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CDL Santa Cruz leva empresários para I Fórum Estadual do Comércio

Por Jonathan da Silva 01/08/2024
Por Jonathan da Silva

A CDL Santa Cruz do Sul está disponibilizando transporte para empresários do setor de varejo e serviços participarem do I Fórum Estadual do Comércio. O evento ocorre no dia 12 de agosto, às 9h, na Associação Leopoldina Juvenil, em Porto Alegre, quando a Federação Varejista reúne diversas lideranças políticas que estão auxiliando na reconstrução do Rio Grande do Sul.

O presidente Ricardo Fernando Bartz destaca que este é o momento exercer a representatividade e dialogar com o poder público sobre estratégias e iniciativas fundamentais para o crescimento do varejo e dos serviços no estado. “A participação de nossas associadas e do público em geral é essencial para fortalecer e enriquecer ainda mais este evento”, pontua Bartz. A ideia é construir um diálogo construtivo, estabelecendo um ambiente de diálogo entre os diversos atores desde líderes empresariais até autoridades públicas, promovendo a cooperação e a busca por soluções conjuntas para os desafios enfrentados pelo comércio gaúcho.

O evento ainda quer debater perspectivas inovadoras e ações concretas para o setor, com a oportunidade de estar na vanguarda das discussões sobre inovação e estratégias práticas para o setor de comércio e serviços no Rio Grande do Sul, contribuindo para a criação de um ambiente empresarial mais dinâmico e competitivo. Por fim, pretende defender as reivindicações dos lojistas gaúchos, para fortalecer a representatividade dos lojistas gaúchos, garantindo que suas necessidades e demandas sejam ouvidas e defendidas de forma eficaz junto às autoridades, visando melhorias significativas para o setor.

As inscrições para o fórum podem ser realizadas no site federacaovarejista.com.br/forum-comercio.

Programação do I Fórum Estadual do Comércio

  • 9h30min – Políticas Públicas de Apoio à Reconstrução do RS
  • 10h45min – Carga Tributária e Competitividade no Comércio
  • 12h15min – Almoço no local
  • 14h – Reerguendo o nosso Rio Grande
  • 15h15min – Impulsionando o Empreendedorismo, as Micro e Pequenas Empresas
  • 16h30min – Encerramento

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/08/2024 0 Comentários 349 Visualizações
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Fecomércio-RS solicita urgência para recuperação de empresas gaúchas

Por Marina Klein Telles 01/08/2024
Por Marina Klein Telles

As empresas do Rio Grande do Sul afetadas pelas enchentes seguem necessitando de recursos para reestruturar a economia gaúcha. Na quarta-feira (31), a Federação do Comércio de Bens e Serviços do Estado do RS (Fecomércio-RS) enviou ofícios ao Ministério da Fazenda e ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) solicitando urgência no atendimento, tanto das medidas já anunciadas quanto de novos recursos.

Publicada no dia 18 de julho no Diário Oficial da União, a MP 1245/2024 – que aumentou o limite da subvenção econômica em mais R$1 bilhão pelo Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) – segue dependendo de regulamentação. Além da agilidade na aprovação, a Fecomércio-RS defende que os limites para as cotas de subvenção na segunda fase do Pronampe não sejam inferiores a 40% de desconto nas operações, assim como na primeira etapa. “Agilizar as aprovações das medidas de créditos que auxiliam as micro e pequenas empresas gaúchas impactadas pelas enchentes é imprescindível para manter a segurança da economia do Estado, dos trabalhadores e das famílias que atuam no setor que hoje se encontram em situação de desespero”, alerta o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

Para os créditos concedidos a empresas maiores, através do BNDES, a entidade solicita que a diminuição dos prazos de análise para liberação dos recursos, que hoje podem levar meses. “Na melhor das hipóteses, os recursos prometidos podem chegar às empresas apenas em outubro e, durante esse período de análise de crédito, o negócio fica exposto ao esgotamento do seu capital”, explica o presidente da entidade.

