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Vietnã reabre mercado para miúdos e pés de frango do Brasil

Por Jonathan da Silva 28/02/2025
Por Jonathan da Silva

O Ministério da Agricultura e Pecuária anunciou nesta quarta-feira (27) a abertura do mercado do Vietnã para a exportação de miúdos de frango brasileiros e a retomada das vendas de pés de frango, medida que deve ampliar a presença do Brasil no mercado asiático. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) celebrou a decisão, destacando o potencial de valorização desse segmento.

Com cerca de 100 milhões de habitantes, o Vietnã é um mercado considerado relevante na Ásia para o comércio global de carne de frango. Anualmente, o país importa aproximadamente 170 mil toneladas de carnes e produtos de frango. Em 2024, o Vietnã foi o sétimo principal destino das exportações brasileiras para a Ásia, com um volume de 11 mil toneladas.

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, afirmou que o Vietnã representa uma oportunidade estratégica para os produtos brasileiros. “O Vietnã é um mercado de alto valor agregado para miúdos e pés, com grande demanda pelos produtos. A abertura, viabilizada por um forte trabalho do Ministério da Agricultura e Pecuária juntamente com o setor privado, deverá representar um importante incremento no resultado final das exportações brasileiras neste ano”, comentou Santin.

Foto: 4045/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
28/02/2025 0 Comentários 362 Visualizações
Business

Inovação e propósito impulsionam crescimento da Docile

Por Marina Klein Telles 28/02/2025
Por Marina Klein Telles

A Docile, fabricante de doces com sede em Lajeado, no Vale do Taquari, pretende faturar R$ 1 bilhão em 2025. A informação é do sócio-diretor e responsável pela área comercial e exportação da empresa, Alexandre Heineck. Em palestra no Prato Principal da ACI nesta quinta-feira, 27, coordenado pelo presidente Robinson Klein, o empresário informou que a empresa está finalizando investimento de R$ 50 milhões na expansão fabril em Lajeado, onde já soma 36 mil metros quadrados de área construída. O volume é equivalente ao investido em 2024.

A Docile também possui fábrica em Vitória de Santo Antão/PE, com 6 mil metros quadrados, e centros de distribuição nas duas cidades e em Extrema/MG. Um dos próximos passos é um investimento em Campinas/SP, onde adquiriu recentemente uma área de terras. Com 33 anos, mas ligada a uma família com quase cem anos de história no mundo dos doces, é 100% brasileira e a maior exportadora brasileira de doces, estando presente em 80 países com um mix de produtos.

A evolução da empresa, conforme Heineck, tem como base a constante inovação e o propósito. Possui portfólio completo (sete categorias de produtos, de chicle a gelatinas) e investe constantemente em inovações, como o lançamento do canudinho Puxa, Estica & Brinca, inédito na categoria, do primeiro marshmallow recheado e do chicle de bola em formato inédito e recheio em pó, entre outros. “São mais de 200 produtos para todos os gostos, bolsos, PDVs e ocasiões de consumo”, disse Heineck, que integra a terceira geração da família.

De olhos nas tendências, fez parcerias recentes com a empresa Criamigos, de Gramado, para o lançamento de uma linha balas em formato de ursinho, e uma collab com a marca de calçados Melissa. A embalagem da linha de doces com formato de m possui um código de barras que concede desconto de 15% em compras de produtos Melissa.

A presença mundial é outra fator que impulsiona o crescimento da marca. Estados Unidos, China e Angola são alguns dos países onde os produtos são encontrados. Além da marca própria, a empresa produz, sob licenciamento, grandes marcas, como Nestlé, Universal e Walt Disney. Em nível nacional, a Docile possui parcerias com atletas que se conectam com os seus valores, com a ginasta Rebeca Andrade, a skatista Rayssa Leal, e patrocinou o Time Brasil nos Jogos Olímpicos de Paris 2024.

