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Gastronomia

Gastronomia

Festival da Cachaça de Ivoti terá oficinas ministradas pela Feevale

Por Marina Klein Telles 29/09/2023
Por Marina Klein Telles

Harmonização de cachaças, estruturação de roteiros turísticos e potencialização de resultados através das redes sociais. Esses são os temas das oficinas gratuitas que serão promovidas pela Universidade Feevale durante o 2° Festival da Cachaça de Ivoti. O evento acontece entre 6 e 15 de outubro, no Núcleo de Casas Enxaimel, com entrada e estacionamento gratuitos, e reunirá apresentações musicais, gastronomia, concurso de drinks, produtos coloniais e exposição de cachaçarias locais, entre outras atrações.

Os workshops serão oferecidos pelos cursos de Gastronomia, Turismo, Relações Públicas e Jornalismo da Feevale, e têm vagas limitadas. As inscrições devem ser feitas antecipadamente, de 2 a 4 de outubro, pelo telefone (51) 99608-1562.

A Universidade também disponibilizará, no evento, orientações por meio do projeto social Gestão e Empreendedorismo para o Desenvolvimento Local, a fim de desenvolver competências relacionadas ao associativismo, empreendedorismo, à gestão e à produção, buscando colaborar para a formação de empreendedores ou empreendimentos que produzem alimentos, associações ou cooperativas de trabalhadores.

O 2º Festival da Cachaça tem realização da Prefeitura de Ivoti, Cachaçaria Bockorny, Casa Buchmann, Weber Haus, patrocínio da Cervejaria Adoma, Casa Adoma e Sicredi Pioneira, e apoio de Chef Gourmet Novo Hamburgo, Universidade Feevale e Hotel Spazio.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/09/2023 0 Comentários 564 Visualizações
Gastronomia

Espumantes brasileiros entram em etapa de degustação no concurso nacional

Por Marina Klein Telles 26/09/2023
Por Marina Klein Telles

Tudo pronto para a maior edição da história do Concurso do Espumante Brasileiro. Os 505 espumantes inscritos por 93 vinícolas de oito estados – Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo – serão avaliados por 54 especialistas divididos em sete júris. As sessões acontecem nos dias 27 e 28 (quarta e quinta) no Hotel Dall’Onder SKI, em Garibaldi, a Capital Brasileira do Espumante, numa promoção da Associação Brasileira de Enologia (ABE).

Enólogos, sommeliers, jornalistas e escritores integram o painel de degustadores da 13ª edição. Serão 12 horas de degustação às cegas, seguindo normas internacionais estabelecidas pela Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV). O grande destaque é o aumento no número de estados representados, ampliando a diversidade de terroirs. “Estamos avançando pelo Brasil, o que nos deixa muito felizes e motivados a seguir atraindo mais amostras e novas vinícolas. O Concurso é a maior vitrine da bebida e este é o nosso propósito: promover o espumante brasileiro”, destaca o presidente da ABE, enólogo Ricardo Morari.

O concurso avalia espumantes naturais, provenientes de uvas vitis viníferas, obtidos a partir dos diferentes métodos, que estejam sendo comercializados normalmente pelas empresas nas categorias: espumantes de segunda fermentação (charmat e tradicional) e espumantes de primeira fermentação (moscatéis). Serão premiados os espumantes melhores classificados por categoria, respeitando o limite de 30% dos inscritos conforme normas internacionais. O resultado será anunciado no Jantar de Premiação no dia 29 de setembro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/09/2023 0 Comentários 588 Visualizações
Gastronomia

13º Concurso do Espumante Brasileiro: Mais de 50 degustadores formam júris técnicos

Por Marina Klein Telles 26/09/2023
Por Marina Klein Telles

Enólogos, sommeliers, jornalistas e escritores integram o painel de degustadores do 13º Concurso do Espumante Brasileiro que acontece na próxima semana de 26 a 29 de setembro, em Garibaldi – Capital Brasileira do Espumante, numa realização da Associação Brasileira de Enologia (ABE). Serão 54 envolvidos, divididos em sete júris que, durante 12 horas de degustações estarão analisando o maior número de amostras da história do concurso. Outro recorde é o número de estados representados, sendo eles: Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

