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LF Máquinas e Ferramentas celebra 36 anos com expansão e nova estrutura em Dois Irmãos

Por Jonathan da Silva 25/07/2025
Por Jonathan da Silva

A LF Máquinas e Ferramentas completa 36 anos neste mês de julho com um novo centro administrativo e o maior centro de distribuição de sua história, com 35 mil m² de área construída em Dois Irmãos. Fundada em 1989 em Caxias do Sul, a empresa tornou-se referência na área de MRO (Manutenção, Reparo e Operação) na região sul do Brasil e integra o Grupo GG10, sendo sua marca fundadora.

Com um portfólio diversificado e parcerias com marcas como Bosch, Dewalt, Esab, Kärcher, Starrett, Tramontina e outras, a LF atua em diferentes frentes: loja física, televendas, e-commerce, canal corporativo e atendimento a obras públicas e projetos licitados. A estrutura ampliada fortalece a capacidade logística da empresa e integra todos os seus canais de venda.

Atuação nacional e regional

A empresa mantém unidades físicas nos três estados do Sul – Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná – e segue ampliando sua presença nacional com a modernização de seu e-commerce, agora operando em uma plataforma mais avançada. A primeira loja física, em Caxias do Sul, foi o ponto de partida para a consolidação da marca no mercado industrial, marcada por um atendimento técnico e especializado.

Presença em feiras e investimentos em equipe

A LF também marca presença em eventos estratégicos, como a feira de inovação industrial Mercopar, onde apresenta novidades ao lado de grandes fabricantes do setor. A empresa conta hoje com mais de 300 colaboradores e investe continuamente em capacitação, tecnologia e ações de relacionamento com clientes.

O que é o Grupo GG10

O Grupo GG10, sediado em Dois Irmãos, também reúne marcas como G-Haus, Serello Consórcios, Bem Informática, Gpneus.com e Duncan Pneus. O presidente do grupo, empresário Germano Grings, afirma que a trajetória da LF representa um compromisso contínuo com o desenvolvimento. “A LF nasceu de um propósito muito claro: facilitar o acesso a soluções de qualidade para quem movimenta o país com trabalho. Celebrar 36 anos é reconhecer esse legado e seguir investindo em estrutura, pessoas e tecnologia para continuar entregando valor a cada cliente”, destaca Grings.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/07/2025 0 Comentários 303 Visualizações
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Convidados que se destacam em gestão e estratégia palestram no Sapiranga Summit 2025

Por Marina Klein Telles 25/07/2025
Por Marina Klein Telles

O Sapiranga Summit chega a terceira edição com destaque para palestrantes renomados no cenário nacional, exemplos de empreendedorismo, gestão e estratégia. Depois de ser cancelado por causa das enchentes em 2024, o evento tem ânimo renovado neste ano e promete entregar aos participantes exemplos marcantes no cenário nacional. Com passaporte para os 3 dias de evento a R$30 a proposta é de democratizar o conhecimento no setor de inovação. “Temos a missão de levar conhecimento de alta qualidade para o maior número de pessoas, além de abrir espaço para a inovação da nossa cidade”, explica Paulo Kayser Júnior, diretor de inovação de Sapiranga e Head do Fly.Hub.

Estão confirmadas as presenças de Caito Maia, fundador da Chilli Beans, uma marca de óculos que se destacou no mercado brasileiro de acessórios de moda ao oferecer design inovador e preços acessíveis. A empresa expandiu rapidamente, abrindo mais de mil lojas, incluindo unidades voltadas para o público jovem e óticas tradicionais.

Também estarão presentes no evento Hortência Marcari, ex-jogadora de Basquete, considerada uma das maiores atletas femininas da modalidade e como a melhor jogadora de copas do mundo da FIBA de todos os tempos, em 2018, entrou para o Hall da Fama do Basquetebol Feminino, dos Estados Unidos em 2002, o Basketball Hall of Fame em 2005 e o FIBA Hall of Fame em 2007. Foi comentarista dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, nos canais da SporTV e da Globo.

