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Sebrae RS seleciona até mil MPEs para agendas de negócios na Mercopar

Por Jonathan da Silva 24/09/2024
Por Jonathan da Silva

Micro e Pequenas Empresas (MPEs) gaúchas de qualquer região do estado que buscam oportunidades para atuação como fornecedoras para grandes players da indústria têm até o próximo dia 2 de outubro para garantir presença nas agendas do Projeto Comprador, que serão realizadas na Mercopar 2024. A ação é articulada pelo Portal Sebrae de Negócios. As vagas são limitadas a mil MPEs e as inscrições podem ser feitas gratuitamente pelo link portaldenegociosebrae.com.br/empresa/eventos.

Temos condições de conectar até mil MPEs com grandes empresas nacionais e internacionais durante os quatro dias de feira. Essa é a essência do Projeto Comprador, aproximas demanda e oferta de forma ágil e que gere valor para toda a cadeia produtiva”, explica o analista de competitividade setorial do Sebrae RS, Jakson da Luz.

Oportunidades de agenda

  • 15 e 16 de outubro – Projeto Comprador Nacional (Agendas de MPEs junto à 85 empresas compradoras de SC, PR, SP, MG e RJ)
  • 15 e 16 de outubro – Projeto Comprador Internacional (Agendas de MPEs junto à 25 compradores da América Latina)
  • 15 a 18 de outubro – Rodada Reversa (Agendas de MPEs junto à 8 empresas âncoras buscando desenvolver novos fornecedores)
  • 17 e 18 de outubro – Projeto Comprador Regional (Agendas de MPEs junto à 85 compradores do RS)

Mercopar 2024

Maior feira de inovação industrial da América Latina, a Mercopar chega à sua 33ª edição de 15 a 18 de outubro, no Centro de Feiras e Eventos Festa da Uva, em Caxias do Sul. O evento é promovido pelo Sebrae RS em parceria com a Fiergs. Em 2023, a feira recebeu um público de 39,5 mil visitantes, somados os acessos presenciais e virtuais, durante os quatro dias de programação. Foram 625 expositores e a geração de R$ 563 milhões em negócios. Foram 285 horas de conteúdos técnicos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/09/2024 0 Comentários 396 Visualizações
Business

Feira de materiais e máquinas em Milão deve gerar mais de US$ 4 milhões para brasileiros

Por Jonathan da Silva 24/09/2024
Por Jonathan da Silva

Mais de US$ 4 milhões devem ser gerados para marcas brasileiras entre negócios efetivados e alinhavados na 104ª edição da Lineapelle, feira realizada em Milão de 17 a 19 de setembro. O Brasil esteve representado por dez empresas de componentes e máquinas para couros e calçados, cuja participação foi promovida pelo Brazilian Materials, programa de apoio às exportações do setor mantido pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). A ação teve também o suporte da Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins (Abrameq).

A superintendente da Assintecal, Silvana Dilly, afirma que a participação nacional foi satisfatória, especialmente dadas as circunstâncias do mercado internacional. “O cenário externo está bastante nebuloso, principalmente pelo ciclo econômico desacelerado na Europa. Tivemos uma visitação equilibrada, notamos uma efetividade nos negócios, ou seja, quem foi, foi para fazer negócios”, avalia a executiva.

Silvana ressalta que a Lineapelle é uma das maiores feiras do setor no mundo e participar dela transcende a realização de negócios. “Estar na feira proporciona posicionamento e relacionamento com alguns dos principais mercados do mundo”, conclui a superintendente da entidade.

Presença

Além de participar da Lineapelle, Silvana e a gestora de Relacionamento e Marketing da Assintecal, Aline Santos, participaram do evento Awake, realizado pela ApexBrasil com o objetivo de celebrar a moda brasileira durante a Semana de Moda de Milão. As representantes participaram da abertura do encontro, no dia 18.

Participaram da Lineapelle, com o apoio do Brazilian Materials, as empresas BKS, Master equipamentos, Michelon, NBN, Smart Group, OTB, Pollibox, Boxflex, Moltec Componentes e Systemhaus.