As degustações acontecem nas manhãs dos dias 27 e 28 de setembro, no Hotel Dall’Onder SKI, onde também acontecerá o Jantar de Premiação no dia 29. Cada júri terá a missão de avaliar cerca de 36 espumantes por dia. Para o presidente da ABE, enólogo Ricardo Morari, este é o grande momento do evento, quando o rigor da técnica entra em ação. “Cada degustar tem acesso apenas ao número da amostra e da categoria que ela foi inscrita. Às cegas, todos fazem a análise sensorial registrando suas notas em um computador individual que, a partir de um software especialmente desenvolvido para o evento, tabula o resultado, eliminando a maior e a menor nota para gerar a mediana”, explica. O evento segue normas estabelecidas pela Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV).

Além de superar em 19% o número de amostras da edição anterior (2021), o 13º Concurso do Espumante Brasileiro faz história avançando pelo Brasil. Pela primeira vez, oito estados estão representados, cumprindo o propósito da entidade de avaliar espumantes nacionais de diferentes terroirs. O concurso é o único que avalia exclusivamente espumantes brasileiros, consolidando-se como a principal vitrine deste tipo de produto tanto para o mercado interno quanto externo.

O concurso avalia espumantes naturais, provenientes de uvas vitis viníferas, obtidos a partir dos diferentes métodos, que estejam sendo comercializados normalmente pelas empresas nas categorias: espumantes de segunda fermentação (charmat e tradicional) e espumantes de primeira fermentação (moscatéis). Serão premiados os espumantes melhores classificados por categoria, respeitando o limite de 30% dos inscritos conforme normas internacionais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/09/2023 0 Comentários 540 Visualizações
Gastronomia

Chocolaterias de Gramado comemoram aumento nas vendas

Por Marina Klein Telles 19/09/2023
Por Marina Klein Telles

Quatro meses após receberem o Selo de Procedência para Chocolate Artesanal e conquistarem o Selo de Identificação Geográfica – IG de origem, os chocolateiros de Gramado comemoram o aumento de, aproximadamente, 10% nas vendas de junho a agosto, se comparado ao mesmo período de 2022.

De acordo com o presidente da Associação da Indústria e Comércio de Chocolates de Gramado – Achoco, Fabiano Contini, a excelência na produção e o sabor diferenciado do produto final têm sido importantes atrativos para o consumidor. “As pessoas estão cada vez mais exigentes, e buscam qualidade. As certificações vieram para validar a excelência dos nossos chocolates”.

Para receber o IG de Origem e o Selo de Chocolate Artesanal, os chocolateiros passaram por implementação e manutenção dos processos de melhoria das empresas e dos produtos fabricados. A Achoco contratou a auditoria Ustra Consultoria que aplicou e revisou o Regulamento Técnico Interno aprovado pelo INPI, auditou as fábricas associadas, avaliou evidências documentais e a área de produção, aplicou um check-list padrão e acompanhou os resultados junto com a entidade.

Os chocolateiros certificados cumpriram todos os requisitos da rigorosa auditoria técnica, que contemplou etapas obrigatórias junto a Anvisa. “Foram trabalhados pontos de qualidade essenciais que avaliaram a produção para que o produto se enquadrasse como ‘Chocolate Artesanal de Gramado’, determinando uma fórmula padrão para uso”, recorda o presidente, que explica: “A partir daí, as marcas aprimoram seus processos, personalizando suas receitas”.

Dentro do criterioso processo, três requisitos se destacam: a fabricação da massa dentro do município, a proibição do uso de gorduras hidrogenadas e conter 25 % teores de cacau para chocolate branco, 35% para chocolate ao leite, de 42% a 55% para meio amargo e acima de 55% para amargo.

O presidente da Achoco salienta, ainda, que, anteriormente, muitas pessoas acreditavam que todo chocolate comprado na cidade era produzido em Gramado. “Estavam comprando ‘gato por lebre’, pois algumas empresas apenas derretem e moldam seus produtos aqui, com matéria-prima de outras marcas”, diz. Fabiano Contini dá mais uma dica importante para que o consumidor possa ter segurança na hora da compra. “Todas as lojas que vendem nosso chocolate artesanal certificado com IG possuem um selo na vitrine ou em um quadro no interior do estabelecimento”, alerta.

