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Saúde

Saúde

Terceiro piso do Anexo 2 do hospital municipal recebe concretagem

Por Marcel Vogt 27/06/2023
Por Marcel Vogt

Menos de dois meses após a concretagem do segundo piso do Anexo 2 do Hospital Municipal de Novo Hamburgo, a lage do terceiro piso está sendo concretada nesta terça-feira (27). O prédio terá cinco andares e representa um investimento de mais de R$ 23 milhões. “É a maior ampliação da história de nosso hospital, que irá transformar nossa estrutura de atendimento 100% SUS”, destaca a prefeita Fátima Daudt.

Quem acompanha a construção dos quartos e alas do hospital vê o cenário se transformar a cada dia. Segundo a engenheira responsável pela obra, Valdirene Silva, o cronograma está indo conforme o esperado. “Nos últimos dois meses foi possível acompanhar a construção de três pavimentos. Está indo bem rápido. A estrutura já ultrapassa o telhado dos prédios existentes”, comenta a colaboradora Mary Santos.

O próximo passo, que deverá começar em duas semanas (tempo necessário para o processo de cura do concreto), é erguer os pilares e as vigas do quarto pavimento, com posterior concretagem do piso, e assim sucessivamente. A previsão de conclusão é final de 2024.

A obra

O Anexo 2 é composto de um prédio de cinco andares e mais de 5,1 mil metros quadrados de área construída. Cada um dos pavimentos terá aproximadamente 1,03 mil metros quadrados, com todos os ambientes de apoio necessários aos serviços para conforto de pacientes, acompanhantes e profissionais.

Além da ampliação de 82 leitos e implantação de serviços como endoscopia e centro de diagnóstico por imagem, a nova área contará também com seis salas cirúrgicas, aumentando em 150% este tipo de ambiente. Já foram realizados o estaqueamento, blocos de fundação, vigas de baldrame e pilares do térreo, primeiro e segundo andares.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/06/2023 0 Comentários 482 Visualizações
Saúde

VigiaSUS aponta discrepâncias na classificação de risco de pacientes com câncer de próstata

Por Marina Klein Telles 27/06/2023
Por Marina Klein Telles

Tumor mais incidente nos homens brasileiros, o câncer de próstata muitas vezes leva os pacientes a tratamentos agressivos, como cirurgia e radioterapia. Contudo, nem todos têm necessidade de passar por procedimentos radicais. É o caso de alguns indivíduos com a doença de baixo risco, elegíveis a um acompanhamento assistencial chamado de vigilância ativa. A análise dessa estratégia de monitoramento é o foco de estudo do projeto VigiaSUS, iniciativa do Hospital Moinhos de Vento por meio do Programa de Apoio a Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), do Ministério da Saúde.

Dados preliminares do trabalho mostraram que a taxa de reclassificação de risco dos pacientes está acima do que consta na literatura. A divulgação foi feita durante o Conexão Proadi de junho, realizado na quinta-feira (22) no Hospital Moinhos de Vento.

Para ser elegível ao VigiaSUS, é preciso ter diagnóstico de adenocarcinoma de próstata realizado nos últimos 12 meses, com doença localizada, exame de PSA menor que 10 ng/ml e biópsia prostática com Escore de Gleason menor ou igual a 6. Dos 87 pacientes incluídos no estudo, 61 tiveram as amostras revisadas – outras 26 ainda passarão por esse processo. Desse total, 16 não preencheram os requisitos da pesquisa e foram reclassificados, ou seja, mudaram o Escore. Portanto, neste momento, 45 homens estão recebendo o acompanhamento com vigilância ativa.

Segundo a pesquisadora Juliana Beust de Lima, o índice de reclassificação de pacientes do Escore de Gleason 6 para 7, que significa risco intermediário do tumor, trouxe informações inéditas. “Dados da literatura mostram que é comum que haja essa discrepância nos diagnósticos na faixa de 7%. Porém, a taxa do nosso estudo é de mais de 26%, o que chama a atenção para como estão sendo feitas as revisões e como os laudos estão sendo emitidos no SUS”, destacou.

