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Saúde

Saúde

Emoção e orgulho marcam inauguração da nova Unidade de Internação SUS no Hospital Sapiranga

Por Ester Ellwanger 12/05/2022
Por Ester Ellwanger

A Ala Esmeraldas Hospital Sapiranga vai operar com 60 leitos, equipados com novos e modernos equipamentos. A solenidade de inauguração ocorreu na manhã desta quarta-feira, 11 de maio. O espaço será destinado para atendimento de pacientes que internam através do Sistema Único de Saúde – SUS. A ala funcionava na parte mais antiga do Hospital Sapiranga, construída há aproximadamente 70 anos, e que estava atendendo, em média, 360 pacientes por mês. Provisoriamente, o espaço continuará servindo como suporte para área administrativa.

A diretora do Hospital Sapiranga, Elita Herrmann, agradeceu emocionada aquilo que foi chamado de realização de um grande sonho. A ideia inicial era a reforma do espaço antigo, mas viu-se que seria necessário reduzir o número de leitos. A partir daquela realidade, o Hospital deu início ao projeto de construção de todo uma edificação, conseguindo que fosse feita a completa reformulação sem alterar a capacidade de atendimento.

“O quanto nós todos estamos felizes é difícil expressar. É um sonho de muitos anos. Reduzir leitos era impensável. Então, decidimos pela construção do novo anexo adquirindo o terreno que era pertencente ao Sindicato dos Sapateiros. São quatro pavimentos e era algo que parecia ousado e impossível. De onde um hospital que atende 70% SUS teria recursos? Foram dois anos construindo o esqueleto e a base desse novo anexo, começando com recursos próprios e indo atrás de verbas federais. Chegamos até aqui e não posso deixar de mencionar o olhar empreendedor de nosso presidente que sempre nos incentivou a pensar grande”, disse Elita.

O presidente do Hospital Sapiranga, João Edmar Wolff, que completou recentemente quinze anos à frente da Instituição, manifestou o orgulho e satisfação pelo momento vivido.

“Busque sempre o melhor. Eu sempre digo isso nas nossas reuniões. Como hospital, temos de nos nivelar por cima. Parabéns a toda equipe pelo comprometimento de todos”, disse.

O planejamento inicial era para que o novo espaço estivesse funcionando ainda em 2021, mas a pandemia atrasou a obra, a nova unidade que hoje possui 450 m2, passará para 1.150 m2.

 

Uma construção coletiva

Políticos que tiveram atuação na captação de recursos financeiros para obra, participaram da solenidade destacando a importância da conquista.

“Esta casa não atende apenas Sapiranguense, mas toda a região. A saúde é uma área complexa e quero parabenizar a todos envolvidos”, afirmou o ex-deputado João Fischer, o Fixinha.

O ex-deputado federal, Renato Molling, lembrou a característica de todos na busca por uma melhoria contínua no atendimento.

“É uma casa que temos orgulho pela qualidade e comprometimento que tem no atendimento à saúde. Conta com médicos e profissionais habilitados e equipamentos de qualidade. Isso é fruto de uma boa gestão e de projetos feitos por pessoas que têm visão de futuro”, acrescentou o ex-deputado federal, Renato Moling.

O prefeito de Nova Hartz, Flavio Emilio Jost, lembrou as dificuldades do passado, quando havia uma dívida gigantesca do município com o Hospital.  “Vendo o que está sendo feito aqui, e pelo que passaram durante a pandemia não há como não valorizar e parabenizar as pessoas como vocês que se dedicam frente a tantas doenças. Não é dinheiro nem posição social, mas a vida que faz a diferença”, discursou.

A prefeita de Sapiranga, Carina Nath, iniciou o seu pronunciamento fazendo um agradecimento a todos os profissionais da saúde que foram heróis em meio a pandemia.

“É motivo de orgulho estarmos aqui acompanhando a evolução dos serviços prestados pelo que podemos chamar de nosso hospital. Entendemos que as pessoas não precisam ir até Porto Alegre para ter qualidade. Temos tudo isso aqui. Parabéns em nome de todos por estarmos depois de uma pandemia inaugurar uma nova ala oferecendo o que há de melhor para toda nossa população”, afirmou Carina.