Foto: Assintecal/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/09/2024 0 Comentários 451 Visualizações
Business

Abicalçados lança campanha contra pirataria no setor calçadista

Por Jonathan da Silva 24/09/2024
Por Jonathan da Silva

Diante do avanço da pirataria no setor calçadista, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) criou uma campanha de combate ao problema, denominada “Pirataria no Brasil, não! Calçado só original”. O dado mais recente do prejuízo estimado para a indústria e para o erário público causados pela pirataria é de 2022, quando o mercado ilegal causou ao Brasil um ônus de mais de R$ 453 bilhões conforme a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O valor do impacto causado pela ilegalidade supera, por exemplo, o PIB do estado de Santa Catarina. Do montante, a maior parte refere-se aos prejuízos diretos com os impostos que deixaram de ser arrecadados, cerca de R$ 136 bilhões, e com as perdas registradas considerando 15 setores econômicos, de R$ 297 bilhões.

De acordo com a Iniciativa Global contra o Crime Organizado Transnacional (GITOC), o impacto da produção e distribuição de produtos falsificados é também global, mas há destaque para alguns países, entre eles o Brasil. Em 2022, o Índice Global de Crime Organizado colocou o Brasil na 171ª posição em ranking composto por 193 países em relação ao comércio de produtos falsificados. Na América do Sul, o país só fica em posição mais positiva do que Colômbia, Paraguai e Peru.

A campanha

Entidade oficial do setor calçadista, a Abicalçados irá trabalhar na nova campanha com diversas searas. Uma delas é posicionar a entidade junto aos seus associados, órgãos públicos e sociedade no geral sobre a importância do combate à pirataria e à falsificação de calçados. No pilar da informação, a iniciativa buscará levantar dados daqueles que operam sem regulamentação e padronização dos seus produtos no mercado brasileiro. “As informações de calçados falsificados serão recebidas por meio do e-mail pirataria@abicalcados.com.br. Após uma breve apuração, enviaremos essa comunicação aos órgãos de segurança competentes para que apreendam as mercadorias”, detalha a coordenadora da Assessoria Jurídica da entidade, Suély Mühl.

No pilar da integração, a Abicalçados realizará uma aproximação com os diversos atores que compõem o sistema de proteção e prevenção contra fraudes e falsificações, e deste modo servirá de interface entre órgãos fiscalizadores e empresas detentoras das marcas falsificadas.

Suély destaca que, atualmente, não é possível mensurar o impacto financeiro e social da pirataria no setor, mas que “a sensação é de um volume vultuoso”. “Não há dados disponibilizados pelo governo que possam ser compilados para uma ação concreta. As ações são esparsas, sem vínculo entre os órgãos. O Brasil precisa aperfeiçoar seus mecanismos institucionais e interinstitucionais de combate à pirataria e ao crime contra a propriedade imaterial”, comenta a advogada.

A coordenadora ressalta que os impactos não ocorrem somente para as empresas, mas também para toda a sociedade. “A pirataria gera sonegação fiscal, trabalho ilegal e riscos à saúde e segurança dos consumidores, impactando a sociedade de forma generalizada. Os produtos pirateados, na grande maioria, não costumam oferecer a mesma qualidade do produto original, sendo prejudiciais à saúde. A pirataria gera desemprego e é uma prática desleal com as empresas que pagam seus impostos”, salienta Suély.

Recentemente, a Abicalçados foi convidada para integrar o recém criado Grupo de Trabalho (GT) para o Combate ao Brasil Ilegal, uma iniciativa conjunta entre a CNI e Federações das Indústrias de todo o país. Farão parte do grupo, em que serão discutidos os problemas e soluções à pirataria, representantes do Governo Federal e do setor produtivo.

Prejuízos

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, conta que os calçados falsificados produzidos no Brasil são desenvolvidos em galpões e estruturas clandestinas, com mão de obra informal, por trabalhadores que se submetem a trabalhos fora das regras celetistas e sem a segurança necessária, com a falsa esperança de melhores ganhos, visto que desconhecem os seus direitos trabalhistas. “Por outro lado, boa parte dos produtos piratas também são importados de países que possuem baixo nível de ratificação de padrões internacionais de trabalho estabelecidos nas Convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT)”, comenta o executivo.

