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Setores de aves, suínos e ovos crescem no Brasil em 2024

Por Jonathan da Silva 16/12/2024
Por Jonathan da Silva

A produção e o consumo de carnes de frango, suína e ovos registraram crescimento no Brasil em 2024 e têm expectativas positivas para 2025, conforme dados divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) em coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira (12), em São Paulo. As exportações também devem alcançar novos patamares no próximo ano.

Carne de frango

Em 2024, a produção final de carne de frango deve alcançar até 15 milhões de toneladas, representando um aumento de 1,1% em relação a 2023. Do total, 9,7 milhões de toneladas foram destinadas ao mercado interno, mantendo-se praticamente estável em relação ao ano anterior. O consumo per capita da proteína deve chegar a 45,6 quilos, crescimento de 1,1% em comparação com 2023.

No mercado externo, as exportações de carne de frango devem atingir 5,3 milhões de toneladas, uma alta de 3,1% em relação ao ano passado. Para 2025, as projeções indicam um aumento na produção para até 15,3 milhões de toneladas (+2,7%) e exportações de até 5,4 milhões de toneladas (+1,9%).

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, destacou as perspectivas de novos mercados. “São esperadas aberturas na América Central e África, além de reforço nos embarques para América Latina e Ásia, o que ampliará a diversificação de destinos para os nossos produtos”, ponderou o dirigente.

Carne suína

A produção de carne suína deve atingir 5,35 milhões de toneladas ao fim de 2024, um aumento de 3,8% em relação ao ano anterior. A disponibilidade interna deverá alcançar 4 milhões de toneladas, crescimento de 1,9%. O consumo per capita deve chegar a 19 quilos, um aumento de 3,8% em comparação a 2023.

As exportações do setor devem alcançar 1,35 milhão de toneladas, um crescimento de 9,8% em relação ao ano anterior. Para 2025, a projeção é de 5,45 milhões de toneladas produzidas (+2%) e exportações de até 1,45 milhão de toneladas (+7,4%).

Santin destacou a expectativa de aumento nas exportações para a China e na habilitação de novas plantas exportadoras para mercados da América Latina. “O consumo interno será favorecido pela competitividade do produto, com custos de produção equilibrados”, afirmou o presidente da ABPA.

Setor de ovos

A produção de ovos deve atingir 57,6 bilhões de unidades ao fim de 2024, um aumento de 9,8% em relação ao ano anterior. O consumo per capita no Brasil está projetado para 269 unidades, um crescimento de 11,2%.

As exportações do setor, entretanto, devem apresentar queda de 29,5% em relação ao ano anterior, totalizando 18 mil toneladas. Para 2025, a expectativa é de crescimento na produção para 59 bilhões de unidades (+2,4%) e exportações de até 21 mil toneladas (+16,7%).

Santin destacou o aumento da demanda doméstica. “O consumo de ovos deve alcançar níveis nunca antes experimentados no país, consolidando-se como item básico. No mercado externo, espera-se a abertura de novos mercados no bloco europeu e no Reino Unido, o que deve trazer resultados positivos”, comentou o dirigente.

Foto: GPoint Studio/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/12/2024 0 Comentários 643 Visualizações
Business

Artecola investe em Capital Cultural como estratégia de negócio

Por Marina Klein Telles 16/12/2024
Por Marina Klein Telles

A Artecola Química deu um novo e importante passo em seu processo de transformação cultural. Depois de etapas de diagnóstico, análises e validação de informações, o desenho de sua Cultura Meta foi finalizado e apresentado a todos os colaboradores, das nove unidades que operam em seis países. A estratégia de investir no Capital Cultural da empresa é destaca pelo Presidente Executivo, Eduardo Kunst, como um movimento diferenciado. “Temos trabalhado há alguns anos em planejamento e ações para projetar a Artecola do futuro. Identificamos que a Cultura é o principal valor nessa construção e implantamos um processo inovador para definir o perfil desejado. Assim, em um processo de cocriação com toda nossa equipe, construímos nossa Cultura Meta”, afirma o empresário.