“Com isso, o resultado vem”, disse o diretor comercial. As vendas das sete categorias de produtos da empresa cresceram 20,2% em volume e 18,4% em valor no ano passado, acima da média do mercado, que foi de 8,5% em volume e 14,5% em valor. Além disso, Docile é a marca que mais cresce em Regaliz (nome popular da planta alcaçuz) e a que mais cresce em todas as categorias. A linha Gelatina teve alta de 15,1% nos negócios, Regaliz de 16,1% e Gomas de 23,7% em 2024, também acima do mercado.

“Tudo é feito com o propósito de ser doce para criar um mundo mais doce”, disse Heineck. A empresa, conforme ele, faz tudo com carinho e expressa gentileza, acredita na criatividade e na autenticidade e constrói pensando no futuro da sociedade. Os resultados imprimem alegria, felicidade e bem-estar e o trabalho colaborativo gera resultados acessíveis a todos. “Inovação, propósito e impacto, além de gerar desempenho positivo, constroem legados duradouros. É assim que queremos ser lembrados”, concluiu.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
28/02/2025 0 Comentários 494 Visualizações
Business

Indústria gaúcha inicia ano com altas em emprego e intenção de investir

Por Jonathan da Silva 28/02/2025
Por Jonathan da Silva

A indústria do Rio Grande do Sul registrou crescimento no emprego, queda na ociosidade e nos estoques e estabilidade na produção em janeiro de 2025, de acordo com a Sondagem Industrial divulgada nesta quinta-feira (27) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs). Além disso, o levantamento aponta também que quase 67% das indústrias gaúchas têm intenção de investir nos próximos seis meses.

A pesquisa mensal, realizada pela Unidade de Estudos Econômicos (UEE) da Fiergs, indicou ainda que o índice de produção em janeiro alcançou 50,1 pontos, o maior dado para o mês desde 2021. Para a entidade, o resultado mostra um ritmo de atividade acima do esperado para o início do ano.

O índice de número de empregados ficou em 51,7 pontos, apontando aumento no emprego industrial em relação a dezembro de 2024. Esse valor também superou a média histórica para o período, que é de 50,1 pontos. Nos índices da Sondagem Industrial, valores acima de 50 indicam crescimento em comparação ao mês anterior.

Capacidade instalada e estoques

A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) atingiu 71% em janeiro, três pontos percentuais acima do registrado em dezembro e superior à média histórica do mês, de 68,1%.

Mesmo com a estabilidade na produção, os estoques de produtos finais recuaram pela quinta vez consecutiva e pela oitava vez em nove meses. O índice de estoques foi de 47,9 pontos em janeiro. Nesse caso, valores acima de 50 indicam que os estoques estão acima do nível planejado pelas empresas.

Intenção de investir

Com perspectiva de aumento da demanda, das exportações, do emprego e das compras de matérias-primas, a intenção de investir da indústria gaúcha alcançou, em fevereiro, o maior patamar desde setembro de 2022. O índice de intenção de investimento subiu de 57,6 pontos, em janeiro, para 61,5 pontos em fevereiro, quase dez pontos acima da média histórica.

O presidente da Fiergs, Claudio Bier, afirmou que o levantamento retrata o momento atual do setor, mas reforçou a necessidade de ajustes fiscais. “O levantamento é um termômetro do momento atual e traz sinais positivos, mas não afasta a necessidade de uma reforma fiscal, com controle nos gastos públicos que reduza a pressão sobre indicadores como a inflação e os juros”, comentou Bier.

Metodologia da pesquisa

A pesquisa consultou 145 empresas entre os dias 1º e 12 de fevereiro de 2025. Entre as participantes, 30 são pequenas empresas, 50 são médias e 65 são grandes. A íntegra da Sondagem Industrial está disponível no site do Observatório da Indústria do Rio Grande do Sul, em observatoriodaindustriars.org.br/inteligencia-areas/sondagem-industrial.

Foto: Aleksandar Little Wolf/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
28/02/2025 0 Comentários 461 Visualizações
Business

Empresas calçadistas gaúchas iniciam internacionalização em feira na Colômbia

Por Jonathan da Silva 26/02/2025
Por Jonathan da Silva

Dez pequenas e médias indústrias calçadistas do Rio Grande do Sul participarão da feira IFLS+EICI, em Bogotá, na Colômbia, entre 1º e 4 de julho. A iniciativa faz parte do “Projeto de Internacionalização para Empresas do Setor Calçadista do Rio Grande do Sul”, promovido pelo Sindicato da Indústria de Calçados do Estado do RS (Sicergs). As empresas contarão com suporte para apresentar seus produtos no evento, considerado o mais importante do setor de calçados, componentes e máquinas do país.

