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As inscrições para o TOP de Mkt ADVB/RS 2025 estão chegando ao fim. O prazo final para que as empresas possam participar se encerra no dia 29 de abril, data que marca o encerramento oficial do período de inscrições.
Em um comparativo com 2024, a atual edição já demonstra crescimento. A taxa de renovação das empresas participantes deve ultrapassar os 60%, sinalizando uma forte atração de novos cases e players do mercado. Categorias estratégicas como ESG e Inovação apresentam destaque: houve um salto no número de inscritos nas frentes de Inovação em Produtos, Serviços e Processos e Iniciativas ESG, que já dobraram em relação ao mesmo período do ano anterior.
Além disso, segmentos como saúde, inovação e responsabilidade socioambiental lideram as tendências de crescimento. A nova configuração de categorias, somada ao alto engajamento de empresas estreantes, pode levar à superação dos resultados de 2024.
“A diversidade de setores e a entrada de novos participantes mostram a força do TOP como plataforma de reconhecimento das melhores práticas em marketing e vendas. Os dados parciais nos dão a confiança de que esta edição será uma das mais relevantes dos últimos anos”, celebra Leandro Pompermaier, presidente da ADVB/RS.
Uma das novidades desta edição, a categoria TOP Atitude Solidária – Troféu Maria Elena Johannpeter, já atingiu seu número limite de inscritos e conta atualmente com uma lista de suplência com organizações na expectativa de participação. “Estamos vendo uma mobilização inédita em torno das causas sociais e da inovação. Esse movimento sinaliza uma transformação positiva na forma como as empresas se posicionam e atuam no mercado”, destaca Pompermaier.
A 42ª edição do TOP de Mkt ADVB/RS 2025 será realizada no dia 2 de outubro, em Porto Alegre. As inscrições e mais informações podem ser acessadas em www.advbrs.com/topdemkt/.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
Nesta quinta-feira, dia 24, o Prato Principal da ACI vai apresentar a experiência do Grupo Inbetta, de Esteio, na utilização da Lei do Bem para inovar e crescer. Os palestrantes são Romulo Isoppo, gerente contábil corporativo do Grupo Inbetta, e Ivan Faliguski, CEO da Domínio Tributário, empresa de gestão tributária.
Nas suas apresentações, eles mostrarão como a cultura de inovação é construída dentro da empresa, de que forma a Lei do Bem contribui para o desenvolvimento da companhia, exemplos práticos de como a empresa utiliza a inovação para aprimorar produtos, processos e melhorias operacionais e resultados e impactos gerados na performance e competitividade da empresa.
Os inscritos serão recepcionados a partir das 11h30min. Às 11h45min, terá início a reunião-almoço e, às 13h30min, ocorrerá o encerramento, no Centro de Eventos Swan Novo Hamburgo.
Informações podem ser obtidas pelo fone 51 2108-2108 e pelo e-mail eventos@acinh.com.br
Inscrições devem ser feitas em https://www.acinh.com.br/evento/prato-principal-como-o-grupo-inbetta-esta-utilizando-a-lei-do-bem-para-inovar-e-crescer
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
A cultura do tabaco na Região Sul do País é mola propulsora da economia de 509 municípios. São 626 mil pessoas envolvidas com a atividade que gerou na última safra 11,8 bilhões de receita aos produtores integrados. O tabaco produzido tem como destino principal a exportação: em 2024, o produto gerou US$ 2,89 bilhões em divisas e R$ 16,8 bilhões em impostos.
Os projetos de lei 119/2023 e 110/2025, no Paraná, e 010/2023 e 0273/2024, em Santa Catarina, que dispõem sobre a classificação do tabaco nas propriedades, ameaçam a parceria estabelecida entre produtores e empresas, conhecida como Sistema Integrado de Produção de Tabaco e que tem sido exemplo para vários segmentos do agronegócio brasileiro. No Rio Grande do Sul os projetos aprovados geram, ainda, problemas quanto a sua operacionalidade prática, como a dispersão geográfica da produção e a insuficiência de fiscais classificadores dos órgãos estaduais.