O diagnóstico inicial foi realizado a partir de uma pesquisa com todos os colaboradores, aplicada com o apoio de uma consultoria internacional. Cada pessoa avaliou como via seus próprios valores, os valores da empresa naquele momento e os valores desejáveis para a companhia, em sete aspectos. Entre eles, o desenvolvimento sustentável e a excelência operacional. “A partir desse diagnóstico, passamos a trabalhar na construção da Cultura desejada. Com a participação de todos, iniciamos um processo de profunda transformação que ainda é pouco aplicado nas empresas, o que o torna pioneiro e inovador”, enfatiza o Presidente.

Em 2024, depois de definida a Cultura Meta Artecola, houve um momento prévio de preparação das lideranças, dentro da metodologia de exemplo a partir das lideranças. O resultado do diagnóstico e a Cultura desejada foram então apresentados a todas as equipes. “A Cultura Meta alinha o senso de direção e propósito, orientando os esforços de toda a empresa. Agora vamos fortalecer em nossas múltiplas operações a construção de uma jornada rumo à cultura unificada, integrada e alinhada que buscamos entre todas as unidades. Para chegarmos a uma só Artecola, a Artecola Multilatina em sua essência”, resume Kunst. São esperadas melhorias tangíveis no desempenho de líderes, equipes e de toda a organização.

A cultura meta

Com base no diagnóstico e avaliações, a Visão da empresa foi aperfeiçoada: Ser o melhor aliado de negócios em adesivos e laminados termomoldáveis da América Latina, promovendo o desenvolvimento sustentável da região. Já a expressão Unimos o que junto tem mais valor do que separado passou a significar o Propósito da companhia. “Temos as lideranças promovendo nossa Cultura Meta com seu exemplo, e todos os colaboradores promovendo essa jornada, fazendo sua parte para termos uma Artecola melhor a cada dia, mais sustentável e onde as pessoas cresçam junto com a empresa”, diz o executivo.

Quatro pilares, ou Valores, foram definidos como base para o novo desafio: Melhoria Contínua, Excelência Operacional, Marcar a Diferença e Desenvolvimento Sustentável. Eles estão conectados à Missão da Artecola, que foi revisada e redesenhada: Desenvolvemos, fabricamos e fornecemos soluções em adesivos e laminados termomoldáveis para clientes industriais, redes de distribuição comercial e usuários finais. “Estas mudanças reforçam a compreensão sobre o que fazemos, por que e para quem. Com a Meta Cultura Artecola, não apenas estas questões ficam respondidas, como todos sabem a forma de ação para seguirmos em desenvolvimento”, enfatiza o Presidente Executivo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/12/2024 0 Comentários 384 Visualizações
Business

Pesquisa aponta diminuição da intenção de compra no comércio informal neste Natal

Por Jonathan da Silva 16/12/2024
Por Jonathan da Silva

A intenção de compra no comércio informal registrou queda de 6,6% neste Natal, passando de 24,8% em 2023 para 18,1% em 2024. Os dados foram levantados em pesquisa realizada pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Porto Alegre (CDL POA), que atribui a mudança ao maior poder de consumo da população.

De acordo com o economista-chefe da CDL POA, Oscar Frank, o comércio informal costuma atrair consumidores com orçamento limitado. “A procura por bens transacionados no comércio informal costuma ser uma válvula de escape para aqueles que desejam presentear nas datas comemorativas, mas cujo orçamento encontra-se apertado. Logo, a maior procura por estabelecimentos formais pode ser interpretada como o fortalecimento da renda disponível pelas pessoas”, explicou Frank.

O representante da entidade também destacou a relação entre o aumento no consumo formal e a melhora nos indicadores econômicos. “A taxa de desemprego, que já era baixa para os padrões gaúchos no terceiro trimestre de 2023 (5,4%), recuou para 5,1% ao longo do mesmo período de 2024. Esse indicador sinaliza para um acirramento da disputa por mão de obra escassa, o que gera ganhos salariais acima da inflação para os colaboradores”, afirmou Frank.

