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Saúde

Saúde

A evolução da oncologia nas últimas décadas

Por Ester Ellwanger 20/09/2021
Por Ester Ellwanger

Em 1963, quando foi criada a Sociedade Brasileira de Quimioterapia Antineoplásica, em Belo Horizonte (MG), nascia a primeira entidade médica voltada ao tratamento do câncer no país. Dezesseis anos depois, durante um simpósio em Porto Alegre (RS), a entidade ressurgiu com novo nome, Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), para, em 1981 ser oficialmente fundada.

A história de fundação da SBOC se confunde com a da própria prática sistematizada da oncologia clínica no país – isto é, do cuidado mais amplo para o diagnóstico e tratamento das diferentes neoplasias. Até então, a oncologia clínica era uma área ainda pouco difundida no país, mas que, com a atuação da SBOC, foi se tornando uma das especialidades mais fortes da medicina nacional. “Hoje é quase impossível pensar em praticar oncologia clínica no país sem ter vínculos com a SBOC”, avalia Dr. Roberto de Almeida Gil, membro da entidade desde 1981.

Era difícil imaginar que conheceríamos tanto sobre câncer como hoje, e ainda mais inimagináveis as tantas inovações no tratamento e no diagnóstico.”

Criada com o propósito principal de gerar conhecimento para os médicos que tratavam pacientes com câncer, a SBOC passou a aturar em diversas outras frentes, como incentivo à pesquisa, políticas de saúde, defesa profissional, relações nacionais e internacionais. “Era difícil imaginar que conheceríamos tanto sobre câncer como hoje, e ainda mais inimagináveis as tantas inovações no tratamento e no diagnóstico, permitindo cada vez mais a cura em muitos casos e mesmo lidar com a doença como uma condição crônica”, avalia a presidente da Sociedade, Dra. Clarissa Mathias.

Avanços contra o câncer

Na época da criação da SBOC, a quimioterapia já havia sido descoberta – o que ocorreu no fim dos anos 50 e é considerado o primeiro grande marco da oncologia. Porém, pouco se sabia sobre os diferentes tipos de cânceres, que são únicos e complexos. Foi no final dos anos 90 que tudo começou a avançar, com o lançamento do primeiro anticorpo monoclonal quimérico, em 1997, um passo importante na evolução dos tratamentos. Pouco tempo depois, em 2001, o genoma humano foi sequenciado pela primeira vez e o primeiro quimioterápico via oral foi lançado – um medicamento que revolucionou o tratamento de pacientes com leucemia, agindo diretamente na alteração genética que causa a doença.

“Ao longo de todos esses avanços, a SBOC protagonizou grandes conquistas e foi se estabelecendo como a maior interlocutora da oncologia clínica nacional, atuando fortemente no amadurecimento da área no Brasil”, diz Dra. Clarissa Mathias. “A especialidade estava mudando muito e a SBOC já agia para permitir que oncologistas e pacientes estivessem a par desses avanços científicos enormes e das melhores práticas”, completa.

Em 2011, a primeira imunoterapia para câncer foi aprovada, um tratamento que potencializa o sistema imunológico para que ele combata os tumores. “As opções de classes terapêuticas foram se expandindo, permitindo que os mais diversos tipos e subtipos de câncer tivessem tratamento. E a SBOC, ao lado da sociedade civil e com o poder público, foi lutando para que toda essa inovação se tornasse acessível à população por meio da rede pública e da saúde suplementar”, conta o diretor executivo da entidade, Dr. Renan Clara.

Queremos ajudar a ampliar o acesso aos avanços no tratamento oncológico, com o intuito de melhorar o controle do câncer no Brasil e impactar positivamente na qualidade de vida dos pacientes”.