Além da urgência no atendimento das medidas, a Federação aponta para a necessidade de novas liberações de verbas e investimentos para recuperação da região. Em levantamento realizado pela Fecomércio-RS, as estimativas de perdas das empresas, apenas em prejuízos patrimoniais diretos, superam o montante de R$ 20 bilhões. Outros pontos levantados pela entidade são: a retomada da cobrança dos tributos do Simples Nacional, que impacta na obtenção de crédito de algumas empresas; a preservação do quantitativo de empregos, uma vez que no momento de reconstrução algumas delas não puderam manter, ainda que temporariamente; e a restrição à mancha de inundação, que ignora as diversas perdas indiretas decorrentes das enchentes que vão desde baixa demanda ao aumento expressivo de custos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/08/2024 0 Comentários 260 Visualizações
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Fiergs diz que manutenção da taxa Selic em 10,50% é um desafio a mais para a indústria gaúcha

Por Marina Klein Telles 01/08/2024
Por Marina Klein Telles

A decisão do Banco Central de manter a taxa Selic em 10,50% reflete a preocupação com o recente aumento das expectativas de inflação e a incerteza fiscal do governo brasileiro, avalia o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Claudio Bier, ao comentar sobre o resultado da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) da quarta-feira (31).

Mas, acrescenta, é um desafio a mais ao setor industrial, vetor importante para ajudar na reconstrução que o RS precisa. “Embora entendamos a necessidade de fazer a inflação ficar dentro da meta, o setor industrial do Rio Grande do Sul enfrenta dificuldades significativas, agravadas pelos efeitos das enchentes. A manutenção dos juros altos aumenta os custos de empréstimos e financiamentos, dificultando a recuperação econômica das empresas locais”, diz Bier.

Neste sentido, continua Claudio Bier, a Fiergs espera que nos próximos meses o Governo Federal se comprometa com as metas fiscais estabelecidas no arcabouço fiscal, de modo que o cenário macroeconômico permita uma redução dos juros, oferecendo um alívio necessário para os empreendedores gaúchos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/08/2024 0 Comentários 289 Visualizações
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Secretaria de Agricultura entrega silagem a criadores de gado atingidos pela enchente

Por Marina Klein Telles 01/08/2024
Por Marina Klein Telles

A Secretaria Municipal de Agricultura (Seagri) realizou, nea quarta-feira (31), a entrega de silagem a criadores de gado leiteiro e de corte que tiveram suas propriedades atingidas pela enchente de maio.

A iniciativa, iniciada em maio, é uma ação da Prefeitura em conjunto com o Conselho Municipal do Desenvolvimento Agropecuário (COMDAP) e o Sindicato dos Trabalhadores Rurais. A cada dez dias, é feita a entrega da forragem. Ao todo, 40 produtores foram atendidos, com 11.250 kg distribuídos nesta quarta-feira.

O médico veterinário da Seagri, Emílio Henrique Hoeltgebaum, explica a proposta. “É uma forma de manter a saúde dos animais, até as pastagens retornarem ao normal e os criadores terem suplementação verde em suas propriedades”, relatou.

Conforme Hoeltgebaum, a entrega da silagem é um reforço alimentar aos bovinos, contribuindo para evitar a mortandade em decorrência de desnutrição, em complemento às iniciativas que os produtores já vem adotando para manter seus rebanhos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/08/2024 0 Comentários 273 Visualizações
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Intenção de consumo volta a cair em julho de 2024

Por Marina Klein Telles 31/07/2024
Por Marina Klein Telles

A Fecomércio-RS divulgou a edição de julho de 2024 da pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias Gaúchas (ICF-RS), da CNC. Esta foi a segunda edição após a catástrofe das cheias que assolou o estado no fim de abril e durante todo o mês de maio. Em linhas gerais, o ICF-RS revelou a percepção de um cenário desfavorável ao consumo, ainda que os dados de alta frequência do varejo continuem revelando um ritmo de expansão superior à média nacional. Nesta edição, o índice atingiu os 57,6 pontos e registrou quedas de 3,5% na margem e de 23,1% na comparação interanual.

