Mais vistas
Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional...
Klin Calçados leva inovação sustentável e tecnologia inédita à FIMEC
CPI dos Pedágios cobra suspensão do leilão do Bloco 2...
Defesa Civil alerta para temporais no RS neste começo de...
Missão do Sebrae RS à NRF impulsiona varejo gaúcho a...
Guarda Municipal de Novo Hamburgo realiza operação no bairro Canudos
Receita Certa libera R$ 294 mil para 66 mil moradores...
Gaúcha Salva acelera expansão e mira novos mercados após ciclo...
Saúde mental de adolescentes desafia escolas na era digital
Feevale apresenta revitalização da Biblioteca do Câmpus I
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Categoria

Business

Business

Marca gaúcha de kombuchas lança o primeiro refrigerante prebiótico e orgânico do país

Por Marina Klein Telles 27/01/2026
Por Marina Klein Telles

Pioneira na produção de kombucha na América Latina, a gaúcha TAO celebra dez anos como referência nacional em bebidas funcionais e orgânicas e inaugura uma nova fase com o lançamento do primeiro refrigerante prebiótico e orgânico do Brasil. O movimento ocorre em um momento simbólico para a empresa, que em 2024 enfrentou perdas significativas provocadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul e, meses depois, um incêndio em sua fábrica, em Porto Alegre. Os episódios aceleraram decisões estratégicas, impulsionando a marca a evoluir, diversificar seu portfólio e fortalecer seu propósito de entregar produtos limpos, saudáveis e com sabor real.

O lançamento responde ao avanço do mercado wellness, ao crescimento da alimentação consciente e à demanda crescente por bebidas naturais. Nos últimos anos, o segmento funcional tem se expandido em ritmo superior ao das categorias tradicionais, impulsionado por consumidores que buscam rótulos transparentes, fórmulas simples e benefícios reais. A leitura desse cenário norteou a decisão de ampliar a atuação da TAO, posicionando a empresa entre os protagonistas da nova geração de bebidas funcionais no país.

Desenvolvida ao longo de 14 meses de pesquisa, a nova linha é livre de conservantes artificiais (sorbato de potássio e benzoato de sódio), e passou por testes sensoriais, validações industriais e diversos ajustes até atingir o padrão esperado. Os sabores Abacaxi, Morango & Melancia e Pink Lemonade são preparados com frutas in natura, reforçando o compromisso da marca com ingredientes orgânicos certificados, parcerias com pequenos produtores e processos rigorosos de qualidade.

Segundo Raquel Abegg Leyva, cofundadora da TAO, optar por frutas reais foi determinante para diferenciar o produto no mercado. “Chegamos a testar versões com concentrados de suco convencionais — como a maioria do mercado faz —, mas logo percebemos que isso não entregava a experiência fresca e vibrante que buscávamos. Optar por frutas reais tornou o processo mais delicado, mais caro e mais trabalhoso, mas foi fundamental para garantir o sensorial característico da marca.” Atualmente, Raquel gerencia a marca ao lado da irmã, Heidi Abegg Leyva.

A estratégia de mercado contempla expansão nacional, fortalecimento em canais premium — como empórios, restaurantes, cafés e varejo qualificado — e maior presença nos principais centros consumidores. A TAO projeta dobrar o faturamento com o lançamento. O refrigerante prebiótico e orgânico da TAO já chega ao mercado cadastrado em grandes redes, como Angeloni, Bistek, Mercadinho São Luiz e Hortisabor, além de contar com distribuição prioritária pelo e-commerce, ampliando o acesso nacional.

No médio prazo, a empresa também mira a exportação, impulsionada pelo crescente interesse internacional por bebidas funcionais com ingredientes orgânicos, rótulo limpo e identidade brasileira.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/01/2026 0 Comentários 110 Visualizações
Business

ICF-RS renova mínima histórica: levantamento de intenção de consumo foi realizado em Porto Alegre

Por Marina Klein Telles 26/01/2026
Por Marina Klein Telles

A Fecomércio-RS divulgou os resultados da pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias Gaúchas (ICF-RS). O levantamento, realizado em Porto Alegre ao longo dos dez dias que antecedem o mês de referência, é conduzido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O ICF é composto por sete indicadores: dois relacionados ao mercado de trabalho, três vinculados ao consumo e dois ligados às perspectivas. Os resultados variam de 0 a 200 pontos, sendo que valores abaixo de 100 indicam percepção pessimista, mais intensa quanto mais próxima de zero.

