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ChocolaTCHÊ encerra com doações de 2,5 toneladas de insumos

Por Marina Klein Telles 12/09/2024
Por Marina Klein Telles

A segunda edição da ChocolaTCHÊ – Feira e Congresso de Confeitaria Artesanal do Rio Grande do Sul, realizada pelo Instituto Sul Doce, encerrou nesta quarta-feira (11) com destaque para o apoio à retomada, após as enchentes que atingiram o Estado. Junto a parceiros e patrocinadores, foram reunidos 2,5 toneladas de insumos de produção e mais de 600 utensílios para doação a empreendedores diretamente afetados com as cheias e que estão em fase de recomeço. As beneficiadas foram cerca de 80 confeiteiras, cadastradas pela Associação Gaúcha de Confeitaria Artesanal.

Entre os produtos que fizeram parte do chamado “kit recomeço” doado para cada empreendedora estão itens como farinha, fermento, recheios e confeitos. Dos utensílios e acessórios, foram formas, talheres, mexedores e mangas de confeitar, entre outros. Nas demais ações sociais, também foram realizadas capacitações para jovens do Centro Infanto Juvenil Monteiro Lobato (ONG sediada no bairro Restinga em Porto Alegre), da Rede Calábria e alunos da APAE Porto Alegre. Ao avaliar a edição de 2024, a co-fundadora do Instituto Sul Doce, Mariane Rehm, ainda destaca a contribuição para fortalecer o segmento. “Recebemos participantes de todas as regiões gaúchas, de Santa Catarina e até uma caravana do Uruguai. Circularam cerca de 900 participantes entre os dois dias, para os quais proporcionamos encontro com as principais tendências, inovações e profissionais do mercado nacional”, contou.

Foram múltiplas agendas de aulas-show com culinaristas, experiências práticas em uma cozinha colaborativa junto com o Instituto Federal do Rio Grande do Sul, grade de mentorias e rodadas de negócio, além de painéis com histórias de empreendedorismo e receitas de especialistas para crescer como confeiteiro. “É uma área feita de micro e pequenos negócios. A maior parte deles comandado por mulheres, que trabalham de casa mesmo, buscando realização e independência financeira. Nosso objetivo é valorizar quem coloca a mão na massa e conectar essas pessoas com mais oportunidades de evoluir. Com a segunda edição, seguimos fomentando a cooperação e a cultura de parceria, como fizemos na estreia. Agora, também expandimos em programação, ativações e novidades, como promover mais integração entre os setores de confeitaria e panificação, por exemplo. Há espaço para que todos cresçam e a união só nos fortalece. O Instituto Sul Doce e a ChocolaTCHÊ têm esse propósito”, afirmou.

Sobre o Instituto Sul Doce

O Instituto Sul Doce é o braço educacional nas áreas da confeitaria, gastronomia e panificação da Sul Doce Atacado & Varejo, que possui 44 anos de mercado. Para fortalecer o segmento de confeitaria e proporcionar qualificação aos profissionais da área, a Sul Doce Atacado & Varejo criou o Instituto Sul Doce, considerado o primeiro centro de capacitação na Zona Sul de Porto Alegre. Com cursos livres e rápidos, o objetivo é fomentar o empreendedorismo artesanal e familiar, impulsionando a economia local e a atuação profissional, valorizando o chef culinarista gaúcho e o protagonismo de professores, técnicos e especialistas do Rio Grande do Sul. A partir de 2023, o Instituto Sul Doce também lançou e promove a ChocolaTCHÊ – Feira e Congresso de Confeitaria Artesanal do Rio Grande do Sul e o maior evento no Sul do Brasil neste segmento. Para saber mais acesse www.institutosuldoce.com.br ou acompanhe nas redes sociais: @institutosuldoce e @chocolatcheoficial.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/09/2024 0 Comentários 354 Visualizações
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Juliano Brenner Hennemann palestra no Instituto Caldeira sobre Revolução no Consumo

Por Jonathan da Silva 11/09/2024
Por Jonathan da Silva

O sócio-diretor da hamburguense SPR, Juliano Brenner Hennemann, realizará a palestra “Revolução no Consumo: como a criatividade reinventa a experiência do cliente” na Arquibancada 3 do Instituto Caldeira, em Porto Alegre, às 11h desta quinta-feira, 12 de setembro. Hennemann também é presidente do Sistema Nacional das Agências de Propaganda do Rio Grande do Sul (Sinapro-RS), professor de pós-graduação e MBA da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e cofundador da Nexo Governança Corporativa.

