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Saúde

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FIRJAN: RS tem o mais alto desenvolvimento em saúde

Por Gabrielle Pacheco 29/06/2018
Por Gabrielle Pacheco

O Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM) 2018, divulgado nesta sexta-feira (29/6), revela que 99% das cidades gaúchas (485 dos 490 municípios avaliados) têm nível de desenvolvimento alto ou moderado. Entre as 100 melhores de todo o país, 18 são do Rio Grande do Sul, este valor só é superado pelo estado de São Paulo. Além disso, o estado não tem município com baixo desenvolvimento.
O estado se destaca por ser o que reúne, proporcionalmente, mais municípios com nível de excelência em Saúde: 84,9% (ou 421 cidades).

O Rio Grande do Sul responde por sete dos dez melhores municípios do país neste quesito. Apesar disso, o cenário evolutivo frente a 2015 foi dividido: 53% dos municípios avançaram, devido principalmente à melhora no percentual de 7 ou mais consultas pré-natais por nascidos vivos; enquanto 47% recuaram, direcionados pelo maior percentual de óbitos por causas mal definidas.
Criado pelo Sistema FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) para acompanhar o desenvolvimento socioeconômico do país, o IFDM avalia as condições de Educação, Saúde, Emprego e Renda de todos os municípios brasileiros. Em sua nova edição – com base em dados oficiais de 2016, últimos disponíveis – o estudo mostra que a crise econômica, iniciada em 2014 e causou forte recessão no país, fez com que o nível socioeconômico das cidades brasileiras retrocedesse três anos.

O índice monitora todas as cidades brasileiras e a avaliação varia de 0 a 1, sendo que quanto mais próximo de 1 maior o seu desenvolvimento. Cada uma delas é classificada em uma das quatro categorias do estudo: baixo desenvolvimento (de 0 a 0,4), desenvolvimento regular (0,4 a 0,6), desenvolvimento moderado (de 0,6 a 0,8) e alto desenvolvimento (0,8 a 1). O índice avalia conquistas e desafios socioeconômicos de competência municipal: manutenção de ambiente de negócios propício à geração local de emprego e renda, educação infantil e fundamental, e atenção básica em saúde.

Vale Real ultrapassa Lajeado e chega ao topo do ranking gaúcho

A boa evolução no índice Emprego e Renda, assim como nos demais critérios, fez com que o município de Vale Real (0,8807) atingisse, pela primeira vez, o topo do ranking gaúcho, deixando para trás a cidade de Lajeado (0,8789). O enorme salto de Vale Real, com uma variação de quase 10% de 2015 para 2016, fez com que o município atingisse a quarta posição do ranking nacional. Antes, a cidade não figurava em os Top 10 gaúcho.

Lajeado, que desde o início da série histórica oscila entre as duas primeiras posições, ocupa agora o segundo lugar no ranking estadual. Devido principalmente ao polo industrial de alimentos, a cidade chega a sexta posição no ranking do país. As demais posições do Top 10 são ocupadas por Campo Bom (0,8622), Mato Leitão (0,8587), Muçum (0,8559), Serafina Corrêa (0,8551), Bento Gonçalves (0,8548), Carlos Barbosa (0,8544), Gramado (0,8542) e Picada Café (0,8533).

Porto Alegre ficou na 119ª posição estadual. A cidade tem alto desenvolvimento em Saúde (0,8675) e moderado em Emprego e Renda (0,7070) e Educação (0,7666). A capital gaúcha está na 12ª colocação no ranking das capitais nacionais.

No outro extremo do ranking gaúcho, entre as dez cidades com menor IFDM do estado, a baixa pontuação no IFDM Emprego e Renda é o principal problema: seis municípios possuem baixo grau de desenvolvimento nessa vertente, enquanto os demais apresentam nível regular. Em Educação, esse grupo apresentou pontuação elevada, oito das dez cidades registraram desenvolvimento moderado e apenas duas, regular. No âmbito da Saúde, os dez municípios não destoaram do cenário estadual e apresentaram indicador ao menos moderado.

Assim, entre as 10 piores colocadas no ranking estadual estão, respectivamente, as cidades de Dilermando de Aguiar (0,6109), Multiterno (0,6061), Ubiretama (0,6059), General Câmara (0,6017), Tunas (0,6009), Santana da Boa Vista (0,5932), Três Forquilhas (0,5912), Dom Feliciano (0,5798), Charrua (0,5749) e, por último, São Valério do Sul (0,5695).