Segundo ele, todos os esforços que vem sendo feitos nos últimos anos têm o objetivo principal de nivelar o setor chocolateiro de Gramado, alinhando todos em um alto padrão, e tornando o setor reconhecido internacionalmente. “Gramado é um dos principais destinos turísticos do Brasil, e uma referência internacional de Turismo. A cidade é reconhecida pelas belezas naturais, pela gastronomia de excelência e pelo seu delicioso chocolate, que se tornou também o nosso patrimônio cultural. Queremos, agora, que ela também seja reconhecida pelo autêntico Chocolate Artesanal de Gramado”.

Atualmente, Gramado possui 28 indústrias de chocolates. As marcas Prawer, Miroh, Lugano, Caracol / Planalto, Chocolate Gramadense e Chocolataria Gramado são certificadas e habilitadas para produzir o verdadeiro Chocolate Artesanal de Gramado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/09/2023 0 Comentários 645 Visualizações
Gastronomia

13º Concurso do Espumante Brasileiro chega a 505 amostras

Por Marina Klein Telles 19/09/2023
Por Marina Klein Telles

Mais amostras, mais estados representados. O Concurso do Espumante Brasileiro chega a sua 13ª edição batendo novos recordes, reunindo o maior número de amostras de sua história e também a maior representatividade de estados. As 505 amostras inscritas de 93 vinícolas vêm da Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. As degustações acontecem nos dias 27 e 28 de setembro em Garibaldi, Capital Brasileira do Espumante. O jantar de premiação será no dia 29, no Hotel Dall’Onder SKI.

Nunca na trajetória do evento haviam sido registrados espumantes elaborados em oito estados diferentes. Com este cenário, o concurso rompe a barreira das 3 mil amostras nas 13 edições. O incremento em relação a edição anterior, realizada em 2021, é de 19%. Mas o grande destaque é o aumento no número de estados que amplia a possibilidade de avaliar a qualidade do espumante em diferentes terroirs brasileiros.

O presidente da Associação Brasileira de Enologia (ABE), enólogo Ricardo Morari, comemora a adesão. “Este ano, temos espumantes das Regiões Sul, Sudeste e Nordeste que expressam diferentes terroirs, mostrando a diversidade de estilos que a bebida tem. O Concurso do Espumante Brasileiro é a principal vitrine deste tipo de produto e única a avaliar e premiar exclusivamente espumantes brasileiros”, destaca.

Desde 2001, quando foi realizada a 1ª edição, o concurso não parou de crescer. Com expectativa superada, agora a ABE intensifica os trabalhos para a degustação, que seguirá normas internacionais estabelecidas pela Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV). As sessões serão realizadas às cegas no Centro de Eventos do Hotel Dall’Onder SKI com a participação de mais de 50 técnicos, entre eles enólogos, sommeliers e jornalistas especializados, divididos em sete júris.

O concurso avalia espumantes naturais, provenientes de uvas vitis viníferas, obtidos a partir dos diferentes métodos, que estejam sendo comercializados normalmente pelas empresas nas categorias: espumantes de segunda fermentação (charmat e tradicional) e espumantes de primeira fermentação (moscatéis). Serão premiados os espumantes melhores classificados por categoria, respeitando o limite de 30% dos inscritos conforme normas internacionais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/09/2023 0 Comentários 625 Visualizações
Gastronomia

Miolo conquista 95 pontos com Sauvignon Blanc e Malbec

Por Marina Klein Telles 18/09/2023
Por Marina Klein Telles

A Miolo Wine Group conquistou cinco importantes premiações no VinhoSub30, concurso realizado nos dias 2 e 3 de agosto, em Santana do Livramento. O Miolo Reserva Sauvignon Blanc 2023 e o Miolo Reserva Malbec 2022 foram os grandes destaques com impressionantes 95 pontos e, assim, arrematando Grande Medalha de Ouro. Na sequência, o Miolo Single Vineyard Cabernet Franc 2021 com 94 pontos, o Almadén Gewurztraminer 2022 com 91 pontos e o Miolo Single Vineyard Alvarinho 2022 com 90 pontos, todos com Medalha de Ouro.