Em 2020, diante de tantos desafios, a SBOC conseguiu engajar médicos e hospitais para entender e reduzir os impactos da pandemia no cuidado oncológico, realizando uma pesquisa nacional sobre as relações entre a COVID-19 e o câncer. Além disso, após dois anos desde a maior submissão de tecnologias por uma única entidade ao Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a SBOC celebrou a incorporação de 14 dos 26 medicamentos e procedimentos defendidos por seus especialistas. “É com muito orgulho que contamos a história da SBOC e destacamos o quanto contribuímos com o acesso a melhores opções terapêuticas, pois essa é uma de nossas maiores prioridades”, pontua Dra. Clarissa.

A SBOC também respondeu, no ano passado, ao chamado da Organização Mundial de Saúde (OMS) e se reuniu com outras sociedades médicas, associações de pacientes, o Ministério da Saúde e a Organização Pan-Americana de Saúde para planejar como eliminar o câncer no colo do útero no Brasil e no mundo nos próximos anos.

Para 2022, a SBOC permanecerá se dedicando a reverter o cenário de atrasos em diagnósticos e tratamento. “Queremos ajudar a ampliar o acesso aos avanços no tratamento oncológico, com o intuito de melhorar o controle do câncer no Brasil e impactar positivamente na qualidade de vida dos pacientes”, finaliza Dra. Clarissa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/09/2021 0 Comentários 790 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento recruta pacientes com histórico de AVC

Por Ester Ellwanger 18/09/2021
Por Ester Ellwanger

O Hospital Moinhos de Vento está recrutando pacientes com histórico de Acidente Vascular Cerebral Hemorrágico que sejam maiores de 18 anos, tenham pressão alta e não possuam doenças relacionadas ao rim e ao fígado. Os voluntários irão participar de uma pesquisa internacional, considerada um dos maiores estudos de prevenção secundária do AVC deste tipo no mundo, com o objetivo de fornecer evidências do impacto do tratamento em nível global. A estimativa é que sejam recrutadas 1,5 mil pessoas, sendo 150 brasileiros, em 11 centros de diversas regiões do país.

O projeto Trident — sigla em inglês para Estudo da Terapia Tripla para Prevenção de Eventos Recorrentes de Doença Cerebral Intraparenquimatosa — investiga a combinação de medicamentos anti-hipertensivos em uma única pílula para a diminuição da recorrência da doença, uma das formas mais graves e responsável por 10% das reincidências de AVC do mundo. De acordo com a investigadora principal do estudo e chefe do Serviço de Neurologia e Neurocirurgia do Hospital Moinhos de Vento, Sheila Martins, os resultados poderão contribuir para a introdução de uma medicação anti-hipertensiva de baixo custo no SUS, além de ter possibilidade de manufatura em laboratórios públicos.

O estudo Trident testa o efeito de uma combinação de três medicamentos de baixa dosagem, em uma pílula única, na prevenção desses pacientes nos primeiros seis meses de tratamento.”

“O estudo Trident testa o efeito de uma combinação de três medicamentos de baixa dosagem, em uma pílula única, na prevenção desses pacientes nos primeiros seis meses de tratamento. Essa medicação é capaz de reduzir efetivamente a pressão arterial com a intenção de prevenir novos eventos, como AVC isquêmico e hemorrágico, doenças do coração e, consequentemente, a taxa de mortalidade”, afirma.

O estudo

No Brasil, a iniciativa acontece em parceria com o Ministério da Saúde, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sus (PROADI-SUS), e com a Rede AVC Brasil. A pesquisa de nível internacional é coordenada pelo The George Institute for Global Health e estima incluir 1,5 mil pacientes até o final de 2023.

A participação brasileira é considerada fundamental para garantir a representatividade da sua população. “Nosso país tem uma amostra étnica muito ampla, garantindo características genéticas muito diversas, e com um sistema de saúde universal. Temos uma rede de pesquisa nacional muito forte na área de AVC com pessoas interessadas em mudar e qualificar o atendimento a estes casos”, ressalta a neurologista vascular do Hospital Moinhos de Vento e líder do Projeto Trident no Brasil, Ana Cláudia de Souza.

