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Havan paga salário extra aos 22 mil colaboradores no mês de julho

Por Marina Klein Telles 16/07/2025
Por Marina Klein Telles

A Havan pagará um salário extra aos 22 mil colaboradores nesta sexta-feira, 18. O benefício é referente à antecipação da primeira parcela do Programa de Participação nos Resultados (PPR) de 2025 e do 13º. No total, a empresa adiantará R$ 45 milhões para quem trabalha nas 182 megalojas em todo o país, Centro Administrativo, em Brusque (SC), e Centro de Distribuição, em Barra Velha (SC), postos de combustíveis e Pequenas Centrais Hidroelétricas (PCHs).

Para o dono da Havan, Luciano Hang, o pagamento do PPR é sempre um momento de muita alegria. “Sinto uma satisfação enorme em ver o resultado do esforço de todos ser compartilhado de forma tão concreta. Esse benefício é o reconhecimento pelo trabalho dedicado de cada um dos nossos colaboradores. É o nosso jeito de dizer ‘muito obrigado’ e incentivar que continuem fazendo a diferença”, destaca.

O Programa de Participação nos Resultados da Havan é uma iniciativa que reforça o comprometimento da empresa com seus colaboradores. Instituído em 2007, o PPR é pago anualmente e tem como objetivo recompensar os colaboradores pelos resultados alcançados, promovendo engajamento e incentivando a excelência no trabalho.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/07/2025 0 Comentários 263 Visualizações
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Pesquisa da Fiergs aponta setores da indústria gaúcha mais afetados pelo tarifaço dos EUA

Por Jonathan da Silva 14/07/2025
Por Jonathan da Silva

O anúncio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (REP), de impor tarifas de importação de 50% a produtos brasileiros a partir de 1º de agosto deve impactar diretamente a indústria de transformação do Rio Grande do Sul segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira (11) pela Unidade de Estudos Econômicos e pela Gerência de Relações Internacionais e Comércio Exterior do Sistema Fiergs. A pesquisa aponta que, em 2024, os EUA receberam 11,2% das exportações totais do setor industrial gaúcho, com destaque para produtos de metal, que tiveram 46% de seus embarques destinados ao mercado norte-americano.

Entre os setores mais sensíveis às novas tarifas estão minerais não metálicos, com 44,4% das vendas externas direcionadas aos EUA; máquinas e materiais elétricos, com 42,5%; e madeira, com 30,1%. O estudo detalha que, especificamente em produtos de metal, armas e munições concentram 85,9% da produção exportada para o território norte-americano. Já no segmento de máquinas e materiais elétricos, transformadores e indutores têm 79,3% da produção voltada aos EUA.

Empregos e receita

Em 2024, as atividades industriais gaúchas mais dependentes do mercado norte-americano geraram receita de US$ 1,2 bilhão e sustentaram 145,4 mil postos de trabalho, correspondendo a 21,2% dos empregos do setor de transformação no estado. Outros segmentos com participação relevante nas vendas aos EUA são couro e calçados, móveis e veículos automotores. Por outro lado, a indústria de alimentos – que lidera as exportações do Rio Grande do Sul – apresenta menor dependência em relação ao destino norte-americano.

Posicionamento da entidade

O presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, defendeu o diálogo como caminho para reduzir os impactos da medida. “A solução para esse impasse deve passar por negociação e mediação, evitando prejuízos maiores para as economias envolvidas”, afirmou o dirigente.

Mais detalhes da pesquisa podem ser conferidos no site oficial do Observatório da Indústria do Rio Grande do Sul, em observatoriodaindustriars.org.br/inteligencia-estrategica/importancia-dos-estados-unidos-para-a-economia-gaucha.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
14/07/2025 0 Comentários 456 Visualizações
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Fórum CDL reúne 700 pessoas em Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 14/07/2025
Por Jonathan da Silva

O Fórum CDL – Conexões e Negócios reuniu mais de 700 participantes nos dias 9 e 10 de julho na sede da Câmara de Dirigentes Lojistas de Novo Hamburgo (CDL-NH). A programação do evento contou com debates sobre mercado, tecnologia, empreendedorismo e gestão. Mais de 30 palestrantes marcaram presença em três palcos simultâneos. O fórum também teve como destaque o lançamento da CDL Collab Store, loja colaborativa criada para valorizar marcas locais.