Segundo o dirigente, enquanto o fabricante nacional segue padrões internacionais de trabalho, se adequa a uma agenda ambiental e cumpre com todos os requisitos legais e tributários exigidos, os países, especialmente asiáticos, comercializam produtos falsificados no Brasil sem o pagamento dos impostos, com preços abaixo dos praticados no mercado e sem respeitar as convenções da OIT e os mais básicos conceitos de sustentabilidade. “Além de ser uma concorrência desleal com o calçado nacional, esses produtos trazem problemas para o meio ambiente e direitos humanos, e ainda retiram empregos do país”, conclui Ferreira.

Receita fechando o cerco no RS

A Receita Estadual do Rio Grande do Sul tem atuado pela mitigação da pirataria de calçados no estado. O auditor e delegado na 4ª Delegacia Regional de Novo Hamburgo, Alcides Seiji Yano, revela que o crime da pirataria é difícil de ser combatido, pois as articulações se transformam ao longo do tempo. “Antes da pandemia de Covid-19, as vendas de produtos piratas se davam, sobretudo, em feiras itinerantes. Depois, passou a ter foco em pequenos comércios”, detalha Yano. Outra mudança, segundo o auditor, é que o Brasil deixou de ser um receptador de mercadorias ilegais contrabandeadas para se tornar um fabricante e distribuidor desses produtos, exportando até mesmo para outros países.

O delegado conta que, por ano, entram somente no Rio Grande do Sul mais de 2 milhões de pares de calçados falsificados, mais de 90% deles provenientes de Minas Gerais. “São fabricantes de características diferentes, com produtos que variam em qualidade desde falsificações facilmente identificáveis até produtos muito semelhantes com o calçado original”, explica Yano.

Para facilitar a apreensão dos produtos, o auditor conta que a Receita tem trabalhado com uma maior integração com os agentes de interesse, entre eles a Polícia Civil e as empresas envolvidas. Outro ponto do modus operandi do órgão tem sido a interceptação do produto antes da sua pulverização nos pequenos comércios. “Estamos envidando esforços para integrar nossos agentes locais, Receita Estadual, Polícia Civil do Rio Grande do Sul e os representantes das marcas para que consigamos interceptar o maior volume de carga possível e quem sabe inviabilizar este comércio ilegal. No futuro, entendo que seria desejável e até possível uma integração da Polícia Civil do Rio Grande do Sul com Minas Gerais, visando coibir esta ilegalidade na sua origem”, avalia o delegado.

Quando uma marca tem seus produtos falsificados, Yano orienta que busque, em primeiro lugar, a Polícia Civil, para proceder com a apreensão dos produtos. Segundo ele, a Receita funciona mais como um serviço de inteligência, utilizando os dados provenientes de notas fiscais. “Os produtos vêm com NF, mas são notas de 10, 20 reais por tênis de marcas renomadas, por exemplo. Aí conseguimos articular com a Polícia a interceptação. Mas o caminho, no primeiro momento, deve ser a polícia”, aconselha o auditor.

Características da pirataria de calçados

  • As marcas mais falsificadas são as de calçados esportivos;
  • A distribuição se dá, sobretudo, em pequenos comércios ou mesmo via pessoas físicas, que compram volumes de produtos e vendem no chamado “porta a porta”;
  • Hoje, a maior distribuição dos produtos piratas se dá no ambiente físico, não digital;
  • Anos atrás, o Brasil era um receptador de mercadorias falsificadas via contrabando. Atualmente, distribui mercadorias ilegais fabricadas em solo nacional, inclusive para países vizinhos;
  • Identificado o produto pirata sendo comercializado, a empresa deve acionar, primeiramente, a Polícia Civil do seu estado.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/09/2024 0 Comentários 449 Visualizações
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CDL Igrejinha e Três Coroas completa 50 anos de história

Por Jonathan da Silva 23/09/2024
Por Jonathan da Silva

A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Igrejinha e Três Coroas completa 50 anos de existência nesta terça-feira, 24 de setembro. A entidade chega a cinco décadas de atuação ativa nos dois municípios, defendendo os interesses dos associados, fortalecendo laços, enfrentando desafios e celebrando conquistas juntos. Atualmente, são mais de 750 associados e milhares de pessoas impactadas pelo trabalho realizado na câmara.

A CDL de Igrejinha e Três Coroas tem como base o compromisso com o seu associado, buscando ser uma parceira de negócios de cada empresa. No início, seu principal serviço era a proteção ao crédito (SPC), mas atualmente engloba diversas facilidades: convênios de educação e saúde, promoção de cursos e formações, consultorias gratuitas, elo com o poder público em todas as esferas e ações sociais na comunidade.