Hoje em dia, Hortência atua como empresária, palestrante e integra o time de profissionais da Rede Globo, e Rick Chesther, comunicador popular e palestrante que inspira milhões com sua trajetória de superação. Autodidata é conhecido por sua habilidade em simplificar conceitos complexos e se tornou referência ao compartilhar sua visão nas redes sociais e em mais de 200 palestras por ano ao redor do mundo. Autor dos best-sellers “Pega a Visão” e “A Favela Venceu”, com mais de 150 mil cópias vendidas, ele também representou o Brasil em Harvard em 2018, sendo nomeado embaixador da Brilive Conference.Nascido em Pitangui (MG), Rick acredita no poder da persistência como chave para a transformação e inspira pessoas de todas as classes sociais a acreditarem que também podem vencer.

Mesclando música e palestra, o cofundador e guitarrista da banda Jota Quest, Marco Túlio Lara, vai falar sobre sua trajetória marcada por desafios, como a convivência com o TOC e a paternidade de um filho com Síndrome de Down, que redefiniu sua relação com o tempo. Hoje, ele transforma essas vivências em palestras imersivas, combinando voz, violão e storytelling para inspirar reflexões e emoções profundas. Além dos palestrantes famosos estão confirmados pelo menos 20 painéis e palestras que vão acontecer nos dias 14, 15 e 16 de agosto na Arena Fly.Hub, um espaço de de inovação dedicado à promoção e desenvolvimento do ecossistema regional contribuindo com a progressiva mudança de matriz econômica do Município de Sapiranga. Mais informações e compra de ingressos: www.sapirangasummit.com.br

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/07/2025 0 Comentários 260 Visualizações
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Comércio gaúcho aposta no Dia dos Avós para impulsionar vendas

Por Jonathan da Silva 24/07/2025
Por Jonathan da Silva

Comemorado em 26 de julho, o Dia dos Avós deve movimentar o comércio gaúcho nesta semana. A data tem sido cada vez mais incorporada ao calendário de vendas por lojistas do Rio Grande do Sul e de todo o Brasil, com ações voltadas ao público que deseja presentear os avôs e avós de acordo com avaliação do presidente da Federação das Câmaras de Comércio e de Serviços do Rio Grande do Sul (FCCS-RS), Vitor Augusto Koch.

O dirigente destaca o apelo emocional e familiar da celebração como fator que influencia o comportamento dos consumidores. Segundo Koch, o crescimento no interesse pelo Dia dos Avós tem levado os empreendedores a preparar ofertas e campanhas específicas para o período. “O Dia dos Avós está ganhando peso no calendário do comércio, levando os lojistas a realizarem ações especiais que conquistem os consumidores nesse período do mês de julho. Existe um contexto emocional forte nessa data, transmitindo atenção, afeto e carinho para os homenageados, além de ressaltar os valores familiares. Por isso, temos observado que as vendas direcionadas para essa data crescem a cada ano que passa”, afirmou o dirigente.

Itens mais procurados

Entre os presentes mais buscados estão kits de cuidados pessoais, roupas, calçados, flores, cestas de café da manhã, perfumes e cosméticos. Há também aumento na procura por dispositivos eletrônicos, como smartphones e tablets. Além do varejo, setores como gastronomia, hotelaria e turismo também devem ser beneficiados, especialmente neste ano em que a data cai em um sábado, estimulando saídas para almoços, jantares e passeios em família.

Crescimento da população idosa

Outro ponto destacado pelo presidente da FCCS-RS é o crescimento da população idosa no Brasil, que amplia o potencial do público 60+ como consumidor ativo. Segundo levantamento do IBGE de 2023, o país tem aproximadamente 33 milhões de pessoas com 60 anos ou mais — número que deve dobrar até 2050. “Existem estudos que mostram que as pessoas com mais de 60 anos movimentam cerca de US$ 7,1 trilhões anuais em nível mundial, com certeza um indicador que merece análise especial de quem atua em áreas como comércio, serviços e turismo. Já no Brasil, esse público responde por quase 20% do total de consumo do país. Assim, é fundamental que as empresas se preparem para atuar em um mundo com população mais velha e olhem isso com muita atenção”, expôs Koch.

Atualmente, estima-se que existam cerca de 75 milhões de avós no Brasil. A FCCS-RS observa que nem todos estão na faixa etária dos 60 anos — há casos de avós com 40 ou 50 anos, com estilo de vida ativo e autonomia de consumo, o que amplia ainda mais o perfil de clientes nessa data.