De acordo com a médica, além de contribuir internacionalmente com a pesquisa científica, o projeto é uma oportunidade de incluir no rol de medicamentos oferecidos pelo SUS uma nova opção, de baixo custo, eficaz e de dose diária única, eliminando a dificuldade dos pacientes de tomar vários remédios ao longo do dia.

O estudo teve início em 2017 e, além do Brasil, é executado na Austrália, China, Inglaterra, Taiwan, Malásia, Singapura, Sri Lanka, Holanda e Suécia.

O AVC

O AVC é uma alteração súbita da circulação cerebral e pode ocorrer de duas formas. O chamado AVC Hemorrágico, que corresponde de 10% a 15% dos casos, é provocado pelo rompimento de um vaso sanguíneo cerebral, espalhando sangue pelo cérebro. O AVC Isquêmico, considerado o mais comum, se caracteriza pela falta de sangue numa região do cérebro, que é causada a partir da obstrução de um vaso sanguíneo cerebral. Este último tem tratamento possível se o paciente chegar rapidamente ao hospital.

Considerado o maior fator de incapacidade no mundo, é a segunda causa de mortalidade no Brasil, onde são registrados cerca de 400 mil casos por ano — destes, 80% são atendidos no Sistema Único de Saúde. Apesar das estatísticas, estima-se que, em 90% dos casos, a doença poderia ser evitada. A prevenção depende de o paciente atuar em dez fatores de risco: pressão alta (considerada o principal fator), colesterol elevado, diabetes, fumo, fibrilação atrial (arritmia cardíaca que provoca má circulação sanguínea), obesidade, sedentarismo, alimentação inadequada, abuso de bebidas alcoólicas e depressão e/ou estresse.

É fundamental que a população tenha conhecimento disso, pois é uma doença que pode ser evitada com facilidade”.

“Todos esses fatores implicam em uma mudança significativa no estilo de vida. É fundamental que a população tenha conhecimento disso, pois é uma doença que pode ser evitada com facilidade”, explica Sheila Martins. A especialista também reforça que o exercício é considerado um poderoso protetor contra o AVC: fazer 30 minutos de atividade física, cinco vezes por semana, reduz os riscos em quase 40%.

É importante aprender a reconhecer os sinais, como perda de força ou dormência, geralmente em uma metade do corpo; dificuldade para falar ou compreender a fala; dificuldade de enxergar em um olho, nos dois olhos, ou numa metade do campo de visão; tontura, que se manifesta com uma sensação rotatória associada à falta de equilíbrio e de coordenação; e intensa dor de cabeça súbita.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/09/2021 0 Comentários 906 Visualizações
Saúde

Setembro Amarelo: saiba como a prática de yoga pode contribuir com o tratamento de depressão

Por Stephany Foscarini 18/09/2021
Por Stephany Foscarini

Com o objetivo de conscientizar a população sobre a saúde mental, o Setembro Amarelo consiste em uma campanha organizada nacionalmente pela Associação Brasileira de Psiquiatria e pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). O mês de setembro foi escolhido porque, no dia 10, é celebrado o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio.

Segundo Francisco Kaiut, criador do Método Kaiut Yoga, professor de yoga, quiroprata e terapeuta natural, a saúde mental tem sido alvo de muitas discussões atualmente, uma vez que tem ganhado cada vez mais relevância no Brasil e no mundo. “Os transtornos psicossociais, como a ansiedade e a depressão, são problemas característicos da contemporaneidade. Por isso, é essencial falarmos não somente sobre os tratamentos dessas condições, mas também sobre a prevenção. Prevenir o aparecimento ou o agravamento dos transtornos contribui, consequentemente, para a prevenção do suicídio”, explica o especialista.

