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Ensino

Ensino

Aluno da IENH conquista 3° lugar na categoria de biologia em feira internacional

Por Ester Ellwanger 02/12/2021
Por Ester Ellwanger

Uma premiação de 3° lugar na categoria de Biologia na feira internacional Buca Imsef foi recebida pelo aluno da IENH – Unidade Fundação Evangélica, Francisco Lamas. A divulgação dos resultados ocorreu na sexta-feira, 26 de novembro, de forma on-line.

Francisco havia apresentado à banca, na quinta-feira, 18, a pesquisa “Solução antisséptica à base de folhas de Tabernaemontana catharinensis”. Toda a explanação foi realizada em língua inglesa.

O estudante conta que a preparação para a feira da Turquia contou com tradução de textos e apresentação, além de ensaios para utilizar as melhores palavras e expressões para explicar o trabalho desenvolvido.

Aprendizado com as feiras

Para além da experiência de compartilhar e ouvir sobre a pesquisa realizada, Francisco está adquirindo aprendizados importantes com a participação em feiras nacionais e internacionais. Ele cita a comunicação como um dos benefícios, além do contato com trabalhos acadêmicos.

Para ele, “estar lendo trabalhos de faculdade dá uma preparação e uma base muito boa para o Ensino Superior. Isso quebra o estigma de ser muito difícil”. Francisco destaca que, na Buca Imsef, recebeu comentários preciosos sobre o trabalho realizado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/12/2021 0 Comentários 609 Visualizações
Ensino

Autoridades municipais e entidades locais participam de evento do ECOVIV

Por Stephany Foscarini 30/11/2021
Por Stephany Foscarini

Em comemoração aos 30 anos do ECOVIV, a equipe do projeto convidou autoridades municipais, entidades e imprensa local para conhecer as novas atividades educacionais e ambientais elaboradas. O prefeito Jorge Darlei Wolf, acompanhado de secretários municipais, representou a Prefeitura de Nova Petrópolis no evento, realizado na quarta-feira, (24), no Sítio do Riacho. A programação contou também com a presença de representantes da Câmara de Vereadores, Associação Comercial e Industrial de Nova Petrópolis (Acinp) e Programa União Faz a Vida. O diretor da Escola Técnica Bom Pastor, Adriano Fiorini, também marcou presença na oportunidade, que teve como convidados especiais os idealizadores do Projeto ECOVIV, Ilse e Vítor Gans.

O evento teve início com a coordenadora do Projeto ECOVIV, Verônica Seefeld, apresentando as características dos novos roteiros educacionais e as diversas possibilidades de utilização do Sítio do Riacho. Logo após, o colaborador Raphael Bonfiglio conduziu uma atividade prática que exigiu interação e raciocínio dos participantes. Na sequência, a idealizadora do Projeto ECOVIV, Ilse Gans, acompanhada do marido, Vítor Gans, contou como foi concebido e se desenvolveu o Projeto ECOVIV, que iniciou em 1991 na Escola Bom Pastor.

É muito emocionante para mim estar aqui hoje, contando para vocês sobre uma ideia que tivemos há 30 anos e que se transformou nesse projeto tão bonito”.

“É muito emocionante para mim estar aqui hoje, contando para vocês sobre uma ideia que tivemos há 30 anos e que se transformou nesse projeto tão bonito. Fomos persistentes, acreditamos que a consciência ambiental deveria ser trabalhada na escola em uma época que não se falava muito sobre isso. Espero que, quando vocês chegarem aos 92 anos de idade, como eu, também possam ser lembrados e reconhecidos por algo que fizeram”, relatou Ilse Gans.

A presença dessas pessoas tão importantes aqui hoje é motivo de orgulho para todos nós, que mantemos vivo e em constante evolução esse projeto que já ensinou tanta gente”.

Para o diretor Adriano Fiorini, receber autoridades Municipais e entidades no Sítio do Riacho fortalece ainda mais o Projeto ECOVIV. “A presença dessas pessoas tão importantes aqui hoje é motivo de orgulho para todos nós, que mantemos vivo e em constante evolução esse projeto que já ensinou tanta gente. A consciência ambiental é um tema de grande importância, que deve ser trabalhado de maneiras criativas e atrativas em todos os níveis da educação. É por isso que o Projeto ECOVIV está em constante reinvenção”, destacou Adriano.