O ICF-RS registrou 45,6 pontos em janeiro, com queda de 2,5% em relação a dezembro de 2025 e retração de 22,8% na comparação interanual, renovando a mínima histórica do indicador. Há 11 meses consecutivos o ICF apresenta retração. O resultado reflete uma dinâmica amplamente negativa, com cinco dos sete componentes apresentando recuo na margem e queda interanual em todos os subíndices.

Entre os destaques negativos, o Nível de Consumo Atual recuou para 35,0 pontos (-5,1% na margem), aprofundando o quadro de consumo enfraquecido, especialmente entre as famílias de menor renda. A Perspectiva Profissional atingiu 9,5 pontos, registrando a segunda queda consecutiva na margem, com recuo de 8,8%. A Situação Atual do Emprego também contribuiu negativamente, ao recuar para 69,4 pontos, enquanto a Perspectiva de Consumo apresentou leve queda (-0,1%), alcançando 53,1 pontos.

Por outro lado, a Situação da Renda Atual apresentou avanço, com segundo aumento consecutivo, ao crescer 1,7% e atingir 80,8 pontos, ainda que o indicador permaneça abaixo da linha de neutralidade, este é o indicador em maior nível entre os subindicadores do ICF. Já o Momento para Consumo de Bens Duráveis, apesar da alta marginal de 1,2%, segue em patamar historicamente deprimido (6,4 pontos), refletindo o impacto do crédito caro e restrito.

“Mesmo com a sustentação da renda, a confiança das famílias segue pressionada por restrições financeiras e pela elevada cautela nas decisões de gasto. O resultado de janeiro reforça a manutenção desse ambiente adverso, tornando o ato da venda desafiador para lojistas e prestadores de serviços. Nos próximos meses, a desoneração para faixas de renda inferiores a R$ 5.000,00 associadas a uma inflação mais bem comportada deve dar algum tipo de alívio a essa conjuntura”, avaliou Luiz Carlos Bohn, presidente da Fecomércio-RS/Sesc/Senac e IFEP. Veja a análise econômica e os dados completos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/01/2026 0 Comentários 123 Visualizações
Business

Em um ano, inadimplência cresce 8,7% e reforça cautela na concessão de crédito

Por Marina Klein Telles 26/01/2026
Por Marina Klein Telles

O ano de 2025 encerrou com crescimento do índice de inadimplência da pessoa física em Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul e no Brasil. No recorte local, o percentual passou de 29,9% em dezembro de 2024 para 32,5% em dezembro de 2025, variação de 2,6 pontos percentuais, o que representa um aumento de 8,7% ao longo dos últimos doze meses. Apesar da alta, o município mantém desempenho mais favorável em relação aos índices estadual e nacional, ainda que acompanhe a tendência de elevação observada ao longo do período, especialmente no segundo semestre.

No âmbito estadual e nacional, os dados reforçam um ambiente econômico mais restritivo para o consumo e o crédito. No Rio Grande do Sul, a inadimplência avançou de 32,6% para 35,8% no mesmo intervalo, crescimento de 3,2 pontos percentuais, com pico registrado em novembro de 2025, quando o índice alcançou 36,0%. No Brasil, o indicador evoluiu de 31,8% para 33,7%, alta de 1,9 ponto percentual, posicionando o cenário nacional em patamar intermediário entre o desempenho local e o estadual. O comportamento dos indicadores evidencia que, embora Santa Cruz do Sul apresente maior controle relativo, o contexto macroeconômico exerce influência direta sobre o mercado local.

Para o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Santa Cruz do Sul e Região (Sindilojas-VRP), Mauro Spode, os números reforçam a necessidade de decisões cada vez mais técnicas na concessão de crédito. “O crescimento da inadimplência ao longo de 2025 exigiu e seguirá exigindo do varejo maior rigor na análise do perfil dos consumidores, acompanhamento sistemático da carteira de clientes e atenção permanente aos sinais do mercado,” observa. Além disso, o dirigente ressalta que a preservação do equilíbrio financeiro das empresas passará por estratégias que conciliem estímulo às vendas com responsabilidade na oferta de crédito. “Quando a inadimplência sobe sempre há uma dificuldade maior para efetivação de vendas. Mas, como somos do varejo e resiliência é a nossa segunda marca, creio que será preciso criatividade e jogo de cintura para equilibrar a situação”, pondera.