O VinhoSub30 é um programa que inclui ações que visam aproximar os jovens consumidores ao conhecimento do vinho, destacando a sua qualidade e promovendo o consumo responsável. A sua principal ação é a realização deste concurso, que reúne um painel de degustação composto por jovens entre os 18 e 30 anos. São eles que provam e avaliam às cegas os vinhos apresentados. Além do limite de idade do júri, os jovens provadores devem ser residentes no país e os vinhos devem estar presentes no mercado local. As provas são realizadas através de uma aplicação específica para telefones celulares em que os provadores indicam as notas de cada vinho provado numa escala de 100 pontos.

Para o diretor superintendente da Miolo, Adriano Miolo, o mundo do vinho passou a fazer parte também do público jovem, interessados por experiências culturais e sensoriais. “Os jovens, cada vez mais, estão interessados por experiências em torno do vinho. Curiosos e seguros de suas preferências, veem no vinho um produto que vai muito além do que está na garrafa, proporcionando conhecimento em torno de uma cultura milenar que no Brasil já tem história própria”, destaca.

Premiações

Grande Medalha de Ouro

Miolo Reserva Sauvignon Blanc 2023 – 95 pontos

Miolo Reserva Malbec 2022 – 95 pontos

Medalha de Ouro

Miolo Single Vineyard Cabernet Franc 2021 – 94 pontos

Almadén Gewurztraminer 2022 – 91 pontos

Miolo Single Vineyard Alvarinho 2022 – 90 pontos

Fotos: Divulgação Miolo

18/09/2023 0 Comentários 611 Visualizações
Gastronomia

Miolo Wine Group elabora 17 espumantes de diferentes terroirs e estilos

Por Marina Klein Telles 15/09/2023
Por Marina Klein Telles

O desejo de celebrar a vida, de reunir a família e os amigos, de brindar o Ano Novo que está por vir, chega carregado de emoções e muito espumante. A Miolo Wine Group tem 17 rótulos com as marcas Miolo, Terranova, Miolo Seival e Almadén que trazem brasilidade na cor, nos aromas e nos sabores, com opções tanto para momentos mais descontraídos, quanto aos sofisticados. São espumantes para todos os gostos, indo do Moscatel ao Sur Lie Nature com 10 anos de cave, com preços que vão de R$ 25 a R$ 400, além de todo portfólio ser 100% vegano, exibindo o Selo da The Vegan Society.

A diversidade está nos estilos e no preço, com opções que partem de R$ 25, como é o caso do Almadén Brut (Branco e Rosé) e Demi Sec, até chegar ao Íride Miolo Sur Lie Nature 10 Anos, a R$ 400. Tem espumante tropical, espumante que conquistou até a França e espumante com Denominação de Origem Vale dos Vinhedos. Elaborados com uvas cultivadas no Vale do São Francisco, no Vale dos Vinhedos, na Campanha Meridional e Campanha Central do Rio Grande do Sul, estes espumantes são ideais para celebrar. Fáceis de beber, carregam expressões dos terroirs em assemblages com uvas como Chardonnay, Pinot Noir, Chenin Blanc, Sauvignon Blanc, Verdejo, Moscato, Grenache, Pinot Gris, Shiraz e Semillon.

O Terranova Tropical Moscatel, espumante que nasce no sertão do Nordeste brasileiro, é o mais vendido do grupo, sendo apreciado de Norte a Sul do país. Ideal para o verão, ele traz a alegria e descontração do povo brasileiro. As uvas Moscatéis estão entre as que melhor se adaptaram ao terroir devido a influência do sol. A leveza do espumante retrata o que o solo do Vale do São Francisco é capaz de oferecer.