Estratégia é subutilizada no SUS

A vigilância ativa é uma estratégia de observação vigilante, com realização de exames periódicos no paciente envolvendo toque retal, teste PSA, biópsias e ressonância multiparamétrica de próstata. Durante esse acompanhamento, explica o pesquisador e oncologista do Hospital Moinhos de Vento Jeziel Basso, o paciente só vai passar por um tratamento radical em caso de alterações desses testes.

“Desde 2000, há uma tendência mundial do aumento da vigilância ativa. Estima-se que, em pacientes acima de 70 anos, o uso dessa estratégia chegue a 76,2%. No Brasil, não há dados sobre essa prática, no entanto, acredita-se que ela seja subutilizada, principalmente no SUS”.

Como vantagens dessa abordagem, destacam-se a menor exposição do paciente a tratamentos agressivos e desnecessários, melhora na qualidade de vida desses indivíduos, diminuição das filas de espera para procedimentos e redução de custos. O encontro também mostrou como está sendo conduzido o levantamento de impacto econômico dessa estratégia, como a ressonância magnética multiparamétrica é utilizada no diagnóstico e quais são as características da doença do ponto de vista morfológico e de imuno-histoquímica.

Virtualmente, a consultora técnica científica do Ministério da Saúde Clênia dos Santos Azevedo, que atua na coordenação da gestão de pesquisa do Departamento de Ciência e Tecnologia, ressaltou a importância do projeto para o SUS. “Sabemos que o rastreamento é um tema controverso dentro do câncer de próstata, pois pode levar a um sobrediagnóstico em 20% a 40% dos casos, então, acredito que o VigiaSUS vai ser um instrumento importante para trazer novas evidências para esclarecer um pouco mais essa questão. A vigilância ativa já é uma abordagem validada para câncer de baixo risco. Nossa necessidade com o projeto é fazer mapeamento da evolução de critérios de inclusão e gatilhos de intervenção dentro do contexto brasileiro”, afirmou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/06/2023 0 Comentários 486 Visualizações
Saúde

Sidney Magal tem AVC e cardiologistas alertas sobre os riscos da hipertensão arterial

Por Marina Klein Telles 26/06/2023
Por Marina Klein Telles

Recentemente, o cantor Sidney Magal ficou internado por cerca de dez dias depois de um acidente vascular cerebral (AVC), resultado de um quadro de hipertensão arterial. Vários estudos corroboram que a hipertensão arterial é um fator de risco importante para o desenvolvimento de um acidente vascular cerebral (AVC).

Segundo a cardiologista do Hospital Icaraí, Bruna Miliosse, existem outros fatores de risco de grande importância para desenvolver o AVC, como o diabetes, a dislipidemia (quando as taxas de colesterol estão altas no sangue) e o tabagismo. “Condições bastante prevalentes da população brasileira, mas que podem e devem ser tratadas e controladas”, explica a médica.

Dentre os sintomas do AVC, podemos citar: dor de cabeça intensa, alterações motoras (perda de força nos braços e/ou pernas), alteração de equilíbrio, alteração na fala e na visão, confusão, desmaios, alteração na mímica facial, dentre outros. Bruna alerta que a prevenção começa com mudanças no estilo de vida que incluem desde modificações na alimentação (consumo de frutas, verduras e legumes regularmente, evitar produtos ultraprocessados ou que sejam ricos em sal) até a prática de exercícios físicos regulares, como a caminhada, a corrida na praia, a natação, a hidroginástica etc. “Ou seja, ao que a pessoa mais se adaptar. A ideia mais importante é que devemos fugir de uma vida sedentária”, pontua.