Na edição 2018 do IFDM foram avaliados 5.471 municípios, onde vive 99,5% da população brasileira. As novas cidades, para as quais ainda não existem dados, e aquelas com ausência, insuficiência ou inconsistência de informações, não fazem parte do estudo. No resultado geral, que inclui a média das notas dos três indicadores (Emprego e Renda, Saúde e Educação) foram observados apenas 431 municípios (7,9%) com alto desenvolvimento.

De acordo com o estudo, na comparação com 2015, as áreas de Educação e Saúde tiveram o menor avanço da última década e não compensaram as perdas do mercado de trabalho nos últimos anos. Assim, nesta edição o IFDM Brasil atingiu 0,6678 ponto – abaixo do nível observado em 2013.

O estudo também revela que o país continua com enormes disparidades regionais: o Sul é a região mais desenvolvida, tendo 98,8% de cidades com desenvolvimento alto ou moderado. O Sudeste e o Centro-Oeste possuem perfil semelhante. Já as regiões Norte e Nordeste têm, respectivamente, 60,2% e 50,1% dos municípios com desenvolvimento regular ou baixo. Entre todas as cidades avaliadas, Louveira, em São Paulo, conquistou 0,9006 ponto e é a mais desenvolvida do país. Florianópolis, com 0,8584, ocupa o primeiro lugar entre as capitais. No último lugar do ranking nacional, com 0,3214, está o município de Ipixuna, no Amazonas.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
29/06/2018 0 Comentários 614 Visualizações
CidadesSaúde

Audiência pública discute implementação do registro compulsório de câncer

Por Gabrielle Pacheco 29/06/2018
Por Gabrielle Pacheco

O atraso para o enfrentamento do câncer de mama no Brasil foi destaque em audiência pública realizada na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, na última quarta-feira (27). Os participantes do encontro analisaram a importância da adoção do registro compulsório da doença e os gargalos que impedem tal implementação, além da necessidade de se efetivar uma maior agilidade no diagnóstico do câncer.

Articulada pela Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (FEMAMA) e pela ONG Instituto da Mama do Rio Grande do Sul (IMAMA), a reunião foi presidida pela deputada Liziane Bayer.

A mesa da audiência foi composta por Rafael Vargas, coordenador do registro hospitalar do câncer da Santa Casa de Misericórdia, Cristiane de Souza, embaixadora do IMAMA, Nadiane Lemos, coordenadora da Política de Saúde da Mulher da Secretaria Estadual de Saúde, Regina Borges de Medeiros, defensora pública e Renan Arais Lopes, representante da Senadora Ana Amélia Lemos.

Um dos principais tópicos debatidos foi a adoção do registro compulsório. A notificação compulsória do câncer, que havia passado pelo plenário do Senado como PLC 14/2018 no final de maio, foi sancionada em 25 de junho pelo presidente da república, Michel Temer.

A FEMAMA, em conjunto com Organizações Não Governamentais de sua rede, lutou pela aprovação do projeto. Agora, os estados podem apoiar a regulamentação do registro e buscar alternativas para que não haja subnotificação.

As etapas, desde o primeiro sintoma, até o diagnóstico e tratamento, devem ser fiscalizadas, pois doenças como o câncer têm que ser atendidas com agilidade. O registro compulsório do câncer pode ser um caminho para essa fiscalização, pois a informação será registrada, e será possível fazer o rastreamento dos encaminhamentos de cada paciente. Os registros de câncer hoje estão com atrasos, com a implementação do registro compulsório teremos dados em tempo real”, afirma Rafael Vargas, coordenador do registro hospitalar do câncer da Santa Casa de Misericórdia.

Dados de 2018 do Observatório de Oncologia e do Conselho Federal de Medicina apontam o câncer como a principal causa de morte em 10% dos municípios brasileiros. Neste sentido, o registro de casos de câncer para gerar dados confiáveis que embasem estratégias de enfrentamento da doença é peça chave para melhorar o planejamento da atenção e cuidado dos pacientes.

Registro de câncer e diagnóstico ágil

Atualmente, no Brasil, existem ao menos três formas de contabilizar casos de câncer: o registro por base populacional; o registro de câncer hospitalar; e o Sistema de Informação do Câncer (SISCAN), mas essas plataformas não oferecem um panorama unificado da doença nos sistemas público e privado, além de a coleta de dados ser incompleta e não obrigatória no sistema privado.