Sugestões aos lojistas

Para aproveitar o potencial de vendas, a FCCS-RS orienta os lojistas a reforçarem a comunicação com os clientes, tanto nas lojas físicas quanto nas redes sociais, destacando a data e sugerindo opções de presentes. A federação também recomenda a oferta de produtos que transmitam emoção e valorizem os laços familiares, além de uma variedade de itens que atendam aos diferentes perfis de consumidores.

Serviço

  • O quê: Dia dos Avós
  • Quando: Sábado, 26 de julho
  • Onde: Todo o comércio do Rio Grande do Sul
Foto: FCCS-RS/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/07/2025 0 Comentários 303 Visualizações
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ACI Novo Hamburgo emite certificados de origem há mais de 20 anos

Por Marina Klein Telles 23/07/2025
Por Marina Klein Telles

O certificado de origem é um documento oficial utilizado no comércio exterior, e a principal finalidade é atestar a origem nacional de uma mercadoria. Seu papel estratégico é viabilizar a concessão de benefícios tarifários aos importadores situados em países com os quais o Brasil mantém acordos comerciais vigentes.

Ao comprovar que o produto exportado atende aos critérios de origem estabelecidos nesses acordos, o certificado de origem permite que os importadores tenham acesso a preferências tarifárias — como redução ou eliminação de alíquotas de importação —, o que torna os produtos brasileiros mais competitivos no mercado internacional.

O Brasil possui mais de 15 acordos comerciais firmados que contemplam cláusulas de preferência tarifária baseadas em origem. Além disso, estão em curso negociações para ampliação dessa rede, o que contribuirá para tornar o processo exportador mais dinâmico e ampliar o acesso das empresas brasileiras a mercados estratégicos.

A correta emissão e utilização do Certificado de Origem garante não apenas o cumprimento das exigências legais dos acordos internacionais, mas também promove a inserção qualificada da produção nacional nas cadeias globais de valor, valorizando setores industriais com efetiva ou potencial capacidade exportadora.

A Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha e Dois Irmãos é parceira da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs) há mais de 20 anos na emissão de certificados de origem. Com um trabalho técnico, é realizada a conferência dos documentos, garantindo a qualidade do serviço prestado, o repasse adequado das informações aos nossos clientes e o cumprimento das normas de cada acordo.

“Atualmente, toda a emissão do certificado de origem é realizada por meio de um sistema online. Cada usuário possui login e senha de acesso exclusivos, o que garante agilidade na inclusão das informações e na conferência de retorno. Atendemos despachantes e exportadores de diversas cidades e estados, de pequeno, médio e grande porte, sendo ou não associados à ACI, afirma Suélen Corrêa, coordenadora de comércio exterior.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/07/2025 0 Comentários 249 Visualizações
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Em reunião com Alckmin, Bier pede que manutenção de atual tarifa dos EUA seja priorizada em negociações

Por Marina Klein Telles 22/07/2025
Por Marina Klein Telles

O presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, apresentou ao presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin, as demandas da indústria gaúcha em relação ao impasse com o aumento das tarifas impostas pelo governo dos EUA a produtos brasileiros. Entre os pontos, está o pedido para que se priorize a manutenção da atual tarifa (ou busque prorrogação por ao menos 90 dias caso os novos percentuais sejam adotados) e para que se evite retaliações ou escaladas comerciais, priorizando uma estratégia de diplomacia empresarial. A reunião ocorreu no final da tarde da segunda-feira (21), no Palácio do Planalto, em Brasília.

Bier ressaltou a preocupação do Sistema FIERGS com os efeitos que as tarifas trarão ao RS, uma vez que 99% das exportações do estado aos EUA são de bens industriais. Conforme estudo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Rio Grande do Sul será o segundo estado mais impactado do país, com uma estimativa de queda de R$ 1,9 bilhão no seu PIB em um ano.

“Os impactos já estão sendo percebidos pelos exportadores: clientes estão cancelando encomendas, cargas estão paradas em portos ou em navios no meio do caminho. Essa situação logo vai gerar desemprego, paradas na produção, férias forçadas e todos os efeitos nocivos que conhecemos”, destacou o presidente do Sistema FIERGS.

