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Fórum da Qualidade destaca empresas que transformam excelência em resultados

Por Marina Klein Telles 05/11/2024
Por Marina Klein Telles

Com o objetivo de destacar empresas que transformam a excelência em resultados e inspirar outras, a ACI promove o Fórum da Qualidade no próximo dia 13, no Salão de Atos da Universidade Feevale. 

Com o apoio da Feevale, o evento tem programação com três palestras. Na primeira, Alex Marques de Souza, diretor de supply chain da Sthil, abordará os desafios do supply chain, com destaque à situação atual das cadeias de suprimentos nacionais e internacionais e às abordagens para o aumento da resiliência.  Na segunda, José Luiz Góes, diretor de negócios internacionais e diretor de qualidade da Marcopolo, apresentará o conceito de qualidade assegurada. Na terceira palestra, Jairo M. Korndoerfer, gerente de marketing da Artecola, destacará o tema Propósito que inspira, Cultura que move, Qualidade que entrega.

O investimento é de R$ 25,00 para sócio e de R$ 50,00 para não sócio da ACI. Os participantes serão recebidos, a partir das 18h30min, com café de boas-vindas. Às 19h, terá início o evento e, às 21h30min, ocorrerá o encerramento. O Salão de Atos da Universidade da Feevale está localizado na ERS-239, 2755, em Novo Hamburgo. Inscrições devem ser feitas em https://www.acinh.com.br/evento/forum-da-qualidade 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/11/2024 0 Comentários 335 Visualizações
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Produção e emprego crescem, mas falta de trabalhador qualificado prejudica indústria gaúcha

Por Marina Klein Telles 05/11/2024
Por Marina Klein Telles

Mesmo com a carga tributária elevada, a demanda interna insuficiente e a falta ou alto custo do trabalhador qualificado como obstáculos, a produção e o emprego cresceram na indústria gaúcha, em setembro, na relação com agosto. O resultado está na pesquisa Sondagem Industrial, divulgada nesta segunda-feira (4) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS). O índice de evolução da produção registrou 50,4 pontos, mostrando a terceira alta seguida e a menos intensa delas, quase uma estabilidade, bem abaixo de agosto (55,9) mas acima da média do mês desde 2010 (48,3 pontos). “Dado que, historicamente, a produção tende a cair no período, o resultado de setembro ganha importância, o que ajuda bastante no processo de recuperação da indústria e do estado que necessitamos após as enchentes”, diz o presidente da FIERGS, Claudio Bier.

Também o ritmo da expansão do emprego, a terceira consecutiva, desacelerou em setembro, mas foi melhor do que a queda sugerida nesse período ao longo dos anos. O índice do número de empregados foi de 51,7 pontos, em setembro, abaixo dos 53,3 pontos de agosto, mas acima dos 49,5 pontos da média histórica do mês. Os índices variam de zero a cem pontos, valores acima de 50 indicam crescimento.

A pesquisa da FIERGS mostrou ainda que o setor esteve um pouco mais ocioso em setembro, na comparação com o mês anterior, em linha, porém, com o padrão do período. O percentual médio de utilização da capacidade instalada-UCI caiu para 71%, ante 73% de agosto. Apesar disso, a UCI ficou na média histórica do mês de setembro, que é de 71,1%. Os empresários, porém, a consideram abaixo do normal: o índice de UCI usual fechou setembro em 45,3 pontos, frente a 46 de agosto. Os 50 pontos, nesse caso, indicam o nível normal de UCI para o mês e quanto mais abaixo dessa marca mais distante do usual.

Os estoques de produtos finais permanecem abaixo do planejado pela indústria, aponta a Sondagem. O índice de evolução no mês ficou em 48,2.

pontos, mostrando redução dos estoques em relação a agosto. Já o índice de estoque planejado registrou 48,5. O nível se encontra abaixo do desejado pelas empresas, que continuam com dificuldade de repor os estoques, há cinco meses abaixo do planejado. O resultado sugere para uma expansão da produção industrial nos próximos meses.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/11/2024 0 Comentários 378 Visualizações
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Paulo Guedes avalia cenário econômico mundial e do Brasil

Por Marina Klein Telles 05/11/2024
Por Marina Klein Telles

Na segunda-feira (4), às 11h30, o ministro da Economia no período de 2019 a 2022, Paulo Guedes, foi convidado no Fecomércio-RS Debate, em Porto Alegre. O evento aconteceu na sede da entidade e reuniu mais de 500 empresários e demais interessados sobre a atual conjuntura econômica do Brasil e do mundo.