A abertura oficial ocorreu na noite da quinta-feira (9), com falas institucionais e a apresentação da Collab Store. O presidente da CDL-NH, Leonardo Lessa, celebrou a realização do fórum e incentivou o público. “Aproveitem para fazer muitas conexões”, enfatizou o dirigente.

Palestras técnicas

No palco Conexões, o palestrante Marcelo Fogaça relacionou marketing à disciplina e resiliência do esporte, afirmando que “marketing não é firula”. Na sequência, o especialista João Galdino destacou o papel da tecnologia nos dias de hoje. “A IA não vai substituir o teu negócio, mas o teu concorrente que trabalha com IA, sim”, ressaltou Galdino.

A estrategista Natália Schifino falou sobre microinfluenciadores e a convergência físico-digital nos hábitos de consumo. Já o palestrante Alexandre Pellaes abordou transformações nas relações profissionais. “Não vivemos uma crise geracional, vivemos uma crise do trabalho”, alertou Pellaes. O encerramento teve participação do comunicador Luciano Potter, que reforçou a importância da escuta e da conexão entre pessoas.

Debates e painéis

O palco Negócios trouxe reflexões sobre revitalização urbana, turismo e desenvolvimento territorial. O analista do Sebrae, Josemar Demenech, apresentou o “Mapa de Negócios de Novo Hamburgo”, com mais de 42 mil modelos de negócios registrados no município. Segundo Demenech, bairros como Canudos e Santo Afonso se destacam pela vocação industrial e gastronômica, enquanto o Centro concentra iniciativas educacionais e tecnológicas.

Outros debates abordaram turismo como vetor de inovação, cases de empreendedorismo feminino, potencial dos bairros e gastronomia, com participações de Thomas Fontana, Lettícia Gerhardt, Felipe Melo, Marina Guedes e Gregório Nardini.

Cultura e criatividade

No palco Casa CDL, os painéis focaram na indústria criativa, leis de incentivo, música e economia cultural. O músico Hique Gomez, o produtor cultural Cristiano Max, a artista Daniela Ramirez e o gestor Fernando Agostini foram alguns dos nomes que dividiram suas trajetórias. Os participantes também visitaram a exposição “Quadros que Falam”, em homenagem ao artista Flávio Scholles (1950–2025).

Demais atividades

O Fórum CDL também promoveu rodadas de negócios e crédito, imersões em branding e inteligência artificial, podcasts ao vivo com a CDL Jovem e show de encerramento da banda Beatles no Acordeon.

Foto: Felipe Utz/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/07/2025 0 Comentários 548 Visualizações
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Exportações de tabaco brasileiro somaram US$ 1,36 bilhão na primeira metade do ano

Por Marina Klein Telles 14/07/2025
Por Marina Klein Telles

As exportações de tabaco brasileiro continuam em alta e o Brasil deve fechar 2025 como líder mundial em exportações pelo 32º ano consecutivo, confirmando a posição mantida desde 1993. Os dados do MDIC/ComexStat (Sistema de Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços) mostram que, de janeiro a junho, foram embarcadas 206.518 toneladas de tabaco, totalizando US$ 1,36 bilhão em divisas. Nesse período, os principais destinos do produto brasileiro foram China, Bélgica, Estados Unidos, Indonésia, Turquia e Emirados Árabes.

O volume exportado no primeiro semestre foi 5,77% superior ao dos primeiros seis meses de 2024, quando o Brasil vendeu 195.261 toneladas. Em relação aos valores recebidos, as vendas externas cresceram 9,5% em comparação ao mesmo período do ano passado, quando as exportações somaram US$ 1,24 bilhão até a metade do ano. A expectativa do setor é encerrar 2025 com números que superem US$ 3 bilhões em exportações de tabaco, uma previsão validada pela consultoria Deloitte, que projeta o aumento de 10,1% a 15% nas exportações brasileiras em relação a 2024.

O presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Valmor Thesing, destaca que a média histórica da última década é superior a 500 mil toneladas embarcadas e US$ 2 bilhões em divisas. “Nossa produção é vendida para mais de 100 países e continua contando com a preferência dos clientes devido à qualidade e integridade do produto brasileiro”, afirma. “Apostamos no nosso Sistema Integrado de Produção de Tabaco para manter o atendimento aos clientes estrangeiros e seguir gerando divisas para o Brasil”, completa.