A carta entregue a Alckmin também cita a necessidade de ações compensatórias internas caso a elevação de tarifas seja implementada: facilitação de crédito e capital de giro para empresas afetadas, reforço de mecanismos de reintegração tarifária, incentivos à manutenção de empregos e ações de acesso a novos mercados.

Dados da Unidade de Estudos Econômicos do Sistema FIERS mostram que, no Rio Grande do Sul, cerca de 1,1 mil indústrias exportam para os Estados Unidos, 10% do total brasileiro. Nas vendas da indústria de transformação gaúcha, o mercado norte-americano responde por 11,2%, sendo o maior parceiro comercial das fábricas do estado. Produtos de metal, máquinas e materiais elétricos, madeira, couro e calçados e celulose e papel estão entre os segmentos com maior exposição aos EUA.

Bier relatou a Alckmin que industriais e entidades de classe estão conversando com parceiros comerciais dos EUA para que eles mostrem ao governo norte-americano que a elevação das tarifas é um “perde-perde” para os dois lados. “Perdemos aqui, mas eles perdem lá porque não se consegue fornecedor do dia para a noite. Lá também haverá perdas de empregos, aumento de preços e outros impactos”, detalhou. Também reforçou que a indústria gaúcha reconhece o governo federal como legítimo e qualificado negociador, colocando-se à disposição para colaborar no que estiver ao alcance.

Alckmin reforçou que a prioridade do governo é investir no diálogo e nas negociações. “Ficou claro aqui que o impacto social e financeiro para o RS é muito grave, sobretudo quando tivemos conhecimento que 99% do que o estado exporta para os EUA são bens industriais. Precisamos continuar tentando sensibilizar os empresários americanos de que o tarifaço também será prejudicial para os EUA. Vale lembrar que o caminho jurídico também pode ser uma saída, assim como fizeram os empresários brasileiros de suco de laranja que entraram na justiça nos EUA alegando que o tarifaço fere normas comerciais”, disse o presidente em exercício.

Liderada por Bier, a comitiva do Sistema FIERGS foi formada pelos vice-presidentes da entidade Julio Mottin e Maristela Longhi (móveis) e pelos representantes de sindicatos Cezar Müller (couro), Haroldo Ferreira (calçados) e Alfredo Schmitt (plástico), além da diretora de Relações Institucionais, Ana Paula Werlang, e integrantes da área econômica da federação. Também participaram da reunião o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) e representantes do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e outros ministérios, como Fazenda e Relações Institucionais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/07/2025 0 Comentários 254 Visualizações
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Empresas gaúchas aproveitam o inverno para alavancar vendas

Por Jonathan da Silva 22/07/2025
Por Jonathan da Silva

A chegada do inverno no Rio Grande do Sul tem movimentado diferentes setores da economia local, com empresas apostando na sazonalidade como uma oportunidade de crescimento. De acordo com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae RS), segmentos como alimentação, vestuário, turismo e energia costumam registrar aumento expressivo de demanda durante os meses mais frios. Para dar conta do crescimento nas vendas, empreendedores reforçam a importância de se ter estratégias de logística, produção e marketing.

Segundo o gerente do Sebrae RS na serra gaúcha, Gustavo Rech, o sucesso nesse período exige planejamento, sensibilidade ao mercado e gestão eficiente. “Empreendedores que se antecipam com boas análises e uma gestão eficiente saem na frente”, afirma o dirigente.

O Sebrae RS orienta empresários a reforçarem logística, realizarem campanhas de marketing sazonal, manterem uma gestão financeira realista e, quando necessário, contratarem profissionais temporários. “O inverno exige atenção redobrada ao estoque, à operação e à experiência do cliente, mas também abre espaço para inovação e criação de produtos personalizados para o frio, gerando diferenciação no mercado”, completa Rech.

Alimentação: capeletti como carro-chefe

Na serra gaúcha, a Al Dente Massas, de Caxias do Sul, tem no inverno seu principal período de faturamento. Segundo o sócio-proprietário, Felipe de Barros, o capeletti é o produto mais procurado da empresa entre maio e julho, quando as vendas do item aumentam cinco vezes em relação ao restante do ano. “Nosso faturamento praticamente triplica nesse período”, conta o empresário.