O AVC pode acometer áreas diferentes do nosso cérebro, assim como o tamanho da área acometida pode ser diferente de pessoa para pessoa. “Por isso, algumas pessoas podem ficar com sequelas e outras não. Porém, quem apresenta AVC que acomete uma área muito nobre do cérebro ou muito grande, pode ter sequelas irreversíveis e que podem afetar sua qualidade de vida. Por isso, a prevenção dessa doença é tão importante”, finaliza a cardiologista.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/06/2023 0 Comentários 533 Visualizações
Saúde

Hospital Estrela realiza cirurgia de alta complexidade em traumato-ortopedia

Por Marina Klein Telles 23/06/2023
Por Marina Klein Telles

Duas semanas após se tornar referência em serviços de alta e média complexidade em traumato-ortopedia para a região dos Vales, o Hospital Estrela da Divina Providência realizou na última quarta-feira (21) a primeira cirurgia. A equipe médica fez uma redução de fratura de pelve, procedimento considerado de alta complexidade. A paciente foi uma mulher de 20 anos, moradora de Lajeado, que estava internada aguardando a cirurgia há mais de um mês.

Com um incentivo anual de R$ 1,2 milhão do governo do Estado, por meio do programa Assistir, os serviços de alta e média complexidade em traumato-ortopedia irão beneficiar 360 mil pessoas de 37 municípios. Até então, os pacientes precisavam se deslocar até Canoas para consultas ou para realizarem procedimentos desses tipos.

A capacidade de atendimento do hospital será de 72 cirurgias de média complexidade, 16 de alta complexidade e 704 consultas especializadas por mês, com financiamento tripartite, ou seja, além dos incentivos do Estado, a instituição receberá recursos do governo federal e dos municípios beneficiados pelos atendimentos.

Prioridades

Para a coordenadora do Serviço de Traumatologia e Ortopedia do hospital, Nathalia Burger, no momento, a prioridade são os atendimentos ambulatoriais dos casos de joelho e quadril, que concentram as maiores listas de espera. Nas primeiras duas semanas, foram realizadas 140 consultas.

Os procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade que aguardam em fila de espera devem começar a ocorrer a partir de julho. Os plantões presenciais de 24 horas de traumatologia começam na sexta-feira (30). Sete profissionais atuam no setor e o número será reforçado nas escalas de plantão.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/06/2023 0 Comentários 386 Visualizações
Saúde

Diálise: como funciona o procedimento feito por pacientes com insuficiência renal crônica

Por Marina Klein Telles 23/06/2023
Por Marina Klein Telles

Utilizada para substituir as funções dos rins que param de funcionar ou que reduzem sua atuação, tornando-se insuficientes para o organismo, a diálise é um tratamento realizado por cerca de 150 mil brasileiros, segundo o Censo Brasileiro de Diálise 2021, da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN). Ela é recomendada para pacientes com insuficiência renal aguda e crônica – último estágio da doença renal crônica.

Dos dois métodos de diálise existentes, a hemodiálise é a mais conhecida e comum, feita por cerca de 95% dos pacientes, conforme o Censo da SBN. Menos popular, a diálise peritoneal oferece como vantagem a possibilidade de ser feita em casa. Desde 2002, o Hospital Moinhos de Vento conta com uma Unidade de Diálise, criada para atender pacientes ambulatoriais ou internados. Para esclarecer as dúvidas sobre o procedimento, o chefe do Serviço de Nefrologia do Hospital Moinhos de Vento, David Saitovitch, respondeu algumas questões.

David Saitovitch

O que é a diálise?

Saitovitch define a diálise como um processo de filtragem e separação. De forma didática, ele explica que é preciso imaginar duas soluções: uma ao lado da outra, separadas, apenas, por uma membrana semipermeável. “Ao longo do tempo, esse líquido vai acabar passando de um lado da membrana para o outro, dependendo da concentração destas substâncias na solução em cada lado da membrana. Juntamente com o líquido, passam algumas moléculas também”, ilustra. Portanto, a diálise é um processo de separação de substâncias entre dois líquidos separados por uma membrana.

