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Gastronomia

Gastronomia

Degustações, piqueniques e almoço harmonizado estão entre as experiências oferecidas pela Courmayeur

Por Ester Ellwanger 13/03/2022
Por Ester Ellwanger

Liberdade, Atrevimento e Audácia. Com estes nomes já é possível imaginar que a ousadia é a palavra-chave da Vinícola Courmayeur quando o assunto é enoturismo. Da cave ao jardim, da loja ao bistrô, a empresa oferece 10 experiências enoturísticas, desde visitas, degustações, piqueniques e almoço harmonizado, até combos. Tem opções para toda a família com atendimento a pequenos grupos. Com a facilidade de ter todos os acessos asfaltados, dista 8 quilômetros dos centros de Garibaldi e Bento Gonçalves, estando localizada na Garibaldina, na região do Vale dos Vinhedos.

As opções geram sensações e percepções dentro e fora da taça. O destaque é da Visitação Cela na Cave, com duração de 1 hora, um roteiro que tem paradas em cinco pontos estratégicos da vinícola e que leva o visitante até a antiga adega onde a vinícola guarda suas principais relíquias engarrafadas. É lá que acontece a degustação de um dos cinco rótulos de diferentes linhas descobertos durante o roteiro. Em se tratando de Degustações, a empresa oferece três possibilidades: Liberdade, Atrevimento e Audácia. O que muda entre elas é a categoria de produtos – vinhos ou espumantes – e o tipo de gastronomia que acompanha os rótulos. Estas degustações são realizadas na loja.

Mas para quem busca uma vivência mais profunda com a relação vinhos, espumantes e gastronomia a dica é o almoço harmonizado servido no charmoso Bistrô La Fermata, oferecido sempre aos finais de semana mediante agendamento. São quatro pratos harmonizados com quatro produtos Courmayeur. No embalo das atrações ao ar livre, a vinícola oferece duas opções de Piquenique, ambas desfrutadas no Jardim La Fermata. O que varia é o tamanho do cardápio.

Para completar esse tour, o espaço conta, ainda, com loja, bicicletário, área pet friendly e de recreação.

Degustações

Degustação Liberdade – Degustação de cinco rótulos de qualquer linha, a escolha do cliente. Diariamente, das 9 às 17h (domingos até às 16h). Não necessita agendamento.
Degustação Atrevimento – Harmonização de cinco espumantes emblemáticos com a gastronomia do Bistrô La Fermata (mini pizza, escondidinho, brusqueta e brownie).
Sextas, sábados e domingos. Necessita agendamento de 24 horas de antecedência.
Degustação Audácia – Degustação de cinco vinhos das linhas Contornos e Essencial, acompanhados de uma tábua de frios. Diariamente, das 9 às 16h. Necessita agendamento de 24 horas de antecedência.


Visitação – Cela da Cave

Roteiro carregado de simbologia com degustação de cinco rótulos de diferentes linhas na antiga adega gradeada, onde estão ‘aprisionados’ os vinhos históricos da marca. Sextas, sábados e domingos às 11h e às 15h. Cada participante ganha uma taça personalizada. Duração aproximada de 1h. Necessita agendamento.

Almoço harmonizado- no bistrô La Fermata

Quatro pratos harmonizados com quatro rótulos da Courmayeur. Sábados e domingos. Necessita agendamento.

Piqueniques

Piquenique La Fermata Courmayeur
Sábados, domingos e feriados, das 11h às 15h, com permanência no jardim até às 17h; aos domingos até às 16h.

Pequeno Piquenique La Fermata Courmayeur
De segunda a sexta-feira, das 13h às 15 horas, com permanência no jardim até às 17h (serve duas pessoas).

Informações e reservas

Pelo telefone (54) 3463.8517, pelo whatsapp (54) 9 9143.3599 ou pelo e-mail [email protected].

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

13/03/2022 0 Comentários 885 Visualizações
Gastronomia

Brasil é 3º no ranking mundial do consumo de carne

Por Ester Ellwanger 05/03/2022
Por Ester Ellwanger

Com a alta recente da inflação, o preço da grande maioria dos produtos aumentou significativamente. A carne foi um dos itens que tiveram um dos maiores aumentos, só nos últimos 12 meses teve um aumento de 22%.

Porém, mesmo com os preços mais altos, o Brasil ainda é um dos principais consumidores de carne do mundo, em média são consumidos 24,6kg per capita num período de um ano.

 

É que revela um estudo realizado pela plataforma CupomValido.com.br com a OCDE sobre o consumo de carne nos principais países.

Foram considerados 2 tipos de proteínas: carne bovina e vitelo. Ao considerar todos os países, o Brasil fica somente atrás dos Estados Unidos e Argentina, com 26,1kg/capita e 36,9/capita, respectivamente.

Mais riqueza, mais carne

Nos últimos 50 anos o consumo de carne aumentou mais de cinco vezes. E segundo a projeção realizada pelo estudo, a expectativa é que na média o consumo de carne aumente ano após ano, atingindo a marca de 43,7 kg/capita em 2030.

O aumento do consumo de carne está relacionado à melhora no padrão de vida e a urbanização da população – que faz com que haja uma mudança no estilo de dieta, e favoreça o aumento do consumo de proteína de origem animal.