Em 25 de junho, o presidente sancionou o projeto do registro compulsório, que virou lei. A nova Lei 13.685 altera a Lei dos 60 Dias (12.732/2012), que estabelece, dentre outras coisas, o prazo máximo de 60 dias a partir da assinatura do laudo patológico para início do tratamento do paciente com câncer.

Durante a audiência, ficou acordada a realização de um fórum liderado pelo IMAMA, com a participação das ONGs focadas no combate ao câncer de mama presentes e hospitais e unidades de saúde do estado para debater a implementação do registro compulsório no Rio Grande do Sul.

Além disso, a deputada Liziane Bayer propôs uma reunião entre a Frente Parlamentar sobre o Câncer na Mulher do RS com o Ministério da Saúde e com a Secretaria Estadual da Saúde, para alinhar a melhor forma de realizar o registro.

Além da adoção do registro compulsório, o debate abordou a necessidade de maior agilidade nos processos de diagnóstico oncológico a partir da suspeita de câncer. Existem casos de espera para confirmação do câncer que levam meses entre os pacientes da rede pública, e mais da metade deles têm a confirmação do diagnóstico quando o câncer já está em estágio avançado.

Desde 2013, a FEMAMA trabalha pela aprovação do Projeto de Lei 5722/13, que incluirá um artigo na Lei dos 60 Dias, estabelecendo o prazo máximo de 30 dias para a confirmação do diagnóstico mediante suspeita médica de câncer. A confirmação diagnóstica se dá pelo laudo anatomopatológico, resultado da biópsia.

A audiência teve o apoio do grupo multissetorial Go All, da União Internacional de Controle do Câncer (UICC), da Associação Beneficente Amigas da Mama do Litoral (ABAMI), da Associação de Apoio a Pessoas com Câncer (AAPECAN), da Liga Feminina de Combate ao Câncer de Canoas, da Viamama e da Frente Parlamentar Sobre o Câncer na Mulher.

Foto: divulgação | Fonte: assessoria
29/06/2018 0 Comentários 535 Visualizações
BusinessSaúde

Embrapa financia estudo sobre suco de tamarindo

Por Gabrielle Pacheco 14/06/2018
Por Gabrielle Pacheco

O uso de um suco preparado com farinha de tamarindo promoveu uma redução de 24% na taxa de triglicérides de voluntários. É o que mostra um estudo que avaliou os impactos do uso do fruto no controle dos distúrbios bioquímicos associados ao diabetes. A pesquisa foi realizada pela Embrapa e Universidade Estadual do Ceará (UECE). Triglicérides, ou triglicerídeos, são um tipo de gordura presente no sangue que, em quantidades elevadas, aumenta o risco de doenças cardíacas e outros problemas de saúde, principalmente quando o colesterol também está alto.

O consumo do tamarindo também promoveu leves reduções no colesterol total, no índice de massa corporal e na circunferência da cintura dos voluntários. O estudo apontou ainda que o produto apresenta baixo índice glicêmico (IG). Esse indicador mostra o quão rápido um alimento ingerido consegue aumentar a glicemia (a glicose no sangue).

Participaram do experimento 164 adultos e idosos com diabetes, com peso adequado ou até leve obesidade. Do total, 82 pacientes apresentavam glicemia controlada e os demais, glicemia elevada. Durante quatro semanas, metade dos voluntários consumiu o suco preparado com a farinha de tamarindo e a outra ingeriu placebo.

A intervenção contou com cinco encontros. A cada encontro, os voluntários recebiam envelopes com desidratado de tamarindo, para utilização ao longo da semana. Os pacientes passaram por consultas e exames para determinação do perfil glicêmico e lipídico, verificação da ingestão alimentar e avaliação antropométrica (medidas de peso, altura, circunferência da cintura e do quadril). Os resultados deixaram os cientistas animados. A equipe acredita que o produto pode ser utilizado como adjuvante para o controle do perfil lipídico de indivíduos com diabetes.

A pesquisadora Ana Paula Dionísio, da Embrapa Agroindústria Tropical (CE), esclarece que o estudo com alimentos funcionais busca o desenvolvimento de novos produtos que promovam benefícios à saúde dos consumidores. A pesquisa foi financiada pela Embrapa e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

Com esse tipo de resultado, temos condição de incentivar a população a consumir mais frutas. Com isso, incentiva-se também a produção”, completa o pesquisador Nedio Jair Wurlitzer, da mesma Unidade de pesquisa da Embrapa.

