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Sicredi alcança R$ 50 bilhões em créditos sob gestão em consórcios

Por Jonathan da Silva 15/05/2025
Por Jonathan da Silva

O Sicredi atingiu, em 2024, a marca de R$ 50 bilhões em créditos sob gestão no segmento de consórcios, com um total de R$ 14,8 bilhões em vendas no ano. O resultado representa um crescimento de 31,9% em relação a 2023 e supera a média do mercado, que teve avanço de 19% no mesmo período, segundo a Associação Brasileira de Consórcios (Abac).

A instituição também registrou aumento de 20% no número de consorciados ativos, chegando a 392 mil participantes em todo o país, enquanto o mercado geral cresceu 9%. O ticket médio das operações teve alta de 7,5%, alcançando R$ 109 mil. O segmento de serviços foi o que mais cresceu, com avanço de 20,6%.

De acordo com o Sicredi, o portfólio de consórcios abrange os segmentos Agro, Pessoa Física e Pessoa Jurídica, incluindo opções para automóveis, imóveis, tratores e serviços. As condições incluem contratação 100% digital, ausência de taxa de adesão e de juros nas parcelas, além de taxas consideradas justas e alto índice de contemplação.

O consórcio é uma solução alinhada aos princípios do cooperativismo, promovendo planejamento, educação financeira e acesso facilitado a bens e serviços com taxas justas. Nosso crescimento demonstra que estamos no caminho certo”, afirmou o superintendente de Produtos do Sicredi, Felipe Sessin.

Como é o consórcio

O consórcio é uma modalidade de acesso ao crédito baseada na formação de grupos de pessoas com objetivo comum, administrados por uma gestora, para aquisição de bens ou serviços a médio e longo prazo. A contratação permite liberdade na escolha do bem ou serviço dentro da categoria do grupo após a contemplação, com acompanhamento digital por aplicativo.

O que é o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa com mais de 9 milhões de associados e presença física em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, por meio de mais de 2.800 agências. A instituição oferece soluções financeiras e não financeiras com foco no desenvolvimento das regiões onde atua.

Foto: Sicredi/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/05/2025 0 Comentários 362 Visualizações
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Sicredi Pioneira supera marca de R$ 10 bilhões em ativos totais

Por Jonathan da Silva 14/05/2025
Por Jonathan da Silva

A Sicredi Pioneira atingiu, neste mês de março, a marca de R$ 10 bilhões em ativos totais. O resultado, segundo a instituição, é reflexo da confiança dos associados e da sustentabilidade do modelo cooperativista no longo prazo. Fundada há mais de 120 anos, a Sicredi Pioneira é a primeira instituição financeira cooperativa do Brasil e atua em 21 municípios entre o Vale do Sinos e a serra gaúcha.

De acordo com o diretor de Operações da cooperativa, Fábio Schmoekel, os ativos correspondem aos bens e direitos que podem ser convertidos em dinheiro ou utilizados para gerar valor. Schmoekel explica que os ativos da Sicredi Pioneira incluem a liquidez total — recursos captados que ainda não foram emprestados via carteira de crédito —, a carteira de crédito, formada pelos valores emprestados aos associados e que serão recebidos futuramente, e os ativos permanentes, como imóveis, veículos e equipamentos. “Os ativos, para nós enquanto cooperativa, representam muito mais do que somente um número. Caracterizam a credibilidade e a confiança dos nossos associados”, afirmou o diretor.

Financiamento de iniciativas e papel do crédito

Segundo Schmoekel, os ativos são fundamentais para a atuação da cooperativa no financiamento de projetos pessoais e empresariais nas regiões onde está presente. “O crédito é o que nos permite cumprir nosso propósito de, juntos, construirmos comunidades melhores”, destacou o diretor. “Com ele, apoiamos a realização de sonhos, investimentos em empresas, aquisição de bens e a geração de empregos. É um instrumento de transformação que conecta nosso trabalho à vida das pessoas”, complementou.

