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Brasil deve ultrapassar US$ 3 bi em exportações de tabaco em 2025

Por Marina Klein Telles 29/04/2025
Por Marina Klein Telles

As exportações brasileiras de tabaco devem ultrapassar a marca de US$ 3 bilhões em 2025, segundo projeção da consultoria Deloitte. A estimativa é de crescimento entre 10% e 15% tanto em volume quanto em valor, reforçando o papel do produto como um dos principais geradores de divisas para o País.

No primeiro trimestre deste ano, o Brasil embarcou 104 mil toneladas de tabaco, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC/ComexStat). O volume representa uma leve queda de 1,78% no volume em relação ao mesmo período de 2024. No entanto, o valor comercializado teve alta de 12,85%, atingindo US$ 744 milhões.

“A preferência dos clientes internacionais pelo tabaco brasileiro é resultado direto da qualidade e integridade do produto, garantidas pelo Sistema Integrado de Produção de Tabaco (SIPT)”, afirma Valmor Thesing, presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco). “A integração favorece a rastreabilidade, o atendimento às exigências internacionais e a sustentabilidade da cadeia produtiva.”

Em 2024, o Brasil exportou 455 mil toneladas para 113 países, gerando US$ 2,977 bilhões em receita – valor que já superava a média histórica da última década (US$ 2 bilhões). O desempenho confirma a competitividade do Brasil em um mercado global altamente regulado e exigente.

Além das divisas, a cadeia produtiva do tabaco tem impacto direto sobre a geração de emprego, renda e arrecadação fiscal. Em 2024, o setor gerou cerca de R$ 12 bilhões em receita para os produtores rurais e R$ 17 bilhões em tributos pagos ao governo brasileiro.

Relevância para a economia regional

O tabaco segue entre os principais motores da economia em estados produtores, especialmente no Rio Grande do Sul, maior exportador nacional. Em 2024, foram gerados US$ 2,7 bilhões em vendas externas ao estado gaúcho, onde o tabaco foi o segundo produto da pauta de exportações, representando 12,55% do total, atrás apenas da soja.

Saiba mais

O Brasil é, há mais de 30 anos, o maior exportador mundial de tabaco, destinando cerca de 90% da produção ao mercado externo. É também o segundo maior produtor global, atrás apenas da China. Os principais compradores do tabaco brasileiro no primeiro trimestre de 2025 foram China, Bélgica, Indonésia, Estados Unidos e Emirados Árabes Unidos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/04/2025 0 Comentários 226 Visualizações
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Taxa de juros e demanda interna são preocupações para a indústria gaúcha, aponta pesquisa da Fiergs

Por Marina Klein Telles 29/04/2025
Por Marina Klein Telles
Taxa de juros elevada foi o principal entrave encontrado pela indústria gaúcha para um melhor desempenho no primeiro trimestre de 2025, revela a Sondagem Industrial, divulgada nesta terça-feira (29), pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). Conforme a pesquisa, esse gargalo foi apontado por 35,8% dos empresários entrevistados, salto de nove pontos percentuais (p.p) em relação ao período anterior, quando figurava em quinto lugar. A demanda interna insuficiente também teve relevância, ao se aproximar e ganhar destaque entre o último trimestre de 2024 e o primeiro de 2025. Subiu da quarta para a segunda posição, com 34,5% das indicações, elevação de 6,4 p.p.
A elevada carga tributária, embora mantendo um patamar de assinalação similar ao trimestre anterior, recuou da segunda para a terceira posição, permanecendo como um entrave para 32,4% das empresas. A falta ou alto custo de trabalhador qualificado foi o quarto problema mais citado no período, por 29,7% dos entrevistados.
Já na comparação mensal, o índice de produção atingiu 50,7 pontos em março – valor que, por estar acima da marca de 50, sinaliza uma expansão da produção em comparação com o mês anterior, movimento que não ocorria desde novembro do ano passado. Apesar disso, a pontuação foi menor do que a média histórica para o mês (52,3 pontos). A Unidade de Estudos Econômicos (UEE) da FIERGS, responsável pelo levantamento, explica que isso se deve, em parte, ao Carnaval, que neste ano ocorreu em março.
“Os dados mostram alta na produção em março, o que é positivo, mas as taxas de juros elevadas, a demanda interna insuficiente, a carga tributária e a dificuldade de mão de obra qualificada trazem desafios ao setor”, analisa o presidente do Sistema FIERGS, Claudio Bier.
O índice de emprego registrou 51,7 pontos. O ritmo de crescimento ficou abaixo do registrado em fevereiro (53,4), mas superou o desempenho histórico para o período (50,3). “A tendência para os próximos meses, pelo que estamos observando, é de manter a estabilidade neste indicador”, reforça Bier. Nos últimos nove meses, a única queda do emprego foi em dezembro de 2024.
A utilização da capacidade instalada (UCI) se manteve igual à de fevereiro, em 70%. Os estoques, por sua vez, se aproximaram do nível desejado pelas empresas. O índice em relação ao planejado alcançou 49,6 pontos em março (ante 49 em fevereiro). A indústria gaúcha opera sem excesso de estoques há 11 meses.

