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Saúde

Saúde

20% das crianças e adolescentes brasileiros sofrem com asma

Por Marina Klein Telles 07/06/2023
Por Marina Klein Telles

As mudanças climáticas características das estações mais frias – outono e inverno -, somadas ao ar gelado e seco dessa época do ano, são os principais fatores desencadeantes para o desenvolvimento e/ou agravamento de doenças respiratórias, como a asma, que, de acordo com o órgão regulatório de saúde estadunidense CDC (Centers for Disease Control and Prevention), é a doença crônica mais comum em crianças de todo o mundo. Somente no Brasil, cerca de 20% das crianças e adolescentes do país sofrem com o problema, segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai).

Esse agravamento da condição durante as estações mais geladas é causado pelo contato do ar frio e seco com os brônquios, o que pode irritar o epitélio – tapete que reveste o pulmão – e provocar crises de asma, detalha a pneumologista pediátrica, alergista e professora de Pediatria do curso de Medicina da Universidade Positivo (UP), Laura Maria Lacerda Araujo. “A permanência prolongada em ambientes fechados por conta do frio facilita um maior contato com aeroalérgenos, como os ácaros da poeira e mofos, que podem levar a sintomas respiratórios em crianças sensibilizadas”, explica a especialista, ressaltando também a sazonalidade dos vírus respiratórios nesse período, que levam a resfriados e gripes e podem agravar a asma das crianças.

A médica revela que os principais sintomas que crianças com asma apresentam envolvem tosse seca, falta de ar, aperto e chiado no peito, que podem durar dias e ser recorrentes, além de limitações durante as atividades físicas. “Dependendo da gravidade da doença, pode haver também sono irregular, com despertares noturnos por dificuldade respiratória, além de absenteísmo escolar. São restrições que atrapalham a qualidade de vida não somente da criança asmática, mas de toda a família”, aponta.

Segundo Laura, o diagnóstico de asma na infância é essencialmente clínico, pois exames de função pulmonar são difíceis de serem executados em crianças, principalmente nas menores de 6 anos. Entretanto, alguns elementos podem ajudar a não confundir outras condições respiratórias com asma. “Esse problema pode ser identificado se há também a presença de outras doenças alérgicas, como rinite, dermatite atópica ou alergia alimentar, assim como um histórico de familiares com asma”, alerta a médica pediatra.

Ela afirma que testes alérgicos podem direcionar para um tratamento mais específico e controle ambiental, além da espirometria, que pode ser solicitada para crianças mais velhas, pois ajuda a diagnosticar a asma ao apresentar uma melhora dos parâmetros respiratórios após a medicação broncodilatadora, que é um dos principais tratamentos da crise de asma.

Entretanto, a alergista ressalta a importância de compreender que a asma se manifesta de maneiras diferentes em cada criança, pois é uma doença heterogênea na sua causa, apresentando uma variedade de sintomas, que também podem se manifestar de formas diversas. “Algumas crianças têm mais queixas nas crises, enquanto outras experimentam sintomas durante atividades físicas, sono ou situações de ansiedade e estresse. Em bebês, o chiado pode ser um sintoma isolado; já em crianças que estão em idade escolar, o aperto no peito chama mais atenção”, detalha Laura, que finaliza com dicas que podem evitar as crises asmáticas tão comuns nos meses mais frios do ano.

“A vacinação contra a gripe e covid-19 é fundamental, tendo em vista que, dentre os principais desencadeantes de sintomas respiratórios nas crianças asmáticas, encontram-se as infecções virais. Além disso, manter os ambientes limpos, livres e arejados, mesmo durante o frio, para evitar acúmulo de mofo, ácaros, vírus e bactérias circulantes”, recomenda a especialista, destacando a importância do acompanhamento médico para as crianças, com um tratamento individualizado que lhes permita adquirir um controle satisfatório da doença, para que possam levar uma vida absolutamente normal.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/06/2023 0 Comentários 525 Visualizações
Saúde

Oncoprev visita Hospital Lauro Reus para trazer oncologia à Campo Bom

Por Marcel Vogt 05/06/2023
Por Marcel Vogt

A proposta de trazer para Campo Bom a referência oncológica dos atendimentos de pacientes do Vale do Sinos ganha força. Na última sexta-feira (02), apenas 10 dias após o prefeito Luciano Orsi apresentar a intenção à secretária estadual da Saúde, Arita Bergmann, a equipe diretiva da Oncoprev realizou uma primeira visita técnica ao Hospital Lauro Reus (HLR).