A executiva do Sindilojas-VRP, Gicele Arruda, observa que o momento demanda postura preventiva e gestão ativa por parte dos lojistas. Ela destaca que ações como renegociação de dívidas, recuperação de crédito e uso de informações qualificadas tornam-se fundamentais para mitigar riscos e preservar a sustentabilidade dos negócios. “O cenário reforça a importância do planejamento financeiro e do monitoramento constante dos indicadores econômicos, especialmente diante da maior pressão exercida pelo ambiente estadual sobre o comércio regional”, recomenda Gicele.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/01/2026 0 Comentários 113 Visualizações
Business

”Economia Prateada: um consumidor que vale ouro” será tema de palestra no Sindilojas Vale Germânico

Por Marina Klein Telles 26/01/2026
Por Marina Klein Telles

Os dados anuais revelam que a população mundial está em processo de envelhecimento. Uma realidade, porém, mais do que desafio, uma grande oportunidade econômica. Essa será a abordagem da reunião-almoço Oficina de Negócios, do Sindilojas Vale Germânico, no dia 12 de março, a partir das 11 horas. A economista-chefe do Sistema Fecomércio-RS, Patrícia Palermo, traz a palestra ”Economia Prateada: um consumidor que vale ouro”.

Patrícia trará dados, análises e tendências sobre como o envelhecimento populacional, como esse processo molda o comportamento de consumo e a criação de novas demandas para o setor produtivo. “Vamos conversar sobre o rápido processo de envelhecimento da população, fatores condicionantes e impactos. O core da palestra é a sensibilização quanto ao potencial de consumo dessa população”, antecipa a economista, que ainda fará uma breve avaliação do cenário econômico atual e suas perspectivas.

O tema é pertinente. Números do Bank of America Merrill Lynch revelam que a chamada Economia Prateada movimenta US$ 7,1 trilhões no mundo, o que a torna a terceira maior atividade econômica global. No Brasil, esse público representa 20% do consumo, o que gera movimentação anual na casa dos R$ 1,6 trilhão. Soma-se a isso o fato de que 22% das pessoas com mais de 60 anos continuam ativas no mercado de trabalho, reforçando seu protagonismo econômico. No Rio Grande do Sul, o estado brasileiro líder em população “madura”, tem 20,16% de gaúchos com 60 anos ou mais.

A economista trará em sua palestra informações sobre as maiores oportunidade de negócios voltadas a esse público. São setores como saúde, cuidado, habitação, turismo, lazer e serviços financeiros, além de adaptações no varejo e na prestação de serviços. “Precisamos estar atentos às necessidades desse público, que busca qualidade, bem-estar, conveniência e experiências”, observa.

Patrícia Palermo é economista formada com láurea acadêmica na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, mestre e doutora em economia aplicada pela mesma universidade. Tem larga experiência no assessoramento econômico de empresas, entidades empresariais e cooperativas de crédito. É professora universitária desde 2004. Desde 2011 atua como economista-chefe da Fecomércio-RS. É professora da PUC-RS e das Faculdades São Francisco de Assis. Foi escolhida como Economista do Ano pelo Conselho Regional de Economia do RS em 2016.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/01/2026 0 Comentários 170 Visualizações
Business

Cadeia do tabaco precisa de soluções realistas e redução de danos, defende especialista

Por Marina Klein Telles 23/01/2026
Por Marina Klein Telles

A Federação Nacional dos Trabalhadores na Indústria do Tabaco (Fentitabaco) promoveu uma agenda institucional estratégica com foco na apresentação da cadeia produtiva do tabaco a formadores de opinião, reunindo indústria, processamento, produção rural e entidades representativas. A iniciativa teve como eixo central o fortalecimento do diálogo institucional, por meio da apresentação da cadeia produtiva a psicóloga especialista em redução de danos, Mônica Gorgulho. O evento foi realizado nesta quinta-feira, 22, na sede do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Alimentação de Santa Cruz do Sul e Região (Stifa).