O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), entidade que representa as indústrias tem, desde o início da discussão, exposto a preocupação com as consequências práticas destas medidas para toda a cadeia produtiva. Entre eles está o aumento significativo de custos; a seletividade de produtores para reorganização das áreas de produção, com prejuízos aos municípios geograficamente mais distantes; prejuízos aos estados com o fechamento de filiais de compra, acarretando em perda de empregos e impostos; aumento de custos aos estados com a contratação de centenas de fiscais classificadores de tabaco pelos órgãos estaduais (Emater/RS, Cidasc/SC e IDR/PR); aumento do custo aos produtores com a necessidade de adequação das instalações na propriedade para efetuar uma avaliação justa da qualidade do produto; bem como a perda de competitividade no mercado internacional devido ao aumento de custo e transferência da produção para outros países, com consequente redução de divisas, empregos, renda aos produtores, impostos aos municípios, Estados e União.
Para o presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, preocupa a possível ruptura do Sistema Integrado de Produção, que traz garantias para todos os elos da cadeia produtiva, e o aumento de empresas que não cumprem as regras estabelecidas pela Lei da Integração (13.288/2016). “É preciso refletirmos: por que uma empresa integradora firmaria contrato com o produtor, prestaria assistência técnica gratuita, financiaria e avalizaria os financiamentos dos insumos e investimentos sem garantias de receber a safra contratada? Entendemos que aperfeiçoamentos no modelo de classificação e compra do tabaco devem ser discutidos de forma técnica entre as partes, no âmbito do Fórum Nacional de Integração do Tabaco (Foniagro), seguindo os parâmetros definidos pela Lei de Integração. Tornar o tema objeto de discussão política tende a levar a resultados que não espelham as especificidades do mercado, mas que são conduzidos meramente pelo apelo popular”, avalia Thesing.
Ainda de acordo com ele, o novo projeto traria riscos à qualidade e, consequentemente, à competividade do produto brasileiro junto ao mercado internacional, tendo em vista que classificar na propriedade não permite as mesmas condições que hoje existem nas empresas, com iluminação adequada para a classificação e balanças aferidas pelo Inmetro.
Vantagens do Sistema Integrado de Produção de Tabaco
- Planejamento das safras de acordo com o mercado global;
- Garantia de qualidade e integridade do produto;
- Assistência técnica gratuita aos produtores;
- Financiamento da safra com aval das empresas;
- Transporte da produção custeado pelas empresas;
- Garantia de comercialização da safra contratada.
Diálogo necessário
Representantes do SindiTabaco e das empresas integradoras têm se colocado à disposição das representações dos produtores, legisladores e autoridades para dialogar de forma técnica e transparente sobre os impactos das medidas na cadeia de produção e enfatizar a importância do setor do tabaco para o Brasil. “Mantemo-nos abertos ao diálogo, pois entendemos a importância de todos os elos da cadeia produtiva atuarem de forma sinérgica, dentro dos limites da legislação. É preciso cautela para que não prejudiquemos um setor que gera empregos, renda e tributos”, comenta Valmor Thesing, presidente do SindiTabaco.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs) divulgou nesta terça-feira (22) os resultados da Pesquisa de Investimento 2024-2025, indicando que 75% das indústrias dos setores Extrativo, de Transformação e da Construção pretendem realizar investimentos no Estado em 2025. O percentual é o mais alto dos últimos cinco anos e representa um aumento de 13,7 pontos percentuais em relação à intenção registrada na pesquisa anterior, feita em dezembro de 2023.
Segundo o levantamento, 72,9% das indústrias que planejam investir no próximo ano já iniciaram os projetos, enquanto os demais devem começar ainda em 2025. A maioria das empresas aponta como prioridade o mercado interno, com o objetivo principal de melhorar o processo produtivo. Essa motivação foi citada por 45,4% dos entrevistados, um aumento de 5,5 pontos percentuais em comparação à pesquisa anterior.
A principal fonte de financiamento para esses investimentos continua sendo recursos próprios, prática adotada por 59,1% das empresas – percentual semelhante ao registrado em 2023. Desde o início da série histórica da pesquisa, em 2010, o capital próprio é apontado como o principal meio de financiamento.