Os indicadores de Emprego Atual e Renda Atual são os indicadores que, ainda que abaixo dos 100 pontos, registram os níveis mais altos dentre os subindicadores acompanhados na pesquisa. Todavia, ambos apresentaram aceleração das quedas ocorridas na edição anterior. O Emprego Atual (84,3 pontos) recuou 6,2% nesta edição e a Renda Atual (85,2 pontos) reduziu 2,0% na comparação com os níveis apurados em junho de 2024. O impacto das cheias sobre estes indicadores ser mais intenso nesta edição é explicado, de certa forma, por sua natureza, pois eles tendem a responder de forma não imediata aos efeitos da catástrofe.

“No caso do emprego, os dados do Caged mostram que não houve aceleração das demissões em maio. O que fez com que houvesse destruição de vínculos, mas um apagão de contratações. As demissões não ocorreram naquele momento em virtude de uma expectativa muito grande de ação do poder público pela proteção do emprego, como vimos na pandemia. Como a ação foi muito tímida, agora vemos as pessoas muito menos seguras quanto a seus empregos”, comenta o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

O efeito imediato das enchentes, provocado até por restrições de deslocamento, foi mais percebido nos indicadores de consumo, que tiveram perdas mais intensas na edição anterior e, agora, seguiram registrando baixas, porém em menor magnitude. O nível de Consumo Atual atingiu os 47,3 pontos e teve variação de -3,6% na margem e de -38,2% em comparação interanual. O Acesso a crédito recuou 0,7% na margem (74,0 pontos) e -30,1% na comparação interanual. Já o momento para duráveis segue sendo muito deprimido e atingiu o menor nível da série histórica nesta edição (21,1 pontos).

As perspectivas profissionais (19,4 pontos) e de consumo (71,8 pontos) também apresentaram recuos marginais, mas menores que na comparação com o mês anterior. A primeira teve variação de -9,1% na margem e a segunda de 7,3%. Em relação ao mesmo período do ano anterior, o nível é 54,8% inferior no primeiro e 7,3% abaixo no segundo.

O impacto da crise foi bastante severo sobre as intenções de consumo e segue prescrevendo muito suporte por parte do poder público para auxiliar na reconstrução do estado. Em uma situação como a que está posta, é fundamental assegurar a manutenção de empregos a fim de dar dinâmica à economia local. Neste aspecto, a Fecomércio-RS tem atuado incessantemente para buscar sensibilizar o poder público de forma a obter o melhor conjunto de políticas para que se tenha uma retomada sustentável. “A retomada da economia local passa, fundamentalmente, pela manutenção dos empregos e pela restauração da confiança. É por isso que seguimos incansáveis no nosso diálogo com o poder público para buscar soluções hoje que nos permitam ter um futuro próspero”, completa Bohn. Veja os dados completos em www.fecomercio-rs.org.br/documentos/publicacoes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/07/2024 0 Comentários 299 Visualizações
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Inspiramais realiza edição em São Paulo

Por Jonathan da Silva 31/07/2024
Por Jonathan da Silva

A solenidade de abertura da Inspiramais em São Paulo aconteceu na manhã desta terça-feira (30) e exaltou a resiliência e a persistência da indústria da moda brasileira em performar apesar das adversidades. Com a chancela “Moda é Resistência”, o momento de retomada e superação foi tratado pela superintendente da Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), Silvana Dilly; pelo presidente da Assintecal, Gerson Berwanger; pelo coordenador do Núcleo de Design e Pesquisa do Inspiramais, Walter Rodrigues; pela diretora de Administração e Finanças do Sebrae Nacional, Margarete Coelho; e pela diretora de Negócios da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Ana Repezza. Na ocasião, os porta-vozes destacaram a resiliência da indústria e o momento de retomada do setor, que projeta um crescimento de mais de 2% em 2024.