Francisco Kaiut

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o segundo país do mundo com o maior número de pessoas depressivas. No que se refere à ansiedade, o Brasil ocupa a primeira posição. Para Kaiut, esses dados revelam um problema de saúde pública que precisa de atenção. “A pandemia foi determinante para o desenvolvimento e para o agravamento de muitos transtornos psicológicos, especialmente por conta das medidas de isolamento e de distanciamento social. O que muitos não sabem, contudo, é que a yoga pode ajudar no tratamento e no alívio de alguns sintomas”, conta.

Esse é o resultado de uma pesquisa publicada na British Journal of Sports Medicine, que apontou que a prática de yoga é capaz de reduzir os sintomas depressivos em pacientes diagnosticados com depressão e/ou com ansiedade. “O yoga não cura a depressão, precisamos deixar isso claro. Porém, sua prática atua de diversas formas no alívio dos sintomas. Uma das principais ações da yoga é aumentar a neuroplasticidade positiva e a autoconsciência, o que acalma o sistema nervoso e, consequentemente, age contra a depressão”, pontua Kaiut.

A prática de yoga é benéfica tanto para a saúde física quanto para a saúde mental”.

Outro fator de destaque apontado pelo professor é a produção de serotonina e de dopamina, neurotransmissores que auxiliam na melhora do humor e na redução dos sintomas depressivos. “A prática de yoga é benéfica tanto para a saúde física quanto para a saúde mental. Enquanto contribui para a saúde do sistema cardiovascular, melhora a autoestima, promove o autoconhecimento e auxilia no equilíbrio entre corpo e mente”, comenta.

De acordo com Kaiut, a prática de yoga deve ser complementar a um tratamento adequado. “A depressão é um transtorno psicológico sério e que precisa de tratamento. Por isso, é essencial buscar o auxílio de um profissional especializado, como um psicólogo ou um psiquiatra. Se você realiza o acompanhamento correto, pode contar com as vantagens da yoga”, finaliza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/09/2021 0 Comentários 1,1K Visualizações
Saúde

Novo Hamburgo abre todas as unidades para vacinar neste sábado

Por Ester Ellwanger 17/09/2021
Por Ester Ellwanger

A Secretaria Municipal de Saúde de Novo Hamburgo informa que tem disponível todos os imunzantes contra a covid19 para o Dia D de vacinação contra a covid-19 marcada para este sábado, dia 17. Todas as 25 unidades de saúde e ainda a Casa de Vacina irão abrir das 9h às 15 horas.

Serão aplicadas primeira dose em pessoas acima de 17 anos, além de segunda e terceira dose no público já contemplado (conforme detalhes abaixo). Não é preciso agendar, basta comparecer em qualquer unidade com a documentação necessária.

Com a chegada de um novo lote de 2.750 doses de vacina AstraZenec/Fiocruz e mais 690 doses da Coronavac/Butantan nesta sexta-feira, dia 16, além do que havia disponível na Vigilância Sanitária do Município, inclusive do imunizante da Pfizer, a Secretaria Municipal de Saúde reafirma a meta de atender a todos os públicos.

O imunizante Pfizer será destinado para a primeira dose a adolescentes sem comorbidades de 17 anos e terceira dose para idosos de 70 anos ou mais e para pessoas de qualquer idade com imunossupressão de alto grau.

Será obrigatória a presença de um responsável pelo jovem de 17 anos neste sábado. O menor deverá apresentar documento, Cartão SUS de Novo Hamburgo ou comprovante de residência no nome do responsável (caso o comprovante esteja em nome de outra pessoa, deve ser apresentada declaração registrada em cartório que o responsável reside naquele local).

Segunda e terceira dose

Neste Dia D de vacinação também será oferecida primeira e segunda dose para quem tem acima de 18 anos. No caso da segunda dose, a pessoa deve ficar atenta ao intervalo de 10 a 12 semanas em relação à primeira dose.