A obtenção dos recursos para o empreendimento é fruto de um grande esforço coletivo. Para a adequação do espaço físico foi alocado o valor de R$ 2.773.157,00, sendo através de recursos Federais R$  1.990.000,00, obtido por emenda do ex-deputado federal, Renato Molling, recursos próprios no valor de R$ 783.157,00, além da aquisição de 20 camas, 20 poltronas e 01 carro de parada, através de emenda do deputado federal Bibo Nunes.

Foto: Marcelo Matusiak/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

12/05/2022 0 Comentários 1,4K Visualizações
Saúde

Dengue: identificados vários problemas em piscinas de Montenegro

Por Ester Ellwanger 11/05/2022
Por Ester Ellwanger

A Vigilância Sanitária de Montenegro segue realizando forte fiscalização em casas de diversos bairros da cidade, em busca de criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da Dengue. Nos últimos dias, um problema tem sido frequente na fiscalização de algumas residências: a não manutenção de piscinas, o que tem colaborado, ainda mais, para a proliferação do inseto.

De acordo com a coordenadora da Vigilância Sanitária, Beatriz Regina Garcia, em muitas visitas que o setor está realizando, o problema maior tem sido a água acumulada, sem tratamento, nas piscinas. Ao todo, mais de 20 piscinas foram identificadas em situação irregular. Em alguns locais, a Vigilância tem multado os moradores que não deixam o espaço em conformidade.

“Os proprietários de imóveis com piscinas são obrigados a manter tratamento adequado da água, de forma a não permitir a presença ou proliferação de mosquitos. Isso está na lei e se a pessoa não cumprir, será multada”, afirma Beatriz. A multa para quem descumprir pode valer a partir de R$ 200,00.

Neste momento, Montenegro soma 188 pessoas que testaram positivo para Dengue e seis ainda aguardam resultados de exame. Três pessoas estão internadas com Dengue e seguem sendo monitoradas pela Vigilância em Saúde. É importante lembrar que o município decretou Situação de Emergência devido à doença. Com o decreto em vigor, a Vigilância pode entrar no pátio das casas para observar se há ou não criadouros do mosquito, se necessário, com ajuda policial. “Estamos fazendo isso para a segurança de todos”, destaca Beatriz.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

11/05/2022 0 Comentários 653 Visualizações
Saúde

Oficinas de dança e crochê são destaque no grupo Maturidade Ativa de São Leopoldo

Por Stephany Foscarini 10/05/2022
Por Stephany Foscarini

Com o objetivo de promover qualidade de vida e envelhecimento ativo e saudável para pessoas de 50 anos ou mais, o programa Maturidade Ativa, idealizado pelo Sesc/RS, promove encontros de convivência, diversão e aprendizado em São Leopoldo. As atividades acontecem na Sociedade de Ginástica (Rua José Bonifácio, 698), nas segundas-feiras, das 14h às 16h, com oficinas de jogos de mesa e crochê, nas quartas, das 16h às 17h é a vez da oficina de danças gaúchas e, às terças e quintas, das 14h30 às 16h30, no Ginásio Municipal (Rua Joaquim, 12), os idosos participam de oficinas de câmbio, uma modalidade de vôlei adaptada para a faixa etária.

Além disso, a programação de maio inclui, ainda, um bate-papo com a enfermeira Neusa Maria de Souza David, sobre pandemia e gerontologia. A palestra acontece no dia 25, às 14h, na Sociedade de Ginástica, e é aberta aos participantes do Maturidade Ativa São Leopoldo. Confira abaixo o calendário completo do mês.

No projeto, os participantes reúnem-se para, também, desenvolver seus potenciais, afora realizar trabalhos comunitários e solidários. O Maturidade Ativa trata-se de um movimento social organizado que tem por missão construir um novo significado para o envelhecimento, valorizando o papel do idoso na sociedade contemporânea e a prática da responsabilidade individual e coletiva. Mais informações com o Sesc São Leopoldo pelo telefone (51) 3592-2129 ou pelo WhatsApp (51) 98493-0540.

Há 76 anos o Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac está próximo da comunidade e das empresas gaúchas em prol do desenvolvimento, da felicidade e da mudança. Em 2022, a atuação em rede é o foco principal, oportunizando mais acesso aos serviços do Sesc e Senac como cultura, esporte, saúde, lazer, assistência e educação. Além disso, com o apoio dos sindicatos empresariais filiados, a Fecomércio-RS oferece ações que incentivam o empreendedorismo e o crescimento dos negócios do setor terciário.