Esses testes estão em andamento com a parceria da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Paralelamente, a equipe do Laboratório Multiusuário de Química de Produtos Naturais da Embrapa avalia quimicamente os produtos, para investigar quais os componentes responsáveis pelos efeitos benéficos à saúde.

Se identificarmos que polifenóis atuam com as fibras, para o efeito na saúde, teremos a possibilidade de concentrar esses componentes e utilizar em um novo produto”, explica Nedio Wurlitzer.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
14/06/2018 0 Comentários 721 Visualizações
SaúdeVariedades

Asilo Padre Cacique completa 120 anos

Por Gabrielle Pacheco 12/06/2018
Por Gabrielle Pacheco

O Asilo Padre Cacique completa 120 anos em 2018. A comemoração inicia na manhã de terça-feira (19), às 9h, com pronunciamento de abertura e declamação da moradora Carmem, homenageando a entidade. Após, ocorre o hasteamento das bandeiras nacional, gaúcha e da Instituição, com a presença da Banda do Exército.

O almoço festivo e especial aos moradores será servido às 11h, enquanto o almoço para funcionários e convidados inicia às 12h. Para finalizar a festividade, acontece a apresentação da Roda de Samba “Porão do Padre” com muito samba e dança, das 14h30min às 17h.

O Asilo Padre Cacique atende, normalmente, até 150 idosos carentes,  mas atualmente apenas 113 idosos em razão da gravíssima situação financeira que está enfrentando. Aproximadamente 40% destas pessoas não possuem mais vínculos ativos com familiares. São 94 funcionários que atendem e cuidam dos moradores. A Instituição depende da solidariedade para fornecer uma vida tranquila aos idosos.

Mais importante que as preciosas e imprescindíveis doações individuais é o trabalho que precisamos fazer de conscientização dos empresários que podem ajudar destinando 1% do seu lucro trimestral ou anual aos projetos do Asilo Padre Cacique no Fundo Municipal do Idoso de Porto Alegre, deduzindo totalmente o valor doado do Imposto de Renda a pagar”, afirma o presidente do Asilo Padre Cacique, Edson Brozoza.

As doações ocorrem pelo site. Pessoas físicas também podem ajudar, doando alimentos não perecíveis, leite, café, produtos de higiene pessoal e de limpeza, roupas e cobertores.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
12/06/2018 0 Comentários 886 Visualizações
Saúde

Diabetes é tema de evento na Associação Médica do Estado

Por Gabrielle Pacheco 12/06/2018
Por Gabrielle Pacheco

Ações preventivas de mudanças de hábitos de vida podem sair muito mais barato do que o valor gasto em medicamentos. O alerta fez parte de atividade realizada pela Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS), no Ciclo de Palestras que faz parte da campanha “Saúde Preventiva: Pratique essa Ideia!”, realizado na noite de quinta-feira (07).

Esse mês, a programação foi referente do Junho Vermelho. A atividade foi realizada  no Centro de Eventos AMRIGS.

Pacientes pré-diabéticos são pacientes que já estão tendo alguma alteração no seu organismo e serão diabéticos, muito provavelmente, se não fizerem alguma alteração no estilo de vida ou dieta. O diabetes tende a ser uma doença progressiva, especialmente, o tipo 2. Então, esse paciente vai precisar cada vez mais medicamentos e intervenções terapêuticas, explicou o médico endocrinologista, Rafael Selbach.

Os sintomas mais comuns observados em pacientes diabéticos são urina em excesso, excesso de sede e perda de peso. Há também, pacientes que são assintomáticos e por isso é importante a realização de exames de sangue frequentes.

Ente as ações preventivas mais importantes estão adoção de uma dieta saudável, hábitos regulares de atividade física, cessar o tabagismo e, em casos indicados pelo médico, uso de medicamentos.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
12/06/2018 0 Comentários 560 Visualizações
SaúdeVariedades

Vacinação contra a gripe aberta a toda a população de Novo Hamburgo

Por Gabrielle Pacheco 12/06/2018
Por Gabrielle Pacheco

Na tarde desta segunda-feira (11), a Secretaria Municipal de Saúde informou que as imunizações gratuitas contra a influenza estão à disposição de todos. O inverno só começa, oficialmente, em 21 de junho.