Principais locais de compra

Além da queda no comércio informal, a pesquisa da CDL POA revelou os principais locais onde os consumidores pretendem realizar suas compras neste Natal. Segundo os dados, 44,9% planejam comprar em lojas de shoppings, 42,6% optarão por aquisições online e 38,6% pretendem comprar em lojas de rua.

A pesquisa completa pode ser acessada no site da CDL Porto Alegre, em conteudo.cdlpoa.com.br/pesquisa-natal-2024.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/12/2024 0 Comentários 358 Visualizações
Business

Rissul inaugurará nova loja em Novo Hamburgo no dia 20 de dezembro

Por Jonathan da Silva 16/12/2024
Por Jonathan da Silva

O Rissul anunciou que a inauguração de sua quarta loja em Novo Hamburgo, localizada no bairro Pátria Nova, será realizada nesta sexta-feira, dia 20 de dezembro. A unidade, situada na Rua Bento Gonçalves, nº 480, esquina com a Rua Jahu, contou com um investimento de R$ 45 milhões e amplia a presença da rede administrada pela holding UnidaSul no município do Vale do Sinos.

Segundo o diretor de Varejo da UnidaSul, Robert Marks, a nova loja busca atender uma região ainda não contemplada pela rede. “Agora vamos ser um ponto de conveniência no local, oferecendo qualidade no atendimento, com padrão do Rissul, além de um grande mix de produtos, com destaque para setores como padaria, açougue e hortifrúti”, afirmou Marks.

Diferenciais e estrutura

A loja conta com uma área total de 4,9 mil m², sendo 2 mil m² destinados à área de vendas. Entre os destaques está o sistema de autoatendimento na padaria, que permite aos clientes escolher e embalar os produtos diretamente nos balcões. “Todo mundo gosta de escolher o pão que quer levar, mais assado, menos assado. Agora ele mesmo pode fazer isso”, explicou Marks.

Além disso, a nova unidade traz o conceito atualizado da rede, “Prazer em fazer você feliz”, que inclui fachada moderna, layout interno renovado, melhorias na sinalização dos setores e iluminação diferenciada nos corredores. Este projeto já foi implementado em outras cidades, como Porto Alegre, Canoas, Estância Velha, Três Coroas e Sapiranga.

A loja também disponibiliza seis caixas de autoatendimento (self checkouts) e 107 vagas de estacionamento, sendo duas com carregadores para carros elétricos.

Projeto de como será a unidade do Rissul no bairro Pátria Nova

Impacto na comunidade

A operação gerou 170 empregos diretos e oferece um mix de 14 mil itens, incluindo hortifrúti frescos e variedades de açougue e padaria. Marks destacou a importância do empreendimento para a cidade, afirmando que “os consumidores podem esperar uma experiência de compras melhor e maior, com um mix diferenciado e a mesma alta qualidade já conhecida”. Com esta inauguração, o Rissul soma 35 lojas no Rio Grande do Sul.

Serviço

  • O quê: Inauguração do mercado Rissul no bairro Pátria Nova
  • Quando: Sexta-feira, 20 de dezembro
  • Onde: Rua Bento Gonçalves, nº 480, esquina com a rua Jahu, bairro Pátria Nova, Novo Hamburgo
  • Tamanho: área total de 4.9 mil m², sendo 2 mil m² de área de venda
  • Equipe: 170 colaboradores
  • Produtos: Mix com 14 mil itens
  • Estrutura: 11 checkouts e 6 self checkouts (caixas de autoatendimento) | 107 vagas de estacionamento, sendo duas com carregadores para carros elétricos
Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/12/2024 1 Comentário 841 Visualizações
Business

Inadimplência no RS cresce em novembro, mas segue abaixo dos níveis pré-enchentes

Por Jonathan da Silva 16/12/2024
Por Jonathan da Silva

A inadimplência entre pessoas físicas e jurídicas no Rio Grande do Sul registrou alta em novembro de 2024 conforme o Indicador de Inadimplência da CDL Porto Alegre (CDL POA). Apesar do crescimento em relação a outubro, de 0,22% entre PFs e 0,19% em PJs, os índices permanecem abaixo dos níveis observados antes das enchentes que atingiram o estado em abril.

