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Exportações da indústria de transformação do RS crescem 5% em outubro

Por Jonathan da Silva 18/11/2024
Por Jonathan da Silva

As exportações da indústria de transformação do Rio Grande do Sul registraram um aumento de 5% em outubro de 2024, totalizando US$ 1,5 bilhão de receita. O crescimento, equivalente a US$ 71,7 milhões em relação ao mesmo período do ano anterior, foi impulsionado pelo aumento de 9,8% nos preços médios de venda, apesar da queda de 4,4% na quantidade embarcada.

O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Claudio Bier, destacou a importância desse resultado para a recuperação econômica do estado após as dificuldades enfrentadas devido a uma catástrofe climática no primeiro semestre. “Precisamos estar atentos, pois a recuperação depende de um bom e contínuo desempenho nas vendas da indústria”, afirmou Bier.

De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, dos 23 segmentos exportadores da indústria de transformação, 12 apresentaram crescimento em outubro.

Segmento de alimentos registra queda de 14,9%

O setor de alimentos teve um faturamento de US$ 426,8 milhões, uma redução de US$ 74,9 milhões (-14,9%) em comparação com outubro de 2023. A queda foi atribuída a uma redução de 23,4% nas quantidades exportadas, embora os preços médios tenham aumentado 11,1%. Dentro desse segmento, o ramo de óleos vegetais em bruto, que exportou principalmente para o Irã, faturou US$ 148,2 milhões, uma queda de US$ 49,8 milhões. O setor de abate de aves, com foco em exportações para os Países Baixos, registrou receita de US$ 107,7 milhões, uma diminuição de US$ 5,2 milhões.

Exportações de máquinas e equipamentos aumentam 174,9%

O segmento de máquinas e equipamentos foi destaque nas exportações, com um faturamento de US$ 276,9 milhões, um crescimento significativo de 174,9% (US$ 176,2 milhões) em relação a outubro do ano anterior. O aumento foi atribuído a uma demanda internacional elevada, com uma expansão de 64,4% nos preços médios e de 67,2% nas quantidades embarcadas. As exportações foram impulsionadas por vendas atípicas, como os US$ 141,4 milhões em máquinas para saneamento básico e os US$ 47,7 milhões em fornos industriais e equipamentos para instalações térmicas, ambos destinados à Coreia do Sul.

Tabaco tem queda de 18,2% nas exportações

O setor de tabaco registrou exportações de US$ 176,6 milhões, uma redução de 18,2% (US$ 39,3 milhões) em comparação com outubro de 2023. Apesar de um aumento de 31,4% nos preços médios, a quantidade exportada caiu 37,8%, impactando a receita do setor. O principal ramo, Processamento industrial do tabaco, obteve US$ 164,3 milhões em exportações, com os principais destinos sendo Bélgica, Vietnã e Hong Kong.

Importações caem 15,4%

Em outubro, o Rio Grande do Sul importou US$ 1,2 bilhão em mercadorias, uma redução de 15,4% (US$ 215,2 milhões) em relação ao mesmo período do ano anterior. O segmento de químicos representou 26,9% das importações totais, com US$ 317,9 milhões em compras, uma queda de 31,6%. Entre os produtos químicos importados, destacaram-se intermediários para fertilizantes (US$ 110,2 milhões) da Arábia Saudita e adubos e fertilizantes (US$ 84,3 milhões) da China.

Mais detalhes sobre os resultados do comércio exterior da indústria de transformação gaúcha estão disponíveis no Observatório da Indústria RS, em observatoriodaindustriars.org.br/inteligencia-areas/comercio-exterior.

Foto: Jcomp/Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
18/11/2024 0 Comentários 408 Visualizações
Business

Artecola é TOP 20 entre empresas que fornecem para setor moveleiro

Por Marina Klein Telles 18/11/2024
Por Marina Klein Telles

Uma pesquisa realizada junto ao mercado e respondida espontaneamente por 786 fabricantes colocou a Artecola em destaque na cadeia moveleira. O Prêmio TOP 20 Fornecedores foi conquistado com uma avaliação que destacou os 20 líderes entre 133 marcas. “Este é um reconhecimento que nos gratifica muito, pois mostra o desempenho de nossos produtos e de nossos serviços diretamente no cliente. Quando o resultado é positivo para todos, alcançamos nosso propósito de unir o que junto tem mais valor do que separado”, celebra o Presidente Executivo, Eduardo Kunst.