O evento faz parte do Caldeira Talks, bate-papo com convidados sobre temas do ecossistema de inovação e da nova economia. As inscrições para participar do evento são realizadas pelo APP Caldeira. No bate-papo para a comunidade Caldeira, Hennemann irá discorrer sobre como estratégia e criatividade podem quebrar a monotonia no universo das marcas, criando valor e conexão genuína com os consumidores.

Foto: João Ricardo/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/09/2024 0 Comentários 370 Visualizações
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Comércio pode estreitar relacionamento e impulsionar vendas no Dia do Cliente

Por Jonathan da Silva 11/09/2024
Por Jonathan da Silva

O Dia do Cliente é celebrado no próximo domingo, dia 15 de setembro. A data homenageia o principal patrimônio das empresas e é considerada uma oportunidade de estreitar as relações entre eles e os empreendimentos, além de possibilitar o impulsionamento de vendas. O presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS), Vitor Augusto Koch, ressalta que a celebração em favor dos clientes vem crescendo há bastante tempo, demonstrando a consciência dos consumidores em relação a receberem atendimento de qualidade e personalizado.

Koch destaca que a data é um momento especial para agradecer e reconhecer o valor que os clientes têm para todos os negócios. “O Dia do Cliente nos possibilita demonstrar apreço e gratidão pela parceria que eles disponibilizam aos nossos negócios, diariamente. Portanto, as empresas têm uma oportunidade a mais para reafirmarem seu compromisso com a qualidade no atendimento e na oferta de produtos e serviços”, ressalta o dirigente.

O presidente ainda pontua que a satisfação do público é uma premissa fundamental para o sucesso de qualquer empreendimento. Por ser uma ocasião que combina a valorização do cliente com o potencial de impulsionar vendas, a data é vista como propícia para realizar promoções e conceder descontos especiais, com alto potencial de alavancar negócios. “Aproveitar o Dia do Cliente é benéfico tanto para a satisfação do consumidor quanto para o crescimento dos negócios. Lógico que os estabelecimentos comerciais devem estar adequadamente preparados ao longo de todo o ano para bem receber e atender sua clientela. Na semana e no dia dedicado ao cliente redobrar essa atenção e carinho para com eles é fundamental para incrementar vendas, conquistar e fidelizar o público”, aponta Koch.

Dicas da FCDL-RS para a data

  • Desenvolver uma campanha impactante para o 15 de setembro, identificando o perfil e as preferências dos clientes, utilizando diversos canais de comunicação para divulgá-la;
  • Ofertar promoções que valorizem os consumidores, como descontos significativos e ofertas de leve 3 e pague 2;
  • Distribuir brindes e amostras grátis, criando uma experiência positiva e memorável nos consumidores;
  • Proporcionar um atendimento cordial, com atenção e simpatia, proporcionando uma compra única e exclusiva.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/09/2024 0 Comentários 488 Visualizações
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20° Encontro de Negócios Metalmecânico movimenta o setor no Sindimetal RS

Por Marina Klein Telles 11/09/2024
Por Marina Klein Telles

O 20º Encontro de Negócios Metalmecânico reuniu, na tarde do dia 5 de setembro, no Centro das Indústrias, em São Leopoldo, um total de 17 empresas compradoras e 70 vendedoras, num clima de expectativa positiva, com relação aos novos contatos.

O evento, promovido pelo Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico e Eletrônico de São Leopoldo (Sindimetal RS), em parceria com o SEBRAE RS, ocorre anualmente e tem como objetivo promover reuniões focadas na cadeia metalmecânica, entre pequenas e grandes empresas, vendedoras e compradoras, para contatos e efetivação de negócios.

Nesta edição, participaram as empresas compradoras: Astoria Papeis, BMP Proar, CMPC Celulose, Comexi, Copé, Eurogalvano, Infasul, Fibermeyer, Fitesa, Forjas Taurus, Grefortec, Liess Máquinas e Equipamentos, Metalúrgica Kondak, SENAI-RS, Projelmec, Pandrol South America e Yara Brasil Fertilizantes.