Convidada para a visita técnica, a psicóloga Mônica Gorgulho destacou a necessidade de abordagens mais realistas no enfrentamento do uso de substâncias psicoativas. “O uso não se encerra por decreto. Por isso, a redução de danos é uma estratégia necessária e responsável”, afirma. Com mais de 30 anos de atuação, a especialista também observa que documentos internacionais precisam ser atualizados. “A Organização Mundial da Saúde está defasada em pontos da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco, que já previa, em sua crisma o em 2005, a redução de danos como instrumento possível”, complementa, ao defender soluções que considerem saúde pública, regulação e evidências.

Para o presidente da Fentitabaco, Rangel Marcon, a visita cumpre um papel institucional relevante ao permitir que o debate seja construído a partir da realidade. “Mostrar a cadeia produtiva, as condições de trabalho e a organização do setor é fundamental para combater estigmas e qualificar o diálogo público”, destaca. Segundo ele, o contato direto com a indústria e com o campo contribui para uma compreensão mais equilibrada sobre os impactos econômicos e sociais do tabaco na região.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Alimentação (Stifa), Éder Rodrigues, reforça que a iniciativa também valoriza quem está na base do processo produtivo. “Os trabalhadores precisam ser vistos como parte da solução, com respeito, segurança e reconhecimento”, afirma. A agenda incluiu café com a imprensa, visitas a empresas compradoras, produção de sementes, unidades industriais e processadoras, além de visita a produtor rural, com atividades concentradas ao longo de um dia inteiro.

Também participaram do ato a assessora de comunicação do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Eliana Stülp, o presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Marcílio Dresch, e o presidente da Associação dos Produtores de Tabaco (Amprotabaco), Gilson Becker. A programação incluiu café com a imprensa e reuniões institucionais na sede da Fentitabaco e do Stifa, além de visitas in loco à Universal Leaf, à Profigen, a propriedades rurais de produtores integrados e à unidade fabril da Philip Morris, com agenda integralmente organizada e coordenada pela Fentitabaco.

Cadeia complexa e organizada

Com participação recorrente em fóruns e painéis internacionais que tratam do uso de substâncias psicoativas, Mônica Gorgulho atua há mais de três décadas no debate sobre políticas públicas, saúde e redução de danos, contribuindo para a formulação de estratégias discutidas em ambientes multilaterais. Mesmo sem conhecer de forma aprofundada a realidade produtiva do tabaco no Brasil antes da visita, a especialista sempre defendeu a continuidade de setores legalizados e organizados, como forma de reduzir riscos e enfrentar mercados irregulares.

Durante a agenda em Santa Cruz do Sul, Mônica destacou que soluções baseadas apenas na restrição tendem a gerar efeitos adversos. “Quando se aumenta a proibição, cresce o incentivo ao mercado ilegal, que é sempre mais perigoso”, afirma. Para ela, políticas públicas precisam considerar soluções viáveis e responsáveis. “Nosso papel como profissionais da saúde é influenciar políticas públicas com criatividade e base técnica, buscando reduzir danos de forma concreta”, complementa.

Após conhecer in loco a cadeia produtiva do tabaco, a especialista afirma ter se surpreendido com o nível de organização e a complexidade do setor. “Eu não tinha dimensão do grau de estruturação, da integração entre indústria, campo e trabalhadores, nem da complexidade envolvida em todo o processo produtivo”, observa. Segundo Mônica, a experiência reforça a importância de construir políticas e narrativas públicas a partir do conhecimento direto da realidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/01/2026 0 Comentários 100 Visualizações
Business

Com investimento milionário, empresa gaúcha abre 2026 com novidades no setor automotivo

Por Marina Klein Telles 23/01/2026
Por Marina Klein Telles

O ano de 2026 começa com novidades na Vipes do Brasil. Ao completar 24 anos de atuação no mercado automotivo, a companhia gaúcha dá início a um novo ciclo estratégico com o primeiro grande investimento do ano: o lançamento da sua primeira linha de ferramentas manuais de marca própria. O projeto, que demandou mais de R$ 1 milhão em aportes, marca a expansão da linha de produtos da empresa e sinaliza um movimento relevante de diversificação do portfólio.