Entre as pessoas físicas, o estado soma um percentual de 31,89% de inadimplentes. O resultado é 0,72% inferior ao obtido no período pré-enchentes, em abril, quando o Rio Grande do Sul somava 32,61% de pessoas físicas inadimplentes. No total, são 2,7 milhões de CPFs negativados a nível estadual de acordo com dados do Equifax | Boa Vista. No caso das pessoas jurídicas, são 12,82% de PJs inadimplentes no estado, com um total de 181.667 CNPJs negativados no Rio Grande do Sul.

Os indicadores também consideraram a inadimplência em Porto Alegre, que atualmente é de 33,08% entre as pessoas físicas, um aumento de 0,09% em relação a outubro e baixa de 1,26% ante abril, e de 14,53% entre as pessoas jurídicas, elevação de 0,13% comparado ao mês anterior.

Dados de inadimplência entre pessoas físicas (PF)

  • Rio Grande do Sul: Taxa de 31,89%, um aumento de 0,22% em relação a outubro
  • Porto Alegre: Taxa de 33,08%, com alta de 0,09% no mesmo período
  • Comparação com abril: Os índices seguem abaixo dos níveis pré-enchente (32,61% no RS e 34,34% em Porto Alegre).
  • Número de negativados: 2,735 milhões de CPFs no RS e 355.583 em Porto Alegre, segundo dados da Equifax | Boa Vista e estimativas baseadas no Censo 2022 do IBGE

Dados de inadimplência entre pessoas jurídicas (PJ)

  • Rio Grande do Sul: Taxa de 12,82%, avanço de 0,19% em relação a outubro
  • Porto Alegre: Taxa de 14,53%, crescimento de 0,13% no mesmo período
  • Número de empresas negativadas: 181.667 CNPJs no RS e 32.929 em Porto Alegre, conforme levantamento da Equifax | Boa Vista e o Mapa das Empresas do Governo Federal

Análise econômica

O economista-chefe da CDL POA, Oscar Frank, explicou que a redução na inadimplência durante os meses críticos após a crise climática, entre maio e junho, foi impulsionada pela injeção de recursos emergenciais e contenção de gastos das famílias devido às limitações de mobilidade. “Com o dinheiro em circulação diminuindo e a normalização da mobilidade, os indicadores voltam a sofrer pressão para cima, mas ainda permanecem abaixo dos níveis de abril”, afirmou o economista.

No caso das empresas, Frank destacou o impacto do programa “Desenrola Pequenos Negócios”, que tem permitido a renegociação de dívidas de micro e pequenas empresas desde abril. Porém, fatores como a inflação ao produtor, que acumulou alta de 6,97% nos últimos 12 meses, e a desvalorização cambial têm pressionado os custos das empresas. “O aumento da inadimplência PJ no Rio Grande do Sul reflete uma natural acomodação após cinco meses consecutivos de quedas no indicador”, avaliou o representante da entidade.

O economista também apontou desafios relacionados à elevação da taxa básica de juros (Selic), projetada para terminar o ano em 14,25%. “O cenário econômico doméstico e externo conturbados reduzem o espaço para cortes nos juros no próximo ano”, concluiu Frank.

O indicador

O Indicador de Inadimplência CDL POA, criado pelo Núcleo Econômico da entidade, mede mensalmente a inadimplência de consumidores e empresas no estado e em Porto Alegre com base nos dados restritivos da Equifax | Boa Vista. O levantamento sobre pessoas físicas foi iniciado em fevereiro de 2022 e inclui restrições relacionadas a crédito, cheques, protestos e ações judiciais.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/12/2024 0 Comentários 311 Visualizações
Business

Agência Gampi anuncia criação de duas novas empresas e reestruturação estratégica

Por Jonathan da Silva 16/12/2024
Por Jonathan da Silva

A agência hamburguense de comunicação Gampi, com 18 anos de atuação no mercado, anunciou a criação de duas novas empresas, LYP (Live Your Purpose) e Boome, e a nomeação de Miti Brogni como Diretora Geral de Operações. A iniciativa marca um movimento estratégico para fortalecer a posição da empresa no setor e atender a demandas específicas de mercado.