Cronograma

4/05 (quarta-feira)

Horário: 14h

Atividade: Oficina de Jogos de Mesa (Bingo)

Local: Sociedade de Ginástica (Rua José Bonifácio, 698)

11/05 (quarta-feira)

Horário: 14h

Atividade: Oficina de Canto e Coral

Local: Sociedade de Ginástica (Rua José Bonifácio, 698)

18/05 (quarta-feira)

Horário: 14h

Atividade: Oficina de Dança de Salão

Local: Sociedade de Ginástica (Rua José Bonifácio, 698)

Horário: 15h

Atividade: Oficina de Dança Coreografada

Local: Sociedade de Ginástica (Rua José Bonifácio, 698)

25/05 (quarta-feira)

Horário: 14h

Atividade: Bate-papo sobre pandemia e gerontologia com a enfermeira Neusa Maria de Souza David

Local: Sociedade de Ginástica (Rua José Bonifácio, 698)

Horário: 15h

Atividade: Oficina de Ritmos

Local: Sociedade de Ginástica (Rua José Bonifácio, 698)

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/05/2022 0 Comentários 734 Visualizações
Saúde

Hospital Sapiranga vai inaugurar nova Unidade de Internação SUS

Por Stephany Foscarini 10/05/2022
Por Stephany Foscarini

A solenidade de inauguração da nova Unidade de Internação SUS do Hospital Sapiranga está prevista para o dia 11 de maio. As adequações foram necessárias principalmente pela necessidade de modernização e pelo fato do espaço físico do antigo prédio ser limitado.

É uma estrutura que, sem dúvida, vai contribuir para o conforto e bem-estar dos pacientes, além de permitir prestar uma assistência segura e de qualidade, por atender a todas as normas previstas”.

O local será destinado para atendimento de pacientes que internam através do Sistema Único de Saúde (SUS). Atualmente, a ala funciona na parte mais antiga do hospital, atendendo, em média 360 pacientes por mês. “É uma estrutura que, sem dúvida, vai contribuir para o conforto e bem-estar dos pacientes, além de permitir prestar uma assistência segura e de qualidade, por atender a todas as normas previstas”, afirma a diretora do Hospital Sapiranga, Elita Herrmann.

O planejamento inicial era para que o novo espaço estivesse funcionando ainda em 2021, mas a pandemia atrasou a obra, a nova unidade que hoje possui 450 m2, passará para 1.150 m2.

Ainda para o final deste ano o hospital contará com uma nova emergência 24 horas, a qual terá 1.131 m², quase três vezes maior do que a existente e uma Unidade de Saúde Mental com 15 leitos.

Nos últimos anos o hospital vem se destacando com a projeção e a realização de grandes e novos projetos focados na melhoria do serviço de saúde, mas sem dúvida este momento será um dos mais especiais, e muito significativo. A nova Ala Esmeraldas será um dos grandes marcos não só para nós do hospital, mas para toda a comunidade e região”.

“Nos últimos anos o hospital vem se destacando com a projeção e a realização de grandes e novos projetos focados na melhoria do serviço de saúde, mas sem dúvida este momento será um dos mais especiais, e muito significativo. A nova Ala Esmeraldas será um dos grandes marcos não só para nós do hospital, mas para toda a comunidade e região”, relata o presidente do hospital, João Edmar Wolff.

Como foi financiada a obra

A obtenção dos recursos para o empreendimento é fruto de um grande esforço coletivo. Para a adequação do espaço físico foi alocado o valor de R$ 2.773.157,00, sendo através de recursos Federais R$ 1.990.000,00, obtido por emenda do ex-deputado federal, Renato Molling, recursos próprios no valor de R$ 783.157,00, além da aquisição de 20 camas, 20 poltronas e 01 carro de parada, através de emenda do deputado Bibo Nunes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/05/2022 0 Comentários 1,K Visualizações
Saúde

Confira mitos e verdades sobre exames de imagem

Por Stephany Foscarini 07/05/2022
Por Stephany Foscarini

Embora o avanço tecnológico tenha contribuído para que os exames de imagem se tornassem mais seguros, ainda há muitas dúvidas relacionadas a esses procedimentos, principalmente àqueles que utilizam radiação. A informação correta é fundamental para aumentar a adesão aos exames e, consequentemente, escolher o tratamento mais eficaz e aumentar as chances de cura.