Perspectiva futura

Para os próximos seis meses, as expectativas da indústria gaúcha mantiveram o patamar de otimismo, segundo a pesquisa realizada entre 1º e 10 de abril, com perspectivas de aumento na demanda (53,7 pontos), nas exportações (51,5) e nas compras de matérias-primas (52,8).
Por sua vez, a intenção de investir recua pelo segundo mês consecutivo. De acordo com a Sondagem, o indicador atingiu o menor patamar desde julho de 2024: 53,9 pontos, após registrar 61,5 em fevereiro. Na prática, isso significa que, de fevereiro para abril, a parcela de empresas dispostas a realizar investimentos nos próximos seis meses diminuiu de 66,9% para 58,1% (eram 63,9% em março).
Para a pesquisa, foram consultadas 148 empresas, sendo 25 pequenas, 54 médias e 69 grandes. Acompanhe os resultados completos em https://observatoriodaindustriars.org.br/inteligencia-areas/sondagem-industrial/
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/04/2025 0 Comentários 188 Visualizações
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UnidaSul investirá R$ 410 milhões até 2027 para impulsionar a economia e expandir sua rede no RS

Por Marina Klein Telles 29/04/2025
Por Marina Klein Telles

A UnidaSul Distribuidora Alimentícia S/A anuncia um investimento de R$ 410 milhões até 2027, dos quais R$ 350 milhões serão destinados à abertura de novas lojas e R$ 60 milhões à modernização das unidades existentes das bandeiras Macromix Atacado e Rissul. O aporte faz parte do plano de expansão da companhia no Rio Grande do Sul.

Com complexo industrial localizado em Esteio (RS), a holding ocupa uma área de 110 mil m², alcança um faturamento anual de R$ 3,8 bilhões e emprega mais de 7,2 mil colaboradores. Atualmente, a UnidaSul conta com 47 lojas — 34 Rissul e 13 Macromix Atacado — presentes em 24 cidades gaúchas.

A companhia se consolida como um ecossistema de negócios, integrando operações de atacado, varejo, atacarejo, distribuição, fabricação, transporte e logística de bens de consumo. Segundo o Ranking AGAS 2024 da Associação Gaúcha de Supermercados, ocupa a terceira posição entre as maiores empresas supermercadistas do estado. Além do peso econômico, a UnidaSul é reconhecida como marca empregadora e por suas ações de responsabilidade social e inovação no setor varejista.

Expansão acelerada a partir de 2025

O ano de 2025 marcará a aceleração dos projetos de expansão e reestruturação da rede no RS. A estratégia envolve crescimento agressivo, modernização das lojas e investimentos em marcas próprias — CBS, Valore, Estância Rissul, Num Instante, Caldo Grosso, Caldo Nobre e No Ponto — que já representam 15% do faturamento total.

Essas iniciativas fazem parte do planejamento estratégico da companhia até 2027, com foco em crescimento sólido, inovação e responsabilidade social.
“2025 será um ano de trabalho comprometido com a expansão e, acima de tudo, com os valores que nos trouxeram até aqui, como responsabilidade social, sustentabilidade e inovação”, afirma Augusto De Cesaro, presidente da UnidaSul.

Desde o segundo semestre de 2024, a holding vem modernizando processos internos, centros de distribuição, áreas administrativas e lojas, além de reformular espaços de descanso e alimentação para colaboradores, reforçando o compromisso com o bem-estar no ambiente de trabalho.

Modernização das lojas com retrofit

A UnidaSul adotou o conceito de retrofit — tendência de modernização de espaços comerciais — para atualizar as unidades Rissul e Macromix, promovendo renovação de infraestrutura e introduzindo soluções inovadoras de design e tecnologia.

Em 2024, foram revitalizadas:

  • Rissul: Sapiranga (filial 28), Três Coroas (filial 36) e Porto Alegre (filiais 01 e 19), além da nova unidade inaugurada em Novo Hamburgo (filial 86).
  • Macromix: Torres (filial 55) e Xangri-Lá (filial 59).