No Rio Grande do Sul

A relevância econômica das exportações de tabaco é especialmente percebida no Rio Grande do Sul, onde, em 2024, representaram 12,55% do total das exportações do estado. “Nos primeiros meses deste ano, o tabaco tem ocupado o primeiro lugar nas exportações gaúchas, comprovando a importância socioeconômica dessa cultura”, relata Valmor Thesing. De janeiro a junho de 2025, saíram dos portos gaúchos 188,3 mil toneladas de tabaco, gerando US$ 1,2 bilhão em divisas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/07/2025 0 Comentários 263 Visualizações
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Exportações de ovos crescem no primeiro semestre

Por Marina Klein Telles 11/07/2025
Por Marina Klein Telles

As exportações brasileiras de ovos (incluindo produtos in natura e processados) totalizaram 24.915 toneladas no primeiro semestre de 2025, conforme levantamento da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume é 192,5% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, com 8.518 toneladas embarcadas.

A receita obtida com as exportações entre janeiro e junho alcançou US$ 57,759 milhões, resultado 216,3% superior ao registrado no mesmo período de 2024, com US$ 18,622 milhões. Apenas em junho, os embarques de ovos chegaram a 6.558 toneladas, número 308,3% superior ao registrado no mesmo mês de 2024. A receita obtida no mês foi de US$ 15,659 milhões, saldo 288,8% superior em relação a junho do ano anterior.

Os Estados Unidos consolidaram-se como o principal destino das exportações brasileiras no semestre, com 15.202 toneladas embarcadas (+1247%), gerando receita de US$ 33,1 milhões (+1586,2%). Em seguida, aparecem o México, com 1.586 toneladas e US$ 6,9 milhões em receita, e o Japão, com 1.570 toneladas (+152,1%) e US$ 3,7 milhões (+143,2%).

Outros destaques incluem Angola, com 686 toneladas e US$ 1,1 milhão; Serra Leoa, com 473 toneladas (+359,6%) e US$ 766 mil (+373,5%); e Uruguai, com 369 toneladas (-14,3%) e US$ 1,24 milhão (-18,5%). Por outro lado, o Chile registrou queda de 16,6% nos volumes (2.426 toneladas) e leve retração de 2% na receita, com US$ 6,85 milhões.

“Os embarques de ovos atingiram patamares históricos neste primeiro semestre, com forte ampliação da presença brasileira em mercados estratégicos como os Estados Unidos, México e Japão. O cenário reforça a confiança do mercado internacional na qualidade, biossegurança e competitividade do produto brasileiro. Com a manutenção das atuais condições de mercado, a expectativa é de que o segundo semestre consolide um novo ciclo de crescimento nas exportações do setor, sem impactos significativos na oferta interna de produtos”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Divulgação | Fonte: Divulgação
11/07/2025 0 Comentários 208 Visualizações
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Comércio de Sapiranga cresce 12% no semestre e mantém ritmo positivo, avalia CDL

Por Marina Klein Telles 11/07/2025
Por Marina Klein Telles

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Sapiranga (CDL Sapiranga) divulgou um balanço preliminar do primeiro semestre de 2024, apontando crescimento médio de 12% no setor varejista da cidade. O resultado acompanha a tendência nacional, que registrou alta de 5,2% nas vendas, segundo dados do IBGE, impulsionada por aumento de renda, maior confiança do consumidor e recuperação do mercado de trabalho.

De acordo com o presidente da CDL Sapiranga, Ademir Gerson Deitos, o desempenho positivo da economia local reflete o esforço do setor para manter estabilidade, mesmo diante de adversidades. “O comércio aqui em Sapiranga vem registrando crescimento. No primeiro quadrimestre do ano, tivemos um aumento médio de cerca de 12% na arrecadação do varejo, e a percepção é de que esse ritmo se manteve nos meses de maio e junho. Esse percentual tem refletido uma certa estabilidade no desempenho do setor, embora com variações: alguns segmentos apresentam resultados acima da média, enquanto outros ficam um pouco abaixo”, avaliou.

No âmbito estadual, o Rio Grande do Sul registrou um dos melhores desempenhos do país, com crescimento de 13,8% no varejo ampliado no período. Ainda assim, segundo Deitos, o cenário exige atenção, principalmente por conta das mudanças no perfil de consumo e pressões inflacionárias em alguns setores. Também é preciso considerar que o Rio Grande do Sul tem dados alterados quando há uma comparação em relação ao ano anterior, por conta dos impactos das enchentes, o que afetou o desempenho de alguns setores de forma desigual.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/07/2025 0 Comentários 238 Visualizações
Business

Sistema Fiergs defende “negociação e mediação” diante de medidas comerciais prometidas pelos EUA contra o Brasil

Por Marina Klein Telles 10/07/2025
Por Marina Klein Telles

O presidente do Sistema FIERGS, Claudio Bier, defende que negociação e mediação é o principal caminho diante de medidas comerciais prometidas pelos Estados Unidos contra o Brasil. Na quarta-feira (9), o governo americano anunciou a imposição de tarifas de 50% sobre produtos brasileiros, a partir de 1º de agosto — o que afetaria diretamente a competitividade do setor industrial.