Para entender mais sobre os exames de diagnóstico por imagem, o médico radiologista da Fundação Instituto de Pesquisa em Diagnóstico por Imagem, Dr. Harley de Nicola, tira as principais dúvidas sobre o assunto.

Exames de ultrassom e ressonância magnética não levam radiação

Verdade. No ultrassom, temos a emissão de ondas sonoras que não conseguimos escutar que ajudam a produzir imagens dinâmicas do corpo humano. Já a ressonância magnética utiliza o campo magnético para retratar imagens de alta definição dos órgãos do corpo humano.

Pacientes com claustrofobia não podem realizar exames de ressonância

Mito. O paciente que possui claustrofobia em alguns casos pode se beneficiar da ressonância de campo aberto, que é feita em um aparelho similar ao convencional, porém com aberturas. Caso não seja possível, existe a possibilidade de realizar o exame com anestesia/sedação acompanhado por um médico anestesista.

Grávidas não devem realizar exames que envolvem radiação no primeiro trimestre

Verdade. Os exames de imagem são mais seguros no último trimestre da gestação e devem ser evitados nas 12 primeiras semanas. A partir da décima segunda semana, já é possível realizar o exame de ressonância magnética sem o uso de contraste.

Existem exames que emitem mais radiação que uma radiografia

Verdade. A tomografia, por exemplo, pode chegar a emitir 10 vezes mais radiação do que um aparelho de RX.

Não podemos usar objetos metálicos na hora dos exames de imagem

Verdade. Todos os objetos metálicos, como brincos, anéis, pulseiras e relógios precisam ser retirados. Os metais podem sofrer aquecimento e prejudicar a avaliação final do diagnóstico. Além disso, em exames como a ressonância magnética, a pele pode sofrer aquecimento também com a presença de tatuagens.

Pacientes com pinos e marca-passo podem fazer o exame de ressonância

Mito. Devido ao campo magnético gerado pelo aparelho de ressonância, o exame é contraindicado para pessoas que tenham implantes eletrônicos, como marcapasso cardíaco, marcapasso cerebral, clip de aneurisma cerebral, stent, pinos, parafusos ou placas no corpo.

Os exames apresentam efeitos colaterais

Parcialmente verdade. Em geral, exames de imagem não apresentam efeitos colaterais significativos. Embora sejam muito raros, os efeitos colaterais como reações alérgicas acontecem mais quando se utiliza contraste na ressonância e principalmente na tomografia.

O contraste apresenta riscos à saúde

Verdade. Mas deve-se ter em mente que estes exames são extremamente seguros. As complicações pela injeção de contraste são raras e quando acontecem, geralmente são leves. Com base em estudos internacionais, as reações adversas ao exame feito com contraste iodado iônico (utilizado na tomografia) são tão raras que acontecem numa proporção de 1 para cada 150 mil pacientes e, entre os que apresentam alguma reação, as mortes acontecem uma a cada 15 mil. Os agentes de contraste à base de gadolínio (usado na ressonância) são mais seguros que o contraste iodado e, portanto, as reações leves ou graves são ainda mais raras.

Exames de raio-x fazem mal e só podem ser feitos uma vez ao ano

Mito. É verdade que existe um limite anual para um ser humano receber radiação. No entanto, a quantidade de radiação emitida nesse tipo de exame é mínima, e o avanço tecnológico permitiu o desenvolvimento de máquinas ainda mais seguras, principalmente aquelas que utilizam técnicas digitais. Obviamente o exame deve ser feito com indicação médica precisa.

Quem faz exames de raio-x pode desenvolver câncer

Parcialmente verdade. Exposições exageradas às radiações aumentam o risco de câncer. Nas radiografias simples, no entanto, a dose efetiva de radiação é muito pequena, equivalente a alguns dias de radiação natural a que estamos expostos no ambiente em que vivemos.

Exames de raio-x só são feitos para ver ossos

Mito. Apesar dos exames de raio-x não serem ideais para visualizar órgãos como coração e fígado, eles são essenciais para o diagnóstico de diferentes doenças no pulmão e no intestino, por exemplo. Quando o exame de raio-x é associado ao uso de contraste, é possível ainda avaliar outras estruturas como estômago, esôfago, duodeno e útero.