Ao saudar os participantes, Valmir Pizzutti, diretor Executivo do Sindimetal RS, registrou a importância desta iniciativa. “A indústria tendo passado por tantos desafios, culminando, recentemente, com uma enchente, que praticamente destruiu parte das empresas de São Leopoldo, está se reinventando”. Para Pizzutti, é muito importante reunir, numa tarde, tantas empresas compradoras e vendedoras, atuando fortemente para reconstruir a nossa região. Esse movimento, em prol das indústrias e dos futuros negócios, trará um ganho imensurável para a economia local”.

Segundo o diretor Executivo, “o papel do Sindimetal RS e do SEBRAE é de extrema relevância pois proporciona, que um número expressivo de empresas consiga estabelecer contatos e verificar possibilidades de negócios. Isso gera mais empregos, mais renda, mais impostos e o crescimento da nossa região. Também é um momento importante para realizar Networking, ampliar a rede de relacionamentos, em prol do fortalecimento dos negócios”.

Representando o SEBRAE, Jennifer Silveira, gestora de Projetos, na região do segmento Metalmecânico, enfatizou que esse 20º Encontro de Negócios é promissor para todas as empresas participantes. “Desejamos que resulte em bons negócios e novos fornecedores, para podermos movimentar a economia local”.

A expectativa é contribuir igualmente com as micro e pequenas empresas, que foram afetadas, pela enchente, destaca Jennifer. “Tivemos 50% do território urbano alagado. Muitas empresas, que estão participando deste evento, tiveram os seus negócios atingidos. Estamos buscando auxiliar na retomada da geração de negócios e renda, aqui na região”, afirma a gestora. Essa é a última rodada do segmento, antes da feira Mercopar, que ocorrerá em outubro, em Caxias do Sul.

Para o presidente do Sindimetal RS, empresário Sergio Galera, “a oportunidade, promovida pelas entidades, direciona seus esforços para a realização de importantes contatos e efetivos negócios, fortalecendo uma troca importante entre empresas vendedoras e compradoras”. Segundo Galera, o momento é de somar esforços e ampliar a interação entre as empresas, atendendo às necessidades do mercado, investindo em novas oportunidades de negócios.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/09/2024 0 Comentários 297 Visualizações
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CDL Sapiranga irá a Convenção Nacional do Comércio Lojista em Balneário Camboriú

Por Jonathan da Silva 11/09/2024
Por Jonathan da Silva

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Sapiranga (CDL Sapiranga) está se preparando para participar da 57ª Convenção Nacional do Comércio Lojista, que acontecerá de 18 a 22 de setembro em Balneário Camboriú-SC. O evento anual é considerado uma oportunidade para a entidade buscar conhecimento, estabelecer novos relacionamentos e contribuir com ideias inovadoras para fortalecer o setor comercial e de serviços na região.

A convenção em Santa Catarina reunirá líderes do setor.“A Convenção Nacional do Comércio Lojista é um momento ímpar para trocar experiências e adquirir conhecimento junto a outras entidades e especialistas do setor. Estamos animados em participar deste evento que será essencial para impulsionar nossas estratégias locais”, afirma o presidente da CDL Sapiranga, Ademir Gérson Deitos.

A pauta central do evento é o Omnivarejo, uma metodologia no qual todos podem vender e comprar de todas as formas e em todo lugar. A busca é por satisfazer todas as demandas e necessidades do consumidor moderno com soluções inovadoras completas e integradas. Mais detalhes sobre a participação da CDL Sapiranga na 57ª Convenção Nacional do Comércio Lojista podem ser obtidos no site oficial do evento, em cndl.org.br/convencaonacional.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/09/2024 0 Comentários 381 Visualizações
Business

Debate sobre impactos das enchentes encerram o primeiro dia da ChocolaTCHÊ

Por Marina Klein Telles 11/09/2024
Por Marina Klein Telles

“Diante dos obstáculos, você desiste ou persiste?”. Este foi o tema do painel que deu continuidade ao ciclo de palestras da segunda edição da ChocolaTCHÊ, na tarde desta terça-feira, 10 de setembro, no Centro de Eventos do Parkshopping Canoas. Participaram como painelistas o fundador da Alfajores Odara, Jeison Scheid, a proprietária da LeFran Doceria, Franciele Ramires e o consultor e empresário João Rodrigues. A mediadora foi a jornalista Bruna Magalhães.