Para atender à demanda, a produção é organizada com antecedência pela marca. “Trabalhamos a partir de fevereiro e março para garantir os estoques. Hoje conseguimos manter a produção com equipe fixa e uso de automação, mas já recorremos a contratações temporárias para dar conta da ‘safra’, como chamamos internamente esse período”, explica a também sócia-proprietária Cecília Caregnatto de Barros.

Durante o auge da temporada, então, a produção se intensifica ainda mais. “Nossa máquina de capeletti começa a funcionar às 4h30min da manhã e vai até meia-noite. É o momento em que o negócio gira mais forte”, explica Felipe de Barros.

Vestuário: ticket médio triplica

O setor de vestuário também é impactado positivamente pelos efeitos do frio gaúcho. A empresa Vezzareto Uniformes, especializada em roupas personalizadas, tem no inverno seu período mais estratégico no ano. “Produzimos jaquetas e casacos, e com a queda das temperaturas, cresce naturalmente a procura por esse tipo de peça. Nosso ticket médio praticamente triplica nesse período”, revela o proprietário, Rodrigo Vezzaro.

Para atender à demanda, a empresa aposta no reforço de estoques, logística, atendimento e produção. “O inverno, para nós, não é apenas uma estação, mas uma oportunidade de crescimento e visibilidade”, enfatiza Vezzaro.

Chance de fidelização

Para o Sebrae RS, o inverno é também uma oportunidade para que as empresas fortaleçam laços com seus públicos. “Empresas que fortalecem o relacionamento com o cliente e oferecem experiências personalizadas durante o frio colhem bons resultados o ano inteiro. Investir em fidelização e inovação ajuda a transformar o consumidor ocasional em cliente fiel”, conclui Gustavo Rech.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/07/2025 0 Comentários 275 Visualizações
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Tacosola recebe Secretaria de Desenvolvimento Econômico em ação do Conexão Empresarial

Por Marina Klein Telles 22/07/2025
Por Marina Klein Telles

A empresa Tacosola Borrachas Ltda, tradicional no setor de componentes industriais, recebeu na última quinta-feira (17) a visita institucional da secretária de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Turismo (SMDEIT) de Novo Hamburgo, Daiana Monzon, e do diretor de Desenvolvimento Econômico da Pasta, Preto Kayser. A ação integra o programa Conexão Empresarial, iniciativa que busca aproximar o poder público das demandas do setor produtivo local.

A equipe da SMDEIT foi recepcionada pelo presidente da Tacosola, Carlos Eduardo Moehlecke, pelo diretor administrativo Rodrigo Moehlecke e pelo assessor financeiro Leonel Fogaça. Durante o encontro, foram discutidas questões administrativas enfrentadas pela empresa, com destaque para pendências em trâmite na Prefeitura, além de aspectos operacionais que impactam o dia a dia dos negócios.

Daiana destacou que a Prefeitura está comprometida em revisar os processos internos que envolvem atendimento às empresas. “Sabemos que questões administrativas mal resolvidas podem travar o crescimento de uma empresa. Nosso compromisso é identificar essas barreiras e atuar com agilidade junto às demais secretarias para garantir que as pendências sejam analisadas com clareza e resolvidas no menor tempo possível”, afirmou.

Jà Kayser, reforçou a importância de estabelecer fluxos mais claros e canais diretos de comunicação entre os setores da Prefeitura e o empresariado. “Estamos trabalhando para que situações como a que afeta a Tacosola não fiquem sem retorno. Nosso papel é acompanhar esses casos de perto, fazer a ponte entre os setores envolvidos e garantir que a empresa tenha previsibilidade para planejar seus próximos passos”, completou.