Segundo Silvana, o Inspiramais “é um momento onde a inovação e a ousadia tornam-se fatores decisivos para a retomada da indústria”. A edição paulistana do evento atraiu também olhares do mercado externo, que esteve presente no evento por meio do Projeto Comprador e Projeto Imagem, iniciativas realizadas pela Assintecal em parceria com a ApexBrasil e que trouxe para o evento 15 grupos compradores internacionais e jornalistas de veículos do segmento na América Latina.

O CEO da Vulcabras, Pedro Bartelli, abriu a grade de palestras falando sobre a atuação da empresa no mercado, assim como a projeção de marketing e crescimento. Com uma produção de mais de 20 milhões de pares de calçados das marcas esportivas Mizuno, Olympikus e Under Armour, a Vulcabras é uma das maiores produtoras do setor no Brasil.

A programação do Inspiramais segue até esta quarta-feira, 31 de julho, com palestras e rodadas de negócios entre os mais de 60 expositores presentes, mais de 650 compradores nacionais trazidos em parceria com o Sebrae e importadores da Bolívia, Argentina, Chile, Equador, Índia, México e Peru.

Remodelação

A 30ª edição do Inspiramais foi remodelada em função das enchentes que assolaram o Rio Grande do Sul em maio, sendo, excepcionalmente, em julho de 2024 realizado em dois momentos. O evento é uma promoção da Assintecal em parceria com o Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) e Associação Brasileira das Indústrias de Mobiliário (Abimóvel). A realização é do programa By Brazilian Materials e a parceria do Sebrae Nacional. Mais detalhes estão disponíveis no site inspiramais.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/07/2024 0 Comentários 508 Visualizações
Business

Calçado brasileiro precisa se reposicionar nos Estados Unidos

Por Marina Klein Telles 31/07/2024
Por Marina Klein Telles

Para se reposicionar no mercado norte-americano, que importa 2,1 bilhões de pares ao ano, o calçado brasileiro precisa encontrar seu próprio nicho, criar uma identidade, unir esforços, capacitar-se e desenvolver ações comerciais complementares às que atualmente são realizadas, como a participação em feiras internacionais. Estas são algumas das informações apresentadas por integrantes do Pacto Calçadista a 120 profissionais do cluster, entre empresários, dirigentes de entidades e parceiros, em evento na ACI, na última segunda-feira, 29.

Entre os dias 15 e 19 deste mês, Karin Becker, Everson Rodrigues e Christian Thomas participaram, em Nova Iorque, de encontro da Associação dos Distribuidores e Varejistas da América (FDRA), que reúne 304 importadores, emprega 278 mil pessoas e comercializa 5,9 bilhões de pares ao ano nos Estados Unidos. Durante o evento, além de manterem contato com a direção da entidade, tiveram acesso a informações sobre consumo e prospectaram oportunidades para o calçado brasileiro.

“Nossa participação no evento e o contato com a direção da FDRA e membros foram além das expectativas”, disse Karin. Conforme ela, ao vivenciar o que a entidade oferece, a missão identificou necessidades e novas possibilidades de negócios que serão úteis para o direcionamento das atividades do Pacto Calçadista. “Teremos acesso a todas as informações que a associação disponibiliza” acrescentou.

Mudança de mercados

Conforme Everson Rodrigues, informações da FDRA indicam uma mudança da participação de países produtores no mercado norte-americano de calçados. Enquanto a China perde participação, Vietnã, Indonésia e Camboja aumentam sua presença. Em relação a produtos, o segmento de calçados esportivos cresce em níveis recordes, enquanto outros têm declínio. “Os importadores norte-americanos querem deixar de realizar negócios com a China, mas não há, neste momento, quem consiga suprir sua demanda”, destacou.