Em 2025, os retrofits estão previstos para:

  • Rissul: Gramado (filial 32), Novo Hamburgo (filial 35), Canela (filial 27), São Leopoldo (filial 02), Sapucaia do Sul (filial 43) e Igrejinha (filial 37).
  • Macromix: Sapiranga (filial 29) e São Leopoldo (filial 54).

A meta é revitalizar todas as lojas até 2027.

Novas lojas previstas para 2025

Aberturas programadas:

  • Macromix Esteio (filial 80): inauguração prevista para 8 de maio de 2025. Com 3.300m² de área de vendas, 16 checkouts, 8 self-checkouts e 1 checkout exclusivo para comerciantes, a loja contará com áreas de padaria com autoatendimento, açougue, adega, hortifruti, entre outras. Haverá mais de 200 vagas de estacionamento coberto e carregadores para carros elétricos. O mix de produtos incluirá mais de 14 mil itens, com foco na experiência diferenciada do consumidor.
  • Macromix Cachoeirinha (filial 82): abertura prevista para o segundo semestre de 2025.
  • Rissul Canoas: segundo semestre de 2025.
  • Rissul Parobé: segundo semestre de 2025.
  • Rissul Esteio: segundo semestre de 2025.

Com essas inaugurações, a UnidaSul encerrará 2025 com 50 lojas — 14 unidades Macromix e 36 unidades Rissul — presentes em 25 cidades do RS. A expansão deve gerar cerca de 800 novos postos de trabalho, elevando o quadro de 7,2 mil para aproximadamente 8 mil colaboradores.

Expansão até 2027

O plano de crescimento da UnidaSul prevê a abertura de mais de 10 novas lojas até 2027. Algumas delas já estão confirmadas:

  • Santo Antônio da Patrulha: Macromix Atacado, Rua Capitão Machado (próximo à ERS-030). Investimento de R$ 55 milhões. Abertura prevista para o primeiro semestre de 2026.
  • Dois Irmãos: Macromix Atacado, Avenida Irineu Becker, 690 – Bairro Primavera. Investimento de R$ 50 milhões. Abertura prevista para 2026.
  • Gramado: Macromix Atacado. Investimento de R$ 50 milhões. Abertura prevista para 2027.
  • Porto Alegre:
    • Rissul, Avenida Otto Niemayer, 2500 – Bairro Camaquã. Investimento de R$ 35 milhões. Abertura prevista para 2026.
    • Macromix Atacado, Avenida Juca Batista, 1645 – Bairro Pedra Redonda.  Investimento de R$ 45 milhões. Abertura prevista para 2026.
    • Macromix Atacado, Avenida Professor Oscar Pereira, 1923 – Bairro Glória.  Investimento de R$ 45 milhões. Abertura prevista para 2026.

A companhia continua atenta a novas oportunidades de mercado para acelerar ainda mais o plano de expansão.

Projetos macro e fortalecimento da cultura organizacional

Paralelamente à expansão, a UnidaSul investe em projetos estruturantes nas áreas de infraestrutura, inovação, transformação digital e sustentabilidade. Também reforça seus programas de atração e retenção de talentos e fortalece políticas de inclusão. Alinhada ao propósito “Paixão por Servir”, a companhia busca formar equipes protagonistas no crescimento dos negócios e no desenvolvimento da sociedade.

Impactos na economia do RS

A expansão da UnidaSul impulsiona a economia gaúcha, gerando empregos diretos e indiretos e fortalecendo a cadeia produtiva local. “Além de criar novas oportunidades de trabalho, impactamos positivamente as comunidades onde atuamos, promovendo o desenvolvimento socioeconômico das cidades”, destaca Augusto De Cesaro.

Com visão de longo prazo, a UnidaSul se consolida como um dos principais players do varejo no RS, reconhecida pela solidez, inovação e responsabilidade social.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/04/2025 0 Comentários 511 Visualizações
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Workshop de governança corporativa reunirá líderes empresariais na ACI

Por Marina Klein Telles 28/04/2025
Por Marina Klein Telles

No dia 6 de maio, das 13h15min às 17h45min, a ACI promoverá o workshop Governança que transforma: prepara sua empresa para o futura, com a presença de aproximadamente 120 líderes de empresas familiares da região. O evento abordará temas fundamentais para empresas familiares, como sucessão, conselhos de administração, inovação e boas práticas de governança corporativa.