Na abertura do evento, o presidente do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac, Luiz Carlos Bohn, celebrou a presença de autoridades e do ex-ministro da Economia, elogiando seu papel na luta por um estado menos oneroso e por políticas econômicas que priorizam a produtividade e limite dos gastos públicos, além de mencionar o cenário de recuperação econômica do Rio Grande do Sul, dentro das limitações impostas pela economia nacional.

Guedes dividiu a palestra em três momentos: 1) desordem mundial; 2) para onde o mundo irá; 3) contexto brasileiro. Depois de um resgate histórico das últimas décadas, o economista destacou no plano global as incertezas trazidas pelo aumento das tensões geopolíticas e o impacto desses conflitos na economia mundial. “A Guerra Fria está viva, só mudou de forma. Hoje, a liderança é da China. O mundo está irreversivelmente rompido”, comentou.

Apesar de exemplos como a guerra entre a Rússia e a Ucrânia e os constantes conflitos no Oriente Médio, o ex-ministro afirmou que uma Terceira Guerra Mundial seria improvável, pois representaria um desastre para grandes potências mundiais e suas economias fortemente interdependentes: “Seria um suicídio para a China e para os EUA”.

A palestra também abordou a ascensão política do conservadorismo, em que períodos de incerteza e estagnação econômica geram frustrações populares, traduzidas em apoio a políticas conservadoras e de proteção nacional. “O Ocidente entrou em modo de sobrevivência. Os conservadores estão vindo, porque defendem os princípios da civilização ocidental”, ressaltou.

Por fim, sobre o Brasil, Guedes apontou que o país possui recursos naturais abundantes, um mercado consumidor expressivo e oportunidades únicas em áreas como agricultura, energia renovável, tecnologia e segurança cibernética: “O Brasil tem toda uma fronteira de investimento pela frente, basta ter consciência e seguir no caminho da prosperidade, em que já estávamos”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/11/2024 0 Comentários 631 Visualizações
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Semana da Arquitetura e Construção inicia com palestras sobre lucratividade na gestão de obras e ESG

Por Marina Klein Telles 04/11/2024
Por Marina Klein Telles

O maior evento técnico do Vale do Rio Pardo inicia nesta segunda-feira, 4 de novembro. A partir das 18 horas, no auditório da Associação de Entidades Empresariais (Assemp), localizado no Pavilhão Central do Parque da Oktoberfest, terá início a 5ª Semana da Arquitetura e Construção de Santa Cruz do Sul. Até sexta-feira, 8, o evento vai reunir centenas de profissionais, empresas e estudantes do setor da construção civil para dias de atualização técnica e troca de conhecimento. A organização é da Sociedade dos Engenheiros e Arquitetos de Santa Cruz do Sul (Seasc), com apoio do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio Grande do Sul (CREA-RS). A programação inclui palestras e workshops focados em temas essenciais e tendências do mercado atual.

Na segunda-feira, os participantes serão recebidos com um coffee break, seguido de um momento de networking. Logo após, a abertura oficial contará com a palestra do engenheiro civil e arquiteto urbanista Fabrício Rossi, que trará insights sobre construções lucrativas através da gestão de obras. Especialista no tema, Rossi discutirá como o gerenciamento eficiente de projetos pode resultar em ganhos financeiros significativos, detalhando técnicas e ferramentas que tornam a execução de obras mais lucrativa e organizada. Com experiências de atuação nos Estados Unidos e na China, Fabrício trará uma abordagem que busca capacitar os profissionais a otimizar processos, minimizar desperdícios e maximizar resultados. Através dos seus cursos, os alunos do profissional já faturaram mais de R$ 500 milhões em obras.

A segunda palestra do dia será ministrada por Hildengard Allgaier. Professora e Especialista em ESG pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, ela abordará o tema ESG: Torne o seu negócio mais sustentável e próspero. Hilden, com vasta experiência em governança ambiental e social, explicará a aplicação dos princípios ESG no setor da construção, destacando como práticas sustentáveis, sociais e de governança fortalecem a reputação das empresas e atraem investidores. A palestra é uma oportunidade para os participantes compreenderem o impacto das diretrizes ESG no longo prazo e sua importância para o futuro da construção civil e da arquitetura.