Importante parceiro comercial do Brasil, os Estados Unidos são o segundo maior destino das exportações gaúchas (8,22% do total exportado em 2024) e o terceiro país nas importações do Rio Grande do Sul (10,7%). “A importância dos Estados Unidos é gigantesca para nós. Exportamos muito fumo, madeira, calçados, celulose. Essas tarifas nos atingem diretamente. Por isso, nossa posição é pela mediação para a solução do impasse comercial”, destaca Bier.

Desde o anúncio do governo dos EUA, o presidente está em contato com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e dirigentes das demais federações industriais para que juntem esforços em favor da negociação. “Temos de intermediar essa relação, porque se ficar como está, será muito ruim para todo o Brasil, para todas as indústrias e para todo o comércio. É hora de ter calma e negociar, com toda a força da indústria brasileira unida, para superarmos o impasse que está criado”, reforça.

Assim como a CNI, o Sistema FIERGS entende que não há fato econômico que justifique a elevação das tarifas, que ameaça a competitividade das aproximadamente 10 mil empresas brasileiras que exportam para os EUA. Há muitos anos, a balança comercial entre os dois países é superavitária para o lado norte-americano. Na visão de Bier, se mantida, a mudança ameaça empregos e a operação de muitas indústrias.

“Acredito que o presidente Trump não venha a exercer esses 50% anunciados. Em casos parecidos com outros países, ele acabou negociando. Por isso, o caminho é a mediação, a conciliação”, pontua Bier.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/07/2025 0 Comentários 239 Visualizações
Business

Tarifa EUA: SindiTabaco acredita em saída diplomática

Por Marina Klein Telles 10/07/2025
Por Marina Klein Telles

O setor brasileiro do tabaco acompanha com preocupação a decisão dos Estados Unidos de aplicar uma tarifa adicional de 50% sobre as importações do produto a partir de 1º de agosto. A medida, anunciada como parte de um pacote de retaliações comerciais, pode comprometer a competitividade do tabaco brasileiro no mercado norte-americano, atualmente o terceiro maior destino em volume e valor.

De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC/ComexStat), entre janeiro e junho de 2025, o Brasil exportou 19 mil toneladas de tabaco aos Estados Unidos, gerando US$ 129 milhões em receita. No acumulado de 2024, foram 39,8 mil toneladas e US$ 255 milhões em vendas externas para o país. Isso representa cerca de 9% das exportações totais brasileiras do setor, que alcançam, em média, 500 mil toneladas por ano para mais de 100 países.

Para Valmor Thesing, presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), o momento exige responsabilidade e equilíbrio. “A taxação cria uma situação bastante complexa, mas acreditamos no diálogo e em uma saída diplomática, porque ninguém está ganhando com isso — nem os Estados Unidos, nem o Brasil”, afirma.

Segundo ele, no início de 2025, o tabaco brasileiro pagava uma tarifa média de US$ 0,375 por quilo para entrar nos EUA. Esse valor foi acrescido em 10% em abril, no primeiro anúncio feito pelo presidente Donald Trump. Agora, com o adicional de 50%, a competitividade do produto brasileiro no mercado norte-americano fica ameaçada.

“Se mantida, possivelmente, o Brasil não será mais competitivo para o mercado norte-americano. Agora, se olharmos por outra ótica, há uma demanda mundial muito grande de tabaco, e é muito provável que o produto seja remanejado para outros destinos”, ressalta Thesing.

Apesar da preocupação, o setor mantém uma visão cautelosa. Pesquisa da Deloitte divulgada recentemente projeta um crescimento nas exportações brasileiras de tabaco em 2025, com aumento entre 10,1% e 15% tanto em volume quanto em valor. Para Thesing, esse cenário reforça a confiança de que o impacto da tarifa, caso não seja revertida, poderá ser absorvido pela diversificação dos mercados de destino.

“De todo modo, o setor está atento, mobilizado e confiante de que a diplomacia buscará uma solução antes da entrada em vigor da tarifa, prevista para o dia 1º de agosto”, finaliza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/07/2025 0 Comentários 185 Visualizações
Business

Braskem amplia frota própria com o navio Brave Future e fortalece estratégia logística global

Por Marina Klein Telles 10/07/2025
Por Marina Klein Telles

A Braskem, petroquímica global que desenvolve soluções sustentáveis da química e do plástico para melhorar a vida das pessoas, celebrou hoje a chegada do Brave Future, seu novo navio. O início da operação da embarcação de cerca de R$ 500 milhões, que fará a rota entre Estados Unidos, México e Brasil, marca a ampliação da estratégia da companhia para aumentar a sua autonomia logística, reduzir os custos de transporte marítimo e fortalecer sua competitividade global. A cerimônia de batismo foi realizada, na China, no estaleiro da YAMIC, empresa responsável por construir a embarcação.

Projetado como um transportador de etano com 188 metros de comprimento, capacidade de 36 mil m³ e podendo transportar cargas a uma temperatura de até -104°C, o navio foi financiado pela Ocean Yield e será operado pela Hartmann Reederei. A embarcação conta ainda com um motor bicombustível, que funciona com óleo bunker e etano. O navio tem alta eficiência no consumo de combustível e no sistema de propulsão, tendo emissões de CO2 cerca de 40% inferiores à média da frota em operação.

“O Brave Future é um ativo estratégico que amplia a nossa autonomia logística, confere maior previsibilidade às operações e fortalece a nossa posição como líder global na indústria petroquímica”, destaca Hardi Schuck, diretor da Braskem Trading & Shipping (BT&S). Antes do batismo, a embarcação passou pela fase de sea trials, um rigoroso processo de testes no mar que avalia segurança, velocidade, manobrabilidade e desempenho dos equipamentos antes do início da operação comercial.

Com o novo navio, a Braskem passa a contar com duas embarcações próprias dedicadas ao transporte de etano – Brave Future e Brilliant Future.  Em 2026, a BT&S espera a entrega de mais quatro navios para atender a Braskem. Tal estrutura reforça o compromisso da companhia com as soluções logísticas inovadoras, sustentáveis e alinhadas às exigências do comércio marítimo global.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/07/2025 0 Comentários 215 Visualizações
Business

Ex-ministro e um dos principais empresários da história do turismo brasileiro são convidados do Fecomércio-RS Debate

Por Marina Klein Telles 10/07/2025
Por Marina Klein Telles

O panorama atual do setor de turismo no Rio Grande do Sul e no Brasil, como este cenário tem se transformado e quais oportunidades de negócios ele gera para empresas do comércio de bens e serviços dos mais diferentes portes e segmentos. Estas são as temáticas norteadoras da próxima edição do Fecomércio-RS Debate, que acontece em Porto Alegre, na sede da Fecomércio-RS, no dia 31 de julho, quinta-feira, às 11h30. O evento, realizado pela Federação, tem formato de painel-almoço e periodicamente traz referências e personalidades da economia e da política para abordar temas de interesse do empresariado gaúcho.

A edição voltada ao turismo conta com dois nomes de peso: Guilherme Paulus (na foto), co-fundador da CVC, que é considerado o principal empresário da história do turismo do Brasil; e Vinicius Lummertz, ex-ministro do Turismo e ex-presidente da Embratur no Governo Temer. À frente da maior operadora de viagens das Américas, Paulus é membro do Conselho Nacional do Turismo e participa do seleto Grupo Relais & Chateâu à frente do Hotel/Boutique Castelo Saint Andrews em Gramado, o único “Exclusive House” do Brasil, eleito o melhor hotel do mundo pelo site de viagens Tripadvisor em 2024. Já Lummertz atuou em diversos conselhos administrativos e consultivos, como o Conselho do Parque tecnológico de Florianópolis; é membro fundador da 6ª iniciativa da Rota da Seda e co-autor do livro “O Mundo Pós-Pandemia” com o artigo “O que será do Turismo depois da COVID-19″. As inscrições para a participação no evento com os especialistas podem ser feitas no site https://hotsites.fecomercio-rs.org.br/debate/.

Fecomércio-RS Debate

“Turismo: radicalizando mudanças”

Data : 31/07 (quinta-feira)

Horário: 11h30 às 14h

Local: Sede Fecomércio-RS (Rua Fecomércio, 101)

Ingressos: No site https://hotsites.fecomercio-rs.org.br/debate/

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/07/2025 0 Comentários 234 Visualizações
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