A Oncoprev é a clínica responsável pelos atendimentos oncológicos em Taquara, hoje é referência da região. De acordo com o prefeito, o projeto é ceder área ao lado do HLR para que seja construído um novo prédio, com o objetivo de diminuir o deslocamento dos pacientes, que tem sido uma grande preocupação. Para a secretária municipal de Saúde, Drª Suzana Ambros Pereira, são necessários mais dois centros oncológicos na região metropolitana, por isso Campo Bom se habilitou, para atender os pacientes campo-bonenses e das cidades mais próximas.

O diretor da Oncoprev, Ramon Ritter, pontua que, para a habilitação em procedimentos de alta complexidade, é preciso ter estrutura hospitalar adequada, e Campo Bom tem. “Hoje, é ‘a menina de ouro’, estruturada para uma habilitação rápida”, afirma Ramon. A construção do prédio, na área cedida pela Prefeitura, seria com recursos da própria Oncoprev. Neste cenário, com os pacientes do Vale do Sinos vindo para o HLR, Taquara continuaria atendendo outra região.

As tratativas com os governos do Estado e Federal já estão em andamento e, com a elaboração de projeto e realização de vistorias, a expectativa é de que até o final de 2023 haja um parecer definitivo sobre a questão.

Foto: Emerson Santos/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/06/2023 0 Comentários 629 Visualizações
Saúde

Feevale apoia Liga na busca por recursos para suporte a pacientes oncológicos

Por Marina Klein Telles 05/06/2023
Por Marina Klein Telles

Na sexta-feira (2), o reitor da Universidade Feevale, Cleber Prodanov, recebeu, no Câmpus II, o vereador Enio Brizola e as representantes da Liga Feminina de Combate ao Câncer de Novo Hamburgo, Maria Regina Strack Dau (presidente), e Eneida Suarez (conselheira). O objetivo da entidade, com o encontro, foi solicitar o apoio da instituição no esforço de buscar recursos federais, junto ao Ministério da Saúde, para o suporte aos pacientes oncológicos do município. “A Feevale apoia a causa, já realizando muitos atendimentos em parceria com a Liga, e certamente tem condições de ampliá-los”, afirma Prodanov. Participaram da reunião, ainda, pela Universidade, a diretora de Inovação, Daiana de Leonço Monzon, e o coordenador dos cursos de Fisioterapia e Quiropraxia, Cesar Augusto Teixeira.

Foto: Maria Izabella Atanasio/divulgação | Fonte: Assessoria
05/06/2023 0 Comentários 472 Visualizações
Saúde

Nutricionista alerta que 2 milhões de pessoas têm doença celíaca no Brasil

Por Marcel Vogt 01/06/2023
Por Marcel Vogt

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 1% da população mundial tem diagnóstico de doença celíaca, desencadeada pela ingestão de glúten. No Brasil, o dado representa cerca de 2 milhões de pessoas. A convite do vereador Raizer Ferreira (PSDB), a presidente da Associação dos Celíacos do Brasil – Seção Rio Grande do Sul (Acelbra-RS) e também nutricionista, Fabiana Magnabosco, e a secretária da diretoria, Rozimeri Dorr, participaram da sessão desta quarta-feira (31), para falar sobre a campanha Maio Verde e trazer esclarecimentos sobre a enfermidade.

O diagnóstico leva cerca de seis a oito anos para ser realizado.

Como ocorre com as demais condições autoimunes, a doença celíaca é caracterizada por uma desordem no sistema imunológico que leva o corpo a atacar seus próprios tecidos, causando um processo inflamatório. Nesse caso, os anticorpos produzidos pela intolerância ao glúten danificam o revestimento do intestino delgado, prejudicando, dentre outros, a absorção de nutrientes.

Proponente da ação, Raizer destacou a importância de trazer a campanha ao público e das atividades de conscientização sobre a doença celíaca, considerada autoimune e crônica. “Estou aqui como agente público para dar visibilidade ao tema, promover a conscientização e apoiar as pesquisas com o objetivo de aumentar a qualidade de vida dos que têm essa intolerância”, enfatizou.