O produto que inaugura essa nova frente é uma maleta profissional com 216 peças fabricadas em aço cromo-vanádio, desenvolvida a partir de um processo técnico rigoroso que envolveu engenharia, testes de desempenho, certificações e aprimoramentos voltados ao uso intensivo no ambiente profissional. A iniciativa vai além da ampliação de portfólio e reforça a estratégia da companhia de investir em soluções com maior valor agregado e controle de qualidade.

A decisão de avançar em uma nova categoria vem sustentada por resultados financeiros consistentes. Ainda antes do encerramento de 2025, a Vipes já havia superado todo o faturamento registrado em 2024. Até novembro, as vendas ultrapassaram R$ 60 milhões, com crescimento próximo de 9%, consolidando uma trajetória de expansão sustentável e criando bases sólidas para os investimentos previstos ao longo de 2026.

Com uma carteira que supera 40 mil clientes ativos em diferentes regiões do país, a empresa vem ampliando sua presença de forma orgânica, apoiada em logística eficiente, relacionamento próximo e um portfólio em constante evolução. Esse movimento também se reflete em iniciativas comerciais estruturantes. Lançado em 2025, o Vipes Móvel — showroom itinerante da marca — tornou-se um dos principais ativos comerciais da companhia, fortalecendo a aproximação com distribuidores, oficinas e centros automotivos. Com investimento superior a R$ 500 mil, o projeto passa a integrar de forma permanente o calendário comercial da empresa.

Para o diretor-geral da Vipes do Brasil, Vicente Schneider, o início de 2026 consolida uma fase de amadurecimento estratégico. “Entramos em um novo ano com projetos mais estruturados, investimentos consistentes e uma visão clara de crescimento. A expansão da linha de produtos traduz o nosso DNA de inovação, qualidade técnica e proximidade com o mercado. Seguimos atentos a oportunidades que fortaleçam a operação e ampliem nossa eficiência”, afirma.

Dentro desse planejamento de médio e longo prazo, a companhia avalia, para os próximos anos, a possibilidade de estabelecer uma base ou sede em São Paulo. O movimento, ainda em fase de análise, teria como objetivo ampliar a eficiência logística e a proximidade com fornecedores, distribuidores e parceiros estratégicos, mantendo a operação central e as raízes da empresa no Rio Grande do Sul.

Com crescimento consistente, uma base sólida de clientes e investimentos direcionados, a Vipes do Brasil abre 2026 com foco em diversificação, eficiência operacional e construção de valor sustentável.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/01/2026 0 Comentários 102 Visualizações
Business

Industriais gaúchos iniciam 2026 menos pessimistas segundo o Icei-RS

Por Jonathan da Silva 22/01/2026
Por Jonathan da Silva

O Índice de Confiança do Empresário Industrial do Rio Grande do Sul (Icei-RS) apresentou leve recuperação em janeiro de 2026, ao atingir 46,3 pontos. A pesquisa foi divulgada nesta quinta-feira (22), em Porto Alegre, pelo Sistema Fiergs. De acordo com a entidade, o resultado indica redução do pessimismo entre os industriais, embora o indicador permaneça abaixo da linha de 50 pontos, que separa confiança de falta de confiança.

Apesar da melhora, o Icei-RS segue sinalizando ausência de confiança no ambiente econômico. De acordo com o levantamento, a recuperação está associada principalmente ao aumento da confiança dos empresários em relação ao desempenho de suas próprias empresas nos próximos seis meses.

Avaliação da entidade

Para o presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, o cenário ainda exige cautela por parte do setor industrial. “Os nossos empresários continuam apostando em seus negócios, o que é uma ótima notícia. Mas, sem a recuperação plena da confiança no cenário econômico e com a alta taxa de juros, a tendência é de cautela em relação a novos investimentos e à expansão da produção e do emprego”, afirmou Bier.

Expectativas das empresas

O Índice de Expectativas da Própria Empresa avançou 2,5 pontos em janeiro, alcançando 53,4 pontos, sendo o único indicador em nível considerado otimista. Já o Índice de Expectativas, de forma geral, subiu para 48,5 pontos, mas completou o sétimo mês consecutivo abaixo dos 50 pontos.