Enquanto a China ainda lidera o fornecimento de calçados aos Estados Unidos, com 1,2 bilhão de pares, o Brasil ocupa a nova posição, com apenas 11 milhões de pares exportados aos EUA em 2023. “Somos o único país que perdeu participação no mercado norte-americano e o único que aumentou os preços”, acrescentou. Rodrigues também fez referência à ligeira redução dos custos de importação, o que reduz também os preços no varejo, em contraposição ao aumento dos custos de transporte.

Vantagens do Brasil

Christian Thomas destacou fatores que beneficiam o reposicionamento do produto made in Brazil nos Estados Unidos, como os tempos de produção e de transporte inferiores aos da China, além dos produtos desenvolvidos, da qualidade das matérias-primas, da participação em feiras internacionais e do fato de estar uma estação à frente. Conforme ele, o Brasil não deve disputar com a China o fornecimento de calçados mais baratos. Deve buscar posicionar-se num segmento acima do de entrada, que oferece maiores possibilidades de negócios.

“Podemos vender sandálias o ano inteiro e temos um cluster completo, em que, num raio de apenas 60km, localizam-se empresas de todos segmentos. Além disso, temos um compliance rigoroso e programas de sustentabilidade, fatores que serão muito valorizados pelos importadores nos próximos anos”, explicou. Ainda conforme o conselheiro e membro do Pacto Calçadista, o Brasil precisa valorizar sua vocação calçadista e utilizar diferenciais competitivos, como as tecnologias de conforto.

Próximos passos

Após a apresentação das informações obtidas em Nova Iorque, os integrantes do Pacto Calçadista mantêm encontros digitais semanais com a FDRA e planejam produzir e enviar uma newsletter semanal para promoção do cluster. Também pretendem trazer uma comitiva da FDRA para visitar o cluster no Vale do Sinos e realizar ações de capacitação de profissionais e empresas da região, entre outras atividades.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/07/2024 0 Comentários 346 Visualizações
Business

Sondagem da Fiergs mostra redução da produção e do emprego na indústria gaúcha

Por Marina Klein Telles 30/07/2024
Por Marina Klein Telles

A Sondagem Industrial do RS de junho, divulgada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS) nesta terça-feira (30), mostra um cenário de redução no emprego e na produção. A menor produção influenciou nos estoques de produtos, que permaneceram abaixo do desejado pelas empresas, apesar do aumento na utilização do parque fabril.

O índice de evolução da produção industrial registrou 46,9 pontos no mês passado e, abaixo de 50, mostra recuo em relação ao mês anterior. Em maio, a produção havia registrado perdas históricas: 33,8 pontos. “São claras as mostras de que a indústria gaúcha foi bastante impactada pelas enchentes. Os preços da matéria-prima, por exemplo, aumentaram, e as dificuldades de logística e transporte, também. Agora que as águas baixaram, muitas indústrias encontram restrições no acesso ao crédito, fundamental neste momento de recuperação. O setor industrial tem um papel importante na reconstrução que o Estado necessita, representa 24% do PIB do Rio Grande do Sul”, diz o presidente da FIERGS, Claudio Bier.

O emprego também caiu em junho. O índice de evolução do número de empregados ficou abaixo dos 50 pontos, em 47,6. Essa foi a terceira queda consecutiva, similar à esperada para o mês e à apurada em maio (47 pontos).

Em compensação, a indústria gaúcha aumentou a utilização da capacidade instalada (UCI), em junho, para 65%, após operar com pouco mais da metade da capacidade em maio (57%). A combinação de aumento da utilização com redução da produção, embora pareça contraditória, pode estar relacionada à perda de parte da capacidade produtiva das empresas atingidas pelas enchentes. Apesar de menor, a ociosidade na indústria gaúcha continuou elevada em junho, pois a UCI estava 3,6 pontos percentuais abaixo da média histórica do mês. O mesmo contexto é mostrado pelo índice de UCI em relação ao usual, que cresceu 7,5 pontos entre maio e junho, para 40, ficando ainda distante da marca de 50 que separa UCI abaixo e acima do usual.