Para presidente da Seasc, Leo Azeredo, as palestras de abertura representam o alto nível técnico e a relevância do evento para o setor durante toda a programação. “A Semana da Arquitetura e Construção é uma grande oportunidade para discutir o futuro da nossa área com especialistas de renome e que trazem conteúdos fundamentais para a atualidade, como a gestão eficiente de obras e a responsabilidade com sustentabilidade. Convido todos os interessados a aproveitarem a semana e as diversas palestras que ainda virão”, afirma Azeredo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/11/2024 0 Comentários 333 Visualizações
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Árvore da Integração vai reconhecer a Localiza & Co por ações de sustentabilidade

Por Marina Klein Telles 04/11/2024
Por Marina Klein Telles

Construir um mundo mais sustentável, diverso e inclusivo estão entre os propósitos da Localiza & Co, de Minas Gerais. A empresa é a homenageada no Projeto Árvore da Integração do 36º Festuris – Feira Internacional de Turismo de Gramado. Um representante da empresa plantará uma muda de araucária no pátio do Serra Park, local do evento.

O Projeto Árvore da Integração foi lançado em 2015, proposta inspirada no Fórum Ibero-americano de Periodistas de Turismo. A iniciativa veio ao encontro do trabalho realizado pelo Festuris envolvendo o meio ambiente. A ação tem como vértice, lançar um olhar sobre as boas iniciativas públicas e privadas de sustentabilidade, que têm contribuído para o desenvolvimento do turismo em seus destinos.

Plano estratégico – A sustentabilidade está totalmente integrada ao planejamento estratégico do grupo, que investe cada vez mais em projetos e iniciativas nas áreas ambiental, social e de governança.

Entre as ações desenvolvidas estão a implementação do programa de segurança no trânsito; criação do Programa de Diversidade e Inclusão; ampliação do consumo de energia limpa nas filiais, gestão de resíduos gerados na manutenção de veículos e redução do uso de água através de lavagem a seco; e redução de emissões de veículos através do uso do etanol e neutralização de emissões remanescentes.

Resultados impactantes

Os resultados obtidos pela empresa em 2023 incluem 100% energia utilizada pela Companhia foi oriunda de fontes limpas e renováveis; mais de 67 mil toneladas de CO2 compensadas no escopo 3 (Neutraliza); mais de 36 mil toneladas de CO2

neutralizadas nos escopos 1 e 2 (REDD+ Jari Amapá); mais de 86 milhões de litros de água economizados por meio da higienização a seco dos veículos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/11/2024 0 Comentários 504 Visualizações
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Indústria calçadista criou 14,5 mil empregos até setembro

Por Marina Klein Telles 04/11/2024
Por Marina Klein Telles

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), com base no levantamento do MTE, apontam que, entre janeiro e setembro, o setor criou mais de 14,5 mil empregos. No recorte de setembro foram 2,1 mil postos criados. Com isso, a indústria calçadista encerrou o mês nove com um estoque de 294,77 mil empregos diretos, 2% menos do que no mesmo mês de 2023 e 4,3% acima do mesmo mês de 2019, antes da pandemia de Covid-19.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, avalia que o desempenho reflete uma recuperação gradual da atividade, que criou mais de 8 mil empregos somente no segundo semestre. “Até agosto, o consumo aparente de calçados cresceu cerca de 9%, o que tem impacto na demanda produtiva e, consequentemente, na geração de empregos em uma indústria que é intensiva em mão de obra”, comenta. Para 2024, a Abicalçados estima um crescimento de até 3,2% na produção de calçados, alcançando um volume de mais de 890 milhões de pares. “O varejo nacional ,que absorve mais de 85% das vendas da indústria calçadista, tem sido o motor desse incremento”, explica o dirigente, acrescentando que a expectativa é bastante positiva, em especial, para a feira BFSHOW, que, em novembro, irá abastecer o varejo para o final de ano.

Estados

O estado que mais emprega na atividade segue sendo o Rio Grande do Sul, que entre janeiro e setembro criou 1,77 mil postos, encerrando o mês nove com estoque de 84,74 mil empregos diretos, 5% menos do que no mesmo mês de 2023.

No segundo posto entre os estados empregadores aparece o Ceará. Entre janeiro e setembro, as fábricas cearenses criaram 3,68 mil vagas, encerrando o período com estoque de 68,9 mil empregos, 0,6% mais do que no intervalo correspondente do ano passado.