Confira a programação:

  • João Bosco Silva (sócio e consultor sênior da Cambridge Family Enterprise Group Brasil) abrirá o evento com a palestra “A importância dos conselhos de administração e o papel dos conselheiros”.
  • José Galló (ex-CEO da Lojas Renner e fundador da Quartz Investimentos) falará sobre “A importância de um conselho”.
  • Cristine Grings Nogueira (CEO da Piccadilly Company) apresentará o tema “Implementando a governança para perpetuar o negócio”.
  • O encerramento ficará por conta de Rochele Silveira (sócia-diretora e integrante da segunda geração do Kurotel – Spa Médico), com a palestra “Crescer sem perder a essência: A trajetória do Kurotel e a importância da governança corporativa”.

Na oportunidade, será feito o lançamento da Cartilha de Governança Corporativa, elaborada com base em informações fornecidas por empresas da região. A publicação contém boas práticas de governança adotadas por empresas associadas à ACI e tem como objetivo inspirar e orientar outras organizações a adotá-las.

A governança corporativa é importante aliada para empresas que querem atrair investidores, clientes e bons talentos. Atuar em sintonia com os princípios que fazem parte desse termo demonstra organização, transparência e confiabilidade. Em outras palavras, faz o negócio ser bem-visto no mercado. 

Para mais informações, entre em contato pelo telefone 51 2108-2108 ou pelo e-mail eventos@acinh.com.br.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
28/04/2025 0 Comentários 286 Visualizações
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Antecipação do 13º do INSS deve impactar comércio gaúcho

Por Jonathan da Silva 28/04/2025
Por Jonathan da Silva

A antecipação do 13º salário dos aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), determinada pelo Governo Federal, deve fortalecer as vendas do comércio no Rio Grande do Sul durante os meses de maio e junho. Cerca de 2,4 milhões de beneficiários no estado receberão o pagamento extra em duas parcelas, com a primeira liberada entre 24 de abril e 8 de maio e a segunda entre 26 de maio e 6 de junho.

A soma das duas parcelas da antecipação deve injetar aproximadamente R$ 5,8 bilhões na economia do Rio Grande do Sul, valor considerado expressivo para o setor comercial, especialmente em um período que coincide com datas comemorativas como o Dia das Mães e o Dia dos Namorados.

Expectativa de aumento no consumo e recuperação de crédito

O presidente da Federação das Câmaras de Comércio e de Serviços do Rio Grande do Sul (FCCS-RS), Vitor Augusto Koch, afirmou que o recurso representa uma boa oportunidade para os lojistas ampliarem suas vendas. Koch destacou que cerca de 40% do 13º salário é geralmente utilizado para o consumo de itens, enquanto o restante é destinado à quitação de dívidas e à recuperação de crédito. “Manter a antecipação do 13º salário de aposentados e pensionistas do INSS, o que já ocorre desde a pandemia, em 2020, foi uma medida assertiva do Governo Federal. Esse reforço no orçamento possibilita aos beneficiários terem mais dinheiro para comprar e pagar dívidas antigas. Isso gera maior comercialização de artigos como vestuário, calçados e acessórios, especialmente pela proximidade do inverno e amplia a capacidade de fazer compras a prazo daqueles que recuperam seu crédito”, avaliou o dirigente da entidade.

Orientações para lojistas e aposentados

O presidente da FCCS-RS ainda recomendou que os lojistas mantenham qualidade no atendimento para atender a um público exigente, oferecendo atenção, cordialidade, preços diferenciados e condições facilitadas de pagamento como formas de atrair e fidelizar clientes.

A orientação para os aposentados é planejar a utilização dos recursos recebidos com a antecipação do 13º salário, seja renegociando dívidas ou realizando novas compras. A recomendação é observar a capacidade de pagamento mensal para evitar endividamento futuro, lembrando que, com a antecipação, o pagamento do 13º no final do ano não será efetuado.

Foto: FCCS-RS/Divulgação | Fonte: Assessoria
28/04/2025 0 Comentários 290 Visualizações
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Estudo aponta que jovens priorizam a flexibilidade do trabalho remoto

Por Marina Klein Telles 28/04/2025
Por Marina Klein Telles

Uma nova geração de trabalhadores está redefinindo o que significa sucesso profissional. Dados de uma pesquisa conduzida nas universidades de Nottingham, Sheffield e King’s College London, no Reino Unido, revelam que jovens – ao lado de mulheres e pessoas que vivem longe do local de trabalho – são os grupos que mais demonstram preferência pelo home office.