O aumento populacional, também é uma razão para o aumento do consumo de carne – em 1960 havia 3 bilhões, e hoje 7,9 bilhões de pessoas no mundo.

No caso da Argentina, é um dos poucos países que o consumo tem caído significativamente ano após ano. Apesar de ainda ser o país que mais consome carne no mundo, em 1990 o país já chegou a consumir 40% a mais que os valores atuais. A crise econômica que país tem enfrentado nos últimos anos é um dos fatores pela diminuição do consumo.

Na ponta oposta, a Índia é o país que menos consome carne no mundo – apenas 0,5 kg/capita no ano. Neste caso, a tradição e a religião do país são algumas das explicações pelo baixo consumo de carne.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

05/03/2022 0 Comentários 900 Visualizações
Gastronomia

A feminina Courmayeur

Por Ester Ellwanger 02/03/2022
Por Ester Ellwanger

Não é que os homens não sejam bem-vindos, mas naturalmente com o avançar dos tempos a história da Vinícola Courmayeur passou a ser escrita, predominantemente, por mãos femininas, seja na administração ou no processo de elaboração, seja no enoturismo ou na área comercial. Sim, elas são maioria. Assim, a empresa foi ganhando um perfil mais descontraído, onde até as experiências enoturísticas carregam nomes mais ousados como, por exemplo, Liberdade, Atrevimento e Audácia, características que acompanham as irmãs Talita e Gílian Nicolini Verzeletti, hoje a frente do negócio familiar.

Com o pai Mário, que conduziu a vinícola durante quase 20 anos, elas herdaram a coragem, dando à nova geração fôlego para inovar, focando 80% da produção anual de 700 mil litros em espumantes. Os 20% restantes são de vinhos, frisantes e suco de uva. Juntas, conquistaram espaço e a confiança do pai, que hoje tem a oportunidade de acompanhar os investimentos de olho também nos vinhedos. Afinal, sem uva boa não há vinho de qualidade. E assim, o ambiente que tradicionalmente sempre foi masculino, foi sendo ocupado por mulheres.

Inicialmente, a contadora Gílian, foi se apropriando das questões burocráticas e assumiu a área comercial e, mais recentemente, a irmã Talita, que é enóloga, sommelier e nutricionista, somou esforços para conduzir áreas como Enoturismo e Marketing. “Temos habilidades e competências diferentes, o que é muito bom, pois assim conseguimos dar conta de todas as áreas numa dedicação multifuncional”, destaca Gílian, que está há 19 anos na empresa. Para Talita, este assemblage de perfis é essencial para poder gerenciar com autoridade e domínio cada departamento, mas o principal é o que aprenderam com o pai.

Unidas pelo amor ao vinho, foi-se formando uma família de mulheres que, mesmo não tendo o mesmo sangue, dedicam seu tempo e talento para transformar as melhores uvas nos melhores vinhos e espumantes. Essa tarefa tem sido a motivação diária da jovem enóloga Deise Tempass (29), que coordena todo processo de vinificação a partir do momento que a uva chega na vinícola até a hora da garrafa ser aberta pelo consumidor.

Sensações e percepções dentro e fora da taça

Instalada na Garibaldina, que integra a região geograficamente demarcada do Vale dos Vinhedos, a Courmayeur também oferece experiências enoturísticas que vão além de uma simples visitação. São passeios e degustações como a visita temática à emblemática ‘Cela da Cave’. O espaço conta, ainda, com bistrô, loja, jardim La Fermata, bicicletário, área pet friendly e de recreação. Almoço harmonizado e piquenique estão entre as opções do local, que pode ser acessado pela BR 470 no km 221, pelo Vale dos Vinhedos ou por Garibaldi.

Foco no espumante

O propósito da Courmayeur é colocar no mercado vinhos e espumantes em perfeita harmonia entre qualidade, serviço e custo-benefício. Os 28 rótulos estão divididos em duas linhas de espumantes, três de vinhos, além do frisante, bag e suco de uva. São produtos diferenciados que entregam diversos estilos para os mais variados paladares. No caso dos espumantes, responsáveis pela maior parte da produção, um dos destaques é o Courmayeur Nature Blanc de Blancs, elaborado com uvas de um único vinhedo, assim como o Courmayeur Extra-brut, feito pelo método Charmat longo.

Outro diferencial é o Courmayeur Lambrusco Frisante, o genuíno Lambrusco feito no Brasil, com uvas de vinhedos próprios cultivadas na localidade de São Jorge, interior de Garibaldi. Apesar de 80% da produção da vinícola ser de espumantes, a empresa também coloca no mercado nove rótulos de vinhos nas linhas Essencial e Acclamé, além do bag-in-box tinto e branco e do suco de uva. Tem vinhos com passagem por barrica de carvalho francês e vinhos com screw cap e garrafas ecologicamente corretas. A última novidade é a linha Contornos. Recém chegada, ela faz parte de um novo projeto da Courmayeur que inaugura a experiência da importação, começando pelo Chile.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/03/2022 0 Comentários 633 Visualizações
Gastronomia

Por que vinhos orgânicos são mais caros?

Por Ester Ellwanger 01/03/2022
Por Ester Ellwanger

Produtos orgânicos estão cada vez mais em voga. Ao ir a um supermercado, por exemplo, é cada vez maior a oferta desse tipo de produto, que traz muitos benefícios por ser cultivado dentro de uma cadeia mais sustentável.