Crescimento vinculado ao patrimônio líquido

O diretor destacou ainda que o crescimento dos ativos está relacionado à expansão sustentável do patrimônio líquido da cooperativa. “Esse equilíbrio é fundamental para garantir a continuidade das operações e a capacidade de seguir atendendo às necessidades dos associados”, afirmou. “R$ 10 bilhões é um marco muito importante, pois representa a nossa ambição estratégica, que é ser uma cooperativa mais confiável, segura e sólida”, ressaltou Schmoekel.

O que faz a Sicredi Pioneira

A Sicredi Pioneira segue oferecendo soluções financeiras com foco na participação coletiva e no desenvolvimento regional. Para mais detalhes sobre os números da cooperativa, a cooperativa disponibiliza o portal sicredipioneira.com.br/quem-somos/numeros-da-cooperativa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/05/2025 0 Comentários 325 Visualizações
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Abertura de mercado chinês para miúdos de frangos, carne de pato e carne de peru amplia pauta exportadora

Por Marina Klein Telles 14/05/2025
Por Marina Klein Telles

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) celebrou o anúncio do Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil sobre a abertura do mercado da China para miúdos de frangos, carne de peru e carne de patos provenientes de estabelecimentos brasileiros.

O anúncio foi feito em meio à missão presidencial do Brasil na China, maior parceiro comercial do setor de proteína animal do Brasil, para onde foram destinadas, em 2024, mais de 770 mil toneladas de carne de frango e de carne suína produzidas nas indústrias brasileiras.

Agora, a abertura do mercado chinês para três novos produtos de aves abre oportunidade para a ampliação da pauta exportadora, entre um novo segmento em frangos (incluindo coração, fígado e moela), além de duas novas proteínas, de patos e de perus, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

“Essa é a uma verdadeira conquista amplamente negociada pelo Ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, e seus secretários Luís Rua e Carlos Goulart, em segmentos que têm demanda no maior parceiro comercial do Brasil. É um resultado direto desta missão, que mostra, também, a confiança chinesa na capacidade brasileira de fornecer produtos de alta qualidade, com sanidade e em oferta adequada ao mercado”, ressalta Santin, que participa da missão.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/05/2025 0 Comentários 239 Visualizações
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ACI promove evento em comemoração ao Dia da Indústria

Por Marina Klein Telles 13/05/2025
Por Marina Klein Telles

Gustavo Dal Pizzol, empreendedor, designer de produtos e fundador da Fiber; e Jairo M. Korndoerfer, gerente comercial da Artecola, são os painelistas do encontro. A palestra de abertura será ministrada por Dal Pizzol, com o tema “O Caminho para Liderar Mercados Disputados”. A apresentação abordará posicionamento de mercado, desafios da competitividade, inovação estratégica e marketing de conversão. Já Jairo M. Korndoerfer tratará de “Inovação e Mercado: 77 anos de Artecola”, com foco em posicionamento comercial, cases de inovação e atuação no mercado. A moderadora é Vanessa Schmidt, diretora administrativa de Máquinas Erps e integrante do Comitê da Indústria da ACI.

“Convidamos os empresários a participarem desta atividade com palestrantes de qualidade e que destaca a importância do setor industrial para a economia nacional”, afirma o vice-presidente de Indústria, César Ramos.

As inscrições podem ser feitas no site da ACI. Mais informações são fornecidas pelo telefone 51 2108.2108 ou pelo e-mail capacitacao@acinh.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/05/2025 0 Comentários 243 Visualizações
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Exportações de carne suína brasileira crescem 14,6% em abril

Por Jonathan da Silva 12/05/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne suína, incluindo produtos in natura e processados, atingiram 129,2 mil toneladas em abril de 2025, o que representa um crescimento de 14,6% em comparação com o mesmo mês do ano anterior, conforme dados divulgados nesta sexta-feira (9) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O avanço é impulsionado por maiores vendas em mercados estratégicos da Ásia e América Latina.

A receita gerada pelas exportações em abril totalizou US$ 301,5 milhões, valor 24,7% superior ao registrado no mesmo período de 2024, que foi de US$ 241,9 milhões. No acumulado do primeiro quadrimestre de 2025, o volume exportado foi de 466 mil toneladas, uma alta de 15,9% em relação às 402,2 mil toneladas exportadas entre janeiro e abril de 2024. A receita no período somou US$ 1,09 bilhão, com crescimento de 29,9% frente aos US$ 839,6 milhões obtidos no mesmo intervalo do ano anterior.

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, “o resultado de abril reforça a tendência de alta nas exportações em 2025, com avanço nos principais mercados e expansão em destinos estratégicos da Ásia e América Latina. Além do aumento em volume, o setor registra uma valorização importante na receita, refletindo a qualidade do produto brasileiro e o reconhecimento internacional do nosso status sanitário”.

Filipinas lideram destinos da carne suína brasileira

As Filipinas foram o principal destino da carne suína brasileira em abril, com a importação de 29,8 mil toneladas (+78,4%), o que gerou US$ 66,2 milhões em receita (+90,4%). Em seguida, aparecem:

  1. China: 15,1 mil toneladas (-30,0%), com US$ 32,4 milhões (-29,2%);
  2. Hong Kong: 12,2 mil toneladas (+34,1%), com US$ 29,9 milhões (+63,6%);
  3. Chile: 9,1 mil toneladas (+24,7%), com US$ 22,9 milhões (+45,8%);
  4. México: 7,3 mil toneladas (+121,6%), com US$ 16,7 milhões (+109,9%);
  5. Japão: 7,2 mil toneladas (+2,0%), com US$ 25 milhões (+10,9%);
  6. Singapura: 6,7 mil toneladas (-17,7%), com US$ 19,2 milhões (-0,7%);
  7. Argentina: 5,9 mil toneladas (+630,0%), com US$ 16,5 milhões (+693,0%);
  8. Estados Unidos: 4,7 mil toneladas (+43,6%), com US$ 7,3 milhões (+27,2%).

SC, RS e PR lideram as exportações por estado

Entre os estados exportadores, Santa Catarina permanece como o maior exportador de carne suína, com 66,3 mil toneladas enviadas ao exterior em abril, aumento de 6,8% em relação ao mesmo mês de 2024. O Rio Grande do Sul aparece em seguida, com 27,9 mil toneladas (+29,2%), seguido pelo Paraná, com 21,5 mil toneladas (+25,5%).

Outros estados também se destacaram: Minas Gerais exportou 3,5 mil toneladas (+114,7%), enquanto Mato Grosso registrou retração de 26,7%, com 2,9 mil toneladas.

Projeção do setor

A ABPA projeta a manutenção do ritmo positivo para os próximos meses, sustentado por novas aberturas de mercado, maior previsibilidade logística e negociações sanitárias com países da América do Norte e Sudeste Asiático. A entidade também destaca que a biossegurança e práticas sustentáveis continuarão como pilares do crescimento das exportações de carne suína brasileira.

Foto: MrSiraphol/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
12/05/2025 0 Comentários 335 Visualizações
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Exportações de ovos crescem em abril e Brasil amplia presença em novos mercados

Por Marina Klein Telles 12/05/2025
Por Marina Klein Telles

As exportações brasileiras de ovos (considerando produtos in natura e processados) totalizaram 4,3 mil toneladas em abril, volume 271% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, com 1,17 mil toneladas, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Em receita, os embarques geraram US$ 10,57 milhões, resultado 252,9% maior que o obtido em abril de 2024, quando as exportações totalizaram US$ 2,99 milhões.

Com o desempenho do mês, o acumulado do quadrimestre de 2025 alcança 13 mil toneladas, alta de 133,8% em relação ao mesmo período do ano passado, com 5,5 mil toneladas. A receita no período chegou a US$ 28,3 milhões, alta de 152,6%, em relação ao mesmo período de 2024, com US$ 11,2 milhões.

“O mês de abril mantém o ritmo positivo das exportações de ovos, com presença crescente do produto brasileiro em mercados de alto valor e rigor sanitário. A ampliação das vendas para os Estados Unidos e o Japão, por exemplo, reforça a confiança internacional na qualidade e na segurança da nossa produção”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Destaques de abril

Entre os principais destinos, os Estados Unidos lideraram as importações de ovos do Brasil no mês, com 2,8 mil toneladas embarcadas e receita de US$ 6,3 milhões. O Japão aparece na sequência, com 371 toneladas (+298,9%) e receita de US$ 777 mil (+299,7%).

Outros destaques:

  • México: 242 toneladas embarcadas – país que retoma posição entre os principais compradores;
  • Chile: 638 toneladas (-11,7%), com receita de US$ 1,58 milhão (-8,4%);
  • Uruguai: 83 toneladas (+18,6%), com receita de US$ 406 mil (+61,6%);
  • União Europeia: 22 toneladas (+64%), com receita de US$30 mil (-21,6%);
  • Libéria: 15 toneladas (+36,7%) com receita de US$40 mil (+51,9%);
  • Ilhas Marshall e Aruba também integraram a lista de destinos do mês.

“Estamos observando uma recomposição estratégica da pauta exportadora. Os embarques estão mais diversificados e com presença em mercados que demandam produtos com alto padrão de qualidade, abrindo caminho para a consolidação de fluxos duradouros”, analisa Santin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/05/2025 0 Comentários 344 Visualizações
Business

Almoço da Exportação debate novo ciclo de globalização

Por Marina Klein Telles 09/05/2025
Por Marina Klein Telles

O setor exportador do Rio Grande do Sul tem encontro marcado. No dia 22 de maio, às 11h30, na Fecomércio RS, no bairro Anchieta, em Porto Alegre, será realizado o tradicional Almoço da Exportação, que receberá o economista Marcos Troyjo, um dos nomes mais respeitados no cenário brasileiro para discutir os rumos do comércio exterior. O evento é o encontro mais importante na agenda empresarial gaúcha, fazendo parte da programação anual do Prêmio Exportação RS.

Economista, cientista político e diplomata com trajetória internacional marcante, Marcos Troyjo é ex-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento e um dos principais articuladores do Acordo Mercosul-União Europeia. Ele abordará o tema “Desafios para o comércio exterior em um novo ciclo de globalização”, em uma palestra que promete insights estratégicos para empresários, gestores públicos e agentes da cadeia exportadora.

“O Almoço da Exportação é mais do que uma celebração, é um momento de reflexão estratégica sobre o papel do Brasil no cenário global. Trazer Marcos Troyjo, com toda sua experiência e visão de futuro, é um presente para o setor exportador gaúcho”, destaca Rafael Biedermann Mariante, presidente do Conselho do Prêmio Exportação RS.

Reconhecido por seu trabalho à frente de instituições como a Universidade de Oxford, o INSEAD e o Fórum Econômico Mundial, Troyjo é considerado uma das principais vozes brasileiras em assuntos como megatendências globais, inovação e o papel das economias emergentes.  “A presença do Marcos no Almoço da Exportação reforça a importância de se pensar o futuro da inserção internacional do Brasil e do Rio Grande do Sul diante das transformações geopolíticas e econômicas do mundo”, ressalta Rafael.

Os ingressos para o Almoço da Exportação 2025 já estão à venda pela plataforma Eleven Tickets (link abaixo), e as vagas são limitadas.

Em 2024, o evento, que tradicionalmente é realizado em maio, foi transferido para o mês de novembro, em decorrência dos transtornos da enchente que assolou o Rio Grande do Sul. A realização do Almoço da Exportação demonstrou a capacidade de adaptação da organização frente a desafios extremos.

Programação do Almoço da Exportação

11h30 – RECEPÇÃO

12h00 – ABERTURA

12h30 – INÍCIO PALESTRA | MARCO TROYJO

13h30 – DEBATE/MEDIAÇÃO E PERGUNTAS DO PÚBLICO PRESENTE

14h00 – ENCERRAMENTO

Link de compra dos ingressos: https://eleventickets.com/advbrs/almoco-da-exportacao

09/05/2025 0 Comentários 304 Visualizações
Business

Presidente da CDL-NH cumpre agenda em Porto Alegre para divulgar Fórum CDL

Por Marina Klein Telles 09/05/2025
Por Marina Klein Telles

Com foco na valorização do empreendedorismo local, o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Novo Hamburgo (CDL-NH), Leonardo Lessa, esteve em Porto Alegre na quarta-feira (7) para divulgar a primeira edição do Fórum CDL, que acontecerá nos dias 9 e 10 de julho, na sede da entidade. Lessa participou de diversos encontros estratégicos organizados pelo deputado estadual Issur Koch.

A agenda contou com visitas a importantes instituições do Estado. No Banrisul, Lessa e Issur foram recebidos pela superintendente executiva de marketing, Vannice Arrais Ramos, e pela gerente executiva de marketing, Josse Cristiane Weingartner. No Badesul, o grupo foi recepcionado pelo diretor de Operações do Setor Público, Kalil Sehbe, e pelo diretor jurídico, Maurício Dziedricki.

A comitiva também esteve na Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Rio Grande do Sul, onde se reuniu com o secretário Ernani Polo e com o diretor-geral da pasta, Leandro Evaldt. Na ocasião, foram apresentados os objetivos do Fórum, que busca promover debates e conexões estratégicas voltadas à modernização, inovação e capacitação de profissionais dos setores do comércio, serviços e indústria. Para o secretário Ernani Polo, o evento tem grande relevância no cenário estadual:

“É uma grande programação, muito robusta, envolvendo várias frentes: modernização, inovação, capacitação a todos que estão atuando hoje nos setores da indústria, comércio e serviços dentro das atividades econômicas do nosso Estado. Fico muito feliz pela oportunidade e a Secretaria do Estado estará como apoiadora.”

Ernani também foi convidado para palestrar aos associados da entidade na próxima edição do CDL Convida, no dia 10 de junho. Ernani deve falar de temas como o plano de desenvolvimento econômico do Estado.

O deputado estadual Issur Koch também destacou a importância da Fórum CDL: “O mundo está em constante mudança. Nunca aconteceram tantas mudanças em um espaço tão curto de tempo como vem acontecendo agora. Isso afetou o comércio, mão de obra, o modo de vender e trabalhar. Então, este tema de atualização e das conexões, de criar novas possibilidades que a CDL-NH apresenta, é extremamente relevante.”

Com uma programação diversificada e a presença de lideranças locais e estaduais, o Fórum CDL se consolida como um espaço de troca, inovação e desenvolvimento para empreendedores e profissionais de diversos segmentos. Os primeiros speakers do Fórum devem ser anunciados nos próximos dias.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/05/2025 0 Comentários 298 Visualizações
Business

Fiergs vê consequências danosas para a indústria caso ocorra redução na jornada de trabalho semanal

Por Marina Klein Telles 09/05/2025
Por Marina Klein Telles

A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) reitera sua posição contrária à redução da jornada de trabalho semanal. A entidade reforça que este é um tema que deve ser tratado por empresas e trabalhadores em processos de negociação coletiva, e não por alteração da legislação atualmente em vigor. A posição da FIERGS vai ao encontro do que defende a Confederação Nacional da Indústria (CNI), que aponta queda de produtividade e competitividade no setor industrial como uma das consequências caso ocorra a diminuição da jornada de 6×1.

Para o presidente da FIERGS, Claudio Bier, a proposta de impor limite inferior a 44 horas semanais requer um debate maior que considere as particularidades de cada atividade econômica, os segmentos industriais, o tamanho das empresas e as disparidades regionais do país. Além disso, a proposta carrega um ônus excessivo ao setor produtivo, elevando os custos das empresas, principalmente em relação à folha de pagamento. “Qualquer imposição por lei de redução da jornada semanal é prejudicial, trará efeitos negativos para a economia, aumento de custos para as empresas e enfraquecerá o diálogo entre sindicatos, empregadores e empregados”, diz. A criação de empregos, completa Bier, só ocorre com o crescimento da economia, não com a redução da jornada.

Outra preocupação, segundo o presidente da FIERGS, é que uma eventual redução da jornada afetará especialmente pequenas e médias empresas, que geralmente não possuem a estrutura financeira para contratar novos empregados e cobrir a carga horária reduzida. “No Rio Grande do Sul, 95% das 52 mil indústrias têm até 50 funcionários”, alerta. Fator que se agrava em um momento no qual muitas empresas ainda se recuperam dos efeitos da enchente de 2024.

Por fim, segundo a FIERGS, a proposta prejudica também setores essenciais que dependem de turnos contínuos e outros cuja produtividade também está atrelada a um ritmo de trabalho sem interrupções.

Prejuízos

Levantamento da CNI revela que a proposta de redução acarretaria aumento de 20,7% nos gastos com empregos formais em toda a economia brasileira e uma elevação de R$ 178,8 bilhões com custos de empregados formais, somente para a indústria. Na esfera pública, os custos com empregos teriam elevação de R$ 150,4 bilhões, o que representa crescimento de 23,7% em relação a 2023. Apenas para os órgãos com status de ministério, por exemplo, haveria aumento de R$ 4,6 bilhões em custos indiretos com fornecedores.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/05/2025 0 Comentários 293 Visualizações
Business

Exportações de carne de frango mantém estabilidade em abril

Por Marina Klein Telles 09/05/2025
Por Marina Klein Telles

Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) geraram receita de US$ 906,1 milhões, com crescimento de 2,7% em relação ao mesmo período do ano passado, com US$ 882,2 milhões.

Em volume, os embarques totalizaram 475,9 mil toneladas em abril, volume próximo ao exportado no mesmo período de 2024, quando foram embarcadas 480,7 mil toneladas (queda de apenas 1,0%).

Com o resultado, o acumulado do quadrimestre de 2025 alcançou 1,86 milhão de toneladas, volume 9,5% superior ao registrado no mesmo período de 2024, com 1,70 milhão de toneladas. Em receita, o total embarcado nos quatro primeiros meses do ano chegou a US$ 3,49 bilhões, avanço de 15,5% em relação ao mesmo intervalo do ano anterior (US$ 3,02 bilhões).

“O desempenho de abril consolida a tendência de crescimento nas exportações de carne de frango no ano, com manutenção de volumes expressivos e crescimento consistente em receita. A diversificação dos mercados e o bom desempenho em destinos como União Europeia e África do Sul compensaram a retração pontual em países como China e Japão”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Entre os principais destinos em abril, destacam-se:

  • China: 51,9 mil toneladas ( -10% sobre abril/24), com US$ 127,1 milhões em receita (-1,5%);
  • União Europeia: 26,8 mil toneladas (+42,8%), com forte alta na receita: US$ 83,5 milhões (+65,2%);
  • África do Sul:26,5 mil toneladas (-3,3%), com receita de US$ 14,9 milhões (-3,4%);
  • México: 18 mil toneladas (-4,6%), com US$ 42,7 milhões (-5,6%);
  • Filipinas: 26,9 mil toneladas (-8,6%), mas com leve aumento de receita: US$ 22,5 milhões (+1,1%).

    “Chama atenção o avanço da carne de frango brasileira em mercados com maior valor agregado e exigências técnicas específicas, em especial, a União Europeia. Isso reforça a competitividade do setor e o reconhecimento da sanidade e rastreabilidade dos nossos produtos”, complementa Santin.

Entre os estados exportadores, o Paraná segue na liderança, embarques de 187,3 mil toneladas em abril (-4,8% em relação ao mesmo período do ano passado, seguido por Santa Catarina, com 108,3 mil toneladas (+4,2%), Rio Grande do Sul, com 64,8 mil toneladas (-6,4%), São Paulo, com 27,7 mil toneladas (+6,5%) e Goiás, com 24,6 mil toneladas (+5,9%).

A expectativa da ABPA é de que o ritmo de crescimento se mantenha ao longo do primeiro semestre, com impacto positivo nas exportações totais do ano. O setor segue atento à dinâmica internacional de preços, logística e às negociações sanitárias em curso, especialmente em mercados do Oriente Médio e da Ásia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/05/2025 0 Comentários 216 Visualizações
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