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Saúde

Saúde

Guia do Centro Estadual de Vigilância em Saúde aponta riscos e cuidados com a saúde em enchentes

Por Jonathan da Silva 07/05/2024
Por Jonathan da Silva

O Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) do Rio Grande do Sul está divulgando um guia para a população e profissionais de saúde sobre os riscos e cuidados a serem tomados em situação de enchentes, como a enfrentada pelo Rio Grande do Sul nos últimos dias. O material aborda questões como doenças transmitidas pelo contato com a água, doenças relacionadas ao consumo de água ou alimentos contaminados, entre outras.

O material traz também recomendações para as localidades onde a água já baixou e as pessoas estão retornando às casas. Nesses casos, é importante, quando possível, o uso de luvas e botas de borrachas ou outro tipo de proteção para as pernas e braços (como sacos plásticos duplos), para evitar o contato da pele com a água que pode estar contaminada.

Utensílios domésticos (panelas, copos, pratos e objetos lisos e laváveis) podem ser lavados com água e sabão, seguido de uma desinfecção com água sanitária (hipoclorito de sódio a 2,5%), na proporção de um copo (200ml) de água sanitária (hipoclorito de sódio a 2,5%) em quatro copos de água (800 ml). Mergulhe na solução os objetos lavados, deixando-os ali por, pelo menos, uma hora.

Pisos, paredes, bancadas e quintal podem ser limpos inicialmente com água e sabão. Em seguida, a desinfecção pode ser realizada com água sanitária (hipoclorito de sódio a 2,5%) na proporção de 200 ml para um balde com 20 litros de água limpa, deixando agir por 30 minutos.

Leptospirose

A leptospirose é uma doença infecciosa febril aguda e transmitida a partir da exposição direta ou indireta à urina de animais (principalmente ratos) infectados. O contágio pode ocorrer a partir da pele com lesões ou mesmo em pele íntegra se imersa por longos períodos em água contaminada, além de mucosas. O período para o surgimento dos sintomas pode variar de um a 30 dias. Os principais sintomas da leptospirose são: febre, dor de cabeça, fraqueza, dores no corpo (em especial, na panturrilha) e calafrios.

A Secretaria da Saúde (SES) já recomendou a quimioprofilaxia (tratamento preventivo) para pessoas que tiveram contato prolongado com água de enchentes, assim como para os voluntários e equipes de resgate que estão entrando nas regiões de cheia.

Hepatite A

A Hepatite A é uma doença causada por um vírus que pode ser transmitido pela ingestão de água ou alimentos contaminados com esgoto/dejetos humanos, o que ocorre durante as enchentes. Devem ser observados sintomas como mal-estar, prostração, febre, mialgia, náuseas, vômitos e icterícia (pele e olhos amarelados). Nesses casos a pessoa deve procurar um médico imediatamente e relatar que teve contato com alagamentos.

A vacina Hepatite A está disponível no SUS. Excepcionalmente para situações de enchente, há aplicação em adultos.

Acidentes com animais peçonhentos

Durante eventos com excesso de chuvas, pode haver o desalojamento de alguns animais, como os peçonhentos (aranhas, serpentes, escorpiões e lacraias irão buscar locais secos). Locais mais comuns para o abrigo desses são entulhos, empilhamento de madeira, tijolos, telhas ou até na própria lama.

Em caso de acidente, lave o local da ferida com água e sabão, e mantenha a vítima sentada ou deitada. Se a ferida for na perna ou no braço, mantenha-os em posição mais elevada. Leve a vítima ao serviço de saúde mais próximo para que possa receber atendimento. Não amarre e não corte o local da ferida.

O Centro de Informações Toxicológicas (CIT) dispõe de telefone para tirar dúvidas e orientações, pelo 0800-7213000, disponível 24 horas, sete dias da semana.

Consumo de água e alimentos

Durante as enchentes, microrganismos presentes em esgotos podem se misturar à água e à lama das enxurradas, além de contaminar alimentos, utensílios e louças. Sempre que possível, deve ser mantida a hidratação a partir de água de fonte confiável.

Quando a segurança da água for questionável, filtre e ferva a água antes de utilizá-la. Ou após filtrar, coloque duas gotas de solução de água sanitária (hipoclorito de sódio a 2,5%) para cada litro de água e aguarde 30 minutos antes de beber.

Outros agravos

Na consulta do guia na íntegra, é possível ainda obter informações quanto a tétano acidental e saúde do trabalhador (acidentes de trabalho, exposição a material biológico, intoxicações exógenas, transtornos mentais e dermatoses ocupacionais).

O guia pode ser acesso na íntegra em saude.rs.gov.br/upload/arquivos/202310/23135541-guia-basico-final.pdf.

Foto: Maurício Tonetto/Secom/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/05/2024 0 Comentários 470 Visualizações
Saúde

Hemocentro do RS pede que doadores façam agendamento pela internet

Por Jonathan da Silva 06/05/2024
Por Jonathan da Silva

A direção do Hemocentro do Estado do Rio Grande do Sul (Hemorgs) solicita que a partir desta segunda (6), pessoas interessadas em doar sangue na instituição façam agendamento pela internet antes de ir até o serviço. De acordo com o Hemocentro, a medida é tomada devido ao grande número de doadores interessados em contribuir. O agendamento é realizado pelo site da Secretaria da Saúde (SES).

O Hemocentro afirma que com a medida pode organizar e agilizar o atendimento, possibilitando a maior brevidade possível no momento de calamidade pública enfrentado pelo estado.

No momento, o Hemocentro precisa de todos os tipos de sangue. A doação segue sendo considerada necessária e contribuirá para a manutenção dos estoques de maneira segura. Alguns hemocomponentes, como as plaquetas, precisam ser utilizadas em curto espaço de tempo. “Quem puder fazer o agendamento para doação colaborará muito. Uma doação salva até quatro vidas”, explica a instituição em comunicado.

Mais informações podem ser conferidas em https://saude.rs.gov.br/doacao-de-sangue.

Foto: Foto: Neusa Jerusalém/Ascom SES/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2024 0 Comentários 401 Visualizações
Saúde

Sociedade de Pediatria do RS alerta para a saúde mental das crianças em meio à crise

Por Marina Klein Telles 06/05/2024
Por Marina Klein Telles

Desde o início da semana, foi possível testemunhas imagens de resgaste no interior do estado e na capital de famílias inteiras, onde muitas crianças estavam visivelmente abaladas, chorando e confusas diante da situação caótica. O sentimento é compreensível. As cenas já são difíceis para adultos, mas para crianças são ainda mais duras porque muitas não conseguem compreender totalmente a dimensão do que está acontecendo. O presidente da SPRS, José Paulo Ferreira, faz um apelo aos pais e responsáveis.

“Dediquem um momento para conversar com seus filhos. Expliquem de forma clara e tranquila o que está acontecendo, assegurando-lhes que estarão ao lado deles durante todo o processo. Esta simples ação pode trazer um pouco mais de conforto e segurança às crianças, ajudando-as a lidar com a angústia e a ansiedade provocadas por esta situação extraordinária”, afirmou.

O médico acrescenta que mesmo diante das preocupações com a segurança da casa e a busca por pertences, é essencial priorizar o bem-estar emocional das crianças. “Juntos, podemos oferecer o suporte necessário para atravessarmos este momento desafiador”, finalizou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2024 1 Comentário 359 Visualizações
Saúde

Secretaria da Saúde organiza doação de medicamentos para farmácias públicas dos municípios

Por Jonathan da Silva 06/05/2024
Por Jonathan da Silva

Devido às enchentes que atingem o Rio Grande do Sul, o Departamento de Assistência Farmacêutica (Deaf) da Secretaria Estadual da Saúde (SES) está organizando a transferência de medicamentos doados para as farmácias públicas dos municípios. Doações podem ser feitas por organizações não governamentais (ONGs), laboratórios farmacêuticos, distribuidoras de medicamentos e municípios. Doações de pessoas físicas não são aceitas neste momento.

A medida evita o acúmulo indevido de remédios que não estejam sendo utilizados ou que não estejam em condições de uso. Os itens para doação devem ser especificados por e-mail à SES pelo contato doacoes-medicamentos@saude.rs.gov.br, com a quantidade, apresentação, lote e validade (que deve ser superior a três meses).

Os municípios interessados em doar medicamentos devem fazer acessar a lista de disponibilidade de doação de medicamentos, fazer o download do arquivo, preenchê-lo e enviar por e-mail. Cidades que necessitam de doações devem acessar o formulário de necessidade de medicamentos do componente básico e preencher as informações necessárias, as enviando depois por e-mail.

Foto: SES/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2024 0 Comentários 499 Visualizações
Saúde

Vigilância em Saúde alerta para leptospirose e acidentes com animais peçonhentos

Por Jonathan da Silva 06/05/2024
Por Jonathan da Silva

Em virtude das fortes chuvas no no Rio Grande do Sul, o Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) publicou nesta sexta-feira (3) um comunicado sobre os riscos de transmissão de leptospirose e acidentes com animais peçonhentos em locais com enchentes.

A leptospirose é uma doença infecciosa febril aguda que é transmitida a partir da exposição direta ou indireta à urina de animais (principalmente ratos) infectados pela bactéria Leptospira. O contágio pode ocorrer a partir da pele com lesões ou mesmo em pele íntegra se imersa por longos períodos em água contaminada, além de mucosas. O período para o surgimento dos sintomas pode variar de um a 30 dias, sendo que normalmente ocorre entre sete e 14 dias após contato com as águas de enchente ou esgoto. Por esse motivo, o Cevs alerta que é importante a vigilância em saúde e a Atenção Básica dos municípios estarem atentas nos próximos dias quanto aos sintomas deste agravo.

Os principais sintomas da leptospirose são febre, dor de cabeça, fraqueza, dores no corpo (em especial, na panturrilha) e calafrios. A doença pode apresentar letalidade de até 40% nos casos mais graves.

O Cevs chama a atenção por meio do comunicado para aqueles municípios com alta transmissão de dengue e que foram atingidos pelas cheias para o diagnóstico diferencial entre esses agravos, já que muitos dos sintomas são similares.

Limpeza

Nos locais que tenham sido invadidos por água de chuva, recomenda-se fazer a desinfecção do ambiente com hipoclorito de sódio a 2,5%, presente na água sanitária (um copo de água sanitária para um balde de 20 litros de água).

Manter os alimentos guardados em recipientes bem fechados, manter a cozinha limpa sem restos de alimentos, retirar as sobras de alimentos ou ração de animais domésticos antes do anoitecer, manter o terreno limpo e evitar entulhos e acúmulo de objetos nos quintais são ações que ajudam a evitar a presença de roedores. A luz solar também ajuda a matar a bactéria.

Testagem laboratorial

Considerando o atual cenário de chuvas e cheias em várias regiões do estado, casos suspeitos oriundos de área de alagamento e com sintomas compatíveis com leptospirose devem iniciar tratamento medicamentoso imediato. Quando possível, deve ser coletada amostra a partir do sétimo dia do início dos sintomas para envio ao Laboratório Central do Estado (Lacen/RS).

No caso de municípios impossibilitados de envios de amostras devido às limitações diversas, a coleta pode ser enviada para laboratórios privados enquanto durar o decreto de calamidade pública no Rio Grande do Sul em razão das chuvas intensas (Decreto 57.596/2024, publicado em 01/05/2024).

Tratamento

O tratamento (antibioticoterapia) está indicado em qualquer período da doença, mas sua eficácia costuma ser maior na primeira semana do início dos sintomas. Sempre com uma avaliação de um profissional de saúde, na fase precoce são utilizados Doxiciclina ou Amoxicilina. Para a fase tardia, Penicilina cristalina, Penicilina G cristalina, Ampicilina, Ceftriaxona ou Cefotaxima .

Acidentes com animais peçonhentos

As autoridades também devem ficar alerta para o aumento na ocorrência de acidentes com animais peçonhentos, em função de deslocamentos dos habitats naturais destes animais, provocados pelas inundações. Os profissionais de saúde devem estar atentos aos fluxos de encaminhamento da sua região dos pacientes para tratamento com antivenenos.

Em casos de suspeita ou acidentes com animais peçonhentos, qualquer pessoa ou o profissional de saúde, durante o atendimento, pode contatar o Centro de Informações Toxicológicas (CIT) pelo telefone 0800-7213000, disponível 24 horas.

Mais informações estão disponíveis no site da Secretaria da Saúde.

Foto: Brigada Militar/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2024 0 Comentários 516 Visualizações
Saúde

Cinco cidades do Estado recebem insumos para hospitais por transporte aéreo

Por Marina Klein Telles 06/05/2024
Por Marina Klein Telles

Hospitais de cinco cidades do Estado receberam, no domingo (5), insumos médicos para manter os atendimentos à população. Da base aérea de Canoas, as aeronaves decolaram ao longo de todo o dia rumo a Caxias do Sul, Lajeado, São Jerônimo e Santa Cruz do Sul (seguindo para Estrela e Cachoeira do Sul).

O transporte por via aérea, com helicópteros e aviões, foi necessário em virtude dos problemas e interrupções registrados nas rodovias do Rio Grande do Sul após as cheias dos últimos dias. A ação foi realizada pela Secretaria da Saúde (SES), em parceria com a Aeronáutica e Marinha do Brasil.

Entre os insumos enviados estão soluções (básicas e ácidas) usados para hemodiálise, que foram de helicóptero para Lajeado. Para Caxias do Sul, uma aeronave cedida por uma empresa privada transportou hipoclorito e imunológico.

Dois aviões (um monomotor e outro bimotor) saíram de Canoas com destino a Santa Cruz do Sul. De lá, o material com insumos para hemodiálise, hipoclorito e imunológico, seguiram para Cachoeira do Sul e Estrela. Também foram transportados, por meio de um helicóptero da Marinha, 30 torpedos de oxigênio para a cidade de São Jerônimo.

Fluxo para a logística

A SES elaborou um formulário on-line que os hospitais estão respondendo desde quinta-feira (2) informando as demandas por insumos. Isso é feito após verificarem quais são essenciais e se os estoques são suficientes para até uma semana (como oxigênio, gerador e materiais e medicamentos indispensáveis para realizar determinados exames, procedimentos e cirurgias).

Também foi criado um fluxograma para estabelecer a distribuição dos materiais. Os hospitais que estão sem acesso terrestre e com reserva de oxigênio, materiais e medicamentos para um período de 24 a 48 horas devem entrar em contato com os seus fornecedores para que eles entreguem os pedidos na Base Área de Canoas.

O fluxograma também indica que os hospitais informem a remessa solicitada que será entregue no local. A SES fará o informe dessas chegadas e organizará com as equipes das Forças Armadas a programação para o envio, de acordo com as prioridades do momento.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2024 0 Comentários 538 Visualizações
Saúde

Bebê prematuro de Montenegro é transportado de helicóptero a Canoas

Por Jonathan da Silva 03/05/2024
Por Jonathan da Silva

A Secretaria Municipal da Saúde de Montenegro conseguiu, junto ao serviço de regulação do estado, uma aeronave para fazer o transporte de um bebé recém-nascido até o Hospital Universitário de Canoas. Com a ERS-240 e a BR-386 interditadas pela enchente, não havia como levar a criança por terra. Ela nasceu na quarta-feira (1), após uma gestação de 37 semanas e dois dias, com problemas cardíacos, e precisa de uma UTI neonatal.

De acordo com a secretária Andreia Coitinho da Costa, o parto foi realizado no Hospital Montenegro. Contudo, o estado do bebê requer um atendimento especializado, que a cidade não possui. “Depois que conseguimos garantir a vaga, passamos a buscar uma aeronave equipada para este tipo de socorro”, explica Andreia.

Do Hospital Montenegro até o aeródromo, onde o helicóptero pousou, a criança foi conduzida por uma UTI móvel do SOS Unimed. “Todo o nosso trabalho, em meio a toda a destruição que estamos vendo, é focado em preservar vidas”, destaca Andreia, feliz com o desfecho da situação.

A secretária destaca o apoio da equipe do HM, tanto no atendimento à criança e à mãe quanto na mobilização por leito e transporte. “A enfermeira reguladora do Hospital Montenegro, Simone Peres Martins, esteve conosco o tempo todo nessa busca”, conclui Andreia.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/05/2024 0 Comentários 491 Visualizações
Saúde

Secretaria da Saúde e Grupo Hospitalar Conceição alinham ações para atender afetados pelas enchentes

Por Jonathan da Silva 03/05/2024
Por Jonathan da Silva

As equipes diretivas da Secretaria da Saúde (SES) e do Grupo Hospitalar Conceição (GHC) se reuniram nesta quinta-feira (2) para debater ações para atendimento de saúde às populações das regiões afetadas pela tragédia climática que assola o Rio Grande do Sul. Na quarta (1), o governo gaúcho decretou situação de calamidade pública no estado.

A secretária Arita Bergmann abordou o enfrentamento das dificuldades no atendimento de saúde nas áreas alagadas e destacou questões como acesso a insumos pela rede hospitalar, transporte aéreo de pacientes de urgência e emergência, além da implantação de mais um hospital de campanha no município de Estrela, para manutenção do atendimento de saúde em casos de urgência.

O diretor-superintendente do GHC, Gilberto Barichello, informou que o GHC vai manter as portas abertas da instituição para o que for necessário e que serão abertos mais leitos de UTI e de internação pediátrica no Hospital da Criança Conceição. Ele ressaltou, ainda, que o GHC está à disposição da SES para ações desenvolvidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) neste momento difícil pelo qual que passa o Rio Grande do Sul.

Desde o início da semana, quando começaram as enchentes, a SES vem monitorando e buscando atender às demandas urgentes da regulação de leitos, especialmente partos e hemodiálise. Também está sendo feito um mapeamento das prioridades de atenção à saúde nos territórios dos municípios. Para isso, as Coordenadorias Regionais de Saúde estão atuando como pontos focais para troca de informações. A SES também está contando com o apoio do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do RS (Cosems).

Foto: Guga Stefanello/Ascom SES/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/05/2024 0 Comentários 373 Visualizações
Saúde

Governo cadastra profissionais de saúde para atuarem como voluntários em áreas atingidas pela chuva

Por Jonathan da Silva 03/05/2024
Por Jonathan da Silva

A Secretaria Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul (SES) está cadastrando profissionais de saúde para a atuação como voluntários nas áreas atingidas por enchentes. A colaboração de médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, entre outros, deverá ocorrer em hospitais, unidades de pronto atendimento e nos demais serviços de saúde.

Ao fazer o registro, o profissional autoriza que seus dados sejam disponibilizados pela SES para as gestões municipais e instituições de saúde, caso haja necessidade de substituição ou ampliação da força de trabalho.

O cadastro é destinado àqueles profissionais que possuem disponibilidade de carga horária e interesse em atuar no auxílio aos municípios. A inscrição não garante o chamamento do profissional, da mesma forma que não gera vínculo empregatício com o estado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/05/2024 0 Comentários 407 Visualizações
Saúde

Pacientes de Estrela e Candelária são transferidos de ambulância e helicóptero

Por Jonathan da Silva 03/05/2024
Por Jonathan da Silva

12 pacientes que estavam internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Estrela, no Vale do Taquari, foram transferidos na quarta-feira (1) para unidades de Porto Alegre e de Lajeado. Os pacientes se encontravam isolados pela enchente dos últimos dias. A transferência foi coordenada pelo Departamento de Regulação Estadual da Secretaria da Saúde (SES).

Dos pacientes transferidos, cinco estavam internados na UTI adulto e foram transportados em ambulâncias contratadas pela SES para o Hospital Divina Providência, em Porto Alegre, da Rede de Saúde Divina Providência, a mesma gestora do Hospital Estrela. Para o Hospital Bruno Born, em Lajeado, foram levados outros dois pacientes da UTI adulto, dois da UTI pediátrica e três da UTI neonatal.

Nesta quinta-feira (2), outros dez pacientes de hemodiálise do Hospital de Candelária foram levados de helicóptero para prosseguir o tratamento em Santa Cruz do Sul. Ambos os municípios ficam no Vale do Rio Pardo.

A transferência, realizada pela empresa Uniair, especializada em transporte aeromédico, também foi coordenada pelo Departamento de Regulação Estadual, a pedido da Secretaria Municipal de Saúde. Devido ao isolamento de Candelária, sem acesso a Santa Cruz, município de referência em hemodiálise na região, foi necessário o transporte aéreo.  Em Santa Cruz do Sul, eles foram alojados na Associação de Assistência a Pacientes Oncológicos e Transplantados (Aapot).

Foto: SES/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/05/2024 0 Comentários 439 Visualizações
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