O Município ainda irá aplicar a terceira dose para pessoas acima dos 70 anos ou mais que receberam a segunda dose de qualquer imunizante até dia 18 de março. E terceira dose também para pessoas de qualquer idade com alto grau de imunossupressão que receberam a segunda dose de qualquer imunizante ou dose única até dia 21 de agosto.

Os idosos devem apresentar a seguinte documentação: comprovante da segunda dose, documento com foto, Cartão SUS Novo Hamburgo ou comprovante de residência. Já as pessoas com imunossupressão devem apresentar laudo médico, além de comprovante da segunda dose ou dose única, documento com foto, Cartão SUS Novo Hamburgo ou comprovante de residência. No quadro abaixo estão as situações que contemplam o público de imunossuprimidos.

Observação: pessoas com qualquer tipo de alergia não serão vacinadas durante os drives. Este público deve agendar a imunização nas unidades de saúde.

Foto: Lu Freitas/Divulgação| Fonte: Assessoria
17/09/2021 0 Comentários 744 Visualizações
Saúde

Mais de 50% da população adulta de Canoas já está vacinado

Por Ester Ellwanger 17/09/2021
Por Ester Ellwanger

Canoas ultrapassou a marca de 50% da população adulta com o ciclo de imunização completo contra a Covid-19. São 141.892 mil pessoas vacinadas com as duas doses ou dose única (52,56%). Mais de 255,5 mil já receberam ao menos uma dose do imunizante, quase 93% dos canoenses acima de 18 anos e 73,7% da população total.

Somente 14 dias após a segunda dose é que a imunização contra o coronavírus estará completa. Por isso, a Secretaria Municipal da Saúde reforça a importância de a população comparecer aos postos de saúde para completar o esquema vacinal.

No município, cerca de 15,9 mil pessoas ainda não retornaram para fazer a segunda dose. Entre os motivos para essa ausência estão os efeitos colaterais vivenciados na primeira aplicação e a ideia equivocada de que uma dose apenas já é o suficiente para se proteger.

A médica do Serviço de Imunizações da Vigilância em Saúde de Canoas, Andréa Lima Leal, explica que algumas reações são consideradas normais em qualquer vacina, como dor no local da aplicação, febre, dor no corpo e indisposição, e apresentam duração limitada. No caso dos imunizantes contra a Covid-19, é preciso ter em mente que os benefícios superam possíveis eventos adversos. Apesar de não impedirem que a pessoa tenha o vírus, eles reduzem consideravelmente o risco de desenvolver formas mais graves da doença, a necessidade de internações e as mortes.

Quem já recebeu a primeira dose deve ficar atento à data que aparece na carteirinha de vacinação e ao cronograma divulgado nos canais oficiais de comunicação da Prefeitura, pois, no caso da AstraZeneca (Fiocruz) e da Pfizer, está ocorrendo a antecipação do intervalo. Mesmo quem já completou o ciclo vacinal deve manter as medidas de prevenção, sendo as principais: uso correto da máscara, higienização frequente das mãos, utilização de álcool em gel 70%, evitar aglomerações e manter os ambientes arejados.

Foto: Gustavo Garbino /Divulgação | Fonte: Assessoria
17/09/2021 0 Comentários 582 Visualizações
Saúde

Liga de Combate ao Câncer de Estância Velha viabiliza 120 exames de mamografias

Por Ester Ellwanger 17/09/2021
Por Ester Ellwanger

Uma importante ajuda para reduzir a fila de espera de mulheres que aguardam para realizar mamografias foi confirmada nesta semana. A Liga Feminina de Combate ao Câncer de Estância Velha confirmou a doação de 120 exames para que a Secretaria de Saúde promova uma força-tarefa e chame pacientes que aguardam para fazê-lo.
O chamamento acontecerá já a partir da próxima semana. Com a nova cota de exames, a Secretaria de Saúde acredita que irá conseguir zerar o passivo deste exame referente ao mês de agosto. “Essa é uma grande ajuda, ainda mais que estamos chegando ao Outubro Rosa, mês em que a pauta é a conscientização para o controle do câncer de mama”, pontuou a secretária de Saúde, Cláudia Pires.