Esse movimento também está muito presente no mundo dos vinhos. São mais e mais rótulos que chegam ao mercado brasileiro de vinhos e que são produzidos com uvas orgânicas e por processos muito mais naturais, com ausência de conservantes e produtos químicos sintéticos que tanto prejudicam a saúde do ser humano.

A cadeia de produção de uma vinícola orgânica

O professor e sommelier Jonas Martins, gerente da MMV Importadora, explica um pouco como funciona a produção de vinhos em uma vinícola orgânica.

“Normalmente as vinícolas orgânicas são menores que as vinícolas tradicionais, e os processos de plantio, colheita e produção do vinho são muito mais artesanais, com ausência de máquinas e produtos químicos que facilitam o processo”, explica o professor.

Ele dá o exemplo dos vinhos Barril por Barril, da Paso a Paso Wines, produzidos pelos enólogos e agrônomos Norberto Páez e Sebastián Bisole. Os dois amigos literalmente “garimpam” antigos vinhedos, alguns centenários, e arrendam essas terras para a produção de vinhos. São pequenos produtores que, a partir de processos orgânicos, produzem vinhos muito especiais e marcantes, que chegam ao Brasil via MMV Importadora.

O Barril por Barril Skin Contact, por exemplo, é um vinho laranja produzido a partir de uvas brancas que fermentam com suas cascas, o que confere um sabor mais pegado e estruturado. Apesar de ter um aroma alegre e vivaz, é um vinho branco mais “pesado” que surpreende pela adstringência à boca.

Já o Barril por Barril Cabernet Franc, uva que tem ganhado bastante destaque no Brasil e Uruguai, é um tinto de corpo médio. O rótulo da garrafa chama a atenção pela beleza, pois conta todo o processo natural de produção do vinho em imagens. O vinho é certificado com selo de vinhos naturais.

Um dos grandes desafios da vinícola é a produção do Barril por Barril Pinot Noir, já que esta uva é de difícil cultivo mesmo com processos mais industrializados. Porém, todo o trabalho “extra” é recompensado com um vinho de presença singular, sendo um dos únicos existentes no mercado nacional.

Benefícios dos vinhos orgânicos

Martins ressalta que além de ser um produto natural e livre de conservantes, os vinhos orgânicos geram uma cadeia muito mais sustentável para todo o sistema de produção.

“Vinícolas orgânicas buscam uma harmonia muito maior com o ecossistema. Além de gerar menos desperdício, como, por exemplo, os barris, que podem ser utilizados por até 7 anos; o não uso de produtos químicos é um benefício ao meio ambiente”. Martins explica que, em uma vinícola tradicional, um barril não é utilizado por mais de 3 anos.

 

Outra vantagem é que, por não haver conservantes, os efeitos colaterais diminuem, como a velha e conhecida “dor de cabeça” no dia seguinte, caso haja um pouco de exagero no consumo do vinho.

Porém, por conta dessa forma mais “natural” de produção, existe um “preço” a se pagar. Assim como outros tipos de produtos, os vinhos orgânicos costumam ser mais caros. O consumidor certamente nota isso, seja em restaurantes e bares ou mesmo em lojas de vinhos ou supermercados, e existem alguns fatores que justificam o preço mais elevado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/03/2022 0 Comentários 1,K Visualizações
Gastronomia

Drinks com espumantes e vinhos, uma combinação que dá samba

Por Ester Ellwanger 28/02/2022
Por Ester Ellwanger

Confete, serpentina e, por que não, um belo drink? Para comemorar o carnaval em um cenário ainda cheio de exceções – as programações alusivas à data estão sendo readequadas por conta da pandemia do coronavírus – vale a criatividade, inclusive na hora de escolher a bebidinha que vai embalar a folia, mesmo que ela seja em casa.

Em vez de abrir a latinha, que tal espocar um espumante e fazer um belo desfile de drinks preparados à base dessas bebidas? Conheça quatro receitas exclusivas, preparadas pelo sommelier Felipe Guarnieri a pedido da Cooperativa Vinícola Garibaldi, que comprovam como o vinho e o espumante compõem drinks que dão o maior samba. Guarnieri é formado pela ABS/ASI e foi eleito o segundo melhor Sommelier do Rio Grande do Sul em 2021.

Arraste o sofá da sala, aumente o volume da playlist com marchinhas e prepare-se para brincar o Carnaval na segurança de seu lar.

 

Drink Delícia Vermelha (Comissão de Frente)

Os primeiros passos na avenida precisam impressionar o público, e é exatamente o que o Drink Delícia Vermelha, eleito para ser a Comissão de Frente dos brindes sugeridos pela Cooperativa Vinícola Garibaldi, traz.

 

 

Ingredientes:
5 cubos de melancia
7 morangos
2 colheres de açúcar
15 ml de suco limão
Espumante Garibaldi Ice Zero Álcool

Modo de fazer
Coloque os ingredientes no liquidificador e bata. Despeje em uma taça com gelo e complete com espumante Garibaldi Ice Zero Álcool. Para deixar a apresentação mais no clima, você pode molhar levemente a borda do copo e polvilhar açúcar de confeitar na tonalidade vermelha.