O presidente do Sicergs, Renato Klein, destacou a relevância da participação na feira para a expansão internacional das empresas. “Vamos levar nossas empresas para a Colômbia, um mercado importante. Sexto principal destino de exportações de calçados brasileiros em dólar, e quinto lugar em número de pares. Vamos trabalhar juntos para melhorar ainda mais esse ranqueamento”, comentou Klein.

Empresas estreantes e consolidadas

Entre as participantes está a N Maria, nova marca da Usitec Matrizes, de Novo Hamburgo. Depois de 14 anos atuando no setor de matrizaria, os proprietários decidiram criar sua própria linha de calçados, bolsas e acessórios. “Nossos produtos estão saindo do forno, será uma estreia em grande estilo. Participar deste projeto vai nos agregar muito conhecimento e impulsionar nosso negócio. Estamos muito esperançosos”, afirmou a sócia Simone Sperb da Silva.

Outras empresas veem a iniciativa como oportunidade para retomar ou expandir exportações. A Paraonda, de Feliz, especializada em calçados femininos de couro, já teve experiência internacional nos primeiros anos de atuação, mas há 24 anos dedica-se exclusivamente ao mercado interno. “Estamos atentos a essa oportunidade e vamos nos dedicar para voltar a exportar a partir do projeto do Sicergs”, declarou o proprietário Roberto Antonio Lucas.

A Conceito Bartzen, de Sapiranga, também busca ampliar sua presença internacional. “Já realizamos cerca de três exportações pontuais, mas queremos muito avançar, estar cada vez mais presente no mercado internacional. Estamos bem confiantes no projeto e curiosas para saber como será a aceitação do produto lá na Colômbia também”, pontuou a proprietária Carolina Bartzen.

Capacitação e suporte

O Projeto de Internacionalização conta com apoio do Sistema Fiergs, por meio do Programa de Apoio a Projetos Sindicais (Prosind), e tem parceria do Sebrae-RS na execução das capacitações. O Sicergs financiará a contrapartida necessária para a participação das empresas.

A preparação inclui seis workshops ministrados pela empresa VL Sul Projetos e Negócios, abordando temas como boas práticas no exterior, precificação e estratégias digitais. Também serão oferecidas 25 horas de consultoria para adequação de produtos ao mercado colombiano. Durante a feira, um Relações Públicas trabalhará para aproximar lojistas previamente identificados ao estande brasileiro.

A coordenadora de projetos do Sicergs, Fabiane Seewald Sudekum, participou da edição de fevereiro da feira para conhecer o evento e estabelecer contatos estratégicos.

Empresas participantes

  • Bozzolo (Roca Sales)
  • Conceito Bartzen (Sapiranga)
  • Conforto Calçados (Estância Velha)
  • Diavolo (Santa Cruz do Sul)
  • Fillon (Novo Hamburgo)
  • N Maria (Novo Hamburgo)
  • Petit Cheval (Teutônia)
  • Paraonda (Feliz)
  • Tabita Calçados (Igrejinha)
  • Três Marias Shoes (Igrejinha)
Foto: Daniele Seade/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/02/2025 0 Comentários 367 Visualizações
Business

Aumento da demanda global impulsiona exportações de carne de frango do Brasil

Por Jonathan da Silva 25/02/2025
Por Jonathan da Silva

A alta nos casos de Influenza Aviária em diversos países tem elevado a demanda global por carne de frango do Brasil, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). As exportações brasileiras da proteína devem atingir 5,4 milhões de toneladas em 2025, um crescimento de 1,9% em relação ao ano anterior. Apenas em janeiro, os embarques aumentaram quase 10%, impulsionados pela demanda da China, União Europeia e Filipinas.