A visita à Tacosola reforça o compromisso da Administração Municipal com o fortalecimento da indústria local e com a construção de uma rede de apoio ao empreendedorismo. O programa Conexão Empresarial seguirá promovendo encontros periódicos com empresas de diferentes setores, estimulando o crescimento econômico de Novo Hamburgo com base na escuta, na cooperação e na inovação.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/07/2025 0 Comentários 197 Visualizações
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Presidente do Sistema Fiergs reúne-se com Geraldo Alckmin em Brasília para tratar de tarifas dos Estados Unidos

Por Marina Klein Telles 21/07/2025
Por Marina Klein Telles

Uma comitiva técnica e empresarial do Sistema FIERGS, liderada pelo presidente Claudio Bier, está em Brasília nesta segunda-feira (21) para uma reunião com o presidente em exercício Geraldo Alckmin, marcada para as 16h. O objetivo é apresentar os impactos, na indústria gaúcha, das tarifas de 50% previstas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros e defender a adoção de medidas compensatórias por parte do governo federal, caso a taxação entre em vigor a partir de 1º de agosto.

“Este diálogo é essencial para alcançarmos um resultado melhor para nossas indústrias. A expectativa é levar ao vice-presidente nossos pleitos e colaborar com o governo federal na negociação com o presidente norte-americano”, afirma Bier. Alckmin, como ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, lidera o grupo do governo brasileiro responsável pela negociação com o governo norte-americano.

Entre as medidas propostas pela entidade, compiladas em carta conjunta com os sindicatos industriais e já enviada à Confederação Nacional da Indústria (CNI), estão a prorrogação por 90 dias do início da vigência da nova tarifa, permitindo tempo para adaptação e negociação, a mobilização das indústrias exportadoras brasileiras junto a seus parceiros comerciais nos EUA para sensibilizar o governo americano e a adoção de medidas emergenciais, como linhas de financiamento, programas similares ao Reintegra, redução de jornada e salário e suspensão temporária de contratos, FGTS e recolhimentos previdenciários.

O Rio Grande do Sul é o segundo estado mais afetado pela medida anunciada pelo presidente Donald Trump, segundo estudo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Se as tarifas forem mantidas, o Produto Interno Bruto (PIB) gaúcho pode sofrer um impacto de R$ 1,9 bilhão. No estado, setores mais expostos ao mercado norte-americano empregam, atualmente, cerca de 145 mil pessoas.

Dados da Unidade de Estudos Econômicos (UEE) do Sistema FIERGS mostram que, em 2024, os Estados Unidos foram destino de 11,2% das exportações da indústria de transformação gaúcha. O ramo com maior exposição foi o de armas de fogo (85,9%), seguido por calçados de couro que, apesar de menor dependência do mercado americano, é o setor que mais emprega no Rio Grande do Sul.

Desde o anúncio das tarifas, o Sistema FIERGS tem atuado para minimizar os impactos do impasse. Na última sexta-feira (18), Bier reuniu-se com o governador Eduardo Leite, empresários e o cônsul-geral dos EUA em Porto Alegre, Jason Green.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/07/2025 0 Comentários 312 Visualizações
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Sistema Fiergs promove INDX sobre investimentos bilionários no RS

Por Marina Klein Telles 21/07/2025
Por Marina Klein Telles

Para marcar o primeiro ano da gestão Claudio Bier, o Sistema FIERGS escolheu o tema de investimentos bilionários previstos para o desenvolvimento industrial do Rio Grande do Sul para o INDX. Em sua segunda edição, o evento criado para promover discussões estratégicas voltadas ao fortalecimento da indústria terá como palestrantes o presidente da Cotrijal, Nei César Manica, e o diretor-geral da CMPC, Antônio Lacerda.

O encontro ocorrerá no Salão de Convenções da FIERGS, a partir das 11h30min. Entre os convidados, estarão lideranças do setor industrial, autoridades governamentais e representantes de sindicatos.

Diretor-geral da CMPC Brasil, Lacerda tem sólida carreira em grandes empresas e entidades setoriais e vai falar sobre o projeto Natureza CMPC. O aporte de R$ 24 bilhões, o maior investimento privado da história do Rio Grande do Sul e está ancorado em quatro eixos de desenvolvimento: silvicultura sustentável, infraestrutura logística, crescimento industrial e conservação ambiental e cultural.