Fabiana Magnabosco ressaltou que a campanha é um ótimo momento para trazer mais conscientização sobre o tema, embora a associação trabalhe anualmente com atividades que busquem levar informações tanto para a população quanto para os agentes de saúde. A presidente da Acelbra explicou que a doença celíaca é desencadeada pela ingestão de glúten, proteína presente em derivados de trigo, centeio e cevada. “O diagnóstico leva cerca de seis a oito anos para ser realizado. É demorado. Por isso, quando temos espaço para falar sobre o assunto é importante. Muitos médicos não percebem pelos sintomas apresentados, que podem ser diversos, que se trata de doença celíaca. A pessoa sofre e acaba tendo outras enfermidades desencadeadas em função disso”, afirmou Fabiana que demorou 10 anos para confirmar que era celíaca.

Ela salienta como fundamental a conscientização das equipes de saúde, e fez um pedido para que quando o paciente chegue ao posto de saúde, os profissionais consigam ter a sensibilidade de pensar que ele pode, pelos sintomas apresentados, ser celíaco ou ter outra desordem em função do glúten. “Temos uma lista de mais de 500 sintomas, e eles não se restringem ao trato gastrointestinal, então outras especialidades podem fazer o diagnóstico. Também há um protocolo clínico dentro do Sistema Único de Saúde para auxiliar no processo”, esclareceu.

Fabiana falou, ainda, que não cabe mais na realidade atual considerar essa doença como rara, devido aos índices de acometidos e ao fato de os diagnósticos serem cada vez maiores. “Muitos estão sofrendo, esperando consultas e exames, na maioria simples, que temos na rede pública de saúde. A Acelbra está disponível para falar sobre a doença nas instituições. Também oferecemos treinamentos e capacitações para que o diagnóstico seja mais rápido e para que o paciente possa ter mais qualidade de vida”, disse. Ela complementou enfatizando que a condição não é considerada uma doença infantil, e que pode ser diagnostica em jovens, adultos e, inclusive, idosos.

O vereador Felipe Kuhn Braun (PP) elogiou a iniciativa e contou que uma conhecida demorou cerca de 16 anos para descobrir a intolerância e, por isso, teve inúmeros problemas de saúde. “Pessoas como vocês estarem promovendo ações e fazendo um trabalho de divulgação e de conscientização é fundamental”, falou o progressista.

Raizer Ferreira destacou que nos mercados, por exemplo, já se encontram sessões especiais para os celíacos e indagou o que mais precisaria ser feito. Neste sentido, a presidente da associação lembrou que houve uma popularização dos produtos sem glúten a partir de 2014/2015, mas que ainda falta fiscalização e um trabalho dos próprios celíacos em cobrar que nas gôndolas dos estabelecimentos, por exemplo, não tenham produtos comuns, como óleo, feijão, arroz, que são naturalmente sem glúten.

Vladi Lourenço (PSDB) destacou quais os produtos que mais trazem prejuízos à saúde. “Tudo o que for derivado de trigo, centeio e cevada tem glúten, inclusive bebidas como a cerveja. Há 20 anos, não tinha a lei da rotulagem, que é de 2003 e que completou 20 anos agora em maio. Tivemos um aumento nos tipos de produtos ofertados, mas muitos não são seguros porque podem ter contaminação cruzada”, quando o alimento é produzido, armazenado, embalado ou preparado em um local onde outros produtos que contenham a proteína também são.

Sobre o tratamento, a nutricionista explicou que é basicamente não ingerir glúten e cuidar com a contaminação cruzada para que o intestino possa ir se recuperando. “Seguimos vida normal. A doença somente fica ativa quando a pessoa está consumindo os alimentos contraindicados. Caso contrário, ela entra em remissão”, concluiu.

Foto: Maíra Kiefer/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/06/2023 0 Comentários 453 Visualizações
Saúde

Campanha de Voz 2023: conscientização sobre os riscos do tabagismo

Por Marina Klein Telles 31/05/2023
Por Marina Klein Telles

31 de maio é o Dia Mundial do Combate ao Tabagismo e a Campanha de Voz de 2023 é uma iniciativa para conscientizar a população sobre os riscos de fumar. Com o objetivo de combater o câncer de laringe, uma das principais doenças causadas pelo cigarro, a campanha oferece exames gratuitos para fumantes com mais de 40 anos, buscando diagnosticar precocemente a doença e aumentar as chances de cura. Os interessados devem fazer a inscrição até 31 de julho no site bocaegarganta.com.br.