O Prêmio é promovido pela revista Móveis de Valor, publicação que circula há 23 anos em todo o Brasil. A definição do TOP 20 é feita por votação online. Cada industrial pode votar em até cinco fornecedores, atribuindo notas de 5 a 10, com base nos seguintes critérios: Qualidade de produtos, Qualidade de serviços, Qualidade de atendimento, Qualidade de assistência pós-venda e Parcerias em marketing e comunicação.

O mercado moveleiro é um dos mais antigos parceiros da Artecola. A empresa produz adesivos para todo o universo de móveis, madeiras e espumas: colagem de fitas de borda, montagem de móveis, colchões, pocket e estofados, portas, batentes, laminação plana, alta frequência e finger joint. Em todas as aplicações, a Sustentabilidade é uma referência para a companhia. Com esse foco, oferece uma ampla gama de opções em adesivos nas tecnologias hot melt e aquosa para o mercado de móveis. Outro diferencial é a CTA (Consultoria Técnica Artecola), sempre à disposição do cliente para fazer todos os testes e adaptações necessárias.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/11/2024 0 Comentários 263 Visualizações
Business

Aline Eggers Bagatini, CEO de Bebidas Fruki, é palestrante do Prato Principal

Por Marina Klein Telles 18/11/2024
Por Marina Klein Telles

A CEO de Fruki Bebidas, Aline Eggers Bagatini, é a palestrante do Prato Principal de novembro, que a ACI realizará na próxima quinta-feira, 21, a partir das 11h30min, no Centro de Eventos do Swan Novo Hamburgo (Av. Dr. Maurício Cardoso, 303).

Aline, que exerce o cargo desde 25 de abril de 2019, abordará o tema Fruki 100 anos: Construindo o Futuro. Fundada em 1924, em Arroio do Meio, como uma pequena fábrica cervejeira que produzia apenas 200 garrafas por dia, a Fruki Bebidas possui atualmente duas fábricas no Rio Grande do Sul, localizadas em Lajeado e Paverama. Juntas, elas têm uma capacidade de produção de 620 milhões de litros por ano e disponibiliza ao mercado um amplo portfólio de bebidas.

O investimento é de R$ 125,00 para sócio e de R$ 170,00 para não sócio. Os inscritos serão recepcionados a partir das 11h30min. Às 11h45min, terá início a reunião-almoço e, às 13h30min, será feito o encerramento. O Centro de Eventos do Swan Novo Hamburgo oferece estacionamento pago (R$ 20,00), com acesso pela Rua Borges do Canto.

Informações podem ser obtidas pelo fone 51 2108-2108 | capacitacao@acinh.com.br

Inscrições em https://www.acinh.com.br/evento/prato-principal-fruki-100-anos-construindo-o-futuro-topicos-historia-da-fruki

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/11/2024 0 Comentários 392 Visualizações
Business

FIERGS entende que jornada de trabalho deve ser tratada por meio de negociações coletivas

Por Marina Klein Telles 13/11/2024
Por Marina Klein Telles

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que busca implementar uma jornada de trabalho inferior a 44 horas semanais, impõe um ônus excessivo ao setor produtivo, elevando os custos das empresas, especialmente em relação à folha de pagamento, sem apresentar uma contrapartida comprovada no aumento da produtividade do trabalho, prejudicando a competitividade da indústria brasileira.

A posição é da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), que entende que o tema deve ser tratado em cada categoria por meio de negociações coletivas. “A PEC enfraquece o papel dos sindicatos e das negociações coletivas, elementos fundamentais para adaptar condições de trabalho às realidades específicas de cada setor”, afirma o presidente da FIERGS, Claudio Bier, reforçando que, para a indústria gaúcha, o fato se agrava, pois ainda busca recuperação após as enchentes do primeiro semestre deste ano.