Em Barra do Ribeiro, será instalada a nova unidade industrial — no município, já fica a Barba Negra, fazenda de 10 mil hectares que abriga o viveiro de mudas e um centro de pesquisas de aprimoramento genético de eucalipto. A planta terá capacidade anual de 2,5 milhões de toneladas de celulose branqueada de eucalipto, matéria-prima para a fabricação de diferentes tipos de papéis, embalagens e produtos higiênicos, além de estar presente em itens como alimentos, medicamentos e cosméticos. A expectativa é de que sejam gerados aproximadamente 12 mil empregos durante as obras. Em operação, a empresa deve promover 1,5 mil vagas de trabalho diretas e indiretas, segundo publicado no site da empresa.

Presidente da Cotrijal há 30 anos, Mânica é uma das principais referências do cooperativismo gaúcho. A associação entre a Cotrijal, com sede em Não-Me-Toque, a Cotripal, de Panambi, e a Cotrisal, de Sarandi, foi batizada de Soli3 e vai construir uma nova indústria para processamento de soja, com planta para produção de biodiesel em Cruz Alta. Com investimento de R$ 1,25 bilhão, terá capacidade para processar 3 mil toneladas de soja por dia (50 mil sacas de soja/dia).

A nova planta industrial será responsável pela produção de óleo degomado, biodiesel, glicerina, farelo de soja e casca peletizada. Esses produtos são amplamente utilizados nas indústrias de alimentos, rações e biocombustíveis e devem abastecer tanto o mercado interno quanto externo. O faturamento previsto é de R$ 2,2 bilhões por ano e a operação deve começar em 2028, de acordo com projeção publicada no site da Cotrijal. A área construída será de 62 mil metros quadrados, com previsão de início das obras em janeiro de 2026, gerando aproximadamente mil empregos diretos.

O INDX

Lançado pelo Sistema FIERGS em março deste ano, o INDX teve como primeiro palestrante o governador Eduardo Leite. A série de eventos busca trazer à sede da entidade convidados especiais para apresentar visões estratégicas e promover debates qualificados com os participantes, com foco no crescimento do setor industrial e da economia do território gaúcho.

Para o presidente do Sistema FIERGS, Claudio Bier, o INDX é mais um importante canal que a entidade abriu para dialogar com a comunidade industrial. “É uma forma de impulsionarmos o objetivo que temos em comum de atuar pela competitividade e pelo fortalecimento da indústria. Por meio de iniciativas que promovam uma conexão entre indústria, poder público e sociedade civil, conseguimos construir uma visão estratégica que favorece o desenvolvimento do Rio Grande do Sul”, destaca.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/07/2025 0 Comentários 325 Visualizações
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Agência da ONU assina protocolo de intenções com o Sistema Ocergs

Por Marina Klein Telles 21/07/2025
Por Marina Klein Telles

O Sistema Ocergs e a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO) assinaram, nesta sexta-feira (18), um protocolo de intenções com o intuito de encaminhar projetos de cooperação nas áreas de agricultura sustentável, energia limpa e biofertilizantes. Especializada na promoção do Desenvolvimento Industrial Inclusivo e Sustentável (ISID), a agência da ONU desenvolve, atualmente, dois projetos no Rio Grande do Sul — voltados para biogás e resiliência climática industrial — e pretende ampliar essa parceria, inclusive como apoio após as enchentes que atingiram o estado.

A assinatura simboliza o primeiro passo dessa construção após dois dias de reuniões entre as partes, na sede do Sistema Ocergs, em Porto Alegre, para identificação de temas comuns de interesse. “Começamos essa articulação no ano passado, após as enchentes, porque entendemos que poderíamos ser parte da construção de um estado mais resiliente. Procuramos a agência da ONU, que é referência no apoio a projetos de desenvolvimento sustentável, para avançarmos nesse sentido”, justificou o superintendente do Sistema Ocergs, Mario De Conto.

“O cenário global de mudanças climáticas tem reforçado a necessidade de iniciativas de adaptação por parte das cooperativas. Precisamos buscar novas tecnologias e processos industriais adaptados a essa realidade para crescermos de forma sustentável”, completou o presidente do Sistema Ocergs, Darci Hartmann.