 

Drink Citrus Borbulhante (Alegorias e adereços)

Carnaval sem cor não é carnaval. E este drink representa esse espírito com sua combinação de verde e amarelo. O ‘Citrus Borbulhante’ vem homenageando as alegorias e adereços que tornam essa festa tão divertida e criativa, também na hora de encher as taças!

 

Ingredientes
1 1/2 Maçã Verde
1 1/2 Pera
50 ml de água Tônica
10 ml de licor de Laranja
Relax Branco Demi-Sec

Modo de fazer:
Macere as frutas rapidamente e coloque polpa e suco na taça. Adicione os ingredientes líquidos e complete com frisante Relax Branco Demi-Sec.

Drink Rubra Volúpia (Cadência e Evolução)

A esta altura do desfile de drinks propostos pela Cooperativa Vinícola Garibaldi, é preciso demonstrar toda a harmonia que carregam os rótulos da marca. Mostrando como o espumante pode ser um coringa para os preparos mais inusitados, o drink Rubra Volúpia é nota dez no quesito Cadência e Evolução.

Ingredientes
25 ml de cachaça
20 ml de Campari
50 ml de suco de morango (sem açúcar e diluído em água).
5 colheres de caldo de maracujá com suco de limão
Espumante Prosecco Rosé

Modo de fazer
Coloque os ingredientes em uma taça e mexa com a colher bailarina. Ao finalizar, complete com espumante Prosecco Rosé.

 

Drink Brisa Laranja (Samba-Enredo)

Agora você já pode percorrer a avenida com o sabor desse desfile de drinks na ponta da língua e ousar em combinações ainda mais audaciosas. Que tal colocar na mesma roda vodka, licor e um bom vinho branco? É uma mistura cuja história rende um bom samba-enredo!

 

 

Ingredientes
Rodelas de Laranja
250 ml de água com gás
25 ml de vodka
25 ml de licor de Laranja
Vinho Granja União Riesling

Modo de fazer
Em um copo com gelo, coloque uma rodela de laranja e os demais líquidos, com exceção do vinho, que será colocado para completar a taça. Enfeite com outra rodela de laranja.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/02/2022 0 Comentários 1,1K Visualizações
Gastronomia

Monte Belo do Sul sedia 3º Vieni Vivere la Vita Festival

Por Ester Ellwanger 27/02/2022
Por Ester Ellwanger

Um evento para marcar reencontros e celebrar a experiência do ‘bem viver’ aguarda os visitantes que passarem por Monte Belo do Sul entre os dias 19 e 20 de março de 2022. Nesse período, o pequeno município da Serra Gaúcha sediará o Vieni Vivere la Vita Festival, que chega à terceira edição presencial para apresentar ao público o que há de mais autêntico nos produtos turísticos e culturais da localidade.

Com pouco mais de 2,5 mil habitantes, a cidade reedita o evento que, na última edição, reuniu mais de seis mil pessoas na Praça Padre José Felin. Em frente ao principal cartão postal montebelense, a Igreja Matriz São Francisco de Assis, o Vieni Vivere la Vita Festival traz uma programação rica em cultura, boa gastronomia, artesanato, agroindústria, vinhos e espumantes e um povo acolhedor.

Desde a primeira edição, o objetivo é marcar em grande estilo a implantação de um plano de promoção elaborado para dar mais destaque a Monte Belo como um destino turístico, consolidando o encontro na agenda regional como uma nova opção de lazer e entretenimento. Tradicionalmente promovido no mês de novembro, a realização de uma edição especial em março marca, além da retomada, um importante data para o município: no dia 20, serão celebrados 30 anos de emancipação do local.

Embora tenha ocorrido de forma virtual no final de 2020, como forma de manter viva a proposta da iniciativa, as duas edições anteriores foram realizadas em 2018 e 2019 — nos últimos anos, houve a suspensão presencial devido às restrições da pandemia. Para esse ano, a organização indica que os participantes tragam seus comprovantes de vacinação contra a Covid-19 para garantir a segurança sanitária do evento.

A terceira edição do Vieni Vivere la Vita Festival contará com a participação de cerca de 30 empreendimentos — número recorde. Os participantes ficam dispostos em charmosas barraquinhas confeccionadas no estilo europeu ao redor da praça, oferecendo os mais diversos itens da economia local, em um cenário que evoca as raízes italianas das famílias que hoje conduzem o desenvolvimento desta terra.

No sábado (19), a programação se concentra das 10h às 23h, e no domingo (20), o funcionamento será das 10h às 20h. Artistas de diferentes estilos animarão o evento, em uma grade de apresentações que ocorrem no palco da feira (confira a programação completa abaixo).

O evento terá entrada franca e será em formato híbrido, com transmissão virtual da programação nos canais digitais do Visite Monte Belo (no Facebook e YouTube). A realização do festival é da Secretaria de Cultura e Turismo de Monte Belo do Sul, com apoio dos empreendedores locais. A parte artístico-cultural do evento tem realização da Associação Comunitária dos Amigos de Monte Belo, apoio cultural do roteiro turístico Visite Monte Belo e patrocínio de Transportes Dumar, por meio de financiamento da Lei de Incentivo à Cultura do Estado do Rio Grande do Sul.