Além disso, segundo a FIERGS, a PEC prejudica a continuidade operacional, especialmente em setores essenciais que dependem de turnos contínuos e outros cuja produtividade também está atrelada a um ritmo de trabalho sem interrupções. Outros fatores a serem considerados são que, com o aumento da necessidade de contratações e o acréscimo no custo de folha de pagamento, muitas empresas repassariam esses custos aos consumidores, ou seriam desestimuladas a contratar por conta da elevação do custo trabalhista, havendo também risco de redução na arrecadação tributária.

Por fim, a PEC poderá inviabilizar as pequenas e médias empresas, que serão particularmente prejudicadas, já que geralmente não possuem a estrutura financeira para contratar novos colaboradores para cobrir a carga horária reduzida dos atuais. “Buscar formas de flexibilização da jornada de trabalho por meio de negociações coletivas e adaptar medidas específicas para setores em que a redução de jornada seja exequível e desejável, é mais adequado e eficaz”, reforça o presidente da FIERGS.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
13/11/2024 0 Comentários 282 Visualizações
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Indústria gaúcha volta a crescer em setembro e fecha trimestre em alta

Por Marina Klein Telles 11/11/2024
Por Marina Klein Telles

A indústria gaúcha fecha o terceiro trimestre em alta, segundo o Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), divulgado nesta segunda-feira (11) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS). Cresceu 1,5% em setembro, na comparação com agosto, recuperando parte da queda de 1,8% do mês anterior e o nível de abril de 2024, antes da crise climática. O índice mostrou um tombo de 11,5% em maio, deixado para trás na sequência por altas em junho (9,8%) e em julho (3,9%). “Após a rápida recuperação das enchentes de maio, os resultados da pesquisa mostram que o setor retomou o comportamento instável, sem uma tendência definida, que exibia no início do ano antes da calamidade climática”, diz o presidente da FIERGS, Claudio Bier.

O IDI-RS agrega seis indicadores com o objetivo de medir a atividade industrial no RS. Na passagem de agosto para setembro, a principal contribuição para a expansão do índice foi das compras industriais, que cresceram 6,3%, além dos aumentos do faturamento real (1%), da massa salarial real (0,7%) e do emprego (0,3%). Por outro lado, as horas trabalhadas na produção recuaram 1,1%, enquanto a utilização da capacidade instalada (UCI) não variou no período, permanecendo em 80,8% em setembro.

Segundo Bier, essa instabilidade ocorre porque o cenário econômico doméstico permanece sem grandes alterações. Além disso, a incerteza fiscal continua em alta, sendo o principal fator que inibe a atividade industrial e alimenta o pessimismo com a economia brasileira, assim como o aumento da taxa de juros e o cenário externo pouco favorável. Por outro lado, pesam a favor o maior ritmo da demanda doméstica, o menor desemprego, o aumento da renda e a presença, que já foi maior, de confiança empresarial.

COMPARAÇÃO ANUAL

Em relação a setembro de 2023, mesmo com o mesmo número de dias úteis, o IDI-RS avançou 4,7% no mês. Quando comparados os mesmos meses de 2024 e do ano passado, foi a terceira alta seguida, o que desacelerou a queda anual do IDI-RS para 0,9% ante os

primeiros nove meses de 2023. A decomposição do índice mostrou que as perdas no acumulado do ano ainda predominam entre os componentes: compras industriais (-3,3%), faturamento real (-2%), horas trabalhadas na produção (-1,7%) e emprego (-1,2%). Apenas a massa salarial real (3,4%) e a UCI (1,6 ponto percentual) subiram.