Franciele contou que iniciou no ramo da confeitaria, em 2017, na cozinha dos pais e teve o local fortemente atingido pelas enchentes de maio. “No dia da enchente levantamos tudo, porém, não poderíamos imaginar que dias depois a água chegaria no segundo piso. A única coisa que consegui salvar foi o motor da minha panela mexedora. É um processo de recomeço, tanto do atelier como da casa, pois eu trabalho de casa e, evidentemente, isso tudo nos afeta emocionalmente e financeiramente”, desabafa. Franciele conta que teve que sair de casa de Jet Ski. “Peguei todo o meu medo e a minha dor por essa situação inacreditável e coloquei no trabalho. Naquilo que eu sei fazer. Percebi que nunca fomos tão amados. Não sou mais a mesma pessoa”, define.

Já para Scheid, que teve um início “raiz”, como ele mesmo descreve, pois começou lá no final de 2013 produzindo alfajores em casa e vendendo na beira da praia da Ferrugem, em Garopaba/SC. “A vida na praia, vendo o sol nascer no mar foi a inspiração para o nome Odara”, revela. A experiência no verão deu certo e Scheid resolveu voltar para empreender em Porto Alegre, em 2014 O fundador da Alfajores Odara conta as dificuldades que a empresa teve com a catástrofe climática que atingiu o Rio Grande do Sul. “A Odara era um ponto de arrecadação para o município de Arroio do Meio, que havia sido fortemente atingido pelas cheias e Porto Alegre ainda não tinha sido atingida, porém, pouco tempo depois, já estávamos completamente debaixo d’água”, afirma.

Scheid diz que a água chegou a 2,20 metros de altura. “Tivemos um prejuízo total de mais de R$ 3 milhões, sendo R$1,8 milhão só de estoque. Como nosso maior mercado é o estado de São Paulo, nossa assessoria de imprensa é de lá e foi procurada pela mídia nacional, em meados de maio, que buscava alguma fábrica no Rio Grande do Sul que tivesse sido atingida e que o proprietário ainda não tinha conseguido acesso ao local”, conta. Scheid revela que alguns dias depois lançou a pré-venda dos alfajores para tentar arrecadar dinheiro para se reerguer. Quando os veículos começaram a divulgação, veio a surpresa. “Foram vendidos mais de R$ 600 mil para pessoas físicas. Foi um acolhimento muito grande”, salienta.

Para o consultor e empresário, João Rodrigues, “é impressionante a energia emocional que eles têm. Temos uma tendência, que é do ser humano, de que quando passamos por momentos difíceis é normal nos encolhermos. No entanto, tem pessoas que diante do caos estufam o peito e dizem: ‘o que vou fazer com isso?’”, ressalta. Rodrigues diz que toda informação recebida gera algum tipo de conexão. “Toda informação que recebemos vira pensamento, que gera sentimento e esse sentimento, por sua vez, gera comportamento. É esse comportamento que gera resultado”, explica. Para ele, não conseguimos controlar o sentimento e, sim, o comportamento. “Temos que mudar o que estamos pensando. Não temos controle sobre o que aconteceu, mas temos como seguir em frente. A forma como você se vê é o que determina comportamentos”, finaliza.

Na palestra de encerramento do primeiro dia, o consultor de empresas e CEO da Bello Festas, Ricardo Mello, falou sobre “Vendas: como vender, onde vender e porquê vender – Arte e Ciência”. Mello afirmou que o primeiro talento que uma confeiteira deve ter é saber vender. “Não adianta fazer um bolo incrível, é preciso dominar a arte da venda”, enfatiza. Para tanto, o consultor explica que é necessário aparecer, ter um bom produto e criar um diferencial. “Só se tem uma marca quando há um diferencial”, ressalta. Ele considera que a venda é a mistura entre arte e ciência e ensina os nove passos para ter sucesso nas vendas: prospecção e qualificação; preparação; abertura; sondagem; demonstração; oferta; negociação; fechamento e o pós-venda.

Serviço

O quê: 2ª ChocolaTCHÊ – Feira e Congresso de Confeitaria Artesanal do Rio Grande do Sul
Quando: 10 e 11 de setembro de 2024, das 10h às 20h
Onde: Centro de Eventos do ParkShopping Canoas (Av. Farroupilha, 4545 – Canoas/RS)
Ingressos: chocolatche.com.br
Mídias: instagram.com/chocolatcheoficial

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/09/2024 0 Comentários 322 Visualizações
Business

Indústria do RS cresce pelo segundo mês consecutivo

Por Marina Klein Telles 10/09/2024
Por Marina Klein Telles

O Índice de Desempenho Industrial gaúcho (IDI-RS), divulgado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS) nesta terça-feira (10), cresceu 4%, em julho, na comparação com junho. O resultado é decorrente, em parte, ao efeito calendário, uma vez que o mês de julho teve três dias úteis a mais. Foi o segundo aumento consecutivo do índice de atividade da indústria gaúcha, que acumula, nesse período, alta de 14,4%, compensando e superando as fortes perdas de maio, de -11,6%, provocadas pelas enchentes.