As novas empresas, anteriormente posicionadas como núcleos internos da Gampi, agora atuarão de forma independente. A LYP terá foco em branding e estratégia, ajudando marcas a expressarem seus propósitos de forma consistente e conectada aos consumidores. A Boome, por sua vez, terá expertise em performance digital, com o objetivo de gerar resultados escaláveis para marcas em plataformas online.

Essa estrutura independente permitirá que mais empresas tenham acesso a nossos serviços de forma personalizada. Para quem busca uma abordagem completa, Gampi, LYP e Boome podem atuar de forma integrada, garantindo excelência nas entregas”, afirmou o CEO da Gampi, Maicon Dias.

Estratégia integrada e expansão

A Gampi procura reforçar sua atuação como um hub de soluções em comunicação, unindo posicionamento estratégico, criatividade e performance digital. Segundo Dias, o alinhamento entre as novas empresas permitirá atender a clientes em diferentes fases do negócio, desde o desenvolvimento de marcas até estratégias de crescimento.

A nomeação de Miti Brogni como Diretora Geral de Operações tem a intenção de reforçar a nova fase da agência. Ex-Gerente de Projetos da Gampi, Miti será responsável por alinhar as entregas à visão estratégica renovada. A empresa projeta triplicar seu faturamento nos próximos anos, apostando na integração de serviços e na expansão de negócios. “Estamos dando um passo além, saindo do modelo atual de agência para nos tornarmos um ecossistema que transforma marcas e conecta propósitos”, pontuou Dias.

Novas lideranças

As lideranças das novas empresas são vistas como consolidadas no mercado. Luciana Leie, ex-coordenadora de planejamento da Gampi, assumirá como sócia da LYP. “Criar uma marca é um exercício diário de disciplina”, destacou Leie. A Boome será liderada por Daniel Rost Dreyer, ex-CTO da Gampi, com a missão de oferecer soluções sólidas no meio digital. “Nosso objetivo é acelerar resultados de forma sólida, comprometida e com responsabilidade”, afirmou Dreyer.

Foto: Gampi/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/12/2024 0 Comentários 326 Visualizações
Business

Empresas aniversariantes e imprensa recebem homenagem no Prato Principal da ACI

Por Marina Klein Telles 16/12/2024
Por Marina Klein Telles

Três associadas que aniversariam em dezembro foram homenageadas pela ACI, na última quinta-feira, dia 12, durante o Prato Principal, no Centro de Eventos do Swan Tower Novo Hamburgo. Os seus representantes receberam o troféu alusivo e posaram, ao final, para foto coletiva com o presidente Robinson Klein, que comandou a cerimônia. A homenagem obedece ao critério de fundação a cada cinco anos.

10 anos
Roman Projetos e Planejamentos Industriais I Valdemar Masselli Junior

25 anos
Multi Armazéns I Carolina Scocco e Ramon Arnold
Revista Expansão I Ana Maribel Pacheco e Sérgio Jost

Também foram homenageados profissionais da imprensa que, ao longo do ano, participaram de atividades da entidade e as divulgaram em seus respectivos veículos. São eles: Alejandro Malo (Band TV e Jornal NH), Luís Vieira (Revista Tecnicouro), Cláudio Alves (Vale TV/Estação Hamburgo, Giovani Dias (Radialista), Mauro Moraes (GBM Comunicação), Milton Grabin (GBM Comunicação), Taila Rheinheimer (Grupo Sinos), Rodrigo Steffen (Vale TV), Bruno Hollanda (Jornal O Vale), Jeison Rodrigues (CDL NH), Kátia Caxambu (Vale do Sinos.org), Lucia Maggioni (Rádio 88.7 FM), Leila Ermel (Estância Velha Notícias), Patrícia (Estância Velha Notícias), Mauri Spengler (A Gazeta de Campo Bom), Marina Klein Teles (Revista Expansão), Alexandre Bitello (Revista Expansão), Francine Silva (Grupo Sinos), Letícia Breda (ABC Domingo), Renan Senff (Rádio Felicidade FM) e João Ávila (Sindilojas Vale Germânico).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/12/2024 0 Comentários 360 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de carne de frango crescem 23,2% em novembro

Por Jonathan da Silva 09/12/2024
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne de frango alcançaram 465,1 mil toneladas em novembro de 2024, um aumento de 23,2% em comparação com o mesmo período de 2023, quando foram exportadas 377,4 mil toneladas. O crescimento foi ainda maior na receita, que registrou alta de 32,1%. Em novembro deste ano, o setor arrecadou US$ 893,4 milhões, ante US$ 676,1 milhões no mesmo mês do ano passado. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (6) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Entre janeiro e novembro de 2024, o Brasil exportou 4,845 milhões de toneladas de carne de frango, um aumento de 3,7% em relação ao mesmo período de 2023, quando foram exportadas 4,671 milhões de toneladas. A receita acumulada foi de US$ 9,071 bilhões, um crescimento de 1% em comparação com os US$ 8,977 bilhões obtidos no ano anterior.

Destinos das exportações

A China liderou as compras de carne de frango brasileira em novembro, com 46,3 mil toneladas, um aumento de 17% em relação ao mesmo período de 2023. Outros mercados de destaque foram o Japão, com 34,8 mil toneladas (+7,3%); os Emirados Árabes Unidos, com 34,2 mil toneladas (+6,4%); o México, com 33,7 mil toneladas (+99,8%); e a União Europeia, com 23 mil toneladas (+62,8%). Por outro lado, a Arábia Saudita reduziu as importações em 6,3%, totalizando 29,8 mil toneladas.

Segundo o presidente da ABPA, Ricardo Santin, os números refletem um crescimento consistente. “As exportações de carne acumularam altas consecutivas nos últimos três meses e devem confirmar as previsões positivas do setor para 2024”, afirmou Santin.

Principais estados exportadores

O Paraná se mantém como o maior exportador nacional de carne de frango, com 182,1 mil toneladas embarcadas em novembro (+26%). Na sequência, estão Santa Catarina, com 105,2 mil toneladas (+15,2%); Rio Grande do Sul, com 65,1 mil toneladas (+16,5%); São Paulo, com 27,5 mil toneladas (+20,9%); e Goiás, com 18,2 mil toneladas (+4,6%).

Coletiva sobre projeções do setor

A ABPA realizará uma coletiva de imprensa nesta quinta-feira, dia 12 de dezembro, em São Paulo, para apresentar dados e projeções do setor de avicultura e suinocultura para 2024. O evento será híbrido, com transmissão para outros estados, e contará com a presença do presidente Ricardo Santin e outros dirigentes da entidade.

Foto: Azerbaijan Stockers/Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/12/2024 0 Comentários 294 Visualizações
Business

Produção de calçados no Brasil deve ultrapassar 890 milhões de pares em 2024

Por Jonathan da Silva 09/12/2024
Por Jonathan da Silva

A indústria calçadista brasileira deve encerrar 2024 com um crescimento de mais de 3% na produção, alcançando 890 milhões de pares conforme dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). O desempenho é atribuído principalmente ao aumento no consumo interno, impulsionado pela redução do desemprego e pela elevação da renda média no país.

No entanto, as exportações do setor enfrentaram queda em 2024. O volume embarcado deve recuar até 20% em comparação com o ano anterior, impactado por dificuldades nos mercados dos Estados Unidos e da Argentina. “Mais de 85% das vendas da indústria vêm do mercado interno, o que tem sido essencial. Porém, as exportações sofreram com a diminuição de embarques para os Estados Unidos e a Argentina, apesar de uma leve recuperação no mercado argentino nos últimos meses”, afirmou o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira.

Projeções para 2025

Para 2025, a Abicalçados projeta um crescimento de cerca de 2%, com a produção totalizando 904 milhões de pares, o que superaria os níveis registrados antes da pandemia de Covid-19, em 2019. Segundo Ferreira, o mercado doméstico continuará a ser o principal impulsionador do setor. Já as exportações devem apresentar estabilidade, com uma variação estimada entre crescimento de 0,2% e queda de 1,9% em relação a 2024.

Desafios para o setor

Entre os desafios para o próximo ano, Ferreira destacou a oneração gradual da folha de pagamentos com o fim da desoneração ampla, um tema em discussão na Reforma Tributária. “Taxar a criação de empregos é uma insanidade que contraria o fortalecimento da indústria nacional e a geração de postos de trabalho”, opinou o dirigente da entidade.

Outro obstáculo é a alta taxa de juros, que deve fechar 2024 em 12,25%, dificultando os investimentos no setor segundo Ferreira, que também apontou o endividamento elevado das famílias brasileiras como um entrave ao consumo interno e destacou a necessidade de proteger a indústria nacional diante da concorrência de calçados asiáticos, que se intensifica com o crescimento do e-commerce internacional.

Dados do setor

O Brasil é o quinto maior produtor de calçados do mundo e lidera a produção no ocidente. O setor reúne mais de 5 mil empresas, em sua maioria micro e pequenas, e emprega diretamente cerca de 296 mil pessoas em todo o país.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/12/2024 0 Comentários 709 Visualizações
Business

Fiergs avalia que acordo Mercosul-UE pode beneficiar indústria gaúcha

Por Jonathan da Silva 09/12/2024
Por Jonathan da Silva

A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) demonstrou otimismo com o anúncio do acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia, realizado na sexta-feira (6). O presidente da Fiergs, Claudio Bier, destacou as possíveis vantagens para a economia brasileira e para a indústria gaúcha, especialmente no aumento do fluxo de comércio e investimentos entre as duas regiões.

A concretização do acordo é um passo importante para o futuro da economia do Brasil e do Rio Grande do Sul. Poderá nos trazer crescimento do fluxo de comércio e de investimentos, maior inserção do Brasil nas cadeias globais de valor, aumento da diversificação econômica e fortalecimento do Mercosul”, afirmou Claudio Bier.

O dirigente, no entanto, ressaltou que o processo ainda depende da aprovação dos dois blocos, incluindo o Conselho da União Europeia, para sua implementação total.

Benefícios para a indústria gaúcha

Entre os setores que podem se beneficiar diretamente, Bier destacou a indústria alimentícia, que deve ter maior acesso ao mercado europeu. O acordo prevê a isenção de 82% das importações agrícolas do Mercosul e tarifas preferenciais para 97% dos produtos. “De uma maneira geral, o acordo é benéfico para o Rio Grande do Sul. No entanto, segmentos como Máquinas e Equipamentos, Equipamentos Elétricos e Bebidas enfrentarão maior concorrência do mercado europeu, exigindo competitividade em qualidade e preços médios”, observou o dirigente.

Segundo Bier, o acordo também abre possibilidades para o crescimento de setores como celulose, soja, carnes, tabaco, couro, calçados, móveis e máquinas agrícolas. Além disso, o dirigente mencionou benefícios como a redução de barreiras tarifárias e não-tarifárias, maior segurança jurídica para transações comerciais e o impacto positivo no comércio e em negociações internacionais futuras.

Comércio com a União Europeia

Em 2023, o Rio Grande do Sul foi o sexto estado brasileiro que mais exportou para a União Europeia e o sétimo que mais importou do bloco. A União Europeia foi o segundo principal destino das exportações gaúchas, representando 13,4% do total, e a terceira principal origem das importações, com 12%.

Foto: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/12/2024 0 Comentários 317 Visualizações
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