A CDL é uma entidade civil sem fins lucrativos criada para proteger, orientar e defender os direitos dos lojistas associados, ligada à Federação Lojista do RS e Nacional.

Construção de um legado

Em 1974, um grupo de empresários se juntou e fundou a CDL com o objetivo de oferecer melhorias para o setor lojista. Um incêndio logo depois acabou deixando-a inativa, até que, em 1979, 15 lojistas decidiram reestruturar a entidade. São 22 gestões, com 17 presidentes diferentes em diretorias formadas por empresários voluntários que se “doam” para fortalecer os setores do comércio, indústria e serviços.

Vitória sobre desafios

Em 50 anos, a CDL encarou mudanças de governos, surgimento de novas moedas, crises climáticas e sanitárias, sempre buscando articulações e soluções. Deste modo, ao longo do tempo, surgiram eventos, cursos e diferentes iniciativas que estavam alinhadas às necessidades de cada momento.

Estrutura

A CDL de Igrejinha e Três Coroas conta atualmente com duas sedes próprias, uma localizada na Rua Independência, 102, no Centro de Igrejinha, e outra na Av. João Manoel Corrêa, 650, em Sander, Três Coroas. Ambas são equipadas com salas de atendimento e eventos, além de atendimento próximo e personalizado para o associado. A diretoria conta com 13 empresários e a equipe tem 12 colaboradores. Entre os benefícios de ser associado CDL, estão os convênios com universidades como Faccat e Feevale, convênio saúde com a Unimed, emissão de certificado digital gratuito, consultorias empresariais, financeiras e jurídicas gratuitas, programas de formação e aperfeiçoamento sempre objetivando o desenvolvimento, união e troca entre os associados.

Jantar festivo

No dia em que completa 50 anos, a CDL de Igrejinha e Três Coroas realizará um jantar festivo em que reunirá associados e homenageará quem faz parte da história. Com convites limitados, o evento será nesta terça, na Sociedade 10 de Novembro, em Igrejinha, a partir das 19h.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/09/2024 0 Comentários 500 Visualizações
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Portal do Sebrae RS recebe inscrições para rodada internacional da Mercopar

Por Jonathan da Silva 23/09/2024
Por Jonathan da Silva

O Portal de Negócios do Sebrae RS está com inscrições abertas para o Projeto Comprador Internacional (PCI), da Mercopar deste ano, até o próximo domingo, 29 de setembro. A iniciativa gratuita é voltada para MPEs que já exportam ou estejam prontas para dar os primeiros passos rumo ao mercado internacional. Podem participar empresas dos setores metalmecânico, automação industrial, máquinas e equipamentos, borracha, plástico, eletroeletrônica, energia e tecnologia da informação, movimentação e armazenagem, e serviços industriais.

As inscrições para o projeto são limitadas e podem ser feitas no link portaldenegociosebrae.com.br/evento/1ab2cc5f-ed40-4e81-b917-be47af20a390.

As agendas presenciais que ocorrem nos dois primeiros dias de feira, 15 e 16 de outubro, devem gerar mais de 400 reuniões de negócios entre 25 empresas compradoras internacionais de América Latina e Europa e 120 pequenas e médias fornecedoras brasileiras de diferentes segmentos da indústria.

Após as inscrições, as empresas passam por uma etapa de análise do perfil de forma a alinhar oportunidades de ofertas e demanda junto à compradora potencial – o chamado “matchmaking”.

A iniciativa vem em uma crescente. No ano passado, o projeto contou com a participação de 26 grandes players internacionais de sete países da América Latina (Equador, Peru, México, Bolívia, Colômbia, Guatemala, Panamá), além de Portugal que se conectaram com 77 empresas brasileiras fornecedoras e 319 reuniões realizadas. Em 2022, estiveram presentes 12 empresas compradoras internacionais que produziram 153 reuniões com 73 empresas do estado.

A Mercopar

Considerada a maior feira de inovação industrial da América Latina, a Mercopar chega à sua 33ª edição de 15 a 18 de outubro, no Centro de Feiras e Eventos Festa da Uva, em Caxias do Sul. O evento é promovido pelo Sebrae RS em parceria com a Fiergs. Em 2023, a feira recebeu um público de 39,5 mil visitantes, somados os acessos presenciais e virtuais, durante os quatro dias de programação. Foram 625 expositores e a geração de R$ 563 milhões em negócios. Em termos de conteúdo técnico, foram 285 horas de atividades.