Na sequência entre os principais empregadores da atividade aparece a Bahia (com 1,36 mil empregos gerados no período e estoque de 42,16 mil postos diretos, 1,2% menos do que em 2023) e São Paulo (com 4,26 mil postos gerados no período e estoque de 34 mil empregos diretos, 0,2% menos do que em 2023).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/11/2024 0 Comentários 413 Visualizações
Business

Calçados Pegada é recertificada no nível máximo do Origem Sustentável

Por Marina Klein Telles 01/11/2024
Por Marina Klein Telles

A Calçados Pegada, de Dois Irmãos/RS, recebeu hoje (1º) a sua recertificação no programa Origem Sustentável no seu nível máximo, o Diamante (mais de 80% dos indicadores atingidos). A entrega contou com as presenças do presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira, da diretoria e da equipe responsável pelo programa na empresa.

Com alto nível de comprometimento no programa, a Calçados Pegada enxerga na certificação um diferencial competitivo, especialmente no mercado internacional, onde as práticas ESG são cada vez mais valorizadas. “Hoje exportamos cerca de 8% da nossa produção de mais de 7 milhões de pares por ano. Anos atrás, esse índice chegava a 12%. Queremos voltar a ter essa força no mercado externo e, para isso, ter o aval do Origem Sustentável, único programa ESG no mundo focado na cadeia calçadista, é um diferencial importante”, avalia o gerente administrativo da empresa, Gabriel Ranft.

Entre os destaques da Pegada no pilar ambiental, está o investimento em energias renováveis. Atualmente, toda a energia utilizada pela empresa nas suas duas unidades, no Rio Grande do Sul e na Bahia, é proveniente do Mercado Livre de Energia. Na unidade baiana, onde são produzidos cerca de 90% dos seus calçados, a empresa implantou um projeto piloto com a instalação de placas solares que geram 5% da energia elétrica utilizada.

Lançamento sustentável na BFSHOW

Em termos de produto, a Pegada lançará, na BFSHOW, em novembro, sua primeira linha de calçados sustentáveis, a Eco Step. “O nosso objetivo é replicar a bandeira de sustentabilidade do setor, atingindo um público que está cada vez mais preocupado com as questões ambientais”, explica Ranft. A linha Eco Step tem cerca de 70% dos materiais utilizados no calçado provenientes de reaproveitamento e reciclagem de resíduos produtivos. “Além disso, fomentamos a cadeia, pois compramos esse material de fornecedores locais”, acrescenta o gerente.

Na área social, a empresa vem apostando no treinamento e desenvolvimento pessoal dos seus mais de 5,3 mil colaboradores, em cursos realizados nas próprias dependências da empresa e em parceria com instituições de ensino. Visando uma integração maior com as comunidades em que está inserida, a Pegada também promove o patrocínio de eventos culturais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/11/2024 0 Comentários 385 Visualizações
Business

Exportações de tabaco podem chegar a US$ 3 bilhões em 2024

Por Jonathan da Silva 30/10/2024
Por Jonathan da Silva

O setor de tabaco planeja o resultado de até US$ 3 bilhões com as exportações do produto neste ano. Durante a 74ª Reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Tabaco, realizada em formato híbrido nesta quarta-feira (30), representantes do setor debateram temas de interesse da cadeia produtiva e compartilharam projeções otimistas para o fechamento das exportações de tabaco em 2024. O encontro foi promovido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e contou com a presença de líderes de entidades do setor.

O presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Valmor Thesing, que assumirá oficialmente a nova diretoria em 8 de novembro, em Santa Cruz do Sul, apresentou dados sobre as exportações e destacou a estimativa de crescimento no valor exportado. “Devemos ter uma exportação acima da média dos últimos anos em dólares e, se a tendência se confirmar, podemos superar a marca dos US$ 3 bilhões. É uma demonstração de que nosso sistema integrado está plenamente ativo, gerando renda, empregos, divisas”, afirmou Thesing, referindo-se à análise da Deloitte, que aponta uma queda no volume exportado entre -15% e -10,1% e um aumento no valor das vendas entre 20,1% e 25%.

Segundo o Ministério de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC/ComexStat), de janeiro a setembro deste ano, foram exportadas 316 mil toneladas de tabaco, o que representa uma queda de -14% em relação ao mesmo período de 2023. No entanto, o valor exportado foi de US$ 2,03 bilhões, uma variação positiva de 3,44% em comparação ao ano anterior. Bélgica, China, Estados Unidos, Indonésia e Egito figuram entre os maiores compradores até o momento. Em 2023, o Brasil exportou 512 mil toneladas e US$ 2,729 bilhões para 107 países, com destaque para a União Europeia, que respondeu por 42% das compras.