A campanha destaca a importância de se cuidar da saúde e reforça a necessidade de abandonar o cigarro para uma vida mais saudável. Vale lembrar que o tabaco é responsável por diversas mortes evitáveis em todo o mundo, sendo uma das principais causas de problemas respiratórios, cardíacos e até mesmo câncer.

Embora haja diversas campanhas de conscientização e esforços para reduzir o consumo de cigarro, o número de fumantes ainda é alarmante em muitos países. Além disso, o uso do cigarro eletrônico, especialmente entre os jovens, é motivo de preocupação para as autoridades de saúde, já que os chamados ‘pods’ podem ser tão prejudiciais quanto os cigarros convencionais.

Neste Dia Mundial do Combate ao Tabagismo, é fundamental lembrar que a prevenção e a adoção de hábitos saudáveis são essenciais para uma vida plena e livre de doenças. Abandonar o cigarro, praticar atividades físicas e manter uma alimentação equilibrada são algumas das medidas que podem contribuir para uma vida mais saudável e feliz.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/05/2023 0 Comentários 477 Visualizações
Saúde

Unimed Porto Alegre é reconhecida em premiação nacional do Reclame Aqui

Por Marcel Vogt 31/05/2023
Por Marcel Vogt

A Unimed Porto Alegre, líder no mercado de assistência à saúde na sua área de abrangência e que reúne 625 mil beneficiários, conquistou o 4º lugar na categoria Planos de Saúde no Prêmio Reclame Aqui, que reconhece as empresas mais respeitadas pelos consumidores. Além disso, ficou em primeiro lugar entre as Unimeds que participaram da premiação.

Para mantermos a excelência no nosso atendimento, buscamos permanentemente a satisfação de nossos clientes.

A indicação ocorreu pelo segundo ano consecutivo. Com mais de seis mil votos, o reconhecimento reforça a qualidade nos atendimentos às solicitações da plataforma. “Para mantermos a excelência no nosso atendimento, buscamos permanentemente a satisfação de nossos clientes. O reconhecimento do Prêmio Reclame Aqui chancela o trabalho da nossa equipe e motiva para que sigamos na busca da excelência”, afirma o presidente do Conselho de Administração da Unimed Porto Alegre, Marcio Pizzato.

O Prêmio Reclame Aqui é a maior e mais importante premiação de atendimento e reputação do Brasil, e está em sua 13ª edição. Com a participação ativa dos consumidores, reconhece as empresas brasileiras com as melhores reputações e operações de atendimento mais eficientes do país. Em 2022, foram 17,5 milhões de votos, um recorde histórico no Prêmio RA.

Sobre a Unimed Porto Alegre

A Unimed Porto Alegre é líder no mercado de assistência à saúde na sua área de abrangência. Reúne mais de 625 mil beneficiários distribuídos em todo território nacional, aproximadamente 6.700 médicos cooperados e oferece 367 pontos de atendimento, entre serviços credenciados e próprios. A rede própria inclui Centros de Diagnóstico por Imagem, Laboratório, Centro de Oncologia e Infusão, Unidade de Atendimento Pediátrico, Viver Bem, Clínica de Vacinas, Prontos-Atendimentos, Unidade Assistencial Canoas, SOS Unimed e núcleos de atendimento do plano Unifácil.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/05/2023 0 Comentários 770 Visualizações
Saúde

Visita especial de pet reforça o cuidado humanizado no Hospital Sapiranga

Por Marina Klein Telles 31/05/2023
Por Marina Klein Telles

Comprometido em oferecer um atendimento humanizado e acolhedor, o Hospital Sapiranga promoveu uma visita pet emocionante a um paciente da UTI adulto que está há mais de 200 dias internado. No último sábado, (27) maio, a equipe multidisciplinar viabilizou um encontro repleto de carinho entre o Sr. Jair e sua adorável pet, Lola.

“Essa iniciativa diferenciada demonstra a preocupação do Hospital Sapiranga em proporcionar momentos de alegria e bem-estar aos pacientes. Para nós, momentos como esse fazem toda a diferença no tratamento e na autoestima do paciente, levando-o de volta às lembranças do lar e aos momentos em família. A visita proporciona uma experiência única, fugindo da rotina vivida no ambiente hospitalar”, afirmou a diretora do Hospital Sapiranga, Elita Herrmann.