Outro destaque é a linha Miolo Cuvée, o primeiro espumante da Miolo. Os 25 anos do produto foram comemorados em 2020 com o lançamento de um Nature, além do Selo de Denominação de Origem Vale dos Vinhedos (DOVV) nos quatro espumantes da linha. Suas borbulhas finas e persistentes e, principalmente, seu frescor, elegância e versatilidade conquistaram o mundo, com presença em 15 países. Assim, o espumante brasileiro mais vendido em Paris também é a bebida oficial do Natal Luz de Gramado há 15 anos.

Agora, quem busca sofisticação, a recomendação é o Miolo Íride Sur Lie Nature 10 Anos, o Miolo Millésime Brut DOVV ou o Miolo Millésime Brut Rosé DOVV. Hoje, 24% da produção anual da Miolo é de espumantes. No ano passado, a empresa comercializou mais de 2 milhões de garrafas de espumantes. A meta até o final de 2023 é de ultrapassar as 2,2 milhões de unidades.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/09/2023 0 Comentários 532 Visualizações
Gastronomia

Chocolate Miroh conquista medalha de Ouro em competição Internacional

Por Marcel Vogt 15/09/2023
Por Marcel Vogt

É do Brasil! A Miroh, de Gramado, acaba de conquistar a medalha de Ouro com o chocolate “Idukki Dark Milk 54% Cacau”, no conceituado “Internacional Chocolate Awards – Edição Americas”, um dos mais importantes concursos do setor no mundo, realizado em Nova York.

A marca brasileira recebeu, ainda, mais seis medalhas na competição: prata com “Chocolate ao leite 42% cacau”, e bronze com “Rio Caribe Dark Milk 58% cacau”, “Kubaly Milk 45% Edição Limitada”, “Chocolate ao leite com café Blum’s”, “Drágea de amêndoa de cacau” e “Drágea de café”.

Com os resultados conquistados, validou sua participação na final da edição mundial do “Internacional Chocolate Awards”, que acontecerá em novembro, na Itália. Os sete produtos premiados vão disputar com os melhores chocolates de todo o mundo.

Em pouco mais de dois anos de existência, a Miroh tem se destacado pela excelência de seus produtos. A marca, que nasceu alinhada com o processo B2Bar, prima pela qualidade de ponta a ponta no processo de produção do chocolate, da escolha da amêndoa até o produto final.

Constantemente, o chef chocolatier Ricardo Campos visita as principais fazendas sustentáveis de cacau orgânico do mundo em busca das melhores matérias primas para a produção dos seus chocolates.

Recentemente, a Miroh a Indicação Geográfica (IG) e o Selo de Procedência, passando a ser oficialmente Chocolate Artesanal de Gramado.

Foto: Igor Azevedo/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/09/2023 0 Comentários 647 Visualizações
Gastronomia

50 anos da Chandon Brasil celebram a expertise na elaboração de espumantes

Por Marina Klein Telles 14/09/2023
Por Marina Klein Telles

Com orgulho de há 50 anos ser brasileira, a Chandon celebra meio século de expertise e pioneirismo na elaboração de espumantes brasileiros. Neste período, a vinícola não apenas seguiu inovando, como também ajudou a construir a imagem do espumante brasileiro em todo o mundo. Comprometida com a comunidade, incorporou em sua rotina diária práticas conscientes de sustentabilidade que vão de suas relações com o homem ao meio ambiente. Instalada na Serra Gaúcha, a Casa Chandon Garibaldi, como passa a se chamar neste ano, se prepara para lançar edições limitadas que serão reveladas em outubro, mês de aniversário.

A Chandon foi fundada na Argentina em 1959 por Robert-Jean de Vogüé, um pioneiro com visão, coragem e determinação para redefinir a categoria e criar vinhos espumantes excepcionais. De forma colaborativa, com visão global e olhar local, hoje a Chandon mantém vinhedos e elabora espumantes em quatro continentes, com vinhedos na Argentina, Austrália, Brasil, China, Estados Unidos (Califórnia) e Índia. É o maior empreendimento de espumantes do mundo.