Produção e remuneração incentivam ampliação da área plantada

O presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Marcílio Drescher, apresentou dados da safra 2023/24 e perspectivas para a safra 2024/25. Segundo Drescher, o cultivo de tabaco na última safra envolveu 133 mil famílias na Região Sul, com um aumento de 6,62% em relação à safra anterior. A área plantada foi de 284.184 hectares, um crescimento de 8,57%. “Nas últimas safras tivemos uma remuneração média mais satisfatória para os produtores, o que acaba estimulando o aumento de área e de produtores que aderem ao cultivo”, explicou Drescher.

A produção total da safra 2023/24 foi de 508.041 toneladas, uma redução de -16,12% em relação à safra anterior, devido ao excesso de chuvas. Essa diminuição de volume resultou em um aumento de 28% no preço médio do tabaco. Drescher também comentou que 8,5% do tabaco da próxima safra já foi colhido e que, em novembro, haverá novas projeções sobre a área plantada e o número de famílias envolvidas.

Próximas reuniões

A Câmara Setorial definiu as datas para os encontros de 2025: 10 de abril, em Cachoeira-BA; 16 de julho e 29 de outubro, ambas em formato híbrido.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/10/2024 0 Comentários 444 Visualizações
Business

Campo-bonense Bmpproar planeja crescimento de 54% até 2030 e expansão internacional

Por Jonathan da Silva 30/10/2024
Por Jonathan da Silva

A Bmpproar, empresa de Campo Bom especializada em componentes e sistemas pneumáticos para ônibus, projeta um crescimento de 54% no faturamento até 2030. Com 40 anos de atuação, a empresa busca expandir a participação tanto no mercado nacional quanto internacional, onde atualmente opera em seis países da América Latina e em Portugal, que representam cerca de 30% de seu faturamento.

Fundada em 1984, a Bmpproar atua nas regiões sul e sudeste do Brasil e em países como México, Colômbia, Argentina, Chile e Peru. Para sustentar esse crescimento, a empresa investirá em melhorias de infraestrutura e na qualificação dos 35 colaboradores, como explica o diretor Cesar Ramos, que junto à coordenadora de comercial e logística Jéssica Salla destaca a importância dos investimentos para a segurança e o conforto dos funcionários. Segundo eles, a qualificação da equipe atual e o aumento do time estarão alinhados à resposta dos mercados-alvo às novas estratégias da empresa.

Além dos investimentos no Brasil, a Bmpproar planeja expandir sua presença na América Central e na África do Sul, utilizando uma estratégia de parcerias com canais de distribuição especializados. Para os gestores, essa expansão é vital para o equilíbrio nas receitas e o desenvolvimento de produtos, áreas nas quais a empresa já está inserida há mais de três décadas.

A empresa também aposta em inovações estruturais e reforço na comunicação digital para alcançar as novas metas de expansão. Com uma abordagem focada na inovação e na performance, a Bmpproar espera consolidar-se como referência no setor, visando manter o equilíbrio entre os mercados nacional e internacional.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/10/2024 0 Comentários 393 Visualizações
Business

Indústria calçadista brasileira busca estreitar relações com mercado angolano

Por Jonathan da Silva 30/10/2024
Por Jonathan da Silva

A indústria calçadista brasileira está fortalecendo relações comerciais com Angola, que se consolidou como um destacado destino de exportação para o setor. Entre janeiro e setembro, as fábricas brasileiras exportaram para o país africano o equivalente a US$ 11 milhões, representando um aumento de 3% em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Em um encontro realizado durante o Fórum Brasil de Investimentos, em São Paulo, o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira, e a gerente de Relacionamento e Negócios da entidade, Letícia Sperb Masselli, reuniram-se com representantes da Agência de Investimento Privado e Promoção das Exportações de Angola (Aipex). Ferreira destacou que o objetivo da reunião foi fortalecer o relacionamento com o mercado angolano, que apresenta um potencial de crescimento para os produtos brasileiros. “Angola é um mercado em crescimento para a indústria brasileira de calçados”, afirmou o dirigente.

Durante o encontro, representantes da Aipex ressaltaram a receptividade do calçado brasileiro em Angola, impulsionada por similaridades culturais, incluindo a língua, que facilitam a integração comercial. Angola, com uma população de mais de 34 milhões de pessoas, depende fortemente da importação de calçados e tem o Brasil como seu segundo maior fornecedor, atrás apenas da China.

Representando a Aipex, participaram do encontro o administrador-executivo Jerônimo Pongolola e o técnico Valter Almeida.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/10/2024 0 Comentários 423 Visualizações
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