Apesar da queda no índice agregado, nove dos 16 segmentos industriais pesquisados apresentaram expansão da atividade, na comparação entre os períodos de janeiro a setembro de 2024 e 2023. Dois importantes segmentos se destacam negativa e positivamente. A intensa queda de Máquinas e equipamentos (-13,4%), principal responsável pela contração geral, foi compensada, em parte, pela expansão expressiva de Veículos automotores (12,5%). Entre os demais, vale ressaltar, ainda, dada a influência, Móveis (9,3%) e Metalurgia (14,3%), pelo lado positivo, e, pelo lado contrário, Couros e calçados (-3,1%), Alimentos (-0,6%) e Tabaco (-5%).

Diante desse quadro, as perspectivas para os próximos meses não indicam mudanças na trajetória da indústria gaúcha, que deve continuar exibindo muita volatilidade e pouco dinamismo. Acompanhe a pesquisa completa em https://observatoriodaindustriars.org.br/.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/11/2024 0 Comentários 338 Visualizações
Business

ABRH-RS homenageia Aline Eggers Bagatini

Por Marina Klein Telles 11/11/2024
Por Marina Klein Telles

A Associação Brasileira de Recursos Humanos seccional Rio Grande do Sul (ABRH-RS) homenageia como a Personalidade Top Ser Humano 2024, a diretora presidente da Fruki Bebidas, Aline Eggers Bagatini. A distinção será concedida por sua atuação como líder na empresa, além de seu trabalho voluntário como coordenadora do APL de Alimentos e Bebidas do Vale do Taquari. O mérito será entregue durante a cerimônia de premiação dos vencedores do Top Ser Humano e Top Cidadania 2024, no dia 28 de novembro, no Grêmio Náutico União, em Porto Alegre. Interessados em participar do jantar de celebração dos prêmios podem adquirir ingresso no site www.abrhrs.org.br/top.

A Fruki Bebidas, que completou 100 anos de atividades em 2024, é uma das principais fábricas de bebidas do Rio Grande do Sul. Atualmente possui duas unidades localizadas em Lajeado e Paverama, com capacidade de produção de 620 milhões de litros por ano e um amplo portfólio de bebidas. De acordo com o presidente da ABRH-RS, Pedro Fagherazzi, o Personalidade Top Ser Humano é concedido a lideranças que incentivam o desenvolvimento e a valorização das pessoas como parte importante do negócio, pois é por meio delas que a empresa constrói seu crescimento. “Trata-se de uma relevante e expressiva liderança feminina que pratica este valor investindo nas pessoas, em seus colaboradores, mantendo esta cultura que é praticada desde a sua fundação, há 100 anos”, salienta.

Aline Eggers Bagatini é diretora presidente da Fruki Bebidas, onde atua desde 2002. Destina parte do seu tempo para o voluntariado, atuando como coordenadora do APL de Alimentos e Bebidas do Vale do Taquari. Faz parte do conselho do Transforma RS, da Amcham Porto Alegre, do Conselho Estadual de Inovação, Ciência e Tecnologia, do CITEC e do Conselho Regional do SESI. Foi presidente da Associação Comercial Industrial de Lajeado (ACIL) – Gestão 2018/2019. Seu trabalho é reconhecido pelo comprometimento com a promoção de práticas de RH inovadoras e pela dedicação ao fortalecimento da comunidade de RH no estado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/11/2024 0 Comentários 403 Visualizações
Business

Novas habilitações para a África do Sul devem ampliar negócios com o Brasil

Por Marina Klein Telles 11/11/2024
Por Marina Klein Telles

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) aplaudiu o anúncio do Ministério da Agricultura e Pecuária sobre a habilitação de novas plantas de proteína animal para exportações à África do Sul, incluindo treze frigoríficos de aves e cinco de suínos.

Atualmente, a África do Sul é o quinto maior destino das exportações de carne de frango, com 276,5 mil toneladas importadas entre janeiro e outubro, o que gerou receita de US$ 154 milhões. A África do Sul é uma parceira tradicional da proteína animal do Brasil (aberto há mais de duas décadas), demandando, em especial, produtos para processamento da indústria local – reforçando a estratégia do Brasil de complementariedade à produção dos países importadores.