A valorização da carne de frango no mercado externo se reflete no avanço de 20,9% na receita das exportações. Para fevereiro, as projeções indicam embarques acima de 450 mil toneladas. No mercado interno, o setor segue em equilíbrio, de acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin. A produção nacional deve alcançar 15,3 milhões de toneladas em 2025, um crescimento de 2,7%, enquanto a disponibilidade interna está projetada para 9,9 milhões de toneladas, um aumento de 2,1%. O consumo per capita no Brasil deve atingir 46 kg ao longo do ano, crescimento de 2%.

Custos de produção e impacto da safra

O custo de produção da carne de frango tem sido favorecido pela safra de soja, com estoques mundiais elevados e projeção de colheita histórica no Brasil, acima de 170 milhões de toneladas. Segundo dados do Centro de Estudos Avançados em Ciências Aplicadas (Cepea), em janeiro o preço do farelo de soja apresentou retração superior a 13% no Oeste do Paraná e acima de 20% em municípios do Rio Grande do Sul, como Ijuí e Passo Fundo.

A produção de milho também tem boas expectativas, especialmente na safrinha. O Mato Grosso concentra metade das mais de 100 milhões de toneladas que deverão ser colhidas no país, e a demanda da China pelo cereal deve ser menor este ano. “O setor não prevê problemas no acesso aos insumos neste ano”, afirmou Santin, citando levantamentos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que apontam estoques superiores aos de 2024.

Impacto global da Influenza Aviária

Desde 1º de janeiro, mais de 34 países registraram focos de Influenza Aviária, segundo a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA). Nos Estados Unidos, há mais de 60 focos ativos da doença, além de 64 no Reino Unido, 76 na Alemanha, 40 na Polônia e 36 nos Países Baixos. “Se tomarmos o último semestre de 2024, são mais de 50 países nesta situação”, comentou Santin.

O surto nos EUA tem reduzido a oferta global de carne de frango. Segundo o Departamento de Agricultura do país (USDA), as exportações norte-americanas em 2024 foram 367 mil toneladas menores do que no ano anterior, fechando o período com 3,3 milhões de toneladas embarcadas. Na União Europeia, outro tradicional exportador, as vendas de carne de frango também recuaram.

Diante desse cenário, importadores têm redirecionado suas compras para fornecedores considerados estáveis, como o Brasil. O Congo, por exemplo, aumentou as compras de carne de frango brasileira em 26% no ano passado, enquanto os Estados Unidos reduziram suas exportações em 49%.

Perspectivas para o segundo semestre

A tendência de crescimento das exportações brasileiras deve continuar ao longo do segundo semestre, segundo Santin. “A conjuntura internacional está reforçando o papel do Brasil como um fornecedor de carne de frango essencial para diversos mercados. A pressão da Influenza Aviária sobre a oferta global tem direcionado mais importadores ao produto brasileiro, e esse movimento deve se intensificar ao longo do segundo semestre, período historicamente mais forte para as exportações”, afirmou o presidente da ABPA.

Além da questão sanitária global, o Brasil também se beneficia de demandas específicas em mercados estratégicos, como o México, que renovou recentemente o Programa de Abertura Contra a Inflação e a Carestia (Pacic) e já acumula um crescimento de 650% nas importações de carne de frango em relação a janeiro do ano passado. Os Estados Unidos, principais fornecedores do México, respondem por 80% das importações do país.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
25/02/2025 0 Comentários 386 Visualizações
Business

Macromix Atacado inaugura nova loja em Esteio (RS) no primeiro semestre de 2025

Por Marina Klein Telles 21/02/2025
Por Marina Klein Telles

O Macromix Atacado está prestes a inaugurar uma nova unidade em Esteio (RS), localizada entre a Avenida Presidente Vargas, 880, e a Rua Soledade, 100. A abertura da loja está prevista para o primeiro semestre de 2025, marcando um novo momento para o Grupo UnidaSul detentora da bandeira Macromix. A nova loja será um espaço inovador, oferecendo aos clientes da cidade e região um modelo ampliado de conveniência, que integra compras e serviços em um único local.