Economia brasileira

A pesquisa aponta diferença entre a percepção sobre os próprios negócios e a avaliação do cenário nacional. Enquanto o Índice de Expectativas da Própria Empresa cresceu, o Índice de Expectativas da Economia Brasileira recuou 1,4 ponto, ficando em 38,8 pontos. Em relação à economia do país, 39,5% dos empresários industriais projetam deterioração no próximo semestre, 54,5% acreditam na manutenção do cenário atual e 6,0% esperam melhora.

Condições atuais

O Índice de Condições Atuais manteve estabilidade na passagem de 2025 para 2026, repetindo em janeiro o mesmo resultado de dezembro, com 41,7 pontos. O Índice de Condições da Economia Brasileira recuou de 36,5 para 36,3 pontos, enquanto o Índice de Condições da Empresa teve leve alta, passando para 44,4 pontos. Ainda segundo o levantamento, 51,5% dos empresários consultados apontaram deterioração do ambiente econômico nacional em janeiro, e 3,7% identificaram melhora.

A pesquisa completa está disponível no site do Observatório da Indústria do Rio Grande do Sul.

Foto: Senivpetro/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
22/01/2026 0 Comentários 112 Visualizações
Business

Evento aborda os desafios fiscais para 2026 e os impactos da Reforma Tributária

Por Marina Klein Telles 22/01/2026
Por Marina Klein Telles

O escritório Bronzatti & Pientis Advogados Associados promove, no dia 27 de janeiro de 2026, o BP Convida – Encontro #01, com o tema “Desafios Fiscais para 2026: da Reforma Tributária à Recuperação de Créditos”. O evento integra a proposta Imposto 360°, que busca analisar a tributação de forma ampla, estratégica e prática para empresas e profissionais da área.

O encontro ocorre a partir das 18h30, no Centro de Eventos Sindilojas NH, localizado na Rua Canela, 297, bairro Ouro Branco, em Novo Hamburgo (RS), e contará com a participação da Ditta Contabilidade e da Górdium Gestão Tributária, que trarão diferentes perspectivas técnicas sobre o cenário fiscal brasileiro.

A proposta do evento é discutir os principais desafios que empresários e gestores enfrentarão em 2026, especialmente diante das mudanças trazidas pela Reforma Tributária, bem como apresentar estratégias relacionadas à gestão tributária, conformidade fiscal e recuperação de créditos, temas cada vez mais relevantes para a sustentabilidade dos negócios.

O BP Convida – Encontro #01 conta com o apoio do Sindilojas RS – Vale Germânico e é voltado a empresários, contadores, advogados, gestores financeiros e demais profissionais interessados em compreender os impactos das transformações no sistema tributário brasileiro.

Inscreva-se aqui!

Foto: Divulgação | Texto: Marina Klein Telles/Expansão
22/01/2026 0 Comentários 110 Visualizações
Business

Grupo Stihl completa 100 anos de história

Por Jonathan da Silva 21/01/2026
Por Jonathan da Silva

O Grupo Stihl está completando 100 anos em 2026, celebrando um século de atuação no desenvolvimento e fabricação de equipamentos para silvicultura, paisagismo e uso residencial. A trajetória da marca foi iniciada em 1926, em Stuttgart, na Alemanha. Hoje, a empresa está consolidada como global, sediada em Waiblingen, com presença em mais de 160 países e estratégia voltada à inovação tecnológica e à sustentabilidade.

Fundada por Andreas Stihl, a empresa evoluiu de uma oficina individual para um grupo internacional, mantendo o caráter familiar e ampliando sua atuação em produtos a combustão e a bateria. O presidente do Conselho de Supervisão e do Conselho Consultivo da Stihl, Dr. Nikolas Stihl, afirmou que a longevidade da empresa está ligada à capacidade de equilibrar tradição e inovação. “Qualquer empresa que chega aos 100 anos não alcançou essa marca confiando apenas na tradição”, destacou Stihl, acrescentando que o aniversário marca também o início de novos ciclos de desenvolvimento.