Na quinta-feira (17), o foco da discussão foi o ramo de infraestrutura, com participação de representantes da Federação das Cooperativas de Energia, Telefonia e Desenvolvimento Rural do RS (Fecoergs) e da Certel. O segmento, que atua na geração e distribuição de energia para 1,3 milhão de pessoas, especialmente das áreas rurais, apresentou o trabalho desempenhado pelas cooperativas, com destaque para a geração de energia 100% renovável (hídrica e solar) e índice de satisfação do consumidor entre os melhores do país. Os principais temas discutidos foram eficiência energética, modernização de usinas hidrelétricas e hidrogênio verde.

Já na manhã desta sexta-feira, a pauta foi agricultura sustentável e inovação. O ramo agropecuário, por meio da Federação das Cooperativas Agropecuárias do RS (FecoAgro/RS), CCGL e Rede Técnica Cooperativa (RTC), compartilhou com os representantes da UNIDO a experiência de implementação da SmartCoop — plataforma de gerenciamento digital baseada em dados que apoia o produtor na tomada de decisão. A medida despertou o interesse da agência internacional por ser replicável em outros países.

“Discutimos muitos temas: como podemos cooperar, como podemos tornar a industrialização mais verde, como produzir fertilizantes com menos emissões de carbono e como utilizar formas inovadoras de industrialização para evitar eventos climáticos extremos. Acreditamos que a abordagem do Sistema Ocergs e das cooperativas é um excelente exemplo de como unir forças e tentar fazer melhor no futuro”, avaliou o diretor executivo da Diretoria de Inovação para os ODS e Transformação Econômica da UNIDO, Gunther Beger.

Transferência de conhecimento

A reunião também tratou do potencial de transferência de conhecimento do Sistema Ocergs, para apoio ao desenvolvimento do cooperativismo em outros países, a partir de cooperação técnica internacional. “Temos a Escoop, única instituição de ensino superior do país especializada em cooperativismo, vinculada ao Sistema Ocergs. Isso é relevante porque a UNIDO busca fundos internacionais voltados para o clima, e essa contrapartida desperta o interesse de doadores, uma vez que nós também podemos contribuir”, destacou o superintendente do Sistema Ocergs.

Os próximos passos da parceria devem ser implementados ao longo deste segundo semestre. Ficou acordado que a UNIDO, com o apoio do Sistema Ocergs, aprofundará o diálogo e explorará oportunidades de captação de recursos, incluindo o acesso potencial a fundos internacionais de financiamento climático, doadores bilaterais e instrumentos de cooperação para o desenvolvimento.

Atuação da UNIDO no Brasil e no RS

A UNIDO possui oito projetos em andamento no país com outros parceiros, abordando descarbonização industrial, economia verde e circular, energias renováveis, proteção da camada de ozônio, mitigação de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) e sustentabilidade produtiva.

O diretor executivo da agência, Gunther Beger afirmou que há possibilidade e interesse de ampliação de projetos na América Latina, especialmente no Brasil.

“Falamos muito sobre agricultura regenerativa e isso é algo que também precisamos discutir e desenvolver na nossa cooperação futura: como podemos fazer com que o setor deixe de ser parte do problema das mudanças climáticas e passe a ser parte da solução na redução das emissões de carbono”, destacou Beger. “Há muito trabalho a ser feito, e estou feliz por termos o Sistema Ocergs como um potencial parceiro forte para essa cooperação”, completou.

Projeto em resposta às enchentes

No Rio Grande do Sul, já há dois projetos implementados pela organização. Um deles é o GEF Biogás Brasil, que é liderado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), financiado pelo Global Environment Facility (GEF) e executado pelo CIBiogás. O projeto tem atuação nacional e possui uma unidade de demonstração de boas práticas em biogás no município de Santa Rosa.

O outro, sobre resiliência climática da indústria gaúcha, é liderado pelo MCTI com apoio do governo do Japão, suporte técnico do Escritório das Nações Unidas para Assuntos do Espaço Exterior (UNOOSA) e execução do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Rio Grande do Sul (Sebrae-RS). A iniciativa pretende utilizar um sistema japonês de mapeamento via satélite, sensoriamento remoto e inteligência artificial que permite antecipar cenários de risco e orientar planos de contingência frente a eventos climáticos extremos, em resposta às enchentes que atingiram o estado em 2024.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/07/2025 0 Comentários 356 Visualizações
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