Para quem a diálise é indicada?

Esse processo clássico de diálise é usado para pacientes que têm doença renal – crônica ou aguda – e não conseguem mais excluir, por meio dos rins, as substâncias que estes órgãos, normalmente, eliminariam pela urina, como potássio, fósforo, ácidos e líquido. Se não eliminadas, essas substâncias ficam em excesso no corpo.

Quais são os métodos utilizados na diálise?

Basicamente, existem dois métodos: o mais conhecido é a hemodiálise, na qual o sangue retirado passa por um filtro e dele são retiradas substâncias e água. Ela é realizada em hospitais ou clínicas especializadas, de duas a quatro vezes por semana, com duração entre três e cinco horas. Outra possibilidade é a diálise peritoneal, feita diariamente em domicílio pelo próprio paciente ou familiar. Nesse método, se usa a membrana do peritônio, que fica dentro do abdômen, como filtro. Para fazê-lo, um líquido de diálise é colocado na cavidade peritoneal e drenado através de um cateter.

O que é a hemodiafiltração?

É um novo método de filtragem, incluído no rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) em 2021. Nele, se faz uma filtragem muito maior na comparação com os outros métodos. “É um procedimento semelhante à hemodiálise, só que ele usa também um outro princípio, que é o da convecção. Quer dizer, tira muito líquido em uma membrana muito porosa e junto com esse líquido passam, por arrastamento, moléculas, e esse volume é reposto pela veia. Se tira bastante volume na hemodiafiltração e, como os poros da membrana são maiores, também são retiradas moléculas maiores do organismo, quando comparadas à hemodiálise.”, diferencia o médico.

Mas fazer hemodiálise dói?

Na maioria das sessões de hemodiálise, o paciente não sentirá nada. Entretanto, a Sociedade Brasileira de Nefrologia alerta que, algumas vezes, pode ocorrer uma queda da pressão arterial, câimbras ou dor de cabeça. Por estes motivos, as sessões sempre são acompanhadas por um médico e uma equipe de enfermagem.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/06/2023 0 Comentários 737 Visualizações
Saúde

Santa Cruz do Sul realizou primeiro ciclo de palestras sobre autismo

Por Marina Klein Telles 21/06/2023
Por Marina Klein Telles

O município de Santa Cruz do Sul vem dando passos largos nas políticas públicas de inclusão de pessoas com transtorno do espectro autista. Na última segunda-feira, 19, mais uma iniciativa foi lançada: o Ciclo de Palestras Autismo em Debate, voltado a chamar a atenção para os desafios enfrentados pelas pessoas autistas e suas famílias e propor ações capazes de contribuir para a construção de uma sociedade mais acolhedora. Esta primeira edição do evento, em alusão ao Dia do Orgulho Autista, celebrado em 18 de junho, aconteceu no auditório da Procuradoria-Geral do Município e foi dirigida a servidores públicos e familiares de autistas. A organização foi da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social.

Na cerimônia de abertura, a prefeita Helena Hermany falou sobre os projetos que vêm sendo coordenados pelo Município para acolhida e inclusão de diversos grupos sociais. “Estamos escutando as pessoas, para entender as necessidades e poder ampliar cada vez mais os trabalhos, sempre com carinho, cuidado e atenção”, disse a prefeita após comentar os serviços que serão ofertados no futuro Centro de Atendimento à Criança e ao Adolescente com Transtorno do Espectro Autista. Anunciado pela Prefeitura em abril, o espaço a ser implementado em breve terá acolhimentos específicos para quem convive com esse transtorno neurológico que afeta, entre outros aspectos, a comunicação e a interação social.

Nos debates – mediados pela coordenadora do Departamento Municipal de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Adriele Vargas -, educação inclusiva, estratégias de apoio e suporte emocional estiveram em pauta. No turno da manhã, as palestras foram ministradas pela assistente social Claudia Queiroz e pela neuropsicopedagoga Miriane Nunes Dias, direcionadas a familiares de autistas e profissionais da educação, respectivamente. À tarde, o tema foi conduzido pelo enfermeiro Gustavo Gomboski, que repassou ensinamentos para profissionais que atuam na área da saúde.

Para a secretária municipal de Desenvolvimento Social, Roberta Pereira, “falar sobre autismo é falar também da necessidade das famílias serem acolhidas por meio de políticas públicas”. Em seu pronunciamento na abertura do evento, ela comentou os avanços do poder público nos últimos anos para olhar com mais sensibilidade às causas das pessoas com algum tipo de deficiência e garantiu que “a gestão municipal está atenta ao que ainda precisa ser feito para a plena inclusão de todas as pessoas”.

Participaram do Ciclo de Palestras, como convidados especiais, representantes de diversas instituições ligadas à causa, entre elas: Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), Centro Regional de Referência em Transtorno do Espectro do Autismo (Centro Tea), Associação Comunitária Pró Amparo do Menor (Copame), Rede Gaúcha Pró-Autismo, Luz Azul – Associação Pró-Autismo de Santa Cruz do Sul, Associação Inclusão e Respeito ao Autismo (Aira), Conselho Municipal das Pessoas com Deficiência (Compede), ONG Desafios, Núcleo de Ações Criativas para Educação e Saúde (Naces), Instituto Cáritas e Centro de Neurodesenvolvimento com Ênfase em Autismo Criançare.

Foto: Isadora Oliveira/divulgação  | Fonte: Assessoria
21/06/2023 0 Comentários 455 Visualizações
Saúde

Morro Reuter oferece 60 horas semanais de atendimento em odontologia

Por Marcel Vogt 15/06/2023
Por Marcel Vogt

A saúde bucal tem atenção especial da Administração Municipal de Morro Reuter. Mais do que preocupação com um sorriso saudável, a odontologia garante bem-estar ao mesmo tempo em que previne doenças bucais. No município, dois profissionais dentistas garantem esse serviço de qualidade com 60 horas de trabalho semanal. A Secretaria Municipal de Saúde, Assistência Social e Meio Ambiente disponibiliza um consultório completo na Unidade Municipal de Saúde para bem atender a população.

Diariamente, são realizadas 12 consultas agendadas e mais quatro de urgência e emergência. Ou seja, são 16 consultas odontológicas gratuitas oferecidas pelo Executivo à população todos os dias. Ainda assim, caso um paciente chegue com dor à Unidade Municipal de Saúde fora do horário de trabalho dos dentistas, não fica sem atendimento. Um clínico geral avalia o paciente e prescreve medicamentos, se necessário, conforme cada caso.

Saúde bucal nas escolas

Por meio do Programa Saúde na Escola (PSE), toda terça-feira é dia de saúde bucal nas escolas de Morro Reuter. A prefeitura disponibiliza profissional dentista que vai até as instituições de ensino para aplicação de flúor e avaliação de todos os alunos matriculados. É mais uma forma de promoção, prevenção e atenção à saúde oferecida gratuitamente à população.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/06/2023 0 Comentários 453 Visualizações
Saúde

Secretaria de Saúde lança pesquisa para medir satisfação dos usuários nas UBSs

Por Marcel Vogt 15/06/2023
Por Marcel Vogt

A Secretaria Municipal de Saúde de Dois Irmãos criou um sistema para medir o nível de satisfação dos usuários das Unidades Básicas de Saúde do Município, quanto aos serviços prestados e também sobre o atendimento recebido dos profissionais de saúde. 

Após o paciente buscar o atendimento em umas das UBSs, receberá, de forma online no seu e-mail cadastrado, a pesquisa de satisfação para responder em casa. A pesquisa para pedir o grau de satisfação é bem curta e rápida, apenas três perguntas descritivas. 