Não foi por acaso que a Chandon se instalou no Brasil, mais precisamente em Garibaldi (RS), em 1973. Naquela época, sua equipe técnica já sabia que este terroir era ideal para cultivar uvas utilizadas para a elaboração de espumantes com qualidade superior.  A marca também está à frente quando o assunto é sustentabilidade nos vinhedos, com práticas agrícolas responsáveis, a empresa atua na preservação do ecossistema e na manutenção da biodiversidade brasileira, destacando-se, também, pela sua criatividade enológica diante de métodos únicos de assemblage, maturação e elaboração de seus espumantes.

Referência em sustentabilidade

Assim, a Chandon é a primeira vinícola a conquistar o Certificado em Viticultura Sustentável – PIUP – Produção Integrada de Uvas para Processamento, conferido ao vinhedo de Encruzilhada do Sul. Assim, sua capacidade de inovação está intimamente ligada ao desenvolvimento da vitivinicultura nacional. A organização adota práticas sustentáveis como manejo do solo com cobertura vegetal permanente, uso preferencial de adubos orgânicos, preservação da biodiversidade em áreas úmidas e bosques nativos e reciclagem de resíduos. Além disso, também se dedica a projetos de conservação da biodiversidade como o resgate de mudas de Butiá odorata, visando a preservação do ecossistema e uso consciente da palmeira.

A cultura sustentável da marca se faz presente na empresa e nas suas relações pessoais e de trabalho. “Nossa cultura é solidária, aberta e respeitosa, pautada em iniciativas de envolvimento com as comunidades locais e projetos de biodiversidade. Nos esforçamos para sermos o mais sustentável possível. Valorizamos os cuidados com a terra e as pessoas, enfrentando os desafios como oportunidades. Somos inspirados e inspiradores, não ficamos parado. A Chandon tem um olhar corajoso e pioneiro para o mundo e para o futuro, vamos sempre além, seja em lançamentos ou em experiências como a Celebração dos 50 anos no Brasil”, diz Catherine Petit, diretora geral da Chandon Brasil.

Rótulos que marcaram gerações

Transcendendo o tempo, a Chandon se dedica não apenas à excelência de seus espumantes, mas também a nutrir e fortalecer os laços com a comunidade de viticultores locais. Esses parceiros desempenham um papel fundamental na construção da identidade da marca no passado, no presente e no futuro. Lançamentos marcaram épocas. Entre eles o Chandon Excellence e o Chandon Passion, que surgiram para brindar os 25 anos de Brasil e seguem integrando o portfólio. O Excellence, apresenta a expressão máxima da marca, e o Passion foi especialmente desenvolvido para o paladar dos brasileiros.

Para brindar seus 50 anos no Brasil, a Chandon Brasil aproveita sua presença na Wine South America, que acontece de 12 a 14 de setembro em Bento Gonçalves (RS), para lançar Chandon Excellence Brut safra 2013. Outra iniciativa comemorativa é a reabertura da Casa Chandon Garibaldi com uma sala de degustação com vista para o vinhedo, oferecendo um cardápio de Chandon em taça no terraço, encerrando a experiência na boutique. Em outubro, uma campanha especial com um calendário de comemorações que prevê diversas ações será revelada.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/09/2023 0 Comentários 536 Visualizações
Gastronomia

Agricultura regenerativa nutre vida em vinícola no interior de Flores da Cunha

Por Marina Klein Telles 13/09/2023
Por Marina Klein Telles

A força feminina presente na natureza é o que dá vida à Vinícola Madre Terra. Instalada em uma propriedade de 45 hectares, no interior de Flores da Cunha, alimenta um negócio familiar que desde o princípio se dedica a respeitar o terroir e a biodiversidade. Nutridos pela generosa energia e belezas naturais do lugar, surgem os primeiros rótulos que guardam um pouco do que está por vir.

São microlotes de vinhos e espumantes e experiências turísticas e enogastronômicas autênticas, num ambiente que se transforma a cada estação. Toda natureza se apresenta com cenários que incluem vinhedos em patamares, lagos, bosques e trilhas em meio a mata nativa. Em um ano de trabalho foram investidos R$ 17 milhões com previsão de mais R$ 12 milhões até 2026.