 

O que encontrar em Monte Belo do Sul

Integrante do conhecido roteiro turístico Vale dos Vinhedos, Monte Belo do Sul inovou e fortaleceu sua vocação para o turismo de experiência com a criação do slogan turístico ‘Vieni Vivere la Vita‘ (que, em português, significa ‘venha viver a vida’). De lá para cá, o roteiro tem atraído um número cada vez maior de turistas — muito devido ao fato do expressivo aumento na quantidade de empreendimentos turísticos (são cerca de 50 atualmente).

Com características geográficas compostas por morros e colinas, tem na vitivinicultura o seu principal atrativo turístico e principal fonte de renda da população. O município é considerado o maior produtor de uvas per capita da América Latina com seus 2.270 hectares de parreirais e o maior produtor de uvas brancas do Estado do Rio Grande do Sul, cultivadas para a elaboração de espumantes. Cultura, farta gastronomia típica italiana, produtos autênticos e hospitalidade são características marcantes da localidade.

Programação Vieni Vivere la Vita Festival

Dia 19 de março (sábado)
13h30: Apresentação cultural das escolas municipais
15h: Corais Musicando Melodias, Alegria de Cantar e Grupo Vicentino (Projeto Monte Belo: Música, Canto e Dança)
16h15: Grupo de Danças La Barca
17h: Joce Sampaio Trio
18h45: Lançamento do Videoclipe “Igreja Matriz São Francisco de Assis: patrimônio material, histórico e religioso”
19h: Délcio Tavares e banda
19h45: Lançamento do Videoclipe “Monte Belo Visto de Cima”
21h: Acústicos Band

Dia 20 de março (domingo)
12h: Grupo Acordes
14h: Acustic Rock Maicon & Pontel
15h30: Ragazzi Dei Monti
17h15: Lançamento do Videoclipe “Monte Belo do Sul: valores culturais”
17h30: Samba de Moça

Serviço

O quê: Vievi Vivere la Vita Festival — 3ª Edição
Quando: 19 e 20 de março
Horário: 10h às 23h (sábado) e 10h às 20h (domingo)
Onde: Praça Padre José Ferlin, em Monte Belo do Sul — RS
Quanto: entrada gratuita

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/02/2022 0 Comentários 1,4K Visualizações
Gastronomia

Coleção de vinho Lendários 2020 está disponível para venda

Por Stephany Foscarini 27/02/2022
Por Stephany Foscarini

A Miolo Wine Group recebeu a Safra 2018, em suas quatro unidades produtivas – Vale dos Vinhedos (Miolo), Vale do São Francisco (Terranova), Campanha Meridional (Seival) e Campanha Central (Almadén) -, com o sentimento de encantamento e realização de um sonho. A revolução tecnológica, do vinhedo ao varejo, já era realidade. O que faltava apenas era a mãe natureza entregar uma safra perfeita. E foi o que aconteceu. O resultado foi materializado em forma de lenda engarrafada: surge a coleção dos Sete Lendários – The Seven Legendaries of Miolo.

O que era espetacular não apenas se repetiu como se superou. A Safra das Safras foi além da expectativa, garantindo o bis deste projeto histórico, agora com a Safra 2020 estampada no rótulo dos sete ícones. E para o deleite dos apreciadores, a pré-venda está aberta com lote limitado de 1.000 kits, com entrega programada a partir de 30 de abril com frete grátis para todo o Brasil.

Fomos presenteados pela mãe natureza, permitindo que pudéssemos aplicar todo nosso conhecimento, tecnologia e sensibilidade. É nossa obrigação engarrafar muito mais do que vinho, mas a expressão de cada terroir. E é isso que os Lendários são, a expressão mais autêntica destes quatro terroirs apresentada em uma única safra”.

Com série limitada, os fãs já podem garantir seu tesouro em forma de vinho. Na caixa de madeira personalizada vem o Miolo Merlot Terroir, Miolo Testardi Syrah, Miolo Quinta do Seival Castas Portuguesas, Miolo Vinhas Velhas Tannat, Miolo Sesmarias, Miolo Sebrumo Cabernet Sauvignon e o Miolo Lote 43, todos da Safra 2020. São sete ícones, todos nobres, ou seja, com mais de 15% de graduação alcoólica. “A Safra 2020, assim como a de 2018, foi lendária porque superou todas as expectativas nos quatro terroirs. Isso é muito difícil de acontecer e, por isso, precisa ser celebrado da melhor forma que sabemos fazer: elaborando vinhos ícone, que formam uma coleção histórica, para compartilhar com o mercado consumidor o que de melhor o Brasil proporciona.”, destaca o diretor superintendente da Miolo Wine Group, enólogo Adriano Miolo. “Fomos presenteados pela mãe natureza, permitindo que pudéssemos aplicar todo nosso conhecimento, tecnologia e sensibilidade. É nossa obrigação engarrafar muito mais do que vinho, mas a expressão de cada terroir. E é isso que os Lendários são, a expressão mais autêntica destes quatro terroirs apresentada em uma única safra”, complementa.

Este talento de fazer vinhos lendários não surgiu por acaso. São mais de 30 anos de um trabalho de muita pesquisa, especialmente no solo e no vinhedo de cada unidade, que, associado ao legado plantado pelo patriarca Giuseppe Miolo, desde que veio da Itália, em 1897, resultou nessa mistura bem acabada entre homem e natureza. Para a Miolo, todo vinho nasce no vinhedo, e sempre foi assim.