A data exata da inauguração e ofertas especiais serão divulgadas em breve.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/02/2025 1 Comentário 517 Visualizações
Business

Pesquisa da Fiergs revela que confiança do industrial gaúcho continua baixa

Por Marina Klein Telles 21/02/2025
Por Marina Klein Telles

O Índice de Confiança do Empresário Industrial gaúcho (ICEI-RS), divulgado na quinta-feira (20) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), subiu 1,7 ponto em fevereiro, chegando a 48,5. Mas, ao permanecer abaixo dos 50 pontos, revela que, pelo terceiro mês consecutivo, os empresários continuam pessimistas, embora menos do que em janeiro de 2025, quando o resultado foi de 46,8. “O principal foco de preocupação do industrial gaúcho segue com a economia nacional, com o aumento da inflação, dos juros e a incerteza do cumprimento das metas para as contas públicas por parte do governo federal, por exemplo”, diz o presidente da Fiergs, Claudio Bier. Os resultados da pesquisa de fevereiro mostram que o índice recuperou parte das duas quedas seguidas anteriores, que chegaram a 6,6 pontos. A pesquisa ouviu 145 empresas, sendo 30 pequenas, 50 médias e 65 grandes, entre os dias 1º e 12.

Em fevereiro, todos os componentes dos Índices de Condições Atuais – em relação aos últimos seis meses – e de Expectativas – em relação ao semestre seguinte – cresceram. O de Condições Atuais atingiu 44,9 pontos, dois a mais do que em janeiro. Havia perdido oito nos dois meses anteriores. Abaixo de 50, significa que o empresário gaúcho nota piora nas condições atuais dos negócios, mas de forma menos disseminada na comparação com janeiro.

Apesar da melhora, os resultados relativos à economia brasileira, abaixo dos 40 pontos, continuam muito negativos. O índice de condições atuais subiu de 33,9 para 36,6 pontos. O valor, que segue bem abaixo de 50, reflete a grande diferença entre os percentuais de empresários que percebem piora (51%) e os dos que veem melhora (3,5%) em fevereiro. Para 45,5%, não houve mudança no cenário. Da mesma forma, o Índice de Condições das Empresas cresceu de 47,4 pontos para 49, mas permanece no campo negativo.

Expectativas

Já o outro componente do ICEI-RS, o Índice de Expectativas, subiu 1,6 ponto ante janeiro, para 50,3, em fevereiro, passando para próximo do ponto neutro de 50 pontos. Porém, o pessimismo, apesar de menor, é disseminado no que se refere ao cenário econômico doméstico: o Índice de Expectativas da Economia Brasileira cresceu de 38,9 para 39,7 pontos no período. Em fevereiro, 42,7% dos empresários gaúchos se mostram pessimistas com a economia do país, ante 9,1% que revelam otimismo. A maioria, 48,3%, não espera alterações.

Por fim, em relação ao futuro dos seus empreendimentos, os resultados mostram que os empresários gaúchos ficaram mais otimistas, conforme aponta o Índice de Expectativas das Empresas. Passou de 53,6 pontos, em janeiro, para 55,6, em fevereiro, o melhor desempenho entre todos os componentes da pesquisa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/02/2025 0 Comentários 325 Visualizações
Business

Dicas de Luiza Fróes para gerar relacionamento e engajar clientes

Por Marina Klein Telles 21/02/2025
Por Marina Klein Telles

A ACI promoveu na última quinta-feira, 20, mais uma edição do evento Marketing & Vendas, em que Luiza Fróes, CEO da Alra Marketing, indicou ações e estratégias para gerar relacionamento e engajar clientes através do marketing digital. A atividade teve moderação de Inês Vaz, vice-presidente de Comércio. Confira:

1 – Marketing é sobre pessoas e, para gerar vínculos e conexões, a experiência do cliente é muito importante. Pesquisa da empresa global Foundever indica que 80% dos clientes consideram a experiência um aspecto mais valioso do que os próprios produtos e serviços. “Pessoas + experiência levam a relacionamento. Assim como a marca quer que os clientes engajem, precisa engajar com eles”, afirma Luiza.