O IDI-RS combina seis indicadores que medem a atividade do setor industrial. A pesquisa de julho mostra que a maioria deles veio no lado positivo na comparação com junho. O maior destaque foi o faturamento real, que cresceu 9,2%, depois de ter aumentado 14,4%, em junho. Desta forma, superou a perda de maio, que havia sido de -19,1%. Também pesaram positivamente no resultado as horas trabalhadas na produção (+1,2%), a massa salarial real (+1,7%) e a utilização da capacidade instalada (+2,7 pontos percentuais), que atingiu 83,9%. É o mais alto nível desde julho de 2021. Já o emprego, que não cresce desde abril de 2023, recuou 0,4% e as compras industriais, que caíram 2%, devolveram pequena parte da alta expressiva de junho, quando chegou a 37,5%.

O comportamento da indústria gaúcha também foi positivo na comparação anual. Em relação a julho de 2023, o avanço de 6,7% do IDI-RS foi o segundo do ano e o mais intenso desde agosto de 2022 nessa base de comparação. O calendário, mais uma vez, colaborou: julho deste ano teve 23 dias úteis, ante 21 em julho de 2023.

Com isso, o ritmo da queda acumulada do IDI-RS no ano diminuiu, de -3,3%, até junho, para -1,9%, até julho, respectivamente, na comparação com os primeiros seis e sete meses de 2023. O resultado negativo de 2024 até julho foi influenciado, principalmente, pelas compras industriais, que caíram -7,3%, e pelo faturamento real, -3,3%. As horas trabalhadas na produção, -1,8%, e o emprego, -1,6%, também recuaram no período. Apenas a massa salarial real (+3,4%) e a UCI (+1,6 ponto percentual) subiram.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/09/2024 0 Comentários 292 Visualizações
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Ecossistema de Inovação do Vale do Sinos será apresentado em Pernambuco

Por Marina Klein Telles 10/09/2024
Por Marina Klein Telles

Considerado o epicentro de ecossistemas de inovação, o Eli Summit 2024 – que ocorre de quarta à sexta-feira desta semana, em Petrolina/PE – é um evento internacional que visa conectar e promover aprendizado entre ecossistemas locais de inovação do Brasil e do mundo.

O presidente da ACI, CEO da Cigam Software Corporativo e sócio da Ventiur Aceleradora de Startups, Robinson Oscar Klein, apresentará como o Ecossistema do Vale do Sinos ganhou sinergia e está se fortalecendo a partir de iniciativas que impulsionam a cultura de inovação e a open innovation, com cases de sucesso que romperam as resistências à inovação e estão abrindo oportunidades.

Com uma programação de três dias, o evento conta com uma variedade de atividades, incluindo painéis, workshops e oficinas exclusivas, lideradas por especialistas de ecossistemas locais de inovação nacionais e internacionais. São cerca de 600 participantes, entre lideranças do setor produtivo inovador e do setor de PD&I, como instituições de pesquisa e mecanismos de inovação como incubadoras, aceleradoras, espaços makers, agências de fomento, parques tecnológicos, venture capital e living labs, investidores anjo e representantes de governos.

“No evento em Pernambuco, apresentaremos o Ecossistema do Vale do Sinos, as ações, as associações e as instituições de ensino que fazem parte dele, como o Movi – Movimento Vale Inovador, a ACI-NH/EV/CB/DI e seu veículo de investimento ACI Open Innovation, operado juntamente com a Ventiur Aceleradora de Startups, o Centro de Inovação Tecnológica – CIT, o Sinos Valley, o Hub One da Feevale Techpark, a Ftec Faculdades, a IENH, o Senai, o Sicredi, a Fundação Liberato, a Mostratec, o Innovation Hub da Cigam, a ERPS, a By Master, a Floky System, a Go19m e a Growdev, entre diversos outros parceiros que, juntos, estão impulsionando a cultura da inovação na nossa região”, afirma Klein.