Mesmo cientes de que o crescimento salarial nessa modalidade pode ser até 7% mais lento do que no trabalho presencial, eles valorizam os benefícios não monetários. Profissões que permitem maior autonomia, como a de profissional de pesquisa online, jornalista, analista de TI e designer estão entre as mais desejadas.

O levantamento, conduzido por economistas, aponta que os britânicos estão dispostos a abrir mão de até 8,2% da renda para manter a possibilidade de trabalhar remotamente por dois ou três dias na semana. A justificativa está na flexibilidade de horários, economia com transporte e alimentação, além de maior equilíbrio entre vida pessoal e profissional.

“Trabalhar de casa representa um aumento de benefícios sem, necessariamente, gerar desigualdade entre trabalhadores”, afirma Jesse Matheson, professor da Universidade de Sheffield.

Brasil também surfa na tendência

Além do Reino Unido, pesquisas feitas no Brasil também confirmam a tendência: 94% dos profissionais em regime remoto ou híbrido afirmam que suas vidas melhoraram com a adoção desse modelo. Os dados são de um levantamento de 2024 realizado pela em parceria pela FEA USP e FIA Business School.

A pesquisa ouviu mais de 1.300 profissionais de diversas áreas que atuam em home office ou regime híbrido. O foco foi entender aspectos como condições de trabalho, satisfação, desempenho, comprometimento e cultura organizacional.

Segundo o estudo, 88% dos entrevistados consideram que a qualidade do trabalho remoto é igual ou superior à do modelo presencial, e 91% afirmam que sua produtividade aumentou ou se manteve estável nesse formato. Cargos de entrada e de execução simples, como o de profissional de digitação, têm se beneficiado desse cenário.

A possibilidade de executar tarefas com autonomia e sem a necessidade de deslocamentos longos tem atraído jovens que buscam flexibilidade para estudar, cuidar da saúde ou conciliar com outras atividades. Além disso, esse tipo de ocupação exige apenas um computador e conexão estável com a internet, o que facilita o acesso de quem está começando no mercado.

A pesquisa também revelou que mais de 70% dos profissionais acreditam ter as mesmas oportunidades de crescimento que seus colegas presenciais, contrariando a ideia de que o trabalho remoto gera isolamento ou limita o desenvolvimento. Ainda assim, cerca de 60% reconhecem que falta valorização e reconhecimento por parte das empresas.

Desafios e oportunidades do home office

Apesar das vantagens, o modelo remoto ainda enfrenta resistência de setores mais tradicionais. Grandes empresas como Amazon e JP Morgan já exigem que seus funcionários estejam presencialmente no escritório durante a maior parte da semana. As justificativas são variadas: desde o impacto na produtividade até a dificuldade em manter o espírito colaborativo das equipes.

No entanto, especialistas argumentam que a produtividade em modelos híbridos é comparável à do trabalho totalmente presencial. Nicholas Bloom, economista da Universidade de Stanford, defende que permitir dois dias de trabalho remoto por semana pode ter valor equivalente a um aumento salarial de 8% na percepção do funcionário.

O trabalho remoto também transforma as economias locais. Quando um profissional passa a trabalhar de casa, tende a consumir mais nos arredores de sua residência, o que pode gerar novos empregos presenciais em cafeterias, mercados e serviços de bairro.

No Brasil, a adoção do home office foi acelerada pela pandemia, mas aparentemente veio para ficar. Segundo levantamento da KPMG, 61,82% das empresas já implementaram modelos híbridos ou flexíveis de forma permanente. Ainda que 33% das companhias tenham retornado ao regime 100% presencial, há espaço para evolução nas políticas que acolhem os trabalhadores remotos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/04/2025 0 Comentários 651 Visualizações
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Fecomércio-RS divulga Pesquisa do Dia das Mães 2025

Por Marina Klein Telles 25/04/2025
Por Marina Klein Telles

Em 2025, 71,4% dos indivíduos abordados pela Pesquisa de Dia das Mães da Fecomércio-RS responderam que comprarão presentes em comemoração à data. A pesquisa também aponta uma intenção de gastos superior ao verificado em 2024. A Pesquisa do Dia das Mães foi realizada entre os dias 17 e 30 de março de 2025. Foram entrevistadas 385 pessoas presencialmente que afirmaram que comprariam presentes para a ocasião na principal cidade de cada uma das 8 Regiões Intermediárias do Estado: Caxias do Sul, Ijuí, Passo Fundo, Pelotas, Porto Alegre, Santa Cruz do Sul, Santa Maria e Uruguaiana.