O arquivo pode ser respondido através do próprio smartphone ou pelo computador. O usuário que não tiver acesso à internet e/ou preferir responder pessoalmente, deve procurar a unidade de saúde mais próxima de sua residência para participar da pesquisa de forma presencial.

Segundo o secretário de Saúde, Nilton José Tavares, a pesquisa quer conhecer a experiência do atendimento vivenciada pelos usuários em nossas UBSs, com o intuito de melhorar os serviços podendo ofertar experiências melhores com otimização dos processos e fluxos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/06/2023 0 Comentários 451 Visualizações
Saúde

Crescimento da população de idosos no Brasil é pauta no RS

Por Marcel Vogt 14/06/2023
Por Marcel Vogt

Na última década, o contingente de pessoas com 60 anos ou mais cresceu quase 40% no Brasil, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A “revolução do envelhecimento”, como define o médico e gerontólogo Alexandre Kalache, não é mais uma tendência, mas uma realidade em ascensão. “Como se tornar um país desenvolvido, equiparado a grandes potências mundiais, sem políticas públicas que realmente atendam ao único grupo que não para de crescer?”. O questionamento feito por Kalache nesta terça-feira (13), deu início a uma série de discussões a respeito da temática no 1º Seminário Envelhecimento nas Pautas das Políticas Públicas do RS, promovido pelo Sesc/RS em parceria com o Governo do Estado.

O evento reuniu no Teatro do Sesc Alberto Bins, em Porto Alegre, autoridades no assunto como o secretário estadual de Assistência Social, Bento Fantinel; a presidente do Conselho Estadual da Pessoa Idosa, Iride Caberlon; a coordenadora do programa Maturidade Ativa Sesc/RS e conselheira da Comissão de Assessoramento e Apoio aos Municípios, Michele Silveira; a conselheira da Comissão de Violência Contra as Pessoas Idosas, Joana Veras; e a professora e doutora Vania Beatriz Merlotti Herédia. A ação integra iniciativas em alusão ao Dia Mundial da Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa nesta quinta-feira, 15 de junho.

O idadismo (preconceito a pessoas por conta de sua idade), foi ponto central das palestras que, além de apresentar dados sobre o envelhecimento, tipos de violência contra pessoas idosas e acesso das mesmas a serviços essenciais como saúde, educação, mercado de trabalho, tecnologia e transporte, também defenderam a importância das organizações que batalham em prol da causa. Para os 60+, uma vitória significativa foi alcançada em janeiro de 2022, quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) decidiu, após diversas análises, não incluir a velhice na classificação de doenças. 

“Na pandemia, o idoso virou um protagonista que precisava ser protegido, mas não basta dedicar recursos e cuidados apenas para uma área ou em um momento específico. E, para saber como lidar com as dificuldades enfrentadas pelas pessoas idosas e solucionar questões como a violência, que podem ser física, psicológica, de abandono, negligência, sexual, financeira, sócio-política e estrutural, é preciso conhecer a cultura de cada lugar, o contexto das comunidade e as necessidades específicas de cada grupo”, ponderou Vania.

O papel de cada um contra violência

Segundo levantamento mais recente do IBGE (2020), o Rio Grande do Sul é o estado da Região Sul com maior número de denúncias de violações cometidas contra pessoas idosas. No ano em questão, foram registradas 22,8 denúncias por 100 mil habitantes no Disque 100. Na avaliação das comissões do Conselho Estadual da Pessoa Idosa, a rede de proteção ainda é muito fraca. Sem amparo e prevenção, muitos idosos sequer chegam a denunciar por medo, falta de informação e acesso aos canais apropriados.