A pré-venda do Kit Lendários Safra 2020 está liberada para caixa de madeira com a coleção Lendários 2020, com exclusividade na loja virtual ou pelo televendas 0800 970 4165, com condições especiais.

Os lendários 2020

1. Miolo Merlot Terroir – Vale dos Vinhedos (Miolo)

2. Miolo Testardi Syrah – Vale do São Francisco (Terranova)

3. Miolo Quinta do Seival Castas Portuguesas – Campanha Meridional (Seival)

4. Miolo Vinhas Velhas Tannat – Campanha Central (Almadén)

5. Miolo Sesmarias – Campanha Meridional (Seival)

6. Miolo Sebrumo Cabernet Sauvignon – Campanha Meridional (Seival)

7. Miolo Lote 43 – Vale dos Vinhedos (Miolo)

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/02/2022 0 Comentários 1,2K Visualizações
Gastronomia

Fenavinho completa 55 anos de história

Por Ester Ellwanger 25/02/2022
Por Ester Ellwanger

A Festa Nacional do Vinho não é apenas uma festa. Nunca foi. Ela tornou-se um acontecimento icônico, tão logo sua primeira edição foi anunciada, entre os dias 25 de fevereiro e 12 de março de 1967. Retroceder 55 anos no tempo é vital para entender o porquê disso.

Naquela época, a população de Bento Gonçalves não chegava a 40 mil habitantes e, embora a cidade já fosse conhecida por sua produção vitícola e moveleira, sua expressividade nacional era muito pequena. Em grande parte, pela falta de infraestrutura rodoviária para chegar e sair da cidade: qualquer deslocamento à Capital, por exemplo, era uma aventura de horas sob a sorte das condições climáticas, o que significa dizer que a viagem ou seria poeirenta ou enlameada.

Se uma conjunção de fatores levou à realização da Fenavinho, sempre tendo o envolvimento comunitário presente, foi o acaso que a levou à grandiosidade, já que à época era impossível saber no que ela se transformaria. O que era uma festa para reunir a comunidade e exaltar as atividades produtivas do município acabou por se tornar um evento com profundos impactos socioeconômicos no município, a ponto de determinar a escrita de uma nova era para a cidade.

Uma das razões para isso está ligado ao principal atrativo da festa, o Vinho Encanado. “Foi um marco histórico da Fenavinho”, diz Vitalino Nichetti, que por anos coordenou a comissão responsável pelo icônico “vinho que jorra em torneiras”. Essa atração despertou o interesse da mídia nacional, catapultando a festa e gerando um interesse em todo o país sobre festa que surgia no município. “Com o respeito a todas as atividades da Fenavinho, foi o Vinho Encanado que possibilitou a divulgação, foi algo extraordinário”, relembra Nichetti.

Foi com esse mesmo Vinho Encanado, no último final de semana, que a 17ª Fenavinho começou – uma outra agenda da atração ocorrerá em maio, com sua Vila Típica sendo erguida junto à ExpoBento, em junho. O que mudou da primeira para a mais nova edição, além da tecnologia no processo para oferecer a bebida ao público, foi a distribuição do vinho, que, ao longo dos anos, deixou de ser gratuita. Além do grande interesse gerado, sendo um catalisador para trazer público a Bento Gonçalves, o Vinho Encanado gerou alguns fatos folclóricos na cidade. “Havia uma certa apreensão por alguém que pudesse beber demais, mas quando isso ocorreu foi de forma isolada. O que houve foi algumas questões pitorescas, como o senhor que encostava um garrafão em algum lugar e cada pouco pegava vinho para enchê-lo”, conta, sorrindo, Nichetti.

Ele também lembra que o ponto central para o vinho chegar aos convivas ficava instalado no Edifício Milan, quase em frente ao Clube Aliança. Naquele tempo, para disponibilizar o vinho, um caminhão da Vinícola Aurora, que sempre forneceu a bebida, se deslocava para abastecer as pipas que ficavam no prédio. “Por mangueiras, elas chegavam até os pontos de distribuição na Via del Vino”, conta.

Esse era um trabalho que envolvia muita gente, por isso, uma comissão específica cuidava disso. “Nunca foi um trabalho de uma pessoa, sempre foi uma comissão que colocava em funcionamento o Vinho Encanado”, comenta.

Sonho

O espírito de união da equipe do Vinho Encanado se espelhava no mesmo que construiu a Fenavinho. Uma comunidade inteira se envolveu na construção da festa, e todos de forma voluntária. Esse é apontado como um dos grandes legados do evento. “A Fenavinho é a construção de um sonho imaginado por sua comunidade”, acredita Carlos Bertuol, que presidiu a quinta edição da Fenavinho, em 1985.

Esse foi um sonho moldado a muitas mãos. Além de organismos sociais como igrejas, escolas, vinícolas e associações, envolveu diretamente o cidadão. “A Fenavinho entrou na veia do bento-gonçalvense, está em seu sangue”, justifica Carlos Dreher, presidente da segunda edição, ocorrida em 1971, a única da história que foi presidida por três pessoas – além de Dreher, estiveram à frente do encontro José Eugênio Farina e Horácio Guedes Mônaco.