Foto: Eduardo Rocha/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/09/2024 0 Comentários 529 Visualizações
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Nichos de oportunidades para o RS são apresentados em evento de contabilistas da Acist-SL

Por Jonathan da Silva 19/09/2024
Por Jonathan da Silva

O Núcleo de Contabilistas da Acist–SL promoveu nesta quarta-feira (18), um evento aberto e gratuito para a comunidade para destacar o Dia do Contador, celebrado no dia 22 de setembro. A atividade teve como palestrante a jornalista Giane Guerra e lotou o auditório da Unitec 1, no Parque Tecnológico São Leopoldo.

Especializada em economia, Giane abordou as oportunidades de negócios para o Rio Grande do Sul após a tragédia climática de maio deste ano. Segundo Roberta Wobeto, coordenadora do Núcleo, o evento faz parte das ações do planejamento estratégico anual e quase foi cancelado devido ao episódio. “Pensamos que não seria viável, porque muitos empresários perderam tudo e todos nós fomos atingidos diretamente. As circunstâncias eram de dúvidas e de incertezas. Mas chegamos à conclusão de que era o assunto do momento e mantivemos a programação”, destacou Roberta. “E hoje vemos que foi uma decisão certa, pois esgotamos os ingressos”, celebrou a coordenadora.

Roberta acrescenta que o conteúdo escolhido vem ao encontro do papel fundamental que os contadores desempenham no mundo do empreendedorismo. “Um profissional bem-informado é um verdadeiro parceiro na jornada empreendedora, contribuindo para o sucesso e a sustentabilidade do negócio”, pontuou a coordenadora.

Giane Guerra destacou que o Rio Grande do Sul tem várias oportunidades para diversificar a matriz econômica e dividiu em duas as áreas de negócios que têm grandes chances de crescimento. A primeira são os Negócios Consolidados e que têm espaço para expansão. Dentre eles, ela citou a agropecuária e fertilizantes; a silvicultura, papel e celulose; petroquímica, plástico e borracha; metal mecânico – segmento que São Leopoldo abriga grandes empresas; máquinas e equipamentos inclusive máquinas agrícolas movidas a biodiesel; e tecnologias em saúde. “Esta área está em franco crescimento, principalmente no eixo de bem-estar”, revelou a jornalista.

Os Negócios em Ascensão estão focados em segmentos ainda em desenvolvimento, muito em decorrência das mudanças climáticas e de comportamento de consumo, como os produtos de transição energética; hidrogênio verde (H2V); Infraestrutura para a resiliência climática; setor automotivo e sua cadeia de suprimentos; semicondutores; tecnologia da Informação; e produtos regionais de nicho.

Centros logísticos e data centers também são grandes oportunidades de negócios para o Rio Grande do Sul. A descentralização dos centros de distribuição de gigantes do varejo é um movimento muito positivo, assim como os anúncios recentes de instalações importantes, como o data center em Eldorado do Sul são dois exemplos citados pela jornalista.

Por isso, a “bola da vez” para grandes investimentos é a energia. Data centers precisam essencialmente de energia elétrica para funcionar. Como a energia fóssil é cara e finita, abre-se a lacuna para novas possibilidades, como a solar e a eólica. “O gargalo é o preço para estes investimentos. Então, o Estado precisa pressionar por mais recursos”, alertou Giane.

Conforme a jornalista, estas indicações são decorrência de entrevistas e contatos feitos junto a empresas, entidades de classe e de coberturas em eventos nacionais e internacionais. Também estão alicerçadas nas análises de indicadores macroeconômicos e que impactam nos setores produtivos do estado. A indústria, por exemplo, apresentou crescimento em vários segmentos, como móveis, eletrodomésticos e veículos, assim como o comércio, cujo segmento de varejo que tem se mostrado muito resiliente aos impactos das sucessivas crises. O setor de serviços também terá uma retomada de atividades com o retorno das operações do Aeroporto Salgado Filho e incentivos para a reconstrução de rodovias gaúchas que estão bloqueadas.