A Madre Terra busca nos saberes ancestrais e na energia feminina da natureza os elementos necessários para criar vinhos e espumantes. O respeito à vida, ao humano, ao feminino, ao sagrado e ao espiritual fazem parte da filosofia que movimenta a marca. Tainá Zaneti, responsável pelo branding e criação do projeto, afirma que: “este lugar é a fonte de vida. Por isso, o nome Madre Terra, que nutre e expressa os valores e princípios que queremos transmitir e compartilhar com quem é apaixonado por vinhos, gastronomia, espiritualidade e natureza”. Os sócios do empreendimento são os pais de Tainá, Hermes Zaneti e Izabel Zaneti.

O terroir

Situada na Capela São João, a 847 metros de altitude, a propriedade se dedica a agricultura regenerativa, com práticas sustentáveis capazes de restaurar os ecossistemas, promovendo a biodiversidade com o cultivo de plantas de cobertura e o manejo integrado de pragas. Assim, a preservação e reestruturação da vegetação nativa do entorno integra de forma harmônica o vinhedo à paisagem, além de proporcionar um melhor equilíbrio térmico das áreas e reduzir o impacto dos ventos no início do ciclo vegetativo.

Ao cooperar com a natureza, a Madre Terra oferece uma alternativa promissora e sustentável, respeitando a maior expressão do terroir. “Quem conhece a Madre Terra, imediatamente entende seu propósito. Com esta natureza pródiga, abundante e coexistente, o desejo de celebrar a vida ganha um novo olhar e o nosso compromisso é ainda maior”, garante Tainá.

 

Um dos grandes diferenciais da vinícola são seus vinhedos em patamares, a exemplo da região do Douro, em Portugal. Desta forma, as vinhas têm excelente insolação, ventilação e drenagem, além de compor um cenário bem particular e digno de ser admirado. Todos irrigados, têm equilíbrio de disponibilidade de água sempre que necessário, extraindo ao máximo a capacidade enológica de cada cultivar.

Com estações bem definidas e temperaturas que variam de 7°C a 27°C, raramente inferiores a 0°C ou superiores a 31°C, a região tem clima subtropical. Os ventos são de baixa intensidade, mas constantes, o que garante a adequada ventilação dos vinhedos. O solo é argiloso e basáltico, com boa drenagem e o relevo é ondulado, formando o terroir perfeito para o cultivo de uvas com qualidade superior.

Na Madre Terra, o tempo de afinamento dos vinhos é contado em luas, reconhecendo a importância astral para os ciclos terrenos e honrando a sabedoria ancestral. A lua é o relógio celeste que dita o ritmo dos dias, dos ciclos da natureza, das marés, das colheitas. Cada ciclo lunar completo tem 29,5 dias.

A vinícola

A Madre Terra tem hoje 3,7 hectares de área cultivada com vinhedos próprios, sendo 1,5 hectare em produção. São vinhas que gestam castas tintas como a Cabernet Franc, Merlot, Teroldego, Pinot Noir e Marselan, além das brancas Riesling, Chardonnay e Gewurztraminer. A produção controlada fica entre 6 a 8 mil quilos por hectare. A Safra 2023 resultou em 25 mil litros – 88% de vinhos com 29.300 garrafas e 12% de espumantes com 4 mil garrafas. Parte das uvas vieram de produtores parceiros da Serra Gaúcha, da Campanha Gaúcha e da Serra do Sudeste.

 

Com 10 rótulos à venda a partir deste mês de setembro – seis vinhos e quatro espumantes -, a Madre Terra une a arte da vinificação e a paixão pelo fazer bem feito com uvas cultivadas da agricultura regenerativa. A diferenciação está presente no portfólio com microlotes que vão de apenas 300 a 1.300 garrafas, carregando as marcas AuraZ, CicloZ e VentreZ. São produtos autênticos e de qualidade excepcional. Todo processo, do vinhedo ao engarrafamento, é acompanhado de perto por uma dupla de talentos, o engenheiro agrônomo Leandro Venturini e o enólogo Delto Garibaldi, eleito melhor enólogo do Brasil em 2014.

Os produtos podem ser adquiridos na vinícola e na loja virtual https://www.vinhosevinhos.com/vinicola/madre-terra.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/09/2023 0 Comentários 563 Visualizações
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