“As novas habilitações conquistadas pelo Ministro Fávaro, seus Secretários de Relações Internacionais, Luis Rua, e de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart, e a equipe ministerial são um importante avanço na África do Sul, que é um mercado bastante relevante para o setor avícola. Com as novas habilitações, esperamos novos impactos positivos não apenas para a carne de frango, como também para a suína, que tem um ótimo potencial de fortalecimento de parceria no auxílio à segurança alimentar sul-africana”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/11/2024 0 Comentários 274 Visualizações
Business

Nova diretoria do Sinduscom Vales assume em janeiro

Por Marina Klein Telles 11/11/2024
Por Marina Klein Telles

O Sindicato das Indústrias da Construção e do Mobiliário de São Leopoldo (Sinduscom Vales) contará com nova diretoria, a partir do dia 1° de janeiro de 2025, sob a presidência do engenheiro, Ricardo de Araújo Ramos, e da vice, arquiteta Priscila Goettert.

O atual presidente do Sinduscom Vales, Rodrigo Weissheimer, permanecerá na próxima gestão como diretor da entidade, e representante junto à Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS).

A Assembleia Geral Ordinária de Eleição, ocorreu no dia 06 de novembro, na sede da entidade, junto ao Centro das Indústrias, em São Leopoldo/RS. Na ocasião, foram eleitos os membros da Diretoria, do Conselho Fiscal e Representantes da entidade, junto à Fiergs, para o triênio 2025/2027.

PRESIDENTE —————————————————— Ricardo de Araújo Ramos

VICE-PRESIDENTE ———————————————– Priscila Goettert

DIRETORA TESOUREIRA —————————————- Rejane Teresinha Manzone Bravo

DIRETOR SECRETÁRIO —————————————— Gustavo Travi Heurich

DIRETOR ———————————————————– Eduardo Dal Ri Oliva Pinto

DIRETOR ———————————————————– Vinícius Boufleur

DIRETOR ———————————————————– Rodrigo Cesar Koebe Weissheimer

DIRETOR ———————————————————– Albert Koelln

DIRETOR ———————————————————– Roberto Luis Potrick

DIRETOR ———————————————————– Patrícia Guidali

DIRETOR ———————————————————– Tales Tonatto

DIRETOR ———————————————————– Breno Ribas Scherer

DIRETOR ———————————————————– Rafael Cadore Consalter

DIRETOR ———————————————————– Ricardo Koebe Weissheimer

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/11/2024 0 Comentários 290 Visualizações
Business

Aberta, oficialmente, a colheita do tabaco no RS

Por Marina Klein Telles 11/11/2024
Por Marina Klein Telles

O Parque da Expagro Afubra sediou na tarde de hoje, 8 de novembro, a Abertura Oficial da Colheita do Tabaco no Rio Grande do Sul, que integra o calendário de eventos do Governo Estadual, numa organização das Secretarias de Estado de Desenvolvimento Rural (SDR) e da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco).

O presidente da Afubra, Marcilio Drescher, saudou as lideranças que são defensores da cadeia produtiva, falando sobre a alegria por poder sediar o evento. “A abertura oficial deu reconhecimento ao setor pela importância de renda para as famílias produtoras e retorno financeiro aos municípios. Quando mais uma safra se encaminha para a colheita, é um marco para os produtores iniciarem com esperança de que o fruto do seu trabalho será reconhecido. Até o momento, é uma safra que se encaminha para ser normal em qualidade e produtividade. Mas, depois da colheita vem a comercialização e estamos ansiosos e esperançosos que tenhamos um bom preço. Esperamos o reconhecimento dos que estão envolvidos com a compra para que a cadeia integrada possa sobreviver, com a colaboração de todas as partes.”

Valmor Thesing, presidente do SindiTabaco, disse que a data é importante para todos, sejam produtores, empresas ou lideranças. “A abertura da colheita do tabaco é um evento festivo, de celebração, que destaca a importância da cadeia produtiva do tabaco, essa cultura centenária que gera renda e emprego, exporta divisas e gera tributos. É também um momento para homenagear o trabalho de homens e mulheres que geram riqueza para os municípios e o Estado, de renovar a fortaleza do nosso Sistema Integrado de Produção e, por consequência, da liderança do Brasil no mercado mundial de tabaco”, enfatizou.

O prefeito de Canguçu, Marcus Vinícius Pegoraro, presidente da Associação dos Municípios Produtores de Tabaco (AmproTabaco), disse que é “um dia de celebração, de abertura de colheita de uma cadeia produtiva que transformou a realidade dos municípios. Nós sabemos a transformação social e econômica dos municípios, com os recursos que o tabaco gera”.

O coordenador da Câmara da Cadeia do Tabaco do RS e vice-presidente da Afubra, Romeu Schneider, destacou a importância da defesa do setor nas esferas governamentais. “A abertura da colheita valoriza o setor e os produtores e traz um reforço importante para a atividade dos pequenos produtores rurais.”

Representando a Assembleia Legislativa, o deputado estadual Edivilson Brum destacou que “somos poucos deputados estaduais que defendem o setor. Precisamos fazer com que outros setores compreendam a importância da cultura. Que, enquanto houver demanda por tabaco, vai haver produção. E mais de 90% do tabaco brasileiro é exportado; e produzimos tabaco de qualidade”.

O deputado federal Heitor Schuch lembrou que, em Brasília, não se tem um time de seis parlamentares na defesa do tabaco. “Os orçamentos dos municípios, estado e do Brasil seriam mais altos se não houvesse contrabando de cigarro. E, nessa linha, estão também os novos dispositivos para fumar. Não sabemos o que está dentro do cigarro e dos vapes contrabandeados.”

O secretário de Desenvolvimento Rural, Vilson Covatti, enfatizou “a importância em comemorar este dia, que é um momento de relevância do Estado, pois celebra o trabalho de famílias produtoras, um dos principais produtos de exportação da agricultura gaúcha.” Covatti abriu espaço à Emater que apresentou o plano de recuperação socioprodutiva e ambiental e incremento da resiliência climática da agricultura familiar gaúcha.

O secretário de Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, Clair Kuhn enfatizou que é pelos produtores rurais que o governo vem fazendo política pública de solo e de irrigação. “O programa de irrigação do estado tem R$ 213 milhões à disposição dos produtores. A geração de impostos que vocês trazem faz com que precisamos estar ao lado de vocês para que vocês possam continuar a produzir.”

Após o encerramento dos pronunciamentos, autoridades e produtores fizeram a abertura oficial da colheita, na lavoura especialmente cultivada no Parque da Expoagro Afubra.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/11/2024 0 Comentários 408 Visualizações
Business

Assintecal abre inscrições para empresas interessadas em feira de calçados na Colômbia

Por Jonathan da Silva 08/11/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), por meio do programa Brazilian Materials, está com inscrições abertas para a participação na feira IFLS+EICI, que ocorre em Bogotá, na Colômbia, de 4 a 7 de fevereiro de 2025. O evento é considerado a maior feira de calçados e componentes do país vizinho.

Na edição anterior, realizada em julho, o Brazilian Materials apoiou empresas brasileiras que geraram mais de US$ 2 milhões em negócios. A 49ª edição da feira deve contar com a presença de mais de 400 expositores de dez países, além de atrair cerca de 7 mil compradores dos principais mercados da América Latina.

O gestor de Mercado Internacional da Assintecal, Luiz Ribas Júnior, destacou a relevância do mercado colombiano e latino-americano para o setor brasileiro. “A expectativa para a IFLS+EICI é sempre muito positiva, levando em consideração a importância do mercado colombiano e latino-americano em geral para a indústria brasileira de componentes e químicos”, afirmou Ribas Júnior, lembrando que seis dos dez principais mercados do setor são da América Latina.

Empresas interessadas em participar com o apoio do programa Brazilian Materials devem se inscrever até 29 de novembro, exclusivamente pelo e-mail relacionamento@assintecal.org.br.

Foto: Assintecal/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/11/2024 0 Comentários 445 Visualizações
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