Giane Guerra comandou a atividade

Núcleo

O Núcleo de Contabilistas da Acist-SL é formado pelos escritórios ADF Assessoria Empresarial, Calau Contabilidade, ECS Consultoria e Contabilidade, Egewarth Contabilidade, Exatta Contabilidade, Fogliatto Contabilidade e Gestão, Justo Assessoria & Contabilidade, Mega Assessoria Conmtábil, Tonini Assessoria e Consultoria Contábil, Très Assessoria Contábil, Oportune Contabilidade, Rose Contabilidade, RWM Contábil e Schuck Contabilidade.

Fora da caixa

A diretora de Núcleos da Acist-SL, Isadora Pavoni, destacou a importância do Núcleo de Contabilistas. “Com um pensamento fora da caixa, o grupo tem sucessivamente trazido temas relevantes para a sociedade, mostrando a importância do contador não apenas para a avaliação de números, mas também para levar conhecimento para a tomada de decisões por parte dos seus clientes. Diante deste cenário desafiador, vemos que nosso povo gaúcho é exemplo de superação, que também se reflete em profissionais diferenciados. A união de uma classe também é sinal de superação, que se reflete neste evento. Em nome da Acist-SL, parabéns, contabilistas, pela iniciativa e pelo seu dia”, ressaltou Isadora.

O evento contou com o patrocínio da Cooperativa Cresol, Assergs Engenharia, ELSMed, Face Rad, Grupo Herval/Taqi, Sicredi Pioneira, SSParisi, Supra, Thomson Reuters, W3K, Clip/Karisma, Ensinger, G&S Desenvolver e Humanizar, Viação Leopoldense, Oliva Construções, Donna Estética Express, Ferragem Feldmann, Malmacedo Seguros, Omie, Rio Service, Talent Gestão e Treinamento, Vila Rica Imóveis, com apoio do Tecnosinos.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/09/2024 0 Comentários 344 Visualizações
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Indústria de Transformação gaúcha exporta 14,7% a menos em agosto

Por Jonathan da Silva 19/09/2024
Por Jonathan da Silva

As exportações gaúchas da Indústria de Transformação caíram 14,7% em agosto em relação ao mesmo mês do ano passado. Influenciados pelas condições climáticas e por um problema zoosanitário, os embarques geraram US$ 1,3 bilhão, com queda na quantidade vendida e estabilidade nos preços médios. Dos 23 segmentos exportadores, somente nove apresentaram aumento em suas vendas para o mercado externo.

Nossos principais segmentos, de alimentos e tabaco, tiveram fortes reduções nas vendas no último mês, provocando grande impacto nas exportações. Além disso, a demanda externa continua menos aquecida”, avalia o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Claudio Bier.

A retração em alimentos, que faturou US$ 390,9 milhões, foi de 24,7% na comparação com agosto de 2023, de acordo com o levantamento realizado pela Fiergs com base nos resultados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. O movimento das quantidades embarcadas, que caiu 36,9%, foi o preponderante para explicar a retração observada, visto que os preços médios se expandiram em 19,3%. Óleos vegetais em bruto (US$ 140,0 milhões, queda de US$ 72,4 milhões) foram enviados principalmente para o Irã. Em segundo lugar, o abate de aves (US$ 77 milhões, diminuição de US$ 57,1 milhões) teve seus produtos comprados majoritariamente pelos Emirados Árabes Unidos.  O caso da doença de Newcastle, ocorrido no final de julho, no município gaúcho de Anta Gorda, afetou frontalmente a produção de frangos no estado, fragilizando os embarques.

Já a diminuição nas vendas de tabaco se deu, segundo a entidade, porque, ainda que tenha ocorrido incremento nos preços médios, a menor quantidade exportada acabou por impactar negativamente a receita do segmento, que totalizou US$ 271,8 milhões. É uma retração de 3,2% frente a agosto de 2023. Os preços médios aumentaram 23,9%, enquanto as quantidades caíram 21,9%. Os embarques foram afetados por causa da redução na safra, resultado do fenômeno El Niño. O principal ramo exportador foi o de rocessamento industrial do tabaco (US$ 260 milhões, redução de US$ 8,9 milhões), que teve seus produtos comercializados principalmente com Bélgica e Vietnã.

Químicos terminou em terceiro lugar, faturando US$ 113,1 milhões com exportações em agosto, queda de 1,9% frente ao mesmo período de 2023, com a maioria dos produtos vendidos com origem no ramo de Resinas termoplásticas (US$ 69,4 milhões, elevação de US$ 9,5 milhões). O principal destino foi a Bélgica.