Em 2025, a Pesquisa de Dia das Mães da Fecomércio-RS passou por uma profunda reformulação. Além do número de cidades pesquisadas ter passado de cinco para oito, houve uma reponderação da representação dos indivíduos na amostra conforme a faixa de renda que agora são divididas em quatro. As faixas de renda foram construídas a partir da PNADc Anual 2023 (IBGE) e atualizada como proporção do salário-mínimo de 2024.

Entre os entrevistados, 39,0% afirmaram que pretendem gastar mais ou muito mais do que em 2024, 49,9% pretendem gastar o mesmo e 11,20% devem gastar menos. Com percentual maior dos que pretendem gastar mais em relação aos que pretendem gastar menos, o indicador que consolida essas respostas ficou em 116,8 pontos – o que indica uma intenção de gastos, em média, maior que na compra do ano anterior. A associação de um grande percentual de pessoas afirmando que irão fazer compras no Dia das Mães a uma intensão de gasto maior sinaliza que a data tende a ser positiva para varejo de presenteáveis. “Em 2024 não aconteceu Dia das Mães no Rio Grande do Sul. As enchentes afetaram severamente uma parte muito grande das famílias gaúchas e quem não foi afetado diretamente estava em estado de consternação. Muito provavelmente essa adesão superior à média histórica da pesquisa remete também a uma tentativa de recompensar 2024”, afirmou Luiz Carlo Bohn, presidente da Fecomércio-RS.

O gasto pessoal médio deverá ser de R$ 220,79. Os homens deverão gastar uma média de R$ 261,32, enquanto as mulheres gastarão R$ 186,67. Por faixa de renda o gasto médio deverá ser de R$ 140,32 para indivíduos da Faixa 1, R$ 200,53 para os da Faixa 2, R$ 213,07 para os indivíduos da Faixa 3 e R$ 343,31 para os da Faixa 4. A pesquisa também aponta que 85,2% darão presentes de forma individual, 13,2% dividirão com alguém e 1,6% darão presentes individuais e coletivos. O presente, em média, custará R$ 184,36 – valor médio que corresponde a R$ 296,92 para presentes compartilhados e a R$ 164,84 para os presentes individuais.

O tipo de presente mais citado foi Vestuário (40,5%), seguido por Perfumes e Cosméticos (26,0%) e Eletroeletrônicos/Eletrodomésticos (10,1%). As Lojas do Centro das cidades são as preferidas (54,0%), seguidas por Shoppings Centers (26,5%). Entre os entrevistados, 30,5% pretendem comprar na mesma loja onde foi adquirido o presente do ano passado. O maior movimento esperado é mais próximo da data: 79,7% devem buscar os presentes com, no máximo, uma semana de antecedência. “A pesquisa mostra que cerca de 30,0% dos consumidores volta no ano seguinte para comprar de novo na mesma loja. Então precisamos entender que propiciar uma boa experiência de consumo para nossos clientes pode estar sendo a formação de uma relação de consumo longeva em que todas as partes ganham. E se sabemos que a grande maioria dos consumidores compra o presente do Dia das Mães na semana que antecede a data, precisamos ter estoque e pessoas bem treinadas esperando por esses clientes.”, afirmou Luiz Carlo Bohn, presidente da Fecomércio-RS.

Quando questionados sobre os fatores determinantes para decisão de onde comprar o presente, preço/ofertas é o fator mais mencionado (49,1%), com qualidade dos produtos em segundo lugar (39,5%). A forma de pagamento mais citada foi pix (25,2%), cartão de crédito parcelado (24,2%) e cartão de débito (20,5%).

Além da compra de presentes, os encontros também são uma marca da data. A pesquisa apurou que 70,1 % das pessoas que comprarão presente também pretendem participar de algum evento especial em comemoração à data. Desses, 80,7% planejam almoço ou jantar especial em casa e 13,7% almoço ou jantar fora.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/04/2025 0 Comentários 379 Visualizações
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Lei do Bem incentiva projetos de inovação e torna empresas mais competitivas

Por Marina Klein Telles 25/04/2025
Por Marina Klein Telles

A Lei do Bem é um dos principais instrumentos de fomento à inovação no Brasil, permitindo que empresas tributadas pelo lucro real que investem em P&D deduzam parte – até 25% – dos investimentos do imposto de renda. Mas, mais do que um benefício fiscal, ela se torna um pilar estratégico para negócios que querem inovar com consistência e segurança jurídica.