Essa parceria já acontece há anos, mas sempre no mês de outubro. Decidimos antecipar por uma questão estratégica. Não há motivo para aguardar o mês de conscientização sobre o câncer de mama, quando a gente sabe que há mulheres aguardando pelo exame”.

A presidente da Liga Feminina de Combate ao Câncer, Cris Fleck Christ, foi quem confirmou a disponibilização das mamografias, em reunião que teve a presença do prefeito Diego Francisco, da secretária Cláudia, e de Denise Reis, responsável pela Central de Marcação de Consultas. “Essa parceria já acontece há anos, mas sempre no mês de outubro. Decidimos antecipar por uma questão estratégica. Não há motivo para aguardar o mês de conscientização sobre o câncer de mama, quando a gente sabe que há mulheres aguardando pelo exame”, colocou.

Cris explicou que os exames contratados pela Liga com um laboratório particular serão custeados com recursos próprios, provenientes de promoções da entidade ao longo do ano. “O lucro principal vem da Feijoada da Liga, que realizamos anualmente”, destacou.

O prefeito Diego Francisco colocou ser de suma importância essa relação de parceria que a Prefeitura mantém com entidades como a Liga. “Costumo dizer que é uma grande rede de proteção e prevenção que precisa ser mantida. Quem ganha é a comunidade”, pontuou.

Foto: Isaías Rheinheimer/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/09/2021 0 Comentários 717 Visualizações
Saúde

Santa Cruz do Sul não tem novos óbitos por Covid-19 há mais de 40 dias

Por Ester Ellwanger 17/09/2021
Por Ester Ellwanger

Nesta quinta-feira, 16 de setembro, Santa Cruz do Sul completa um mês e 10 dias sem registros de mortes por Covid-19. A última ocorrência notificada pela prefeitura foi no dia 6 de agosto, totalizando 298 óbitos desde o início da pandemia de coronavírus. No levantamento da Secretaria Estadual de Saúde, porém, os números indicam 333 mortes – 35 a mais, diferença já registrada nos balanços desde 2020.

Em razão disso, equipes da Secretaria Municipal de Saúde, há algumas semanas, estão revisando os dados em um trabalho em conjunto com a 13ª Coordenadoria Regional de Saúde.
Após rigorosa investigação, busca ativa e resgate das inconsistências, por meio da lista registrada no sistema de notificações de síndromes respiratórias agudas graves, foram incluídos:
– 8 óbitos de pacientes residentes em Santa Cruz do Sul e que estavam internados em hospitais de outros municípios: Porto Alegre (02), Cachoeira do Sul (01), Lajeado (01), Tramandaí (01), Santo Angelo (01), Canoas (01) e Pelotas (01);
– Análise de 8 óbitos: nov/2020 (01), dez/2020 (01), março/21 (02) e abril/21 (04);
– Investigação de 10 óbitos ocorridos até abril de 2021, sendo cinco em domicílios e três em Instituições de Longa Permanência de Idosos (ILPIs). Além de dois resgatados após avaliação laboratorial/clínica neste mesmo período.
– 8 óbitos no mês de julho que estavam aguardando finalização da investigação. Muitos dos diagnósticos são por exames de imagem como tomografias, e requerem uma minuciosa análise e interpretação clínica.

Diante das justificativas acima, o total de óbitos no Município em decorrência da doença passa a ser de 332. Um registro ainda está sendo investigado pela Secretaria. Entretanto, a última morte na cidade continua sendo a do dia 6 de agosto.

A atual gestão da Secretaria Municipal da Saúde reforça o seu comprometimento com a transparência e com um rigoroso controle e investigação das informações, razão pela qual opta sempre pela prudência ao divulgar os óbitos.

