissional de saúde, e a orientação é que as interessadas procurem uma Unidade Básica de Saúde para obter informações sobre as opções disponíveis.

Foto: Agência Brasil/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/01/2026 0 Comentários 261 Visualizações
Saúde

Sindisaúde-RS denuncia coação e cobra pagamento de direitos trabalhistas no Projeto Campi

Por Marina Klein Telles 16/01/2026
Por Marina Klein Telles

Na quinta-feira (15), o Sindisaúde-RS participou de ato ao lado de trabalhadoras e trabalhadores do Projeto Campi (Centro de Atendimento Multidisciplinar Pedagógico), no bairro Santa Tereza, em Porto Alegre. A empresa, especializada no atendimento de pessoas com autismo e outras neurodivergências, teria coagido seus funcionários após uma troca de CNPJ da empresa.

Segundo relatos, a administração reuniu os trabalhadores e apresentou duas opções: pedir demissão e ser posteriormente recontratado, sem o pagamento imediato das verbas rescisórias, ou não aceitar o acordo e ser demitido, sem possibilidade de recontratação. Parte dos trabalhadores aceitou o acordo e foi recontratada, abrindo mão dos seus direitos trabalhistas para manterem seus empregos. Os que não aceitaram foram demitidos e, até o momento, não receberam sequer o salário referente ao mês de dezembro. A empresa informou que pretendia pagar esse valor junto à rescisão, de forma parcelada, o que fere a legislação trabalhista.

Além disso, há relatos de desvio de função, assédio e sobrecarga de trabalho, com técnicos de enfermagem atendendo um número de pacientes muito superior ao permitido pelas normas.

Na ocasião, o Sindisaúde-RS, junto de representantes dos trabalhadores demitidos, reuniu-se com a diretora Noemia de Oliveira, em busca de uma solução. A empresa negou ter imposto pressão e alegou que problemas herdados da gestão anterior causaram a situação. Na intervenção do sindicato foi cobrada a liberação imediata do salário de dezembro e a revisão de todas as demissões e contratações ocorridas durante o processo. O sindicato também exigiu que a empresa se manifeste formalmente em até cinco dias úteis. Uma reunião com os trabalhadores foi marcada para a próxima segunda-feira (19), às 14h, na sede do sindicato.

O Sindisaúde-RS reforça que nenhuma mudança administrativa ou estrutural pode servir como instrumento para retirada de direitos, coação ou precarização das condições de trabalho. O sindicato continuará acompanhando o caso, adotando todas as medidas necessárias para garantir os direitos das trabalhadoras e trabalhadores envolvidos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/01/2026 0 Comentários 122 Visualizações
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