De acordo com o prefeito de Nova Petrópolis, Jorge Darlei Wolf, a proposta do Sítio do Riacho “significa mais do que educação ecológica simplesmente. Esse projeto proporciona momentos de diversão e conexão com a natureza e consigo mesmo”, ressaltou o prefeito.

Finalizados os depoimentos, os participantes foram convidados a realizar outra dinâmica de grupo com foco na cooperação e, por fim, tiveram a oportunidade de de conhecer os limites de Sítio do Riachos com o passeio de trator, além de se divertir no teleférico e na ponte suspensa. Por fim, autoridades Municipais, representantes de entidades e jornalistas saborearam um café da tarde.

Foto: Marcelo Moura/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/11/2021 0 Comentários 946 Visualizações
Ensino

Alunos de Picada Café recebem medalhas em Olimpíadas Científicas

Por Ester Ellwanger 30/11/2021
Por Ester Ellwanger

A Agência Espacial Brasileira – Aeb e a Sociedade Astronômica Brasileira – Sab informaram, nos últimos dias, que as Escolas 25 de Julho e Santa Joana Francisca, de Picada Café, foram medalhistas na 24ª Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (Oba) e na 15ª Mostra Brasileira de Foguetes (Mobfog).

Nesta segunda-feira, 29, ocorreu a cerimônia de entrega de medalhas e certificados para alunos e professores da Escola Santa Joana. O ato foi prestigiado pela secretária de Educação e Cultura, Cristiane Backes Welter.

A Oba e a Mobfog são Olimpíadas Científicas realizadas anualmente em todo o Brasil e envolvem alunos de escolas públicas e privadas do Ensino Fundamental e Médio, com recursos principalmente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, órgão vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, e também com patrocínio da Universidade Paulista.

A Escola 25 de Julho conquistou 23 medalhas na OBA (seis de ouro, 10 de prata e oito de bronze), enquanto a Escola Santa Joana Francisca obteve sete medalhas na Oba (duas de prata e cinco de bronze) e seis medalhas de bronze na Mobfog.
Nesta segunda-feira, 29, ocorreu a cerimônia de entrega de medalhas e certificados para alunos e professores da Escola Santa Joana. O ato foi prestigiado pela secretária de Educação e Cultura, Cristiane Backes Welter.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/11/2021 0 Comentários 762 Visualizações
Ensino

Gravataí receberá investimento de R$ 2 milhões de escola canadense

Por Ester Ellwanger 25/11/2021
Por Ester Ellwanger

A Maple Bear, rede de escolas bilíngues com metodologia canadense, colocou Gravataí como uma de suas metas de expansão no estado do Rio Grande do Sul em 2021. A rede, que já tem quatro escolas em operação e seis em implantação no estado, busca um investidor local para abrir seu primeiro colégio na cidade em questão. O investimento inicial em uma escola Maple Bear é de, em média, R$ 2 milhões, com a criação de cerca de 20 postos de trabalho direto.

Em 2020, mesmo durante a pandemia, a Maple Bear inaugurou 23 escolas em todo o País e neste ano, foram abertas 21, gerando empregos e negócios em nível local. A cidade é considerada a quarta maior economia do estado gaúcho e fica localizada na região metropolitana de Porto Alegre. Nas próximas semanas, representantes da Maple Bear Central irão se reunir virtualmente com investidores locais interessados.

A Maple Bear é uma excelente alternativa para quem deseja ser dono de uma escola de educação regular, que inicia no Ensino Infantil e pode avançar até o High School (Ensino Médio). Atualmente, são mais de 30 mil alunos nas 159 escolas em operação no Brasil e mais de 42 mil estudantes e 567 escolas em nível global. O grande diferencial da Maple Bear é seu modelo de ensino canadense, que está posicionado em primeiro lugar entre os países de língua inglesa no Pisa Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). Este modelo é baseado em três pilares: bilinguismo por imersão, supervisão de educadores canadenses e programa acadêmico.

Além disso, com altos índices de analfabetismo funcional e baixa penetração do ensino superior e de línguas, os negócios de educação têm um campo vasto no Brasil, especialmente na área do bilinguismo que, no qual, segundo dados do British Council, apenas 1% dos brasileiros tem alguma fluência em inglês. Gravataí tem população e renda significativas e em crescimento e, no mercado de educação especificamente, se caracteriza pela alta concentração de escolas de métodos tradicionais conteudistas e carência no bilinguismo genuíno. A principal fonte de receita do munícipio é do setor industrial, abrigando o complexo de uma importante montadora.