A declaração de Carlos Dreher sintetiza a explicação para tamanha abnegação naqueles que fizeram dessa festa não só a maior do município, mas a responsável por tornar a Bento Gonçalves que conhecemos hoje. “A Fenavinho teve o mérito propulsor de unir a comunidade, de fazê-la perceber que unida ela poderia fazer muita coisa. Foi um trabalho voluntário, ninguém ganhou nada, as pessoas chegavam e se juntavam para trabalhar. O agricultor saiu do interior com a foice a enxada para roçar o mato e abrir espaço para construir o primeiro pavilhão do Parque de Eventos. Ninguém tinha ideia no que ia se tornar a Fenavinho, então ela deixou uma marca muito grande de união da comunidade”, comenta Nichetti.

Esse carimbo deixado pela Fenavinho segue bem presente nos dias atuais. Tanto, que desde que foi recuperada pelo Centro da Indústria, Comércio e Serviços (CIC-BG), em 2019, a realização da festa está na mão de um comitê. “Nós estamos constantemente aprendendo com a Fenavinho. Se há uma lição que não envelhecerá nunca, é a de que a soma da força de cada um tornará essa festa sempre presente na nossa comunidade. É um orgulho muito grande fazer parte do time que hoje está fazendo a Fenavinho, justamente no ano que demarca seus 55 anos. Longa vida à Fenavinho, e que todos celebrem conosco sua 17ª edição”, diz o coordenador do comitê da festa, Roberto Cainelli Jr.

A festa terá mais uma edição do Vinho Encanado entre os dias 20 e 22 de maio, na Via del Vino. Já entre os dias 9 e 19 de junho, a festa terá novo capítulo ao lado da ExpoBento, sendo transportada para o Parque de Eventos, onde será construída a Vila Típica, um projeto especial para as vinícolas locais, com espaço para atrações culturais, enogastronomia, cursos de degustação e diversas atividades.

Três legados da Fenavinho

Identidade
A Fenavinho reafirmou e oficializou a identidade do bento-gonçalvense, tornando o vinho o símbolo do município e promovendo orgulho citadino. Foi a festa também a responsável por chancelar o título para a cidade de “Capital Brasileira do Vinho”, propagando sua fama nacionalmente.

Promoção do desenvolvimento
A projeção alcançada pela Fenavinho trouxe à cidade, pela primeira vez, um presidente da República – Humberto de Alencar Castelo Branco. Sua estada no município foi vital para que a cidade recebesse, anos depois, a ligação asfáltica entre Bento Gonçalves e São Vendelino, facilitando o acesso à Capital. Além de promover o vinho, a Fenavinho ajudou a aumentar o profissionalismo e o desenvolvimento em torno do produto e ainda deu vitrine nacional para outra vocação do município, a produção de móveis.

Nova feiras
A Fenavinho foi a responsável por inspirar o surgimento das feiras na cidade, como a Movelsul, a ExpoBento e a Fimma. Além disso, foi a Fenavinho a responsável pela criação do Parque de Eventos, hoje conhecido como uma das maiores áreas expositivas cobertas e climatizadas da América Latina.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/02/2022 0 Comentários 1,3K Visualizações
Gastronomia

Vinho Encanado brinda aniversário de 55 anos da Fenavinho em Bento Gonçalves

Por Ester Ellwanger 22/02/2022
Por Ester Ellwanger

A Via del Vino fez ainda mais jus ao nome do marco zero de Bento Gonçalves no final de semana ao se transformar, realmente, numa rua de vinho. Visitantes e moradores se juntaram para festejar, duplamente, a retomada da programação presencial da 17ª edição da Fenavinho. Os brindes foram erguidos para celebrar o retorno do evento, após dois anos em que a pandemia impediu sua realização, e a sua chegada aos 55 anos.

A comemoração não poderia ter sido em melhor estilo, com as taças sendo enchidas pelo vinho que corre das históricas torneiras da Casa do Vinho Moysés Michelon, palco do Vinho Encanado. E foi o icônico atrativo que deu início à festa, mostrando que sua popularidade continua tão em alta quanto 55 anos atrás, quando surgiu com a primeira edição da Fenavinho. Em três dias (18, 19 e 20) foram comercializadas duas mil doses de vinho (entre merlot e moscato) e distribuídas quatro mil doses de suco gratuitas ao público — todas as bebidas da Cooperativa Vinícola Aurora.

“Estamos enaltecendo perante os olhos de toda a região aquele que é nosso principal produto e cartão de visitas, o símbolo maior de nossa história e cultura: o vinho. Mais do que isso: estamos homenageando a relevância da história da Fenavinho, que no dia 25 deste mês completa 55 anos da realização de sua primeira edição. Estamos devolvendo de forma muito simbólica à comunidade aquele que é um dos principais marcos da Fenavinho: o vinho encanado, jorrando nas torneiras pela cidade. É com suco de uva, fornecido gratuitamente pela Cooperativa Vinícola Aurora, que resgatamos esse atrativo tão emblemático da Festa Nacional do Vinho, que brindamos sua história e que prestigiamos a comunidade”, disse o coordenador do comitê da 17ª Fenavinho, Roberto Cainelli Júnior, na abertura da programação, na tarde de sexta-feira, 18 de fevereiro.