O encontro emocionou não apenas o Sr. Jair, mas também os profissionais e familiares presentes, fortalecendo os laços de afeto e promovendo um momento de alívio em meio ao processo de recuperação.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/05/2023 0 Comentários 506 Visualizações
Saúde

Rio Grande do Sul registra primeiro foco de influenza aviária em aves silvestres

Por Marina Klein Telles 30/05/2023
Por Marina Klein Telles

Foi confirmado na noite de segunda-feira (29) o primeiro foco de influenza aviária de alta patogenicidade (H5N1) no estado do Rio Grande do Sul, na ave silvestre da espécie Cygnus melancoryphus (nome popular cisne-de-pescoço-preto), encontrada na Estação Ecológica do Taim, sul do Estado. O local já foi interditado para visitação.

Outros dois casos em aves silvestres também foram confirmados: um Thalasseus acuflavidus (nome popular Trinta-réis-de-bando) na Ilha do Governador, na capital do Rio de Janeiro, e um Sterna hirundo (nome popular Trinta-réis-boreal), no município de Piúma no Espírito Santo.

Com os casos notificados hoje, sobe para 13 o número de confirmações de casos em aves silvestres no Brasil, sendo nove no estado do Espírito Santo, nos municípios de Marataízes, Cariacica, Vitória, Nova Venécia, Linhares, Itapemirim, Serra e Piúma, três casos no estado do Rio de Janeiro, em São João da Barra, Cabo Frio e Ilha do Governador, e um no sul do Rio Grande do Sul.

A doença já foi identificada ao todo em seis espécies: Thalasseus acuflavidus (trinta-réis de bando), Sula leucogaster (atobá-pardo), Thalasseus maximus (trinta-réis-real), Sterna hirundo (Trinta-réis-boreal), Megascops choliba (corujinha-do-mato) e Cygnus melancoryphus (cisne-de-pescoço-preto).

É importante lembrar que doença não é transmitida pelo consumo de carne de aves e nem de ovos. As infecções humanas pelo vírus da Influenza Aviária podem ser adquiridas, principalmente, por meio do contato direto com aves infectadas (vivas ou mortas). Deste modo, pedimos para que a população evite contato com aves doentes ou mortas e acione o serviço veterinário local ou realize a notificação por meio do e-Sisbravet.

O Mapa segue em alerta e informa que com a intensificação das ações de vigilância é comum e esperado o aumento de notificações sobre mortalidades de aves silvestres em diferentes pontos do litoral do Brasil.

O Brasil continua livre de influenza aviária na criação comercial e mantém seu status de livre de influenza aviária, exportando seus produtos para consumo de forma segura. O consumo de carne e ovos se mantém seguro no país.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/05/2023 0 Comentários 342 Visualizações
Saúde

Novo Hamburgo amplia horário para vacinação

Por Marcel Vogt 29/05/2023
Por Marcel Vogt

Em mais uma ação para oportunizar que a população hamburguense se vacine em Novo Hamburgo contra a gripe, covid e atualize a caderneta de vacinação, incluindo outros imunizantes, nesta semana oito unidades de saúde terão uma hora a mais no horário de atendimento para aplicar os imunizantes. A medida começa nesta segunda (29) e segue até sexta-feira, dia 02 de junho.

“Estamos realizando uma série de ações para vacinar o maior número de pessoas possíveis, incluindo a vacinação nos fins de semana, para dar a oportunidade de quem trabalha de segunda a sexta-feira também se imunizar”, explica a gerente em Vigilância em Saúde, Débora Spessatto. No sábado, onze unidades de saúde abriram na cidade para vacinar.

Para receber qualquer imunizante, é necessário apresentar documento de identidade com foto, comprovante de residência em Novo Hamburgo ou cartão do SUS do Município. Além desta documentação, para a vacina contra a covid, é preciso o comprovante de vacinação das doses recebidas anteriormente.