Investimentos em 2024 superaram 2023
Em relação ao ano passado, 74,3% das empresas conseguiram efetivar investimentos, número superior ao registrado em 2023, que foi de 64,1%. Apesar disso, mais da metade não conseguiu concluir os investimentos integralmente. O resultado de 2024 retorna ao patamar observado em 2022 (75%), mantendo-se acima da média de 73% dos 15 anos de levantamento.
Entre as ações estratégicas desenvolvidas pelas empresas em 2024, destacaram-se inovação tecnológica e investimentos em capital humano.
Obstáculos e impacto das enchentes
De acordo com a pesquisa, a incerteza econômica foi apontada como o principal obstáculo para investimentos no ano passado. O item foi considerado importante ou muito importante por sete em cada dez empresas com planos de investimento em 2024.
O presidente da Fiergs, Claudio Bier, comentou os resultados afirmando que “os resultados confirmam a resiliência do gaúcho, que apesar de todas as dificuldades provocadas pela tragédia das enchentes do ano passado, consegue se reerguer. Muitas indústrias foram afetadas e precisaram recomeçar praticamente do zero, sendo reconstruídas para voltar a operar, mas a disposição para investir se manteve e até cresceu”.
Metodologia
A pesquisa foi realizada entre os dias 6 e 17 de janeiro de 2025, com 171 empresas participantes. Do total, 41 são pequenas, 59 médias e 71 grandes.
Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
A escolha do material das lentes dos óculos é essencial para garantir conforto, estética e qualidade visual. Com o avanço das tecnologias ópticas, os materiais das lentes evoluíram significativamente, tornando-se mais leves, resistentes e duráveis, oferecendo opções que atendem às diversas necessidades dos usuários. O alerta é da Associação do Comércio de Joias, Relógios e Óptica do Rio Grande do Sul (Ajorsul). De acordo com o professor do Ajorsul Educar, Charles Sutter, técnico em Óptica pelo Senac e em Optometria pela Ulbra do Rio Grande do Sul, o mercado oferece uma variedade de materiais de lentes, cada um com suas características específicas.
“Antigamente, o cristal era o material mais utilizado, mas com o avanço das resinas ópticas, hoje temos opções como lentes de resina, Trivex, policarbonato e alto índice, que se destacam pela leveza, resistência e qualidade visual”, explica Charles Sutter.
As lentes de resina com índice 1.50 são as mais comuns e acessíveis, oferecendo boa qualidade óptica para graus baixos a moderados. Já o Trivex, com índice 1.53, é um material leve e altamente resistente a impactos, ideal para crianças e esportistas. O policarbonato, embora não seja o material de maior nitidez, é amplamente utilizado em óculos de segurança e infantis devido à sua resistência a impactos. Para usuários com graus elevados, as lentes de alto índice (1.67 e 1.74) são indicadas, pois permitem uma espessura menor, conferindo um design mais discreto e sofisticado.
Outro aspecto importante a ser considerado, segundo o especialista, é a proteção UV das lentes. Muitos materiais já possuem proteção UV em sua composição, enquanto outras lentes podem ser tratadas com um revestimento adicional para proteger os olhos contra os raios ultravioleta. Esse fator ajuda a preservar a saúde ocular a longo prazo, especialmente para aqueles que passam muito tempo expostos ao sol.
Charles Sutter também destaca que a escolha do material da lente deve levar em conta não apenas o grau da receita, mas também o formato e o tamanho da armação, além das medidas personalizadas realizadas pelo óptico. “Esses fatores influenciam diretamente o conforto e a adaptação dos óculos, garantindo um desempenho visual equilibrado e esteticamente agradável”, afirma o professor.
A Ajorsul reforça a importância de consultar um profissional óptico de confiança para uma recomendação personalizada. “Com a variedade de opções disponíveis, a orientação de um especialista é essencial para escolher a lente que melhor se adapta às necessidades visuais e ao estilo de vida de cada pessoa”, conclui Charles Sutter.
Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
O Sistema LIDE, maior grupo de lideranças empresariais da América Latina, anunciou as datas das cerimônias de entrega do Prêmio Líderes Brasil 2025. O reconhecimento ao talento e compromisso de empresas e seus gestores na promoção de um país melhor e mais competitivo será realizado no dia 12 de novembro em Porto Alegre. O evento antecede a premiação nacional, que ocorrerá no dia 1º de dezembro, em São Paulo.
Os eventos regionais e nacional reúnem os principais empresários, CEOs, líderes institucionais, autoridades e jornalistas dos maiores veículos de comunicação do país. Em 2024, nomes de gaúchos como Jorge Gerdau Johannpeter, ex-presidente da Gerdau — uma das maiores indústrias de aço do mundo —, e Pedro Bartelle, CEO da Vulcabras, estavam entre os agraciados.
A tradicional homenagem promovida pelo LIDE distingue empresas e personalidades em diferentes categorias, seja por setor ou por tema estratégico. O cronograma e regulamento serão divulgados em agosto, contemplando as etapas de indicação e escolha dos premiados nas áreas do Agronegócio, Economia Criativa, Turismo e Entretenimento, Indústria, Construção Civil e Mercado Imobiliário, Logística e Infraestrutura, Serviços, Tecnologia e Varejo.
O presidente do LIDE RS, Delton Batista, explica que, neste ano, a agenda do grupo valoriza ações nos eixos de Responsabilidade Social Empresarial, Desenvolvimento Econômico Sustentável, Cidades Inteligentes e Inovação Corporativa. “O reconhecimento é uma forma de exaltar aquelas lideranças que estão gerando um impacto positivo na sociedade, que suas ações e negócios vão além dos limites e interesses de suas empresas ou instituições. São aqueles que investem em boas práticas e que entendem que são parte do desenvolvimento das cidades e do nosso país. Por isso o tema desta edição é Cidadania Empresarial e Liderança para o Futuro, o que abrange todas as pautas que o LIDE defende e promove e que geram valor por meio da reputação”, afirma Delton, que também preside o grupo em Santa Catarina.
Nessa linha, o Prêmio Líderes ESG irá destacar iniciativas empresariais em Educação para o Futuro, Empresa Saudável, Governança, Iniciativa de Cidades Inteligentes, Responsabilidade Social e Sustentabilidade. O Prêmio Destaque Empresarial e a categoria de Liderança Empresarial irão valorizar inovações, crescimento e liderança, incluindo as distinções LIDE Futuro e LIDE Mulher. Instituições e personalidades que contribuíram significativamente para o desenvolvimento empresarial e social do Rio Grande do Sul irão receber as homenagens especiais LIDE Cultura, Instituição do Ano e Liderança Destaque Nacional, entre outras.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
“Vamos inovar? Transformando ideias em ações”. Este é o tema da próxima edição do Happy Hour com Tecnologia do IBTeC, dia 23 de abril, quarta-feira. A secretária de Desenvolvimento Social, Inovação e Turismo de Novo Hamburgo, Daiana Monzon, será palestrante convidada do encontro.
Pontos de discussão:
- Inovação como cultura: atitudes e novas formas de pensar e agir em âmbito corporativo;
- O papel do poder público como agente de inovação;
- Desafios e oportunidades do ecossistema de inovação da região;
- Inovação na prática: ferramentas de como transformar boas ideias em ações.
Serviço
Data: 23 de abril (Quarta-feira)
Horário:
– 17:30 – Recepção e Coffee break
– 18:00 – Início do evento
Modalidade: Presencial (na sede do IBTeC – rua Araxá, 750 – Bairro Ideal / Novo Hamburgo-RS) e online.
Canais de transmissão:
- Youtube do IBTeC (https://www.youtube.com/ibtecbrasil)
- Instagram do IBTeC (https://www.instagram.com/ibtecbrasil/)
– As inscrições, GRATUITAS, devem ser feitas com antecedência, pela plataforma Sympla (https://www.sympla.com.br/produtor/ibtecbrasil).