A iniciativa do Sebrae Nacional e do Sebrae PE tem como propósito criar um ambiente de imersão em ecossistemas nacionais e internacionais inovadores, para inspirar, transferir tecnologia e promover acordos de cooperação. A missão gaúcha é coordenada pelo SebraeX, programa de estímulo a startups do Sebrae RS, e visa impulsionar o desenvolvimento sustentável dos ecossistemas locais de inovação do Rio Grande do Sul.

Ecossistemas do RS presentes ao Eli Summit

Ecossistema de Inovação do Vale do Sinos
Alegrete Inovadora – Campanha e Fronteira Oeste
Área B – Campanha e Fronteira Oeste
BAH3 – Região Serra
Comunidade Vértice – Região Norte
Converge SCS – Vale do Taquari e Rio Pardo
Ecossistema de Gravataí – Região Metropolitana
Ecossistema de Panambi – Região Noroeste
Ecossistema de Pelotas – Região Sul
Ecossistema de Santa Rosa – Região Noroeste
Inova Centro – Região Centro
Grande Pacto da Inovação – Região Sul
Impulsa Ijuí – Região Noroeste
Inova Mun – Região Campanha e Fronteira Oeste
Pacto Alegre – Região Metropolitana

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/09/2024 0 Comentários 334 Visualizações
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Saldo da balança comercial do setor calçadista brasileiro cai 30% até agosto

Por Jonathan da Silva 10/09/2024
Por Jonathan da Silva

O saldo da balança comercial do setor calçadista brasileiro encarou uma queda de 30% entre janeiro e agosto, conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). As exportações somaram 63,87 milhões de pares e US$ 654,78 milhões, quedas tanto em volume, de 22,4%, quanto em receita, de 20,4%, em relação ao mesmo período do ano passado. O cenário é o inverso nas importações de calçados, que no mesmo intervalo somaram 23,94 milhões de pares e US$ 300,44 milhões, aumento de 12,1% em volume e queda de 5,1% em receita no comparativo com momento equivalente do ano passado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca a queda no volume exportado para a Argentina, de 30,8%, que é o segundo principal destino do calçado brasileiro no exterior, e vem puxando as exportações brasileiras de calçados para baixo. “Estamos vivendo um período de baixo consumo internacional. E este consumo menor vem sendo absorvido pelos produtores asiáticos, em especial da China, que depois das rígidas políticas para contenção da Covid-19 voltou ao mercado de forma bastante agressiva”, explica o dirigente.

Principais destinos

Principal destino internacional do calçado brasileiro, os Estados Unidos importaram, entre janeiro e agosto, 6,95 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 147,62 milhões. Os resultados quedas tanto em volume, de 5,3%, quanto em receita, de 8,3%, em relação ao mesmo período de 2023. No segundo posto ainda aparece a Argentina, que nos primeiros oito meses de 2023 importou 6,8 milhões de pares brasileiros por US$ 128,7 milhões, baixas significativas tanto em volume, de 36,7%, quanto em receita, de 23,4%, em relação ao mesmo intervalo do ano passado. Ultrapassando a França no terceiro lugar ranking de destinos apareceu o Paraguai. Entre janeiro e agosto, partiram rumo ao país vizinho 5,47 milhões de pares verde-amarelos, pelos quais foram pagos US$ 28,2 milhões, ainda assim quedas tanto em volume, de 19,2%, quanto em receita, de 12,8%, em relação ao intervalo correspondente de 2023.

RS, maior exportador de calçados

Respondendo por mais de 50% de todo o valor gerado com as exportações de calçados no Brasil, o Rio Grande do Sul segue sendo o principal player internacional do setor no país. Entre janeiro e agosto, partiram das fábricas gaúchas 21,24 milhões de pares por US$ 328,14 milhões, quedas de 13,8% e de 13,3%, respectivamente, ante o mesmo período do ano passado. Na sequência do Rio Grande do Sul apareceram como principais exportadores brasileiros de calçados os estados do Ceará (19,67 milhões de pares e US$ 134,44 milhões, quedas de 21% e de 27,3%, respectivamente, ante 2023) e São Paulo (3,74 milhões de pares e US$ 57,5 milhões, quedas de 29,9% e de 25,3%).