Confira as unidades com horário estendido:

Unidade Básica de Saúde Primavera
Endereço: Rua Boa Saúde, 618 – Bairro Primavera
Horário estendido: das 17h às 18h

Unidade de Saúde da Família Palmeira
Endereço: Rua Nazaré, 215 – Bairro Santo Afonso
Horário estendido: das 17h às 18h

Unidade de Saúde da Família Mundo Novo
Endereço: Rua João Nunes da Silva, 33 – Bairro Canudos
Horário estendido: das 18h às 19h

Unidade de Saúde da Família Boa Saúde
Endereço: Avenida Floresta nº 600 esquina com Rua 22 de Outubro – Bairro Boa Saúde
Horário estendido: das 17h às 18h

Unidade de Saúde da Família Rondônia
Endereço: Rua Bahia, 450 – Bairro Rondônia
Horário estendido: das 17h às 18h

Unidade de Saúde da Família Guarani
Endereço: Rua Demétrio Ribeiro, 1089 – Bairro Guarani
Horário estendido: das 17h às 18h

Unidade de Saúde da Família Roselândia
Endereço: Rua Benjamin Altmayer, 455 – Bairro Roselândia
Horário estendido: das 17h às 18h

Unidade de Saúde da Família Kroeff
Endereço: Rua Arlindo Silveira Martins, 55 – Bairro Santo Afonso
Horário estendido: das 17h às 18h

Unidade Básica de Saúde Canudos
Endereço: Rua Silvio Gilberto Christmann, 1451 – Bairro Canudos
Horário: segunda a sexta-feira, das 7h às 20h

Unidade Básica de Saúde Santo Afonso
Endereço: Rua Assunción, 85 – Bairro Santo Afonso
Horário: segunda a sexta-feira, das 7h às 22h

Casa de Vacina
Endereço: Av. Coronel Frederico Linck, 900 – Bairro Rio Branco
Horário: segunda a sexta-feira, das 07h30 às 19h

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/05/2023 0 Comentários 678 Visualizações
Saúde

Número de médicos geneticistas no Brasil praticamente dobrou na última década

Por Marina Klein Telles 26/05/2023
Por Marina Klein Telles

A última década mostrou uma importante evolução do número de especialistas em Genética Médica. Os dados são do estudo Demografia Médica no Brasil (DMB), a primeira produzida em parceria entre a Associação Médica Brasileira (AMB) e a Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).

Entre os dois momentos analisados (2012 e 2022), a Genética Médica praticamente dobrou o número de especialistas. Eram 200 e hoje são 407 registros de especialistas em Genética Médica no Brasil, o que representa 0,1% do total de médicos registrados. Estes 407 registros representam 342 indivíduos, devido a registro em mais de um estado.

A especialidade aparece entre as que tiveram maior crescimento ao lado de: Clínica Médica, Medicina de Família e Comunidade, Radiologia e Diagnóstico por Imagem, Medicina Legal e Perícia Médica, Cirurgia de Mão, Medicina de Tráfego, Angiologia, Geriatria, Cirurgia de Cabeça e Pescoço, Neurologia, Radioterapia e Mastologia.

“Um dos fatores mais importantes é a própria evolução da medicina. O conhecimento em genética médica tem aumentado com possibilidades de novas tecnologias que auxiliam no diagnóstico e perspectivas terapêuticas”, afirmou a presidente da Sociedade Brasileira de Genética Médica e Genômica (SBGM), Têmis Maria Félix.

As dez especialidades menos frequentes somam apenas 2,3% do total de especialistas (10.984 médicos). São, nesta ordem, aquelas com menor registro de médicos: Genética Médica, Medicina de Emergência, Radioterapia, Medicina Física e Reabilitação, Medicina Nuclear, Cirurgia de Mão, Cirurgia Torácica, Medicina Esportiva, Cirurgia de Cabeça e Pescoço, Patologia Clínica/ Medicina Laboratorial. No total de 495.716 registros de médicos com títulos de especialistas, estão incluídos 57.477 profissionais (11,6%) registrados em mais de um CRM, autorizados a exercer a profissão em mais de uma unidade da Federação.

Dados Gerais

O número de registros de especialistas no país passou de 268.218 em 2012 para 495.716 em 2022, um aumento de 84,8%. O acréscimo tem relação com a maior titulação e expansão da Residência Médica, mas também com a melhoria dos registros e dados acessados pelo estudo, principalmente adequações promovidas nas bases da CNRM e AMB.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/05/2023 0 Comentários 870 Visualizações
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