Sobre a FIDI

Fundada em 1985 por médicos professores integrantes do Departamento de Diagnóstico por Imagem da Escola Paulista de Medicina – atual Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) -, a FIDI é uma Fundação privada sem fins lucrativos que reinveste 100% de seus recursos em assistência médica à população brasileira, por meio do desenvolvimento de soluções de diagnóstico por imagem, realização de atividades de ensino, pesquisa e extensão médico-científica, ações sociais e filantrópicas. Com 1.910 colaboradores e um corpo técnico formado por mais de 500 médicos, a FIDI está presente em 77 unidades de saúde nos estados de São Paulo e Goiás, e é a maior prestadora de serviços de diagnóstico por imagem do SUS, realizando aproximadamente 5 milhões de exames por ano, entre ressonância magnética, tomografia computadorizada, ultrassonografia, mamografia, raios-X e densitometria óssea.

A Fundação também trabalha na proposição de soluções inovadoras para a saúde pública, como o sistema de análise de imagens de tomografia computadorizada por inteligência artificial, e participou da primeira Parceria Público-Privada de diagnóstico por imagem na Bahia. Por duas vezes, a FIDI recebeu o prêmio Referências da Saúde 2019 e 2020, na categoria Qualidade Assistencial, e por três vezes foi medalhista em desafios internacionais de aplicação de inteligência artificial no diagnóstico por imagem, propostos na conferência anual da Sociedade Norte-Americana de Radiologia, considerado o maior congresso do setor no mundo. Ao final de 2020, a Central de Laudos da FIDI obteve a certificação ISO 9001:2015 de Gestão da Qualidade, pela International Organization for Standardization e, em 2021, recebeu o selo de “Excelente Empresa Para se Trabalhar” (GPTW).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/05/2022 0 Comentários 1,8K Visualizações
Saúde

Se diagnosticado precocemente, câncer de colo de útero tem um índice de cura de 100%

Por Stephany Foscarini 07/05/2022
Por Stephany Foscarini

Conscientizar a população feminina a respeito do câncer de colo de útero, com ênfase nas medidas preventivas é um dos objetivos do Hospital Sapiranga. A iniciativa tem grande valor na atenção à saúde da mulher, tendo em vista que, em 2021, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer, 270 mulheres morreram no país devido à doença.

É importante na prevenção desse câncer a vacinação contra o HPV, disponível nos Serviços de Saúde para mulheres de 11 a 26 anos. As infecções genitais por HPV (papiloma vírus humano) estão diretamente relacionadas ao desenvolvimento de câncer de colo de útero, portanto, a vacinação de grandes populações trará uma queda na incidência desse tipo de câncer”.

Terceiro tumor maligno mais comum no público feminino brasileiro, o câncer de colo de útero tem um índice de cura de 100% se diagnosticado precocemente, conforme a ginecologista e obstetra do Hospital Sapiranga, Andreia Meine. “É importante na prevenção desse câncer a vacinação contra o HPV, disponível nos Serviços de Saúde para mulheres de 11 a 26 anos. As infecções genitais por HPV (papiloma vírus humano) estão diretamente relacionadas ao desenvolvimento de câncer de colo de útero, portanto, a vacinação de grandes populações trará uma queda na incidência desse tipo de câncer”, explica a médica.

Muitas vezes não há apresentação de sintomas, sendo o diagnóstico feito a partir da coleta de um “pré-câncer” (exame realizado por profissional habilitado que coleta células do colo do útero que são, posteriormente, analisadas em laboratório). Quando presentes, os sintomas são bem inespecíficos, como corrimento vaginal, sangramento vaginal irregular ou sangramento após as relações sexuais. É fundamental, deste modo, prestar atenção aos exames preventivos. A recomendação de coleta de citopatológico de colo de útero é a partir do primeiro ano da primeira relação sexual, de forma anual, pelo menos até os 50 anos de idade. A partir daí pode-se intervalar em dois anos a coleta do exame, se o resultado dos anteriores foi sempre normal.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/05/2022 0 Comentários 917 Visualizações
Saúde

Acesso à oncologia de precisão é o novo desafio do tratamento da doença

Por Stephany Foscarini 06/05/2022
Por Stephany Foscarini

O acelerado desenvolvimento da ciência tem impacto no diagnóstico e tratamento de diversas doenças. Em relação ao câncer, entre outras vantagens, a oncologia de precisão resulta no uso de perfis genômicos para orientação de diagnóstico e terapia em muitos tipos de tumor. Várias mutações passaram a ser conhecidas e ajudam a definir qual o melhor medicamento indicado que, embora seja muitas vezes de alto custo, tem elevado potencial de benefício comparado aos tratamentos convencionais, como quimioterapia. No artigo de alerta publicado na Nature Medicine, 15 especialistas de 11 países, alertam que o desenvolvimento de novos medicamentos direcionados a populações específicas de pacientes resulta em um paradoxo: “se não tivermos acesso aos diagnósticos avançados, podemos estar desenvolvendo medicamentos que nunca chegarão aos pacientes”, como destaca o Dr. Stephen Stefani, do Grupo Oncoclínicas, o único brasileiro entre os autores do estudo.

Atualmente, no Brasil existem alternativas relativamente amplas e terapias mais complexas no sistema privado – o que representa 20% da população, como as imunoterapias com alvo identificado. No entanto, o sistema público carece tanto do teste de forma ampla como da capacidade econômica de arcar com os remédios que esses testes possam recomendar”.

O oncologista gaúcho considera que alguns desafios precisam ser vencidos, entre os quais facilitar estratégias de disponibilidade igualitárias aos testes genômicos para reduzir desigualdades no acesso aos medicamentos. “Atualmente, no Brasil existem alternativas relativamente amplas e terapias mais complexas no sistema privado – o que representa 20% da população, como as imunoterapias com alvo identificado. No entanto, o sistema público carece tanto do teste de forma ampla como da capacidade econômica de arcar com os remédios que esses testes possam recomendar”.

Dr. Stefani também aponta que é necessário garantir que estudos com oncologia de precisão forneçam evidências robustas para novos medicamentos e tecnologias sejam absorvidos no sistema de saúde. Também observa que a grande maioria das pesquisas que estudam mutações genéticas relacionadas ao câncer é feita em populações brancas americanas e europeias. “O questionamento sobre a pertinência de extrapolar dados científicos para o paciente de cada região, como o Brasil, só será minimizado quando tivermos um sistema de saúde integrado e com capacidade de captar dados continuamente. Para tanto, deve haver uma política de saúde com uma agenda alinhada com essas demandas científicas”, pondera.

Stephen Stefani

Ele ainda entende que nos esforços para avaliar o valor da oncologia de precisão, o conceito de preço e de valor são distintos. “Os países têm se posicionado de forma clara sobre qual a sua capacidade de incorporação de tecnologias e qual possibilidade de priorizar a saúde em seu orçamento. O desafio de nações pobres deve iniciar por medidas corajosas de uma reengenharia no sistema de saúde, desde a precificação de remédios até a organização de modelos de negócios mais modernos, evitando o já desgastado fee-for service, modelo que privilegia pagar pelo uso e não pelo resultado”, acrescenta.

O oncologista do Grupo Oncoclínicas ainda ressalta a importância da formação de médicos para interpretação de dados genômicos. “Formar e, talvez o mais complexo, reter profissionais para usar tecnologia em saúde de forma racional e responsável é um enorme desafio quando o sistema de saúde tem tantas inequidades: o mesmo médico acaba tendo que decidir de forma diferente se está no sistema público ou privado”. Dr. Stefani frisa que é preciso empoderar os pacientes para a tomada de decisão compartilhada e afirma que uma abordagem de múltiplas partes interessadas para a geração de evidências, avaliação de valor e prestação de cuidados de saúde é necessária para traduzir os avanços na oncologia de precisão em benefícios a pacientes oncológicos em todo o mundo.

Sobre a oncoclínicas

Fundado em 2010, o Grupo Oncoclínicas (ONCO3) é a maior instituição privada no mercado de oncologia clínica do Brasil em faturamento. A Oncoclínicas conta com 91 unidades, entre clínicas, laboratórios de genômica, anatomia patológica e centros integrados de tratamento de câncer, estrategicamente localizadas em 25 cidades brasileiras. Desde sua fundação, passou por um processo de expansão com o propósito de se tornar referência em tratamentos oncológicos em todas as regiões em que atua.

O corpo clínico da Companhia é composto por mais de 1.000 médicos especialistas com ênfase em oncologia, além das equipes multidisciplinares de apoio, que são responsáveis pela linha de cuidado integral no combate ao câncer. A Oncoclínicas tem parceria exclusiva no Brasil com o Dana-Farber Cancer Institute, um dos mais renomados centros de pesquisa e tratamento do câncer no mundo, afiliado à Harvard Medical School, em Boston, EUA.

Para obter mais informações, visite o site.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2022 0 Comentários 1,1K Visualizações
Saúde

Prefeita de NH visita pacientes da oncologia que estão sendo atendidos em Taquara

Por Ester Ellwanger 06/05/2022
Por Ester Ellwanger

A prefeita Fátima Daudt foi ao Hospital Bom Jesus, em Taquara, na manhã desta quinta-feira, 5 de maio, conversar pessoalmente com pacientes oncológicos de Novo Hamburgo que estão sendo atendidos naquela instituição.

Fui conversar com quem realmente importa e com quem realmente devemos ouvir, que são os pacientes da oncologia”, destaca Fátima.

“Na quinta da semana passada tive a primeira consulta e a médica já pediu a tomografia do fígado, que estava faltando e de sangue. No mesmo dia coletaram o sangue e a tomografia foi feita no dia seguinte, sexta-feira”, contou a filha sobre a rapidez no atendimento recebido pela mãe, que nesta quinta-feira estava internada para estabilização de sua patologia.

“Acabei de fazer a tomografia, um exame que estava aguardando há três meses. Também fiz outros exames mais completos antes da tomografia. Agora já tenho consulta marcada para dia 12 de maio”, disse outra paciente na saída do exame e que está em tratamento desde 2014.

“O atendimento aqui é muito bom. Não temos queixa nenhuma da equipe do hospital. O único problema é o deslocamento”, acrescentou outra paciente em sessão de quimioterapia. “Desde a recepção, o primeiro atendimento no cadastro, a gente vê que os profissionais tratam com carinho, dá gosto ver a atenção deles”, disse.

 

Agilidade

Fátima reforçou sua determinação em tornar o transporte o mais cômodo possível para os pacientes. A prefeita, porém, ponderou que a agilidade na realização de exames e procedimentos e a redução significativa na fila de espera de pacientes oncológicos salvam vidas e precisam ser considerados. “A demora de 40 minutos no transporte de Novo Hamburgo até Taquara com certeza é melhor do que esperar três meses por uma tomografia”, considerou.

Numa das visitas, achei interessante a fala do genro de uma das pacientes sobre a questão do deslocamento. Ele destacou que há pessoas que viajam até para os Estados Unidos para se tratar e que o importante é ter acesso ao tratamento”, lembrou a prefeita.

À tarde, Fátima visitou pacientes em suas casas, nos bairros Rondônia e Lomba Grande. Em uma delas, a filha fez questão de agradecer à Secretaria Municipal de Saúde. Segundo ela, sua mãe, que tem câncer na perna, já tem parte do membro amputado e que vinha sofrendo de fortes dores, finalmente está sentindo menos dores. Em Taquara, a mãe recebeu medicação diferente.

Foto: Lu Freitas/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

06/05/2022 0 Comentários 653 Visualizações
Saúde

Gripe: aberto mais um grupo na campanha de vacinação em NH

Por Ester Ellwanger 03/05/2022
Por Ester Ellwanger

Ontem, 2 de maio, iniciou a segunda etapa da campanha nacional de imunização contra a influenza, que passa a abranger mais um grupo prioritário. Além de crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade, trabalhadores da saúde e idosos de 60 anos ou mais que podem se imunizar desde o início da campanha em abril, agora, também, estão liberados outros grupos para a receber a vacina contra a gripe. A imunização deste grupo se estende até o dia 03 de junho. No último dia 25 de abril, o município recebeu 12.240 doses de imunizantes contra a gripe.

Grupos de Vacinação

– Gestantes e puérperas;
– Povos indígenas;
– Trabalhadores da educação;
– Pessoas com comorbidades;
– Pessoas com deficiência permanente;
– Caminhoneiros;
– Trabalhadores de Transporte Coletivo Rodoviário Passageiros Urbano e de Longo Curso;
– Trabalhadores Portuários;
– Forças de Segurança e Salvamento;
– Forças Armadas;
– Funcionários do Sistema de Privação de Liberdade;
– População privada de liberdade e adolescentes e jovens em medidas socioeducativas.

Todas as unidades de saúde (menos as Unidades de Pronto Atendimento – UPAs Canudos e Centro) do município passam a atender ao grupo relacionado acima, sob livre demanda, sem a necessidade de agendamento.

Documentos

Para receber a imunização contra a gripe, é necessário apresentar cartão do SUS de Novo Hamburgo ou comprovante de endereço e documento de identificação com foto. Para profissionais será exigido, também, que trabalhem em Novo Hamburgo e documento que comprove vínculo empregatício, como Carteira de Trabalho, contrato de trabalho e contracheque atualizado. Ainda, será aceita declaração de profissionais que trabalham no município. As pessoas com comorbidades e deficiência permanente devem também apresentar laudo médico.

Já para as crianças é necessário apresentar a certidão de nascimento, cartão SUS Novo Hamburgo e carteira de vacinação. Importante estar atento ao esquema das doses. Se a criança estiver recebendo este ano pela primeira vez a vacina contra a gripe, deverá receber duas doses, com intervalo de 30 dias. Se já recebeu o imunizante em ano anterior, vai receber agora somente a dose única, seguindo a recomendação das outras idades.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/05/2022 0 Comentários 878 Visualizações
Saúde

Maio Vermelho: Novo Hamburgo promove ações gratuitas para identificar e prevenir doenças bucais

Por Ester Ellwanger 02/05/2022
Por Ester Ellwanger

O cuidado é a palavra de ordem neste Maio Vermelho, mês que é dedicado à prevenção e ao combate ao câncer bucal. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Novo Hamburgo promove a 23ª edição da Campanha de Prevenção de Doenças Bucais. Em 7 de maio, a comunidade é convidada a comparecer a uma ação que visa a orientar sobre formas de identificar e prevenir complicações como o câncer de boca. Será na Casa das Artes (Avenida Primeiro de Março, 59, Centro), das 9h às 12h.

Em parceria com a Liga Feminina de Combate ao Câncer de Novo Hamburgo e com a Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), a Prefeitura vai oferecer gratuitamente exames para detecção precoce de possíveis lesões cancerizáveis. Os exames serão realizados pela equipe da Faculdade de Odontologia da Ufrgs, como tem sido desde a primeira Campanha.

“Os pacientes que apresentarem lesões terão agendamento feito no próprio sábado e encaminhados para avaliação e tratamento com o especialista na Unidade Básica de Saúde Rincão”, afirma Darlan Rodrigues Lima, cirurgião-dentista, coordenador da Política de Saúde Bucal da SMS.

Ele já adianta algumas orientações que serão dadas à comunidade em 7 de maio, e aponta a cárie e a gengivite (inflamação da gengiva) ainda como as doenças bucais mais frequentes. “Tem que se levar em consideração também o câncer bucal, que acomete principalmente pacientes do sexo masculino, acima dos 40 anos”, diz o cirurgião-dentista.

Por isso, continua, é importante estar atento para feridas, caroços, inchaços, manchas, úlceras na língua, lábios, bochecha, céu da boca e embaixo da língua, que não cicatrizam em 15 dias. Devem também ter cuidado com dentes abalados, doloridos, sangramento gengival e uso de próteses que machucam. Nessas condições, acrescenta, o correto é procurar o cirurgião-dentista.

“É importante frisar que o câncer bucal tem cura, se descoberto no início, e tem tratamento. Por ser muitas vezes indolor e os sintomas não serem evidentes, pode passar despercebido. Portanto, precisamos prevenir. A população deve se conscientizar e procurar os serviços de saúde em caso de dúvidas! A Campanha serve para ajudar nessa conscientização!”, reforça o coordenador.

 

Serviço

Quando: 7 de maio (sábado), das 9h às 12h.
Local: Casa das Artes (Avenida Primeiro de Março, 59, Centro, Novo Hamburgo)
Realização: Prefeitura, Liga Feminina de Combate ao Câncer, Faculdade de Odontologia da UFRGS

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/05/2022 0 Comentários 724 Visualizações
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