“Até o momento, identificamos apenas escolas que oferecem a segunda língua no contraturno, mas a proposta da Maple Bear é muito mais profunda. Em nosso programa, até os 4 anos, 100% das interações e aulas são realizadas em inglês, com 5 anos é introduzida a língua materna em proporção 75% em inglês e 25% em português, e a partir dos 6 anos em diante (Ensino Fundamental) passa a ser 50% em inglês e 50% em português. Com isso, o aluno desenvolve uma fluência muito rapidamente. Soma-se a isso uma metodologia em que o aluno é protagonista no processo de aprendizagem, cujo foco se dá no desenvolvimento de suas habilidades, em detrimento da memorização inerente ao método de escolas tradicionais. Formamos um cidadão muito mais preparado para um mercado de trabalho cada vez mais dinâmico, competitivo e globalizado”, afirma o diretor geral da Maple Bear para a América Latina, Vitor Schmid.

Com origem em Vancouver (Canadá), a rede oferece ensino de excelência fundamentado nas melhores práticas do modelo canadense. O setor é altamente atrativo para investidores, uma vez que proporciona receita recorrente, permanência dos alunos na escola por vários anos e com índice de rematrícula superior a 90%. O investimento é realizado de forma progressiva, pois as escolas iniciam com as séries do Ensino Infantil, ampliando sua oferta para Fundamental e Médio conforme a demanda.

A Maple Bear chegou ao Brasil em 2006 e foi adquirida em 2017 pelo grupo Seb – um dos líderes no mercado de ensino privado no País. A operação brasileira é a mais bem-sucedida mundialmente, mas a marca também está presente em 31 países, com 567 escolas pelo mundo, evidenciando uma trajetória e estrutura consolidadas.

 

 Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

25/11/2021 0 Comentários 1,K Visualizações
Ensino

Projeto de Educação da SLC Agrícola é reconhecido com o Prêmio Esarh

Por Ester Ellwanger 24/11/2021
Por Ester Ellwanger

A SLC Agrícola, uma das maiores produtoras mundiais de grãos e fibras, conquistou mais um reconhecimento por seu investimento na capacitação e desenvolvimento de seus colaboradores. O Encontro Sul-Americano de Recursos Humanos (Esarh) concedeu à Companhia o Prêmio Esarh, na categoria Projetos – Modalidade Gestão de Pessoas, pelo case “Educação Inclusiva: a aprendizagem continuada para desafiar e transformar”. O prêmio é realizado pela Esarh há mais de 40 anos e reconhece as melhores práticas em recursos humanos com o compromisso de disseminar o conhecimento e aprimorar o trabalho das organizações.

No case, a SLC Agrícola destacou que o programa é fundamental para levar conhecimento aos seus profissionais, nos estados em que atua. Por meio da iniciativa, eles são preparados para atuar no dia a dia e superar os desafios gerados pela agricultura digital. O material aborda as iniciativas de apoio à capacitação dos times, os reconhecimentos e os indicadores. Entre eles, destaca-se a plataforma on-line de capacitação, com mais de 180 cursos, a Educação de Jovens Adultos (Eja), que é realizada em espaços de inclusão digital, e a alta carga horária de capacitação, superior à média do mercado.

“A SLC Agrícola, desde a sua fundação investe e incentiva a educação e capacitação de suas equipes, em um de seus pilares estratégicos, que é o de Pessoas. A Companhia acredita que a educação em suas diversas fases impulsiona o desenvolvimento pessoal e profissional dos colaboradores. Com isso, investe em programas e ações que abrangem todas as áreas: da operação à liderança e da alfabetização à preparação de futuros líderes. Receber o reconhecimento de uma entidade com atuação na América do Sul, como o Esarh, é um marco especial para a empresa”, celebra Déa Machado, Gerente de Gestão de Pessoas e Comunicação Corporativa da SLC Agrícola.