De 2021 pra cá, a Comissão de Assessoramento e Apoio aos Municípios registra alguns avanços, como a criação do Pacto Nacional para Implantação da Política dos Direitos da Pessoa Idosa, aperfeiçoamento da Rede de Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa, criação do Programa Permanente de Capacitação de Conselheiros Gestores, lançamento do Guia de Orientação para Gestão da Política do Idoso, que será fisicamente entregue aos municípios nos próximos meses, entre outros.

“É nosso papel estar cada vez mais empoderados de conhecimento, sabendo onde buscar as informações, para que possamos atuar com responsabilidade e efetividade tanto como cidadãos quanto na condição de representantes de instituições importantes para os idosos”, destacou Michele, que está à frente do Maturidade Ativa Sesc/RS.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/06/2023 0 Comentários 483 Visualizações
Saúde

Junho Vermelho: Hemocentro do Rio Grande do Sul mobiliza doadores de sangue

Por Marina Klein Telles 14/06/2023
Por Marina Klein Telles

No Dia Mundial do Doador de Sangue, 14 de junho, a iniciativa de duas estudantes da área da saúde, Sofia dos Santos e Ellen da Silva, é um exemplo a ser seguido e prestigiado. Por meio da Liga Acadêmica da UniRitter, elas conseguiram mobilizar um grupo de 13 pessoas para doarem sangue no Hemocentro do Rio Grande do Sul (Hemorgs).

Sofia dos Santos e Ellen da Silva

Para elas, o ato é uma forma de fazer algo importante para quem precisa. “Uma pessoa doando sangue vai salvar quatro vidas, pelo menos. É especial saber que estamos ajudando outras pessoas. Conseguimos reunir um bom número de doadores”, disse Sofia.

De janeiro a junho de 2023, o Hemorgs recebeu 6.245 doações. No mesmo período, em 2022, foram 7.218 doações, ou seja, 973 coletas a mais. A assistente social do Hemocentro, Gesiane Almansa, explica que a diminuição de doadores se deve a mudanças climáticas repentinas, resfriados, gripes e até mesmo ao uso de medicamentos que podem deixar muitos doadores inaptos temporariamente. Ela lembra ainda que a população em geral está desinformada sobre a necessidade diária de doações para a manutenção dos estoques de hemocomponentes em níveis adequados.

Diante desse cenário, o Hemorgs continua solicitando doações de sangue de todos os tipos, especialmente O+ e O-. O atendimento é de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h, na avenida Bento Gonçalves, 3.722, bairro Partenon, em Porto Alegre.

Os interessados podem agendar a doação pelo site da Secretaria da Saúde (SES) ou por mensagem de WhatsApp para o número (51) 98405-4260. O agendamento pode ser feito para grupos ou individualmente. Quem não for da capital pode doar no hemocentro mais próximo de sua casa.

Doação de sangue 

Atualmente, o Hemocentro distribui sangue e derivados para cerca de 40 hospitais. São necessárias em torno de 100 bolsas de sangue doadas todos os dias para suprir a demanda. Uma doação de sangue é capaz de salvar até quatro vidas.

A doação de sangue e seu processamento são fundamentais para garantir a disponibilização de componentes sanguíneos para os pacientes que necessitam de transfusão, devido a acidentes, cirurgias ou outras situações clínicas.

Se cada cidadão saudável doasse sangue pelo menos duas vezes por ano, não seriam necessárias campanhas emergenciais para reposição de estoques. O sangue não tem substituto e, por isso, a doação voluntária é fundamental.

Requisitos para doação

  • estar em boas condições de saúde;
  • apresentar documento oficial de identidade com foto;
  • ter idade entre 16 e 69 anos, sendo que os candidatos a doadores com menos de 18 anos deverão estar acompanhados pelos pais ou por responsável legal;
  • pesar no mínimo 50 kg, com desconto do peso das roupas;
  • ter dormido pelo menos 6 horas antes da doação;
  • não ter ingerido bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores à doação;
  • não fumar pelo menos duas horas antes da doação.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/06/2023 0 Comentários 471 Visualizações
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