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
A UnidaSul foi reconhecida com o Prêmio RAMA 2025, na categoria supermercado, durante o Smart Market ABRAS, maior evento e comunidade de gestão e alta performance de supermercadistas da América Latina. A premiação, anunciada nesta terça-feira (15), homenageia empresas que adotam práticas que impulsionam a rastreabilidade, a segurança alimentar e a excelência dos produtos frescos oferecidos ao consumidor.
Idealizado pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), o Programa RAMA (Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos) é uma iniciativa que promove o controle e o monitoramento de resíduos de defensivos agrícolas em frutas, legumes e verduras (FLVs), assegurando alimentos mais seguros e rastreáveis nas gôndolas dos supermercados de todo o país.
Ao escolher comprar em um supermercado do Grupo UnidaSul, o consumidor leva para casa mais do que alimentos frescos: leva a certeza de estar adquirindo produtos monitorados, rastreados e comprometidos com sua saúde e bem-estar.
A conquista reforça o posicionamento da UnidaSul como uma empresa atenta às melhores práticas do varejo e à construção de um futuro mais sustentável. O reconhecimento no RAMA destaca o alinhamento da companhia com padrões rigorosos de qualidade e responsabilidade socioambiental, somando-se a outras ações que visam o fortalecimento da cadeia de abastecimento e a valorização da vida.
“Receber esse reconhecimento é motivo de orgulho e comprova que estamos no caminho certo. O prêmio reforça nosso propósito de oferecer produtos frescos com mais controle, transparência e qualidade”, afirma Augusto De Cesaro, presidente da UnidaSul.
A premiação também evidencia o papel fundamental do varejo na promoção de hábitos de consumo mais saudáveis e conscientes, contribuindo diretamente para uma sociedade mais bem alimentada e com maior acesso à informação sobre o que chega à sua mesa.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
Uma reunião realizada na manhã desta quarta-feira (16) no gabinete do deputado estadual Joel Wilhelm (PP), na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALRS), debateu estratégias para ampliar a presença do setor calçadista gaúcho no mercado dos Estados Unidos. A iniciativa é liderada pelo movimento The South Base, que reúne representantes da cadeia produtiva de calçados, incluindo indústrias, sindicatos, distribuidores e consumidores.
Durante o encontro, o deputado Joel Wilhelm, que preside a Frente Parlamentar em Defesa do Setor Coureiro-Calçadista, destacou a relevância econômica do setor no estado. “Basta dizer que o Rio Grande do Sul é o maior exportador de calçados do Brasil. Só no primeiro trimestre deste ano embarcamos 8,5 milhões de pares fabricados no nosso estado, com receita de 125,9 milhões de dólares. Vou sempre apoiar e colaborar com iniciativas que fortalezam o setor”, afirmou o parlamentar.
Parceria com associação americana
De acordo com o gerente regional do Sebrae RS, Marco Copetti, o foco atual do movimento é acessar o mercado norte-americano por meio da FDRA (Footwear Distributors and Retailers of America), entidade que representa 93% das empresas varejistas de calçados nos Estados Unidos. “Entendemos que com o apoio da Frente Parlamentar em Defesa do Setor Coureiro-Calçadista haverá mais engajamento e interesse ao movimento”, comentou Copetti.
Eixos estratégicos da iniciativa
Durante a reunião, os integrantes do The South Base apresentaram os eixos estratégicos da ação: governança, comunicação, processos, produtos, marketing e internacionalização. A proposta visa promover e fortalecer o cluster calçadista do Rio Grande do Sul no cenário internacional.
Participantes da reunião
Também participaram da reunião o representante do Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Industriais e de Ferramentas para Couro e Calçados (Sinmaqsinos) da região de Novo Hamburgo, Marlos Schimidt; o CEO da CT Shoe Solutions, Christian Thomas; o secretário executivo do Governo do Estado, Diogo Leuck; a gestora de Projetos Sênior do Sebrae RS, Carolina Rostirolla; e o diretor-executivo da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha e Dois Irmãos (ACI-NH/CB/EV/DI), Fauston Saraiva.
A iniciativa, que começou em 2019 com o nome “Líder”, passou por reformulações e foi renomeada como “Pacto Calçadista”, sendo batizada de “The South Base” em fevereiro deste ano.