Dupla liderança tecnológica

A Stihl mantém como objetivo alcançar a liderança global no mercado de produtos a bateria, que já representam um em cada quatro itens vendidos pela empresa. Em países da Europa Ocidental, como Alemanha e Suíça, esse índice ultrapassa 60%. A companhia inaugurou recentemente sua oitava planta produtiva, em Oradea, na Romênia, dedicada exclusivamente à fabricação de equipamentos a bateria para o mercado europeu. Ao mesmo tempo, a empresa segue investindo em ferramentas a combustão. O presidente do Conselho Executivo da Stihl, Michael Traub, destacou que a marca pretende manter a liderança histórica nesse segmento. “Somos a marca de motosserras mais vendida no mercado global desde 1971 e queremos dar continuidade com esse sucesso”, afirmou Traub.

Lançamentos e produtos comemorativos

Durante o ano do centenário, a empresa prevê o lançamento de novos produtos que evidenciam o equilíbrio entre tecnologias a bateria e a combustão. Entre eles estão inovações em ferramentas a bateria, o combustível sintético e biogênico Stihl MotoMix 100, voltado à redução de emissões de CO2, e a motosserra Stihl MS 500i Centennial Edition, edição comemorativa em tiragem limitada, que homenageia o modelo MS 500i, primeira motosserra a combustão produzida em série com injeção eletrônica.

Programação especial

As celebrações do centenário incluem eventos em unidades da empresa em diferentes países. Em Waiblingen, na Alemanha, está prevista uma comemoração para funcionários em julho de 2026. Nos dias 30 e 31 de outubro de 2026, Stuttgart sediará o Campeonato Mundial da Stihl Timbersports® Series. A empresa também lançou um site especial de aniversário, com conteúdos sobre a história, o presente e as perspectivas futuras da Stihl.

Atuação no Brasil

No Brasil, a Stihl mantém fábrica em São Leopoldo, além de centros de distribuição em Jundiaí, em São Paulo, e Benevides, no Pará. A operação brasileira conta com cerca de 3,5 mil colaboradores e mais de 5 mil pontos de venda no país, atendendo aos mercados florestal, agropecuário, de construção civil, conservação, jardinagem profissional e uso doméstico.

Foto: Stihl/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/01/2026 0 Comentários 138 Visualizações
Business

HD Parts celebra 20 anos com faturamento de R$ 40 milhões em 2025 e projeta novo ciclo de crescimento em 2026

Por Marina Klein Telles 20/01/2026
Por Marina Klein Telles

Ao completar 20 anos de atuação neste mês, a HD Parts celebra uma trajetória marcada por crescimento consistente, internacionalização e fortalecimento estrutural. Entre 2017 e 2025, a empresa acumulou crescimento superior a 160%, com destaque para o desempenho de 2021, quando registrou alta de 76% em relação ao ano anterior, o melhor resultado de sua história.
Em 2025, a companhia alcançou faturamento de R$ 40 milhões, crescimento estimado de 20% sobre 2024, consolidando sua posição no mercado internacional de autopeças. Para 2026, a projeção é de expansão mínima de 10%, sustentada pela ampliação da capacidade operacional, fortalecimento de mercados estratégicos e investimentos contínuos em processos e estrutura.

A HD Parts exporta autopeças brasileiras para 17 países da América Latina e quatro da Europa, com forte presença em mercados como Chile, Uruguai, Peru e Argentina. O portfólio inclui peças para motores, embreagens, freios, sistemas de transmissão, impacto e câmbio para caminhões, ônibus, implementos agrícolas e tratores agrícolas. As exportações representam cerca de 85% do faturamento total da empresa.

Filiada ao Conselho Brasileiro das Empresas Comerciais Importadoras e Exportadoras (CECIEx), ligada à Apex Brasil, em 2025, também participou de feiras do setor no Brasil, Colômbia e México, com o objetivo de reforçar a marca no ambiente de negócios internacionais. As atividades são sustentadas por uma equipe enxuta de 18 colaboradores, que atuam de forma estratégica nas áreas de coordenação, exportação, comercial, compras, financeiro, fiscal, recepção, recebimento e expedição. A operação internacional envolve uma cadeia completa de serviços, desde a compra da mercadoria, recebimento e conferência técnica, até embalagem e despacho.