Com a nova contração da produção, os estoques de produtos finais continuaram, em junho, com níveis menores que o esperado pelas empresas pelo segundo mês consecutivo. Ambos abaixo de 50 pontos, o índice de evolução e o de estoques em relação ao planejado registraram, respectivamente, 46,3 e 47,3 pontos. Indica que a redução da produção no mês não foi provocada apenas por um ajuste à demanda, mas também por restrição à oferta relacionada às enchentes.

Para os próximos seis meses, as expectativas da indústria gaúcha melhoraram na pesquisa realizada entre 1º e 9 de julho, com 163 empresas, sendo 33 pequenas, 58 médias e 72 grandes. Porém, os empresários passaram a projetar aumento apenas para a demanda (+4,6 pontos, para 54,5) e para as compras matérias-primas (+4,6 pontos, para 52,5). A perspectiva para o emprego passou de 47,9 para 49,7 pontos no mesmo período, enquanto o índice para as exportações manteve-se no campo negativo, de 48,1 para 48,4. A intenção de investimento da indústria gaúcha, embora permaneça acima da média histórica de 51,4 pontos em julho, diminuiu 1,8 ponto ante junho, para 53,1.

Acompanhe a pesquisa completa em https://observatoriodaindustriars.org.br/inteligencia-areas/sondagem-industrial/.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/07/2024 0 Comentários 337 Visualizações
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CDL-NH traz palestra de Gabriel Carneiro para associados

Por Jonathan da Silva 30/07/2024
Por Jonathan da Silva

Para presentear os associados no aniversário de 62 anos da Câmara de Dirigentes Lojistas de Novo Hamburgo (CDL-NH), a entidade promove uma palestra com Gabriel Carneiro no dia 22 de agosto, uma quinta-feira, a partir das 19h, no Salão Nobre da CDL-NH. O evento é exclusivo para associado e o ingresso custa 1 kg de alimento não perecível. Será permitida a presença de dois participantes por empresa. As vagas são limitadas e é necessário se inscrever com antecedência pelo WhatsApp (51) 3582-3535.

Durante toda a sua vida, as pessoas buscam a realização pessoal e profissional. A nova palestra denominada “Bota a cara e vai”, do palestrante, escritor, professor e terapeuta, Gabriel Carneiro, é um convite à ação, ou seja, encarar o desconhecido e aguentar o processo, claro que acontecerão situações difíceis, mas o foco deve ser no resultado final.

O Salão Nobre da CDL-NH está localizado na Rua Domingos de Almeida, 708, no Centro de Novo Hamburgo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/07/2024 0 Comentários 850 Visualizações
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Fecomércio-RS solicita adequações na contratação de crédito por empresas afetadas pelas enchentes

Por Marina Klein Telles 30/07/2024
Por Marina Klein Telles

A Fecomércio-RS protocolou ofício junto ao Comitê Gestor do Simples Nacional pedindo auxílio a empresas afetadas pelas enchentes que assolaram o Estado. O documento chama atenção ao empecilho que é a exigência de Certidão Negativa de Débito (CND) no contrato de linhas de crédito subsidiadas junto a instituições financeiras.

“Muitos dos empreendimentos tiveram dificuldade em honrar com pagamentos após as enchentes, então tornaram-se inadimplentes e não conseguem emitir uma CND. Portanto, é necessário adequar esta exigência, visto que os recursos buscados são, justamente, um auxílio para que essas empresas se reergam após as cheias”, resume o presidente da Federação, Luiz Carlos Bohn.

No documento endereçado ao gestor do Comitê Gestor do Simples Nacional, Olielson Lobato Júnior, a entidade pede apoio na interlocução com os diferentes órgãos envolvidos para que as organizações gaúchas consigam acessar o crédito. “Sugerimos que as empresas inadimplentes após maio possam obter a CND mediante adesão a um programa de parcelamento, o qual pedimos, também, auxílio para que possa ser implementado”, traz Bohn.

Foto: Criada por AI | Fonte: Assessoria
30/07/2024 0 Comentários 281 Visualizações
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