2 – Engajamento requer autenticidade. Além de não copiar exemplos de outros e não esperar por milagres, é preciso entender a essência da marca e ser constante. A melhor forma de engajar é entender o comportamento do cliente. “Não é sobre likes. É sobre a presença que geramos”, diz.

3 – Construção de comunidades. Estratégias funcionam se tiverem escuta ativa (ouvir o que o cliente quer), proximidade (construir conversas reais), tempo (nada acontece do dia pra noite) e frequência (relacionamento é rotina).

4 – Construção de CRM. É preciso ter os contatos dos clientes organizados. “É mais sobre organização do que ferramenta”, enfatiza Luiza. Conforme ela, é preciso olhar além do aspecto demográfico.

5 – Grupo de whatsapp/canais funcionam. Deve-se realizar ações vips e exclusivas e apresentar novidades, curiosidades e pesquisas. O fácil acesso do whats é um aliado.

6 – Newsletter também funciona. Régua de conteúdos e campanhas são ações indicadas. Funciona para B2B e para Linkedin.

7 – Clube de fidelidade, idem. Reduz o churn, incentiva a recompra, promove mais contato com a empresa e gera indicações.

8 – Conexão on & off, idem. Traz público presencial para o digital, funciona muito bem para B2C e gera recompensa atrativa.

9 – Personalização, idem. Gera fidelização e indicações, reduz o churn e tem efeito instagramável. “77% dos líderes de empresas afirmam que uma personalização mais profunda gera maior retenção de clientes”, destaca Luiza, citando pesquisa feita pela Zendesk CX Trend em 2023. 

10 – Engajamento nas redes sociais.  “É preciso repensar a forma como se olha para o digital”, alerta Luiza. Conforme ela, likes, regras, comparações e conteúdos são menos importantes que pessoas, rituais, autenticidade e histórias.  Mais do que a hora certa de postar, é preciso pensar em ritos que se conectem com o público. Storytelling é indicado, pois seres humanos amam histórias. Vídeos são o formato que mais engaja e devem ter temas universais, histórias e analogias e ‘moral da história’, para gerar autoridade e provocar efeito.

Mas também é necessário medir/analisar o engajamento. “Escolha indicadores ideais e efetivos. Menos é mais”, enfatiza Luiza, que sugere usar três indicadores: taxa de engajamento (média de todas as interações digitais), taxa de retenção (compra e recompra com a empresa) e NPS (índice de satisfação com a empresa).  

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/02/2025 0 Comentários 284 Visualizações
Business

Liquida Porto Alegre inicia com participação de mais de 4.500 estabelecimentos

Por Jonathan da Silva 20/02/2025
Por Jonathan da Silva

A 28ª edição do Liquida Porto Alegre começa nesta sexta-feira, 21 de fevereiro, e segue até o sábado, 1º de março, reunindo mais de 4.500 estabelecimentos comerciais e de serviços em toda a cidade. Organizada pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Porto Alegre (CDL POA), a campanha busca impulsionar o varejo local com condições especiais de compra.

Uma pesquisa realizada pela CDL POA em parceria com a Vitamina Pesquisas revelou que 100% dos entrevistados conhecem o Liquida Porto Alegre, e 78,9% estão atentos às promoções do período. O levantamento indicou que 50% dos consumidores pretendem gastar mais de R$ 1 mil, sendo os segmentos de moda e acessórios (34,9%), eletrônicos (32,2%) e eletrodomésticos (30,3%) os mais procurados. Foram ouvidas 152 pessoas por telefone durante o mês de janeiro de 2025.

O presidente da CDL POA, Irio Piva, destacou a importância do evento para o varejo local. “O Liquida é um momento esperado por lojistas e consumidores, pois alia descontos reais à credibilidade de um movimento tradicional. Como apontou a nossa pesquisa, trazendo a percepção do público, o Liquida é democrático e atrativo para todos. Nosso objetivo é fortalecer o comércio e proporcionar boas oportunidades de compra”, detalhou Piva.