 

Foto: Cleiton Thiele/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/11/2021 0 Comentários 767 Visualizações
Ensino

Programa de Bolsas de Estudo da Sicredi Pioneira está com inscrições abertas

Por Ester Ellwanger 24/11/2021
Por Ester Ellwanger

Estudantes ávidos por conhecimento, que têm soluções para o futuro e que querem construir uma comunidade melhor não podem perder a oportunidade de se inscrever no programa de Bolsas de Estudo da Sicredi Pioneira, que dá acesso a cursos técnicos em escolas da área de atuação da cooperativa para associados e filhos de associados. As bolsas são concedidas anualmente. Só em 2020 foram 35 novas matrículas oportunizadas.

Por meio do programa, a cooperativa custeia 50% da mensalidade ou dos custos fixos (como alimentação e transporte) em cursos técnicos em agropecuária e meio ambiente em escolas da região. São elas: Escola Bom Pastor de Nova Petrópolis, Escola Família Agrícola da Serra Gaúcha – Efaserra, em Caxias do Sul, e Centro Estadual de Educação Profissional Visconde de São Leopoldo (Ceepro), em São Leopoldo.

“O programa vem sendo um estímulo importante, pois, além de ajudar na parte de custos, ajuda com que os estudantes possam aprender e desenvolver na propriedade das famílias as técnicas aprendidas, fazendo com que tomem gosto pelas atividades rurais e auxiliem na melhora dos negócios. Ele também tem sido fundamental, em muitos casos, na sucessão rural familiar, além de toda capacitação e formação oferecida aos jovens. Sem dúvidas, agrega valor, renda e qualidade de vida aos alunos e toda família”, analisa o assessor de agronegócio da Sicredi Pioneira, Carlos Berres.

O que a bolsa custeia?

A bolsa cobre 50% da mensalidade para bolsistas vinculados a instituições de ensino privado, no curso técnico em agropecuária ou meio ambiente, ou 50% das despesas fixas de bolsistas vinculados a instituições de ensino público, como alimentação, transporte, entre outros custos.

Como participar?

Para participar do processo seletivo de 2022, basta acessar o site sicredipioneira.com.br/bolsadeestudos, preencher o formulário disponível na página e anexar o comprovante de atividade rural, que pode ser o talão de produtor, o número da nota fiscal de produtos ou a declaração do Sindicato dos Trabalhadores Rurais e/ou Emater, em nome do pai, mãe ou responsável legal.

Quem pode participar?

Para concorrer, o candidato precisa ser associado ou filho de associado da Sicredi Pioneira, ter comprovação do vínculo da família com a atividade rural através de talão de produtor, número da nota fiscal de produtos ou declaração do Sindicato dos Trabalhadores Rurais e/ou Emater, em nome do pai, mãe ou responsável legal. Também é necessário estar em dia com suas obrigações como associado.

Como funciona o processo seletivo?

Após o envio das informações, a cooperativa fará a verificação e o encaminhamento para as instituições de ensino da listagem de candidatos aptos. Após, as instituições classificam os interessados com base nos aspectos socioeconômicos da família, priorizando alunos de acordo com sua necessidade e renda familiar. Por fim, os alunos contemplados são divulgados no site da cooperativa, e têm prazo de 15 dias úteis para realizarem sua matrícula.

Até quando é possível fazer a inscrição?

O prazo de inscrição vai até o dia 20 de dezembro. Todas as dúvidas podem ser solucionadas no site sicredipioneira.com.br/bolsadeestudos/ ou diretamente com os gerentes de contas, nas agências.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/11/2021 0 Comentários 595 Visualizações
Ensino

Prêmio Brasil Amigo da Criança é recebido pelo presidente do Instituto Crescer Legal

Por Ester Ellwanger 23/11/2021
Por Ester Ellwanger

A prática “Aprendizagem profissional como alternativa no combate ao trabalho infantil no meio rural” foi premiada com o primeiro lugar na categoria Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, do Prêmio Brasil Amigo da Criança. O diretor presidente do Instituto Crescer Legal, Iro Schünke, recebeu a distinção na sexta-feira, 19 de novembro, em Brasília. Na cerimônia, Schünke recebeu a medalha das mãos da ministra Damares Alves e o certificado entregue pelo secretário Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Maurício Cunha. O projeto apresentado pelo Crescer Legal obteve nota 80,0, a mais alta entre todos os 76 inscritos nas sete categorias do edital.

Em seu discurso, a ministra Damares falou que todos os premiados são mais do que merecedores da distinção. “Se cada um cuidasse de uma criança, nós faríamos uma grande revolução neste País”, salientou. Ao mencionar a história bíblica de Moisés (definindo como primeira rede de proteção à criança que existiu), ela comentou que o Ministério quer incentivar as pessoas para que “abram o cesto”, como a princesa filha do Faraó abriu o cesto onde estava Moisés.

Por sua vez, Maurício Cunha comentou que o Estado sozinho não dá conta de zelar pelas crianças e adolescentes e, por isso, a sociedade civil tem um papel fundamental. “Vocês representam milhares de iniciativas que estão cuidando das nossas crianças e adolescentes e o mínimo que o governo federal pode fazer é homenagear e reconhecer pelo que estão fazendo”, disse à plateia.

A cerimônia teve também a entrega da menção honrosa Personalidade Amigo da Criança ao procurador da República Guilherme Shelb. Outros presentes ao ato foram a deputada federal Carla Zambelli, o secretário executivo dos Direitos da Criança e do Adolescente, Lucas Pinheiro; o secretário executivo adjunto do Ministério do trabalho e Previdência social, Ricardo de Souza Moreira; e a diretora de Atenção à Primeira Infância do Ministério da Cidadania, Ana Paula Matias.

No Caminho Certo

Para Iro Schünke, o reconhecimento pelo Ministério dos Direitos Humanos reflete a dimensão alcançada pelas ações do Instituto no objetivo de proporcionar oportunidades de vida aos jovens do campo. “É mais uma prova de que estamos fazendo a coisa certa”, salienta. “Estamos muito felizes e isso nos anima a empreendermos esforços cada vez maiores visando dar oportunidades aos jovens para que possam continuar expandindo seus horizontes”, diz.

A gerente do Crescer Legal, Nádia Fengler Solf, que também acompanhou a cerimônia, lembra que o Instituto – criado em 2015, como uma iniciativa do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco e suas empresas associadas – reúne uma grande rede de parceiros para atuação em favor dos jovens filhos de produtores rurais. “Uma das nossas ações é o Programa de Aprendizagem Profissional Rural, pioneiro por proporcionar uma forma inovadora de aplicação da Lei de Aprendizagem direcionada aos adolescentes do campo”, explica. Os jovens aprendizes recebem salário proporcional e, ao invés de trabalharem nas empresas contratantes, participam do curso com foco em gestão e empreendedorismo e desenvolvimento pessoal.

O Prêmio

O Prêmio Brasil Amigo da Criança – promovido pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (Mmmfdh), por meio da Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Sndca) – tem o objetivo de disseminar as melhores práticas na promoção e fortalecimento dos direitos de crianças e adolescentes no apoio à implementação de políticas públicas em direitos humanos. Além da categoria Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente (na qual o Instituto Crescer Legal ficou em primeiro lugar), as demais são: Emergência Humanitária e Calamidades; Prevenção e enfrentamento de Todas as Formas de Violência, Incidência política, controle social e participação em conselhos; Crianças indígenas, quilombolas, e comunidades tradicionais; Criança e adolescente com deficiência; e Fortalecimento das capacidades protetivas das famílias.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/11/2021 0 Comentários 613 Visualizações
Ensino

Ano letivo de 2022 iniciará com mais 4.000 ChromeBooks nas escolas de Canoas

Por Ester Ellwanger 23/11/2021
Por Ester Ellwanger

Canoas tem avançado nas ações para garantir o ensino de qualidade das escolas públicas do município. Os investimentos no setor de educação tecnológica, principalmente, fizeram com que a Secretaria Municipal de Educação adquirisse mais 4.000 Chromebooks e 100 estações de recarga móvel. Com este número, o município chega a um total de 5.570 equipamentos à disposição de alunos e professores da rede para o ano letivo de 2022.

Os Chromebooks são dispositivos desenhados pela gigante da tecnologia Google, prioritariamente para uso educacional e fabricados por empresas parceiras, contando com um sistema operacional especialmente desenvolvido com ferramentas de administração online. A utilização da tecnologia fomentará novas possibilidades de ensino para mais de 35 mil alunos, de todas as escolas de ensino fundamental do município.

Os equipamentos são agrupados em 40 unidades e armazenados em um gabinete móvel, que, além de facilitar o transporte, também auxilia no carregamento das baterias, já que é possível abastecer todas as máquinas com um único cabo de energia. Desta forma, os professores que necessitarem dos computadores podem levá-los até as salas de aula para realizar trabalhos e pesquisas com os alunos.

A secretária de Educação, Sônia da Rosa, lembra que, cada vez mais, é preciso acompanhar os avanços tecnológicos e enxergar neles os benefícios que eles podem proporcionar. “A tecnologia amplia as possibilidades de pesquisa e busca por conhecimento. Os Chromebooks vão ao encontro desta ideia e estão sendo um importante suporte para nossos professores e alunos, potencializando o trabalho que já vem sendo realizado nas escolas municipais”, explicou.

 

Praticidade na hora de ensinar

A professora do 3º ano da Emef Carlos Drumond de Andrade, Jociara da Silva Silveira, lembra que a pandemia fez com que alunos e professores fossem inseridos na era digital a todo custo e que a rede veio para tomar conta do ensino em sala de aula. “As crianças tem muito mais interesse na telinha do que em uma atividade de sala de aula. Particularmente, utilizo bastante os equipamentos. Ali consigo ensinar as letras, a formar palavras, até para acessar a área interna, eles precisam fazer login e didaticamente começar a memorizar como se escreve o nome, a senha, o email corporativo que é disponibilizado para eles”, lembrou.

Emocionada, a professora marejou os olhos ao lembrar que a utilização dos Chromebooks fomenta muito a interação social. “Muitas vezes, aqueles que estão mais avançados e sabem lidar melhor com o computador, vão ajudando os outros. Alguns alunos foram mais demorados de aprender a mexer nos equipamentos, por não ter acesso em casa. Mas as crianças tem um poder enorme de aprendizado e com a abordagem correta a gente tenta sempre colocar eles no mesmo nível de quem já tem uma vida mais digital”.

Um dos alunos da escola, Caio Bravo de Freitas de 9 anos, ficou fascinado ao ser o primeiro a mexer nos novos Chromebooks. “Eu quase nunca mexia em computador. O único que tinha lá em casa era o que a minha mãe usava para trabalhar. Eu gosto muito das aulas com computador, ainda mais que tem o Elefante Letrado. Eu já li 32 livros de animais. Tem umas historinhas que no final tem uns joguinhos. Eu gosto de ler e é muito bom para eu aprender mais”.

 

Participação dos professores

Para garantir o envolvimento dos professores no projeto Google For Education, a Secretaria de Educação ofereceu uma capacitação aos professores para o uso das ferramentas disponíveis nas contas institucionais. São cerca de 250 professores das escolas municipais de ensino fundamental que foram treinados para utilizar a plataforma.

A vice-diretora da Emef Carlos Drumond de Andrade, Priscila Fernandes, participou da primeira turma de formação oferecida pela Google e reiterou a importância de trabalhar com a plataforma. “Desde o início quando fomos selecionados para receber o projeto todos ficamos muito ansiosos e nervosos porque era algo que almejávamos muito. Trazer para o contexto de sala de aula foi algo que nos trouxe muito medo, mas que foi fluindo ao natural. Os alunos e professores foram descobrindo. O meet foi algo muito usado, principalmente em função da pandemia. A formação foi essencial porque aprendemos ali em como lidar com todas as ferramentas que estão a nossa disposição”.

 

Google for Education

Os benefícios do Google for Education são inúmeros: os alunos têm maior autonomia na construção do seu conhecimento, com recursos que facilitam a aprendizagem, e a oportunidade de ampliar suas possibilidades de pesquisa e criação, em um ambiente colaborativo e em contato com diversos conteúdos a qualquer momento e em qualquer lugar.

Os professores têm acesso a todos os conteúdos do universo Google, que deixarão as aulas mais dinâmicas, e poderão guardar todo seu material de forma segura em um espaço ilimitado.

Os computadores foram projetados, especificamente, para serem usados em escolas, pois são compartilháveis, têm bateria com longa duração, não pegam vírus, são ultra resistentes e não possuem valor comercial, uma vez que são inutilizáveis longe da escola, caso sejam roubados.

Todos os alunos e professores tem sua própria conta de e-mail, a fim de que tenham acesso às ferramentas e ao ambiente digital de ensino, que se assemelha às plataformas das universidades. Com a parceria, o Google disponibiliza, ainda, espaço ilimitado em nuvem virtual, onde os alunos podem acessar as aulas e o conteúdo mesmo depois de sair da escola.

Foto: Gustavo Garbino/ Divulgação | Fonte: Assessoria

 

23/11/2021 0 Comentários 997 Visualizações
Ensino

Verde é Vida apresenta resultados da 12ª Mostra Científica

Por Ester Ellwanger 22/11/2021
Por Ester Ellwanger

A Mostra Científica Verde é Vida reúne alunos pesquisadores e professores orientadores de forma a apresentar trabalhos de pesquisa e iniciação científica, conforme o Método Científico em vigor no Brasil. O Verde é Vida divide a Mostra em Etapa Escolar, Etapa Regional e Etapa Sul-Brasileira. Com a pandemia da Covid-19 e a impossibilidade de encontros presenciais, se inovou incentivando as escolas parceiras a realizarem, durante o mês de agosto, a Etapa Escolar, que foi acompanhada pela equipe Técnico Pedagógica do Verde é Vida de forma presencial e remota.

A Etapa Regional foi realizada durante os meses de outubro e novembro, onde foram indicados os 13 trabalhos para a Etapa Sul-Brasileira, que se realizará durante a 20ª Expoagro Afubra, de 23 a 26 de março de 2022. “A forma de participação dos alunos e professores dependerá das restrições sanitárias que estarão em vigor”, pondera Adalberto Huve, coordenador-geral do Verde é Vida.

Para a etapa Regional, foram 49 trabalhos inscritos: cinco do Paraná, 12 de Santa Catarina e 32 do Rio Grande do Sul, que foram avaliados por cinco pessoas, de forma individual, sem conhecimento das notas dos outros avaliadores. Destes trabalhos, 13 estão classificados para representarem suas regiões e Estados durante a 20ª Expoagro Afubra: dois do Paraná, quatro de Santa Catarina e sete do Rio Grande do Sul. O professor José Leon Macedo Fernandes, coordenador pedagógico do Verde é Vida, explica que a divisão levou em conta o número de trabalhos inscritos por Estado.

Comissão de Avaliação

  • Da Universidade Federal de Rio Grande (Furg), Campus de São Lourenço do Sul/RS: Andréa Cavalheiro Felix, Eliara Beatriz Westphal Conrad, Sueli Strelow e Frederico Ribeiro Seus;
  • Da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), de Santa Maria/RS: Claudia Costella, Adriana Maria Griebeler, Vanessa Vieira Trindade Oliveira e Júlia Luiza Stahl;
  • Do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), de Camaquã/RS: Mariana Radtke Rosa e Thuani Ceroni Silveira;
  • Da Universidade Unopar, de Rio Negro/PR: Tiago Kamiensky Lopes, Márcio Aurélio Priotto e Gilson Machado Rosa;
  • Da Universidade Estadual do Centro-Oeste do Paraná: Anália Vanessa Surkamp, Otávio Maia Vicakas, Gabriele Gonçalves Sirigali, Flávia Milena Moresco, Edson Renan Maciel Kugeratski, Gabriel Ribeiro Tito Coelho, Fátima Luana Techy, Bárbara Jagiello Ramos, Fernanda Naiara Voinarski, Juliana Helena de Souza Cursio, Thiago Antunes, Victória Maria Scremin Corrêa, Liana Kluger, Daniele Ukan e Eliton Ricardo Schuerts.

Trabalhos Indicados

  • Como acontece a polinização no meio ambiente, da escola Favo de Mel, de Prudentópolis/PR;
  • Multiplicando as suculentas, da escola José de Lima, de Rio Negro/RS
  • A abelha não faz mal, faz mel – abelhas espécie Mandaçaia, da escola Modelo Ella Kurth, de Rio do Sul/SC;
  • O composto de cada dia, da escola Rotary Fritz Lucht, de Joaçaba/SC;
  • A escola no caminho da sustentabilidade, da escola Frei Silvano, de Água Doce/SC;
  • Análise do conhecimento etno-herpetológico e ocorrência de acidentes ofídicos em uma comunidade escolar rural, escola Ernesto Hachmann, de Capinzal/SC;
  • Pecuária sustentável combinando árvores, gado e pastagem, da escola Seomar Mainardi, de Sobradinho/RS;
  • Resgate e inovação da herança cultural de plantas medicinais, da escola Olavo Bilac, de Rio Pardo/RS;
  • Biodigestor: uma solução para geração de biogás e biofertilizante, diminuindo a poluição em pequenas propriedades rurais, da escola Balduíno Brixner, de Arroio do Tigre/RS;
  • Abelhas: pequenas ações, grandes lições, da escola Adolfo Mânica, de Boqueirão do Leão/RS;
  • Um olhar para o lixo, da escola Felipe Becker, de Santa Cruz do Sul/RS;
  • Vamos pensar: o que é lixo, da escola Coronel Tomaz Pereira, de Venâncio Aires/RS;
  • Incentivando a educação ambiental com uso da composteira, da escola Casemiro de Abreu, de Rio Pardo/RS.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/11/2021 0 Comentários 504 Visualizações
Ensino

Escola de Educação Infantil de Campo Bom concorre ao prêmio nacional “Meu Pátio é o Mundo”

Por Ester Ellwanger 19/11/2021
Por Ester Ellwanger

O projeto “Bem-viver: um quintal que acolhe a infância”, da Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Bem-viver, concorre ao prêmio Meu Pátio é o Mundo, da Organização Mundial para a Educação Pré-escolar (Omep). O trabalho consiste na revitalização dos espaços externos da escola e está entre os dez finalistas brasileiros.

O prêmio é uma promoção da Omep, juntamente com o Grupo Arcor, voltado a instituições dedicadas à Atenção e Educação na Primeira Infância (Aepi). O objetivo é dar visibilidade a projetos criativos e inovadores cujas boas práticas contribuam para a implantação e/ou melhoria da educação para o desenvolvimento sustentável.

Na primeira fase do Prêmio foram selecionados dez projetos, e seus autores participam de processos virtuais de intercâmbio e orientação com tutores especializados da Omep durante 40 dias. Assim que os ajustes forem concluídos, o júri selecionará um vencedor e uma menção honrosa. O vencedor receberá como prêmio um pedido de compra de material didático, relacionado ao projeto apresentado, no valor aproximado de R$ 8.000,00.

O “Bem-viver: um quintal que acolhe a infância” vem sendo desenvolvido por muitas mãos. Muito mais que uma revitalização nos espaços externos da escola, o objetivo é olhar verdadeiramente para as crianças e para suas brincadeiras no pátio. Em parceria com o Centro Municipal de Educação Ambiental Nestor Weiler (Cemea), o resgate da infância dos funcionários da escola foi o caminho para sensibilização da proposta. A partir daí, realizou-se o mapeamento da escola e, em meados de novembro de 2020, foi iniciada a revitalização dos espaços externos com plantio de margaridões, chás, temperos e canteiros sensoriais.

A professora Angélica da Silva Paulo, coordenadora do projeto da Bem-viver, conta que em 2021 foi retomado o planejamento de um sonho ousado: a criação de uma Agrofloresta. “Um espaço íngreme da escola, que não era utilizado pelas crianças. Foi lindo vê-las extrapolando os muros da escola e habitando esse local”, conta, entusiasmada. Na Agrofloresta foram plantadas laranjeiras, araçás, chal chal, goianeory, citrus, aipim e cana de açúcar. Com o auxílio de uma família da comunidade escolar, foi construído um galinheiro, e as novas integrantes, as galinhas Lindinha e Lindona começaram a fazer parte do dia a dia da Bem-viver. Hoje as crianças convivem, também, com o coelho Julinho que foi doado por uma família.

“Ver um projeto como o da Emei Bem-viver classificado entre os dez melhores do País já é por si só motivo de grande alegria para todos nós. A nossa gestão, a Educação e a comunidade agradecem pelo comprometimento e preparo dos nossos profissionais para oferecer uma educação de qualidade e desenvolver uma consciência ecológica em nossas crianças”, ressalta o prefeito Luciano Orsi.

“Estar entre os melhores em um prêmio como o Meu Pátio é o Mundo orgulha toda a comunidade escolar de Campo Bom. É o reconhecimento pela criatividade da equipe da Bem-viver, que soube buscar a ajuda do Cemea para transformar um espaço que não tinha aproveitamento em uma agrofloresta. E o local já vem trazendo grande ganho à comunidade escolar”, comemora a secretária de Educação, Simone Schneider.

A diretora da escola, Carine Raquel Pereira de Oliveira, também não esconde sua alegria pelo destaque no prêmio e, principalmente, pelo ganho no aprendizado das crianças.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/11/2021 0 Comentários 992 Visualizações
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