As mudanças repentinas de temperatura, de uma sensação de abafamento aos efeitos no organismo do vento gelado, podem aumentar as chances de se contrair gripes e resfriados. Há poucos dias, o Ministério da Saúde estendeu a ação nacional até 15 de junho, ainda a grupos prioritários.

No entanto, ciente de que se trata da necessidade de dar máxima eficácia a medidas de prevenção contra a influenza, a Prefeitura de Novo Hamburgo, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), acaba de tomar a iniciativa de liberar a vacinação para toda a população a partir desta terça-feira (12), nas unidades de saúde do Município. De acordo com o secretário de Saúde, Naasom Luciano, a decisão foi tomada na tarde desta segunda-feira, 11, junto à equipe técnica da Gerência de Vigilância em Saúde.

A Secretaria Estadual da Saúde (SES) ampliou as faixas de vacinação contra a gripe neste início de semana para crianças menores de 10 anos e adultos a partir dos 50 anos, que antes não estavam nos grupos prioritários”, contextualiza. “Mas diante do quadro de cobertura vacinal em Novo Hamburgo, a Prefeitura decidiu abrir a imunização contra a gripe a todos”, afirma Naasom.

Aos municípios, a orientação da Secretaria Estadual da Saúde (SES) é que se mantenha a busca da meta de 90% de cobertura vacinal. Somente há restrição à vacina para quem tem sensibilidade a ovo. De acordo com médicos, para se proteger é importante incluir mais duas atitudes: lavar as mãos com frequência e evitar lugares com aglomeração de pessoas.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
12/06/2018 0 Comentários 697 Visualizações
CidadesSaúdeVariedades

Bom Princípio inaugura hospital

Por Gabrielle Pacheco 01/06/2018
Por Gabrielle Pacheco

O município de Bom Princípio terá nesse sábado, (dia 2), a inauguração do novo hospital da cidade. A solenidade está marcada para às 10 horas, nas instalações junto à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município, no bairro Paraíso do Vale. A cerimônia foi confirmada nesta manhã, depois da prefeitura e da Associação São Pedro Canísio (que vai administrar o espaço) receberem o Alvará da Vigilância Sanitária do Estado. O documento era esperado com ansiedade pela prefeitura e pela direção do hospital depois da última vistoria, feita na terça-feira (29), pela Vigilância da 5ª Coordenadoria de Saúde do Estado, em Caxias do Sul.

Segundo a diretora-presidente do São Pedro Canísio, Adriana Schvade Seibel, a cerimônia ocorrerá mesmo com chuva. “Se tempo não estiver bom, as pessoas devem levar capa ou guarda-chuva, já que a área coberta externa não é muito grande”.

A transferência do Hospital São Pedro Canísio do velho prédio da década de 1930 – situado próximo à prefeitura – para as novas instalações deve ser completada a partir da próxima segunda. “No início da semana já havíamos dado alta ao último paciente do hospital antigo”, explica a diretora-presidente do São Pedro Canísio, Adriana Schvade Seibel. Segundo ela, amanhã a solenidade ainda terá visitação às instalações novas, inclusive ao bloco cirúrgico construído a partir do ano passado em parceria entre a entidade e a prefeitura. “Depois, o final de semana será para a limpeza geral e esterilização dos ambientas, para a partir de segunda (dia 4) os novos pacientes serem recebidos de casa nova”, completa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/06/2018 0 Comentários 711 Visualizações
CidadesSaúde

Nova UPA será inaugurada em Novo Hamburgo

Por Gabrielle Pacheco 24/05/2018
Por Gabrielle Pacheco

A unidade de Pronto Atendimento 24 Horas, a UPA Boleslau Casemiro Konarzewski, será inaugurada no dia 9 de junho, em Novo Hamburgo. O novo espaço vai funcionar com a equipe de profissionais que atendem atualmente no Pronto Atendimento (PA), que será desativado. Totalmente informatizada, além dos serviços básicos de atendimento de emergências, a UPA do bairro Rio Branco terá novidades na área da traumatologia, oferecendo raios-X de última geração, aplicação de gesso e talas e controle de gases medicinais.

Com capacidade para atender 6500 pessoas por mês, a unidade está localizada na rua Visconde de Taunay, 134, no bairro Rio Branco e vai beneficiar principalmente a comunidade dos bairros Primavera, Rincão, Roselândia, Industrial, Santo Afonso e Liberdade. Próxima ao terminal Rio Branco, ao Paradão e também a estação Novo Hamburgo do Trensurb, a UPA abre em 9 de junho já à disposição do cidadão para atendimentos.

De acordo com o titular da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Naasom Luciano, a inauguração da UPA vai proporcionar à comunidade um atendimento melhor no que se refere ao conforto e espaço físico, enquanto que os profissionais passarão a contar com melhor e mais adequado ambiente de trabalho. “A nova UPA também vai desafogar a emergência do Hospital Municipal”, completa o secretário de Saúde.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
24/05/2018 0 Comentários 613 Visualizações
CidadesSaúde

Porto Alegre é escolhida como Cidade-Desafio para o Câncer

Por Gabrielle Pacheco 22/05/2018
Por Gabrielle Pacheco
A capital gaúcha foi selecionada como Cidade-Desafio do City Cancer Challenge 2025, iniciativa liderada pela União Internacional de Controle do Câncer (UICC) que tem como objetivo conduzir algumas cidades no mundo à liderança no planejamento e implementação de soluções de tratamento de câncer.  Com a maior mortalidade por câncer no Brasil, a cidade receberá apoio para desenvolver formas de planejar e implementar soluções de tratamento à doença.
Porto Alegre é a primeira cidade na América Latina nomeada. A decisão foi anunciada durante a Assembleia Mundial da Saúde da ONU, na tarde de hoje (21) em Genebra, Suíça.
De acordo com dados do INCA, estima-se que sejam registrados cerca de 600 mil novos casos de câncer em 2018, 54.800 deles só no Rio Grande do Sul. A candidatura da cidade foi resultado do trabalho conjunto entre a Prefeitura de Porto Alegre e a Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (FEMAMA), com o apoio do Hospital Moinhos de Vento.
Dra. Maira Caleffi, presidente voluntária da FEMAMA, afirma que a participação de uma cidade brasileira nessa iniciativa será um passo fundamental para que pacientes com diagnóstico de câncer tenham acesso ao tratamento adequado e todos os cuidados que a doença demanda.
O Projeto Cidade-Desafio permitirá agregar várias áreas de interesse em busca de uma solução para as crescentes taxas de câncer em Porto Alegre. Existe um problema global com o aumento geométrico do número de novos casos, mas a solução precisa ser local. Com essa experiência, Porto Alegre servirá de modelo nacional para tornar o atendimento oncológico mais rápido e moderno”, declara.
No máximo cinco cidades no mundo devem ser escolhidas como Cidade-Desafio até o fim do ano entre 20 candidatas para receberem acompanhamento da UICC na estruturação da busca de resultados. Porto Alegre foi a única cidade latino-americana a integrar a disputa.
Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
22/05/2018 0 Comentários 482 Visualizações
Saúde

58º Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia terá como tema saúde feminina integral

Por Gabrielle Pacheco 21/05/2018
Por Gabrielle Pacheco

O 58º Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia (CBGO) definiu data para o evento, que acontecerá de 13 a 16 de novembro de 2019, em Porto Alegre. Segundo a presidente da 58ª edição, Maria Celeste Osório Wender, a expectativa é receber mais de 5 mil congressistas. O tema central é a saúde feminina integral, da prevenção primária até os avanços das terapias.

O Congresso é a oportunidade de todo ginecologista e obstetra do País se atualizar, por meio de conferências, discussões práticas e, acima de tudo, por meio de contato direto com especialistas que são referência em suas respectivas áreas, sedimentando conhecimentos e esclarecendo dúvidas. Aliás, o objetivo é disponibilizar a melhor evidência científica, para que seja revertida em cuidados de qualidade à saúde da população feminina”, pondera Maria Celeste.

Na pauta dos debates figuram questões essenciais ao dia a dia do GO, como anticoncepção, aleitamento materno, assistência ao parto, abortamento e puerpério, climatério, pré-natal, doença trofoblástica gestacional, endometriose, endoscopia e cirurgias ginecológicas, câncer ginecológico, doenças da mama, ginecologia endócrina, ginecologia infanto-puberal, medicina fetal e mortalidade materna, sexologia e infertilidade, vacinas, violência sexual e o abortamento legal.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
21/05/2018 0 Comentários 572 Visualizações
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