A programação cumpre outra função: a de ritualizar o evento perante a comunidade. “O Vinho Encanado só existe em um lugar do Brasil: aqui em Bento Gonçalves. Somos a capital nacional do vinho, reconhecidos por nossos produtos mundo afora. Precisamos, e devemos, enaltecer todos esses quesitos que comprovam nossa força no setor vinícola”, disse o Prefeito de Bento Gonçalves, Diogo Siqueira.

Cultura e valorização ao local

Nesta grande ode à cultura da uva, herança direta da presença dos imigrantes italianos na região, a Fenavinho também fez questão de celebrar os hábitos legados por eles. Essa homenagem ganhou emoção com o desfile “O Mundo do Vinho”, no domingo, promovido pela prefeitura. A atração, que contou com um carro temático da Fenavinho, serviu de aquece para o Desfile Fenavinho Cultural, programado para maio, em mais um Vinho Encanado. O desfile é um dos marcos da festa, com as comunidades do interior desfilando seus saberes em diversos carros. Eles passam, mais do que carregando os costumes laborais e gastronômicos do colono, contando a própria história da imigração italiana.

Outro tributo prestado à cultural regional foi por meio da música. Durante os três dias do Vinho Encanado, a música italiana, seja ela típica ou universal, fez parte da programação da Fenavinho, com artistas locais relembrando canções presentes na memória afetiva do bento-gonçalvense. No palco montado na Via del Vino passaram os artistas Inês Rizzardo, Cavatappi, Gilmar Dias, Irmãos Manzoni & Juliano, Zo Garrafon, Beto Malheiros e Tobias, Orquestra de Sopros de Faria Lemos e The Moça.

Festa e feira, sim

A volta da Fenavinho, a partir dos esforços do Centro da Indústria, Comércio e Serviços (CIC-BG) em 2019 para resgatá-la de um hiato de oito anos, ganha com a nova edição mais potência para mostrar todo seu esplendor como a maior festa do município. A programação presencial da edição especial do Vinho Encanado vem carregada de um significado extra, na opinião de Marijane Paese, presidente do CIC-BG, entidade promotora da festa. “Esse movimento afirma de forma categórica que ExpoBento e Fenavinho vão acontecer, sim, neste ano, no que depender dos esforços do CIC-BG e dos nossos apoiadores. É em homenagem a isso que brindamos na edição especial do Vinho Encanado da 17ª Fenavinho: à retomada das atividades que fomentam de forma responsável o desenvolvimento econômico, social e cultural de nossa região”, disse.

O mesmo positivismo conduziu a mensagem do diretor-geral da 30ª ExpoBento, Gilberto Durante. “É com essa certeza da retomada das atividades presenciais que estamos trabalhando nos preparativos da 30ª ExpoBento (agendada para ocorrer de 09 a 19 de junho deste ano, em Bento Gonçalves). Será uma feira de grandes resultados. Contamos com a parceria de empresas e instituições muito sólidas, que caminham conosco na condição de patrocinadoras, apoiadoras ou expositoras. Temos ao nosso lado o Poder Público, conhecedor da importância que ExpoBento e também Fenavinho têm para o desenvolvimento do município. Agora, começamos a mobilizar a comunidade para que também esteja ao nosso lado, incentivando e prestigiando os eventos do município”, disse.

Programação tem novo capítulo em maio

O Vinho Encanado deve retornar às ruas de Bento Gonçalves em maio deste ano de 20 a 22, trazendo programação artística especial, com nomes populares como o humorista Badin e os personagens Radicci e Genoveva, do cartunista Iotti, transportados para o teatro. Depois, de 9 a 19 de junho, juntamente com a 30ª edição da ExpoBento, será construída a Vila Típica da Fenavinho, projeto especial para as vinícolas locais, a enogastronomia e os shows, com músicas, apresentações e jogos típicos herdados dos imigrantes. Um verdadeiro espaço de convívio comunitário, onde todos são bem-vindos e convidados a desfrutarem o sabor de Bento Gonçalves.

Foto: Gilmar Gomes/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

22/02/2022 0 Comentários 711 Visualizações
Gastronomia

2º Festival de Cerveja Artesanal e 3º Festival Gastronômico e Cultural de Igrejinha será em março

Por Ester Ellwanger 21/02/2022
Por Ester Ellwanger

Depois de precisar ser adiado devido a pandemia, o 2º Festival de Cerveja Artesanal e 3º Festival Gastronômico e Cultural de Igrejinha volta a ser realizado. Nos dias 25, 26 e 27 de março, as cervejas artesanais, a gastronomia personalizada e atrações musicais vão movimentar o Parque de Eventos Almiro Grings (Parque da Oktoberfest de Igrejinha).

Está confirmada a apresentação de 10 restaurantes que servirão pratos desenvolvidos exclusivamente para o evento e 20 cervejarias de diferentes municípios gaúchos. O palco vai receber mais de 10 shows, entre artistas locais e shows nacionais.

A promoção é da CDL de Igrejinha e Três Coroas e da Acervai (Associação dos Cervejeiros Artesanais de Igrejinha), com apoio da prefeitura de Igrejinha. No local do evento, haverá totens de álcool em gel e o uso de máscaras deve ser respeitado em áreas de circulação para seguir com os cuidados de prevenção ao covid-19.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/02/2022 0 Comentários 1,3K Visualizações
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