Já as operações de importação correspondem a aproximadamente 15% do faturamento e incluem representação comercial, assessoramento técnico e pós-venda a empresas especializadas na reconstrução de embreagens, distribuídas em 10 estados brasileiros. Rio Grande do Sul e São Paulo concentram os maiores volumes de operações no país. “Não é apenas venda, é serviço. Trata-se de um trabalho minucioso, que exige especialização, atenção e cuidado em cada etapa”, destaca a CEO, Luciane Mantovani, sócia-fundadora da empresa. O bom desempenho também reflete na estrutura física do negócio. Neste mês, a HD Parts inaugura seu terceiro pavilhão, ampliando a área operacional de 1.100 m* para 1.500 m.

Força feminina

Formada em Administração de Empresas com ênfase em Comércio Exterior, Luciane está entre as poucas mulheres à frente de uma empresa no segmento de autopeças de linha pesada, tradicionalmente dominado por lideranças masculinas. Ao longo de duas décadas, teve papel decisivo na estruturação das operações internacionais, no relacionamento com fornecedores e clientes e na consolidação da marca no exterior. “A presença feminina no comando reforça a importância da diversidade no ambiente corporativo e abre espaço para maior representatividade no comércio exterior e na cadeia automotiva”, afirma Luciane. Segundo ela, perseverança, qualificação e visão estratégica foram fundamentais para superar desafios, conquistar mercados e manter a empresa em crescimento contínuo.

Reconhecimento

O reconhecimento pelo trabalho desenvolvido também se reflete em premiações. Em 2024 e 2025, a empresa conquistou o prêmio Destaque Empresas Comerciais Exportadoras e Trading
Companies, concedido pela ADVB/RS. “Os prêmios são a coroação de um trabalho longevo, sério e comprometido. Nosso cuidado em conferir e embalar cada item garante que o cliente receba exatamente o que solicitou”, ressalta a CEO.

Quando tudo começou

Fundada em 2006, a HD Parts nasceu da experiência prévia no setor de autopeças. A empresa iniciou suas atividades exportando para Paraguai e Costa Rica, enquanto atuava como representante de um fabricante boliviano, importando produtos para o mercado brasileiro. A traietória de crescimento também se reflete na expansão física. De uma pequena casa alugada no bairro Jardim América, em Caxias do Sul (RS), segundo maior polo metalmecânico do país, a empresa passou por uma instalação no bairro Pio X até consolidar, há dez anos, sua sede própria, no bairro Santa Lúcia.

Desafios e cenário para 2026

Apesar da trajetória ascendente, o ano de 2024 apresentou desafios relevantes, especialmente em função das enchentes no Rio Grande do Sul, que impactaram rotas logísticas para portos e aeroportos. Além disso, o setor enfrenta crescente concorrência internacional, principalmente de países como China, Turquia e Índia. Para 2026, a empresa acompanha de perto os desdobramentos da reforma tributária e os impactos do cenário eleitoral sobre o câmbio, fatores determinantes para o comércio exterior. Ainda assim, o otimismo permanece. “O produto brasileiro é muito valorizado no mercado internacional, por isso focamos na qualidade do nosso atendimento, visando ampliar a cada dia novos clientes”, conclui Luciane Mantovani.

Foto: Marina Telles/Expansão | Texto: Assessoria
20/01/2026 0 Comentários 153 Visualizações
Notícias mais recentes
Notícias mais antigas

Edição 302 | Dez 2025 - Jan 2026

Entrevista | Duda Cansi explica como transformar caos em clareza nos negócios

Economia | Corecon-RS, FCCS-RS e Fecomércio projetam a economia gaúcha para 2026

Educação | Fundação Projeto Pescar completa 50 anos

Saúde | A invisibilidade da pressão psicológica enfrentada por líderes e empreendedores

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional de desburocratização

  • 2

    Klin Calçados leva inovação sustentável e tecnologia inédita à FIMEC

  • 3

    CPI dos Pedágios cobra suspensão do leilão do Bloco 2 e alerta para tarifas “muito caras” em audiência pública em Lajeado

  • 4

    Defesa Civil alerta para temporais no RS neste começo de semana

  • 5

    Missão do Sebrae RS à NRF impulsiona varejo gaúcho a rever estratégia com inteligência artificial

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO