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Bons negócios e contatos profissionais marcam a 6ª Reparasul

Por Marina Klein Telles 25/11/2024
Por Marina Klein Telles

Chegou ao fim neste sábado (23) a 6ª edição da Reparasul – Feira de Autopeças e Reparação Automotiva. Nos últimos quatros dias, a feira atraiu milhares de profissionais do setor à Fenac, em Novo Hamburgo/RS. Com mais de 70 expositores e 130 marcas, o evento apresentou novidades de fabricantes, distribuidores, varejista de autopeças, fornecedores de equipamentos e serviços para oficinas mecânicas de veículos leves, pesados e comerciais

Para a Fenac, promotora da feira, a edição atendeu às expectativas. “Chegamos ao fim da 6ª Reparasul com motivos para comemorar. A feira registrou uma visitação recorde, com destaque para a presença de visitantes extremamente qualificados, o que é reflexo da importância do evento para o setor. Durante quatro dias, conseguimos reunir profissionais especializados e representantes das principais marcas do setor”, avaliou o diretor-presidente da Fenac, Márcio Jung.

O diretor-presidente ainda explicou que por entender a solicitação das entidades, visitantes e expositores, a Reparasul passa a ser um evento bienal. “Por isso, para 2026, a Fenac projeta uma feira com uma intensa adesão do mercado, que deverá ter o dobro da metragem e, inclusive, ocupará o piso superior dos pavilhões, justamente em função da espera das marcas para participar deste evento, que é o maior do setor no Sul do país”, projetou Jung. Sendo assim, como a feira não acontecerá no próximo ano, o diretor-presidente explica que a Fenac prepara uma novidade para movimentar o setor de autopeças e reparação automotiva em novembro de 2025.

Expositores comemoram bons negócios

O evento ainda se apresentou como uma plataforma de networking e geração de negócios, com relatos de expositores que fecharam vendas e expandiram parcerias comerciais e estratégicas. Exemplo disso foi a participação da Castrol e Michelin, de Barueri/SP. “Estamos expondo aqui desde 2019. No ano passado a gente veio bem forte com Michelin e Castrol, porque assumimos o estado inteiro nas duas marcas, e a Reparasul é fundamental para gente em relação a resultados e captação de leads no final de ano”, relatou a gerente das marcas, Mariana Camargo. “Nos primeiros dias, a gente já conseguiu ver um crescimento de 10% nas duas marcas em relação aos negócios da feira”, complementou. Nesta edição, Mariana explicou que o destaque do estande foi a linha de transmissão da Castrol, que vem crescendo no mercado.

Outra marca que comemorou os bons negócios no último dia de feira foi a Syscar, de Porto Alegre/RS, que participou da Reparasul pelo segundo ano. “Estamos bem contentes, pois tivemos muito movimento e bastante networking. A gente até fechou negócios aqui, que é algo que não costuma acontecer, então estamos muito felizes”, compartilhou Brenda Nunes dos Santos, gerente comercial da empresa, garantindo que devido ao sucesso a marca já planeja participar da próxima edição. Brenda ainda destacou a prospecção de leads. “Depois da feira vamos trabalhar em cima disso e tenho certeza que a nossa taxa de conversão será muito alta”, projetou. Durante os quatro dias, a empresa apresentou aos visitantes o seu software de gestão de oficina e trouxe um totem para que o público pudesse interagir com as funcionalidades. “O nosso sistema é muito completo e auxilia em toda o processo de gestão das oficinas, de ponta a ponta, desde a gestão de pátio, parte financeira até o pós-venda, para auxiliar a fidelizar clientes”, exemplificou.

A Fex do Brasil, de Jundiaí/SP, é criadora da primeira ferramenta líquida do mundo e já está na sua quarta participação, aumentando o espaço na Reparasul a cada ano. “Começamos pequenos, entendemos o tamanho da feira, decidimos apostar neste ano e o resultado foi muito bom”, contou Rafael Fex, CEO da empresa. O empresário explicou que no terceiro dia de feira o valor investido já havia retornado para a empresa a partir dos negócios gerados. “O resultado está sendo muito expressivo. Vale a pena porque nos gera um retorno, mesmo com meu produto mais caro sendo R$ 39,90 e não tendo um ticket médio tão alto, nós conseguimos retorno”, detalhou. Fex ainda pontuou que o mercado do Sul tem esse processo de “estar junto do cliente”, por isso é fundamental participar da feira. “As pessoas às vezes falam que a feira está mais leve. O pessoal está acostumado com aquela muvuca, mas muvuca não vende, o que vende é público qualificado. Eu prefiro muito mais apostar na Reparasul do que na Automec, por exemplo, porque faz mais sentido para o meu negócio”, revelou o CEO. Pela primeira vez, Fex ainda ministrou uma palestra na Arena do Conhecimento sobre “Combustível e qualidade de combustível”.

Profissionais buscam novidades e fornecedores

A feira reuniu profissionais de diferentes regiões do Brasil e, inclusive de outros países, em busca de novidades e atualização profissional. Esse era o caso de Recurt Corrales e Aldo Funes, reparadores que vieram do Uruguai para a Reparasul neste último dia de feira. Além de assistir palestras em busca de conhecimento, Corrales, que está à frente da Mecânica Recurt no Chuy, relatou que também encontraram novidades e parceiros de negócios. “Já fizemos bons contatos e encontramos nova tecnologias para a nossa oficina”, detalhou.

Corrales ainda comentou que no Uruguai não encontram feiras específicas do setor como a Reparasul. “Então a gente fica às vezes sem conhecer todos os fornecedores que temos que ter. A Reparasul é fundamental para isso, pois descobrimos que tinha muita mercadoria que servia para nós lá e que poderíamos encontrar facilmente aqui no Brasil, no estado do Rio Grande do Sul”, pontuou. Ele ainda contou que, no último ano, fizeram uma parceria fundamental. “Foi a partir daquela participação que encontramos um fornecedor de peças, que estavam em escassez no mercado uruguaio e, assim, conseguimos atender nossos clientes”, compartilhou.

Espaços gratuitos proporcionam conhecimento

Ao longo da programação, a Reparasul proporcionou espaços e oportunidades para os profissionais se atualizarem sobre as tendências do mercado. A Arena do Conhecimento, operada pelo Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios do Estado do Rio Grande do Sul (SINDIREPA/RS), debateu diferentes áreas do setor, como: diagnóstico eletrônico, Reforma Tributária no setor, caixas de câmbio automáticas, vendas e serviços, centrais eletrônicas, gestão, tensionadores de correia e seus periféricos, funilaria inteligente e pintura, veículos eletrificados, combustível, evolução profissional, inspeção veicular, entre outros

Outra atividade que atraiu a atenção dos profissionais do setor foi a Oficina Modelo, que apresentou uma oficina real, simulando situações encontradas no dia a dia dos reparadores. No local, idealizado pela Nordeste Tintas, os visitantes acompanharam demonstrações de aplicação de produtos para reparo, acabamento e estética automotiva. O projeto tem apoio de empresas parceiras, que apresentaram soluções e demonstrações em diferentes segmentos. A AkzoNobel trouxe tintas, acabamentos e complementos automotivos; a Indasa Brasil mostrou ferramentas e produtos para lixamento; a Orange Cabines destacou sistemas de sustentabilidade na pintura e ferramentas para pintura rápida, limpa e sem retrabalhos; a Walcom demonstrou suas pistolas de pintura, que estão entre as melhores e mais leves do mundo; já a Dimension focou em seus produtos para proteção de pintura e cuidados automotivos, além da linha ultravioleta para reparação.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/11/2024 0 Comentários 262 Visualizações
Business

Prato Principal da ACI é palco de homenagem a empresas aniversariantes de novembro

Por Marina Klein Telles 22/11/2024
Por Marina Klein Telles

Uma justa homenagem foi prestada durante a realização do Prato Principal da ACI de novembro. O evento, realizado na última quinta-feira, dia 21, no Centro de Eventos do Swan Tower Novo Hamburgo, contemplou 16 empreendimentos com a distinção pela passagem de seus respectivos aniversários.

Na cerimônia, comandada pelo presidente Robinson Klein, os representantes das empresas receberam o troféu alusivo à data e posaram, ao final, para foto coletiva.

A homenagem obedece ao critério de fundação a cada cinco anos. Às homenageadas, os parabéns da diretoria, dos colaboradores e dos demais associados.

5 anos
Growdev I Alessandro Reis

10 anos
Formello Formas I Janaina, Matheus e Milton Mello

15 anos
Cavalheiro Consultoria em Gestão de Negócios I Everaldo Cavalheiro
Expande Soluções Empresariais I Emerson Alex Smaniotto, Ezequiel Kunst e Keli Postai
KSA Soluções Contábeis e Empresariais I Leandro Kolling
Kunden Systems I Taironi e Thomas Fensterseifer

20 anos
Air Service I Caroline Paiva da Silva e Eliezer Mendes de Souza
Cepos Brasil I Aloísio Ruebenich
Fluir Planejamento e Consultoria I Janete Utzig e Paulo Ricardo Eltz
Novo Ambiente Projetos Geológicos I Nara Eloísa da Silva Basotti

30 anos
Courovale Indústria de Couros I Rafael Emílio Collet e Rafael Collet

35 anos
Escritório Contábil Servicon I Dario Gilberto Martin
MG Pneus I Liandro Porto Gonçalves

40 anos
BMP Proar I César Augusto da Silva Ramos
Sicoob MaxiCrédito I Jossemar de Quadros Ertel e Vagner Bianchini

55 anos
Laboratório Fleming I Ronald Schmidt Grangeiro e Sergio Stein Grangeiro

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/11/2024 0 Comentários 276 Visualizações
Business

Centenária trajetória de sucesso da Fruki foi apresentada pela CEO Aline Eggers Bagatini

Por Marina Klein Telles 22/11/2024
Por Marina Klein Telles

“Paixão por oferecer o melhor sabor, construindo conexões verdadeiras e fazendo a diferença na vida das pessoas e do planeta”. Esse é o propósito definido pela Fruki e que traduz a essência da empresa, que comemorou seu centenário em abril deste ano. Esta trajetória de sucesso foi apresentada pela CEO da Fruki Bebidas, Aline Eggers Bagatini, durante o Prato Principal da ACI, realizado na última quinta-feira, 21 de novembro, no Centro de Eventos do Swan Novo Hamburgo. O evento teve a condução do presidente Robinson Klein.

Criada em 1924, em Arroio do Meio, a Fruki abriu suas portas produzindo cerveja com a marca Bella Vista, além de refrigerantes, vinagre e aperitivos. “Logo outros produtos foram sendo acrescentados ao portfólio, como licores e água”, informa Aline.

Com a ampliação dos mercados, houve necessidade um novo local, maior e moderno. E foi em 1971 que a empresa se instalou em Lajeado, onde está a sua sede, e que é criada a marca de refrigerantes Fruki (união de fru, de fruta + Ki, primeira sílaba de Kirst, sobrenome do fundador Emílio Kirst, bisavô de aline).

Hoje, a Fruki conta com seis marcas, nove centros de distribuição no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, onde atende aproximadamente 25 mil clientes. Ao todo, são 1.100 profissionais, que atuam em duas plantas industriais, com receita bruta de R$ 642 milhões em 2023 e produção de 620 milhões de litros por ano. A empresa se orgulha em ser destaque em premiações como o Marcas de Quem Decide e Top of Mind, e também no Great Place To Work (Melhores Empresas para Trabalhar), conquistando a terceira posição no Rio Grande do Sul entre as empresas de grande porte.

Conforme explica Aline, o processo sucessório iniciou-se em 2013, quando seu pai Nelson Eggers (neto de Emílio Kirst) iniciou a transição para transferir o bastão do comando da empresa. Aline assumiu como CEO em 2019, mantendo sempre o apoio do pai que segue como Presidente do Conselho Consultivo. “É um privilégio passar por esse processo com ele vivo e ativo, sendo sempre um esteio para a empresa”, detalha.

A Fruki segue em franco crescimento e o futuro se mostra promissor. Aline revela que a primeira fase da ampliação da unidade de Paverama, em 2023, consumiu investimentos da ordem de R$ 190 milhões. “Imaginávamos que ela seria suficiente para atender a demanda por quatro ou cinco anos. No entanto, uma nova ampliação já está acontecendo e terá aporte de R$ 130 milhões”, enfatiza.

O processo de Governança, iniciado em 2005, se propõe a garantir a perenidade do negócio, com foco em três vertentes: Corporativa, Societária e Familiar, todas conectadas pela união. Na parte Corporativa há o Conselho Consultivo, o Comitê Executivo, Comitês de Finanças e de Pessoas, além de Auditoria Externa. A parte Societária compreende Acordo de Acionistas, Conselho de Acionistas, Reuniões Trimestrais e Grupo de WhatsApp. Já no braço Familiar estão contemplados Protocolo de Família e Conselho de Família.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/11/2024 0 Comentários 319 Visualizações
Business

Pagamento da primeira parcela do 13º deve aquecer comércio em Santa Cruz do Sul

Por Jonathan da Silva 22/11/2024
Por Jonathan da Silva

O pagamento da primeira parcela do 13º salário, com prazo até 30 de novembro, deve impulsionar o comércio de Santa Cruz do Sul, especialmente nesta reta final do mês, conforme projeções da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) do município. O benefício, destinado a trabalhadores com carteira assinada, aposentados e pensionistas do INSS, é tradicionalmente uma injeção significativa na economia local e regional.

Segundo o presidente da CDL Santa Cruz, Ricardo Fernando Bartz, cerca de 3,2 milhões de trabalhadores formais no Rio Grande do Sul, incluindo os setores público e privado, devem receber o 13º salário este ano, totalizando R$ 13 bilhões em circulação na economia estadual. “A expectativa é que isso estimule o consumo em lojas, restaurantes e serviços, movimentando setores como vestuário, eletrônicos, turismo e alimentação”, afirma Bartz.

Além de fomentar o comércio, Bartz aponta que parte dos consumidores deve utilizar o valor extra para quitar dívidas ou realizar investimentos em melhorias pessoais e residenciais, o que beneficia outros setores da economia. “O cenário cria um ciclo positivo que beneficia não apenas os comerciantes, mas também gera empregos temporários e oportunidades para novos negócios”, destaca o presidente da CDL.

A segunda parcela do 13º salário será paga até 20 de dezembro, reforçando o impacto econômico nas semanas que antecedem o Natal, período de alta demanda no varejo. A CDL também avalia que a quitação de dívidas estimula a reabertura de créditos, ampliando as possibilidades de consumo e fortalecendo ainda mais a economia local.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/11/2024 0 Comentários 327 Visualizações
Business

Fórum IEL de Inovação traz a Serendipidade como tema

Por Marina Klein Telles 21/11/2024
Por Marina Klein Telles

O 10º Fórum IEL de Inovação terá o tema Serendipidade: Inovação e Resiliência em Tempos de Adversidade, no dia 2 de dezembro, às 9h, na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS). O evento, promovido pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL-RS), integrante do Sistema FIERGS, vai abordar o termo que se refere a descobertas ou eventos inesperados que acontecem no ano em que o estado passa pelo que foi o maior desastre climático de sua história, com sérias consequências na sua economia. Com especialistas em inovação, a intenção do fórum é discutir a criação de oportunidades para a indústria.

A programação conta com o engenheiro Celso Ienaga, que atua como conselheiro em empresas de agronegócio, logística, educação, financeiras e outros, além de integrar comitês de inovação. Ele vai falar sobre O Futuro: Construindo Empresas Resilientes e Inovadoras. Na sequência, a criadora da marca Dudalina, Sonia Hess, vai abordar sobre Propósito e Pertencimento Impulsionando a inovação. Um dos maiores especialistas do país em ecossistemas de inovação, Daniel Leipnitz, fará a palestra De cidades a ecossistemas vibrantes: Como hubs de Inovação e Parques Tecnológicos podem redefinir o futuro. Na sequência, haverá o painel Hubs de inovação – Explorando Inovação e Tecnologia com a participação da Secretaria de Inovação e Tecnologia do RS, o Instituo Hélice, Instituto Caldeira, Aliança e Agregar.

O evento contará ainda com o painel Parques Tecnológicos: que falar sobre o futuro da inovação e colaboração, com participação da Fapergs, Prado Tech, Parque Zenit, Feevale Techpark e Pelotas Parque. Marcelo Elias, escritor e professor de desenvolvimento executivo na FGV e Fundação Dom Cabral e Linkedin Top Voice, fará a palestra Protagonismo, Inovação e Adaptabilidade em Cenários de Mudança. A palestra apresenta ideias e abordagens importantes sobre como devemos assumir um papel ativo na gestão de mudanças e impulsionar a inovação em ambientes dinâmicos com adaptabilidade e serendipidade. Inovação em Ação – Startups que Transformam a Indústria, é o painel que terá participação da Associação Gaúcha de Startups (AGS), Hortii e Trashin.

Caito Maia, da Chilli Beans, fará a palestra de encerramento do evento – Construindo uma marca de Sucesso – Abordagens de empreendedorismo para potencializar os negócios. Informações e Inscrições: https://forumiel2024.eventize.com.br/index.php?pagina=3.

*Serendipidade – descobrir coisas agradáveis por acaso, sorte ou destino. Estar no lugar certo, na hora certa.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/11/2024 0 Comentários 289 Visualizações
Business

Inadimplência entre MEIs em Dois Irmãos atinge menor índice desde 2021

Por Jonathan da Silva 21/11/2024
Por Jonathan da Silva

A taxa de inadimplência dos Microempreendedores Individuais (MEIs) em Dois Irmãos registrou a menor marca desde 2021, conforme relatório mais recente da Receita Federal. Dos 2.951 MEIs cadastrados no município em setembro, 2.481 quitaram a guia mensal de outubro, resultando em uma inadimplência de 15,93%. O índice representa uma queda significativa em comparação a períodos anteriores, como janeiro de 2023, quando a taxa chegou a 32,80%.

De acordo com o chefe do Departamento de Indústria e Comércio de Dois Irmãos, Mauro Hahn, a diminuição na inadimplência está associada ao Programa MEI Legal, lançado em maio. “Desde o início do programa, já é a segunda vez que a inadimplência fica abaixo de 20%. Todo mês é um novo desafio e o objetivo é fazer com que a inadimplência diminua mais ainda, mesmo com o crescente número de MEIs”, afirmou Hahn.

Entre as ações promovidas pelo programa está o envio de guias de pagamento. O atendente da Sala do Empreendedor, Anderson Ismael Muller, destacou a importância dessa iniciativa. “Desde o começo do programa, já geramos mais de 700 guias de pagamento para regularizar as pendências do MEI. Além dos empreendedores ficarem em dia com a Receita Federal, deixam de pagar multas e juros”, explicou Muller.

Apoio ao microempreendedor

Os MEIs que desejam regularizar sua situação ou consultar informações tributárias podem procurar a Sala do Empreendedor de Dois Irmãos. O atendimento é realizado pelo telefone ou WhatsApp (51) 3564-8827. A Sala também auxilia no encaminhamento para escritórios de contabilidade, contribuindo para que os empreendedores mantenham suas obrigações em dia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/11/2024 0 Comentários 247 Visualizações
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Empresas brasileiras projetam US$ 4,5 milhões em negócios após feira no México

Por Jonathan da Silva 18/11/2024
Por Jonathan da Silva

Cerca de US$ 4,5 milhões em negócios devem ser gerados nos próximos 12 meses pela participação de 22 empresas brasileiras na Anpic, uma das principais feiras da indústria de base para o setor calçadista na América Latina, realizada entre os dias 23 e 25 de outubro em León, Guanajuato, no México. Apoiadas pelo programa Brazilian Materials, desenvolvido pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), as marcas registraram US$ 1,5 milhão em negócios imediatos durante o evento.

Durante a Anpic, o consultor do Núcleo de Design e Pesquisa da Assintecal, Marnei Carminatti, apresentou os destaques em produtos lançados na última edição do Inspiramais, resultado da pesquisa Periféricos, que explora novas tendências e materiais para a indústria de moda, com foco na emergência do “Sul global”.

O gestor de Mercado Internacional da Assintecal, Luiz Ribas Júnior, ressaltou a importância da presença brasileira no evento, mesmo em um cenário de menor demanda internacional. “Com expectativas de melhoras nos embarques, o mercado latino-americano deve ampliar seu protagonismo no comércio externo das nossas empresas”, afirmou Ribas Júnior. A feira reuniu compradores de 18 países, majoritariamente da América Latina, além dos mexicanos.

As empresas brasileiras participantes da 64ª edição da Anpic com apoio do Brazilian Materials foram Biatex, Fibertex, Usicon, Jotaclass, WS Metais, Artecola, Retma, Maquetec, Killing, Plastiluzzi, KSD, GP Matrizes, Primus Têxtil, Usitec, Rodamatrizes, Topcut, Tecmec, Reginato, Seta, Eva Formula, OTB e Arizona.

Foto: Assintecal/Divulgação | Fonte: Assessoria
18/11/2024 0 Comentários 337 Visualizações
Business

Lojistas gaúchos esperam aumento de vendas com o pagamento do 13º salário

Por Jonathan da Silva 18/11/2024
Por Jonathan da Silva

O comércio do Rio Grande do Sul espera um incremento nas vendas de final de ano impulsionado pelo pagamento do 13º salário aos trabalhadores dos setores público e privado. A expectativa é que cerca de R$ 13 bilhões sejam injetados na economia estadual, beneficiando aproximadamente 3,2 milhões de empregados formais. Datas como a Black Friday e o Natal são apontadas como momentos estratégicos para o consumo desse recurso extra.

O presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS), Vitor Augusto Koch, destacou o impacto positivo do 13º salário tanto para os consumidores quanto para o comércio. “O pagamento do 13º salário impulsiona a economia gaúcha. O dinheiro extra possibilita efetuar compras, quitar débitos e até poupar. Para o comércio, é uma oportunidade de incrementar vendas com iniciativas que favoreçam os consumidores”, afirmou Koch.

O dirigente também ressaltou a importância de os lojistas estarem preparados para atender à demanda, com foco em qualidade no atendimento e preços acessíveis. Koch mencionou que o uso do Cadastro Positivo pode ser vantajoso para consumidores que regularizam suas dívidas, permitindo acesso a condições de crédito mais favoráveis, como taxas de juros menores e prazos de pagamento mais extensos.

Pagamentos e contexto econômico

O 13º salário será pago em duas parcelas: a primeira até 30 de novembro e a segunda até 20 de dezembro. Os descontos de Imposto de Renda e INSS incidem sobre a segunda parcela, que tem valor reduzido. O público de aposentados e pensionistas do INSS, estimado em 2,3 milhões de pessoas no Rio Grande do Sul, não estará entre os beneficiados neste final de ano, uma vez que o pagamento extra foi realizado antecipadamente em abril e maio de 2024.

O comércio gaúcho vê no período uma oportunidade de recuperação econômica, especialmente em um cenário de maior circulação de recursos por meio do 13º salário.

Foto: Mateus Andre/Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
18/11/2024 0 Comentários 366 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de calçados até outubro caem 17,8%

Por Jonathan da Silva 18/11/2024
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de calçados registraram uma queda de 17,8% em receita e 20,7% em volume nos primeiros dez meses de 2024, conforme dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). Entre janeiro e outubro, foram exportados 81,2 milhões de pares, gerando US$ 827,73 milhões. No mês de outubro, os embarques somaram 9,56 milhões de pares, com receita de US$ 91,43 milhões, quedas de 19% em volume e 8,6% em receita em comparação com o mesmo mês do ano passado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, atribui o desempenho negativo às dificuldades nos mercados dos Estados Unidos e Argentina, principais destinos dos calçados brasileiros. “Devemos encerrar o ano com queda entre 15% e 20% nas exportações em volume. Para 2025, estimamos um crescimento modesto de até 0,5% ou queda de até 2%, diante de uma base de comparação já fraca”, afirmou Ferreira.

Destinos das exportações

Os Estados Unidos permanecem como principal mercado para os calçados brasileiros, com 8,32 milhões de pares exportados entre janeiro e outubro, gerando US$ 179,9 milhões. Esses números representam quedas de 3,5% em volume e 5,9% em receita em comparação ao mesmo período de 2023.

A Argentina aparece como segundo maior destino, com 10,74 milhões de pares e US$ 177,5 milhões em receita, quedas de 16,7% e 12,5%, respectivamente. No entanto, em outubro, houve aumento de 57% no volume e 32,3% na receita. “Apesar da leve melhora na economia interna, o mercado argentino segue instável, com avanço do calçado asiático”, avaliou Ferreira.

O Paraguai ocupa a terceira posição, com 6,9 milhões de pares e receita de US$ 36,8 milhões entre janeiro e outubro, quedas de 21,6% em volume e 12,7% em receita.

Origens das exportações

O Rio Grande do Sul lidera as exportações de calçados, com 27 milhões de pares enviados entre janeiro e outubro, gerando US$ 410 milhões. O estado registrou quedas de 11,2% em volume e 12,2% em receita. Ceará e São Paulo aparecem na sequência, com 25 milhões e 4,94 milhões de pares exportados, respectivamente, ambos também registrando quedas significativas.

Importações em alta

Contrariando o movimento das exportações, as importações de calçados cresceram 21% em volume e 3,7% em receita entre janeiro e outubro, totalizando 29,8 milhões de pares e US$ 391,74 milhões. Os principais fornecedores continuam sendo Vietnã, China e Indonésia.

As importações de produtos vietnamitas somaram 9,98 milhões de pares e US$ 185,33 milhões, alta de 21,2% em volume e 0,4% em receita. Da Indonésia, vieram 5,44 milhões de pares, gerando US$ 87,94 milhões, incrementos de 53,5% e 23,6%, respectivamente.

Em partes de calçados, como solados e palmilhas, as importações cresceram 27,5%, atingindo US$ 30,28 milhões no acumulado do ano. As principais origens desses itens foram China, Paraguai e Colômbia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/11/2024 0 Comentários 271 Visualizações
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Exportações da indústria de transformação do RS crescem 5% em outubro

Por Jonathan da Silva 18/11/2024
Por Jonathan da Silva

As exportações da indústria de transformação do Rio Grande do Sul registraram um aumento de 5% em outubro de 2024, totalizando US$ 1,5 bilhão de receita. O crescimento, equivalente a US$ 71,7 milhões em relação ao mesmo período do ano anterior, foi impulsionado pelo aumento de 9,8% nos preços médios de venda, apesar da queda de 4,4% na quantidade embarcada.

O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Claudio Bier, destacou a importância desse resultado para a recuperação econômica do estado após as dificuldades enfrentadas devido a uma catástrofe climática no primeiro semestre. “Precisamos estar atentos, pois a recuperação depende de um bom e contínuo desempenho nas vendas da indústria”, afirmou Bier.

De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, dos 23 segmentos exportadores da indústria de transformação, 12 apresentaram crescimento em outubro.

Segmento de alimentos registra queda de 14,9%

O setor de alimentos teve um faturamento de US$ 426,8 milhões, uma redução de US$ 74,9 milhões (-14,9%) em comparação com outubro de 2023. A queda foi atribuída a uma redução de 23,4% nas quantidades exportadas, embora os preços médios tenham aumentado 11,1%. Dentro desse segmento, o ramo de óleos vegetais em bruto, que exportou principalmente para o Irã, faturou US$ 148,2 milhões, uma queda de US$ 49,8 milhões. O setor de abate de aves, com foco em exportações para os Países Baixos, registrou receita de US$ 107,7 milhões, uma diminuição de US$ 5,2 milhões.

Exportações de máquinas e equipamentos aumentam 174,9%

O segmento de máquinas e equipamentos foi destaque nas exportações, com um faturamento de US$ 276,9 milhões, um crescimento significativo de 174,9% (US$ 176,2 milhões) em relação a outubro do ano anterior. O aumento foi atribuído a uma demanda internacional elevada, com uma expansão de 64,4% nos preços médios e de 67,2% nas quantidades embarcadas. As exportações foram impulsionadas por vendas atípicas, como os US$ 141,4 milhões em máquinas para saneamento básico e os US$ 47,7 milhões em fornos industriais e equipamentos para instalações térmicas, ambos destinados à Coreia do Sul.

Tabaco tem queda de 18,2% nas exportações

O setor de tabaco registrou exportações de US$ 176,6 milhões, uma redução de 18,2% (US$ 39,3 milhões) em comparação com outubro de 2023. Apesar de um aumento de 31,4% nos preços médios, a quantidade exportada caiu 37,8%, impactando a receita do setor. O principal ramo, Processamento industrial do tabaco, obteve US$ 164,3 milhões em exportações, com os principais destinos sendo Bélgica, Vietnã e Hong Kong.

Importações caem 15,4%

Em outubro, o Rio Grande do Sul importou US$ 1,2 bilhão em mercadorias, uma redução de 15,4% (US$ 215,2 milhões) em relação ao mesmo período do ano anterior. O segmento de químicos representou 26,9% das importações totais, com US$ 317,9 milhões em compras, uma queda de 31,6%. Entre os produtos químicos importados, destacaram-se intermediários para fertilizantes (US$ 110,2 milhões) da Arábia Saudita e adubos e fertilizantes (US$ 84,3 milhões) da China.

Mais detalhes sobre os resultados do comércio exterior da indústria de transformação gaúcha estão disponíveis no Observatório da Indústria RS, em observatoriodaindustriars.org.br/inteligencia-areas/comercio-exterior.

Foto: Jcomp/Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
18/11/2024 0 Comentários 407 Visualizações
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