Novidades da edição de 2025

Nesta edição, o Liquida Porto Alegre traz novidades. A parceria com o Banrisul confere mais força institucional à campanha e oferece benefícios exclusivos aos lojistas participantes. A campanha também aposta na aproximação com tendências digitais, com a retomada do jingle da promoção e uma coreografia voltada para interação nas redes sociais.

Os estabelecimentos contarão com material de identificação como bandeirolas, faixas de vitrine, adesivos e cartazes, facilitando a localização das lojas participantes.

Principais destaques do Liquida Porto Alegre 2025

  • Participação de mais de 4.500 estabelecimentos comerciais e de serviços;
  • Abrangência em todas as regiões de Porto Alegre;
  • Parceria inédita com o Banrisul;
  • Campanha digital reforçada, incluindo jingle e interações nas redes sociais;
  • Principais itens procurados: moda e acessórios, eletrônicos e eletrodomésticos.

O evento segue até o dia 1º de março e espera atrair consumidores em busca de descontos e oportunidades de compra na capital gaúcha.

Foto: CDL/POA/Divulgação | Fonte: Assessoria
20/02/2025 0 Comentários 534 Visualizações
Business

Empresários participam do primeiro Negócios em Foco de 2025 em Três Coroas

Por Jonathan da Silva 20/02/2025
Por Jonathan da Silva

A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Igrejinha e Três Coroas realizou, na manhã desta quarta-feira (19), o primeiro encontro de 2025 do evento Negócios em Foco. A iniciativa, promovida desde 2023, tem o objetivo de estimular e divulgar os negócios locais, proporcionando um espaço para que empresários apresentem suas empresas e produtos. O encontro aconteceu na sede da CDL em Três Coroas, com recepção da presidente da entidade, Natália Debarba, e mediação da consultora Ana Fernandes. O evento tem patrocínio da Cresol Centro Norte.

O Negócios em Foco ocorre no formato de um café da manhã e é aberto a empresas associadas e não associadas. Os participantes têm três minutos para divulgar seus produtos e serviços, ampliando sua base de contatos e parceiros. O evento é gratuito e tem vagas limitadas a 20 participantes por edição. Os próximos encontros estão programados para os dias 11 de junho, 13 de agosto, 15 de outubro e 10 de dezembro. As inscrições podem ser feitas pelo telefone ou WhatsApp (51) 3545-1327.

Trocas de experiências e networking

O evento proporciona um espaço para que empresários compartilhem suas trajetórias e ampliem suas redes de contatos. Cleber Lopes, da Vest’Unica Uniformes, destacou a importância da troca de experiências. “Queremos chegar aos 30, 35 anos de empresa, como algumas que já estão nesse patamar, mas também passamos pelo início e continuamos sonhando. Para mim, o café foi um momento de reflexão e de perceber o quanto já crescemos, mas que ainda podemos evoluir ouvindo os outros”, afirmou Lopes.

A empresária Scheila Engelmann, proprietária do espaço gastronômico e playground Mochileiros, participou pela primeira vez e ressaltou a relevância do evento para novos empreendedores. “A conexão entre empreendedores faz toda a diferença no início de um negócio. Eventos como esse são fundamentais para divulgar novas empresas e fortalecer o empreendedorismo local”, salientou Scheila.

Anderson Diefenbach, da Arsenal Pizzas, já participou de quatro edições e enfatizou os benefícios do networking. “Volto porque faço muito networking e vejo retorno direto, inclusive em vendas. Meu produto é algo que vende fácil, só precisa ser conhecido. Quando as pessoas ouvem sobre ele, se interessam e acabam comprando. Para mim, vale muito a pena”, comentou Diefenbach.

Parceria com a Cresol

A gerente de Pessoa Jurídica da Cresol, Milena Zeppe Rodrigues, destacou a importância da parceria com a CDL. “Para nós, é essencial estar onde os empresários estão. A Cresol apoia esse café há mais de um ano porque acreditamos nos empreendedores, não apenas das cidades onde temos agências, mas de toda a região”, afirmou Milena.

Foto: Naiara Mucke/Divulgação | Fonte: Assessoria
20/02/2025 0 Comentários 351 Visualizações
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