Importações

Em agosto, o Rio Grande do Sul importou US$ 1,3 bilhão em mercadorias, aumento de 0,9% frente ao mesmo mês de 2023. Nesse período, 26,9% das importações gaúchas se concentraram em bens do segmento de Químicos (US$ 350,1 milhões, mesmo assim, uma redução de 2,4%). Dessas compras, a maior parte foram os pertencentes ao ramo de Intermediários para fertilizantes (US$ 156,7 milhões, aumento de US$ 16,8 milhões), adquiridos em sua maioria do Marrocos.

Foto: Tawatchai07/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/09/2024 0 Comentários 324 Visualizações
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Prato Principal aborda construção de marcas de valor

Por Marina Klein Telles 19/09/2024
Por Marina Klein Telles

O Prato Principal de setembro, no próximo dia 26, vai apresentar estratégias para construir marcas de sucesso. A palestra 4Cs Brand Model: construindo marcas de valor será feita por Annie Müller, diretora de relacionamento e novos negócios da Agência Protarget.

Annie abordará a importância da construção de marca, da criatividade, das estratégias de marketing, da comunicação digital e do comportamento de consumo em sua apresentação. Os 4Cs são cliente, custo, conveniência e comunicação, e constituem um modelo que permite pensar o produto sob a perspectiva do cliente e tem impacto positivo sobre os negócios.

Os inscritos serão recepcionados, a partir das 11h30min, no Centro de Eventos Swan Novo Hamburgo. O investimento é de R$ 125,00 para sócio e de R$ 170,00 para não sócio. Informações podem ser obtidas pelo fone 51 2108-2108 e pelo e-mail capacitacao@acinh.com.br

Inscrições em https://www.acinh.com.br/evento/prato-principal-4cs-brand-model-construindo-marcas-de-valor

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/09/2024 0 Comentários 288 Visualizações
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Feira calçadista italiana gera mais de US$ 26 milhões para marcas brasileiras

Por Jonathan da Silva 18/09/2024
Por Jonathan da Silva

O Brasil encerrou mais uma participação na feira italiana Micam Milano com o saldo de US$ 26,2 milhões em negócios, entre os já fechados e os alinhavados conforme dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). Terceira maior delegação internacional do evento, o país esteve representado por 78 marcas, com participação promovida pelo Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados da entidade em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). Mais de 1,25 mil compradores de todo o mundo investiram nas empresas brasileiras.

Para o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, a feira superou as expectativas dos expositores. “Apesar da retração de consumo na Europa, os nossos expositores tiveram três dias de bons negócios, que irão auxiliar o crescimento da participação do Brasil no mercado internacional”, destaca Ferreira. O dirigente salienta, ainda, que os resultados confirmam as expectativas positivas para a BFSHOW, que ocorre de 11 a 13 de novembro, em São Paulo.

Em sua primeira participação pelo Brazilian Footwear, a marca Melissa teve resultados considerados positivos. “Foram três dias muito intensos, recebendo clientes e prospects qualificados. Os compradores vieram para conhecer a marca e também para relembrar, pois as pessoas nutrem uma nostalgia pela Melissa, que faz parte da história de muitas meninas”, relata a analista Comercial de Exportação da Melissa, Fernanda de Cassia Krummenauer.

O representante do departamento de Vendas Internacionais da Opananken, Leandro Moscardini, mostrou-se satisfeito com a edição, que diz ter sido a melhor participação da empresa em sete anos. “A Micam Milano foi uma surpresa bastante positiva. Com uma melhor localização, com estande mais aberto, tivemos uma grande visitação e fizemos muitos negócios importantes, com abertura de sete novos mercados no Kuwait, Chipre, Jordânia, Grécia, Filipinas, Argélia e Arábia Saudita, além de outros prospects que podem surgir”, celebra Moscardini.

Para o representante do departamento de Exportação da Piccadilly, Gustavo Zinke Braun, a Micam Milano superou as expectativas iniciais. “Tivemos uma participação positiva, com vários novos contatos e mercados abertos em países como Alemanha, Indonésia, Jordânia e Síria”, pontua Zinke Braun.