Ásia puxa aumento das importações de calçados

Entre janeiro e agosto, entraram no Brasil 23,94 milhões de pares por US$ 300,44 milhões, elevação de 12,1% em volume e queda de 5,1% em receita em relação ao mesmo período do ano passado. Respondendo por cerca de 90% dos calçados que entram no Brasil, os países asiáticos seguem puxando as importações para cima.

A China é a principal origem do volume importado. Entre janeiro e agosto, entraram no Brasil 7,75 milhões de pares chineses por US$ 27,32 milhões, quedas de 4,7% e de 24,4%, respectivamente, em relação ao mesmo período de 2023. O preço médio do calçado foi de US$ 3,50 por par.

A segunda origem dos calçados importados em 2024 foi o Vietnã, de onde partiram rumo ao Brasil 7,68 milhões de pares por US$ 141,9 milhões, incremento de 11,2% em volume e queda de 8,2% em receita no comparativo com os oito primeiros meses do ano passado.

Com crescimentos de 21,6% em pares e 3,1% em receita em relação ao ano passado, a Indonésia foi a terceira principal origem do calçado importado. No período, as empresas indonésias enviaram ao Brasil 3,64 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 61,48 milhões.

A Abicalçados tem monitorado o crescimento das importações de outros dois países asiáticos: Camboja e Mianmar.  Conforme a entidade, entre janeiro e agosto, Camboja foi a origem de 655 mil pares de calçados, pelos quais foram pagos US$ 9,73 milhões, incrementos tanto em volume, de 82,1%, quanto em receita, de 62,6%, em relação ao mesmo intervalo de 2023. Atualmente, o Camboja é a quinta principal origem dos calçados importados pelo Brasil.

Já Mianmar, entre janeiro e agosto, exportou para o Brasil 271,46 mil pares de calçados, pelos quais foram pagos US$ 2,85 milhões, impressionantes aumentos de 168,7% em volume e de 156% em receita em relação ao mesmo intervalo de 2023. Mianmar, conforme ranking da Abicalçados, já é a sétima principal origem dos calçados importados pelo Brasil.

Partes de calçados

Em partes de calçados, considerados cabedais, palmilhas, solados, saltos, etc, as importações dos oito meses somaram US$ 23,72 milhões, 26,6% mais do que no mesmo período do ano passado. As principais origens foram China, Paraguai e Colômbia.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/09/2024 0 Comentários 425 Visualizações
Business

Receita Federal lança nova versão do APP MEI com funcionalidades ampliadas

Por Jonathan da Silva 09/09/2024
Por Jonathan da Silva

A Receita Federal disponibilizou a versão 4.2.0 do aplicativo MEI (Microempreendedor Individual), trazendo novas funcionalidades que facilitam a gestão de obrigações fiscais para os microempreendedores. A principal novidade da atualização é a ferramenta “Consulta Pendências”, que permite aos usuários verificar eventuais omissões na Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-Simei) e débitos do Simei em cobrança, incluindo parcelas em atraso e processos pendentes.

Outra função destacada na atualização é a possibilidade de emitir um Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) unificado, permitindo a quitação de débitos acumulados de diversos meses em um único pagamento. O acesso ao aplicativo requer login via conta gov.br, reforçando a segurança nas transações.

Além das novas funcionalidades, o APP MEI também oferece serviços como a emissão do DAS mensal, transmissão de DASN-Simei, consulta de informações do CNPJ e do Simei, e a solicitação de restituição em caso de pagamentos duplicados.

O aplicativo está disponível para download nas lojas Google Play e App Store, sendo considerado uma ferramenta essencial para facilitar o dia a dia dos microempreendedores individuais em todo o Brasil, podendo ser baixado em gov.br/pt-br/apps/mei.

Ferramenta “Tá na Mão Empresas” é lançada para abertura de negócios pelo WhatsApp

Com o objetivo de facilitar a abertura de empresas gaúchas, voltadas a atividades econômicas consideradas de baixo risco, a Junta Comercial, Industrial e Serviços do Rio Grande do Sul (JucisRS) lançou a ferramenta “Tá na Mão Empresas”. Por meio do recurso, de forma simples, gratuita e desburocratizada, é possível criar um negócio pelo aplicativo WhatsApp em um processo rápido e seguro.

O procedimento é desenvolvido em uma conversa pelo número (51) 98137-0160. Basta ao usuário seguir as orientações por meio de perguntas e respostas no chat do aplicativo.

Foto: Pexels/Pixabay/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/09/2024 0 Comentários 359 Visualizações
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