Transparência esta que recebeu recentemente o reconhecimento do Tribunal de Contas do RS em relação à campanha de vacinação contra a Covid-19, sendo Santa Cruz do Sul um dos dez municípios no Estado que apresentou desempenho exemplar no assunto, atendendo em 100% a todos os critérios analisados pelo órgão de fiscalização.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

17/09/2021 0 Comentários 1,1K Visualizações
Saúde

Reforço na esperança de adolescentes e idosos em Santa Cruz do Sul

Por Ester Ellwanger 17/09/2021
Por Ester Ellwanger

Preocupada com a neta, dona Clelia Silva Alves estava atenta para a chegada da vacina aos jovens de 17 anos. “Leio o jornal todo dia. E logo de manhã fui no quarto dela pra avisar que hoje já poderia se vacinar”, contou. Moradora do Bairro Verena, Clelia acompanhou a passos largos a estudante Amanda Winkelmann até a ESF Verena. Amanda estava ansiosa pela imunização. “Eu achei que ia demorar mais. Mas como chegou mais rápido que eu esperava, agora sim tenho esperanças de que tudo vai ficar bem. É um sentimento muito bom”, declarou.

Quem chegou também para se imunizar na mesma unidade de saúde foi o casal Robaina. Valter, de 91 anos, e Nedi, 87, estavam na expectativa para receberem a dose de reforço. “Eles queriam vir ontem já, mas liguei para a Secretaria de Saúde pra me informar se estava acontecendo a vacinação”, contou a filha Maires, que levou os pais para serem imunizados. “E se tiver mais doses vamos vir de novo”, brincou Nedi.

Ao final do procedimento, realizado no carro devido à dificuldade de locomoção de seu Valter, o casal recebeu uma orientação. “Tomem bastante água se puderem”. E os dois levantaram os polegares e, com um sorriso de gratidão, despediram-se da profissional de saúde com um aceno.

Adolescentes com 17 anos ou mais (primeira dose), e idosos acima dos 70 anos (dose de reforço), podem procurar pela imunização em uma das 14 unidades de saúde da zona urbana, e do interior do município, sem precisar de agendamento. Os jovens, para serem imunizados, devem portar um documento que contenha o número do CPF.

Nesta etapa de imunização também são contemplados com a dose de reforço os imunossurpimidos (pessoas em tratamento com quimioterapia, ou que receberam transplante de órgão, ou ainda com imunodeficiência primária grave, e portadores de HIV/Aids com CD4).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/09/2021 0 Comentários 559 Visualizações
Saúde

Hospital Universitário de Canoas inaugura ambulatório de neurocirurgia pediátrica

Por Ester Ellwanger 16/09/2021
Por Ester Ellwanger

O Hospital Universitário de Canoas passa a contar a partir deste mês de setembro com um Ambulatório de Neurocirurgia Pediátrica. O espaço atenderá pacientes encaminhados via consultas eletivas, bem como de crianças que nascem na instituição.

O primeiro procedimento foi feito nesta quarta-feira, 15 de setembro, em um bebê de 11 meses. A criança possuía craniossinostose, deformidade na cabeça causada pelo fechamento precoce de uma ou mais suturas cranianas. A cirurgia, comandada pela neurocirurgiã pediátrica Lílian Abdon, foi bem sucedida.

A médica explica que a possibilidade de fazer esta e outras cirurgias neurológicas infantis no HU contribui para a agilidade do procedimento que, muitas vezes, tem um período certo para ser realizado. “Até então muitos pacientes precisavam entrar em filas de espera para realizarem procedimentos considerados comuns, porém complexos, como a colocação de válvulas. Agora este tempo de espera com certeza foi reduzido, resultando em mais qualidade de vida aos pacientes.”

O interventor do hospital e secretário municipal de Governança e Enfrentamento à Pandemia, Felipe Martini, ressalta os avanços que a saúde de Canoas está implementando e quem têm reflexos diretos na população do município. “Estamos somando todos os esforços para diminuir a demanda reprimida na saúde, com planejamento, estratégias e execução permanente. Em 2019, encaminhamos 11 crianças para Porto Alegre e, em 2020, foram nove”, salientou.

Atualmente, Canoas tem 852 pacientes aguardando consulta com neuropediatra, demanda que ficou reprimida em função da pandemia. Destes, os que necessitarem de cirurgia já terão a possibilidade de fazer o procedimento no Hospital Universitário.

Foto: Laira Souza /Divulgação| Fonte: Assessoria
16/09/2021 0 Comentários 542 Visualizações
Saúde

Novo Hamburgo realiza Dia D contra a covid neste sábado

Por Ester Ellwanger 16/09/2021
Por Ester Ellwanger

Novo Hamburgo realiza neste sábado, 18 de setemvbro, o Dia D de vacinação contra a covid-19 na cidade. Todas as 25 unidades de saúde e ainda a Casa de Vacina irão abrir das 9 às 15 horas. Serão aplicadas primeira dose em pessoas acima de 17 anos, além de segunda e terceira dose no público já contemplado (conforme detalhes abaixo). Não é preciso agendar, basta comparecer em qualquer unidade com a documentação necessária.

Inicialmente, o Município iria vacinar jovens sem comorbidades a partir dos 12 anos, mas decidiu seguir o que foi pactuado pela Comissão Intergestores Bipartite (CIB), de incluir somente os adolescentes de 17 anos no esquema vacinal. A decisão veio após o Ministério da Saúde voltar atrás nesta quarta-feira e não recomendar mais a vacinação de adolescentes sem comorbidades a partir dos 12 anos.

“Vamos seguir o que foi pactuado no Estado e vacinar os jovens de 17 anos”, reafirma o secretário municipal de Saúde, Naasom Luciano, lembrando que Novo Hamburgo já havia vacinado adolescentes acima de 12 anos com comorbidades.

Será obrigatória a presença de um responsável pelo jovem de 17 anos neste sábado. O menor deverá apresentar documento, Cartão SUS de Novo Hamburgo ou comprovante de residência no nome do responsável (caso o comprovante esteja em nome de outra pessoa, deve ser apresentada declaração registrada em cartório que o responsável reside naquele local).

Segunda e terceira dose

O Dia D de vacinação será amplo e vai incluir todos os grupos. Assim, também será oferecida primeira e segunda dose para quem tem acima de 18 anos. No caso da segunda dose, a pessoa deve ficar atenta ao intervalo de 12 semanas em relação à primeira dose. No caso da AstraZeneca, o Município aguarda o envio de novo lote nesta sexta-feira para ter o imunizante disponível em quantidade suficiente nas unidades.

O Município ainda irá aplicar a terceira dose para pessoas acima dos 70 anos ou mais que receberam a segunda dose de qualquer imunizante até dia 18 de março. E terceira dose também para pessoas de qualquer idade com alto grau de imunossupressão que receberam a segunda dose de qualquer imunizante ou dose única até dia 21 de agosto.

Os idosos devem apresentar a seguinte documentação: comprovante da segunda dose, documento com foto, Cartão SUS Novo Hamburgo ou comprovante de residência. Já as pessoas com imunossupressão devem apresentar laudo médico, além de comprovante da segunda dose ou dose única, documento com foto, Cartão SUS Novo Hamburgo ou comprovante de residência. No quadro abaixo estão as situações que contemplam o público de imunossuprimidos.

Observação: pessoas com qualquer tipo de alergia não serão vacinadas durante os drives. Este público deve agendar a imunização nas unidades de saúde.

Foto: Lu Freitas/Divulgação| Fonte: Assessoria
16/09/2021 0 Comentários 445 Visualizações
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