Brasil na passarela

A moda brasileira também foi destaque na passarela da Micam Milano. Onze marcas nacionais foram selecionadas para o desfile, iniciativa que foi retomada nesta edição. Para a gerente de Exportação da Santa Lolla, Haide Sehen, essa foi uma oportunidade de reforçar o posicionamento da marca no exterior. “A visibilidade que tivemos no desfile foi muito boa, sentimos que as pessoas já nos reconhecem, nos procuram, param para conhecer melhor os nossos produtos”, destaca Haide, ao frisar que a empresa sai da Micam Milano com pedidos fechados e uma expectativa bastante positiva para a temporada. Além da Santa Lolla, participaram do desfile as marcas Maithë, Satryani, Piccadilly, Modare Ultraconforto, Voices Culture, Arezzo, Guilhermina, Perlatto, Ramarim e Schutz.

Participaram da Micam Milano, com o apoio do Brazilian Footwear, as marcas 365 SOFT, Actvitta, Adrun, Anatomic Prime, Anatomic Shoes, Andacco, Andine, Archetti, Arezzo, Beira Rio, BR Sport, ByCool, Camminare, Campesi, Capelli Rossi, Carrano, Cartago, Cecconello, Comfortflex, Cristófoli, Dakota , Degalls, Democrata, DiBorges, Divalesi, Ferracini, Ferricelli, Grendene, Grendha, Guilhermina, Ipanema, Jorge Bischoff, JotaPe, Killana, Kolosh, Kolway, Levecomfort, Leveterapia, LigthGel, Loucos & Santos, Luiza Barcelos, Luz da Lua, Madeira Brasil, Maithë, Melissa, Mississipi, Modare Ultraconforto, Moema, Moleca, Molekinha, Molekinho, Opananken Antitensor, Pegada, Perlatto, Petite Jolie, Piccadilly, Pink Cats, Ramarim, Rider, Santa Lolla, Santinelli, Satryani, Savelli, Schutz, Solis Brasil, Stéphanie Classic, Tabita, Usaflex, Valentina, Variettá, Verofatto, Vicenza, Villione, Vizzano, Voices Culture, West Coast, Wirth e Zaxy.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
18/09/2024 0 Comentários 350 Visualizações
Business

FIERGS quer votação urgente de Projeto de Lei para prorrogar ações de apoio às indústrias

Por Marina Klein Telles 18/09/2024
Por Marina Klein Telles

A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS) defende a votação imediata do Projeto de Lei 3117/2024, que trata da desburocratização para contratos de obras de engenharia para infraestrutura e da abertura de crédito para pequenas e médias empresas. Ambos os temas estavam nas Medidas Provisórias 1216/2024 e 1221/2024, que perderam a validade na primeira quinzena de setembro, sem a necessária votação pelo Congresso Nacional.

Para o presidente da FIERGS, Claudio Bier, os custos logísticos são a maior preocupação dos empresários do Rio Grande do Sul, haja vista a perda de competitividade das indústrias gaúchas em comparação a concorrentes de outros estados, pois o tempo de transporte praticamente dobrou em razão das estradas danificadas. A FIERGS pleiteia a votação do PL para que haja excepcionalidade na contratação de obras e de serviços e a continuidade da abertura de crédito para os empreendimentos afetados diretamente pelas enchentes de maio, enquanto permanecer o estado de calamidade pública no RS.

Outro ponto destacado pela FIERGS é que, como o PL 3117 sofreu alterações no Senado, que incluiu o Pronampe Solidário no texto, ele precisa retornar à Câmara dos Deputados para nova votação. Em função das eleições municipais, os deputados federais optaram por um calendário diferenciado de votações, com algumas semanas de “esforço concentrado”. Entretanto, há possibilidade de ocorrer sessão extraordinária nesta terça-feira, 17.

Atualmente, as instituições financeiras parceiras estão retendo as propostas das empresas por causa da perda da validade da MP. O Pronampe Solidário disponibiliza R$ 1 bilhão em subvenção para concessão de até R$ 2,5 bilhões em crédito com taxas reduzidas.

A tramitação do projeto vem sendo acompanhada pela FIERGS por meio dos Conselhos de Articulação Parlamentar (Coap), de Infraestutura (Coinfra) e pelo Núcleo de Acesso ao Crédito (NAC).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/09/2024 0 Comentários 264 Visualizações
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