Na quinta-feira, 24, a Lei do Bem foi tema do Prato Principal da ACI, que apresentou a experiência do Grupo Inbetta, com sede em Esteio, com a utilização do benefício fiscal previsto na Lei 11.196/05. O evento teve a coordenação da presidente em exercício da entidade, Prof. Dra. Maria Cristina Bohnenberger, e homenagem às empresas associadas aniversariantes em abril.

Os palestrantes foram Romulo Isoppo, gerente contábil corporativo do Grupo Inbetta, e Ivan Faliguski, CEO da Domínio Tributário. A empresa especializada em gestão tributária assessora o grupo, que possui mais de 2,6 mil profissionais e é líder em vários itens de consumo para uso doméstico. A produção mensal é de 50 milhões de unidades, vendidas para mais de 50 países, principalmente da América Latina.

Há 12 anos, as empresas Bettanin, Atlas e Sanremo utilizam os incentivos fiscais para inovar, assim como cerca de outras 500 organizações no Rio Grande do Sul e 3,3 mil de outros estados. Conforme Isoppo, a cultura da inovação integra o DNA do grupo, fundado há 70 anos, mas ganhou destaque há 12, quando o conglomerado passou a utilizar os benefícios fiscais da Lei do Bem para inovar e crescer. “Começamos de forma empírica, errando muito, mas buscamos conhecimento e, hoje, a inovação está inserida em todos os setores e todas as camadas das nossas empresas”, disse.

Projetos já foram aprovados em diversas áreas, envolvendo não apenas melhorias de processos e produtos, mas também ergonomia na linha de produção. De acordo com Isoppo, todas as empresas possuem um centro de custos de inovação e atuam de forma descentralizada, com facilitadores internos voltados à melhoria de processos e desenvolvimento de novos produtos em tempo integral.

As informações dos projetos são coletadas em tempo real e inseridas na prestação de contas ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), que gerencia a utilização dos benefícios tributários da Lei do Bem pelas empresas.

A política de inovação estimula a apresentação de ideias por parte dos colaboradores e há um banco de projetos, cuja execução conta com o auxílio da Domínio Tributário. O apoio da alta direção e a constante troca de informações entre os setores envolvidos, inclusive recursos humanos e contabilidade, permitem enfrentar os desafios e, principalmente, aproveitar as oportunidades de inovação nos respectivos segmentos em que atuam.

Ainda segundo Isoppo, o auxílio de uma consultoria externa e o investimento constante em P&D também ajudam o grupo a obter sucesso com a Lei do Bem. “Não se faz nada sozinho e o apoio de uma empresa especializada permite economizar recursos e ganhar anos de trabalho”, conclui.

Lei do Bem em números (2023)

3.878 empresas beneficiadas
13.638 projetos analisados
R$ 41,93 bilhões investidos
R$ 9,82 bilhões em renúncia fiscal
Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/04/2025 0 Comentários 325 Visualizações
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Incertezas nos cenários brasileiro e internacional afetam confiança industrial no RS

Por Marina Klein Telles 25/04/2025
Por Marina Klein Telles

O segundo trimestre de 2025 começa ainda mais pessimista para a indústria gaúcha. O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS) caiu 1 ponto de março para abril, passando de 47,4 para 46,4 pontos, divulgou a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) nesta quinta-feira (24). Essa é a segunda queda consecutiva (somando retração de 2,1 pontos) e a quarta nos últimos cinco meses (-7 pontos). Abril marca o quinto mês seguido abaixo dos 50 pontos, o que indica falta de confiança por parte do setor empresarial.

Na avaliação do presidente da FIERGS, Claudio Bier, essa percepção reflete o cenário econômico doméstico e internacional. “Vivemos um momento em que há incerteza fiscal, juros altos e inflação elevada, fatores que desaceleram a economia. O quadro de pessimismo pode ainda ser agravado pelas tarifas de importação dos Estados Unidos”, considera Bier.

O entendimento de que a conjuntura não é favorável também se manifesta na avaliação dos empresários sobre a situação econômica e de suas empresas nos últimos seis meses, medida pelo Índice de Condições Atuais, que recuou de 43,5 pontos, em março, para 41,2, em abril.

Em relação ao cenário nacional, o Índice de Condições Atuais da Economia Brasileira apontou recuo para 33,8 pontos — resultado próximo ao de janeiro de 2025 e o mais baixo desde julho de 2020.

Já a queda no Índice de Condições Atuais das Empresas, de 47,4 para 44,9 pontos em abril, foi a mais intensa entre todos os pesquisados. Na prática, isso significa que os empresários estão sentindo dificuldades cada vez maiores nas operações.

A projeção em relação ao desempenho da economia e das empresas nos próximos seis meses, captada pelo Índice de Expectativas, oscilou de 49,3 para 49 pontos no mesmo período.

Com relação à economia brasileira, caiu de 40,4 para 38,3 pontos, valor significativamente abaixo de 50, o que revela uma ampla diferença entre a parcela de empresários pessimistas (46,3%) e a de otimistas (8,8%). Esse nível de pessimismo em relação ao cenário nacional não era observado desde janeiro de 2023.

Apesar disso, os industriais gaúchos mantiveram o otimismo em relação ao futuro de suas próprias empresas — único indicador que teve alta no período (0,7 ponto ante março), alcançando 54,4 pontos em abril. Esse índice também se manteve como o único no campo positivo, ou seja, acima de 50 pontos. O presidente da FIERGS alerta que a falta de confiança afeta a geração de empregos e os investimentos do setor.

A pesquisa realizada entre 1º e 10 de abril contou com a participação de 148 empresas, sendo 25 pequenas, 54 médias e 69 grandes. O ICEI-RS varia de 0 a 100. Valores acima de 50 pontos indicam confiança do empresário e quanto mais acima, maior e mais disseminada é a confiança. Abaixo de 50, os valores indicam falta de confiança e quanto mais abaixo, maior e mais disseminada é a falta de confiança.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/04/2025 0 Comentários 270 Visualizações
Business

Macromix Atacado inaugura loja conceito em Esteio no dia 8 de maio

Por Jonathan da Silva 25/04/2025
Por Jonathan da Silva

O Macromix Atacado inaugurará, no próximo dia 8 de maio, uma nova loja conceito em Esteio, na região metropolitana de Porto Alegre. Com investimento de R$ 30 milhões, o empreendimento do Grupo UnidaSul marca o início de uma nova fase para o setor de atacarejo no Rio Grande do Sul. A unidade reúne compras e serviços em um único espaço e integra o plano de expansão da rede até 2027.

Localizada entre a Avenida Presidente Vargas, nº 880, e a Rua Soledade, nº 100, a nova loja terá 3.300 m² de área de vendas, 16 checkouts, oito terminais de autoatendimento e um caixa preferencial voltado a pequenos e médios comerciantes. A operação será responsável por gerar mais de 180 empregos diretos na cidade.

Infraestrutura e sustentabilidade

A loja foi planejada para oferecer maior agilidade ao cliente, com mais de 200 vagas de estacionamento cobertas, carregadores para veículos elétricos, elevadores, esteiras rolantes e sistema de self-checkout. A operação contará com geração de energia por meio de painéis solares, seguindo práticas sustentáveis.

O projeto arquitetônico também priorizou o conforto dos consumidores, com corredores amplos, gôndolas organizadas, climatização e iluminação especial.

Mix de produtos e serviços

Com mais de 14 mil itens disponíveis, o novo Macromix trará um mix ampliado de produtos e marcas, incluindo um setor de hortifrúti com reposição diária e controle de procedência, uma padaria em formato de autoatendimento com 250 itens, e um açougue com variedade de cortes. Também haverá uma seção com flores e folhagens, com atendimento de um florista especializado.

Entre os produtos oferecidos, estarão opções veganas, vegetarianas, sem glúten, sem lactose e um mix de congelados com mais de 50 ilhas. O setor de bebidas contará com mais de 400 rótulos de vinhos e cervejas nacionais e importados, com geladeiras para manter os produtos refrigerados.

Além da área de compras, o espaço incluirá 12 operações de serviços como lanchonete, cafeteria, lavanderia e farmácia, com o objetivo de ampliar a conveniência para os clientes.

Expansão regional

A cidade de Esteio foi escolhida para sediar a loja conceito por também abrigar a sede da holding UnidaSul. “Estamos apresentando a Esteio uma loja diferenciada e bonita. Mas, acima de tudo, planejada com carinho e com o que há de melhor para seus moradores. Sem dúvida, é um novo capítulo na história da cidade e do atacarejo gaúcho”, destaca o diretor do Macromix Atacado, Eloi Zagonel.

Horário de funcionamento

A unidade funcionará de segunda a sábado, das 8h às 22h, e aos domingos e feriados, das 8h às 20h. Mais detalhes estão disponíveis em macromix.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/04/2025 0 Comentários 549 Visualizações
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